Vi Meu Velho Comendo Minha Tia e Me Peguei Continuando 2
Com o Selo de Prazer e Tesão…
— Cala a boca, sua puta!!!
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ai, ha, ai, ha, ai, haaa, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa… vão nos, ha, ha… Ha, ha, ha… vão nos ver, Humberto, que gostoso hoooo haaaaaaaaaaa.
— Falei pra calar a boca, puta. — Meu pai mandava enquanto minha tia gemia que nem uma vagabunda, eu tava com tanta raiva, ou talvez de tesão pelo que via, nem percebi quando comecei a tocar minha buceta, eu tava de saia curta, então foi fácil enfiar a mão por baixo da calcinha e me acariciar um pouco.
— Sim. — Disse minha tia submissa, não acreditava que tudo que ela tinha me dito tava desmoronando. — Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
— Savannah!!!! — Ouvi da sala a voz da minha mãe.
— Paaaaara, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… mas meu pai não parou, só aumentou as estocadas.
— Ah, não, não vai ficar assim não, vou te arrebentar porque sim. — Disse meu pai e cravou mais fundo o pau descomunal dentro da minha tia.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaa Deeeeeus Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! — Foi quando meu pai rapidamente se desgrudou da minha tia, ajeitou o vestido dela e escondeu o pau ainda duro dentro da calça. — Haaaaaaaaaaaaayyyyyyyyyyyyyyyyy Delíciaaaaaaaaaaaa. — Notei que o pau duro do meu pai escorria porra, igual da buceta da minha tia, ele como pôde ajeitou a calcinha fio dental e o vestido dela e guardou o membro na calça.
— Tô… tô indo. — Disse a Sava. Tava ofegante, ajeitou o vestido e o cabelo. Meu pai deixou ela ir, mas antes colocou a mão na bunda dela e deu um tapa.
— Lembra que vou arrebentar essa rabeta. Isso não foi nada, sabe disso né… Você não vai escapar do meu pau. — Minha tia foi embora, mas antes de sair, se virou e sorriu pra ele.
Eu tinha visto tudo sem perder nenhum detalhe, me mexi rápido pra eles não perceberem que eu tava espiando, meu corpo tremia de tesão. que tinha acontecido. O resto da reunião seguiu sem nenhum outro encontro, até que Savannah, antes de se retirar, pediu pra ir ao banheiro; na mesma hora, meu pai se desculpou com a desculpa de que precisava fazer uma ligação de trabalho que tinha esquecido. Eu aproveitei, me despedi e fui pro meu quarto, que ficava colado no banheiro. Antes de chegar, vi meu pai entrando no banheiro onde a Savannah estava. Sem hesitar, me aproximei e olhei pela fresta da porta, que na pressa tinha ficado aberta. Meu pai estava atrás da Savannah, segurando ela pela cintura e se colando no corpo dela; ela se mexia tentando se soltar, mas a cada tentativa levantava a bunda e se esfregava no pau dele.
— Sente como você me deixa duro. — Ele dizia.
— Humberto, aqui não, minha irmã… tá lá embaixo. — Dizia minha tia num tom que dava pra perceber o tesão dela.
— Você não tá com vontade de ter ele assim duro dentro da sua buceta?
— Para, aqui não… por favor haaaa, não para. — Disse minha tia. Em outro lugar, vamos pra outro lugar. Eu não acreditava no que tava ouvindo.
— Era isso que eu queria ouvir. — Disse meu velho, que tirou as mãos da cintura dela e levou pros peitos dela, começando a apalpar.
— Agora eu desço e falo que tenho que sair por causa do trabalho, e te levo pra sua casa e te dou a foda da sua vida.
— Não exagera. — Disse a Sava sorrindo.
— Fala o que quiser, mas você sabe que eu sou o único que te faz gritar de verdade, putinha, agora cala a boca e se prepara mentalmente porque vou meter forte. Vou deixar seu cu bem aberto, vou te destruir, puta, por vir na minha casa me provocar. — Depois de falar isso, meu pai soltou ela. Corri pro meu quarto e consegui ver ele saindo do banheiro. Dois minutos depois, minha tia saiu. Não passou nem 10 minutos e eu ouvi o carro do meu pai saindo da garagem.
Que ingênua, pensei, e voltei pro meu quarto. Meu pai tinha saído com minha tia e minha mãe era uma ingênua. Na minha cabeça, eu imaginava meu pai, um homem de família de 49 anos, com minha tia de 27. Como minha tia podia se interessar pelo meu pai? Sendo tão gostosa, que pergunta besta a minha, no que ele reparou, com certeza na boceta enorme dela. Podia ter qualquer homem, mas não qualquer homem teria o que meu pai tinha, ela tinha um bom partido, um homem bonito, bom que a mimava com dinheiro, mas mesmo assim, meu pai podia possuir ela. Imaginava meu pai comendo minha tia, e sem perceber, fiquei excitada.
— "Vou arrebentar essa sua bunda pequena" — lembrava meu pai dizendo pra Savannah.
Com certeza naquele momento ele já tava arrebentando ela, quase sem perceber levei minha mão na minha buceta e comecei a me masturbar. Fantasiava em ver minha tia, linda e desejada por todos, sendo fodida pelo meu pai. No final não aguentei, já era umas 1 da madrugada, eu era menor de idade, mas meus pais me davam liberdade, peguei meu celular, falei pra minha mãe que ia dormir na casa de uma amiga, por causa de um trabalho da faculdade, falei com essa amiga e pedi pra ela me ajudar com essa mentira, que amanhã explicava tudo, ela me deu cobertura, chamei um táxi e dei o endereço da casa da minha tia, e fui direto pra lá o mais rápido que o taxista conseguiu, ao chegar, paguei o taxista e entrei na casa, tinha minha própria chave da casa, minha tia tinha me dado, entrei e com cuidado fechei a porta e fui direto pro quarto dela, os sem-vergonha já estavam lá, não precisava chegar perto pra ouvir eles...
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah. — Gemia minha tia possuída pelo meu pai. — Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah.
Eu fui me aproximando mais da porta do quarto dela, tava aberta e na porta, estavam as roupas deles jogadas no chão, no melhor estilo das migalhas de pão de João e Maria, puta que pariu, tavam com muita vontade de transar, eu tava muito tesuda e me aproximei ainda mais.
