Quarta-feira, 7h30 da manhã, o despertador tocou e eu não conseguia abrir os olhos (na verdade, não queria). Tava bem acostumada a dormir tarde por estudar ou trabalhar de casa, mas dessa vez minha insônia foi porque a noite inteira não parei de sonhar com o Juampi. Fazia muito tempo que não acontecia de eu acordar com um tesão daqueles, então meu namorado se deu superbem.
Quando ele acordou, eu já tava chupando a pica dele desesperada, ajudando com as mãos pra ele ir acordando e poder engolir ela inteira pra ficar bem dura. Não era muito grande, pra ser sincera cabia inteira na minha boca e eu não tinha ânsia (o que pra mim é tipo um centímetro pra medir pica, se dá ânsia é o tamanho certo), mas quando eu sentava em cima tirava o máximo proveito possível. Assim que os dois acordaram de vez, as coisas saíram do controle.
— Gorda, o que cê tá fazendo?
— Tô chupando sua pica, posso? Meti a pica toda na boca e balancei a cabeça um pouco.
— S... ahhh... sim.
— Cê gosta assim?
— Sim, gordinha, adoro.
— Dá pra ver, já tá bem dura. Agora posso usar.
Tirei ela da boca e, bem devagar, sentei em cima. Não precisei de lubrificante nem saliva, minha buceta tava encharcada ainda por causa do sonho que tive.
Enquanto a pica ia entrando, fechei os olhos e imaginei que quem tava deitado na minha cama era o Juampi, segurando meus piercings nos mamilos e puxando devagar. Quando entrou toda, comecei a me mover pra cima e pra baixo sem tirar nem um centímetro, minha buceta tava com muita fome de pica. Aumentei bastante a velocidade do movimento enquanto continuava imaginando o Juampi dando tapas na minha bunda e pedindo pra eu gozar, e quando percebi o que tava rolando, meu namorado já tava perto de gozar e eu também, aumentei a intensidade do movimento e gozamos os dois. Por um segundo, senti a pica do meu namorado pulsando dentro de mim, soltando jorros enormes de porra. Tive um orgasmo longuíssimo e caí exausta no peito dele.
— Que gostoso, gordinha. Fazia tempo. Você não me acordava assim. Tava com muito tesão, né?
— Muito, sei lá por quê. Falei com a respiração ofegante e olhando pro travesseiro pra disfarçar a mentira.
— Deve ser porque você sabe que esse fim de semana eu vou embora e quer que eu sinta sua falta.
— Não nego nem confirmo. E abracei ele forte (a desculpa caiu como uma luva).
— É tarde, já são 5. Vamos dormir.
— Sim, amanhã me espera um dia longo pra caralho (e não era brincadeira).
O despertador toca de novo, 7:45. Não tem mais jeito, levantei e tomei um banho. Quando tava pegando a roupa, quase sem pensar, agarrei meu melhor conjunto de lingerie preta de renda e uma camisa cinza bem decotada, calça preta justa e uns sapatos de salto baixo.
Às 9 já tinha lido os primeiros e-mails do dia e tava indo preparar um mate, mas antes precisava levar uns comprovantes pro meu chefe, então fui até a sala dele. Quando abri a porta, meu chefe tava no telefone e o Juampi sentado na frente dele. Os dois se viraram e ficaram me olhando meio surpresos.
— Bom dia, já começamos cedo? Falei pro Juampi, apontando pro meu chefe que tava discutindo com um fornecedor.
— Bom dia, gatinha do lanche — ele se jogou pra trás na cadeira e me olhou de cima a baixo com cara de safado — É, o Daniel não tem a entrega.
— Daniel, te ligo daqui a uma hora e espero notícias melhores. Meu chefe, quase gritando.
— Bom dia, Manuel (meu chefe), te trouxe os comprovantes de ontem. Tem problema com o Daniel?
— Sim, ele tá me deixando louco. Luz, você pode assumir? Preciso ir pra capital e hoje você vai ter que tocar a reunião com o Juampi.
— Sem problema, a gente cuida disso. Olhei fixo pro Juampi e levantei uma sobrancelha, sorrindo disfarçadamente.
— Que gostosa você veio hoje, é por algum motivo especial? Manuel falou, me olhando com cara de velho tarado.
— Algo assim, hoje completo um ano na empresa e vão tirar foto pra gente pro boletim mensal.
— É verdade! Parabéns, vamos ver se a gente comemora. Juampi olhou surpreso, ele tava me fazendo... um convite descarado na frente dele.
—Sim, trouxe um bolo, passem no escritório e peguem um pedaço. Falei o mais seca que pude pra não mandar ele pra merda.
—Ah não, eu quero. Disse Juampi, levantou da cadeira e caminhou até onde eu estava — Manuel, fica tranquilo, se quiser eu continuo o assunto com a Luz, mas primeiro vou tomar café... bolo, pelo visto. E me olhou com aquela cara de pervertido que me deixava a mil.
