Continuação do relato "A amiga da minha namorada", autor original @maxi1652
Com a Fer a gente saía e transava por uns dois meses, algumas semanas uma vez, outras nada se complicava pra nós dois dar um jeito de escapar das nossas respectivas parceiras.
No final ela me pediu pra pararmos. Disse que tava se apegando e que ia dar merda. Comigo era a mesma coisa. E mesmo que eu tava curtindo, já tinha perdido a graça. O trampo dela eu passei pra uma assistente e pronto.
Mery nem ficou sabendo, como diz o idiota do "Dom Carlos": "tudo bom, tudo legal". De novo me foquei na nossa relação, fomos de férias juntos pro Brasil, super apaixonados os dois.
Mas na volta a grande notícia nos esperava. "A Fer tá grávida de novo", me comunicou a Mery. Liguei pra ela assim que pude. Mas ela não atendeu. A gente conversou umas duas semanas depois. Ela me disse que tava grávida de dois meses (fazia três que a gente não transava). Que ela e o Pablo já tavam querendo ter outro há um tempão. Fiquei meio com ciúmes.
Não nos falamos por um mês, nem por causa do trampo. Depois desse tempo, ela me liga uma tarde. "Me desculpa te incomodar, mas tô sozinha e não sabia pra quem ligar. O Pablo não tá e as meninas ficaram na casa da minha sogra pra eu descansar porque ela me viu estressada, e agora comecei a me sentir mal. Dá pra você vir?". Fui na maior correria. Quando cheguei, ela abriu a porta de pijama. Fazia tempo que não a via.
Ela tinha uma barriguinha e os peitos enormes. Mas eu, naquele momento, tava preocupado. Perguntei como ela tava. Ela disse que tinha tomado alguma coisa e a dor tinha passado. Falei se ela queria ir no médico. Ela disse que não. Que eu fizesse companhia pra ela um pouco enquanto a dor passava. Nós deitamos na cama dela pra ver TV.
Valeu, Max, por ter vindo, e valeu por ter ficado e não me deixado sozinha". Aí ela me abraçou, enquanto repetia os agradecimentos. "Valeu, Max, não soube pra quem ligar, não queria assustar minha velha". "Fez bem em me chamar, você sabe que se precisar de mim, tô aqui", falei.
Abraçada como estava, me deu um beijo na bochecha e encostou a cabeça no meu peito. Minha pica começou a endurecer cada vez mais. Ela me beijou de novo no mesmo lugar, uma, duas vezes, e uma terceira mais perto da boca. Eu parei de me fazer de besta e a gente começou a se pegar.
Ela acariciava minha nuca e meu pescoço. Eu apertava um peito dela e passava a mão na bunda dela. Quando vi que ela tava correspondendo, enfiei a mão dentro da calça de pijama dela e passei o dedo do meio por toda a rachadura, e ela soltou um gemidinho. Aí ela pulou em cima de mim, afrouxou meu cinto, baixou minha cueca e começou a me chupar.
Ela tirava a camisinha como se tivesse um minuto de vida. Tava louca. Raspava de vez em quando com os dentes, e chupava com força. E fazia uns “slurp” terríveis com a boca cheia de saliva.
Uuuyy, mas que putinha que a gente tá hoje, parece que tão te deixando na mão, gostosa.
É você que me deixa louca. Como eu gosto de você, Max.
Chupou de novo.
Imagina só se o corno do teu marido te visse comendo pica que nem uma gulosa.
-Cala a boca, não me distrai, deixa eu chupar essa pica e aproveita.
Me calei e ela voltou a chupar. "Vai, chupa puta, chupa bem minha pica e engole tudo". Ela fazia questão de chupar minhas bolas também. "Que otário seu marido, não sabe que a mulherzinha grávida dele adora chupar pica que nem uma puta?
Eu sabia que o marido não deixava ela gozar na boca dele, então eu tirei ela, me ajoelhei na frente da boca dela e falei: "Faz eu gozar com essa boquinha de puta que você tem...". "Sim, me dá todo o leite, seus ovos tão cheios? Sua namorada não te dá bola, né? A idiota da Mery não sabe a pica que tem do lado? Se soubesse, te deixaria seco pra você não ficar fazendo a festa pras amigas dela!".
Uuuyyy, vadia, como você me deixou excitado."
Joguei o primeiro jato direto na cara dela, que não esperava, aí ela apontou a rola pra boca dela e engoliu toda a porra. E continuou até deixar bem limpitcha.
Sem relaxar, deixei ela pelada. "Tô mó gorda, né?", ela perguntou. "Nada a ver. Tá divina. Tem uns peitões enormes". Soltei o sutiã dela e me agarrei naqueles peitos cheios de porra. Chupei os bicos enquanto minha mão acariciava aquela barriguinha cheinha.
Acariciava a buceta dela, enfiando a mão por baixo da calcinha fio dental, e depois de novo aquela barriguinha inchada. Como isso me excitava. Que tesão do caralho comer a grávida de outro. A pica subiu em dois minutos. "Tô muito barriguda?", ela perguntou. "Não, cê tá gostosa pra caralho, eu tô louco porque nunca fiz com uma grávida. Me fala o que eu faço pra não te machucar". "Nada, me come do mesmo jeito de sempre. Me come que tô muito tarada e preciso que você me foda gostoso".
Eu me agarrei numa teta dela enquanto batia uma pra ela. Ela abriu as pernas e eu senti como a buceta dela ficava toda molhada. O mamilo que eu tava na boca soltou um pouquinho de líquido e eu continuei chupando, maravilhado. “Ayy, como você chupa meus peitos, Max, dá um pouquinho agora pra essa aqui também, pra ela não ficar com ciúmes”. Ela me ofereceu o outro peito como uma mãe pro seu bebê, e eu fiz questão de honrar. Depois desci pra chupar os suquinhos da buceta dela.
