Quando minha prima María deixou minha rola, ela olhou nos meus olhos, só abriu a boca e me mostrou toda a porra que tinha recolhido da minha gozada, simplesmente sorriu e engoliu.
A irmã dela olhava pra ela surpresa, mesmo conhecendo ela, nunca tinha visto ela tão decidida e tão tesuda.
Maria se vestiu devagar e, pegando todas as coisas dela, saiu do meu quarto seguida pela Maite. A irmã estava pensativa, me olhou antes de fechar a porta e, dando de ombros, se despediu.
Fiquei preocupado, sem vontade de nada, então guardei o conto e mandei.
Não tive ânimo nem pra revisar, desliguei o computador e fui me deitar.
Não demorei nada pra pegar no sono, só quando a luz do dia me acordou é que comecei a pensar no que tinha rolado. Preferi deixar pra depois porque, mesmo sendo sábado, tinha que estudar.
Lá pela metade da manhã percebi que tava desmaiado, depois da noite agitada tava de estômago vazio, desci pra cozinha e vi meu tio lendo o jornal tranquilamente com uma xícara de café na frente da janelona, cumprimentei ele e perguntei pelo resto da família, ele disse que ninguém tinha levantado ainda.
Depois de tomar um copão de porra, eu torrei um pãozinho, um fio de azeite e tomate esfregado foi o toque final que tava faltando e voltei pro meu quarto. Quando passei pela porta da Maite, escutei e não ouvi nada, silêncio total.
Na frente dos livros, tentei me concentrar, relembrei mentalmente o que tinha rolado no dia anterior. Não fazia muito sentido, mas entre as meninas "certinhas", a opinião de um dos caras era super importante.
Quase meio-dia bateram com os nós dos dedos na minha porta, era a Maria querendo falar comigo. Fechei os livros e sentei na frente dela. Ela tava de moletom, a calça apertava entre os lábios da buceta dela, e a camisa por baixo da jaqueta marcava os peitos dela, principalmente os bicos. Tentei não reparar e olhar nos olhos dela, quase consegui, mas ela percebeu e fechou a jaqueta.
Parecia que ele/ela tava falando sério…
--- Juan, queria te pedir desculpa pelo que rolou ontem à noite…
--- Por favor...
Merda. Deixa eu te explicar, no círculo de amigos e amigas que eu frequento, a gente comenta tudo, na real, algumas de nós já saíram com os namorados e namoradas dos outros e vice-versa. Como você pode imaginar, não queria ser vista como uma garota mimada e reprimida. O cara com quem eu saí se passou por esperto e tentou encobrir as falhas dele me dando primeiro, por isso eu precisava ter certeza de que não era eu, como ele dizia. Sinto muito por ter te usado, mas não se preocupa que vou te compensar de algum jeito.
--- Você não precisava me dar explicação nenhuma, eu sei como você é e seus amigos também devem saber.
--- Não pense que não, tem muita falsidade e muita besteira entre a gente, você não tem noção, a maior parte do que se conta é mentira, mas assim a gente se acha melhor que os outros.
--- Não tem problema, mas eu queria que você tivesse amigos mais normais e sinceros.
--- Sim, eu também. Por isso, como não conheço ninguém igual a você, desabafei à vontade contigo. Agora me desculpa.
Ela se levantou, deu meia-volta e foi em direção à porta. Quando ia abri-la, virou-se para mim, levantou a camisa e me mostrou os peitos com os mamilos durinhos, mandou um beijo no ar e foi embora.
Só desci pra comer, nem precisei ser chamado, o cheiro subia da cozinha pro meu quarto. Minha tia tava na cozinha enquanto a Maite arrumava a mesa. Meu tio, assim que me viu, me jogou uma cerveja bem gelada, me passou uns petiscos e ficou me perguntando minha opinião sobre futebol. Gosto de conversar com meu tio, ele é um cara foda.
Tenho que admitir que minha tia cozinha muito bem, talvez ela pudesse ter uma cozinheira ou uma empregada, mas ela adora a casa e tem muito bom gosto pra tudo.
A mesa estava esplêndida, a Maite tinha herdado da mãe o talento pra cozinha e estava caprichando em cada detalhe. Eu me senti lisonjeado, porque estava me sentindo em casa. A Maria estava no quarto dela.
Depois de comer, a gente teve uma breve sobremesa, as minhas primas ajudaram a mãe delas a limpar a mesa e meu tio me chamou pra tomar um café. Fiquei felizão, ainda mais quando ele confessou que tava contente de poder conversar com outro homem. Ele era muito bom de papo e descobri que a gente mais ou menos combinava nos gostos. Depois de um tempo, a conversa foi morrendo e eu aproveitei pra continuar estudando no meu quarto.
Quando já anoitecia, Maite subiu e ficou um tempão ali.Fazendo-me companhia, a irmã dela tinha saído, mas ela não tinha planos e tava entediada igual a mim.
Ficamos de olho na internet, ela me mostrou as amigas dela no Facebook e me contou uns segredinhos sobre elas, a verdade é que eram umas minas cada uma mais gostosa que a outra, ela prometeu me apresentar algumas.
De passagem, vimos uns sites pornô, ela não mostrou interesse nenhum, só parou numa cena de sexo anal. Mesmo já tendo vivido isso bem de perto, ela sentia curiosidade de fazer direito, tinha medo da grossura da minha pica, mas ao ver outros caras realmente superdotados metendo em bundinhas apertadas, ela se acalmou e se animou pra fazer na primeira oportunidade.
Eu, como era de se esperar, mesmo olhando com olhos de aprender, tava com a pica dura igual a um poste. Pra piorar, minha prima, pra enxergar melhor, se debruçava em cima de mim, se apoiava na minha coxa e a mão dela roçava no tronco da minha pica. O cheiro do cabelo dela me deixava tonto e o calor que saía do pescoço dela me nublava a vista.
Quando enfiei a mão por baixo da camiseta dela, ela não disse nada, nem se mexeu. Meus dedos passaram por baixo do sutiã leve e, puxando pra cima, deixei os peitos dela caírem na palma da minha mão. Como resposta, ela soltou o sutiã pelas costas e tirou por uma manga.
Já não me excitavam mais as imagens da tela, apareciam bucetas, peitos, paus, boquetes, nada era como ter a mão cheia de carne macia mas firme, lisa, com os dedos apertando os mamilos jovens que se erguiam ao menor toque, minha boca beijava o pescoço da Maite, ela afastou o cabelo pro outro lado deixando ele nu, da orelha até o ombro fui beijando, lambendo e mordendo cada centímetro, os mamilos por vezes ficavam rugosos, ásperos e a pele do peito estava esticada, com certeza brilhava por baixo da camiseta.
A cabeça dela descansava no meu peito, eu beijava suas têmporas e olhos, até chegar no canto dos lábios. Minha prima se deixava levar, até que a fera acordou. Ela me abraçou e me beijou na boca, a língua dela procurou a minha e a gente se fundiu num beijo longo que durou até a gente quase se afogar e ter que se separar.
A mão dela passava por cima da minha calça, percorrendo todo o comprimento do meu pau. Ela sentou na minha coxa e continuou me beijando. Com meu pau, eu sentia a separação das bundas dela e dava umas batidas de tesão. A ereção tava me dando uma dor nos ovos, e o desconforto de não conseguir me expandir me obrigou a levantar minha prima. Ela abriu a braguilha, tirou meu pau pra fora e sentou de novo, dessa vez de frente pra mim e de costas pra tela.
Minhas mãos cobriam os dois peitos dela, estavam quentes e cada vez mais durinhos, meu pau entre as pernas dela roçava a buceta por cima da calcinha por baixo da saia, os braços dela nos meus ombros me puxavam pra me beijar, a boca morna dela tinha gosto de mulher gostosa, eu não sabia o que fazer pra segurar aquela mulher, tinha medo que a qualquer momento alguém entrasse e nos pegasse naquela posição sem disfarce, o monitor tinha apagado no modo de espera, só entrava uma luz fraca pela janela da rua.
Maite só teve que levantar um pouco as coxas pra afastar a calcinha de lado e se deixar cair, meu pau já tava esperando ela uns centímetros mais embaixo, não precisou mirar, sabia exatamente onde eu tava, abri as pernas e ela se encaixou entre minhas coxas e enfiou o pau até bater nas minhas bolas, não tava com pressa nenhuma, a gente não se falava há um tempão, só sensações e prazer percorrendo nossos corpos, quando ela tirou minha camisa, acariciou meus mamilos, eu sem soltar os peitinhos dela levantei os braços e ela tirou a camiseta pela cabeça, depois se grudou em mim, os dedos dela percorriam minhas costas como pentes, só subia e descia ao longo do meu pau, devagar, sentindo cada milímetro, quando chegava lá embaixo esperava minha contração na cabeça pra subir de novo quase até sair, e descia outra vez.
Só me permiti soltar um mamilo quando passei a mão entre nossos púbis e, ao encontrar o clitóris dela, percorri ele inteiro até fazê-lo sair do esconderijo. Era como uma pequena ereção, queria competir comigo, embora soubesse que a batalha estava perdida, mas saía orgulhoso, e fazia ela suspirar a cada carícia. Quando foi o clitóris dela que começou a procurar minha mão cada vez com mais urgência, entendi que o orgasmo dela estava próximo. As mãos dela esfregavam minhas costas com mais pressão, os peitos dela se apertavam mais contra o meu peito, e quando eu levantei meu colo, ela se deixou cair, cravando a pica até o fundo e fincando as unhas nas minhas costas. Senti dez arranhões ao mesmo tempo, lentos e profundos, durante todo o êxtase do orgasmo dela.
Ficamos abraçados, as pernas dela penduradas sobre minhas coxas e a cabeça no meu ombro, respirando no mesmo ritmo. Ela perguntou se podia ficar um tempinho assim, claro que eu disse que sim, mesmo sem ter gozado, eu curtia tanto ou mais sentir uma gostosa daquelas nos meus braços.
Relaxou tanto que acabou dormindo. Quando olhei o relógio e vi que já era hora do jantar, dei um beijo nos olhos fechados dela, o que a acordou. Ela ainda se aninhou um pouco, mas tive que acordá-la na base de beijos. Por fim, ela se levantou, vestiu o sutiã e a camiseta, e aí percebeu que minhas bolas ainda estavam cheias. Ela beijou minha glande com carinho.
