Me tornando macho 1

Me Transformando em Macho 1
Com o Selo do Prazer e da Perversão

Moro nesse bairro há alguns anos e conheço todos os meus vizinhos. Fiz amizade com eles rapidinho, sempre ajudava quando podia, no que podia. Isso fez com que todas as portas das casas deles se abrissem pra mim. Como sou respeitoso, todo mundo me cumprimenta. Claro que eu, com meus 21 anos, sou um **tarado de primeira, babando por mulher gostosa**! Não escapa nenhuma das minhas vizinhas, e já peguei duas delas fazendo safadeza sem querer… Espero um dia desses encontrar elas de novo no flagra pra poder exigir uma compensação pelo meu silêncio.

Bom, uma das minhas vizinhas, a Lucrécia, é uma senhora de uns 45 anos, mais ou menos. Um dia ela me chama e pergunta se eu posso ajudar com um problema da filha dela, uma moça de 24 anos que já é casada há alguns anos com um advogado maduro de 37.

Ela custou a me contar o motivo. Tomamos duas cervejas juntos, e isso ajudou, antes dela falar da situação da filha.

— Isso é ruim, Germán. — Esse é meu nome. — Essa menina não engravidou do marido, mesmo eles tendo se esforçado ao máximo nos últimos dois meses. Os exames médicos mostram que os dois são saudáveis, eu não entendo. E a família dele fica em cima dela, chamando ela de estéril e coisas do tipo, tratam ela muito mal. Isso acabou destruindo o casamento deles. Ela fez todos os exames de novo, e o médico disse que o problema é do marido: o esperma dele é fraco e a buceta dela anula os espermatozoides. Ele falou isso já faz dois meses e receitou uma pomada pra baixar o pH da buceta dela, mas nada de engravidar.

Ela me contava chorando, enquanto eu analisava a situação. Então a filha pediu ajuda da mãe pra salvar o casamento, que era feliz até a família do marido se meter. A solução veio do médico: ou a filha engravidava com esperma de doação, ou o marido nunca ia fecundar ela, porque o esperma dele é fraco…

— Esse esperma, tomara que seja de um doador. jovem… o médico dela fala… a fertilização in vitro é caríssima, uns mil dólares e não pode falhar, mas ela não tem esse dinheiro e já tá quase se separando, mesmo amando o marido por causa da família que fica enchendo o saco…
— A mãe me fala uma coisa que faz tremer meu chão. — Será que o Germán estaria disposto a fornecer meu esperma pra minha filha. Ela não falou nada por um tempo.
— Cê me pagaria?
— Sim, claro, uns 100 dólares… Mas isso tem que ser segredo até o túmulo. — Ela me diz.
— Beleza, claro. — Falei no final bem empolgado, mas sem deixar transparecer.

Ela marcou um dia que a filha tá no período fértil, exigiram que eu descarregasse meu esperma num tubo, depois numa seringa, e a garota coloca na vagina dela na hora. Não deu certo, ela não engravidou por causa do pH dela, que é forte e anula os espermatozoides antes de chegar no útero. Segundo uma enfermeira amiga dela, esses espermatozoides têm que ser colocados lá no fundo do útero pelo garanhão… por isso que nas fazendas inseminam as vacas levando direto pro curral dela, onde o touro introduz o esperma direto no útero com uma penetração vaginal curta… A mãe fala comigo e diz:
— Então, Germán, é o seguinte… é… bom… a parada é que cê pode fecundar a filha dela diretamente com seu sêmen… no quarto dela… ou seja, vocês dois copulam. — Eu olhava pra ela e não acreditava no que tava pedindo, ela usava a palavra copular em vez de foder, transar, fazer amor.