— Ufff…, Savannah, não acredito como você tá apertada…. Mmm… Savannah, você gosta?, gosta que eu esteja Dentro de você? Fazia tempo que a gente não fazia isso. —Meu pai perguntava pra minha tia.
—Siiiiim haaaa siii haaa eu gosto… eu adoro, papai, haaaaaaaaaaa. —Dizia minha tia.
Ali estava minha tia querida, completamente nua e com aquele corpo deslumbrante todo suado, de quem já sabia há quanto tempo estavam se pegando, que eu perdi a cena. As pernas dela abertas e enroscadas na cintura do meu pai, as duas mãos mexendo nos cabelos, o rosto todo vermelho, os olhos revirando pra todo lado, com um olhar perdido no prazer, os peitos dela… Uffa… que peitos…, o milagre da cirurgia. Não sou lésbica, mas tenho que admitir que minha tia era uma mulherão. Os peitos dela eram redondos, grandes, lindos, balançando no ritmo das estocadas do meu pai, os mamilos roçados, grandes e duros de tesão, a auréola bem grande e marcada, e do outro lado meu pai em cima dela.
—Ha, ha, ha, haaaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaaaaa… sim haa, ha, ha, ha, haaaa sim ha, ha, haa, ha, haaaaa… continua, papai.
—Você gosta, putinha?
—Sim, eu gosto! Siiim! Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Isso pra você ver quem te come gostoso.
—Ai, seu papaiiiiiii! Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
Os ombros, alto, enorme, eu via as costas do meu pai. Percebi que ele também não tinha um corpo ruim, cheio de pelos grisalhos já, mas não era um corpo feio. Me incomodava a paixão com que eles se tratavam, aquela luxúria não era coisa de álcool. Os malditos nem apagaram a luz, chegaram direto pra foder. Agradeci por isso, assim eu via tudo muito normal e podia gravar sem muito problema. Com o quadril dele colado no quadril da minha tia, meu pai se movendo pra frente e pra trás num ritmo hipnótico que, pela sincronia com que a Sava também se mexia, era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo. Os dois tinham um ritmo constante, uníssono e hipnotizante. Que imagem, ver meu pai comendo monumentalmente minha tia querida daquele jeito. Tão dura.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha siiiiiiiiiiii, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa… sim, gostoso, papai, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa. —Gemia a puta da minha tia.
Duro e duro o bombar, Savannah, longe, muito longe de recusar, abria mais as pernas e os braços colocava na cintura do meu pai pra empurrar ele mais pra dentro. O rosto do meu pai eu não via diretamente, mas pelo espelho dava pra ver que ele tava curtindo como nunca poder penetrar a minha tia, a mulher desejada por todo mundo, mas que era só do meu pai, como uma puta no cio. Enquanto isso rolava, Savannah só preferia gemer e gemer, meu pai só dizia como era bom entrar nela, ele era quem mais trabalhava pelo que dava pra ver, ela quem mais gozava.
—Haaa, que gostoso é estar dentro de você de novo, Sava, de verdade você é a melhor de todas as minhas putas. —Dizia meu pai no meio do prazer.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Huuus, puta, mas que apertada tem essa buceta… já tinha esquecido… mas que gostosa você tem, puta.
—Haaaaa, ha, haaaa, ha, sim, ha, haaaaaa, ha, haaaaaa…. gostoso, eu gosto! Haaaa, ha, haaaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaaaa… só pra você, papai!
Os dois amantes se elogiavam, enquanto se comiam de beijos, isso me excitava tanto que eu tava com uma mão segurando meu celular gravando eles, e com a outra eu tava me masturbando, não aguentava. E preciso deixar claro que era a primeira vez na minha vida que eu me masturbava. Não sei quanto tempo ficaram assim, nesse vai e vem de quadris juntos, eu tava muito molhada, e ainda continuava, minha tia era uma puta de primeira, e meu pai era um garanhão pelo que eu via. Os movimentos rítmicos do meu pai eram rápidos e constantes, tudo isso junto com o rangido das molas da cama, minha tia já tava banhada em suor, com certeza com vários orgasmos na conta, aquela puta traidora mentirosa, olha só, foder com meu pai, e de repente, sem dizer mais nada. Meu pai parou e substituiu o vai e vem rítmico por um mete e tira, enfiando o pau dele mais fundo na minha tia, se é que isso era possível.
— Haaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaa. — Os gemidos da minha tia eram mais longos e profundos que os anteriores. — Ai, papai, você me parte. — Dizia minha tia, e esse negócio de “papai” me perturbava porque era eu quem chamava ele assim.
Mais fundo, mais prolongado, meu pai fazia sem piedade. Já não era tão rápido, com certeza estava cansado, mas continuava comendo ela, e minha tia continuava aproveitando. Com tudo isso, Sava, cada vez que sentia o pau do meu pai, tremia e arqueava as costas, abria a boca e apertava os olhos com força, fazendo caretas de que estava sentindo o pau do meu pai bem dentro dela. Foram várias as investidas do meu pai que Sava recebeu desse jeito, mas ela aguentava as porradas como uma boa puta, recebendo o pau do meu pai.
Meu pai foi quem cansou e, sem tirar o pinto ereto da buceta molhada da Sava, parou de se mexer pra descansar um pouco. Se inclinou pra frente e começou a beijar ela na boca com paixão — que gostoso devia ser aqueles beijos. Depois de um tempo se beijando, meu pai se desgrudou do corpo da minha tia. O que eu vi foi ainda mais impressionante: o pau dele era incrível, enorme, longo e duro, completamente molhado pelos orgasmos da Sava que tinham inundado ele. Mas o mais incrível foi ver a Savannah, minha tia, totalmente aberta de pernas, sem um único pelo na buceta depilada, escorrendo inteira de suco vaginal graças ao meu pai, que tinha feito ela gozar. A buceta dela abria e fechava enquanto soltava mais porra e fluido vaginal. Eu me encolhi um pouco pra trás pra ela não me ver e poder gravar melhor, aproximei mais a lente da minha câmera pra pegar tudo direitinho.
Meu pai devia estar se sentindo no paraíso de estar ali dentro, e ela também, com um pau daqueles dentro dela. A imagem me esquentava. Minha tia não tirava os olhos da pica dura do meu pai, a bombeada que ela tinha levado foi sem dúvida impressionante e com certeza ela queria ver o que tinha causado todo aquele prazer.