O jantar foi bem animado, a María tava claramente feliz, com vontade de conversar, a Maite também tava ligada depois de uma tarde relaxada e meus tios estavam contentes porque tinham combinado com uns amigos de ir ao teatro.
Quando minha tia saiu do quarto, tava deslumbrante, além de elegante com um vestido de noite muito bonito que deixava o corpo dela bem gostoso, a filha dela, Maria, tinha maquiado ela de um jeito incrível, parecia outra pessoa, meu tio não cabia em si de tão feliz, dava pra ver que ele tava orgulhoso da família.
Quando o som do táxi que levou meus tios sumiu, minhas primas, especialmente a María, pegaram na minha mão e me arrastaram pro quarto delas, queriam me contar umas paradas.
Elas já tinham conversado um pouco, mas María me sentou na cama dela e subiu na minha frente, cruzando as pernas sobre a colcha. Maite subiu pelo outro lado e começou a me contar o que as amigas tinham conversado.
Como eu esperava e temia, o amigo da minha prima tinha insinuado que eu era meio sem graça na cama e que era bem fria. Logicamente, ela contou pra elas que ele é quem mal durava transando e que tinha uma piroquinha. As amigas dela riram, mas tinha uma, a mais ousada, que se gabava de ter dormido com a maioria dos amigos e que praticava sexo anal numa boa. Só que a Maria contou que ela também já tinha feito isso. A amiga não acreditou, então elas se estranharam, e a Maria a desafiou, dizendo que eu ia comer ela.
Maite batia palmas animando a irmã dela, mas eu tava perplexo, isso podia sair do controle, eu não tinha controle nem experiência pra lidar com uma pantera dessas.
A María me lembrou como todos eram uns fantasmas e a fantasia que colocavam nisso, e pra eu não me preocupar.
Sinceramente, eu já tava mais que satisfeito com o esquema de comer minhas primas, e ainda fazíamos isso com uma doçura e um clima gostoso que dava um tesão danado, mas abrir o círculo de fodas não sabia até onde podia me levar.
Resisti um pouco, não tava vendo muita graça, mas minhas primas caíram em cima de mim, me enchendo de cócegas e batendo com o travesseiro até que minhas dúvidas passaram.
Embora a cama não fosse muito larga, a bagunça de pernas, braços e corpos virou um emaranhado que ninguém sabia onde colocar os seus nem onde estavam. A gente riu um bom tempo, até que uma mão anônima agarrou minha pica, que, mesmo mole, fez soar o alarme — não era um roçar casual, mas uma pegada firme, com intenção de não soltar. Segui o braço que segurava a mão até chegar ao ombro e ao pescoço que não fazia muito eu tinha beijado com tanto ardor. Maite me olhava com uma cara langorosa, como se pedisse permissão para fazer o que tinha ficado pendente à tarde. Não deu tempo de responder, porque Maria se jogou sobre meu rosto, colocando as tetas na minha boca. Naquele momento, ela ainda estava de blusa, mas levantou de uma vez e deixou sobre meus lábios o mamilo já duro. Não satisfeita com isso, trocou de lado e me ofereceu o outro mamilo, mas para isso arrastou sobre minha boca as duas tetas mornas e macias. A mão de Maite, que apertava minha pica, encheu-se. Isso a encorajou e ela puxou rapidamente. Com os lábios, retirou o prepúcio, e a língua pressionou a glande contra o céu da boca, sugando até quase chegar à campainha.
María se apertando em cima de mim mal me deixava mexer, eu tentava de todo jeito me soltar, mas a Maite montada nas minhas pernas e a irmã dela nos meus braços me travavam. Quando já tava com a pica dura até o talo, María se deixou escorregar em cima de mim até passar uma perna de cada lado da minha cintura. Maite foi guiando ela até os lábios menores dela encararem a minha cabeça vermelha de sangue. Ela só enfiou a metade, e com isso eu me entreguei e parei de tentar fugir. Maite abriu a gaveta do criado-mudo e tirou um pote que eu já conhecia, era creme lubrificante. Eu me conformei que a María queria dar o cu de novo, e me prometi fazer melhor do que da primeira vez.
O que eu não tinha visto é que a Maite tinha tirado da mesinha também uma escova de cabelo, enquanto a irmã dela me mantinha imóvel com a pica só enfiada na buceta dela o suficiente pra deixar ela dura, a Maite tinha lambuzado o cabo da escova de cabelo com creme, e depois de preparar o buraco dela com um dedo, experimentou com a escova, eu ouvi ela gemer com a entrada do cabo, os gemidos foram substituídos com o tempo por suspiros e depois por gemidos de novo, a Maria virou pra olhar pra irmã, ela tava com o olhar perdido, concentrada na bunda dela, contando os milímetros que iam sumindo do cabo da escova, mas esperançosa em conseguir enfiar tudo, quando tava quase tudo pra dentro, ela se levantou, tirou minha pica da buceta dela e lubrificou meu pau ainda mais, tirou a escova do cu da Maite e a aproximou de mim, colocou ela em cima de mim e, pegando minha pica com as duas mãos, segurou ela na vertical, quando tocou minha pica com a sensação fresca do creme, fez uma cara de arrependimento, mas criou coragem e se deixou cair devagar, como já tinha visto na irmã dela, a primeira dificuldade era fazer o grosso da cabeça entrar, que ameaçava ela, mas contava com a maciez do creme e o prêmio final que era sentir a pica queimando dentro dela.
Sob a vigilância da Maria, que guiava minha pica procurando a entrada do cu, a cabeça entrou com um *plop*! Ouviu-se um suspiro e uma risada nervosa. A partir daí, o tronco foi desaparecendo entre as nádegas da minha prima. A Maria ia repondo o creme constantemente, e isso fazia com que a Maite só sentisse como ia sendo preenchida por dentro. Quando desapareceu de vez, ela me pediu para apertar ainda mais, pra sentir que eu tava metendo até o fundo. Eu obedeci e, com várias estocadas, me enfiei com as bolas coladas na buceta dela. Daí em diante, ela primeiro implorou pra eu meter e tirar, depois pediu, e depois exigiu desesperada: queria que eu fodesse com violência. Quando chegou o primeiro orgasmo, a Maite apertou minha pica com os músculos da buceta. Minha pica tava a ponto de estourar. A Maria passava o dedo nos lábios da vagina, pegando os sucos que saíam em abundância, escorrendo entre os lábios, molhando o clitóris e terminando no lençol ao cair do monte de Vênus encharcado. A Maite pedia pra eu segurar sem gozar, queria pelo menos mais um orgasmo. Eu duvidava muito que conseguiria resistir à visão daquele corpo em forma de violão e ver minha pica sumindo entre as nádegas abertas dela. Quando já parecia que ia gozar de novo, a irmã ajudou, acariciando o clitóris inchado dela, e, caindo com a cabeça no lençol, ela se rendeu à pica que a atravessava. Quando finalmente gozei e tirei, um filete de porra apareceu na hora entre as nádegas dela, o cu dilatado não conseguia segurar.
Maite se sentia feliz, depois de ver a irmã dela gozar com meu pau no cu dela, ela decidiu que seria a próxima. Quando ouviu a chance da amiga da Maria levar uma enculada, não pensou duas vezes e conseguiu. Agora só sentia um pouco de ardor no esfíncter.
Quando levantei o olhar, a Maria estava deitada no travesseiro, de frente com as pernas abertas e completamente nua, os mamilos ainda inchados das minhas mordidas, ela mexia as coxas mostrando a buceta aberta, não precisei de instruções, me joguei pra chupar ela, minha língua separou os lábios dela, com as mãos levantei a bunda dela e puxei pra mim, as coxas dela envolveram minha cabeça e minha boca se encheu de carne rosada e molhada, o primeiro orgasmo foi rápido, mas quando veio o segundo ela agarrou a cabeceira da cama e gemeu desesperada, se contorcendo até que aos poucos se acalmou.
Com as pernas tremendo, fui pro meu quarto. A escada pareceu mais longa que o normal, e eu caí na cama de bruços até a manhã seguinte.
Como era domingo, não se ouvia nada em casa até tarde. Meus tios tinham chegado tarde, e minhas primas tinham motivos pra dormir. Quando acordei, não quis estudar, só tava afim de olhar pro céu. Abri um pouco a janela do meu sótão, que ficava mais alto que os outros chalés. Dava pra ver telhados, jardins e, ao fundo, as montanhas verdes.
Debaixo da minha janela, do outro lado da rua, tem um chalé muito gostoso, quase não dá pra ver da rua, tá cheio de vegetação, mas daqui de onde eu tô consigo ver algumas janelas. Nessa hora, elas já tão entreabertas. Me chama a atenção umas vozes — nesse condomínio é raro ouvir vozes, ainda mais num tom alto. Isso me dá curiosidade. Espio com cuidado e vejo, numa janela, um cara jovem discutindo com alguém. Não parece nada grave até que vejo ele levantar a mão e dar um tapa em alguém. Dou um pulo na cadeira e me inclino mais. Só vejo a figura de uma mulher passando rápido, tapando o rosto. Ele ainda dá outra bofetada nela. Fico indignada e dá vontade de descer, pegar o telefone e chamar a polícia, mas nisso vejo a porta do chalé abrir e o jovem sair. Ele tá vestido com o uniforme de piloto civil, carregando uma mala de viagem. Sobe no carro dele e desaparece com um chiado de pneu.
Daqui a pouco vejo a porta se abrir de novo, sai a mulher, também é jovem, e tá com uma tipo de venda tapando o rosto, vai descendo a rua andando devagar.
Me visto rápido e saio pra rua, lá no fundo ainda dá pra ver a mina, ela não tá com pressa e fica passando a mão no rosto de vez em quando. Quando alcanço ela, cumprimento e pergunto onde vende jornal. Ela fala que também vai na loja, então me ofereço pra acompanhar. Percebo que a companhia alivia ela, e a gente vai conversando sobre bobeira. Finalmente crio coragem e pergunto o que tinha acontecido com ela. Ela demora pra responder, tava inventando uma história. No fim, falou que tinha se queimado na cozinha com água quente. Fiz cara de pesaroso e desejei que sarasse logo, ao mesmo tempo que me ofereci pra ajudar se ela tivesse qualquer problema. Ela agradeceu de coração, se sentiu reconfortada e pareceu ficar mais falante. Voltamos juntos da loja e ela me convidou pra casa dela. Eu não tava afim de entrar, mas ela insistiu. A casa era imponente. Ela me contou que o parceiro dela era piloto numa companhia estrangeira e que tinha viajado por vários dias. Não tinham filhos e tavam juntos há um tempo, embora ela sofresse com a separação dos voos.