Chupa essa buceta gostoso". Eu estava de joelhos, com o piercing aberto na minha cara, puxei a calcinha fio dental e me deixei levar. Enfiei a língua na buceta dela. Fui e voltei do clitóris até o cuzinho. A Fer abria as pernas. Chupei a pussy como se fosse a última vez, enfiei um dedinho, dois, minha língua. Me excitava a cara de tesão, a boca aberta, gozando pra caralho.
Ayyy, vai me fazer gozar", escapou dela. Chupei mais, afundei mais minha língua no anel e na buceta. Ela soltou um "Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh, filha da puta! Assim!" A excitação tinha tomado conta dela.
-Acabô…, acabei, filho da puta…, vai, vai, vai que eu gozo tudo na sua boca…, aiii, filho da puta, como você tá chupando…, vai, vai, passa a língua ali…, isso, isso, mete um dedo. Aiii, isso, e o outro no cu que eu adoroooo. Vai, vai, não para… pelo amor de Deus!
Passei o dedo médio na bunda dela e mordi o clitóris devagar antes de lamber a argolinha com a língua.
-Ahhhhhhhhhgggggggg que filho da puta…
-Ayyyy, cê tá toda ensopada, sua bucetuda, não pode estar tão molhada assim
-Siiii, te falei que tava muito gostosa…
-Que que foi? O corno do teu marido não te come?
—Não, faz tempo que não como ninguém, e esse vibrador já não dava mais conta!
—Qual vibrador? Deixa eu ver?
Ela abriu a gaveta do criado-mudo e tirou um vibrador rosa chiclete. "Nossa, que vontade de ver a grávida se tocando", falei sem pensar. "Não, não seja mau, coloca em mim". "Primeiro me dá esse gosto, fica de quatro que quero te ver por trás se esfregando com esse brinquedo". Parece que ela também ficou com tesão, porque topou. Ligou o vibrador e começou a acariciar o clitóris com a pontinha enquanto soltava um "aaaahhhhaaaaaaaahhh".
— Tá gostosinha?
—Sim, tô me tocando na buceta…
-Que gostosa, como você tá deitada…
Tava de bruços, com os joelhos apoiados no colchão e o rosto enfiado no travesseiro. A rabeta bem pra cima e as pernas abertas. E com uma mão entre as coxas. Eu olhava e me batia uma. Que cena, hein!
- Abre a buceta com a outra mão. (ela fez) Abre… assim…, me mostra a argolinha e o outro buraquinho…
—Olha, filho da puta, olha como você me deixou… — disse ela, com o rosto apoiado no travesseiro.
-Que linda, sua putinha. Que rabo gostoso! Abre mais…, faz força pra fora…, quero ver como sua bunda se abre.
-Olha só, filho da puta… é teu…
Você é toda minha", respondi.
Me acomodei atrás e enfiei a pica naquela buceta empapada. Ela largou o vibrador.
-Aggghhhh, que pau!, que pauzão gostoso, meu amor!
- Você gosta, putinha, enfiei tudo, ahhh, sente ela, sente bem
-Assim, siiiim, bem fundo, ahhhhhh…., ahhhh, como você tá me comendo, que piroca que você tem!
Fui pra frente deixando ir tudo pra dentro e peguei um peito dela com a mão. Apertei ele e depois passei a acariciar a barriguinha dela e em seguida a bater punheta na buceta dela. "Isso, assim, assim, do jeito que eu sinto, olha como eu molho teu pau meu amor, toma, toma, aaaaaahhhhhh…".
-Uyyy como você molhou minha piranha, sua puta de pau!
-Aaaaaaaaaayyyaaahhhh, que filho da puta que você é, como você me come bem. Te odeio, você só me faz gozar assim. Ayyyyyyaaaa. Siiiiiii, siiiiiiiiii.
-Sim, vai, molha minha pica assim eu posso enfiar no seu cu
Ayyy, tu não sabe a vontade que eu tô de você me comer… fico batendo punheta o tempo todo imaginando isso…
-Vamos ver, me mostra. Enfia um dedinho nessa bundinha divina.
Passou o dedo na boca e passou saliva no cuzinho. Duas vezes antes de enfiar o dedão sozinha na própria bunda. Isso fez meu pau pular de alegria. Avancei de língua no cuzinho dela e comi aquele rabo com vontade.
Juro que tô muito tarada, tô com uma vontade de foder incrível…", ela me disse. "Abre essa bunda com as duas mãos, bebê, que você vai engolir 20 cm de carne pelo rabo." "Sim, papai, me faz sentir essa pica enorme, enfia devagar que quero sentir você abrindo minha bucetinha." Passei saliva na cabeça e, fazendo pressão, suave mas constante, coloquei a glande no cuzinho dela.
“Uyyy que pau!”. Empurrei mais dois centímetros. “Devagar, meu amor, que você vai me fazer parir de tanta dor”. Tirei ele de lá e cuspi na bunda dela. “Não tira não, que eu fico desesperada”. “Fica tranquila que já vai entrar de novo”. “Aiiii, aiii, aiii, ai que dor, aahhhh, ai minha barriga ficou dura”. Fiquei acariciando ela até relaxar. Ela respirava fundo e soltava o ar pela boca.
Vai parir, filha da puta?", perguntei e ela riu. "A sensação é a mesma, mas ao contrário", disse divertida. "Por que você não empurra com a bunda assim vai abrindo e o cu vai engolindo o pau sozinho." Ela tentou. Era incrível ver o cu dela devorando uma rola. "Vai, faz força." "Para, idiota, que sinto que vou ter que ir no banheiro." "Não dá nada, é só a sensação." Aos poucos, enfiei tudo no cu dela. Não parava de acariciar os peitos e a barriga de grávida que tanto me excitava.
