Pagando as Dívidas do Filho com o Corpo 1

Pagando as Dívidas do Filho com o Próprio Corpo 1
Com o Selo de Prazer e Putaria…

—Desculpa, mãe, sou um idiota. Um idiota completo, não achei que ia chegar a esse ponto, sério, foi uma burrice…

Hugo choramingava com o rosto enterrado nas mãos, sentado no sofá. Enquanto isso, um cara de uns 22 anos, no máximo, ria baixinho, encostado no batente da porta da sala. Era grande e musculoso, cabelo preto cacheado, olhos azuis, pele bronzeada. Maria estava entre assustada e enojada. Tinha pego aquele sujeito junto com o filho revirando a casa enquanto o filho não fazia nada além de ajudar. E quando ela surtou, ele levou a mulher pra sala na base do empurrão. Agora o filho soltava tudo aquilo entre lágrimas.

—Saímos outro dia e quisemos pegar… Uns dois gramas. —O garoto confessava. —Não é sempre que a gente faz isso, mas sei lá, deu na telha. Depois, dois dias depois, voltei, queria mais um pouco. —Maria não acreditava no que tava ouvindo.

—Mãe, são trezentos dólares, dá pra eles e eles vão embora.

—Isso, me dá o que é nosso e a gente vaza, senão eu levo esse daqui. —O que tava sentado passou o braço por cima dos ombros de Hugo.

—Mas, mas eu não tenho esse dinheiro em casa, nem na conta, é fim de mês e todos os boletos já vieram… —Maria tava perdida, só queria que aquilo acabasse, mas não sabia como. Se o falecido marido ainda estivesse ali, ele teria colocado o moleque nos eixos, já fazia anos que não tinha um homem em casa.

—Para de desculpa, a gente quer receber e vai receber. —Cortou o cara.

—Por favor, dá alguma coisa, qualquer coisa. —Implorou Hugo mais uma vez pra mãe.

—Não sei o que fazer, isso é, um absurdo, sai, sai, sai da minha casa. —Maria se levantou.

Por um segundo, ela se impôs no meio da situação. Ali de pé, com seus 1,73, apontando pra porta, a mulher de 39 anos, loira, com uma figura curvilínea, muito gostosa, 97-62-101, pelo menos foi o que os caras pensaram.

—Levanta, que a gente vai embora. —O cara deu um tapa no ombro de Hugo e se Ele se levantou, era mais alto que a Maria.
—Não, por favor, não. —O garoto não se mexeu. —Mãe, dá alguma coisa pra eles.
—Espera, sou viúva, não temos dinheiro, juro, não façam isso.
—Já, Hugo, não vou ouvir seus problemas. —Ele falou puxando Hugo. —Para aí, primo, que eu não sabia disso. —Ele devorava a Maria com os olhos, especialmente quando ela se levantou. —Você pode pagar de outro jeito.

Ela não entendeu de primeira, até que ele agarrou os peitos dela por cima da blusa. O cara já tava querendo fazer isso há um tempão. Maria tem um belo par de melancias, um tamanho que o sujeito não conseguia pegar toda a carne.
—O que você tá fazendo?! —Ela exclamou, assustada e ofendida, mas sem tentar se defender. No fundo, era a primeira vez em anos que alguém apalpava os peitos dela — o falecido marido não fazia isso, e o ginecologista não conta.
—Olha ela, grita muito, mas não faz nada. —Ele riu. —É assim que você vai pagar o que seu filho nos deve.

Maria continuava sem se defender do aperto, enquanto ele massageava os peitos dela por cima da roupa. Com certa habilidade, ou talento, ela sentia aquelas carícias roubadas através da blusa, e até como os polegares dele procuravam os bicos dos peitos dela, fazendo círculos sobre os seios que despertaram e endureceram.
—Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… —Maria soltou.
—Olha só, você gostou.

