Fui acordado pela minha mãe gritando comigo da sala de estar.
—Maria no telefone! Sai logo da cama e atende!
Eu tinha caído no sono. Pulei da cama, fui pra sala e me apressei pra responder.
—Oi, Maria? —falei assim que peguei o gancho do velho telefone de baquelite.
—Oi! Beleza? Descansou bem ontem? — perguntou animada.
Minha mãe ainda estava por perto e eu rezei pra ela não perceber que eu tinha ficado vermelho que nem um tomate.
—Sim… Bem, você sabe… Obrigado — gaguejei envergonhado, enquanto minha mãe me olhava com um ar meio compassivo, avaliando minha dificuldade em falar com as minas.
—Que bom! —disse Maria, sem mais—. Espero que esteja pronto pra ir pra piscina. Vem comigo?
—Puxa… Na verdade, acabei de acordar. Preciso de um tempinho pra me preparar —respondi.
—Vale, sem problema —disse com indulgência—. Então já vou pra lá e te espero lá dentro.
—Valeu, brigado, até agora — me despedi.
Me preparei o mais rápido que pude e, quinze minutos depois, já tava correndo pela rua a caminho da piscina. Era um lugar bem novo e moderno, numa área residencial em pleno desenvolvimento, cortesia da bolha imobiliária. Tinha uma área de piscinas grandes com água em diferentes temperaturas, tipo 'Spa', e também uma área de lazer ao ar livre com vários tobogãs e espaço pra pegar um sol.
Quando cheguei, fui direto pra área externa e, depois de procurar um pouco, encontrei a Maria, esticada na toalha dela numa área grande de gramado.
Tinha do lado dela dois dos caras do dia anterior conversando com ela.
—Oi! —cumprimentei ao chegar.
A María tava com cara de poucos amigos. Parecia que aqueles dois sem-vergonha, ao verem ela sozinha, aproveitaram pra grudar nela que nem carrapato e começaram a encher o saco dela.
—Oi! Finalmente chegou, meu bem! —disse Maria, pulando como uma mola pra me receber—. Tá vendo? Já falei pra vocês que tava esperando por ele —disse se virando pros outros—. Quanto tempo hein, amor! Vem sentar do meu lado, dá um espaço pro meu namorado aí, né galera?

Os dois moleques, que nem me deram bom-dia, se afastaram de má vontade e deixaram um lugar do lado da Maria. Eu tinha estragado a festa deles.
—Preciso que você passe creme nas minhas costas —disse ela, e me dando um olhar que dizia tudo, continuou—, os amigos do meu irmão insistiram muito em me ajudar… mas já falei pra eles que você estava quase chegando.
A verdade é que a María estava espetacular. Ela tava usando um biquíni verde maçã bem chamativo, combinando com os olhos dela. A calcinha era sensacional, ficava bem abaixo no quadril e bem justinha na pele dela. Amarrava com uns lacinhos dos lados, deixando boa parte da bunda dela de fora. O top era dois triângulos pequenos que também amarravam com lacinhos nas costas e no pescoço. Dava pra ver o volume onde os biquinhos dela marcavam no tecido. Era um espetáculo ver ela.

Ela se esticou de bruços na toalha e eu me preparei pra passar o protetor solar nela. Não podia começar melhor, era o tipo de situação excitante que eu esperava encontrar ao acompanhá-la até a piscina. Mas, mais uma vez, o fantasma do Ramón apareceu rapidinho na minha cabeça, me julgando enquanto eu me deliciava acariciando a pele da namorada dele quase nua.
—Agora mais pra baixo, meu bem —disse Maria, ajudando a apagar a culpa da minha consciência, e acompanhou levantando um pouquinho a bunda pra me indicar onde queria o creme.
Foda-se o Ramón, pensei, ele não devia ter ido embora. E me presenteei passando a mão nas pernas da mina dele, dos pés até a bunda, que eu acariciava sem vergonha na parte que a calcinha não cobria. Comecei a relaxar e a curtir de verdade. Já nem me importava mais com aqueles dois idiotas que continuavam do nosso lado, observando a cena com inveja e rangendo os dentes.