Me convidou pra tomar café da manhã, pude apreciar o corpo que ela tinha, uns 35 anos, alta, morena e com a pele bronzeada pelo sol. Me disse que adorava a praia e tava se preparando pras férias num terraço que o chalé tinha, escondido da rua. O pouco que dava pra ver do rosto dela era muito gostosa, e mesmo sem maquiagem nenhuma, tinha umas feições perfeitas.
Quando achei prudente, me levantei pra ir embora, mas ela pegou minha mão, abriu e beijou a ponta dos meus dedos. Depois, colocou eles nos lábios dela. Não consegui me segurar e dei um beijo por cima da venda que escondia o roxo do tapa que tinham dado nela há pouco. Uma lágrima brotou nos olhos bonitos dela. Ela me acompanhou até a porta, pendurada no meu braço. O olhar que me deu na despedida disse um monte de coisas.
Ao entrar em casa, deixei em cima da mesa da sala os jornais que tinha comprado na banca, o preferido do meu tio e mais três especializados em esportes.
Quando me sentei no meu quarto, não conseguia tirar da cabeça o rosto da vizinha da frente, escondido por uns curativos, disfarçando os hematomas que o parceiro dela tinha feito. Não pude evitar a curiosidade de espiar pela janela e olhar pra casa da frente. Era bem grande e, mesmo sendo térrea, tinha um pátio interno que dava luz e frescor pra todos os cômodos. Também tinha uma piscina em formato de rim e um monte de árvores que faziam sombra e davam privacidade pro jardim.
Depois de um tempo olhando distraidamente pro telhado do chalé, vi que de um quarto interno saía pro pátio interno, escondido da vista de fora, a mina que tinha falado um tempinho antes.
Saiu timidamente, olhando pra todo lado, mesmo o quintal sendo pequeno, dava pra ver que ela tava insegura. Na real, eu não tinha falado que morava na frente e no sótão, também não tive chance, aliás nem sabia o nome dela.
Quando ela saiu, fechou a porta atrás de si e se deitou numa rede, enrolada numa toalha de banho que cobria ela inteira até os pés, que só se abriu quando ela já estava deitada. Ela pegou um frasco de bronzeador e foi passando devagar pelos braços e pernas. Eu tava intrigado, o rosto dela ainda coberto pela venda não deixava ver as feições.
Depois de espalhar o creme pelos braços, passou no pescoço, foi aí que tirou o curativo do rosto. Era linda pra caralho, mas um hematoma cobria quase toda a maçã do rosto e no queixo também dava pra ver as marcas das porradas. Tão vidrado que fiquei olhando a cara dela que nem percebi que a toalha tinha caído nas costas e deixava o corpo dela quase todo à mostra.
Com os braços levantados, pude admirar os peitos empinados dela, que nasciam dos lados do peito, coroados por dois bicos com umas aréolas grandes e que formavam entre eles uma separação que os deixava perfeitos. Abaixo deles, um umbigo impecável e, mais abaixo, as coxas cruzadas escondiam um monte de Vênus promissor.
Quando ela se acomodou na rede, se virou pro sol de um jeito que ele acariciava o corpo todo, já moreno por natureza, e dava pra ver o pubis perfeitamente depilado.
Meu pau reagiu na hora e, pegando uma cadeira, sentei em frente à janela, decidido a observar tanta beleza. A mina ficou um tempão se expondo ao sol, com os braços por cima da cabeça, os peitos erguidos, separados e brilhando. Como não dava pra ver direito, me debrucei na janela, queria admirar melhor o corpo escultural da gostosa. Fui descuidado e o sol refletiu no vidro do meu relógio, mandando um raio de luz que passou do lado dela. Ela só cobriu os olhos e olhou pra onde eu estava, com metade do corpo pra fora da janela. De longe, não percebi o sorrisinho safado dela, mas vi claramente como ela foi abrindo as pernas devagar e deixou elas abertas na minha frente, mostrando a buceta toda exposta, e depois foi fechando muuuuuito lentamente. Em seguida, pegou os dois peitos com as mãos, apertou eles pra cima e beliscou os biquinhos.
Eu fiquei como hipnotizado, só me toquei um tempo depois de me sentar de novo e ficar acariciando meu pau devagar, que a vizinha tinha me dado a visão da buceta dela.
Pouco depois desci pra cozinha, tava morrendo de fome e, abrindo a geladeira, peguei a primeira coisa que vi. Fui até meu tio, que já tava lendo o jornal que eu tinha comprado pra ele. Assim que me viu, ele se levantou, puxou uma cadeira pra eu sentar do lado dele, passou o braço no meu ombro e me agradeceu por ter lembrado dele. Na hora, ele abriu os jornais e começou a comentar os jogos do dia anterior. Tava todo empolgado, porque o time dele tinha ganhado.
De tarde saí um pouco no centro pra tomar um drink, minhas primas tinham saído com as amigas e meus tios ficaram vendo TV.
No dia seguinte, já fazia um tempinho que eu tinha voltado da faculdade quando ouvi a porta do chalé se abrindo. Desci as escadas pulando três degraus de cada vez e, quando saí na rua, fingi que o encontro era por acaso, mesmo com o coração a mil por hora. A mina tava toda elegante, dava pra ver que tinha bom gosto, e usava um perfume que embriagava. Ela tava descendo umas sacolas do carrinho dela pra levar pra dentro de casa, e eu me ofereci pra ajudar. Na hora percebi que ela tinha tirado a venda, tinha substituído por maquiagem, e se eu não soubesse, nem dava pra notar nada.
Quando ela se abaixou pra pegar um pacote no carro, o vestido ficou solto e mostrou os dois peitos balançando, mal seguros pelo sutiã. Ela olhou nos meus olhos e riu da cara de idiota que eu fiz. Não tive escolha a não ser admitir e caí na risada junto com ela. A partir dali, rolou uma química entre nós dois, e entramos na casa dela com uma risada contagiante.
Por acaso, minha tia chegou naquele momento e, ao nos ver, atravessou a rua e me disse…
--- Juan, que bom que você já conhece a Emi, ela é uma mina especial, tava esperando o momento de apresentar vocês. Emi, meu sobrinho Juan é um cara especial, como se fosse meu filho, com certeza vocês vão se dar bem.
Quando ela se virou pra ir embora, se virou e disse…
--- Ah! Me ocorreu uma coisa, Emi, como meu sobrinho tá estudando, ia ser muito bom ele ter uma ajuda com inglês e você manja pra caralho, acha que dá pra dar uma força pra ele?
Eu fiquei paralisado, nem por um momento esperava essa reviravolta na situação, mas fiquei mais ainda quando a Emi aceitou animada a proposta.
Quando voltei pra casa, minha tia estava na cozinha. Fui direto até ela, ela se virou sorrindo pra mim e disse…
--- Você não curtiu a ideia, Juan?
--- Nnnnoooo, claro, nem pensar, não sabia que vocês se conheciam, muito menos que você me ajudaria desse jeito.
--- Tranquilo, a Emi é uma boa amiga e merece ter amigos, você é um cara legal e também merece se relacionar, mas preciso te contar uma fofoca, você guarda segredo pra mim?
--- Claro, tia, pode contar comigo.
--- Bom, pra começar, não me chama mais de tia, me chama de Ana, e depois tenho que te avisar sobre a Emi. Como você pode ver, ela é uma mina linda pra caralho, mas tem uma história meio triste. A Emi era comissária de bordo de uma companhia aérea, viajava pra caralho, como é normal, e numa das escalas conheceu o marido dela, que é piloto de outra empresa. Eles se encontraram várias vezes até se casarem. Aí o Miguel, que é o nome do marido, mostrou quem realmente era: extremamente ciumento e muito machista. Ele obrigou ela a largar o emprego e a deixou presa em casa. Como você vê, não é problema financeiro, mas ela vive numa prisão de ouro. Ele continua viajando, fazendo rotas, às vezes fica semanas fora, mas não deixa a Emi se relacionar com ninguém, e eu suspeito que não trata ela muito bem.
--- Valeu, tia... digo, Ana... valeu mesmo por me contar tudo isso. A Emi, mesmo eu não conhecendo ela, parece ser mó gente boa, e dá pra ver que ela é meio tristonha.
--- Só te falei isso pra você tratar ela bem, é uma gostosa, mas toma muito cuidado pra não se envolver com ela, o marido dela é perigoso, mais que perigoso, eu diria.
Fui pro meu quarto, tava acabado, os acontecimentos me desmontaram por completo.
De tarde, enquanto eu estudava, bateram na porta. Meu tio apareceu e sentou numa cadeira do meu lado. Pela cara dele, não dava pra imaginar o motivo de ter subido no meu quarto, era a primeira vez que ele fazia isso e me deixou curiosa.
--- Olha, Juan, eu queria falar contigo.
Engoli a saliva esperando ansioso.
--- Pelo que eu sei, você tá estudando magistério, né?
--- Pois é, meus pais sempre quiseram que eu ganhasse a vida fora da vila, e eu estudo pra caralho pra conseguir isso.
Bom, não tenho nada contra professores, mas tenho uma proposta pra te fazer. Como você já deve saber, temos dois negócios que vão muito bem, na verdade somos um dos comércios que mais vendem atualmente. O que você talvez não saiba é que, quando conheci sua tia, éramos uma sapataria qualquer, mas graças a ela tudo mudou. Com a determinação e o trabalho dela, crescemos pra caralho. Eu só cuidava dos pedidos, mas ela enxergou o futuro e elevou a loja a um nível muito mais alto. Na real, com toda a crise que a gente enfrentou, nem sentimos na nossa loja, porque nossa clientela é de grana alta. Mesmo tendo mais pobres, tem muito mais ricos e eles gastam à vontade. Eu sempre tentei estar à altura dela e aprendi inglês pra ir em feiras internacionais, mas sua tia, além de falar melhor que eu, ainda quase não tem sotaque estrangeiro. Ela tem uma capacidade de trabalho incansável, então nunca consegui negar nada a ela. Pra mim, ela é minha vida toda, e me deu duas filhas maravilhosas. Mas agora, como você sabe, a gente expandiu pra outra loja na melhor área de compras do centro e precisa de uma administração melhor.