— Não pense que isso acaba aqui! Eu te disse que ia te dar a foda da sua vida.
— Mas… mas é uma loucura, estou muito cansada, já chega, vou desmaiar se continuarmos assim.
— Não me importo, cala a boca, puta, e obedece.
— Sim. — Disse minha tia submissa, eu não podia acreditar no que via, primeiro porque meu pai ainda queria mais, um homem maduro, um velho, tinha mais vitalidade que qualquer jovem que eu ou minha tia conhecíamos com certeza, e o outro era que, bem, o quanto minha tia era submissa ao meu pai, não sabia o que pensar disso. Meu pai se deitou de barriga para cima na cama, o pau dele estava tão duro que apontava para o teto.
— Já cala a boca e vem, Savannah, é hora de você cavalgar! — Disse meu pai.
Sava só engoliu saliva, me surpreendeu o quanto ela era submissa, mas sem dizer nada, ela se levantou por um momento, vi o corpo perfeito da minha tia suado, com o cabelo grudado no pescoço, mas as curvas do corpo bem marcadas, com a bunda bem empinada e os peitos grandes e firmes, foram alguns segundos porque minha tia subiu na cama e montou no meu pai, cavalgando ele. Não podia acreditar que minha tia enfiava aquilo, minha tia era uma mulherona e com certeza era forte, mas pelo mais sagrado, a pica do meu pai era simplesmente imensa. Ela se levantou o suficiente para colocar a entrada da buceta na cabeça da pica enorme do meu pai, aos poucos foi descendo.
— Haaaa, haaaa, haaaaa, Mnnnn, haaaa, hoooo. — Reclamava minha tia enquanto descia.
— Vamos, Sava, o que você está esperando? — Dizia meu pai impaciente.
Vi claramente como foi desaparecendo aos poucos a pica do meu pai dentro da minha tia, foi algo lento no começo e eu ouvia os suspiros de Sava, mas dava para ver que ela estava com dificuldade para enfiar, e então aos poucos o tronco foi sumindo dentro da buceta da minha tia, via como a bunda enorme dela parecia ainda maior. grande, não dava pra ver o rosto dela, mas pelos gemidos que se ouviam, ela devia estar curtindo como nunca.
—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah. —Foi quando ela começou a se mexer, mas não era subindo e descendo, não era só se ajeitando, só assim mesmo, mas não me surpreendia, a pica do papai era grande e grossa.
—Já não aguento mais… já não aguento mais… Humberto, tenho ele enfiado bem lá dentro… haaaaaa… Mnnnnnnnn… já não consigo descer mais, tenho ele bem fundo agora.
—Então você sabe o que tem que fazer. —Disse meu pai.
Sava, bem obediente, começou a fazer o trabalho dela, devagar começou a subir e descer, lentamente, aquele descer e subir devagar, aos poucos foi arrancando gemidos da minha tia, o ritmo dela foi aumentando cada vez mais, as cavalgadas foram ficando mais intensas, no começo dava pra notar que minha tia sentia dor, até incomodava descer e subir, mas no final era o contrário, o ritmo ficou frenético e alucinado, vendo as bundonas da minha tia quicando quando caíam na virilha do meu pai, aquela raba da Sava subindo e descendo, enquanto os gemidos eram enormes.
—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaaa… Siiim, ai, ah, aaaai, ai, Aaaai, ai, Aaaai, ai, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaa…. aaaaaa ah, ah… ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah…. Plac, Plac, Plac… ah, ah, ah, ah, ah, Continuaaaa, ah, ah, ah, ah, aaaai, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que delícia, Siiim… Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Meu Deus! Haaaaaa, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaaa… Ai, aaaaa, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah… Siiim… Papaiii… Mmmmm…. Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Que grande a sua pau... ha, ha, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, haaaaaaa…. Mmmmnnnnn, Aahhh… mmffff…não aguento mais, me dá mais, que gostoso…
--Assim que eu gosto, putinha, assim que eu gosto.
--Ai, sou sua putinha, sim.
--Você é!
--Sim, papai haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha…
Eu não acreditava no que minha tia dizia, odiava ela, sim, odiava, com certeza, mas era incrível como ela se comportava, aquilo me deixava com tesão, ela estava curtindo o pau bem dentro do meu pai, e isso me dava nojo, me peguei sentindo ciúmes e isso me assustou, tinha ciúmes porque eu nunca tinha aproveitado o sexo daquele jeito, ou porque minha tia tinha me enganado, ou talvez porque ela tinha traído minha mãe, a irmã dela, ou simplesmente porque eu queria que meu pai me comesse, isso me aterrorizava, não sabia no que pensar. Por outro lado, ela estava ali, curtindo, rebolando os quadris pra cima e pra baixo.
--Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. -Os gemidos dela eram constantes enquanto meu pai brincava com os peitos enormes e duros dela.
Meu pai colocou as duas mãos na bunda da Sava e deu um tapa, as mãos do meu pai quicaram e a bunda da Sava gemeu sem parar, mal se mexeram os dois, continuaram na deles. A cavalgada da Sava era violenta, parecia não ter fim, e eu estava ficando louca, quase entrando na cama também, aos gritos e socos. Ela subia e descia como se estivesse possuída, eu via o rosto dela refletido num espelho do quarto, a cara dela estava cheia de luxúria e prazer, parecia que não ia acabar, e meu pai não dava sinal de que ia gozar, só curtia o corpo da Sava.
--Assim, assim, chupa mais, putinha. -Meu pai dizia, e minha tia só gemia.
--Haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, haaa, haaa, haaaaa… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa…ha, ha, ha, ha, ha, ha.
Depois de muito tempo, vi meu pai agarrar ela com força pela bunda, apertando com tudo, ela soltou um gemido forte que a fez tremer, vi ela finalmente cair no peito do meu pai. Tudo isso fazia Sava tremer, eu achava que seria o fim, era normal pensar nisso, mas parece que não foi assim. Meu pai a tirou de cima dele, enquanto da buceta da minha tia escorria o sêmen do meu pai, o pau do meu pai meio ereto ainda parecia pronto pra batalha, ele se ajeitou atrás dela, meu pai pensava em comê-la de quatro, a posição de cachorrinho onde meu pai ia abrir a raba da Sava e ela não discutiu, bom, mesmo se não quisesse, seria impossível, Sava ficou de quatro, a vista que me restava era pra ver o rabo do meu pai, mas ao mesmo tempo pra ver a cara da minha tia, ela estava com os olhos fechados e o cabelo grudado na pele suada, do meu ponto de vista era uma vista excelente, e ver o rabo do meu pai era uma imagem única, me surpreendi admirando as nádegas dele e as pernas duras, firmes, as costas largas, sim, ele era meio barrigudo e peludo, com cabelos brancos no corpo todo, mas isso não tira o mérito, meu pai foi se ajeitando.
