Que festa gostosa meu marido fez

Com meu marido, temos bastante experiência em trocas de casais, ménages, etc. Isso nos dá abertura pra ter um papo tranquilo sobre o assunto e nos animar a contar as fantasias que cada um tem dentro do casal.
A real é que a gente já fez quase tudo que passou pela cabeça, sem se privar de nada, mas tinha um tempo que o GANG BANG tava pendente. No começo, não me chamava a atenção, aliás, quando ele me propunha, eu colocava meus poréns. Primeiro porque não me imaginava sozinha no meio de tantos homens. Segundo porque também não tinha certeza de quem poderiam ser os participantes. Até que tenho confiança com alguns amigos dele, mas não são mais de dois com quem a gente toparia fazer algo assim. Embora meu marido dissesse que se participassem mais de 2 homens já era gang bang, na minha cabeça rondava algo mais cheio. E terceiro, não curtia a ideia de ir a um clube de swing pra realizar isso.
Mas, apesar dos meus poréns, a verdade é que enquanto a gente conversava, muitas vezes eu tinha fantasiado com algo assim. Na real, em mais de uma oportunidade ele tinha me dado a entender que ia organizar e eu já tinha me preparado mentalmente pra rolar naquela noite, mas sempre foram alarmes falsos.
Semanas antes de acontecer o que todo mundo já imagina, ele começou a me sugerir a ideia de organizar um jantar em casa com o amigo Sebastian. Eu sei que, se ele fala em organizar algo só com o Sebas, é porque tão pensando em me comer. Senão, ele diz que o Seba vem com a mulher. A mulher do Seba é outra vibe totalmente diferente, e nunca soube que a gente tinha encontros sexuais com o marido dela. Por isso, se ele me fala que o Seba vem jantar, é sinônimo de "festa". Como já fazia vários meses que ele não organizava nada, o sinal me fez pensar que nesse fim de semana ia rolar um ménage.
Naquela semana, por volta de quarta ou quinta, uma das minhas amigas mais próximas me liga pra dizer que no sábado ia estar a Paula, uma amiga nossa da faculdade, e que já mora na Europa há um tempo, então estavam organizando um jantar de boas-vindas. Obviamente, falei pra ela que podia contar comigo, sem me lembrar da possível festa que a Ale estava organizando.

A semana passou sem grandes novidades, e quando chega sexta-feira, comento com a Ale que no dia seguinte ia sair pra jantar com minhas amigas. É nesse momento que a Ale me lembra que no sábado o Seba ia vir jantar em casa, mas que eu ficasse tranquila que eles pediam uma pizza e tomavam umas cervejas sozinhos.

Esse sábado foi como qualquer outro. De manhã, atividades em família; no meio da manhã, meu marido e meu filho foram pra um churrasco que tinha no campo de esportes da escola, já que os pais tinham organizado um jogo de futebol. Como a presença das mães não era obrigatória, e eu já tenho meus sábados organizados, segui com minha rotina normal.

Ao meio-dia, academia; depois, almoço em algum restaurante da região e, no começo da tarde, salão de beleza. Como não ficou muito tarde, aproveitei pra fazer o que a gente gosta de fazer. Fui fazer compras.

Com a desculpa do jantar com minhas amigas da faculdade, comprei um vestido bem lindo, longo até os joelhos, soltinho, com um decote bonito e que não era nem muito elegante nem muito esporte. Exatamente o que eu precisava pra aquela noite com as amigas.

Cheguei em casa, preparei um mate e logo depois chegaram a Ale e meu filho, depois de passarem o dia no campo de esportes da escola.

Então fui tomar banho e comecei a me arrumar pra noite. Pelo que vi no grupo de WhatsApp do jantar, éramos umas 12 convidadas, várias das quais eu não tinha notícias há anos. A verdade é que não era o melhor plano, mas tava com vontade de ver a Paula e duas das minhas amigas. O resto não me importava nem um pouco, mas sabendo como a gente é, me arrumei pra que me olhassem de cima a baixo.