Quando terminei, depois de me esbaldar à vontade, Maria se virou e me agradeceu com um beijo caloroso, e, enfiando a língua doce na minha boca, brincou com a minha por uns segundos. Tudo isso pra fazer o teatrinho na frente daqueles dois babacas, sorte a minha.
—Agora vai se foder, meu bem —disse ele.
Me estiquei na toalha, aproveitando pra esconder o volume que começava a crescer debaixo da minha sunga. A Maria sentou na minha bunda e começou a passar protetor solar nas minhas costas. Ela me massageava de um jeito incrível, se deliciando em cada canto da minha pele. Acho que, acima de tudo, o objetivo dela era deixar aqueles dois caras, que continuavam plantados do nosso lado, bem desconfortáveis.
—Bom, a gente vai tomar um banho um tempinho… — falou finalmente um dos brutamontes, claramente puto.
Tá bom, tchau!" — disse María sem nem se dar ao trabalho de olhar pra eles.
Os moleques foram se banhar resmungando algo que não entendi enquanto se afastavam. Quando ficamos sozinhos, minha amiga me disse:
—Ufa… Ainda bem que você chegou rápido. Não fazia ideia de que eles iam estar aqui… Que chatos! Ficavam insistindo pra passar creme em mim e não paravam de zoar pra eu tirar o top do biquíni pra pegar sol — ela reclamou —. Sério, mostro meus peitos pra qualquer um sem problema, mas não pra esses babacas. São uns putos tarados… Já falei pro meu irmão pra me deixarem em paz, mas ele diz que sou uma caretice e que exagero. É tão cuzão quanto eles!
—Bom, então aqui estou eu pra salvar o dia — falei sorrindo.
—Sim —respondi com um sorriso—, mas vai com calma, meu amigo, que a sunga não tá escondendo nada. Dá pra ver tua pica dura. —E rindo, apontou pro meu volume, que ela roçou com o dedo indicador.
Fiquei vermelha. Na real, depois da sessão de massagem mútua, já tava de meia-bomba, e ela não deixou passar batido.
Pouco depois, os dois amigos do irmão dela voltaram e sentaram do nosso lado de novo. A Maria, com uma cara de saco cheio, nem deu chance pra eles falarem nada. Assim, do nada, começou a se amassar comigo, igualzinho no dia anterior. Era inacreditável sentir de novo o calor dos lábios dela e o gosto do hálito.
Ele me beijava de um jeito tão quente que minha rola começou a doer de tão dura que tava. Como a gente tava sentado, era impossível disfarçar, e num instante a gente já tava fazendo um auê ali na frente de todo mundo. A Maria também percebeu e, rapidinho, pra não me deixar na mão, me empurrou pra trás jogando em cima da toalha e sentou no meu pacote.
Continuamos nos beijando. Era evidente que ela sentia meu pau bem duro entre as pernas dela, e esse pensamento me excitava ainda mais. Acho que ela também foi ficando com tesão, porque as bochechas dela estavam mais coradas que o normal. Ela, igual na feira, não se segurava e soltava toda a sua sensualidade.
A cena foi demais para os dois amigos do irmão dela, claramente putos da vida, e a minha querida amiga, pra arrematar, parou um segundo e falou pra eles:
—Ei, galera, queria ficar um tempinho a sós com meu namorado. Vocês se importam de ir pra outro lugar?
—Deve ser uma puta gostosa, a vadia… — começou a dizer um em voz baixa, rangendo os dentes, mas o outro rapidamente o cortou, provavelmente pesando as consequências de insultar a irmã mais nova do amigo.
—Vale, Maria —disse ele—, se cuida e manda um abraço pro Manuel quando você vir ele —e empurrando o outro, que tava puto da vida, foram pra outro lado da piscina pegar um sol.
—Já era hora… —disse Maria—. Mas vamos continuar mais um pouco, que com certeza vão nos vigiar igualzinho a ontem.
E assim, minha namorada por um dia continuou me beijando com gosto. Pegou minha mão esquerda e levou direto pra bunda dela. Com a permissão dela, acariciei o rabo dela por cima e por baixo da calcinha sem pudor nenhum. Ela, claramente excitada, começou a reboladinha em cima do meu pau. Sentia o roçar dos nossos sexos através das sungas e sabia que a Maria tava adorando, porque soltava uns gemidos sutis enquanto a gente se beijava. Pra minha sorte, ainda era relativamente cedo e não tinha muita gente na piscina, o que devia ajudar ela a ficar mais solta.
Por uns minutos curtos, mas gloriosos, não existiu mais nada, mas aí os gritos de umas crianças que, jogando bola, passaram correndo perto da gente nos fez perceber onde estávamos. Então, meio sem fôlego, a gente se separou e cada um se esticou na sua toalha. Eu fiquei de bruços, por motivos óbvios.
—Você tem uma boa rola, pelo menos parece. Tava escondendo isso de mim. Como é que eu nunca vi antes? —ela sussurrou pra mim depois de uns longos segundos de silêncio.