- Você sente meu pau no seu cu, vadia?
-Ai, você chegou lá no fundo da minha buceta, nem sabe como eu tô sentindo.
-Você não queria pau?, não queria que eu te comesse gostoso?
—Me fode devagar, só um pouquinho, até eu me acostumar.
—Sim, seu pedaço de puta, olha como eu te fodo esse cu! É a bunda mais linda que já comi na minha vida. E essa barriguinha, você não sabe como me excita essa barriguinha. Seu marido é um idiota! Não tem nada mais gostoso do que foder uma grávida! E ainda mais pelo cu!
Aí, filho da puta, me fala que você gostou!
—Você me encanta, Fer. Gosto do seu rosto, da sua boca, das suas tetas, da sua barriguinha de grávida, da sua bunda. E se o corno do seu marido não te dá bola, ele é um otário!
-Ayy, cê não sabe como me deixa com tesão, Max, senti muito sua falta. Tô toda molhada, - completou, se tocando na buceta.
-Fica tranquila que vou te curar essa febre no útero na base da pica!
Enfiei com força na buceta dela.
-Ayyy, como dói! Tá desmanchando minha buceta, ayyyy!
Toma, puta, toma um belo picaço nessa bunda!
-Mais devagar, filho da puta, que tu tem uma pica enorme!
-Não reclama! Isso aqui não é o chizito daquele babaca do Pablo! Queria minha pica? Agora aguenta! Vou arrebentar essa bucetinha como nunca! Depois disso, tu vai cagar sem fazer força de tão arrombado que vou deixar esse rabo!
-Ayy, você é uma merda, mas como me excita. Toca minha buceta. Sente como eu gozei toda! Ahhhhhhhyyyy, isso!
Depois eu virei ela e coloquei de barriga pra cima pra ver a cara de puta dela, os peitos balançando e a barriguinha de grávida que me deixava tão louco. Levantei as pernas dela e enfiei de novo na bunda. “Aí sim que eu gosto! Aaaaaah! Mexe toda minha barriga!”, gritava a Fer enquanto meu pau cavava fundo no cu dela. “Aayhh puta, como você gosta dessa pica no seu cu!”. “Assim mesmo, gostosa, come a bunda dessa puta grávida!”, ela respondeu, entre tesuda e engraçada. Eu ri e ela riu. Era divina.
Comecei a chupar um pouco os peitos dela pra fazer ela gozar. "Que peitão gostoso você tem!!", eu dizia enquanto chupava os bicos dela. Lá embaixo, a buceta dela relaxou e eu senti ela ficar molhada.
-Uuuh, como eu te abri a bunda, tá sentindo?
—Ayy, puta mãe, você afrouxou minha barriga, me deu vontade de cagar! — gritou de repente.
Uyyy, você vai me sujar todinha!" — falei pra ela enquanto comia ela gostoso.
Me cago, me cago, por favor". "Ah, puta, toma", gritei. "Aii merda, aii você tá enchendo meu cu de porra, aii que ruim, aii vou me cagar toda, aii não aguento, aii não, não, não". Senti a merdinha empurrar meu pau e gozei. Do cu dela jorrou porra. Ela apertou pra não sair mais nada, mas escapou outro jato de porra "chocolatada".
Ela se virou rápido, ficando de bunda pra cima enquanto apertava as nádegas e a cabeça no travesseiro. "Aii, que porquinho", ela disse rindo. Depois foi pro banheiro. Quando ela voltou, eu fui tomar banho e ela trocou os lençóis. Quando saí do chuveiro, ela não estava. Procurei por ela e encontrei lá embaixo, no tanque, só de calcinha. Ela estava divina.
Cheguei por trás, peguei nos peitos dela e apertei enquanto beijava as costas e o pescoço, e encostava a rola dura no meio da rabeta. "Vai a segunda?", perguntei no ouvido. "Bora", respondeu toda safada. "Por onde você quer?", perguntei enquanto puxava a calcinha de algodão pra baixo e encostava a rola na rabeta.
—Quero de novo pela bunda — respondeu ela.
-Segura, bebé?
-É, já tá limpinha.
—Tem certeza? A grávida não vai querer que a gente faça uma lavagem nela?
Aí, que porco! Já me fez uma lavagem de porra!
— Tava pensando em outra coisa…
-O quê?
-No cu de uma pichona quentinha…
—Você é um porco, tá falando sério mesmo? — perguntou, virando-se pra olhar na minha cara.
-É, nunca experimentou? Não sabe o que tá perdendo!
—Nem fodendo!
-Bom, vem, vamos pra cima.
Ela me seguiu, de mãos dadas, até eu entrar no quarto das filhas dela. Tinha duas caminhas de solteiro pintadas de branco, as paredes com papel de parede infantil. Um criado-mudo com um abajurzinho rosa. Acendi a luz do abajur e apaguei a do teto.
Não, nem fodendo", ela disse. "Vai lá, gatinha, vem aqui que eu quero te comer". "Não, vamos pro quarto". Sem dar bola, eu a guiei até uma cama e a coloquei de quatro. "Você é um filho da puta tarado", ela me disse enquanto eu chupava de novo o cuzinho e a bunda que cheirava a sabonete.
Sim, pussy assim..., mais, mais, mais, me come toda que você me deixa louca, mais papai, mais". Eu chupava a pussy dela e enfiei dois dedos no cu dela. "Sim, meu amor, passa a línguinha, me come, me come, não para meu amor, ayyy tô morrendo, você é um filho da puta como chupa essa buceta". Senti meu queixo se molhar com os fluidos dela. "Coloca no meu cu, quero sentir toda a sua pica no meu cu", ela pediu.