— Levanta essa raba e arqueia as costas. — Ordenou meu pai, e minha tia obedeceu. — Isso, assim que eu gosto.
Meu pai foi se acomodando melhor com aquela vista, depois disso, deu umas metidas, minha tia gemeu, meu pai riu e colocou o pau dele bem na fenda, foi quando minha tia soltou da boca algo que não era um gemido.
— Aaayyyy…. Mmmmm…. Siiiii meeetemeelaaa… buceta linda. — Meu pai não esperou ela pedir de novo, se ajeitou atrás dela e meteu tudo bem fundo. — Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa Deusssssssssssssssssssssss. — Minha tia gemeu forte, arqueando ainda mais as costas. Os olhos de Sava foram se fechando com mais força e o gemido foi longo e prolongado, enquanto meu pai a penetrava mais… mais e mais….
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. — Eram os gemidos da minha tia que se misturavam com o… Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc… que o corpo dela fazia quando a virilha do meu pai batia nas nádegas da minha tia. —Aahhh… Huuuu… Humberto, você tá me Aahhh… partindo no Aahhh… não tão forte… vai mais devagar haaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa Meu Deus…, espera Mmm… já não aguento mais Aahhh… Mmmmm… haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa.
—Aguenta. —Disse meu pai. —Ainda falta mais.
—Pai, não, já não ahh… ahh… ahh… sério, tira que você tá me partindo ahh… Mmmmnnnnn… ahh… no meio… haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaaa… não aguento, não aguento. Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaa.
—Já se acalma, é sempre assim com você, sabe que tem que esperar um pouco pra se acostumar.
—Tá doendo. —Disse minha tia, eu não conseguia entender por que tava doendo se ele só tava enfiando pela buceta por onde já tinha enfiado antes…
Foi aí que entendi, não tavam enfiando pela buceta, não, era pelo cu, era óbvio que ia doer, meu corpo tremeu, até senti pena da minha tia, era inacreditável, não conseguia acreditar que ele tava enfiando uma parada daquelas no cu dela, era normal, ninguém ia culpar ela, meu pai era um homem muito cruel.
—Aahhh… Siiim…, mas é que Aahhh… agora acho que não vou aguentar.
—Cala a boca e aguenta, puta, sei que você gosta.
E sem dizer nada, meu pai começou a bombar ela pelo cu de novo, e agora cada movimento de quadril era mais forte, minha pobre tia, não podia fazer nada além de aguentar aquela porrada, acho que queria se soltar, mas tava tão empalada e meu pai era tão forte que era impossível, ele segurava ela tão firme pelos quadris que ela só conseguiu se enfiar ainda mais… e mais… e enquanto pai dava uma bombada, os peitos da tia balançavam pra frente e pra trás com força, ela não podia fazer mais nada além de aguentar, nesse ponto parei de sentir pena dela, quando vi que o rosto dela mudou de dor pra prazer.
—Ahhh…, ha, ha, ha, ha… Mmm… ha, ha, ha, ha, haaaaa, ahrghhhh… uffff…, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haayy… ayyy…, ahhh… ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, siim…, Mmm… ha, ha, ha, ha, haaaaa, pelo mais sagrado, papai…, me matasaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…. papito… Mmm… ahhh… ahhh… ahhh… ahhh… —O movimento era frenético, meu pai começou a sentir o cansaço, Sava gemia ainda mais forte, mas entre os gemidos também gritava e reclamava.
—Já vou gozar, Sava, vou gozar… arghhhhhhhhhhh… arghhhhhh… toma… toma tudinho… tudinho… —gemeu forte meu tio.
Quero acreditar que jorros de porra inundaram a buceta da tia, que só fechou os olhos com aquela onda toda na bucetona dela. Meu pai parou, ainda com a respiração ofegante, tirou o pau ainda duro da buceta da Sava e deitou de barriga pra cima. Ela, exausta, deitou em cima dele e disse:
—Humberto…!!! De novo você fez sem camisinha…!!!
—Não vai me dizer que não gostou.
—Não é essa a questão. —disse minha tia, irritada. —Que bom, pelo menos gozou na minha buceta, porque senti que foi uma porrada.
—Pelo amor de Deus, você toma pílula, do que tá reclamando?
—Nunca se sabe. —disse minha tia.
—Claro, como não… —agora falavam como se fosse uma conversa qualquer. —Você sabe que eu gosto sem camisinha, o contato pele com pele… Além disso, a gente precisa descansar um pouco pra próxima foda.
—Tá louco?! —disse minha tia, e pra falar a verdade, eu não queria que eles continuassem. —Da última vez que você me comeu cinco vezes, quase não consegui me levantar no dia seguinte. Acho que já deu.
—Não. —disse meu pai. —Você sabe muito bem que isso não é suficiente pra me satisfazer.
E dizendo isso, meu pai beijou minha tia na boca feito um louco, enquanto apagava a luz do abajur que tinha ficado a um metro da cama, deixando o quarto todo na penumbra. E eu lá, ouvindo de novo o que meu pai e minha tia estavam fazendo. Por algum motivo, me senti destruída, sem energia, arrasada. Fui direto pra minha casa, acabada, sem saber o que pensar. Quando cheguei, sem dizer nada, só me deitei. Mas não conseguia dormir. E como ia dormir depois do que vi? Ouvi o barulho da garagem. Será que era meu pai? Eu tinha ficado. Dormida. Olhei pro relógio e vi que eram 6 da manhã. Ela tinha ido embora umas 12 da noite, mais ou menos; tinha passado mais de 6 horas comendo a Savannah. Ainda tava pensando como minha tia, sendo tão gostosa e safada, se entregou pro meu velho. Não sabia o que sentir nem o que pensar, mas uma coisa era certa: não consegui dormir, e não dormi porque fiquei batendo uma. Continua...
Com o Selo de Prazer e Tesão…
— Cala a boca, sua puta!!!