—Bom, normal, sei lá… —respondi meio sem graça, embora lisonjeado pelo comentário.
—Ei, acabei me empolgando um pouco, não consegui me segurar —disse ele então.
—Já percebi… —respondi timidamente.
—É que eu tô me divertindo pra caralho, espero que não te incomode — ela completou.
Não, claro que não, eu também tô me divertindo pra caralho — respondi na hora.
—Valeu! Bom, e você já sabe, aproveita também e não se preocupa, favor com favor —ela continuou, justificando suas ações—. Ah, e depois te ajudo a resolver o seu problema, igual ontem. Você bateu uma boa punheta depois de pegar nas minhas tetas? —perguntou piscando um olho.
—Bom, Maria… então a verdade é que sim — falei, dando de ombros.
—Jeje… —disse com malícia— Bom, então depois fuck you uma coisa que você vai gostar mais —continuou, me deixando ao mesmo tempo imensamente excitado e intrigado.
O resto do tempo que passamos na piscina, a gente agiu como se fosse namorado de verdade. A desculpa continuava sendo que os amigos do irmão dela estavam por perto e, a qualquer momento, podiam desconfiar da gente se a gente mudasse o jeito de agir.
De vez em quando, eu ainda pensava no Ramón. Mesmo ele não sendo um amigo tão próximo, no fundo eu me sentia meio culpado por me aproveitar tanto da situação. Mas, no fim das contas, a María era a tia mais sem vergonha e safada que eu já conheci, além de ser gostosa e sexy pra caralho. O Ramón tinha que saber que era um risco enorme ficar tanto tempo fora e deixar ela aqui sozinha.
Com a confiança que eu ia ganhando, fui me atrevendo a tocar ela um pouco mais ousadamente, coisa que ela aceitava numa boa. O mais louco é que era ela mesma quem me incentivava a ir mais longe, como se tudo fizesse parte de um jogo, uma simples diversão pra passar o tempo.
—Já que estamos nessa situação, por que não aproveitar? —foi o argumento dele— Por acaso você não tá se divertindo?
Na segunda vez que passei o protetor solar nela, ela pediu pra eu passar na frente e atrás. Acariciei com precisão clínica cada cantinho da pele dela, apertando de leve a carne e delineando cada curva do corpo perfeito dela. Toquei nos peitos dela, quase totalmente expostos por aqueles triângulos minúsculos de pano. Desci pela barriga até acariciar a parte de cima da buceta dela, a virilha, a parte interna das coxas, a bunda... tudo que ficasse exposto ao sol. A Maria deixava eu fazer, relaxada, meio dormindo e curtindo a massagem.
Ela também se ofereceu pra passar creme em mim, e igual eu, também se deu ao luxo de apalpar meu corpo e ver como meus músculos estavam. Não que eu seja nenhum Adônis, mas malho regularmente e, pelos padrões da nossa sociedade atual, acho que não tô tão mal assim. Quis acreditar que, de certa forma, a Maria tava descobrindo em mim que eu podia ser um amante decente pra ela, e parasse de me ver só como o amigo de infância confidente.
Enquanto continuava com a massagem, brincou mais uma vez sobre o tamanho do meu pau, e não hesitou em roçar nele discretamente pela sunga. Depois, quando eu estava de bruços, passou creme nas minhas coxas e foi subindo até enfiar as mãos por baixo do meu short, chegando até a bunda, que amassou sem pudor nenhum.
—Ops! Acho que você não vai se queimar aí — disse ela, toda safada.
Também passamos um tempão brincando na água. O básico: afogar um ao outro e pular do trampolim. Claro que aproveitamos pra nos esfregar o máximo que dava debaixo d'água com qualquer desculpa. Eu tava no paraíso, nunca a Maria tinha me tratado daquele jeito.
Depois do meio-dia, o calor já tava insuportável, e a piscina já tava cheia demais pro nosso gosto. Maria deu uma olhada na multidão pra ver se os amigos do irmão dela ainda tavam por ali. Fazia um tempão que a gente tinha perdido eles de vista e não vimos mais ninguém por perto, o que deixou ela mais tranquila.
—Beleza. Que tal a gente ir embora agora? Tô começando a ficar com fome —disse Maria.
—Sim, eu também. E essa multidão me sufoca — acrescentei.
Pegamos nossas coisas e fomos pros vestiários. Essas piscinas tinham áreas de chuveiro separadas pra homens e mulheres, claro, mas depois dava pra uma área comum pros armários. No final, perto da saída, tinha outra área comum, mas com cabines privativas pra trocar de roupa. Era feito assim pra facilitar o acesso de pais com crianças, que podiam ficar juntos na hora de trocar.
Bem antes de a gente se separar na área dos chuveiros, a Maria me disse:
—Me espera do outro lado, tá?
E foi assim que fiz. Tomei um banho rápido sem tirar a sunga, só pra me livrar do cloro, e esperei por ela na saída do chuveiro, bem antes dos armários. Minha amiga saiu enrolada na toalha, com o biquíni na mão.