Enfim, uns minutos no quarto dela, ela meio envergonhada, eu fui tirando a roupa dela, acariciando, beijando, mas não na boca. Pra mim isso foi difícil, porque tenho esse costume quando vou transar com alguém. Enfim, ela foi relaxando e eu penetrei meu pau na vagina da filha dela, lembrando o que a mãe dela falou:
— Lembra, Germán, é só carnal, sexo por necessidade, não por amor. Quanto cê cobraria? — Eu respondo:
— Não, os mesmos cem dólares, mas seria minha primeira vez que eu penetraria uma mulher e poderia… Ser muito brusco. —Eu menti. A mãe me olha, me analisa e diz.
—Isso eu resolvo, te ensinaria como tratá-la pra não machucá-la.
—Tá bom. —Falei isso. Ela me marca pro dia seguinte na casa dela.
—Você vai vir. —Ela me fala. —Bem arrumado e sem ninguém te ver, vai passar uma manhã treinando.
—Claro. —Falei.
Chego no outro dia e ela me recebe de roupão, fecha todas as cortinas do quarto dela, coloca um trinco na porta e me diz.
—Tira a roupa.
Intrigado e assustado com o jeito que ela fala e sem saber quem ia me dar as lições, eu tiro a roupa. Meu pau nesse transe já tava excitado, então se enrijeceu, cresceu e endureceu. De repente, a mãe tira o roupão e tava nua por baixo. Meu pau endureceu mais ainda, chegava a doer de tão duro. A mulher se acomoda na cama e me ordena.
—Deita aqui do meu lado. —Eu obedeço. Ela diz: —Agora sobe e se posiciona entre minhas pernas.
Cumpro as ordens dela, maravilhado com o corpo gostoso dela apesar da idade. Ela pega meu pau com as mãos, e ele, ao se sentir preso por aquelas mãos macias, fica ainda mais dilatado. Ela leva ele até a buceta dela. —Me acaricia.
—Lembra com carinho.
Eu agarro os peitos dela e passo minhas mãos por eles. Os seios e os bicos dela endurecem. Eu belisco e beijo, chupando eles. Ela suspira. Enquanto beijo os peitos dela, minhas mãos percorrem a pele dela até a barriga. Ela não consegue me parar, e minhas mãos vão pras coxas e bundas dela. Agora ela geme.
—Haaaa, haaaaaa, haaaaa… Mmnmnnn —Meu pau tá na entrada da buceta dela. —Haaaaa devagar. —Ela me fala. —Haaaaaa, haaaaaa, haaaaaaaaaaaaaa… faz mais de dois anos que meu marido morreu e eu tô quente e apertadinha onde não uso…
Isso eu notei sem muito esforço, mas ela tava tão molhada que meu pau, mal encostou nela, ela deixou entrar, lubrificada com os sucos da buceta dela, e eu penetrei até mais da metade do meu pau sem ela resistir.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. ha. -Ela só gemeu, meus movimentos eram constantes, não parava, e ela abriu mais as pernas pra eu entrar melhor.
Ela era uma mulher bem gostosa de penetrar, mas não era inocente, e assim que enfiei naquela buceta quente que acariciava meu pau e encaixava nas dobras dela, comecei a meter num entra e sai na buceta dela, enfiando até o fundo, enterrando todo meu pau até as bolas.
--Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. -Ela gemeu, suspirou e arqueou o corpo.
Devagar no começo e depois com força comecei a meter nela, ela suspirava e choramingava enquanto as cadeiras dela começaram a acompanhar meus movimentos, mais três enfiadas e elas se mexiam com ousadia e os tremores dela ficaram sem vergonha, escandalosos.
--Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haa, haaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, haaaaa, ha, ha, , ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Como ela rebolava que nem uma louca, se acasalava desesperadamente com toda força, as cadeiras se agitavam cheias de tesão, tava doida de prazer, gemia e gritava, me acariciava, beijava… tava viciada, chorava… de repente ficou dura… gemeu, me abraçou forte e explodiu num orgasmo.
Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmnnnnnnnn., Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. -Me beijando desesperada e me dizia.
--Haaaay deus isso foi… gostoso… continua… sim…., continua. -A buceta dela era uma lagoa onde ela depositava os fluidos, nessas três enfiadas a mais eu joguei meu sêmen e meu leite quente no fundo do útero dela. --Haaaaaaaaaaaaa Siiiiii…, é quente… me dá tudo… -ela me beijava desesperada. Caí exausto do lado dela e ela me acariciava… me deixou.