Continuei comendo a bundinha dela. "Arrebenta meu cu. Quero sentir toda a sua pica me partindo no meio", repetiu. Não quis deixar ela esperando mais. Levantei e encostei a cabeça da pica na entrada da bunda dela, e comecei a fazer força.
Aaagggghhh", ela gritou. "Tá doendo?", perguntei e parei o avanço. "Siiim, tá doendo um pouquinho, mas não para, não para até eu sentir suas bolas batendo na minha bunda". "Você quer tudo dentro, não é, putinha?". "Sim, tudo, enche minha buceta de pau e me faz gozar como nunca".
Uuuh, olha onde eu tô te comendo!" "Sim, filho da puta, você tá me fodendo no quarto das minhas filhas, na caminha onde a Mica dorme!", ela respondeu aos berros (Mica era a mais velha das suas meninas).
Suas putinhas não sabem a mãe que têm, uma puta fogosa que adora uma pica no cu!" "Aii sim, filho da puta, sim!", ela respondia enquanto eu entrava mais fundo na bunda dela. "Uma puta grávida que trai o marido!", continuei eu.
Te excita que eu esteja grávida, né?", perguntou ela. "Sim, adoro, vou te comer durante toda a gravidez." "Jura pra mim?!", disse Fer animada. "Sim, eu juro, vou fazer o serviço que o idiota do Pablo não faz." "Siiiim, meu amor, vou te buscar toda semana no centro pra você me levar num hotel e me comer assim... vai ser a melhor gravidez das três...", ela começou a rir.
Enfiei mais fundo e comecei a me mexer um pouco mais leve. “Aaaaaaaahhhhh! Que prazer, que dor”, ela gritava e ria ao mesmo tempo, gemia e ria. “Tô te arrombando…, arrombei teu cu, bebê…, olha como você tá com ela toda dentro…”. “Ahhhhhhh, uyyyyyyyyyy, sim, me destrói, me arrebenta toda”.
Mandei uma pirocada com tudo lá no fundo da bunda e fiz a rola girar dentro do cu pra abrir bem. "Isso, assim, enfia tudo até o fundo, me sacode bem forte. Ah, que pica linda que você tem!! Nunca estive com ninguém que tivesse uma assim. Como é que a Mery aguenta você?". "Eu coloco mais devagar nela", respondi.
Não, eu quero forte! Que você arrebente bem minha bunda!
-Aí está, sua puta, toda enfiada na bunda!
Uuuy, que pedaço terrível que você tem, que grosso
—Você me deixa assim...
-Manda mais buceta, arromba meu cu, me dá mais que eu vou gozar, mais, forte, me dá forte.
Acelerei. “Aiiii, siiiim, me destrói, aiiii, siiiim, não aguento mais, aiiii, já vou, já vou, já vouuuuu”, ela gritou e dois segundos depois senti ela gozar. “Ahhh como eu gozei, que delícia!, aaaahhhhhhyyyy, siiiiiim, continua me comendo, mais, mais, mais…” Os gritos estavam cada vez mais altos. E a serrada também. “Ahhhhhyy, siiiiiiiii, continua assim besta, arrebenta meu cuzão…”. A puta da Fer estava louca e eu tava adorando.
Na real, me deixou com muito tesão ver como seu rosto se deformava de prazer, ver como os dedos e unhas dela se cravavam nos lençóis, e ouvir seus gritos de gostosa toda vez que ele tirava o pau inteiro e enterrava de novo na bunda. Senti a pica inchando e uma gozada espetacular se aproximando.
—Isso, buceta, issooo, me dá mais, me dá mais, como eu gosto, vaiiiiiiiiiiiiiii… — a voz dela era quase gutural.
—Você gosta assim? Gosta do jeito que eu tô rasgando essa sua buceta?
-Sim, eu adoro, me dá mais, mais, arrebenta minha buceta, sou sua putinha, sou sua putinha…
—Sim, você é minha putinha…
Olha como você me faz gozar, você tá me comendo, tá arrombando minha buceta, meu amor, continua assim, não para, eu adoro...
Não parei. A bunda já tava aberta e vermelha pra caralho. Eu enfiava a pica nela e revirava feito saca-rolha enquanto metia fundo. "Aaaaaiiiiiii tô morrendo aiiiiii, nunca senti isso, aaaaiiiiiii, vou gozar aaaaahhhhhhhhh", a Fer falava sem parar.
Meus ovos molharam com o contato do argolinha dela que tava encharcada. E eu senti ela gozar e não parei. "Aiiii meu amor, chega, chega pelo amor de Deus que eu gozo de novo, ahhhsiiii, aaahhhhh, siiiiiiii, seeeeeeeee, toma, tomaaaa". "Aiiii merda siiiim", gritei eu e comecei a soltar a porra no cu dela. "Aiiii nãoooo, viado!! Por que você gozou dentro?! Não tira que eu quero gozar de novo", ela dizia igual uma louca enquanto se esfregava com fúria no clitóris.
Era impressionante o prazer que eu sentia com aquela pica enfiada, sentindo a bunda dela pulsar enquanto ela gozava de novo. "Meu Deus!! Que tesão!! Ayy Max, você é o melhor", ela disse ao se acalmar e soltou um suspiro de satisfação que dobrou meu ego.
Aquela foda foi a melhor com a Fer. Nos meses seguintes, mantive minha promessa e comi ela pelo menos uma vez a cada quinze dias, até ela estar de sete meses. Depois meio que complicou. E eu comecei a sentir culpa, e ela também.