Sempre pensei que uma hora ia aparecer alguém pra organizar todo esse negócio, e aí me veio na cabeça que talvez você pudesse ser essa pessoa. A gente ia ficar em cada loja, mas o negócio mesmo quem ia tocar era você. Por isso pensei que você podia fazer Administração ou algum outro curso mais voltado pra área de negócios, pra pegar as rédeas dessa bagunça um dia. Como você já deve ter notado, minhas filhas são umas gatas, mas não têm ambição pra serem empresárias. E também percebi que vocês se dão super bem, o que eu agradeço pra caralho. Quero que saiba que te considero como um filho que nunca tive. De qualquer forma, não tô te pressionando, só pensa aí. Vou nessa, se diverte aí.
E sem mais, saiu e me deixou de boca aberta.
Naquela semana, meus tios tiveram que ir a uma feira de sapatos, seria só uns dois dias, mas pras minhas primas já era mais que suficiente.
Assim que a Maria ficou sabendo, já começou a organizar a festa. No sábado, ela ia chamar a amiga dela pra dormir lá em casa. No começo, era pra estudar, mas eu já sabia qual era o plano de verdade. Quando a mina chegou e ela me apresentou, fiquei de boca aberta com o corpaço que a gostosa tinha. Claro que era tão ou mais gostosa que minha prima, e ainda por cima metida pra caralho. Não sem motivo: era a mais desejada do grupo, ela sabia disso e se achava toda.
Minhas primas organizaram um jantar informal, à base de pizzas e refrigerantes sem álcool, além de outras coisinhas. Ainda bem que depois trouxeram bebidas e mostraram que não dispensavam o álcool de jeito nenhum.
Fizemos uma roda no chão e as pizzas e a comida chinesa se misturavam sem ordem com a cerveja e as coca-colas.
Era tudo risada e piada de duplo sentido, a mina era bem sem vergonha e fazia questão de mostrar que tinha muita experiência com os caras.
Eu estava na expectativa, e um pouco assustado com a segurança que a loira demonstrava.
Os ânimos estavam exaltados, todo mundo queria se divertir, a Maria sugeriu jogar prendas. Depois de várias ideias, a gente concordou com a famosa garrafa: todo mundo ia girar ela, e quem ela apontasse podia pedir algo pros outros.
No começo fiquei preocupado, porque eu era o único homem na frente das três garotas soltinhas, já esperava o pior, e não demorou pra minhas suspeitas se confirmarem. Primeiro, começaram a tirar as roupas, e enquanto elas tiravam uma peça de cada garota, de mim tiravam três. Eu tentava alternar: tirava a saia de uma, a blusa de outra, os sapatos de outra. Já comigo, começaram pelas calças e num instante eu tava completamente pelado. Isso, junto com os comentários quentes das meninas, deixava minha roça dura quase o tempo todo.
Mas quando não sobrou nenhuma peça de roupa pra tirar, começaram os "castigos". Começaram suaves, beijar uma, apalpar os peitos de outra, mas quando viram como meu pau ficava duro cada vez que eu tinha que satisfazer algum pedido, focaram em apostar pesado.
Eu, por outro lado, revidava fazendo uma despir a outra ou mostrando a buceta de forma mais ou menos sensual, mas quando o clima foi esquentando, minhas primas mudaram de estratégia e passaram a atacar a Cris. Sempre que era a vez delas decidirem, me obrigavam a fazer coisas cada vez mais excitantes pra ela. No começo, quando tive que chupar os peitos da garota, minhas primas observavam com interesse a reação da amiga. Ela, inicialmente, tava convencida da superioridade dela em experiência e em dominar a situação, mas conforme eu ia chegando nas zonas erógenas dela, ela começava a sentir as sensações físicas. Na real, quando mandaram eu lamber a buceta dela, ela já se posicionou deitada de costas com as pernas abertas. Mas quando meus lábios abriram os lábios dela e enfiei a língua na buceta dela, ela já começou a suspirar e puxar o próprio cabelo. Quando cheguei a lamber o clitóris dela, ela já tava se beliscando os mamilos e apertando os peitos, juntando e amassando com as duas mãos. Ela apertava minha cabeça contra a buceta ardente dela e mal me deixava respirar. A suposta rapidez do castigo foi esquecida, e ela se entregava, abrindo as pernas e oferecendo os lábios, levantando o quadril contra minha boca.
Quando ela tinha a chance de escolher o castigo, escolhia a Maria pra fazer o mesmo comigo ou chupar minha rola ou as bolas. Minha prima obedecia de boa, mas terminava rápido pra guardar a revanche.
A Maite também participava dos castigos e fazia questão de que ele acariciasse o cu dela, fosse com a língua ou com os dedos, então a Cris tava cada vez mais receptiva pra dar o cu.
Elas passaram um tempo preparando ela, fazendo eu enfiar só a glande na buceta e depois tirar. Ela ficava desesperada e pedia pra eu meter de uma vez até o fundo, mas minhas primas me faziam recuar. Elas colocavam como condição que eu tinha que enfiar o dedo no cu dela ao mesmo tempo que a ponta da pica na buceta. O vocabulário mudou bastante — desde as palavras melosas do começo, ela já tava me pedindo "pica dentro da buceta" ou "me parte no meio" ou "faz de mim sua puta". Minhas primas me olhavam admiradas com a mudança.
Depois de fazer ela desejar meu pau ao máximo, ela só queria que eu tocasse nela, e com a buceta molhada, eu dava de vez em quando uma enfiada rápida lá dentro, onde ela gemia implorando pra eu não tirar. O orgasmo veio sem ela esperar, e ela se contorcia de prazer. Nessas horas, eu enfiava o dedo no cu dela, o esfíncter relaxava enquanto ela estava distraída recebendo minha carne na vagina, e de um dedo passei a enfiar dois, bem lubrificados pela minha prima Maite. Por fim, chegou a hora de meter o pau no cu dela. A cara da garota mudou na hora, vendo a grossura do meu membro, ela imaginava a dificuldade de enfiar, mas consentiu, dizendo que já tinha feito isso várias vezes. Quando minhas primas a colocaram de joelhos, com a cabeça no tapete, separaram as nádegas dela, e Maite besuntou o buraco generosamente, assim como meu pau, da cabeça até os ovos. Maria foi me aproximando dela, pressionando meu quadril, até eu encostar no centro do cu dela. Ela quis fugir, mas não deixaram. Pressionei um pouco, e quando entrou apenas um centímetro da minha cabeça, ela disse…
--- Já era, tão vendo como ele enfiou em mim? É assim que eu faço sempre.
Minhas primas me olharam espantadas e caíram na risada.
--- Como assim, já acabou? Se ele nem enfiou direito.
--- Com isso já basta, vocês não veem que não cabe mais?
--- Pois não, ele vai te comer como manda o figurino, você só se deixa levar e relaxa, não vai doer.
--- Só enfiaram um pouco em mim, mais não dá.
--- Já vai ver que consegue sim, e depois vai agradecer.
Sem mais conversa, Maria me deu um tapa na bunda me liberando, segurei ela pelos dois quadris, Maite segurava minha piroca pelo tronco apontando pro centro do cu, Maria enfiava a mão entre as pernas da Cris e acariciava o clitóris dela, fazendo ela abrir as pernas e arquear as costas.
Meu pau chegava bem no buraquinho rosado e apertado, e quando pressionei, ele foi cedendo à insistência da cabeça, que se enterrava devagar sem parar. A mina gritava à medida que sentia o buraco alargar, mas não tinha perdão, o pau não parava, milímetro por milímetro, até que o anel da cabeça desapareceu dentro do esfíncter dela. As lágrimas que escorriam mostravam que ela tava "vivamente" emocionada e doida pra que o que faltava entrar chegasse logo ao fim. Quando já tava na metade, ela finalmente entendeu que era melhor colaborar e, fazendo uns movimentos com os músculos da buceta, ajudou pra que eu entrasse quase de uma vez, até encostar minhas bolas na ppk dela. Aí ela chorava, mas de alegria; de repente, esqueceu do mau momento que tinha passado e me apressou pra que eu fodesse ela sem piedade. Ela ansiava pelo meu pau dentro dela, o creme fazia o trabalho e só sentia um prazer inexplicável. Ela me pediu pra gozar dentro porque queria sentir meu leite inundando o cu dela pela primeira vez. Sem hesitar, eu satisfiz e enchi ela com vários jatos.
Quando minhas primas notaram como minhas veias inchavam e meu pau pulsava, enfiaram dois dedos na buceta da garota como prêmio, o que fez ela gozar e cair no tapete.
Minhas primas aplaudiram debochando que eu nunca tinha conhecido uma pica no cu até agora, a Cris não teve outra escolha senão admitir.
Quando ela levantou as pernas, elas estavam tremendo, já eraMuito tarde e decidimos ir dormir, subi pro meu quarto e elas foram pro quarto delas.
Quase tinha pegado no sono quando a porta se abriu e a Cris se enfiou na minha cama, me deu um beijo e sussurrou no meu ouvido…
--- Me fode.
Sempre fui muito obediente, ela se deitou de barriga pra cima e me disse…
--- Faz o que você quiser comigo, quero que me faça gozar todas as vezes que puder.
Enfiei entre as pernas dela e meu pau buscou avidamente os lábios dela, escorregando entre eles, pulou sobre o clitóris e se enfiou de uma vez entre os lábios menores, procurando o calor molhado da buceta dela. Desde o começo, meti tudo pra dentro, as dobras dela me deixavam louco, e não demorou pra gozarmos juntos. Nossas pernas se enroscaram, sentindo os espasmos um do outro.
Ao amanhecer acordei e, ao vê-la ao meu lado de barriga pra cima com os braços sobre a cabeça, devagar abri as pernas dela sem acordá-la, enfiei as minhas entre as dela como uma tesoura e me deitei ao lado. Com uma mão acariciava os peitos dela e com a outra o clitóris. Quando ela acordou, meu pau já tava bombando nela suavemente, os bicos dos peitos e o clitóris estavam inchados e duros. Um novo orgasmo sacudiu ela violentamente.