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ai, ha, ai, ha, ai, haaa, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa… vão nos, ha, ha… Ha, ha, ha… vão nos ver, Humberto, que gostoso hoooo haaaaaaaaaaa.
— Falei pra calar a boca, puta. — Meu pai mandava enquanto minha tia gemia que nem uma vagabunda, eu tava com tanta raiva, ou talvez de tesão pelo que via, nem percebi quando comecei a tocar minha buceta, eu tava de saia curta, então foi fácil enfiar a mão por baixo da calcinha e me acariciar um pouco.
— Sim. — Disse minha tia submissa, não acreditava que tudo que ela tinha me dito tava desmoronando. — Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
— Savannah!!!! — Ouvi da sala a voz da minha mãe.
— Paaaaara, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… mas meu pai não parou, só aumentou as estocadas.
— Ah, não, não vai ficar assim não, vou te arrebentar porque sim. — Disse meu pai e cravou mais fundo o pau descomunal dentro da minha tia.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaa Deeeeeus Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! — Foi quando meu pai rapidamente se desgrudou da minha tia, ajeitou o vestido dela e escondeu o pau ainda duro dentro da calça. — Haaaaaaaaaaaaayyyyyyyyyyyyyyyyy Delíciaaaaaaaaaaaa. — Notei que o pau duro do meu pai escorria porra, igual da buceta da minha tia, ele como pôde ajeitou a calcinha fio dental e o vestido dela e guardou o membro na calça.
— Tô… tô indo. — Disse a Sava. Tava ofegante, ajeitou o vestido e o cabelo. Meu pai deixou ela ir, mas antes colocou a mão na bunda dela e deu um tapa.
— Lembra que vou arrebentar essa rabeta. Isso não foi nada, sabe disso né… Você não vai escapar do meu pau. — Minha tia foi embora, mas antes de sair, se virou e sorriu pra ele.
Eu tinha visto tudo sem perder nenhum detalhe, me mexi rápido pra eles não perceberem que eu tava espiando, meu corpo tremia de tesão. que tinha acontecido. O resto da reunião seguiu sem nenhum outro encontro, até que Savannah, antes de se retirar, pediu pra ir ao banheiro; na mesma hora, meu pai se desculpou com a desculpa de que precisava fazer uma ligação de trabalho que tinha esquecido. Eu aproveitei, me despedi e fui pro meu quarto, que ficava colado no banheiro. Antes de chegar, vi meu pai entrando no banheiro onde a Savannah estava. Sem hesitar, me aproximei e olhei pela fresta da porta, que na pressa tinha ficado aberta. Meu pai estava atrás da Savannah, segurando ela pela cintura e se colando no corpo dela; ela se mexia tentando se soltar, mas a cada tentativa levantava a bunda e se esfregava no pau dele.
— Sente como você me deixa duro. — Ele dizia.
— Humberto, aqui não, minha irmã… tá lá embaixo. — Dizia minha tia num tom que dava pra perceber o tesão dela.
— Você não tá com vontade de ter ele assim duro dentro da sua buceta?
— Para, aqui não… por favor haaaa, não para. — Disse minha tia. Em outro lugar, vamos pra outro lugar. Eu não acreditava no que tava ouvindo.
— Era isso que eu queria ouvir. — Disse meu velho, que tirou as mãos da cintura dela e levou pros peitos dela, começando a apalpar.
— Agora eu desço e falo que tenho que sair por causa do trabalho, e te levo pra sua casa e te dou a foda da sua vida.
— Não exagera. — Disse a Sava sorrindo.
— Fala o que quiser, mas você sabe que eu sou o único que te faz gritar de verdade, putinha, agora cala a boca e se prepara mentalmente porque vou meter forte. Vou deixar seu cu bem aberto, vou te destruir, puta, por vir na minha casa me provocar. — Depois de falar isso, meu pai soltou ela. Corri pro meu quarto e consegui ver ele saindo do banheiro. Dois minutos depois, minha tia saiu. Não passou nem 10 minutos e eu ouvi o carro do meu pai saindo da garagem.
Que ingênua, pensei, e voltei pro meu quarto. Meu pai tinha saído com minha tia e minha mãe era uma ingênua. Na minha cabeça, eu imaginava meu pai, um homem de família de 49 anos, com minha tia de 27. Como minha tia podia se interessar pelo meu pai? Sendo tão gostosa, que pergunta besta a minha, no que ele reparou, com certeza na boceta enorme dela. Podia ter qualquer homem, mas não qualquer homem teria o que meu pai tinha, ela tinha um bom partido, um homem bonito, bom que a mimava com dinheiro, mas mesmo assim, meu pai podia possuir ela. Imaginava meu pai comendo minha tia, e sem perceber, fiquei excitada.
— "Vou arrebentar essa sua bunda pequena" — lembrava meu pai dizendo pra Savannah.
Com certeza naquele momento ele já tava arrebentando ela, quase sem perceber levei minha mão na minha buceta e comecei a me masturbar. Fantasiava em ver minha tia, linda e desejada por todos, sendo fodida pelo meu pai. No final não aguentei, já era umas 1 da madrugada, eu era menor de idade, mas meus pais me davam liberdade, peguei meu celular, falei pra minha mãe que ia dormir na casa de uma amiga, por causa de um trabalho da faculdade, falei com essa amiga e pedi pra ela me ajudar com essa mentira, que amanhã explicava tudo, ela me deu cobertura, chamei um táxi e dei o endereço da casa da minha tia, e fui direto pra lá o mais rápido que o taxista conseguiu, ao chegar, paguei o taxista e entrei na casa, tinha minha própria chave da casa, minha tia tinha me dado, entrei e com cuidado fechei a porta e fui direto pro quarto dela, os sem-vergonha já estavam lá, não precisava chegar perto pra ouvir eles...
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah. — Gemia minha tia possuída pelo meu pai. — Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah.
Eu fui me aproximando mais da porta do quarto dela, tava aberta e na porta, estavam as roupas deles jogadas no chão, no melhor estilo das migalhas de pão de João e Maria, puta que pariu, tavam com muita vontade de transar, eu tava muito tesuda e me aproximei ainda mais.
— Ufff…, Savannah, não acredito como você tá apertada…. Mmm… Savannah, você gosta?, gosta que eu esteja Dentro de você? Fazia tempo que a gente não fazia isso. —Meu pai perguntava pra minha tia.