Pegamos nossas roupas e fomos juntos para a área dos vestiários. Tinha várias cabines livres e, logicamente, fui em direção a uma das pequenas, sozinho. Mas aí a Maria me parou, segurando meu braço.
—Entra comigo! —disse ela, e me arrastou pra dentro de outra cabine maior—. É que não curto ficar trancada aqui sozinha —sentenciou, sorrindo.
Assim que entrou e fechou bem a porta, ela se virou pra mim e, com um gesto sexy e elegante, se livrou da toalha. Sim, Maria ficou completamente pelada na minha frente. Ela me olhava desafiadora, se mostrando natural, sem nenhum pudor.

Fiquei completamente besta olhando pra ela. Ver ela assim, pelada da cabeça aos pés, era espetacular, melhor do que na maior das minhas fantasias. É verdade, já tinha apreciado o corpo dela quase nu antes, até tinha visto a buceta dela com detalhes, mas era a primeira vez que a via inteiramente no pelo.
As pernas dela, os quadris, a cintura, os peitos… tudo formava uma harmonia de curvas e formas que beirava a perfeição. Essa beleza ainda vinha com os mamilos, que eram grandes mas sem exagero, no equilíbrio certo com o tamanho dos peitos. E a buceta dela era uma delícia, com os grandes lábios carnudos e cobertos por uma fina camada de pelos castanho-claro.
—Vai ficar aí parado? Vamo, tira essa sunga —ela falou calma, mas sem vergonha.
Fiquei parado por um instante, não esperava por isso. Obedeci, mas bem devagar por causa da vergonha que tava sentindo. Fui descendo a cueca até que finalmente apareceu na frente dela meu pau, mostrando uma ereção bem decente.
—Mmmm… Pois é, como eu imaginava, você tá bem duro —ela completou—. Tá explodindo, acho que vai precisar de uma ajudinha.
E sem mais, ela se aproximou de mim e, de pé, do jeito que estávamos, agarrou meu pau com as duas mãos e começou a me masturbar devagarzinho.
—Ei, valeu de novo, você me ajudou pra caralho… —disse sem parar de me masturbar—. Isso faz parte do nosso trato, né? Você finge ser meu namorado e eu garanto que você curta.
—Ahã… –falei com um fio de voz, extremamente excitado, enquanto ela aumentava o ritmo da punheta.
—Vem, apalpa meus peitos, não se acanhe, é pra isso que eles servem —ela me disse, e continuava acelerando o ritmo.

Eu tava em êxtase. Ia gozar a qualquer momento. As mãos quentes dela faziam maravilhas, e eu, seguindo a recomendação dela, ia apalpando à vontade os peitos dela e beliscando os biquinhos.
Quando não aguentei mais, avisei ela:
—María, tô gozando…
Mas ela continuou me masturbando sem se afastar. Mais que isso, com um pequeno movimento de quadril, levantou a bunda, aproximando a virilha dos meus genitais, fazendo a cabecinha roçar nos pelos pubianos dela.
Gozei naquela hora. Minha porra saiu voando direto no monte de Vênus da Maria. Ela se afastou um pouco, e várias descargas do meu sêmen grudaram na pele dela, da barriga até as coxas.
—Porra! Como sai! — exclamou ela sem parar de sacudir meu pau com uma mão. Quando tirei a última gota, ela disse: — Senta um pouco, com certeza você precisa.

Sentei no banco do vestiário como ela me aconselhou, meio atordoado, e fiquei observando ela. Vi aquelas poças enormes da minha porra começando a escorrer pela pele dela. Uma boa quantidade tinha grudado nos pelos da buceta dela, e as mãos dela brilhavam, completamente molhadas com os fluidos acumulados entre a punheta e a gozada.
María ficou parada ali por uns instantes, como avaliando a situação, examinando toda a porra que tinha respingado nela. Levou as mãos ao rosto pra sentir o cheiro e soltou um suspiro de satisfação. Também vi ela colocar a pontinha da língua pra fora pra provar o gosto e a consistência daquele líquido. Pela cara dela, me pareceu que ela gostou.
Logo em seguida, e pra meu espanto, ela começou a se vestir sem nem se limpar. Não fez nenhum movimento pra pegar uma toalha e lavar os restos da minha gozada do corpo dela. Fiquei parado ali, olhando a cena. Conforme ela ia se vestindo, ia sujando a roupa de porra.
Ela vestiu uma calcinha de algodão laranja e, ao puxá-la pra cima, o contato com os restos da minha gozada molhou a parte da frente, escurecendo um pouco o tecido. Fez o mesmo com o vestido de verão dela, que, ao deslizar pelo corpo, foi manchando e deixando grandes borrões molhados na barriga dela. Por baixo da saia do vestido, apareceu um filete do meu esperma escorrendo perna abaixo.
Não acreditei, ela ia sair assim mesmo pra rua, com meu gozo em contato com a pele dela, até dentro da calcinha dela, bem em cima da buceta.
—Acorda, porque não temos o dia inteiro — ela me disse então, me tirando dos meus pensamentos.
Me vesti rápido e logo estávamos os dois prontos e na rua. Como de costume, caminhamos juntos até a casa dela. Ao chegar na porta, ela me deu outro beijo de língua pra se despedir.
—Espero que você tenha se divertido —disse ela alegremente, como se nada tivesse acontecido.
—Sim, muito — respondi com a voz rouca, ainda bem excitado, vendo as manchas que tinham ficado no vestido dela.
Então Maria disse as palavras que, sem saber, ele mais queria ouvir naquele momento:
—Ei, eu tava com planos de sair com umas amigas do colégio hoje à noite. Ia falar que não podia ir, sabe, porque não queria ir sozinha. Mas se der pra você, a gente pode ir junto. O que você acha?
Bom, claro…" — comecei a gaguejar, sem acreditar na minha sorte.
—É que é um encontro de casais… sabe como é, elas vão estar lá com os namorados e não quero ficar de vela… —argumentou.
—Vale, Maria, o que você precisar —respondi, embora admita que mal conseguia conter minha empolgação.
—Você é um anjo. Até mais então! —comemorou sorrindo.
Observei ela sumindo atrás da porta de vidro do prédio dela. Os bicos dos peitos dela estavam durinhos, marcando o tecido do vestido. A bunda empinada dela balançava de um lado pro outro, toda safada, num vai e vem hipnotizante.

