As coisas não saíram como eu imaginei quando entrei no curso de inglês avançado. Tinha largado há vários anos e, ao voltar, não conhecia ninguém entre meus colegas. Não sou muito sociável e sou mais tímida, então nos primeiros meses não falava com ninguém. Bem, falava com a Bianca, uma garota extremamente magra, mas ela parou de ir depois de algumas aulas.
Pra piorar, um dos caras vivia me enchendo de indiretas; um machista completo, tentando mostrar seus dotes de galã. Não era desagradável, mas a insistência dele incomodava. E quando ele conseguiu meu número, incomodava ainda mais.
As investidas dele aumentaram de tom. Ele me tocou algumas vezes, sussurrava coisas no meu ouvido, me mandava fotos do pau dele no privado. Com certeza ele queria gozar na cama dele, mas por enquanto eu não queria que ele levasse vantagem, então dificultei tudo ao máximo.
Mas acabei perdendo.
Na aula passada, ele estava mais insistente que o normal: me apalpou na entrada, me beijou na bochecha e, durante o intervalo, passou a mão na minha bunda de novo. Dava pra ver a ereção dele, ele tava louco pra fazer alguma coisa comigo. Na saída, ele tentou me agarrar de novo, mas consegui fugir. Naquela noite, ele me mandou uma mensagem dizendo que na próxima aula era melhor eu levar uma saia.
Não culpo ele, quer dizer, não sou tão bonita assim, mas com meu cabelo ruivo, minha pele branca e minha baixa estatura, sei que muitos me desejam. Mesmo assim, não realizei o desejo dele; usei um jeans rasgado, o mais justo que encontrei.
Naquele dia, era minha defesa oral. Parte da prova que a gente tinha que fazer na frente dos professores. Então não ia deixar ele se intrometer com a ansiedade dele. Já estava nervosa o suficiente com a prova.
Tanto que até esqueci dele.
Quando senti as mãos dele na minha bunda, só aí notei a presença dele.
— Você tá se comportando mal, Eli — ele sussurrou — Tá fazendo de propósito pra eu te castigar?
— Idiota — respondi.
— Tenho uma coisa pra você, mas se não trouxe saia, vai ser mais complicado te dar.
— Nem tenta — falei, adivinhando que o presente estava entre as pernas dele.
Não sou tão fácil assim, nem ia deixar aquele mané me pegar. Mas não consegui evitar que ele me agarrasse pelo braço e me levasse pelos corredores até nossa sala. Como não era hora de entrada, não tinha ninguém lá.
Ele me levou até um canto e começou a me beijar na hora. Empurrei ele e recusei, mas ele continuou me beijando. Desceu pro meu pescoço e aí eu me entreguei, é meu ponto fraco.
Acariciou meus peitos por cima da camiseta e me apertou a bunda por cima da calça jeans.
Ficou me curtindo por uns minutos e, entre isso e o medo de alguém entrar, fiquei super excitada. Então, quando ele desabotoou minha calça jeans, eu não falei absolutamente nada. Ele forcejou, mas não conseguiu tirar.
— Tira ela — ele ordenou, se afastando. Pegou a mochila dele e voltou pra mim.
— Não! Cê tá louco. — protestei.
Ele mandou eu me apressar e acabei aceitando, estupidamente passiva. Abaixei a calça jeans um pouco até ele dizer que tava bom assim.
— Também quer que eu tire a calcinha? — falei, ofendida, tava usando uma fio dental de algodão cinza com bolinhas, uma das minhas favoritas.
— Não, essa eu vou só afastar — respondeu numa boa, e aí continuou — Um ou dois?
— O quê? — falei confusa.
— Um ou dois? — perguntou de novo.
— Umm, um — respondi por fim.
— Ok, agora de novo: um ou dois?
— Dois — respondi de novo, entrando na brincadeira.