—Siiiiim haaaa siii haaa eu gosto… eu adoro, papai, haaaaaaaaaaa. —Dizia minha tia.
Ali estava minha tia querida, completamente nua e com aquele corpo deslumbrante todo suado, de quem já sabia há quanto tempo estavam se pegando, que eu perdi a cena. As pernas dela abertas e enroscadas na cintura do meu pai, as duas mãos mexendo nos cabelos, o rosto todo vermelho, os olhos revirando pra todo lado, com um olhar perdido no prazer, os peitos dela… Uffa… que peitos…, o milagre da cirurgia. Não sou lésbica, mas tenho que admitir que minha tia era uma mulherão. Os peitos dela eram redondos, grandes, lindos, balançando no ritmo das estocadas do meu pai, os mamilos roçados, grandes e duros de tesão, a auréola bem grande e marcada, e do outro lado meu pai em cima dela.
—Ha, ha, ha, haaaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, ha, haaaaaaa… sim haa, ha, ha, ha, haaaa sim ha, ha, haa, ha, haaaaa… continua, papai.
—Você gosta, putinha?
—Sim, eu gosto! Siiim! Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Isso pra você ver quem te come gostoso.
—Ai, seu papaiiiiiii! Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
Os ombros, alto, enorme, eu via as costas do meu pai. Percebi que ele também não tinha um corpo ruim, cheio de pelos grisalhos já, mas não era um corpo feio. Me incomodava a paixão com que eles se tratavam, aquela luxúria não era coisa de álcool. Os malditos nem apagaram a luz, chegaram direto pra foder. Agradeci por isso, assim eu via tudo muito normal e podia gravar sem muito problema. Com o quadril dele colado no quadril da minha tia, meu pai se movendo pra frente e pra trás num ritmo hipnótico que, pela sincronia com que a Sava também se mexia, era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo. Os dois tinham um ritmo constante, uníssono e hipnotizante. Que imagem, ver meu pai comendo monumentalmente minha tia querida daquele jeito. Tão dura.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha siiiiiiiiiiii, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa… sim, gostoso, papai, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa. —Gemia a puta da minha tia.
Duro e duro o bombar, Savannah, longe, muito longe de recusar, abria mais as pernas e os braços colocava na cintura do meu pai pra empurrar ele mais pra dentro. O rosto do meu pai eu não via diretamente, mas pelo espelho dava pra ver que ele tava curtindo como nunca poder penetrar a minha tia, a mulher desejada por todo mundo, mas que era só do meu pai, como uma puta no cio. Enquanto isso rolava, Savannah só preferia gemer e gemer, meu pai só dizia como era bom entrar nela, ele era quem mais trabalhava pelo que dava pra ver, ela quem mais gozava.
—Haaa, que gostoso é estar dentro de você de novo, Sava, de verdade você é a melhor de todas as minhas putas. —Dizia meu pai no meio do prazer.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Huuus, puta, mas que apertada tem essa buceta… já tinha esquecido… mas que gostosa você tem, puta.
—Haaaaa, ha, haaaa, ha, sim, ha, haaaaaa, ha, haaaaaa…. gostoso, eu gosto! Haaaa, ha, haaaaa, ha, haaaa, ha, haaaa, haaaaaa… só pra você, papai!
Os dois amantes se elogiavam, enquanto se comiam de beijos, isso me excitava tanto que eu tava com uma mão segurando meu celular gravando eles, e com a outra eu tava me masturbando, não aguentava. E preciso deixar claro que era a primeira vez na minha vida que eu me masturbava. Não sei quanto tempo ficaram assim, nesse vai e vem de quadris juntos, eu tava muito molhada, e ainda continuava, minha tia era uma puta de primeira, e meu pai era um garanhão pelo que eu via. Os movimentos rítmicos do meu pai eram rápidos e constantes, tudo isso junto com o rangido das molas da cama, minha tia já tava banhada em suor, com certeza com vários orgasmos na conta, aquela puta traidora mentirosa, olha só, foder com meu pai, e de repente, sem dizer mais nada. Meu pai parou e substituiu o vai e vem rítmico por um mete e tira, enfiando o pau dele mais fundo na minha tia, se é que isso era possível.
— Haaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaa. — Os gemidos da minha tia eram mais longos e profundos que os anteriores. — Ai, papai, você me parte. — Dizia minha tia, e esse negócio de “papai” me perturbava porque era eu quem chamava ele assim.
Mais fundo, mais prolongado, meu pai fazia sem piedade. Já não era tão rápido, com certeza estava cansado, mas continuava comendo ela, e minha tia continuava aproveitando. Com tudo isso, Sava, cada vez que sentia o pau do meu pai, tremia e arqueava as costas, abria a boca e apertava os olhos com força, fazendo caretas de que estava sentindo o pau do meu pai bem dentro dela. Foram várias as investidas do meu pai que Sava recebeu desse jeito, mas ela aguentava as porradas como uma boa puta, recebendo o pau do meu pai.
Meu pai foi quem cansou e, sem tirar o pinto ereto da buceta molhada da Sava, parou de se mexer pra descansar um pouco. Se inclinou pra frente e começou a beijar ela na boca com paixão — que gostoso devia ser aqueles beijos. Depois de um tempo se beijando, meu pai se desgrudou do corpo da minha tia. O que eu vi foi ainda mais impressionante: o pau dele era incrível, enorme, longo e duro, completamente molhado pelos orgasmos da Sava que tinham inundado ele. Mas o mais incrível foi ver a Savannah, minha tia, totalmente aberta de pernas, sem um único pelo na buceta depilada, escorrendo inteira de suco vaginal graças ao meu pai, que tinha feito ela gozar. A buceta dela abria e fechava enquanto soltava mais porra e fluido vaginal. Eu me encolhi um pouco pra trás pra ela não me ver e poder gravar melhor, aproximei mais a lente da minha câmera pra pegar tudo direitinho.
Meu pai devia estar se sentindo no paraíso de estar ali dentro, e ela também, com um pau daqueles dentro dela. A imagem me esquentava. Minha tia não tirava os olhos da pica dura do meu pai, a bombeada que ela tinha levado foi sem dúvida impressionante e com certeza ela queria ver o que tinha causado todo aquele prazer.
— Não pense que isso acaba aqui! Eu te disse que ia te dar a foda da sua vida.