Fui pra casa de novo, na esperança de prolongar aquela experiência um pouco mais. Já no meu quarto, bati mais uma punheta monumental, revivendo na minha cabeça tudo o que rolou na piscina. Depois tirei um cochilo, sonhando com a Maria.
CONTINUA...
—Maria no telefone! Sai logo da cama e atende!
Eu tinha caído no sono. Pulei da cama, fui pra sala e me apressei pra responder.
—Oi, Maria? —falei assim que peguei o gancho do velho telefone de baquelite.
—Oi! Beleza? Descansou bem ontem? — perguntou animada.
Minha mãe ainda estava por perto e eu rezei pra ela não perceber que eu tinha ficado vermelho que nem um tomate.
—Sim… Bem, você sabe… Obrigado — gaguejei envergonhado, enquanto minha mãe me olhava com um ar meio compassivo, avaliando minha dificuldade em falar com as minas.
—Que bom! —disse Maria, sem mais—. Espero que esteja pronto pra ir pra piscina. Vem comigo?
—Puxa… Na verdade, acabei de acordar. Preciso de um tempinho pra me preparar —respondi.
—Vale, sem problema —disse com indulgência—. Então já vou pra lá e te espero lá dentro.
—Valeu, brigado, até agora — me despedi.
Me preparei o mais rápido que pude e, quinze minutos depois, já tava correndo pela rua a caminho da piscina. Era um lugar bem novo e moderno, numa área residencial em pleno desenvolvimento, cortesia da bolha imobiliária. Tinha uma área de piscinas grandes com água em diferentes temperaturas, tipo 'Spa', e também uma área de lazer ao ar livre com vários tobogãs e espaço pra pegar um sol.
Quando cheguei, fui direto pra área externa e, depois de procurar um pouco, encontrei a Maria, esticada na toalha dela numa área grande de gramado.
Tinha do lado dela dois dos caras do dia anterior conversando com ela.
—Oi! —cumprimentei ao chegar.
A María tava com cara de poucos amigos. Parecia que aqueles dois sem-vergonha, ao verem ela sozinha, aproveitaram pra grudar nela que nem carrapato e começaram a encher o saco dela.
—Oi! Finalmente chegou, meu bem! —disse Maria, pulando como uma mola pra me receber—. Tá vendo? Já falei pra vocês que tava esperando por ele —disse se virando pros outros—. Quanto tempo hein, amor! Vem sentar do meu lado, dá um espaço pro meu namorado aí, né galera?

Os dois moleques, que nem me deram bom-dia, se afastaram de má vontade e deixaram um lugar do lado da Maria. Eu tinha estragado a festa deles.
—Preciso que você passe creme nas minhas costas —disse ela, e me dando um olhar que dizia tudo, continuou—, os amigos do meu irmão insistiram muito em me ajudar… mas já falei pra eles que você estava quase chegando.
A verdade é que a María estava espetacular. Ela tava usando um biquíni verde maçã bem chamativo, combinando com os olhos dela. A calcinha era sensacional, ficava bem abaixo no quadril e bem justinha na pele dela. Amarrava com uns lacinhos dos lados, deixando boa parte da bunda dela de fora. O top era dois triângulos pequenos que também amarravam com lacinhos nas costas e no pescoço. Dava pra ver o volume onde os biquinhos dela marcavam no tecido. Era um espetáculo ver ela.

Ela se esticou de bruços na toalha e eu me preparei pra passar o protetor solar nela. Não podia começar melhor, era o tipo de situação excitante que eu esperava encontrar ao acompanhá-la até a piscina. Mas, mais uma vez, o fantasma do Ramón apareceu rapidinho na minha cabeça, me julgando enquanto eu me deliciava acariciando a pele da namorada dele quase nua.
—Agora mais pra baixo, meu bem —disse Maria, ajudando a apagar a culpa da minha consciência, e acompanhou levantando um pouquinho a bunda pra me indicar onde queria o creme.
Foda-se o Ramón, pensei, ele não devia ter ido embora. E me presenteei passando a mão nas pernas da mina dele, dos pés até a bunda, que eu acariciava sem vergonha na parte que a calcinha não cobria. Comecei a relaxar e a curtir de verdade. Já nem me importava mais com aqueles dois idiotas que continuavam do nosso lado, observando a cena com inveja e rangendo os dentes.