O sol nos encontrou abraçados.
Continua.
Agradeço seus comentários.
A irmã dela olhava pra ela surpresa, mesmo conhecendo ela, nunca tinha visto ela tão decidida e tão tesuda.
Maria se vestiu devagar e, pegando todas as coisas dela, saiu do meu quarto seguida pela Maite. A irmã estava pensativa, me olhou antes de fechar a porta e, dando de ombros, se despediu.
Fiquei preocupado, sem vontade de nada, então guardei o conto e mandei.
Não tive ânimo nem pra revisar, desliguei o computador e fui me deitar.
Não demorei nada pra pegar no sono, só quando a luz do dia me acordou é que comecei a pensar no que tinha rolado. Preferi deixar pra depois porque, mesmo sendo sábado, tinha que estudar.
Lá pela metade da manhã percebi que tava desmaiado, depois da noite agitada tava de estômago vazio, desci pra cozinha e vi meu tio lendo o jornal tranquilamente com uma xícara de café na frente da janelona, cumprimentei ele e perguntei pelo resto da família, ele disse que ninguém tinha levantado ainda.
Depois de tomar um copão de porra, eu torrei um pãozinho, um fio de azeite e tomate esfregado foi o toque final que tava faltando e voltei pro meu quarto. Quando passei pela porta da Maite, escutei e não ouvi nada, silêncio total.
Na frente dos livros, tentei me concentrar, relembrei mentalmente o que tinha rolado no dia anterior. Não fazia muito sentido, mas entre as meninas "certinhas", a opinião de um dos caras era super importante.
Quase meio-dia bateram com os nós dos dedos na minha porta, era a Maria querendo falar comigo. Fechei os livros e sentei na frente dela. Ela tava de moletom, a calça apertava entre os lábios da buceta dela, e a camisa por baixo da jaqueta marcava os peitos dela, principalmente os bicos. Tentei não reparar e olhar nos olhos dela, quase consegui, mas ela percebeu e fechou a jaqueta.
Parecia que ele/ela tava falando sério…
--- Juan, queria te pedir desculpa pelo que rolou ontem à noite…
--- Por favor...
Merda. Deixa eu te explicar, no círculo de amigos e amigas que eu frequento, a gente comenta tudo, na real, algumas de nós já saíram com os namorados e namoradas dos outros e vice-versa. Como você pode imaginar, não queria ser vista como uma garota mimada e reprimida. O cara com quem eu saí se passou por esperto e tentou encobrir as falhas dele me dando primeiro, por isso eu precisava ter certeza de que não era eu, como ele dizia. Sinto muito por ter te usado, mas não se preocupa que vou te compensar de algum jeito.
--- Você não precisava me dar explicação nenhuma, eu sei como você é e seus amigos também devem saber.
--- Não pense que não, tem muita falsidade e muita besteira entre a gente, você não tem noção, a maior parte do que se conta é mentira, mas assim a gente se acha melhor que os outros.
--- Não tem problema, mas eu queria que você tivesse amigos mais normais e sinceros.
--- Sim, eu também. Por isso, como não conheço ninguém igual a você, desabafei à vontade contigo. Agora me desculpa.
Ela se levantou, deu meia-volta e foi em direção à porta. Quando ia abri-la, virou-se para mim, levantou a camisa e me mostrou os peitos com os mamilos durinhos, mandou um beijo no ar e foi embora.
Só desci pra comer, nem precisei ser chamado, o cheiro subia da cozinha pro meu quarto. Minha tia tava na cozinha enquanto a Maite arrumava a mesa. Meu tio, assim que me viu, me jogou uma cerveja bem gelada, me passou uns petiscos e ficou me perguntando minha opinião sobre futebol. Gosto de conversar com meu tio, ele é um cara foda.
Tenho que admitir que minha tia cozinha muito bem, talvez ela pudesse ter uma cozinheira ou uma empregada, mas ela adora a casa e tem muito bom gosto pra tudo.
A mesa estava esplêndida, a Maite tinha herdado da mãe o talento pra cozinha e estava caprichando em cada detalhe. Eu me senti lisonjeado, porque estava me sentindo em casa. A Maria estava no quarto dela.
Depois de comer, a gente teve uma breve sobremesa, as minhas primas ajudaram a mãe delas a limpar a mesa e meu tio me chamou pra tomar um café. Fiquei felizão, ainda mais quando ele confessou que tava contente de poder conversar com outro homem. Ele era muito bom de papo e descobri que a gente mais ou menos combinava nos gostos. Depois de um tempo, a conversa foi morrendo e eu aproveitei pra continuar estudando no meu quarto.
Quando já anoitecia, Maite subiu e ficou um tempão ali.Fazendo-me companhia, a irmã dela tinha saído, mas ela não tinha planos e tava entediada igual a mim.
Ficamos de olho na internet, ela me mostrou as amigas dela no Facebook e me contou uns segredinhos sobre elas, a verdade é que eram umas minas cada uma mais gostosa que a outra, ela prometeu me apresentar algumas.
De passagem, vimos uns sites pornô, ela não mostrou interesse nenhum, só parou numa cena de sexo anal. Mesmo já tendo vivido isso bem de perto, ela sentia curiosidade de fazer direito, tinha medo da grossura da minha pica, mas ao ver outros caras realmente superdotados metendo em bundinhas apertadas, ela se acalmou e se animou pra fazer na primeira oportunidade.
Eu, como era de se esperar, mesmo olhando com olhos de aprender, tava com a pica dura igual a um poste. Pra piorar, minha prima, pra enxergar melhor, se debruçava em cima de mim, se apoiava na minha coxa e a mão dela roçava no tronco da minha pica. O cheiro do cabelo dela me deixava tonto e o calor que saía do pescoço dela me nublava a vista.
Quando enfiei a mão por baixo da camiseta dela, ela não disse nada, nem se mexeu. Meus dedos passaram por baixo do sutiã leve e, puxando pra cima, deixei os peitos dela caírem na palma da minha mão. Como resposta, ela soltou o sutiã pelas costas e tirou por uma manga.
Já não me excitavam mais as imagens da tela, apareciam bucetas, peitos, paus, boquetes, nada era como ter a mão cheia de carne macia mas firme, lisa, com os dedos apertando os mamilos jovens que se erguiam ao menor toque, minha boca beijava o pescoço da Maite, ela afastou o cabelo pro outro lado deixando ele nu, da orelha até o ombro fui beijando, lambendo e mordendo cada centímetro, os mamilos por vezes ficavam rugosos, ásperos e a pele do peito estava esticada, com certeza brilhava por baixo da camiseta.
A cabeça dela descansava no meu peito, eu beijava suas têmporas e olhos, até chegar no canto dos lábios. Minha prima se deixava levar, até que a fera acordou. Ela me abraçou e me beijou na boca, a língua dela procurou a minha e a gente se fundiu num beijo longo que durou até a gente quase se afogar e ter que se separar.
A mão dela passava por cima da minha calça, percorrendo todo o comprimento do meu pau. Ela sentou na minha coxa e continuou me beijando. Com meu pau, eu sentia a separação das bundas dela e dava umas batidas de tesão. A ereção tava me dando uma dor nos ovos, e o desconforto de não conseguir me expandir me obrigou a levantar minha prima. Ela abriu a braguilha, tirou meu pau pra fora e sentou de novo, dessa vez de frente pra mim e de costas pra tela.
Minhas mãos cobriam os dois peitos dela, estavam quentes e cada vez mais durinhos, meu pau entre as pernas dela roçava a buceta por cima da calcinha por baixo da saia, os braços dela nos meus ombros me puxavam pra me beijar, a boca morna dela tinha gosto de mulher gostosa, eu não sabia o que fazer pra segurar aquela mulher, tinha medo que a qualquer momento alguém entrasse e nos pegasse naquela posição sem disfarce, o monitor tinha apagado no modo de espera, só entrava uma luz fraca pela janela da rua.
Maite só teve que levantar um pouco as coxas pra afastar a calcinha de lado e se deixar cair, meu pau já tava esperando ela uns centímetros mais embaixo, não precisou mirar, sabia exatamente onde eu tava, abri as pernas e ela se encaixou entre minhas coxas e enfiou o pau até bater nas minhas bolas, não tava com pressa nenhuma, a gente não se falava há um tempão, só sensações e prazer percorrendo nossos corpos, quando ela tirou minha camisa, acariciou meus mamilos, eu sem soltar os peitinhos dela levantei os braços e ela tirou a camiseta pela cabeça, depois se grudou em mim, os dedos dela percorriam minhas costas como pentes, só subia e descia ao longo do meu pau, devagar, sentindo cada milímetro, quando chegava lá embaixo esperava minha contração na cabeça pra subir de novo quase até sair, e descia outra vez.
Só me permiti soltar um mamilo quando passei a mão entre nossos púbis e, ao encontrar o clitóris dela, percorri ele inteiro até fazê-lo sair do esconderijo. Era como uma pequena ereção, queria competir comigo, embora soubesse que a batalha estava perdida, mas saía orgulhoso, e fazia ela suspirar a cada carícia. Quando foi o clitóris dela que começou a procurar minha mão cada vez com mais urgência, entendi que o orgasmo dela estava próximo. As mãos dela esfregavam minhas costas com mais pressão, os peitos dela se apertavam mais contra o meu peito, e quando eu levantei meu colo, ela se deixou cair, cravando a pica até o fundo e fincando as unhas nas minhas costas. Senti dez arranhões ao mesmo tempo, lentos e profundos, durante todo o êxtase do orgasmo dela.
Ficamos abraçados, as pernas dela penduradas sobre minhas coxas e a cabeça no meu ombro, respirando no mesmo ritmo. Ela perguntou se podia ficar um tempinho assim, claro que eu disse que sim, mesmo sem ter gozado, eu curtia tanto ou mais sentir uma gostosa daquelas nos meus braços.
Relaxou tanto que acabou dormindo. Quando olhei o relógio e vi que já era hora do jantar, dei um beijo nos olhos fechados dela, o que a acordou. Ela ainda se aninhou um pouco, mas tive que acordá-la na base de beijos. Por fim, ela se levantou, vestiu o sutiã e a camiseta, e aí percebeu que minhas bolas ainda estavam cheias. Ela beijou minha glande com carinho.