Com a Mery eu cortei um pouco depois, no começo desse ano. Fiquei uma semana de luto, e depois a putaria voltou. Faz pouco tempo que a Fer me chamou de novo pra gente se ver. "Você não tem ideia do tamanhão que minhas tetas tão, não pode perder essa", foi a frase que me convenceu.
http://www.poringa.net/maxi1652link do dono
No final ela me pediu pra pararmos. Disse que tava se apegando e que ia dar merda. Comigo era a mesma coisa. E mesmo que eu tava curtindo, já tinha perdido a graça. O trampo dela eu passei pra uma assistente e pronto.
Mery nem ficou sabendo, como diz o idiota do "Dom Carlos": "tudo bom, tudo legal". De novo me foquei na nossa relação, fomos de férias juntos pro Brasil, super apaixonados os dois.
Mas na volta a grande notícia nos esperava. "A Fer tá grávida de novo", me comunicou a Mery. Liguei pra ela assim que pude. Mas ela não atendeu. A gente conversou umas duas semanas depois. Ela me disse que tava grávida de dois meses (fazia três que a gente não transava). Que ela e o Pablo já tavam querendo ter outro há um tempão. Fiquei meio com ciúmes.
Não nos falamos por um mês, nem por causa do trampo. Depois desse tempo, ela me liga uma tarde. "Me desculpa te incomodar, mas tô sozinha e não sabia pra quem ligar. O Pablo não tá e as meninas ficaram na casa da minha sogra pra eu descansar porque ela me viu estressada, e agora comecei a me sentir mal. Dá pra você vir?". Fui na maior correria. Quando cheguei, ela abriu a porta de pijama. Fazia tempo que não a via.
Ela tinha uma barriguinha e os peitos enormes. Mas eu, naquele momento, tava preocupado. Perguntei como ela tava. Ela disse que tinha tomado alguma coisa e a dor tinha passado. Falei se ela queria ir no médico. Ela disse que não. Que eu fizesse companhia pra ela um pouco enquanto a dor passava. Nós deitamos na cama dela pra ver TV.
Valeu, Max, por ter vindo, e valeu por ter ficado e não me deixado sozinha". Aí ela me abraçou, enquanto repetia os agradecimentos. "Valeu, Max, não soube pra quem ligar, não queria assustar minha velha". "Fez bem em me chamar, você sabe que se precisar de mim, tô aqui", falei.
Abraçada como estava, me deu um beijo na bochecha e encostou a cabeça no meu peito. Minha pica começou a endurecer cada vez mais. Ela me beijou de novo no mesmo lugar, uma, duas vezes, e uma terceira mais perto da boca. Eu parei de me fazer de besta e a gente começou a se pegar.
Ela acariciava minha nuca e meu pescoço. Eu apertava um peito dela e passava a mão na bunda dela. Quando vi que ela tava correspondendo, enfiei a mão dentro da calça de pijama dela e passei o dedo do meio por toda a rachadura, e ela soltou um gemidinho. Aí ela pulou em cima de mim, afrouxou meu cinto, baixou minha cueca e começou a me chupar.
Ela tirava a camisinha como se tivesse um minuto de vida. Tava louca. Raspava de vez em quando com os dentes, e chupava com força. E fazia uns “slurp” terríveis com a boca cheia de saliva.
Uuuyy, mas que putinha que a gente tá hoje, parece que tão te deixando na mão, gostosa.
É você que me deixa louca. Como eu gosto de você, Max.
Chupou de novo.
Imagina só se o corno do teu marido te visse comendo pica que nem uma gulosa.
-Cala a boca, não me distrai, deixa eu chupar essa pica e aproveita.
Me calei e ela voltou a chupar. "Vai, chupa puta, chupa bem minha pica e engole tudo". Ela fazia questão de chupar minhas bolas também. "Que otário seu marido, não sabe que a mulherzinha grávida dele adora chupar pica que nem uma puta?
Eu sabia que o marido não deixava ela gozar na boca dele, então eu tirei ela, me ajoelhei na frente da boca dela e falei: "Faz eu gozar com essa boquinha de puta que você tem...". "Sim, me dá todo o leite, seus ovos tão cheios? Sua namorada não te dá bola, né? A idiota da Mery não sabe a pica que tem do lado? Se soubesse, te deixaria seco pra você não ficar fazendo a festa pras amigas dela!".
Uuuyyy, vadia, como você me deixou excitado."
Joguei o primeiro jato direto na cara dela, que não esperava, aí ela apontou a rola pra boca dela e engoliu toda a porra. E continuou até deixar bem limpitcha.
Sem relaxar, deixei ela pelada. "Tô mó gorda, né?", ela perguntou. "Nada a ver. Tá divina. Tem uns peitões enormes". Soltei o sutiã dela e me agarrei naqueles peitos cheios de porra. Chupei os bicos enquanto minha mão acariciava aquela barriguinha cheinha.
Acariciava a buceta dela, enfiando a mão por baixo da calcinha fio dental, e depois de novo aquela barriguinha inchada. Como isso me excitava. Que tesão do caralho comer a grávida de outro. A pica subiu em dois minutos. "Tô muito barriguda?", ela perguntou. "Não, cê tá gostosa pra caralho, eu tô louco porque nunca fiz com uma grávida. Me fala o que eu faço pra não te machucar". "Nada, me come do mesmo jeito de sempre. Me come que tô muito tarada e preciso que você me foda gostoso".
Eu me agarrei numa teta dela enquanto batia uma pra ela. Ela abriu as pernas e eu senti como a buceta dela ficava toda molhada. O mamilo que eu tava na boca soltou um pouquinho de líquido e eu continuei chupando, maravilhado. “Ayy, como você chupa meus peitos, Max, dá um pouquinho agora pra essa aqui também, pra ela não ficar com ciúmes”. Ela me ofereceu o outro peito como uma mãe pro seu bebê, e eu fiz questão de honrar. Depois desci pra chupar os suquinhos da buceta dela.