Ali por baixo da roupa, tinha umas aréolas grandes e escuras, e no centro dois botões combinando que se marcaram para o prazer do homem, e de Maria.
—Vamos, se você tá com mais vontade do que eu. —Disse o magro, apertando os peitos dela pra mostrar pro outro, que sorriu e lambeu os lábios.
—Não, isso não é verdade. —Ela mentiu pra si mesma em voz alta.
—Mãe, pelo amor de Deus, isso não, dá alguma joia pra eles. —Hugo repreendeu a mãe pela reação do corpo, incontrolável em parte, reconfortante pra ela.
—Não temos nada, só eu trago dinheiro pra essa casa, seu vagabundo! —Ela começou a xingar e se sentiu melhor. —Só eu valho alguma coisa nessa casa! E... o que eu ganho em troca? Um filho IDIOTA! Que só traz problema pra casa! Uma solidão que se estende por anos e que só é quebrada por isso!… Esse cara de mal encarado e suas carícias!
A explosão foi rápida e brutal, como tem que ser. Deixou Hugo todo ferrado e o garoto meio sem jeito. Ele ficou surpreso, mas não parou de amassar as tetas de Maria, e foi aí que ela fez o que fez. Atenta aos olhos lacrimejantes do filho e à depravação do homem, ela começou a desabotoar a blusa. Não parou até o último botão, se livrou das mãos do outro e também da peça, jogando-a de lado.
— Querem se vingar em mim? Então vai! Sou a única coisa que vocês podem tirar proveito. — Assim ela ficou, de sutiã na frente dos três, mãos na cintura, esperando.
Na real, o que Maria esperava era que eles se encolhessem e recuassem, afinal, os caras não passavam de dois moleques de no máximo 22 anos. Ela tava excitada, sim, mas não achava que a coisa fosse além de um amasso.
— Então bora. — Disse ele, se afastando dela. — Vem pra cá.
De repente, a situação escapou das mãos de Maria, ainda mais. O garoto puxou o pau dele, uma buceta imensa mesmo mole, o que assustou e excitou ela.
— Vem logo. — O outro homem não falava nada, Héctor não acreditava no que tava rolando, e Maria encarava um pau depois de muito tempo.
Com aquilo, o calor que ele tinha começado e sabe Deus o que mais terminou de atear fogo nela. Ela não conseguia desviar o olhar do membro flácido que ele brincava. Sem perceber, se viu andando na direção dele, até ficar ao alcance dele, foi só um passo e pareceu uma eternidade. Ele pegou a mão de Maria e levou pra onde os olhos dela estavam.
— Vai, não é à toa que seu marido morreu se você fazia ele esperar tanto.
Ele segurava o pulso dela, esperando uma reação, e finalmente ela reagiu. Maria fechou a mão em volta do pau do homem, tava quente e pulsando, tanto tempo sem aquela sensação. As mãos do garoto pararam de cuidar das Guiar a María para focar nas tetas dela, foi mais bruto, beliscou e puxou a carne macia o quanto pôde. Ela gemeu um pouco de dor, mas se deixou levar.
— Mmnmnnn… — Ela adorava a atenção que recebia.
— Tira o sutiã. — Ele disse e Maria obedeceu.
Ela tirou o sutiã, os peitos ficaram livres, eram meio caídos, mas pouco importava. Ele levou o direito à boca, enquanto continuava brincando com o esquerdo e se revezava acariciando a bunda dela.
— Mamãe! — Gemeu Hugo, e ela lembrou que ele estava ali.
— Vamos pro quarto, rápido. — Ela tava no cio, não queria nem pensar no filho, pra não perder o tesão.