O jantar foi bem animado, a María tava claramente feliz, com vontade de conversar, a Maite também tava ligada depois de uma tarde relaxada e meus tios estavam contentes porque tinham combinado com uns amigos de ir ao teatro.
Quando minha tia saiu do quarto, tava deslumbrante, além de elegante com um vestido de noite muito bonito que deixava o corpo dela bem gostoso, a filha dela, Maria, tinha maquiado ela de um jeito incrível, parecia outra pessoa, meu tio não cabia em si de tão feliz, dava pra ver que ele tava orgulhoso da família.
Quando o som do táxi que levou meus tios sumiu, minhas primas, especialmente a María, pegaram na minha mão e me arrastaram pro quarto delas, queriam me contar umas paradas.
Elas já tinham conversado um pouco, mas María me sentou na cama dela e subiu na minha frente, cruzando as pernas sobre a colcha. Maite subiu pelo outro lado e começou a me contar o que as amigas tinham conversado.
Como eu esperava e temia, o amigo da minha prima tinha insinuado que eu era meio sem graça na cama e que era bem fria. Logicamente, ela contou pra elas que ele é quem mal durava transando e que tinha uma piroquinha. As amigas dela riram, mas tinha uma, a mais ousada, que se gabava de ter dormido com a maioria dos amigos e que praticava sexo anal numa boa. Só que a Maria contou que ela também já tinha feito isso. A amiga não acreditou, então elas se estranharam, e a Maria a desafiou, dizendo que eu ia comer ela.
Maite batia palmas animando a irmã dela, mas eu tava perplexo, isso podia sair do controle, eu não tinha controle nem experiência pra lidar com uma pantera dessas.
A María me lembrou como todos eram uns fantasmas e a fantasia que colocavam nisso, e pra eu não me preocupar.
Sinceramente, eu já tava mais que satisfeito com o esquema de comer minhas primas, e ainda fazíamos isso com uma doçura e um clima gostoso que dava um tesão danado, mas abrir o círculo de fodas não sabia até onde podia me levar.
Resisti um pouco, não tava vendo muita graça, mas minhas primas caíram em cima de mim, me enchendo de cócegas e batendo com o travesseiro até que minhas dúvidas passaram.
Embora a cama não fosse muito larga, a bagunça de pernas, braços e corpos virou um emaranhado que ninguém sabia onde colocar os seus nem onde estavam. A gente riu um bom tempo, até que uma mão anônima agarrou minha pica, que, mesmo mole, fez soar o alarme — não era um roçar casual, mas uma pegada firme, com intenção de não soltar. Segui o braço que segurava a mão até chegar ao ombro e ao pescoço que não fazia muito eu tinha beijado com tanto ardor. Maite me olhava com uma cara langorosa, como se pedisse permissão para fazer o que tinha ficado pendente à tarde. Não deu tempo de responder, porque Maria se jogou sobre meu rosto, colocando as tetas na minha boca. Naquele momento, ela ainda estava de blusa, mas levantou de uma vez e deixou sobre meus lábios o mamilo já duro. Não satisfeita com isso, trocou de lado e me ofereceu o outro mamilo, mas para isso arrastou sobre minha boca as duas tetas mornas e macias. A mão de Maite, que apertava minha pica, encheu-se. Isso a encorajou e ela puxou rapidamente. Com os lábios, retirou o prepúcio, e a língua pressionou a glande contra o céu da boca, sugando até quase chegar à campainha.
María se apertando em cima de mim mal me deixava mexer, eu tentava de todo jeito me soltar, mas a Maite montada nas minhas pernas e a irmã dela nos meus braços me travavam. Quando já tava com a pica dura até o talo, María se deixou escorregar em cima de mim até passar uma perna de cada lado da minha cintura. Maite foi guiando ela até os lábios menores dela encararem a minha cabeça vermelha de sangue. Ela só enfiou a metade, e com isso eu me entreguei e parei de tentar fugir. Maite abriu a gaveta do criado-mudo e tirou um pote que eu já conhecia, era creme lubrificante. Eu me conformei que a María queria dar o cu de novo, e me prometi fazer melhor do que da primeira vez.
O que eu não tinha visto é que a Maite tinha tirado da mesinha também uma escova de cabelo, enquanto a irmã dela me mantinha imóvel com a pica só enfiada na buceta dela o suficiente pra deixar ela dura, a Maite tinha lambuzado o cabo da escova de cabelo com creme, e depois de preparar o buraco dela com um dedo, experimentou com a escova, eu ouvi ela gemer com a entrada do cabo, os gemidos foram substituídos com o tempo por suspiros e depois por gemidos de novo, a Maria virou pra olhar pra irmã, ela tava com o olhar perdido, concentrada na bunda dela, contando os milímetros que iam sumindo do cabo da escova, mas esperançosa em conseguir enfiar tudo, quando tava quase tudo pra dentro, ela se levantou, tirou minha pica da buceta dela e lubrificou meu pau ainda mais, tirou a escova do cu da Maite e a aproximou de mim, colocou ela em cima de mim e, pegando minha pica com as duas mãos, segurou ela na vertical, quando tocou minha pica com a sensação fresca do creme, fez uma cara de arrependimento, mas criou coragem e se deixou cair devagar, como já tinha visto na irmã dela, a primeira dificuldade era fazer o grosso da cabeça entrar, que ameaçava ela, mas contava com a maciez do creme e o prêmio final que era sentir a pica queimando dentro dela.
Sob a vigilância da Maria, que guiava minha pica procurando a entrada do cu, a cabeça entrou com um *plop*! Ouviu-se um suspiro e uma risada nervosa. A partir daí, o tronco foi desaparecendo entre as nádegas da minha prima. A Maria ia repondo o creme constantemente, e isso fazia com que a Maite só sentisse como ia sendo preenchida por dentro. Quando desapareceu de vez, ela me pediu para apertar ainda mais, pra sentir que eu tava metendo até o fundo. Eu obedeci e, com várias estocadas, me enfiei com as bolas coladas na buceta dela. Daí em diante, ela primeiro implorou pra eu meter e tirar, depois pediu, e depois exigiu desesperada: queria que eu fodesse com violência. Quando chegou o primeiro orgasmo, a Maite apertou minha pica com os músculos da buceta. Minha pica tava a ponto de estourar. A Maria passava o dedo nos lábios da vagina, pegando os sucos que saíam em abundância, escorrendo entre os lábios, molhando o clitóris e terminando no lençol ao cair do monte de Vênus encharcado. A Maite pedia pra eu segurar sem gozar, queria pelo menos mais um orgasmo. Eu duvidava muito que conseguiria resistir à visão daquele corpo em forma de violão e ver minha pica sumindo entre as nádegas abertas dela. Quando já parecia que ia gozar de novo, a irmã ajudou, acariciando o clitóris inchado dela, e, caindo com a cabeça no lençol, ela se rendeu à pica que a atravessava. Quando finalmente gozei e tirei, um filete de porra apareceu na hora entre as nádegas dela, o cu dilatado não conseguia segurar.
Maite se sentia feliz, depois de ver a irmã dela gozar com meu pau no cu dela, ela decidiu que seria a próxima. Quando ouviu a chance da amiga da Maria levar uma enculada, não pensou duas vezes e conseguiu. Agora só sentia um pouco de ardor no esfíncter.
Quando levantei o olhar, a Maria estava deitada no travesseiro, de frente com as pernas abertas e completamente nua, os mamilos ainda inchados das minhas mordidas, ela mexia as coxas mostrando a buceta aberta, não precisei de instruções, me joguei pra chupar ela, minha língua separou os lábios dela, com as mãos levantei a bunda dela e puxei pra mim, as coxas dela envolveram minha cabeça e minha boca se encheu de carne rosada e molhada, o primeiro orgasmo foi rápido, mas quando veio o segundo ela agarrou a cabeceira da cama e gemeu desesperada, se contorcendo até que aos poucos se acalmou.
Com as pernas tremendo, fui pro meu quarto. A escada pareceu mais longa que o normal, e eu caí na cama de bruços até a manhã seguinte.
Como era domingo, não se ouvia nada em casa até tarde. Meus tios tinham chegado tarde, e minhas primas tinham motivos pra dormir. Quando acordei, não quis estudar, só tava afim de olhar pro céu. Abri um pouco a janela do meu sótão, que ficava mais alto que os outros chalés. Dava pra ver telhados, jardins e, ao fundo, as montanhas verdes.
Debaixo da minha janela, do outro lado da rua, tem um chalé muito gostoso, quase não dá pra ver da rua, tá cheio de vegetação, mas daqui de onde eu tô consigo ver algumas janelas. Nessa hora, elas já tão entreabertas. Me chama a atenção umas vozes — nesse condomínio é raro ouvir vozes, ainda mais num tom alto. Isso me dá curiosidade. Espio com cuidado e vejo, numa janela, um cara jovem discutindo com alguém. Não parece nada grave até que vejo ele levantar a mão e dar um tapa em alguém. Dou um pulo na cadeira e me inclino mais. Só vejo a figura de uma mulher passando rápido, tapando o rosto. Ele ainda dá outra bofetada nela. Fico indignada e dá vontade de descer, pegar o telefone e chamar a polícia, mas nisso vejo a porta do chalé abrir e o jovem sair. Ele tá vestido com o uniforme de piloto civil, carregando uma mala de viagem. Sobe no carro dele e desaparece com um chiado de pneu.
Daqui a pouco vejo a porta se abrir de novo, sai a mulher, também é jovem, e tá com uma tipo de venda tapando o rosto, vai descendo a rua andando devagar.
Me visto rápido e saio pra rua, lá no fundo ainda dá pra ver a mina, ela não tá com pressa e fica passando a mão no rosto de vez em quando. Quando alcanço ela, cumprimento e pergunto onde vende jornal. Ela fala que também vai na loja, então me ofereço pra acompanhar. Percebo que a companhia alivia ela, e a gente vai conversando sobre bobeira. Finalmente crio coragem e pergunto o que tinha acontecido com ela. Ela demora pra responder, tava inventando uma história. No fim, falou que tinha se queimado na cozinha com água quente. Fiz cara de pesaroso e desejei que sarasse logo, ao mesmo tempo que me ofereci pra ajudar se ela tivesse qualquer problema. Ela agradeceu de coração, se sentiu reconfortada e pareceu ficar mais falante. Voltamos juntos da loja e ela me convidou pra casa dela. Eu não tava afim de entrar, mas ela insistiu. A casa era imponente. Ela me contou que o parceiro dela era piloto numa companhia estrangeira e que tinha viajado por vários dias. Não tinham filhos e tavam juntos há um tempo, embora ela sofresse com a separação dos voos.