— Mas… mas é uma loucura, estou muito cansada, já chega, vou desmaiar se continuarmos assim.
— Não me importo, cala a boca, puta, e obedece.
— Sim. — Disse minha tia submissa, eu não podia acreditar no que via, primeiro porque meu pai ainda queria mais, um homem maduro, um velho, tinha mais vitalidade que qualquer jovem que eu ou minha tia conhecíamos com certeza, e o outro era que, bem, o quanto minha tia era submissa ao meu pai, não sabia o que pensar disso. Meu pai se deitou de barriga para cima na cama, o pau dele estava tão duro que apontava para o teto.
— Já cala a boca e vem, Savannah, é hora de você cavalgar! — Disse meu pai.
Sava só engoliu saliva, me surpreendeu o quanto ela era submissa, mas sem dizer nada, ela se levantou por um momento, vi o corpo perfeito da minha tia suado, com o cabelo grudado no pescoço, mas as curvas do corpo bem marcadas, com a bunda bem empinada e os peitos grandes e firmes, foram alguns segundos porque minha tia subiu na cama e montou no meu pai, cavalgando ele. Não podia acreditar que minha tia enfiava aquilo, minha tia era uma mulherona e com certeza era forte, mas pelo mais sagrado, a pica do meu pai era simplesmente imensa. Ela se levantou o suficiente para colocar a entrada da buceta na cabeça da pica enorme do meu pai, aos poucos foi descendo.
— Haaaa, haaaa, haaaaa, Mnnnn, haaaa, hoooo. — Reclamava minha tia enquanto descia.
— Vamos, Sava, o que você está esperando? — Dizia meu pai impaciente.
Vi claramente como foi desaparecendo aos poucos a pica do meu pai dentro da minha tia, foi algo lento no começo e eu ouvia os suspiros de Sava, mas dava para ver que ela estava com dificuldade para enfiar, e então aos poucos o tronco foi sumindo dentro da buceta da minha tia, via como a bunda enorme dela parecia ainda maior. grande, não dava pra ver o rosto dela, mas pelos gemidos que se ouviam, ela devia estar curtindo como nunca.
—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah. —Foi quando ela começou a se mexer, mas não era subindo e descendo, não era só se ajeitando, só assim mesmo, mas não me surpreendia, a pica do papai era grande e grossa.
—Já não aguento mais… já não aguento mais… Humberto, tenho ele enfiado bem lá dentro… haaaaaa… Mnnnnnnnn… já não consigo descer mais, tenho ele bem fundo agora.
—Então você sabe o que tem que fazer. —Disse meu pai.
Sava, bem obediente, começou a fazer o trabalho dela, devagar começou a subir e descer, lentamente, aquele descer e subir devagar, aos poucos foi arrancando gemidos da minha tia, o ritmo dela foi aumentando cada vez mais, as cavalgadas foram ficando mais intensas, no começo dava pra notar que minha tia sentia dor, até incomodava descer e subir, mas no final era o contrário, o ritmo ficou frenético e alucinado, vendo as bundonas da minha tia quicando quando caíam na virilha do meu pai, aquela raba da Sava subindo e descendo, enquanto os gemidos eram enormes.
—Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaaa… Siiim, ai, ah, aaaai, ai, Aaaai, ai, Aaaai, ai, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaa…. aaaaaa ah, ah… ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah…. Plac, Plac, Plac… ah, ah, ah, ah, ah, Continuaaaa, ah, ah, ah, ah, aaaai, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que delícia, Siiim… Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Meu Deus! Haaaaaa, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaaa… Ai, aaaaa, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah… Siiim… Papaiii… Mmmmm…. Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Que grande a sua pau... ha, ha, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, haaaaaaa…. Mmmmnnnnn, Aahhh… mmffff…não aguento mais, me dá mais, que gostoso…
--Assim que eu gosto, putinha, assim que eu gosto.
--Ai, sou sua putinha, sim.
--Você é!
--Sim, papai haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha…
Eu não acreditava no que minha tia dizia, odiava ela, sim, odiava, com certeza, mas era incrível como ela se comportava, aquilo me deixava com tesão, ela estava curtindo o pau bem dentro do meu pai, e isso me dava nojo, me peguei sentindo ciúmes e isso me assustou, tinha ciúmes porque eu nunca tinha aproveitado o sexo daquele jeito, ou porque minha tia tinha me enganado, ou talvez porque ela tinha traído minha mãe, a irmã dela, ou simplesmente porque eu queria que meu pai me comesse, isso me aterrorizava, não sabia no que pensar. Por outro lado, ela estava ali, curtindo, rebolando os quadris pra cima e pra baixo.
--Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. -Os gemidos dela eram constantes enquanto meu pai brincava com os peitos enormes e duros dela.
Meu pai colocou as duas mãos na bunda da Sava e deu um tapa, as mãos do meu pai quicaram e a bunda da Sava gemeu sem parar, mal se mexeram os dois, continuaram na deles. A cavalgada da Sava era violenta, parecia não ter fim, e eu estava ficando louca, quase entrando na cama também, aos gritos e socos. Ela subia e descia como se estivesse possuída, eu via o rosto dela refletido num espelho do quarto, a cara dela estava cheia de luxúria e prazer, parecia que não ia acabar, e meu pai não dava sinal de que ia gozar, só curtia o corpo da Sava.
--Assim, assim, chupa mais, putinha. -Meu pai dizia, e minha tia só gemia.
--Haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, haaa, haaa, haaaaa… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa…ha, ha, ha, ha, ha, ha.
Depois de muito tempo, vi meu pai agarrar ela com força pela bunda, apertando com tudo, ela soltou um gemido forte que a fez tremer, vi ela finalmente cair no peito do meu pai. Tudo isso fazia Sava tremer, eu achava que seria o fim, era normal pensar nisso, mas parece que não foi assim. Meu pai a tirou de cima dele, enquanto da buceta da minha tia escorria o sêmen do meu pai, o pau do meu pai meio ereto ainda parecia pronto pra batalha, ele se ajeitou atrás dela, meu pai pensava em comê-la de quatro, a posição de cachorrinho onde meu pai ia abrir a raba da Sava e ela não discutiu, bom, mesmo se não quisesse, seria impossível, Sava ficou de quatro, a vista que me restava era pra ver o rabo do meu pai, mas ao mesmo tempo pra ver a cara da minha tia, ela estava com os olhos fechados e o cabelo grudado na pele suada, do meu ponto de vista era uma vista excelente, e ver o rabo do meu pai era uma imagem única, me surpreendi admirando as nádegas dele e as pernas duras, firmes, as costas largas, sim, ele era meio barrigudo e peludo, com cabelos brancos no corpo todo, mas isso não tira o mérito, meu pai foi se ajeitando.