Chupa essa buceta gostoso". Eu estava de joelhos, com o piercing aberto na minha cara, puxei a calcinha fio dental e me deixei levar. Enfiei a língua na buceta dela. Fui e voltei do clitóris até o cuzinho. A Fer abria as pernas. Chupei a pussy como se fosse a última vez, enfiei um dedinho, dois, minha língua. Me excitava a cara de tesão, a boca aberta, gozando pra caralho.
Ayyy, vai me fazer gozar", escapou dela. Chupei mais, afundei mais minha língua no anel e na buceta. Ela soltou um "Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh, filha da puta! Assim!" A excitação tinha tomado conta dela.
-Acabô…, acabei, filho da puta…, vai, vai, vai que eu gozo tudo na sua boca…, aiii, filho da puta, como você tá chupando…, vai, vai, passa a língua ali…, isso, isso, mete um dedo. Aiii, isso, e o outro no cu que eu adoroooo. Vai, vai, não para… pelo amor de Deus!
Passei o dedo médio na bunda dela e mordi o clitóris devagar antes de lamber a argolinha com a língua.
-Ahhhhhhhhhgggggggg que filho da puta…
-Ayyyy, cê tá toda ensopada, sua bucetuda, não pode estar tão molhada assim
-Siiii, te falei que tava muito gostosa…
-Que que foi? O corno do teu marido não te come?
—Não, faz tempo que não como ninguém, e esse vibrador já não dava mais conta!
—Qual vibrador? Deixa eu ver?
Ela abriu a gaveta do criado-mudo e tirou um vibrador rosa chiclete. "Nossa, que vontade de ver a grávida se tocando", falei sem pensar. "Não, não seja mau, coloca em mim". "Primeiro me dá esse gosto, fica de quatro que quero te ver por trás se esfregando com esse brinquedo". Parece que ela também ficou com tesão, porque topou. Ligou o vibrador e começou a acariciar o clitóris com a pontinha enquanto soltava um "aaaahhhhaaaaaaaahhh".
— Tá gostosinha?
—Sim, tô me tocando na buceta…
-Que gostosa, como você tá deitada…
Tava de bruços, com os joelhos apoiados no colchão e o rosto enfiado no travesseiro. A rabeta bem pra cima e as pernas abertas. E com uma mão entre as coxas. Eu olhava e me batia uma. Que cena, hein!
- Abre a buceta com a outra mão. (ela fez) Abre… assim…, me mostra a argolinha e o outro buraquinho…
—Olha, filho da puta, olha como você me deixou… — disse ela, com o rosto apoiado no travesseiro.
-Que linda, sua putinha. Que rabo gostoso! Abre mais…, faz força pra fora…, quero ver como sua bunda se abre.
-Olha só, filho da puta… é teu…
Você é toda minha", respondi.
Me acomodei atrás e enfiei a pica naquela buceta empapada. Ela largou o vibrador.
-Aggghhhh, que pau!, que pauzão gostoso, meu amor!
- Você gosta, putinha, enfiei tudo, ahhh, sente ela, sente bem
-Assim, siiiim, bem fundo, ahhhhhh…., ahhhh, como você tá me comendo, que piroca que você tem!
Fui pra frente deixando ir tudo pra dentro e peguei um peito dela com a mão. Apertei ele e depois passei a acariciar a barriguinha dela e em seguida a bater punheta na buceta dela. "Isso, assim, assim, do jeito que eu sinto, olha como eu molho teu pau meu amor, toma, toma, aaaaaahhhhhh…".
-Uyyy como você molhou minha piranha, sua puta de pau!
-Aaaaaaaaaayyyaaahhhh, que filho da puta que você é, como você me come bem. Te odeio, você só me faz gozar assim. Ayyyyyyaaaa. Siiiiiii, siiiiiiiiii.
-Sim, vai, molha minha pica assim eu posso enfiar no seu cu
Ayyy, tu não sabe a vontade que eu tô de você me comer… fico batendo punheta o tempo todo imaginando isso…
-Vamos ver, me mostra. Enfia um dedinho nessa bundinha divina.
Passou o dedo na boca e passou saliva no cuzinho. Duas vezes antes de enfiar o dedão sozinha na própria bunda. Isso fez meu pau pular de alegria. Avancei de língua no cuzinho dela e comi aquele rabo com vontade.
Juro que tô muito tarada, tô com uma vontade de foder incrível…", ela me disse. "Abre essa bunda com as duas mãos, bebê, que você vai engolir 20 cm de carne pelo rabo." "Sim, papai, me faz sentir essa pica enorme, enfia devagar que quero sentir você abrindo minha bucetinha." Passei saliva na cabeça e, fazendo pressão, suave mas constante, coloquei a glande no cuzinho dela.
“Uyyy que pau!”. Empurrei mais dois centímetros. “Devagar, meu amor, que você vai me fazer parir de tanta dor”. Tirei ele de lá e cuspi na bunda dela. “Não tira não, que eu fico desesperada”. “Fica tranquila que já vai entrar de novo”. “Aiiii, aiii, aiii, ai que dor, aahhhh, ai minha barriga ficou dura”. Fiquei acariciando ela até relaxar. Ela respirava fundo e soltava o ar pela boca.
Vai parir, filha da puta?", perguntei e ela riu. "A sensação é a mesma, mas ao contrário", disse divertida. "Por que você não empurra com a bunda assim vai abrindo e o cu vai engolindo o pau sozinho." Ela tentou. Era incrível ver o cu dela devorando uma rola. "Vai, faz força." "Para, idiota, que sinto que vou ter que ir no banheiro." "Não dá nada, é só a sensação." Aos poucos, enfiei tudo no cu dela. Não parava de acariciar os peitos e a barriga de grávida que tanto me excitava.