O vestido ficou perfeito em mim. Usei com umas sandálias altas e, por cima, uma jaqueta de couro. negra. No começo, coloquei com sutiã, mas o decote era fundo e tava aparecendo, então acabei tirando.
Bem antes de sair, a campainha tocou. Era o Seba. Ele sempre chega relativamente cedo quando vem aqui. Como eu tava saindo com meu filho, falei pra Ale abrir a porta.
Cruzei com ele na porta e, enquanto meu filho entrava no carro, o Seba aproveitou pra soltar umas putarias, já que eu tava com a jaqueta na mão e o decote aparecendo. Trocamos umas piadas e ele terminou com um “não volta tarde que a gente vai ficar te esperando”. Levei na brincadeira e pronto. Mas no fim, não era bem assim.
Depois de deixar meu filho, fui pro restaurante. No caminho, peguei uma amiga minha, a Daniela, então fomos batendo papo animado até o bar. A Dani é muito gostosa, mas não se esforça muito pra se arrumar, então do lado dela eu parecia que ia pra um casamento.
Quando cheguei no lugar, logo achei a mesa onde as minhas amigas estavam. Algumas já tinham chegado, então sentei do lado da Dani e deixei um lugar pra Luciana. Daí a pouco chegou a Pau, e foi ela quem sentou no lugar que eu tinha deixado vago.
Levantei pra ir no banheiro. Como sempre, antes de me levantar, peguei o celular e, pra minha surpresa, vi que tinha uns 10 mensagens do Ale. Comecei a me divertir e entrei na brincadeira. Primeiro, mandei uma selfie minha pra ele ver que eu tava bem. Óbvio que aproveitei e fiz a maior cara de puta, tirei a foto de cima pra aparecer o decote. As minhas amigas ficaram me olhando, mas eu nem liguei. Na segunda mensagem, falei que tinha visto uns caras gatos, mas que até agora não tinham chegado em mim. Na seguinte, disse que um tinha chegado e me oferecido um drink, mas que eu falei que com um drink só a gente não fazia nada. Daí a pouco mandei outra dizendo que agora, além do drink, tavam me oferecendo grana, e que eu tava pensando.
A troca de mensagens foi constante. Eu tava mais com o celular na mão do que conversando com minhas ex-colegas de faculdade. A verdade é que eu tava me divertindo mais. Num dado momento, a Ale me desafia, dizendo que eu tava mentindo e que nenhum cara tava me dando bola. Na hora, como não gosto de perder, levantei, fui até uma mesa onde três caras estavam sentados sozinhos, expliquei que era uma brincadeira e pedi permissão pra sentar com eles e tirar umas fotos. Claro que eles toparam, menos um que pediu pra eu não postar em rede social nenhuma. Hahaha, que safado! Tirei umas três ou quatro fotos e mandei pra Ale. Obviamente, nas fotos um deles aproveitou pra me abraçar, outro se jogou um pouco em cima de mim, e por aí vai. Por um momento, não teve resposta da mensagem, então imaginei que ela tava bolando o próximo passo. O primeiro desafio eu já tinha superado e até diria que vencido. Os três caras aproveitaram pra me oferecer uma cerveja, e depois de olhar pra mesa das minhas amigas, onde de longe dava pra ver a Daniela quase bocejando, aceitei o convite. A conversa foi super tranquila, sem ninguém ousar dar um passo além. Nisso, chega uma nova mensagem da Ale, onde dessa vez ela dobrou a aposta, dizendo que sabia que a foto era combinada ou que os caras eram colegas da faculdade. Pra rebater, não me veio ideia melhor do que sentar no colo de um dos caras e tirar outra foto. Sem dúvida, as quatro cervejas que já tinha tomado estavam me soltando. Escolhi um dos caras aleatoriamente e contei a ideia que tinha pra vencer a aposta. Sem resistência, e sem eu dar tempo pra ele falar nada, pulei e me acomodei no colo dele. Os amigos ficaram olhando a cena e, entregando meu celular pra um deles, pedi pra tirar uma foto. Como o cara, que se não me engano chamava Martin, era muito tímido e não me tocava, peguei as mãos dele e fiz com que me abraçasse daquele jeito. O antebraço dele fez com que um dos meus peitos quase explodisse pelo decote. Vi os dois amigos olhando, esperando ver algo a mais, mas infelizmente o mamilo não quis aparecer. De qualquer forma, a foto ficou ótima e foi assim que mandei pra ele. Com meio mamilo de fora já seria demais.

Sobramos eu, Dani, Pau, Luciana, mais duas minas. Então, pra dar um up na noite, pedi um champanhe.