Nunca imaginei o que ele ia fazer. E se imaginasse, nunca pensaria que ele faria aquilo. Pois é, aquele cara tirou da mochila uma banana e uma cenoura.
Uma banana e uma cenoura. Isso mesmo. Ele pegou elas e se aproximou de mim. Aí entendi que os números eram pra escolher a ordem. O um era a cenoura, o dois era a banana. E os outros números eram pra onde iam.
Resisti o quanto pude, mas não consegui. Pensei em gritar, mas também não consegui. A única coisa que pensei foi: "por favor, que ninguém entre".
Ninguém entrou, felizmente. Mas o que entrou foi outra coisa.
Como ele disse, afastou minha calcinha com uma mão, enquanto com a outra pegou a banana e levou até minha buceta. Como a preliminar me deixou excitada, já estava preparada. Só precisei colocar entre os lábios da minha buceta.
Quando fez isso, me abraçou bem forte e meteu com força, mas devagar. Olhou nos meus olhos e eu olhei pra ele. Meu rosto devia estar mostrando prazer, porque ele deu um sorriso de satisfação. Quinze centímetros de fruta me penetraram. Não parou até deixar uma pequena parte pra fora.
Não perdeu tempo e pegou a cenoura. Olhei pra ele com medo e implorei pra não fazer, fechei minhas pernas com a banana dentro da minha buceta, empurrei ele com as mãos, mas tudo foi em vão.
Ele me abraçou de novo e, mesmo com as pernas fechadas, se esforçou pra separar minhas nádegas e afastar minha calcinha com a ponta da cenoura. Não disse uma palavra enquanto ajustava a mira.
Eu abracei ele bem forte, era a única coisa que podia fazer. E quando a ponta da cenoura encontrou meu cu, cravei as unhas nas costas dele. Ele empurrou devagar.
— Ai! Não, por favor, dói, não continua, por favor — por mais patéticos que fossem meus pedidos, ele não parou em nenhum momento.
Como a cenoura era mais fina na ponta, meu esfíncter não conseguiu fazer muita coisa. A parte mais fina entrou no meu cu. Depois, foi entrando, engrossando conforme penetrava, alargando o reto no caminho.
Devo dizer que pelo menos não foi bruto. Pelo menos não tanto, porque do mesmo jeito ele enfiou a cenoura sem parar. Fiquei na ponta dos pés, apertei ele e mordi o ombro dele pra segurar um grito, mas ele continuou como se nada. Minha bunda apertava bem e ele empurrava com muita força. Sentia toda a superfície da cenoura e, sinceramente, teria agradecido se ele tivesse lubrificado um pouco. A cenoura seguiu seu caminho pra dentro de mim até estar completamente dentro. Exceto pela ponta de cima, claro, que ficou pra fora, a parte mais grossa que deixava meu cu bem aberto.
Depois de enfiada duplamente, o idiota pegou os vegetais e puxou um pouco, pra meter de novo.
Isso me enlouqueceu. Minhas pernas falharam e me segurei nele. Ele continuou sacando e metendo numa boa velocidade enquanto eu aproveitava como nunca antes. Umas lágrimas escorreram ao sentir a dupla penetração. Ele parou bruscamente no momento em que se ouviu vozes do lado de fora da sala. Ele colocou de volta a minha roupa de algodão, mas sem tirar nem a cenoura do cu nem a banana da buceta.
— Vai, se apressa, se veste.
Eu olhei pra ele com a cara mais dramática que eu tinha. Levantando uma sobrancelha e falando com sarcasmo.
— Com essas coisas dentro de mim, seu filho da puta do fetiche?
Ele concordou com a cabeça, como se o que eu perguntasse fosse absurdo. Me resignei, as vozes estavam mais perto e eu subi o jeans. Não tem como explicar o que senti ao abotoar o jeans apertado, nem ao subir o zíper e ajustá-lo. O jeans entrava entre minhas nádegas e com ele, a cenoura entrava no meu cu. Na frente era igual, o jeans impedia que a banana saísse de mim.