Quando terminei, depois de me esbaldar à vontade, Maria se virou e me agradeceu com um beijo caloroso, e, enfiando a língua doce na minha boca, brincou com a minha por uns segundos. Tudo isso pra fazer o teatrinho na frente daqueles dois babacas, sorte a minha.
—Agora vai se foder, meu bem —disse ele.
Me estiquei na toalha, aproveitando pra esconder o volume que começava a crescer debaixo da minha sunga. A Maria sentou na minha bunda e começou a passar protetor solar nas minhas costas. Ela me massageava de um jeito incrível, se deliciando em cada canto da minha pele. Acho que, acima de tudo, o objetivo dela era deixar aqueles dois caras, que continuavam plantados do nosso lado, bem desconfortáveis.
—Bom, a gente vai tomar um banho um tempinho… — falou finalmente um dos brutamontes, claramente puto.
Tá bom, tchau!" — disse María sem nem se dar ao trabalho de olhar pra eles.
Os moleques foram se banhar resmungando algo que não entendi enquanto se afastavam. Quando ficamos sozinhos, minha amiga me disse:
—Ufa… Ainda bem que você chegou rápido. Não fazia ideia de que eles iam estar aqui… Que chatos! Ficavam insistindo pra passar creme em mim e não paravam de zoar pra eu tirar o top do biquíni pra pegar sol — ela reclamou —. Sério, mostro meus peitos pra qualquer um sem problema, mas não pra esses babacas. São uns putos tarados… Já falei pro meu irmão pra me deixarem em paz, mas ele diz que sou uma caretice e que exagero. É tão cuzão quanto eles!
—Bom, então aqui estou eu pra salvar o dia — falei sorrindo.
—Sim —respondi com um sorriso—, mas vai com calma, meu amigo, que a sunga não tá escondendo nada. Dá pra ver tua pica dura. —E rindo, apontou pro meu volume, que ela roçou com o dedo indicador.
Fiquei vermelha. Na real, depois da sessão de massagem mútua, já tava de meia-bomba, e ela não deixou passar batido.
Pouco depois, os dois amigos do irmão dela voltaram e sentaram do nosso lado de novo. A Maria, com uma cara de saco cheio, nem deu chance pra eles falarem nada. Assim, do nada, começou a se amassar comigo, igualzinho no dia anterior. Era inacreditável sentir de novo o calor dos lábios dela e o gosto do hálito.
Ele me beijava de um jeito tão quente que minha rola começou a doer de tão dura que tava. Como a gente tava sentado, era impossível disfarçar, e num instante a gente já tava fazendo um auê ali na frente de todo mundo. A Maria também percebeu e, rapidinho, pra não me deixar na mão, me empurrou pra trás jogando em cima da toalha e sentou no meu pacote.
Continuamos nos beijando. Era evidente que ela sentia meu pau bem duro entre as pernas dela, e esse pensamento me excitava ainda mais. Acho que ela também foi ficando com tesão, porque as bochechas dela estavam mais coradas que o normal. Ela, igual na feira, não se segurava e soltava toda a sua sensualidade.
A cena foi demais para os dois amigos do irmão dela, claramente putos da vida, e a minha querida amiga, pra arrematar, parou um segundo e falou pra eles:
—Ei, galera, queria ficar um tempinho a sós com meu namorado. Vocês se importam de ir pra outro lugar?
—Deve ser uma puta gostosa, a vadia… — começou a dizer um em voz baixa, rangendo os dentes, mas o outro rapidamente o cortou, provavelmente pesando as consequências de insultar a irmã mais nova do amigo.
—Vale, Maria —disse ele—, se cuida e manda um abraço pro Manuel quando você vir ele —e empurrando o outro, que tava puto da vida, foram pra outro lado da piscina pegar um sol.
—Já era hora… —disse Maria—. Mas vamos continuar mais um pouco, que com certeza vão nos vigiar igualzinho a ontem.
E assim, minha namorada por um dia continuou me beijando com gosto. Pegou minha mão esquerda e levou direto pra bunda dela. Com a permissão dela, acariciei o rabo dela por cima e por baixo da calcinha sem pudor nenhum. Ela, claramente excitada, começou a reboladinha em cima do meu pau. Sentia o roçar dos nossos sexos através das sungas e sabia que a Maria tava adorando, porque soltava uns gemidos sutis enquanto a gente se beijava. Pra minha sorte, ainda era relativamente cedo e não tinha muita gente na piscina, o que devia ajudar ela a ficar mais solta.
Por uns minutos curtos, mas gloriosos, não existiu mais nada, mas aí os gritos de umas crianças que, jogando bola, passaram correndo perto da gente nos fez perceber onde estávamos. Então, meio sem fôlego, a gente se separou e cada um se esticou na sua toalha. Eu fiquei de bruços, por motivos óbvios.
—Você tem uma boa rola, pelo menos parece. Tava escondendo isso de mim. Como é que eu nunca vi antes? —ela sussurrou pra mim depois de uns longos segundos de silêncio.