- Você sente meu pau no seu cu, vadia?
-Ai, você chegou lá no fundo da minha buceta, nem sabe como eu tô sentindo.
-Você não queria pau?, não queria que eu te comesse gostoso?
—Me fode devagar, só um pouquinho, até eu me acostumar.
—Sim, seu pedaço de puta, olha como eu te fodo esse cu! É a bunda mais linda que já comi na minha vida. E essa barriguinha, você não sabe como me excita essa barriguinha. Seu marido é um idiota! Não tem nada mais gostoso do que foder uma grávida! E ainda mais pelo cu!
Aí, filho da puta, me fala que você gostou!
—Você me encanta, Fer. Gosto do seu rosto, da sua boca, das suas tetas, da sua barriguinha de grávida, da sua bunda. E se o corno do seu marido não te dá bola, ele é um otário!
-Ayy, cê não sabe como me deixa com tesão, Max, senti muito sua falta. Tô toda molhada, - completou, se tocando na buceta.
-Fica tranquila que vou te curar essa febre no útero na base da pica!
Enfiei com força na buceta dela.
-Ayyy, como dói! Tá desmanchando minha buceta, ayyyy!
Toma, puta, toma um belo picaço nessa bunda!
-Mais devagar, filho da puta, que tu tem uma pica enorme!
-Não reclama! Isso aqui não é o chizito daquele babaca do Pablo! Queria minha pica? Agora aguenta! Vou arrebentar essa bucetinha como nunca! Depois disso, tu vai cagar sem fazer força de tão arrombado que vou deixar esse rabo!
-Ayy, você é uma merda, mas como me excita. Toca minha buceta. Sente como eu gozei toda! Ahhhhhhhyyyy, isso!
Depois eu virei ela e coloquei de barriga pra cima pra ver a cara de puta dela, os peitos balançando e a barriguinha de grávida que me deixava tão louco. Levantei as pernas dela e enfiei de novo na bunda. “Aí sim que eu gosto! Aaaaaah! Mexe toda minha barriga!”, gritava a Fer enquanto meu pau cavava fundo no cu dela. “Aayhh puta, como você gosta dessa pica no seu cu!”. “Assim mesmo, gostosa, come a bunda dessa puta grávida!”, ela respondeu, entre tesuda e engraçada. Eu ri e ela riu. Era divina.
Comecei a chupar um pouco os peitos dela pra fazer ela gozar. "Que peitão gostoso você tem!!", eu dizia enquanto chupava os bicos dela. Lá embaixo, a buceta dela relaxou e eu senti ela ficar molhada.
-Uuuh, como eu te abri a bunda, tá sentindo?
—Ayy, puta mãe, você afrouxou minha barriga, me deu vontade de cagar! — gritou de repente.
Uyyy, você vai me sujar todinha!" — falei pra ela enquanto comia ela gostoso.
Me cago, me cago, por favor". "Ah, puta, toma", gritei. "Aii merda, aii você tá enchendo meu cu de porra, aii que ruim, aii vou me cagar toda, aii não aguento, aii não, não, não". Senti a merdinha empurrar meu pau e gozei. Do cu dela jorrou porra. Ela apertou pra não sair mais nada, mas escapou outro jato de porra "chocolatada".
Ela se virou rápido, ficando de bunda pra cima enquanto apertava as nádegas e a cabeça no travesseiro. "Aii, que porquinho", ela disse rindo. Depois foi pro banheiro. Quando ela voltou, eu fui tomar banho e ela trocou os lençóis. Quando saí do chuveiro, ela não estava. Procurei por ela e encontrei lá embaixo, no tanque, só de calcinha. Ela estava divina.
Cheguei por trás, peguei nos peitos dela e apertei enquanto beijava as costas e o pescoço, e encostava a rola dura no meio da rabeta. "Vai a segunda?", perguntei no ouvido. "Bora", respondeu toda safada. "Por onde você quer?", perguntei enquanto puxava a calcinha de algodão pra baixo e encostava a rola na rabeta.
—Quero de novo pela bunda — respondeu ela.
-Segura, bebé?
-É, já tá limpinha.
—Tem certeza? A grávida não vai querer que a gente faça uma lavagem nela?
Aí, que porco! Já me fez uma lavagem de porra!
— Tava pensando em outra coisa…
-O quê?
-No cu de uma pichona quentinha…
—Você é um porco, tá falando sério mesmo? — perguntou, virando-se pra olhar na minha cara.
-É, nunca experimentou? Não sabe o que tá perdendo!
—Nem fodendo!
-Bom, vem, vamos pra cima.
Ela me seguiu, de mãos dadas, até eu entrar no quarto das filhas dela. Tinha duas caminhas de solteiro pintadas de branco, as paredes com papel de parede infantil. Um criado-mudo com um abajurzinho rosa. Acendi a luz do abajur e apaguei a do teto.
Não, nem fodendo", ela disse. "Vai lá, gatinha, vem aqui que eu quero te comer". "Não, vamos pro quarto". Sem dar bola, eu a guiei até uma cama e a coloquei de quatro. "Você é um filho da puta tarado", ela me disse enquanto eu chupava de novo o cuzinho e a bunda que cheirava a sabonete.
Sim, pussy assim..., mais, mais, mais, me come toda que você me deixa louca, mais papai, mais". Eu chupava a pussy dela e enfiei dois dedos no cu dela. "Sim, meu amor, passa a línguinha, me come, me come, não para meu amor, ayyy tô morrendo, você é um filho da puta como chupa essa buceta". Senti meu queixo se molhar com os fluidos dela. "Coloca no meu cu, quero sentir toda a sua pica no meu cu", ela pediu.