O homem da pica enorme não objetou, agora Maria não conseguia parar de pensar naquele pedaço de carne, e no que viria. Perdendo as calças, o homem foi pro quarto de casal, que há tempos não abrigava um homem, muito menos com aquela atitude. As palavras começaram a sobrar, mas “puta” e “gostosa” se repetiam sem parar enquanto Maria se despia. Ao perder toda a roupa e ficar ali, de porta fechada com aquele sujeito, ela começou a sentir tudo: a batida do coração, acelerada; o suor frio que escorria na nuca, de puro nervosismo; a umidade voltando; e o cheiro que o homem já nu exalava, também. Ela não pensava com clareza, tinha a mente embotada, e se movia por instinto. Esse instinto animal a levou a se ajoelhar na frente dele, com um gesto fez ele se aproximar. Sem ele falar, ela fez o que mais desejava: agarrou primeiro a pica, enorme, uns 24 centímetros de comprimento e 16 de circunferência, e levou à boca. Mal tinha chupado o falecido umas duas vezes, mas isso não importava. Começou chupando, sem muita prática, percorrendo como podia aquele pau que crescia. Enfiava na boca até onde dava, isso bastava, a falta de costume compensava com vontade. Terminou de deixar ele duro, feito pedra, uma ereção que apontava pro teto, beirando os 24 centímetros, era o maior que já tinha visto, considerando que ela só conhecia dois, contando com aquele. Então ele, sem pedir permissão, puxou Maria pelo cabelo e a trouxe para perto, ela repetiu o tratamento. Enquanto se abaixava e começava a meter as mãos entre as pernas de Maria.
—Tá vendo, putinha, não sabe chupar direito, mas se esforça…
Ele riu, o magro forçava a cabeça de Maria, fazendo ela mamar num ritmo frenético. Maria já estava começando a sentir os dedos grossos penetrando ela, estava completamente entregue, se deixando fazer o que ele quisesse. Ela tirou a rola do cigano da boca e falou:
—Mais, fodei-me, cobra de mim agora. —Ela se levantou e contemplou o homem alto, de corpo atlético, com uma piroca linda. —Vai, façam o que quiserem comigo. —Ela estava com um tesão danado e precisava de uma rola.
Ele a empurrou na cama, ela abriu as pernas antes que mandassem. Recebeu o amante em cima dela, sem se importar que ali ninguém tinha entrado além do falecido, que também não era lá um grande amante. Ele simplesmente se jogou nela e montou. Bombava sem se segurar, esmagando Maria com o peso.
—Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa…. Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa… Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc… haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. haaaaaa ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, Ploc, Ploc, Ploc… Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha…. Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… —O coro de gemidos ficou preso na garganta dela, enquanto a pica do jovem entrava e saía.
—Mais, mais, mais… —Maria não acreditava no que tava rolando, se deixando abusar por ele, sob ameaças ao filho, com o moleque na sala, e nada importava mais que o prazer. —Me fode, ai, ha, ai, ha, ai, ha, haa, ha, ha, haaaa, não aguento mais! Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaa… Me dá mais! Mais! Mais! Mais! Mais haaa! Gostoso haa! Continua, não para! Papai haaaa Delíciaaaaa! Que gostoso, Siiiiim, eu adoroooo, Continuaaaa, que Delíciaaaaa, haaaaa eu amo papai haaaaaaaaaaaaaa…