— Boa sorte na sua prova.
— Idiota de merda.
O suplício que senti ao andar com meus buracos cheios é indescritível. Cada passo era uma tortura e ao chegar na minha cadeira não consegui pensar em como me sentiria. Fiquei parada ali mesmo, sentindo minha calcinha confortável molhando. Por sorte não precisei sentar porque o professor entrou e me chamou na frente pra prova, ele estava com pressa.
E embora eu tenha ficado meia hora em pé, respondendo as perguntas dele, pareceu uma eternidade de espera. Enquanto respondia, sentia minha buceta molhada, a banana no lugar só me esquentava mais e sentia a cenoura abrindo meu cu, sentia ele quente e cheio. Mudava o peso de uma perna pra outra e o pequeno movimento que fazia multiplicava mil vezes as sensações.
Estar duplamente penetrada na prova, por outro lado, foi positivo. Eu estava tão excitada e dolorida, sentia tanta vergonha e prazer que minhas respostas ficaram em segundo plano e com isso, ganhei naturalidade. Tirei nota máxima.
Ao terminar, me senti grata e pensei em pedir pra ir ao banheiro, mas o professor se levantou e insistiu que Tivemos que ir pra secretaria acadêmica pra ele assinar os formulários da minha prova.
Não consegui dizer não.
E também não conseguia andar.
Lutei nos primeiros passos pelo corredor. Mas a sala do diretor ficava no andar de cima. Não sei como pensei que conseguiria. Obviamente, não consegui.
Subi os primeiros degraus e minhas pernas tremeram, me apoiei no corrimão e subi mais alguns degraus. A banana balançava de um lado pro outro com o rebolado do meu quadril, sentia ela girando dentro de mim e era tanta excitação que achei que ia gozar ali mesmo. Em vez disso, a cenoura, com a calça jeans apertando, entrava cada vez mais no meu cu. Tanto que, quando cheguei no patamar, entrou por completo.
Senti ela tão fundo, com meu cu se fechando atrás dela, que me assustei e gritei. O professor também se assustou e me perguntou se tava tudo bem. Não aguentei mais. Me agachei e fiquei no chão, levei as mãos ao rosto e à barriga e respondi que não tava bem e perguntei se ele podia me levar ao banheiro.
O professor me segurou pelo braço e praticamente me levantou, me levando pro banheiro.
Nem preciso dizer que entrei correndo. Não aguentava mais, nem cheguei nos cubículos dos vasos. Simplesmente me apoiei em uma das pias, arriei a calça jeans desesperada até os joelhos, junto com a calcinha, me inclinei segurando na pia e forcei.
O resultado?
A banana saiu voando e quicou no chão, um fio dos meus fluidos seguiu ela e outro tanto ficou pendurado na minha buceta aberta. A cenoura não saiu. Tive que forçar de novo e, felizmente, senti meu cu se abrir de novo pra ela sair. Em câmera lenta, bem devagar, a cenoura saiu do meu reto e foi parar no chão.
Naquele instante, o professor entrou, bem na hora que a cenoura tocou o chão.
— Elizabeth, tá tudo em or...
Ele arregalou tanto os olhos que pensei que iam saltar das órbitas. Eu olhei pra ele do mesmo jeito, fiquei vermelha de vergonha e humilhação. Fiquei paralisada. igual que ele. Ele na porta do banheiro e eu ali, agarrada na pia, inclinada com o jeans e a calcinha fio dental nos joelhos, com a buceta escorrendo líquidos, com o cu aberto e vermelho, e com uma banana e uma cenoura no chão.
Não soube o que dizer, explicar seria ainda mais vergonhoso. Não tive outra opção, nenhuma saída, então o que falei enquanto me ajoelhava na frente dele foi:
— Professor, entra, por favor, fecha a porta e abaixa a calça.