Continuei comendo a bundinha dela. "Arrebenta meu cu. Quero sentir toda a sua pica me partindo no meio", repetiu. Não quis deixar ela esperando mais. Levantei e encostei a cabeça da pica na entrada da bunda dela, e comecei a fazer força.
Aaagggghhh", ela gritou. "Tá doendo?", perguntei e parei o avanço. "Siiim, tá doendo um pouquinho, mas não para, não para até eu sentir suas bolas batendo na minha bunda". "Você quer tudo dentro, não é, putinha?". "Sim, tudo, enche minha buceta de pau e me faz gozar como nunca".
Uuuh, olha onde eu tô te comendo!" "Sim, filho da puta, você tá me fodendo no quarto das minhas filhas, na caminha onde a Mica dorme!", ela respondeu aos berros (Mica era a mais velha das suas meninas).
Suas putinhas não sabem a mãe que têm, uma puta fogosa que adora uma pica no cu!" "Aii sim, filho da puta, sim!", ela respondia enquanto eu entrava mais fundo na bunda dela. "Uma puta grávida que trai o marido!", continuei eu.
Te excita que eu esteja grávida, né?", perguntou ela. "Sim, adoro, vou te comer durante toda a gravidez." "Jura pra mim?!", disse Fer animada. "Sim, eu juro, vou fazer o serviço que o idiota do Pablo não faz." "Siiiim, meu amor, vou te buscar toda semana no centro pra você me levar num hotel e me comer assim... vai ser a melhor gravidez das três...", ela começou a rir.
Enfiei mais fundo e comecei a me mexer um pouco mais leve. “Aaaaaaaahhhhh! Que prazer, que dor”, ela gritava e ria ao mesmo tempo, gemia e ria. “Tô te arrombando…, arrombei teu cu, bebê…, olha como você tá com ela toda dentro…”. “Ahhhhhhh, uyyyyyyyyyy, sim, me destrói, me arrebenta toda”.
Mandei uma pirocada com tudo lá no fundo da bunda e fiz a rola girar dentro do cu pra abrir bem. "Isso, assim, enfia tudo até o fundo, me sacode bem forte. Ah, que pica linda que você tem!! Nunca estive com ninguém que tivesse uma assim. Como é que a Mery aguenta você?". "Eu coloco mais devagar nela", respondi.
Não, eu quero forte! Que você arrebente bem minha bunda!
-Aí está, sua puta, toda enfiada na bunda!
Uuuy, que pedaço terrível que você tem, que grosso
—Você me deixa assim...
-Manda mais buceta, arromba meu cu, me dá mais que eu vou gozar, mais, forte, me dá forte.
Acelerei. “Aiiii, siiiim, me destrói, aiiii, siiiim, não aguento mais, aiiii, já vou, já vou, já vouuuuu”, ela gritou e dois segundos depois senti ela gozar. “Ahhh como eu gozei, que delícia!, aaaahhhhhhyyyy, siiiiiim, continua me comendo, mais, mais, mais…” Os gritos estavam cada vez mais altos. E a serrada também. “Ahhhhhyy, siiiiiiiii, continua assim besta, arrebenta meu cuzão…”. A puta da Fer estava louca e eu tava adorando.
Na real, me deixou com muito tesão ver como seu rosto se deformava de prazer, ver como os dedos e unhas dela se cravavam nos lençóis, e ouvir seus gritos de gostosa toda vez que ele tirava o pau inteiro e enterrava de novo na bunda. Senti a pica inchando e uma gozada espetacular se aproximando.
—Isso, buceta, issooo, me dá mais, me dá mais, como eu gosto, vaiiiiiiiiiiiiiii… — a voz dela era quase gutural.
—Você gosta assim? Gosta do jeito que eu tô rasgando essa sua buceta?
-Sim, eu adoro, me dá mais, mais, arrebenta minha buceta, sou sua putinha, sou sua putinha…
—Sim, você é minha putinha…
Olha como você me faz gozar, você tá me comendo, tá arrombando minha buceta, meu amor, continua assim, não para, eu adoro...
Não parei. A bunda já tava aberta e vermelha pra caralho. Eu enfiava a pica nela e revirava feito saca-rolha enquanto metia fundo. "Aaaaaiiiiiii tô morrendo aiiiiii, nunca senti isso, aaaaiiiiiii, vou gozar aaaaahhhhhhhhh", a Fer falava sem parar.
Meus ovos molharam com o contato do argolinha dela que tava encharcada. E eu senti ela gozar e não parei. "Aiiii meu amor, chega, chega pelo amor de Deus que eu gozo de novo, ahhhsiiii, aaahhhhh, siiiiiiii, seeeeeeeee, toma, tomaaaa". "Aiiii merda siiiim", gritei eu e comecei a soltar a porra no cu dela. "Aiiii nãoooo, viado!! Por que você gozou dentro?! Não tira que eu quero gozar de novo", ela dizia igual uma louca enquanto se esfregava com fúria no clitóris.
Era impressionante o prazer que eu sentia com aquela pica enfiada, sentindo a bunda dela pulsar enquanto ela gozava de novo. "Meu Deus!! Que tesão!! Ayy Max, você é o melhor", ela disse ao se acalmar e soltou um suspiro de satisfação que dobrou meu ego.
Aquela foda foi a melhor com a Fer. Nos meses seguintes, mantive minha promessa e comi ela pelo menos uma vez a cada quinze dias, até ela estar de sete meses. Depois meio que complicou. E eu comecei a sentir culpa, e ela também.
Com a Mery eu cortei um pouco depois, no começo desse ano. Fiquei uma semana de luto, e depois a putaria voltou. Faz pouco tempo que a Fer me chamou de novo pra gente se ver. "Você não tem ideia do tamanhão que minhas tetas tão, não pode perder essa", foi a frase que me convenceu.
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