Me convidou pra tomar café da manhã, pude apreciar o corpo que ela tinha, uns 35 anos, alta, morena e com a pele bronzeada pelo sol. Me disse que adorava a praia e tava se preparando pras férias num terraço que o chalé tinha, escondido da rua. O pouco que dava pra ver do rosto dela era muito gostosa, e mesmo sem maquiagem nenhuma, tinha umas feições perfeitas.
Quando achei prudente, me levantei pra ir embora, mas ela pegou minha mão, abriu e beijou a ponta dos meus dedos. Depois, colocou eles nos lábios dela. Não consegui me segurar e dei um beijo por cima da venda que escondia o roxo do tapa que tinham dado nela há pouco. Uma lágrima brotou nos olhos bonitos dela. Ela me acompanhou até a porta, pendurada no meu braço. O olhar que me deu na despedida disse um monte de coisas.
Ao entrar em casa, deixei em cima da mesa da sala os jornais que tinha comprado na banca, o preferido do meu tio e mais três especializados em esportes.
Quando me sentei no meu quarto, não conseguia tirar da cabeça o rosto da vizinha da frente, escondido por uns curativos, disfarçando os hematomas que o parceiro dela tinha feito. Não pude evitar a curiosidade de espiar pela janela e olhar pra casa da frente. Era bem grande e, mesmo sendo térrea, tinha um pátio interno que dava luz e frescor pra todos os cômodos. Também tinha uma piscina em formato de rim e um monte de árvores que faziam sombra e davam privacidade pro jardim.
Depois de um tempo olhando distraidamente pro telhado do chalé, vi que de um quarto interno saía pro pátio interno, escondido da vista de fora, a mina que tinha falado um tempinho antes.
Saiu timidamente, olhando pra todo lado, mesmo o quintal sendo pequeno, dava pra ver que ela tava insegura. Na real, eu não tinha falado que morava na frente e no sótão, também não tive chance, aliás nem sabia o nome dela.
Quando ela saiu, fechou a porta atrás de si e se deitou numa rede, enrolada numa toalha de banho que cobria ela inteira até os pés, que só se abriu quando ela já estava deitada. Ela pegou um frasco de bronzeador e foi passando devagar pelos braços e pernas. Eu tava intrigado, o rosto dela ainda coberto pela venda não deixava ver as feições.
Depois de espalhar o creme pelos braços, passou no pescoço, foi aí que tirou o curativo do rosto. Era linda pra caralho, mas um hematoma cobria quase toda a maçã do rosto e no queixo também dava pra ver as marcas das porradas. Tão vidrado que fiquei olhando a cara dela que nem percebi que a toalha tinha caído nas costas e deixava o corpo dela quase todo à mostra.
Com os braços levantados, pude admirar os peitos empinados dela, que nasciam dos lados do peito, coroados por dois bicos com umas aréolas grandes e que formavam entre eles uma separação que os deixava perfeitos. Abaixo deles, um umbigo impecável e, mais abaixo, as coxas cruzadas escondiam um monte de Vênus promissor.
Quando ela se acomodou na rede, se virou pro sol de um jeito que ele acariciava o corpo todo, já moreno por natureza, e dava pra ver o pubis perfeitamente depilado.
Meu pau reagiu na hora e, pegando uma cadeira, sentei em frente à janela, decidido a observar tanta beleza. A mina ficou um tempão se expondo ao sol, com os braços por cima da cabeça, os peitos erguidos, separados e brilhando. Como não dava pra ver direito, me debrucei na janela, queria admirar melhor o corpo escultural da gostosa. Fui descuidado e o sol refletiu no vidro do meu relógio, mandando um raio de luz que passou do lado dela. Ela só cobriu os olhos e olhou pra onde eu estava, com metade do corpo pra fora da janela. De longe, não percebi o sorrisinho safado dela, mas vi claramente como ela foi abrindo as pernas devagar e deixou elas abertas na minha frente, mostrando a buceta toda exposta, e depois foi fechando muuuuuito lentamente. Em seguida, pegou os dois peitos com as mãos, apertou eles pra cima e beliscou os biquinhos.
Eu fiquei como hipnotizado, só me toquei um tempo depois de me sentar de novo e ficar acariciando meu pau devagar, que a vizinha tinha me dado a visão da buceta dela.
Pouco depois desci pra cozinha, tava morrendo de fome e, abrindo a geladeira, peguei a primeira coisa que vi. Fui até meu tio, que já tava lendo o jornal que eu tinha comprado pra ele. Assim que me viu, ele se levantou, puxou uma cadeira pra eu sentar do lado dele, passou o braço no meu ombro e me agradeceu por ter lembrado dele. Na hora, ele abriu os jornais e começou a comentar os jogos do dia anterior. Tava todo empolgado, porque o time dele tinha ganhado.
De tarde saí um pouco no centro pra tomar um drink, minhas primas tinham saído com as amigas e meus tios ficaram vendo TV.
No dia seguinte, já fazia um tempinho que eu tinha voltado da faculdade quando ouvi a porta do chalé se abrindo. Desci as escadas pulando três degraus de cada vez e, quando saí na rua, fingi que o encontro era por acaso, mesmo com o coração a mil por hora. A mina tava toda elegante, dava pra ver que tinha bom gosto, e usava um perfume que embriagava. Ela tava descendo umas sacolas do carrinho dela pra levar pra dentro de casa, e eu me ofereci pra ajudar. Na hora percebi que ela tinha tirado a venda, tinha substituído por maquiagem, e se eu não soubesse, nem dava pra notar nada.
Quando ela se abaixou pra pegar um pacote no carro, o vestido ficou solto e mostrou os dois peitos balançando, mal seguros pelo sutiã. Ela olhou nos meus olhos e riu da cara de idiota que eu fiz. Não tive escolha a não ser admitir e caí na risada junto com ela. A partir dali, rolou uma química entre nós dois, e entramos na casa dela com uma risada contagiante.
Por acaso, minha tia chegou naquele momento e, ao nos ver, atravessou a rua e me disse…
--- Juan, que bom que você já conhece a Emi, ela é uma mina especial, tava esperando o momento de apresentar vocês. Emi, meu sobrinho Juan é um cara especial, como se fosse meu filho, com certeza vocês vão se dar bem.
Quando ela se virou pra ir embora, se virou e disse…
--- Ah! Me ocorreu uma coisa, Emi, como meu sobrinho tá estudando, ia ser muito bom ele ter uma ajuda com inglês e você manja pra caralho, acha que dá pra dar uma força pra ele?
Eu fiquei paralisado, nem por um momento esperava essa reviravolta na situação, mas fiquei mais ainda quando a Emi aceitou animada a proposta.
Quando voltei pra casa, minha tia estava na cozinha. Fui direto até ela, ela se virou sorrindo pra mim e disse…
--- Você não curtiu a ideia, Juan?
--- Nnnnoooo, claro, nem pensar, não sabia que vocês se conheciam, muito menos que você me ajudaria desse jeito.
--- Tranquilo, a Emi é uma boa amiga e merece ter amigos, você é um cara legal e também merece se relacionar, mas preciso te contar uma fofoca, você guarda segredo pra mim?
--- Claro, tia, pode contar comigo.
--- Bom, pra começar, não me chama mais de tia, me chama de Ana, e depois tenho que te avisar sobre a Emi. Como você pode ver, ela é uma mina linda pra caralho, mas tem uma história meio triste. A Emi era comissária de bordo de uma companhia aérea, viajava pra caralho, como é normal, e numa das escalas conheceu o marido dela, que é piloto de outra empresa. Eles se encontraram várias vezes até se casarem. Aí o Miguel, que é o nome do marido, mostrou quem realmente era: extremamente ciumento e muito machista. Ele obrigou ela a largar o emprego e a deixou presa em casa. Como você vê, não é problema financeiro, mas ela vive numa prisão de ouro. Ele continua viajando, fazendo rotas, às vezes fica semanas fora, mas não deixa a Emi se relacionar com ninguém, e eu suspeito que não trata ela muito bem.
--- Valeu, tia... digo, Ana... valeu mesmo por me contar tudo isso. A Emi, mesmo eu não conhecendo ela, parece ser mó gente boa, e dá pra ver que ela é meio tristonha.
--- Só te falei isso pra você tratar ela bem, é uma gostosa, mas toma muito cuidado pra não se envolver com ela, o marido dela é perigoso, mais que perigoso, eu diria.
Fui pro meu quarto, tava acabado, os acontecimentos me desmontaram por completo.
De tarde, enquanto eu estudava, bateram na porta. Meu tio apareceu e sentou numa cadeira do meu lado. Pela cara dele, não dava pra imaginar o motivo de ter subido no meu quarto, era a primeira vez que ele fazia isso e me deixou curiosa.
--- Olha, Juan, eu queria falar contigo.
Engoli a saliva esperando ansioso.
--- Pelo que eu sei, você tá estudando magistério, né?
--- Pois é, meus pais sempre quiseram que eu ganhasse a vida fora da vila, e eu estudo pra caralho pra conseguir isso.
Bom, não tenho nada contra professores, mas tenho uma proposta pra te fazer. Como você já deve saber, temos dois negócios que vão muito bem, na verdade somos um dos comércios que mais vendem atualmente. O que você talvez não saiba é que, quando conheci sua tia, éramos uma sapataria qualquer, mas graças a ela tudo mudou. Com a determinação e o trabalho dela, crescemos pra caralho. Eu só cuidava dos pedidos, mas ela enxergou o futuro e elevou a loja a um nível muito mais alto. Na real, com toda a crise que a gente enfrentou, nem sentimos na nossa loja, porque nossa clientela é de grana alta. Mesmo tendo mais pobres, tem muito mais ricos e eles gastam à vontade. Eu sempre tentei estar à altura dela e aprendi inglês pra ir em feiras internacionais, mas sua tia, além de falar melhor que eu, ainda quase não tem sotaque estrangeiro. Ela tem uma capacidade de trabalho incansável, então nunca consegui negar nada a ela. Pra mim, ela é minha vida toda, e me deu duas filhas maravilhosas. Mas agora, como você sabe, a gente expandiu pra outra loja na melhor área de compras do centro e precisa de uma administração melhor.