Obrigada a todos pelas mensagens e pelo apoio de sempre. Me sinto muito mais segura comigo mesma. Agradeço de coração. Beijos.
Pra piorar, um dos caras vivia me enchendo de indiretas; um machista completo, tentando mostrar seus dotes de galã. Não era desagradável, mas a insistência dele incomodava. E quando ele conseguiu meu número, incomodava ainda mais.
As investidas dele aumentaram de tom. Ele me tocou algumas vezes, sussurrava coisas no meu ouvido, me mandava fotos do pau dele no privado. Com certeza ele queria gozar na cama dele, mas por enquanto eu não queria que ele levasse vantagem, então dificultei tudo ao máximo.
Mas acabei perdendo.
Na aula passada, ele estava mais insistente que o normal: me apalpou na entrada, me beijou na bochecha e, durante o intervalo, passou a mão na minha bunda de novo. Dava pra ver a ereção dele, ele tava louco pra fazer alguma coisa comigo. Na saída, ele tentou me agarrar de novo, mas consegui fugir. Naquela noite, ele me mandou uma mensagem dizendo que na próxima aula era melhor eu levar uma saia.
Não culpo ele, quer dizer, não sou tão bonita assim, mas com meu cabelo ruivo, minha pele branca e minha baixa estatura, sei que muitos me desejam. Mesmo assim, não realizei o desejo dele; usei um jeans rasgado, o mais justo que encontrei.
Naquele dia, era minha defesa oral. Parte da prova que a gente tinha que fazer na frente dos professores. Então não ia deixar ele se intrometer com a ansiedade dele. Já estava nervosa o suficiente com a prova.
Tanto que até esqueci dele.
Quando senti as mãos dele na minha bunda, só aí notei a presença dele.
— Você tá se comportando mal, Eli — ele sussurrou — Tá fazendo de propósito pra eu te castigar?
— Idiota — respondi.
— Tenho uma coisa pra você, mas se não trouxe saia, vai ser mais complicado te dar.
— Nem tenta — falei, adivinhando que o presente estava entre as pernas dele.
Não sou tão fácil assim, nem ia deixar aquele mané me pegar. Mas não consegui evitar que ele me agarrasse pelo braço e me levasse pelos corredores até nossa sala. Como não era hora de entrada, não tinha ninguém lá.
Ele me levou até um canto e começou a me beijar na hora. Empurrei ele e recusei, mas ele continuou me beijando. Desceu pro meu pescoço e aí eu me entreguei, é meu ponto fraco.
Acariciou meus peitos por cima da camiseta e me apertou a bunda por cima da calça jeans.
Ficou me curtindo por uns minutos e, entre isso e o medo de alguém entrar, fiquei super excitada. Então, quando ele desabotoou minha calça jeans, eu não falei absolutamente nada. Ele forcejou, mas não conseguiu tirar.
— Tira ela — ele ordenou, se afastando. Pegou a mochila dele e voltou pra mim.
— Não! Cê tá louco. — protestei.
Ele mandou eu me apressar e acabei aceitando, estupidamente passiva. Abaixei a calça jeans um pouco até ele dizer que tava bom assim.
— Também quer que eu tire a calcinha? — falei, ofendida, tava usando uma fio dental de algodão cinza com bolinhas, uma das minhas favoritas.
— Não, essa eu vou só afastar — respondeu numa boa, e aí continuou — Um ou dois?
— O quê? — falei confusa.
— Um ou dois? — perguntou de novo.
— Umm, um — respondi por fim.
— Ok, agora de novo: um ou dois?
— Dois — respondi de novo, entrando na brincadeira.
Nunca imaginei o que ele ia fazer. E se imaginasse, nunca pensaria que ele faria aquilo. Pois é, aquele cara tirou da mochila uma banana e uma cenoura.