—Bom, normal, sei lá… —respondi meio sem graça, embora lisonjeado pelo comentário.
—Ei, acabei me empolgando um pouco, não consegui me segurar —disse ele então.
—Já percebi… —respondi timidamente.
—É que eu tô me divertindo pra caralho, espero que não te incomode — ela completou.
Não, claro que não, eu também tô me divertindo pra caralho — respondi na hora.
—Valeu! Bom, e você já sabe, aproveita também e não se preocupa, favor com favor —ela continuou, justificando suas ações—. Ah, e depois te ajudo a resolver o seu problema, igual ontem. Você bateu uma boa punheta depois de pegar nas minhas tetas? —perguntou piscando um olho.
—Bom, Maria… então a verdade é que sim — falei, dando de ombros.
—Jeje… —disse com malícia— Bom, então depois fuck you uma coisa que você vai gostar mais —continuou, me deixando ao mesmo tempo imensamente excitado e intrigado.
O resto do tempo que passamos na piscina, a gente agiu como se fosse namorado de verdade. A desculpa continuava sendo que os amigos do irmão dela estavam por perto e, a qualquer momento, podiam desconfiar da gente se a gente mudasse o jeito de agir.
De vez em quando, eu ainda pensava no Ramón. Mesmo ele não sendo um amigo tão próximo, no fundo eu me sentia meio culpado por me aproveitar tanto da situação. Mas, no fim das contas, a María era a tia mais sem vergonha e safada que eu já conheci, além de ser gostosa e sexy pra caralho. O Ramón tinha que saber que era um risco enorme ficar tanto tempo fora e deixar ela aqui sozinha.
Com a confiança que eu ia ganhando, fui me atrevendo a tocar ela um pouco mais ousadamente, coisa que ela aceitava numa boa. O mais louco é que era ela mesma quem me incentivava a ir mais longe, como se tudo fizesse parte de um jogo, uma simples diversão pra passar o tempo.
—Já que estamos nessa situação, por que não aproveitar? —foi o argumento dele— Por acaso você não tá se divertindo?
Na segunda vez que passei o protetor solar nela, ela pediu pra eu passar na frente e atrás. Acariciei com precisão clínica cada cantinho da pele dela, apertando de leve a carne e delineando cada curva do corpo perfeito dela. Toquei nos peitos dela, quase totalmente expostos por aqueles triângulos minúsculos de pano. Desci pela barriga até acariciar a parte de cima da buceta dela, a virilha, a parte interna das coxas, a bunda... tudo que ficasse exposto ao sol. A Maria deixava eu fazer, relaxada, meio dormindo e curtindo a massagem.
Ela também se ofereceu pra passar creme em mim, e igual eu, também se deu ao luxo de apalpar meu corpo e ver como meus músculos estavam. Não que eu seja nenhum Adônis, mas malho regularmente e, pelos padrões da nossa sociedade atual, acho que não tô tão mal assim. Quis acreditar que, de certa forma, a Maria tava descobrindo em mim que eu podia ser um amante decente pra ela, e parasse de me ver só como o amigo de infância confidente.
Enquanto continuava com a massagem, brincou mais uma vez sobre o tamanho do meu pau, e não hesitou em roçar nele discretamente pela sunga. Depois, quando eu estava de bruços, passou creme nas minhas coxas e foi subindo até enfiar as mãos por baixo do meu short, chegando até a bunda, que amassou sem pudor nenhum.
—Ops! Acho que você não vai se queimar aí — disse ela, toda safada.
Também passamos um tempão brincando na água. O básico: afogar um ao outro e pular do trampolim. Claro que aproveitamos pra nos esfregar o máximo que dava debaixo d'água com qualquer desculpa. Eu tava no paraíso, nunca a Maria tinha me tratado daquele jeito.
Depois do meio-dia, o calor já tava insuportável, e a piscina já tava cheia demais pro nosso gosto. Maria deu uma olhada na multidão pra ver se os amigos do irmão dela ainda tavam por ali. Fazia um tempão que a gente tinha perdido eles de vista e não vimos mais ninguém por perto, o que deixou ela mais tranquila.
—Beleza. Que tal a gente ir embora agora? Tô começando a ficar com fome —disse Maria.
—Sim, eu também. E essa multidão me sufoca — acrescentei.
Pegamos nossas coisas e fomos pros vestiários. Essas piscinas tinham áreas de chuveiro separadas pra homens e mulheres, claro, mas depois dava pra uma área comum pros armários. No final, perto da saída, tinha outra área comum, mas com cabines privativas pra trocar de roupa. Era feito assim pra facilitar o acesso de pais com crianças, que podiam ficar juntos na hora de trocar.
Bem antes de a gente se separar na área dos chuveiros, a Maria me disse:
—Me espera do outro lado, tá?
E foi assim que fiz. Tomei um banho rápido sem tirar a sunga, só pra me livrar do cloro, e esperei por ela na saída do chuveiro, bem antes dos armários. Minha amiga saiu enrolada na toalha, com o biquíni na mão.