O primeiro champanhe acabou rapidinho, então pedi mais um. Isso foi soltando a gente aos poucos, e, mesmo não sendo o grupo mais divertido que já saí, pelo menos começamos a rir de besteiras. O segundo champanhe, sem dúvida, foi a mais. Primeiro porque percebi que as minas, menos a Dani, já tinham parado de beber. Segundo, porque quando levantei pra ir ao banheiro, vi que tava realmente tonta.

Já no banheiro, comecei a mexer no celular e vi que tinha três mensagens do Ale. A primeira perguntando que horas eu ia voltar, a segunda perguntando se eu tava me comportando bem, e a terceira dizendo que se eu me comportasse mal, mandasse uma foto.

A verdade é que adoraria ter entrado na brincadeira, mas o bar não era um lugar muito festivo onde eu pudesse mandar uma foto hot me comportando mal. Mas pra não cortar o clima, e já que tava no banheiro e o vestido tinha um bom decote, resolvi tirar uma teta pelo decote e mandar uma foto. Dei tanto azar que, quando tava tirando a foto na frente do espelho, a Dani entrou pra me procurar. Do jeito que deu, tentei me esconder enquanto morria de rir, e a Dani não conseguia disfarçar a cara de choque. Depois de explicar como pude o que tava fazendo, a Dani se ofereceu pra tirar a foto ela mesma, pra que meu marido não soubesse quem tinha tirado. Achei a ideia genial, então dessa vez não só mostrei uma teta, mas mostrei as duas, e a Dani tirou várias fotos. Quando éramos mais novas, eu e a Dani já tínhamos feito umas safadezas juntas, então, mesmo fazendo tempo que não Me viava pelada, a verdade é que com ela eu não tinha vergonha. Assim como tiro as fotos, mandei pra Ale, que não demorou pra me responder me chamando de filha da puta e um monte de outras coisas. "Quem tirou pra você?", "Com quem você tá?", "Me conta". Eram as mensagens que ela me mandava.

Quando cheguei em casa, e como tinha combinado com a Ale, liguei pra avisar que tava a uma quadra. Ao virar na esquina, vejo ela parada na porta, com um sorriso de orelha a orelha, e com alguma coisa na mão que não consegui ver o que era. Ela faz sinal pra eu parar e, assim que paro o carro, ela entra no banco do carona. Não me deu tempo de falar nada, mas me mandou entrar com o carro na garagem. Tava com cheiro de álcool, o que era sinal de que, ou não tava sozinha, ou o Seba tinha acabado de ir embora.

Assim que a gente desceu do carro, e depois de me fazer umas perguntas, ela me mostrou o que tinha na mão. Era uma máscara de dormir daquelas que dão em avião e que a gente usava pra brincar. Aí entendi por que as risadas e o mistério de tantas mensagens perguntando quando eu chegava. A intenção era me enfiar numa farra com o Seba. A verdade é que a brincadeira com os caras da mesa, e a história das fotos, tinha me deixado com tesão. Então, mesmo não estando explodindo, tava com vontade de que rolasse alguma coisa.

Peguei a máscara sorrindo pra Ale e perguntei se tinha que colocar naquela hora. Ela disse que sim, então obedientemente coloquei. A Ale me ajudou a subir as escadas que vão da garagem pro hall do primeiro andar. Enquanto subia, conseguia ouvir música. A Ale me ajudava com os degraus, e quando chegamos lá em cima, ela tirou a jaqueta de couro que eu tava usando. Fiquei parada ali esperando alguém se aproximar. Tinha certeza de que o Seba tava por perto. Podia sentir a presença dele.

Ela pega minha mão e coloca a taça, e com o mesmo movimento leva até minha boca, num sinal claro de que eu tinha que beber. Era champanhe. Não tava Muita vontade de continuar bebendo, mas aceitei o desafio.
Tomei o máximo que consegui, mas algo estava me distraindo. Naquela sala não tinha só dois homens. Tinha mais gente. Alguém se aproxima e, repetindo o mesmo ritual, pega na minha mão, coloca a taça e me manda beber de novo. Já tinha tomado duas taças de champanhe em menos de dois minutos. Sentia que tinha duas pessoas na minha frente, e o Ale atrás, mas de repente ouço a porta do banheiro. Na minha cabeça não tinha mais dúvida de que tinha várias pessoas na minha casa. Pelo menos quatro. Enquanto tentava enxergar alguma coisa pela lateral da venda, e escutar algo mais pra deduzir quantas pessoas estavam ali. Continuei dançando e me entregando àquele êxtase que o ambiente ia gerando aos poucos.