Uma banana e uma cenoura. Isso mesmo. Ele pegou elas e se aproximou de mim. Aí entendi que os números eram pra escolher a ordem. O um era a cenoura, o dois era a banana. E os outros números eram pra onde iam.
Resisti o quanto pude, mas não consegui. Pensei em gritar, mas também não consegui. A única coisa que pensei foi: "por favor, que ninguém entre".
Ninguém entrou, felizmente. Mas o que entrou foi outra coisa.
Como ele disse, afastou minha calcinha com uma mão, enquanto com a outra pegou a banana e levou até minha buceta. Como a preliminar me deixou excitada, já estava preparada. Só precisei colocar entre os lábios da minha buceta.
Quando fez isso, me abraçou bem forte e meteu com força, mas devagar. Olhou nos meus olhos e eu olhei pra ele. Meu rosto devia estar mostrando prazer, porque ele deu um sorriso de satisfação. Quinze centímetros de fruta me penetraram. Não parou até deixar uma pequena parte pra fora.
Não perdeu tempo e pegou a cenoura. Olhei pra ele com medo e implorei pra não fazer, fechei minhas pernas com a banana dentro da minha buceta, empurrei ele com as mãos, mas tudo foi em vão.
Ele me abraçou de novo e, mesmo com as pernas fechadas, se esforçou pra separar minhas nádegas e afastar minha calcinha com a ponta da cenoura. Não disse uma palavra enquanto ajustava a mira.
Eu abracei ele bem forte, era a única coisa que podia fazer. E quando a ponta da cenoura encontrou meu cu, cravei as unhas nas costas dele. Ele empurrou devagar.
— Ai! Não, por favor, dói, não continua, por favor — por mais patéticos que fossem meus pedidos, ele não parou em nenhum momento.
Como a cenoura era mais fina na ponta, meu esfíncter não conseguiu fazer muita coisa. A parte mais fina entrou no meu cu. Depois, foi entrando, engrossando conforme penetrava, alargando o reto no caminho.
Devo dizer que pelo menos não foi bruto. Pelo menos não tanto, porque do mesmo jeito ele enfiou a cenoura sem parar. Fiquei na ponta dos pés, apertei ele e mordi o ombro dele pra segurar um grito, mas ele continuou como se nada. Minha bunda apertava bem e ele empurrava com muita força. Sentia toda a superfície da cenoura e, sinceramente, teria agradecido se ele tivesse lubrificado um pouco. A cenoura seguiu seu caminho pra dentro de mim até estar completamente dentro. Exceto pela ponta de cima, claro, que ficou pra fora, a parte mais grossa que deixava meu cu bem aberto.
Depois de enfiada duplamente, o idiota pegou os vegetais e puxou um pouco, pra meter de novo.
Isso me enlouqueceu. Minhas pernas falharam e me segurei nele. Ele continuou sacando e metendo numa boa velocidade enquanto eu aproveitava como nunca antes. Umas lágrimas escorreram ao sentir a dupla penetração. Ele parou bruscamente no momento em que se ouviu vozes do lado de fora da sala. Ele colocou de volta a minha roupa de algodão, mas sem tirar nem a cenoura do cu nem a banana da buceta.
— Vai, se apressa, se veste.
Eu olhei pra ele com a cara mais dramática que eu tinha. Levantando uma sobrancelha e falando com sarcasmo.
— Com essas coisas dentro de mim, seu filho da puta do fetiche?
Ele concordou com a cabeça, como se o que eu perguntasse fosse absurdo. Me resignei, as vozes estavam mais perto e eu subi o jeans. Não tem como explicar o que senti ao abotoar o jeans apertado, nem ao subir o zíper e ajustá-lo. O jeans entrava entre minhas nádegas e com ele, a cenoura entrava no meu cu. Na frente era igual, o jeans impedia que a banana saísse de mim.
— Boa sorte na sua prova.
— Idiota de merda.