Hugo ouvia os gemidos que chegavam na sala tímidos, e sem conseguir evitar, pra se distrair. O pulso dele acelerou quase tanto quanto o da mãe, à beira do clímax. O cara continuava metendo na buceta dela como nunca, e quando deixou a mulher no ponto, parou, pra admirar a criação dele, e depois virou ela e enfiou de novo. Praticamente com um par de estocadas bastou pra ele terminar o serviço.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay. —Maria gozou e aí sim começou a lubrificar como Deus manda.

Ficou pra trás o desconforto da primeira transa, agora a pica daquele sujeito entrava e saía sem problemas. Montava em Maria como um potro selvagem, fodía ela quase com ódio, sem nem tratar como pessoa, só um objeto pro prazer dele.
—Haaa, haaa, haaaa Mmmmnnn… haaaaaaaa… ohhhhhhhhh uhmmmm ahhhhhhhhhhhhh Haaa, haaaa, Mmmmnnnnn para já haaaaaay… Mmmmnn, ho, ho, ho, haaa Mmm ha… Haaaa, haaaaaaaaa, Haaaaaaaaay… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ahhhhhhhh hufffffffff Mmmmnn, Mmnnn, haaaaaaaaaaaaaaaay… ohhhhhhhhh, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay… —Ele mordia os peitos dela e dava tapas, chegou a pegar no pescoço num âmago de asfixia e por dentro, a mãe, viúva e cinquentona, só conseguia pensar "mais". --Haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa...
O desejo dela foi satisfeito, porque o jovem tinha fôlego, pelo menos 40 minutos ele manteve aquele ritmo infernal, até que diminuiu, e num espasmo gozou dentro. A festa não tinha acabado, e foi assim que, com um olhar, Maria, o garoto ainda tinha mais, ela já tinha gozado umas 5 vezes a mais do que tinha gozado na vida inteira. Ele juntou o cabelo de Maria na mão esquerda, virou ela e meteu com força por trás, o som da carne era mais alto que os gemidos.
--Haaaaaay, ha, hay, ha, hay, haa, ha, ha, haaaa, Não aguento mais! Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, AHHHHHHHHHH!... - Depois os corpos ressoaram ainda mais, quando ele soltou uma chuva de tapas nas nádegas inchadas e macias dela.
Maria, como uma puta, recebia o pau. A buceta dela pulsava, e as gozadas escorriam pelo interior das coxas dela. Mas ele ainda queria mais.
--Limpa ele. - Se aproximaram de Maria e ela não teve escolha a não ser deixar o pau deles brilhando de saliva. Ela saboreou o pau.
Então a culpa começou a pesar, ela percebeu o que tinha feito, de alguma forma se viu de fora e viu a puta que era. Viu o sujeito, e percebeu que pouco ou nada a excitava, só tinha transado com ele por causa da ameaça e do repentino tesão fruto da raiva. Embora agora, no ventre, ardesse um desejo selvagem, ela queria mais e não entendia por quê.
--Já está, já está paga a dívida. - Disse Maria, suas mãos sobre a buceta dela, conferiam que ainda estava lá, afundaram nos fluidos. Ele riu com força.
—Não, senhora, nada disso, tenho amantes mais novas com carne mais firme que a sua, com peitos e bundas mais durinhos, com conchinhas mais suculentas, e mesmo assim, ainda me deveriam. Uma puta dessas diria que são quarenta dólares, e uma coroa como você só trinta. — Disse ele, não parava de se masturbar. — Então você ainda me deve… — Contou nos dedos. — Nove.
Levantou Maria pelo cabelo, e de pé, rodeando-a, posicionando-se atrás, retomou a buceta de Maria.
O filho, que ainda estava em casa, que tinha ouvido tudo, ficou imóvel no sofá, sentindo-se impotente. No quarto do casal, Maria levava uma fodida numa posição desconhecida para ela, de pé, segura pela cintura, num abraço que emoldurava os peitos dela. Agora se via no espelho de pé, com a luz que entrava do corredor, ele tinha deixado a porta aberta quando saiu. Os gemidos de Maria enchiam a casa, Hugo tapava os ouvidos, e acabou saindo correndo.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Siiiiim, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, eu gostoooooo, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Continuaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, que Gostosoooo, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa adoro, papai haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Os amantes continuaram na deles, a fodida foi mais longa, os dois ficaram encharcados de suor. Terminaram no chão, esquecendo a cama, sem perder um segundo em forçar a buceta.
—Ahhhh, ohhh…. Uffff, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, hussssffff, Uffff, haaaaaa, ha, haa, ha, Mmmmnnnnn, ha, haaaaaaa, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… Já não aguento mais, você me mata se continuar. —Maria estava jogada no chão, enquanto ele gozava nas costas dela. —Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ¡Haaaaaaaaaaaaaaaaaay!... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaay… Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. haaaaaa ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha… Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha…. Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay…
—Ainda faltam oito, mas outro dia a gente volta. —Ele se vestiu e foi embora.
—Voltem quando quiserem. —Maria se despediu, de coração.
Ela tinha acordado de um torpor sexual longo demais, e custou pra pegar no sono, especialmente por ter curtido tanto.
Continua…

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