—Ok, a gente se vê amanhã então. Comemorem bem...
Saímos do escritório rindo baixinho do quanto o Manuel foi sem noção, e de como ele ficou mal na fita. No corredor, ele me parou e ficou na minha frente, me encostando na parede.
—Então você faz aniversário na empresa, parabéns. E cada vez se aproximava mais.
—Sim, um aninho. Merece uma comemoração. Apoiei as mãos no torso dele tentando segurá-lo.
—E não pode ser um café da tarde de comemoração? O bolo não é a única coisa que eu queria provar. Ele afastou o cabelo do meu pescoço e me prendeu com os dois braços, abaixando a cabeça até meu pescoço e passou a língua bem devagar.
Senti que molhava inteira a calcinha rendada que eu tava usando, e um gemido baixinho escapou com a respiração ao sentir a língua dele na minha pele.
—Isso é maldade pura — olhei pra ele com fogo nos olhos e o empurrei contra a parede do outro lado, passei o dedo na linha dos botões da camisa bem devagar até chegar na fivela da calça. Parei ali — e maldade se paga com maldade.
Me virei, arrumei o cabelo e saí do corredor rindo. Quando entrei no escritório, percebi que minha colega tinha ido com meu chefe pra capital e eu tava sozinha. Juampi entrou atrás de mim, respirando ofegante, e sentou numa das cadeiras.
—Você não me respondeu, vamos comemorar com um café da tarde?
—Pode ser, mas você tem que se comportar muuuuito bem. Me aproximei e me inclinei sobre os braços da cadeira, colocando o decote quase na cara dele — meninos bonzinhos ganham prêmio, os malvados, castigo. E me endireitei rápido.
—Eu tenho um castigo especial. para as meninas más. Então toma cuidado com essas coisas..
-Tortita?
-Jajaha Beleza.
A gente conversou mais um pouco entre torta e mate e depois ela foi embora.
O resto do dia passou super devagar, consegui resolver o problema que teve com as entregas e, aproveitando que meu chefe não estava, cuidei de várias outras coisas pra adiantar o serviço e não ser incomodada depois. Lá pelas 5, recebo uma mensagem do Juampi no chat. Automaticamente, minha rata enlouqueceu e fiquei inquieta.
-Em 5 minutos te espero no estacionamento, tenho uma surpresa pra aniversariante.
-O quê? Uma surpresa? O que é?
-Tua merenda. E ele se desconectou.
Essas duas palavras me reviraram por completo. Peguei minha bolsa e meu phone, mandei um whats pro meu namorado dizendo que tinha trabalho atrasado e depois ia com uma colega tomar uma cerveja. Ele tava viajando pra capital pra uma reunião por causa da viagem e respondeu que a gente se via à noite. Minha mente já tava a mil. Fui no banheiro, lavei o rosto, retoquei a maquiagem e já sentia uma certa umidade na minha calcinha fio-dental de novo. Ajeitei o decote e saí pro estacionamento.
Juampi me esperava no carro dele, entrei e mal fechei a porta, ele me arrebentou a boca com um beijo. Enfiou a mão no meu decote e apertou bem forte meus peitos, eu tava voando. Tava quase levando a mão no pau dele, mas ele me solta balançando a cabeça.
-Vamos merendar? Ligando o carro como se nada.
-Sim, por favor.
-O que você tá a fim de merendar?
-Quero tomar o leite. Me lambendo e mordendo o lábio.
-Ah é? Já sei onde vamos, assim você toma todo o leite que quiser.
Em 10 minutos a gente tava na porta de um motel, ele pediu um quarto e camisinhas, e entramos. Descemos do carro com toda naturalidade e entramos no quarto. Ele fechou a porta e me espremeu de frente pra parede, me apoiando. Instintivamente, empinei a bunda pra sentir o pau dele, parecia enorme. Ele enfiou uma mão no meu decote e com a outra desabotoou minha calça e meteu a mão dentro. Tava ensopada.
- Ahhh, olha só como a neném se molhou, o que foi? Tava com vontade de lanchar?
- Sim, muita. Com a respiração ofegante.
- E a neném se comportou bem pra merecer o lanchinho? Não parava de me tocar e enfiar os dedos. Cada vez me molhava mais.
- Não, se comportou muito mal. Mas ela tá comemorando, merece a porra. Falei com voz de neném inocente, rindo.
- Então vai ter prêmio e castigo.
Ela me virou e me pegou no colo, segurando minha bunda pra subir a escada até o quarto. A cada dois ou três degraus, me dava um tapa, cada vez mais forte, e eu gemia de prazer.