O suplício que senti ao andar com meus buracos cheios é indescritível. Cada passo era uma tortura e ao chegar na minha cadeira não consegui pensar em como me sentiria. Fiquei parada ali mesmo, sentindo minha calcinha confortável molhando. Por sorte não precisei sentar porque o professor entrou e me chamou na frente pra prova, ele estava com pressa.
E embora eu tenha ficado meia hora em pé, respondendo as perguntas dele, pareceu uma eternidade de espera. Enquanto respondia, sentia minha buceta molhada, a banana no lugar só me esquentava mais e sentia a cenoura abrindo meu cu, sentia ele quente e cheio. Mudava o peso de uma perna pra outra e o pequeno movimento que fazia multiplicava mil vezes as sensações.
Estar duplamente penetrada na prova, por outro lado, foi positivo. Eu estava tão excitada e dolorida, sentia tanta vergonha e prazer que minhas respostas ficaram em segundo plano e com isso, ganhei naturalidade. Tirei nota máxima.
Ao terminar, me senti grata e pensei em pedir pra ir ao banheiro, mas o professor se levantou e insistiu que Tivemos que ir pra secretaria acadêmica pra ele assinar os formulários da minha prova.
Não consegui dizer não.
E também não conseguia andar.
Lutei nos primeiros passos pelo corredor. Mas a sala do diretor ficava no andar de cima. Não sei como pensei que conseguiria. Obviamente, não consegui.
Subi os primeiros degraus e minhas pernas tremeram, me apoiei no corrimão e subi mais alguns degraus. A banana balançava de um lado pro outro com o rebolado do meu quadril, sentia ela girando dentro de mim e era tanta excitação que achei que ia gozar ali mesmo. Em vez disso, a cenoura, com a calça jeans apertando, entrava cada vez mais no meu cu. Tanto que, quando cheguei no patamar, entrou por completo.
Senti ela tão fundo, com meu cu se fechando atrás dela, que me assustei e gritei. O professor também se assustou e me perguntou se tava tudo bem. Não aguentei mais. Me agachei e fiquei no chão, levei as mãos ao rosto e à barriga e respondi que não tava bem e perguntei se ele podia me levar ao banheiro.
O professor me segurou pelo braço e praticamente me levantou, me levando pro banheiro.
Nem preciso dizer que entrei correndo. Não aguentava mais, nem cheguei nos cubículos dos vasos. Simplesmente me apoiei em uma das pias, arriei a calça jeans desesperada até os joelhos, junto com a calcinha, me inclinei segurando na pia e forcei.
O resultado?
A banana saiu voando e quicou no chão, um fio dos meus fluidos seguiu ela e outro tanto ficou pendurado na minha buceta aberta. A cenoura não saiu. Tive que forçar de novo e, felizmente, senti meu cu se abrir de novo pra ela sair. Em câmera lenta, bem devagar, a cenoura saiu do meu reto e foi parar no chão.
Naquele instante, o professor entrou, bem na hora que a cenoura tocou o chão.
— Elizabeth, tá tudo em or...
Ele arregalou tanto os olhos que pensei que iam saltar das órbitas. Eu olhei pra ele do mesmo jeito, fiquei vermelha de vergonha e humilhação. Fiquei paralisada. igual que ele. Ele na porta do banheiro e eu ali, agarrada na pia, inclinada com o jeans e a calcinha fio dental nos joelhos, com a buceta escorrendo líquidos, com o cu aberto e vermelho, e com uma banana e uma cenoura no chão.
Não soube o que dizer, explicar seria ainda mais vergonhoso. Não tive outra opção, nenhuma saída, então o que falei enquanto me ajoelhava na frente dele foi:
— Professor, entra, por favor, fecha a porta e abaixa a calça.




Obrigada a todos pelas mensagens e pelo apoio de sempre. Me sinto muito mais segura comigo mesma. Agradeço de coração. Beijos.
4 comentários - #18 Passando vergonha na prova (cenoura e bananas)