Pegamos nossas roupas e fomos juntos para a área dos vestiários. Tinha várias cabines livres e, logicamente, fui em direção a uma das pequenas, sozinho. Mas aí a Maria me parou, segurando meu braço.
—Entra comigo! —disse ela, e me arrastou pra dentro de outra cabine maior—. É que não curto ficar trancada aqui sozinha —sentenciou, sorrindo.
Assim que entrou e fechou bem a porta, ela se virou pra mim e, com um gesto sexy e elegante, se livrou da toalha. Sim, Maria ficou completamente pelada na minha frente. Ela me olhava desafiadora, se mostrando natural, sem nenhum pudor.

Fiquei completamente besta olhando pra ela. Ver ela assim, pelada da cabeça aos pés, era espetacular, melhor do que na maior das minhas fantasias. É verdade, já tinha apreciado o corpo dela quase nu antes, até tinha visto a buceta dela com detalhes, mas era a primeira vez que a via inteiramente no pelo.
As pernas dela, os quadris, a cintura, os peitos… tudo formava uma harmonia de curvas e formas que beirava a perfeição. Essa beleza ainda vinha com os mamilos, que eram grandes mas sem exagero, no equilíbrio certo com o tamanho dos peitos. E a buceta dela era uma delícia, com os grandes lábios carnudos e cobertos por uma fina camada de pelos castanho-claro.
—Vai ficar aí parado? Vamo, tira essa sunga —ela falou calma, mas sem vergonha.
Fiquei parado por um instante, não esperava por isso. Obedeci, mas bem devagar por causa da vergonha que tava sentindo. Fui descendo a cueca até que finalmente apareceu na frente dela meu pau, mostrando uma ereção bem decente.
—Mmmm… Pois é, como eu imaginava, você tá bem duro —ela completou—. Tá explodindo, acho que vai precisar de uma ajudinha.
E sem mais, ela se aproximou de mim e, de pé, do jeito que estávamos, agarrou meu pau com as duas mãos e começou a me masturbar devagarzinho.
—Ei, valeu de novo, você me ajudou pra caralho… —disse sem parar de me masturbar—. Isso faz parte do nosso trato, né? Você finge ser meu namorado e eu garanto que você curta.
—Ahã… –falei com um fio de voz, extremamente excitado, enquanto ela aumentava o ritmo da punheta.
—Vem, apalpa meus peitos, não se acanhe, é pra isso que eles servem —ela me disse, e continuava acelerando o ritmo.

Eu tava em êxtase. Ia gozar a qualquer momento. As mãos quentes dela faziam maravilhas, e eu, seguindo a recomendação dela, ia apalpando à vontade os peitos dela e beliscando os biquinhos.
Quando não aguentei mais, avisei ela:
—María, tô gozando…
Mas ela continuou me masturbando sem se afastar. Mais que isso, com um pequeno movimento de quadril, levantou a bunda, aproximando a virilha dos meus genitais, fazendo a cabecinha roçar nos pelos pubianos dela.
Gozei naquela hora. Minha porra saiu voando direto no monte de Vênus da Maria. Ela se afastou um pouco, e várias descargas do meu sêmen grudaram na pele dela, da barriga até as coxas.
—Porra! Como sai! — exclamou ela sem parar de sacudir meu pau com uma mão. Quando tirei a última gota, ela disse: — Senta um pouco, com certeza você precisa.

Sentei no banco do vestiário como ela me aconselhou, meio atordoado, e fiquei observando ela. Vi aquelas poças enormes da minha porra começando a escorrer pela pele dela. Uma boa quantidade tinha grudado nos pelos da buceta dela, e as mãos dela brilhavam, completamente molhadas com os fluidos acumulados entre a punheta e a gozada.
María ficou parada ali por uns instantes, como avaliando a situação, examinando toda a porra que tinha respingado nela. Levou as mãos ao rosto pra sentir o cheiro e soltou um suspiro de satisfação. Também vi ela colocar a pontinha da língua pra fora pra provar o gosto e a consistência daquele líquido. Pela cara dela, me pareceu que ela gostou.
Logo em seguida, e pra meu espanto, ela começou a se vestir sem nem se limpar. Não fez nenhum movimento pra pegar uma toalha e lavar os restos da minha gozada do corpo dela. Fiquei parado ali, olhando a cena. Conforme ela ia se vestindo, ia sujando a roupa de porra.
Ela vestiu uma calcinha de algodão laranja e, ao puxá-la pra cima, o contato com os restos da minha gozada molhou a parte da frente, escurecendo um pouco o tecido. Fez o mesmo com o vestido de verão dela, que, ao deslizar pelo corpo, foi manchando e deixando grandes borrões molhados na barriga dela. Por baixo da saia do vestido, apareceu um filete do meu esperma escorrendo perna abaixo.
Não acreditei, ela ia sair assim mesmo pra rua, com meu gozo em contato com a pele dela, até dentro da calcinha dela, bem em cima da buceta.
—Acorda, porque não temos o dia inteiro — ela me disse então, me tirando dos meus pensamentos.
Me vesti rápido e logo estávamos os dois prontos e na rua. Como de costume, caminhamos juntos até a casa dela. Ao chegar na porta, ela me deu outro beijo de língua pra se despedir.
—Espero que você tenha se divertido —disse ela alegremente, como se nada tivesse acontecido.
—Sim, muito — respondi com a voz rouca, ainda bem excitado, vendo as manchas que tinham ficado no vestido dela.
Então Maria disse as palavras que, sem saber, ele mais queria ouvir naquele momento:
—Ei, eu tava com planos de sair com umas amigas do colégio hoje à noite. Ia falar que não podia ir, sabe, porque não queria ir sozinha. Mas se der pra você, a gente pode ir junto. O que você acha?
Bom, claro…" — comecei a gaguejar, sem acreditar na minha sorte.
—É que é um encontro de casais… sabe como é, elas vão estar lá com os namorados e não quero ficar de vela… —argumentou.
—Vale, Maria, o que você precisar —respondi, embora admita que mal conseguia conter minha empolgação.
—Você é um anjo. Até mais então! —comemorou sorrindo.
Observei ela sumindo atrás da porta de vidro do prédio dela. Os bicos dos peitos dela estavam durinhos, marcando o tecido do vestido. A bunda empinada dela balançava de um lado pro outro, toda safada, num vai e vem hipnotizante.

Fui pra casa de novo, na esperança de prolongar aquela experiência um pouco mais. Já no meu quarto, bati mais uma punheta monumental, revivendo na minha cabeça tudo o que rolou na piscina. Depois tirei um cochilo, sonhando com a Maria.
CONTINUA...
1 comentários - El novio substituto: La piscina