Sempre pensei que uma hora ia aparecer alguém pra organizar todo esse negócio, e aí me veio na cabeça que talvez você pudesse ser essa pessoa. A gente ia ficar em cada loja, mas o negócio mesmo quem ia tocar era você. Por isso pensei que você podia fazer Administração ou algum outro curso mais voltado pra área de negócios, pra pegar as rédeas dessa bagunça um dia. Como você já deve ter notado, minhas filhas são umas gatas, mas não têm ambição pra serem empresárias. E também percebi que vocês se dão super bem, o que eu agradeço pra caralho. Quero que saiba que te considero como um filho que nunca tive. De qualquer forma, não tô te pressionando, só pensa aí. Vou nessa, se diverte aí.
E sem mais, saiu e me deixou de boca aberta.
Naquela semana, meus tios tiveram que ir a uma feira de sapatos, seria só uns dois dias, mas pras minhas primas já era mais que suficiente.
Assim que a Maria ficou sabendo, já começou a organizar a festa. No sábado, ela ia chamar a amiga dela pra dormir lá em casa. No começo, era pra estudar, mas eu já sabia qual era o plano de verdade. Quando a mina chegou e ela me apresentou, fiquei de boca aberta com o corpaço que a gostosa tinha. Claro que era tão ou mais gostosa que minha prima, e ainda por cima metida pra caralho. Não sem motivo: era a mais desejada do grupo, ela sabia disso e se achava toda.
Minhas primas organizaram um jantar informal, à base de pizzas e refrigerantes sem álcool, além de outras coisinhas. Ainda bem que depois trouxeram bebidas e mostraram que não dispensavam o álcool de jeito nenhum.
Fizemos uma roda no chão e as pizzas e a comida chinesa se misturavam sem ordem com a cerveja e as coca-colas.
Era tudo risada e piada de duplo sentido, a mina era bem sem vergonha e fazia questão de mostrar que tinha muita experiência com os caras.
Eu estava na expectativa, e um pouco assustado com a segurança que a loira demonstrava.
Os ânimos estavam exaltados, todo mundo queria se divertir, a Maria sugeriu jogar prendas. Depois de várias ideias, a gente concordou com a famosa garrafa: todo mundo ia girar ela, e quem ela apontasse podia pedir algo pros outros.
No começo fiquei preocupado, porque eu era o único homem na frente das três garotas soltinhas, já esperava o pior, e não demorou pra minhas suspeitas se confirmarem. Primeiro, começaram a tirar as roupas, e enquanto elas tiravam uma peça de cada garota, de mim tiravam três. Eu tentava alternar: tirava a saia de uma, a blusa de outra, os sapatos de outra. Já comigo, começaram pelas calças e num instante eu tava completamente pelado. Isso, junto com os comentários quentes das meninas, deixava minha roça dura quase o tempo todo.
Mas quando não sobrou nenhuma peça de roupa pra tirar, começaram os "castigos". Começaram suaves, beijar uma, apalpar os peitos de outra, mas quando viram como meu pau ficava duro cada vez que eu tinha que satisfazer algum pedido, focaram em apostar pesado.
Eu, por outro lado, revidava fazendo uma despir a outra ou mostrando a buceta de forma mais ou menos sensual, mas quando o clima foi esquentando, minhas primas mudaram de estratégia e passaram a atacar a Cris. Sempre que era a vez delas decidirem, me obrigavam a fazer coisas cada vez mais excitantes pra ela. No começo, quando tive que chupar os peitos da garota, minhas primas observavam com interesse a reação da amiga. Ela, inicialmente, tava convencida da superioridade dela em experiência e em dominar a situação, mas conforme eu ia chegando nas zonas erógenas dela, ela começava a sentir as sensações físicas. Na real, quando mandaram eu lamber a buceta dela, ela já se posicionou deitada de costas com as pernas abertas. Mas quando meus lábios abriram os lábios dela e enfiei a língua na buceta dela, ela já começou a suspirar e puxar o próprio cabelo. Quando cheguei a lamber o clitóris dela, ela já tava se beliscando os mamilos e apertando os peitos, juntando e amassando com as duas mãos. Ela apertava minha cabeça contra a buceta ardente dela e mal me deixava respirar. A suposta rapidez do castigo foi esquecida, e ela se entregava, abrindo as pernas e oferecendo os lábios, levantando o quadril contra minha boca.
Quando ela tinha a chance de escolher o castigo, escolhia a Maria pra fazer o mesmo comigo ou chupar minha rola ou as bolas. Minha prima obedecia de boa, mas terminava rápido pra guardar a revanche.
A Maite também participava dos castigos e fazia questão de que ele acariciasse o cu dela, fosse com a língua ou com os dedos, então a Cris tava cada vez mais receptiva pra dar o cu.
Elas passaram um tempo preparando ela, fazendo eu enfiar só a glande na buceta e depois tirar. Ela ficava desesperada e pedia pra eu meter de uma vez até o fundo, mas minhas primas me faziam recuar. Elas colocavam como condição que eu tinha que enfiar o dedo no cu dela ao mesmo tempo que a ponta da pica na buceta. O vocabulário mudou bastante — desde as palavras melosas do começo, ela já tava me pedindo "pica dentro da buceta" ou "me parte no meio" ou "faz de mim sua puta". Minhas primas me olhavam admiradas com a mudança.
Depois de fazer ela desejar meu pau ao máximo, ela só queria que eu tocasse nela, e com a buceta molhada, eu dava de vez em quando uma enfiada rápida lá dentro, onde ela gemia implorando pra eu não tirar. O orgasmo veio sem ela esperar, e ela se contorcia de prazer. Nessas horas, eu enfiava o dedo no cu dela, o esfíncter relaxava enquanto ela estava distraída recebendo minha carne na vagina, e de um dedo passei a enfiar dois, bem lubrificados pela minha prima Maite. Por fim, chegou a hora de meter o pau no cu dela. A cara da garota mudou na hora, vendo a grossura do meu membro, ela imaginava a dificuldade de enfiar, mas consentiu, dizendo que já tinha feito isso várias vezes. Quando minhas primas a colocaram de joelhos, com a cabeça no tapete, separaram as nádegas dela, e Maite besuntou o buraco generosamente, assim como meu pau, da cabeça até os ovos. Maria foi me aproximando dela, pressionando meu quadril, até eu encostar no centro do cu dela. Ela quis fugir, mas não deixaram. Pressionei um pouco, e quando entrou apenas um centímetro da minha cabeça, ela disse…
--- Já era, tão vendo como ele enfiou em mim? É assim que eu faço sempre.
Minhas primas me olharam espantadas e caíram na risada.
--- Como assim, já acabou? Se ele nem enfiou direito.
--- Com isso já basta, vocês não veem que não cabe mais?
--- Pois não, ele vai te comer como manda o figurino, você só se deixa levar e relaxa, não vai doer.
--- Só enfiaram um pouco em mim, mais não dá.
--- Já vai ver que consegue sim, e depois vai agradecer.
Sem mais conversa, Maria me deu um tapa na bunda me liberando, segurei ela pelos dois quadris, Maite segurava minha piroca pelo tronco apontando pro centro do cu, Maria enfiava a mão entre as pernas da Cris e acariciava o clitóris dela, fazendo ela abrir as pernas e arquear as costas.
Meu pau chegava bem no buraquinho rosado e apertado, e quando pressionei, ele foi cedendo à insistência da cabeça, que se enterrava devagar sem parar. A mina gritava à medida que sentia o buraco alargar, mas não tinha perdão, o pau não parava, milímetro por milímetro, até que o anel da cabeça desapareceu dentro do esfíncter dela. As lágrimas que escorriam mostravam que ela tava "vivamente" emocionada e doida pra que o que faltava entrar chegasse logo ao fim. Quando já tava na metade, ela finalmente entendeu que era melhor colaborar e, fazendo uns movimentos com os músculos da buceta, ajudou pra que eu entrasse quase de uma vez, até encostar minhas bolas na ppk dela. Aí ela chorava, mas de alegria; de repente, esqueceu do mau momento que tinha passado e me apressou pra que eu fodesse ela sem piedade. Ela ansiava pelo meu pau dentro dela, o creme fazia o trabalho e só sentia um prazer inexplicável. Ela me pediu pra gozar dentro porque queria sentir meu leite inundando o cu dela pela primeira vez. Sem hesitar, eu satisfiz e enchi ela com vários jatos.
Quando minhas primas notaram como minhas veias inchavam e meu pau pulsava, enfiaram dois dedos na buceta da garota como prêmio, o que fez ela gozar e cair no tapete.
Minhas primas aplaudiram debochando que eu nunca tinha conhecido uma pica no cu até agora, a Cris não teve outra escolha senão admitir.
Quando ela levantou as pernas, elas estavam tremendo, já eraMuito tarde e decidimos ir dormir, subi pro meu quarto e elas foram pro quarto delas.
Quase tinha pegado no sono quando a porta se abriu e a Cris se enfiou na minha cama, me deu um beijo e sussurrou no meu ouvido…
--- Me fode.
Sempre fui muito obediente, ela se deitou de barriga pra cima e me disse…
--- Faz o que você quiser comigo, quero que me faça gozar todas as vezes que puder.
Enfiei entre as pernas dela e meu pau buscou avidamente os lábios dela, escorregando entre eles, pulou sobre o clitóris e se enfiou de uma vez entre os lábios menores, procurando o calor molhado da buceta dela. Desde o começo, meti tudo pra dentro, as dobras dela me deixavam louco, e não demorou pra gozarmos juntos. Nossas pernas se enroscaram, sentindo os espasmos um do outro.
Ao amanhecer acordei e, ao vê-la ao meu lado de barriga pra cima com os braços sobre a cabeça, devagar abri as pernas dela sem acordá-la, enfiei as minhas entre as dela como uma tesoura e me deitei ao lado. Com uma mão acariciava os peitos dela e com a outra o clitóris. Quando ela acordou, meu pau já tava bombando nela suavemente, os bicos dos peitos e o clitóris estavam inchados e duros. Um novo orgasmo sacudiu ela violentamente.
O sol nos encontrou abraçados.
Continua.
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4 comentários - Minhas primas da capital Nº2