— Levanta essa raba e arqueia as costas. — Ordenou meu pai, e minha tia obedeceu. — Isso, assim que eu gosto.
Meu pai foi se acomodando melhor com aquela vista, depois disso, deu umas metidas, minha tia gemeu, meu pai riu e colocou o pau dele bem na fenda, foi quando minha tia soltou da boca algo que não era um gemido.
— Aaayyyy…. Mmmmm…. Siiiii meeetemeelaaa… buceta linda. — Meu pai não esperou ela pedir de novo, se ajeitou atrás dela e meteu tudo bem fundo. — Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa Deusssssssssssssssssssssss. — Minha tia gemeu forte, arqueando ainda mais as costas. Os olhos de Sava foram se fechando com mais força e o gemido foi longo e prolongado, enquanto meu pai a penetrava mais… mais e mais….
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. — Eram os gemidos da minha tia que se misturavam com o… Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc, Ploc… que o corpo dela fazia quando a virilha do meu pai batia nas nádegas da minha tia. —Aahhh… Huuuu… Humberto, você tá me Aahhh… partindo no Aahhh… não tão forte… vai mais devagar haaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa Meu Deus…, espera Mmm… já não aguento mais Aahhh… Mmmmm… haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa.
—Aguenta. —Disse meu pai. —Ainda falta mais.
—Pai, não, já não ahh… ahh… ahh… sério, tira que você tá me partindo ahh… Mmmmnnnnn… ahh… no meio… haaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaaaa… não aguento, não aguento. Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaa.
—Já se acalma, é sempre assim com você, sabe que tem que esperar um pouco pra se acostumar.
—Tá doendo. —Disse minha tia, eu não conseguia entender por que tava doendo se ele só tava enfiando pela buceta por onde já tinha enfiado antes…
Foi aí que entendi, não tavam enfiando pela buceta, não, era pelo cu, era óbvio que ia doer, meu corpo tremeu, até senti pena da minha tia, era inacreditável, não conseguia acreditar que ele tava enfiando uma parada daquelas no cu dela, era normal, ninguém ia culpar ela, meu pai era um homem muito cruel.
—Aahhh… Siiim…, mas é que Aahhh… agora acho que não vou aguentar.
—Cala a boca e aguenta, puta, sei que você gosta.
E sem dizer nada, meu pai começou a bombar ela pelo cu de novo, e agora cada movimento de quadril era mais forte, minha pobre tia, não podia fazer nada além de aguentar aquela porrada, acho que queria se soltar, mas tava tão empalada e meu pai era tão forte que era impossível, ele segurava ela tão firme pelos quadris que ela só conseguiu se enfiar ainda mais… e mais… e enquanto pai dava uma bombada, os peitos da tia balançavam pra frente e pra trás com força, ela não podia fazer mais nada além de aguentar, nesse ponto parei de sentir pena dela, quando vi que o rosto dela mudou de dor pra prazer.
—Ahhh…, ha, ha, ha, ha… Mmm… ha, ha, ha, ha, haaaaa, ahrghhhh… uffff…, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haayy… ayyy…, ahhh… ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, siim…, Mmm… ha, ha, ha, ha, haaaaa, pelo mais sagrado, papai…, me matasaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…. papito… Mmm… ahhh… ahhh… ahhh… ahhh… —O movimento era frenético, meu pai começou a sentir o cansaço, Sava gemia ainda mais forte, mas entre os gemidos também gritava e reclamava.
—Já vou gozar, Sava, vou gozar… arghhhhhhhhhhh… arghhhhhh… toma… toma tudinho… tudinho… —gemeu forte meu tio.
Quero acreditar que jorros de porra inundaram a buceta da tia, que só fechou os olhos com aquela onda toda na bucetona dela. Meu pai parou, ainda com a respiração ofegante, tirou o pau ainda duro da buceta da Sava e deitou de barriga pra cima. Ela, exausta, deitou em cima dele e disse:
—Humberto…!!! De novo você fez sem camisinha…!!!
—Não vai me dizer que não gostou.
—Não é essa a questão. —disse minha tia, irritada. —Que bom, pelo menos gozou na minha buceta, porque senti que foi uma porrada.
—Pelo amor de Deus, você toma pílula, do que tá reclamando?
—Nunca se sabe. —disse minha tia.
—Claro, como não… —agora falavam como se fosse uma conversa qualquer. —Você sabe que eu gosto sem camisinha, o contato pele com pele… Além disso, a gente precisa descansar um pouco pra próxima foda.
—Tá louco?! —disse minha tia, e pra falar a verdade, eu não queria que eles continuassem. —Da última vez que você me comeu cinco vezes, quase não consegui me levantar no dia seguinte. Acho que já deu.
—Não. —disse meu pai. —Você sabe muito bem que isso não é suficiente pra me satisfazer.
E dizendo isso, meu pai beijou minha tia na boca feito um louco, enquanto apagava a luz do abajur que tinha ficado a um metro da cama, deixando o quarto todo na penumbra. E eu lá, ouvindo de novo o que meu pai e minha tia estavam fazendo. Por algum motivo, me senti destruída, sem energia, arrasada. Fui direto pra minha casa, acabada, sem saber o que pensar. Quando cheguei, sem dizer nada, só me deitei. Mas não conseguia dormir. E como ia dormir depois do que vi? Ouvi o barulho da garagem. Será que era meu pai? Eu tinha ficado. Dormida. Olhei pro relógio e vi que eram 6 da manhã. Ela tinha ido embora umas 12 da noite, mais ou menos; tinha passado mais de 6 horas comendo a Savannah. Ainda tava pensando como minha tia, sendo tão gostosa e safada, se entregou pro meu velho. Não sabia o que sentir nem o que pensar, mas uma coisa era certa: não consegui dormir, e não dormi porque fiquei batendo uma. Continua...
1 comentários - Vi Como Mi Viejo Se Coge a mi Tía y Me Prendió Continuando