Chegamos lá em cima e ela me sentou numa poltrona. Desabotoou a camisa e, mesmo eu tentando ajudar, tirou minhas mãos. Soltou o cinto e a calça, e ficou parada na frente do meu rosto.
Entendi perfeitamente, finalmente era hora de tomar minha porra.
Quando ele acordou, eu já tava chupando a pica dele desesperada, ajudando com as mãos pra ele ir acordando e poder engolir ela inteira pra ficar bem dura. Não era muito grande, pra ser sincera cabia inteira na minha boca e eu não tinha ânsia (o que pra mim é tipo um centímetro pra medir pica, se dá ânsia é o tamanho certo), mas quando eu sentava em cima tirava o máximo proveito possível. Assim que os dois acordaram de vez, as coisas saíram do controle.
— Gorda, o que cê tá fazendo?
— Tô chupando sua pica, posso? Meti a pica toda na boca e balancei a cabeça um pouco.
— S... ahhh... sim.
— Cê gosta assim?
— Sim, gordinha, adoro.
— Dá pra ver, já tá bem dura. Agora posso usar.
Tirei ela da boca e, bem devagar, sentei em cima. Não precisei de lubrificante nem saliva, minha buceta tava encharcada ainda por causa do sonho que tive.
Enquanto a pica ia entrando, fechei os olhos e imaginei que quem tava deitado na minha cama era o Juampi, segurando meus piercings nos mamilos e puxando devagar. Quando entrou toda, comecei a me mover pra cima e pra baixo sem tirar nem um centímetro, minha buceta tava com muita fome de pica. Aumentei bastante a velocidade do movimento enquanto continuava imaginando o Juampi dando tapas na minha bunda e pedindo pra eu gozar, e quando percebi o que tava rolando, meu namorado já tava perto de gozar e eu também, aumentei a intensidade do movimento e gozamos os dois. Por um segundo, senti a pica do meu namorado pulsando dentro de mim, soltando jorros enormes de porra. Tive um orgasmo longuíssimo e caí exausta no peito dele.
— Que gostoso, gordinha. Fazia tempo. Você não me acordava assim. Tava com muito tesão, né?
— Muito, sei lá por quê. Falei com a respiração ofegante e olhando pro travesseiro pra disfarçar a mentira.
— Deve ser porque você sabe que esse fim de semana eu vou embora e quer que eu sinta sua falta.
— Não nego nem confirmo. E abracei ele forte (a desculpa caiu como uma luva).
— É tarde, já são 5. Vamos dormir.
— Sim, amanhã me espera um dia longo pra caralho (e não era brincadeira).
O despertador toca de novo, 7:45. Não tem mais jeito, levantei e tomei um banho. Quando tava pegando a roupa, quase sem pensar, agarrei meu melhor conjunto de lingerie preta de renda e uma camisa cinza bem decotada, calça preta justa e uns sapatos de salto baixo.
Às 9 já tinha lido os primeiros e-mails do dia e tava indo preparar um mate, mas antes precisava levar uns comprovantes pro meu chefe, então fui até a sala dele. Quando abri a porta, meu chefe tava no telefone e o Juampi sentado na frente dele. Os dois se viraram e ficaram me olhando meio surpresos.
— Bom dia, já começamos cedo? Falei pro Juampi, apontando pro meu chefe que tava discutindo com um fornecedor.
— Bom dia, gatinha do lanche — ele se jogou pra trás na cadeira e me olhou de cima a baixo com cara de safado — É, o Daniel não tem a entrega.
— Daniel, te ligo daqui a uma hora e espero notícias melhores. Meu chefe, quase gritando.
— Bom dia, Manuel (meu chefe), te trouxe os comprovantes de ontem. Tem problema com o Daniel?
— Sim, ele tá me deixando louco. Luz, você pode assumir? Preciso ir pra capital e hoje você vai ter que tocar a reunião com o Juampi.
— Sem problema, a gente cuida disso. Olhei fixo pro Juampi e levantei uma sobrancelha, sorrindo disfarçadamente.
— Que gostosa você veio hoje, é por algum motivo especial? Manuel falou, me olhando com cara de velho tarado.
— Algo assim, hoje completo um ano na empresa e vão tirar foto pra gente pro boletim mensal.
— É verdade! Parabéns, vamos ver se a gente comemora. Juampi olhou surpreso, ele tava me fazendo... um convite descarado na frente dele.
—Sim, trouxe um bolo, passem no escritório e peguem um pedaço. Falei o mais seca que pude pra não mandar ele pra merda.
—Ah não, eu quero. Disse Juampi, levantou da cadeira e caminhou até onde eu estava — Manuel, fica tranquilo, se quiser eu continuo o assunto com a Luz, mas primeiro vou tomar café... bolo, pelo visto. E me olhou com aquela cara de pervertido que me deixava a mil.
—Ok, a gente se vê amanhã então. Comemorem bem...