--Descansa um pouco Minutos, amor, depois você me dá mais.
—Quero mais do seu gozo morno, gostei do seu pau… quero mais…
Abaixando-se, beija meu pau e ele, ao se sentir adorado, cresce e fica firme, e pela minha juventude está pronto pra uma nova luta. Em seguida, ela sobe em cima de mim e encaixa meu pau na buceta dela, a buceta molhada deixa esse membro entrar com orgulho, e enquanto eu ia penetrando, era acariciado pelas dobras da buceta dela, o que fazia esse pau crescer ainda mais e me deixava no máximo, ela reclamava do grossura do meu pau, me dizendo:
—Aaaai, como me abre, continua, aaaai, que grande, aaaaaaai… sim, tô toda dilatada pra te receber… aaaaaai, como me abre, aaaaaai… você é um macho maravilhoso… jovem… mas que pau bem proporcionado… aa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Ao me sentir de novo dentro da barriga dela, comecei umas penetrações loucas e profundas, como ela reclamava:
—Haaaaaaaaaaa… siiiim… haaaaaaaaaaaaaaai… —era repetitivo.
Depois ela me abraça e me prende contra o corpo dela, desesperada ao sentir o corpo dela se preparando pra me dar mais um orgasmo.
—Você é, você é meu macho… haaaaaaaaaaaaaa… como você me faz gozar… aqui estão meus fluidos… aaaaaaaaah… Haaaaaaaaai… aaaaaah…oooooooooh… —ela reclamava.
Enquanto mexia a cintura dela exageradamente, sem nenhuma decência, só queria ser satisfeita, fazendo com que os movimentos dela enchessem de novo o útero dela com meu gozo. Depois, enquanto descansávamos e nos recuperávamos, ela comenta:
—Pobre de mim… meu falecido marido, você deixou ele pequeno com suas penetrações profundas e aceleradas, faz muitos anos que não me desesperavam assim, isso foi super gostoso, conseguiu extrair meus orgasmos… você é um bom macho. Como minha filha vai gozar com você. Agora deixa eu me limpar e te chamo quando minha filha estiver no período fértil.
Passam dois dias e eu tava louco pra ter de novo essa mulher madura suspirando, não me masturbei nesse tempo, queria todo meu gozo pra elas, queria ver a madura reclamando por mim. Acuada, abatida pelas minhas penetrações, eu a procurava e ela não me permitia tomar posse do corpo dela. No dia seguinte, sem a autorização dela, no fim da tarde, encurralei ela na cozinha contra o armário e levantei as saias dela desesperado, apalpando as nádegas e coxas dela, beijando ela, enquanto ela tentava escapar.
— Espera, assim não, espera para... — ela dizia.
Mas no fim ela se rendeu ao que sabia que ia acontecer e se entregou, me dizendo:
— Tá bom, tá bom, papai, mas vamos pra cama.
Lá, tirei a saia e a calcinha dela, me despi das minhas roupas de baixo e encaixei meu pau entre as pernas dela. Ela abre elas, sabendo que o macho jovem dela não vai embora sem saciar as paixões ardentes e apaixonadas de se esvaziar dentro do útero dela. Essa mulher reclamava por ser tratada com tanta dureza e desespero por esse garanhão.
— Haaaa, haaaaaaaa, haaaaaaa… devagar… haaaaaaaaaaaaaaaay… dói… oooooooooh… Aaaaaaaaaaaah… devagar haaaaaaaaaaaay.
Ela deduziu que, de agora em diante, seria requisitada constantemente por esse rapaz que já a considerava propriedade dele como amante. Ela mexia desesperada os quadris pra extrair do pau dele a porra desse macho entusiasmado, pra ele descansar satisfeito e ela poder se lavar e continuar com os afazeres dela. Rapidamente foi regada por aquele pau que depositava litros de sêmen no útero dela; ela teria que se cuidar, senão ele ia engravidar ela, assim como vai engravidar a filha dela. No dia seguinte, a filha dela liga dizendo que o corpo dela tá dando os sinais de que tá pronta pra ser engravidada, porque sente a necessidade de ser acariciada e adorada por um macho, que hoje de manhã se entregou ao marido, mas ele rapidamente se esvaziou e ela acha que não fecundou direito. Ela pergunta pra mãe se tem o garanhão pronto pra engravidar ela, porque pode ir à tarde… A mãe marca com ela pra tarde, depois me localiza e me diz:
— Hoje é o dia, entendeu, né?...
— Sim, claro. — falo.
Continua…

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