Senti o pau dele duro encostado na minha bunda. Como o vestido era solto, dava pra sentir tudo. Nisso, o Ale pergunta no meu ouvido se estava tudo bem. Sempre nesse tipo de situação ele aproveitava pra perguntar. Se em algum momento eu dissesse que não, ele já cortava a parada na hora. Era tipo nosso sinal.

Eu concordei com a cabeça, então isso deu sinal verde pra ele começar a levantar meu vestido.
Eu não hesitei em me virar e começar a beijá-lo. Dava pra sentir minha bunda no ar, à vista de pelo menos três pessoas. Continuo dançando como se estivesse sozinha com meu marido. Nisso, me afasto dele, empurrando-o com uma mão no peito, e sigo dançando na frente de quem quer que esteja ali. Não ligo pra nada. Sou só eu e a música. Tento dançar do jeito mais gostosa possível. Em alguns momentos, aproveito pra levantar o vestido ou me virar e descer flexionando os joelhos pra que possam me apreciar ainda mais.

Dou umas voltas e fico tonta. Nisso, sinto alguém me pegar ou começar a me tocar.
Começam a me beijar. Devolvo o beijo com paixão. Mas não é meu marido. Não sei quem é. Não importa. Sinto que já são várias mãos me tocando. Eu tento tocar também. A única coisa que posso ter certeza é de que todos Os corpos que consigo tocar são masculinos. Tenho certeza de que são 4 homens. Mas serão mesmo quatro? Já perdi toda a referência.
Continuo dançando e cada vez me apalpam mais. De repente, puxo uma alça do vestido e, num movimento, deixo ele cair. Fico parada só de thong e sandálias na frente desses caras.
Alguém me segura pelos ombros e, suavemente, me empurra para baixo, num sinal de que eu tinha que me ajoelhar. O famoso gang bang com que tanto fantasiávamos está prestes a rolar. Entendo e sei o que tenho que fazer. Então, como posso, começo a procurar a primeira pica. Encontro uma, que já está de fora, então começo a chupar na hora. Sinto ele me segurar pela cabeça, me empurrando e fazendo quase toda entrar na minha boca. Não é muito grande. Diria que é normal. Continuo chupando com vontade. Sinto a presença de alguém à minha direita, então, com a mão, tateio pra ver se encontro algo. Logo sinto outro corpo nu. Empurrando pela bunda com a mão direita, aproximo ele do meu rosto. Já tenho duas. Começo o jogo de uma e uma. Fico assim uns minutos chupando as duas picas. Um terceiro se aproxima. Esse diretamente bate com a pica na minha cara. Então só precisei virar a cabeça pra esquerda pra começar a chupar. Me chamou a atenção o tamanho da cabeça. Essa era grande porque tive que abrir a boca mais que o normal. Se não fizesse isso, ia machucar ele com meus dentes. Não sei quanto tempo fiquei assim. Do que eu tinha certeza era de que no mínimo eram 5 homens. Me sinto possuída, como se tentasse deixar todos satisfeitos. Me viro como posso, ajudando com as mãos.
Nisso, sinto que mais alguém se aproxima. Estou numa espécie de roda. Os joelhos já estão doendo, então, como posso, peço pra trazerem uma almofada de um dos sofás. Alguém, que não é nenhum dos três que estou chupando, me alcança. Assim que me entrega, pego como se fosse pra Fico. Ele também está nu, então começo a chupar ele. Já são 4. Mas ainda tem mais alguém atrás de mim. Me viro e, como dá, começo a chupar ele também. Esse parece ser o Seba. Não tenho certeza e também não ligo. A essa altura, não me importa saber quem é quem, só me entrego completamente à situação. Algo que muitas vezes imaginei e fantasiei, e que agora está se realizando.
Como dá, vou tentando chupar um pouco de cada um. Eles também, como podem, me tocam e começam a me penetrar com os dedos. Me sinto molhada. Estou tão molhada que, quando alguém tira os dedos de dentro de mim, sinto parte do meu fluxo escorrendo pela minha perna. Estou rodeada por 5 homens. Sei que meu marido está ali vendo tudo.
. Me sinto a maior puta. Adoro isso. Levanto e me deixo levar. Me levam até o sofá e mandam eu sentar. De novo, eles começam a se aproximar para eu chupar. Já não sei mais quem é quem, só quando aparece a grandona. Essa é impossível não identificar. Enquanto chupo, me pergunto se vai doer. Se vai ser como a do sócio do meu chefe no Uruguai. Essa sim tinha me partido ao meio, mas acabei curtindo pra caralho. Já não sei há quanto tempo estou assim, mas quero que alguém me meta. Eu também quero gozar. Num momento, me ajudando com as mãos, afasto quem está na minha frente e, sem hesitar, levanto e me viro. Fico de quatro, com os joelhos no sofá e os braços apoiados no encosto. Mostro a bunda e espero que alguém entenda meu recado me penetrando. Não devem ter passado nem 30 segundos até sentir alguém começando a me tocar. Os dedos entram fácil por causa da lubrificação que tenho. A calcinha fio-dental está totalmente de lado, então começam a tirar. Me mexo para facilitar, ficando só com as sandálias. Tenho a parte interna das coxas molhada do fluxo que estou deixando. É inegável que eu gosto de gang bang. O tesão de não saber com quem estou, mais a A segurança de estar ali com meu marido não tem preço. Tô entregue e, ao mesmo tempo, me sinto segura. De repente, sinto alguém tentando me penetrar. Não demora nem custa nada. Me penetra na hora. Colocou camisinha. Dá pra sentir. Não curto, mas é necessário. Como o sofá não tá encostado na parede, minha posição é ideal pra continuar chupando alguém. Minha mandíbula já descansou uns 5 minutos e sinto que tem alguém na minha frente. Começo a chupar, e imediatamente outro cara também se coloca na frente. Então, do jeito que dá, vou alternando entre os dois. Em pouco tempo, percebo que quem tá atrás de mim tá perto de gozar. Me agarra com força pelos quadris. Tá gozando. Sai e, atrás, outro me penetra rapidinho. Também tá de camisinha. Esse é um pouco mais bruto e mete num ritmo mais frenético. Cada vez que ele empurra pra dentro, minha cara bate no corpo de quem tá na minha frente. Às vezes consigo me segurar com as mãos, fazendo um pouco de resistência, outras vezes engulo ele inteiro direto, o que me faz engasgar um pouco. Ele goza e, na hora, outro me penetra. Me sinto usada e adoro isso. Enquanto faço o que tô fazendo, penso nas minhas amigas. No que elas tão perdendo e se alguma é igual a mim. Talvez eu tenha uma amiga mais festeira do que eu e nem saiba.