Saímos do escritório rindo baixinho do quanto o Manuel foi sem noção, e de como ele ficou mal na fita. No corredor, ele me parou e ficou na minha frente, me encostando na parede.
—Então você faz aniversário na empresa, parabéns. E cada vez se aproximava mais.
—Sim, um aninho. Merece uma comemoração. Apoiei as mãos no torso dele tentando segurá-lo.
—E não pode ser um café da tarde de comemoração? O bolo não é a única coisa que eu queria provar. Ele afastou o cabelo do meu pescoço e me prendeu com os dois braços, abaixando a cabeça até meu pescoço e passou a língua bem devagar.
Senti que molhava inteira a calcinha rendada que eu tava usando, e um gemido baixinho escapou com a respiração ao sentir a língua dele na minha pele.
—Isso é maldade pura — olhei pra ele com fogo nos olhos e o empurrei contra a parede do outro lado, passei o dedo na linha dos botões da camisa bem devagar até chegar na fivela da calça. Parei ali — e maldade se paga com maldade.
Me virei, arrumei o cabelo e saí do corredor rindo. Quando entrei no escritório, percebi que minha colega tinha ido com meu chefe pra capital e eu tava sozinha. Juampi entrou atrás de mim, respirando ofegante, e sentou numa das cadeiras.
—Você não me respondeu, vamos comemorar com um café da tarde?
—Pode ser, mas você tem que se comportar muuuuito bem. Me aproximei e me inclinei sobre os braços da cadeira, colocando o decote quase na cara dele — meninos bonzinhos ganham prêmio, os malvados, castigo. E me endireitei rápido.
—Eu tenho um castigo especial. para as meninas más. Então toma cuidado com essas coisas..
-Tortita?
-Jajaha Beleza.
A gente conversou mais um pouco entre torta e mate e depois ela foi embora.
O resto do dia passou super devagar, consegui resolver o problema que teve com as entregas e, aproveitando que meu chefe não estava, cuidei de várias outras coisas pra adiantar o serviço e não ser incomodada depois. Lá pelas 5, recebo uma mensagem do Juampi no chat. Automaticamente, minha rata enlouqueceu e fiquei inquieta.
-Em 5 minutos te espero no estacionamento, tenho uma surpresa pra aniversariante.
-O quê? Uma surpresa? O que é?
-Tua merenda. E ele se desconectou.
Essas duas palavras me reviraram por completo. Peguei minha bolsa e meu phone, mandei um whats pro meu namorado dizendo que tinha trabalho atrasado e depois ia com uma colega tomar uma cerveja. Ele tava viajando pra capital pra uma reunião por causa da viagem e respondeu que a gente se via à noite. Minha mente já tava a mil. Fui no banheiro, lavei o rosto, retoquei a maquiagem e já sentia uma certa umidade na minha calcinha fio-dental de novo. Ajeitei o decote e saí pro estacionamento.
Juampi me esperava no carro dele, entrei e mal fechei a porta, ele me arrebentou a boca com um beijo. Enfiou a mão no meu decote e apertou bem forte meus peitos, eu tava voando. Tava quase levando a mão no pau dele, mas ele me solta balançando a cabeça.
-Vamos merendar? Ligando o carro como se nada.
-Sim, por favor.
-O que você tá a fim de merendar?
-Quero tomar o leite. Me lambendo e mordendo o lábio.
-Ah é? Já sei onde vamos, assim você toma todo o leite que quiser.
Em 10 minutos a gente tava na porta de um motel, ele pediu um quarto e camisinhas, e entramos. Descemos do carro com toda naturalidade e entramos no quarto. Ele fechou a porta e me espremeu de frente pra parede, me apoiando. Instintivamente, empinei a bunda pra sentir o pau dele, parecia enorme. Ele enfiou uma mão no meu decote e com a outra desabotoou minha calça e meteu a mão dentro. Tava ensopada.
- Ahhh, olha só como a neném se molhou, o que foi? Tava com vontade de lanchar?
- Sim, muita. Com a respiração ofegante.
- E a neném se comportou bem pra merecer o lanchinho? Não parava de me tocar e enfiar os dedos. Cada vez me molhava mais.
- Não, se comportou muito mal. Mas ela tá comemorando, merece a porra. Falei com voz de neném inocente, rindo.
- Então vai ter prêmio e castigo.
Ela me virou e me pegou no colo, segurando minha bunda pra subir a escada até o quarto. A cada dois ou três degraus, me dava um tapa, cada vez mais forte, e eu gemia de prazer.
Chegamos lá em cima e ela me sentou numa poltrona. Desabotoou a camisa e, mesmo eu tentando ajudar, tirou minhas mãos. Soltou o cinto e a calça, e ficou parada na frente do meu rosto.
Entendi perfeitamente, finalmente era hora de tomar minha porra.
1 comentários - Juampi, o chefão II