Uma das picas que tô chupando é a XXL. É difícil, e quero que quem tá atrás goze logo pra ele me penetrar. Levanto a raba e começo a rebolar também, meio que apressando a situação. Funciona. Rapidinho eles terminam de gozar, e a XXL sai da minha boca. Passam uns segundos em que imagino ele colocando a camisinha e começando a me penetrar. Mas não tem dificuldade, além do tamanho. Na hora sinto ele todo dentro de mim. Não me dá mais prazer que os outros nem dói, mas parece mais largo, me preenche mais. Alguém para na minha frente, do lado de quem ainda não me penetrou. Começo a chupar e, na hora, reconheço. É o Ale. Me dedico a ele e esqueço o resto. Chupo ele do jeito que ele gosta. Ele se afasta e pergunta no meu ouvido de novo se tá tudo bem. Aceno com a cabeça de novo, bem na hora que tão me bombando magistralmente. Sinto os ovos XXL se mexendo debaixo de mim. Tô adorando, e cada estocada faz meu corpo sair do sofá.
XXL goza. Percebo porque ele me agarra com força.
Fui comida por 5 caras em menos de 20 minutos. Adoro isso. Nunca tinha vivido algo assim e já tô pensando quando vamos repetir. Eu ainda não consegui gozar. Não sei se é porque não tô confortável nessa posição ou se me concentrei mais neles do que em mim. O último goza e se afasta. Eu fico parada nessa posição, esperando instruções. Sei que tão me olhando e que a vista é a melhor. Tô de quatro, com a buceta apontada pra eles. Percebo que tão tirando fotos de mim. Não me incomoda. Tenho milhares. Mas não gosto de não saber quem tá ali. Aguento, são as regras do jogo.
Devem ter passado uns 2 minutos e alguém pega na minha mão. Acho que é meu marido, mas não fala, então não posso ter certeza.
Ele me deita num colchão. Reconheço. É um colchão inflável que temos há muito tempo. Alguém se deu ao trabalho de encher. Já tinham tudo preparado!!!
Me deito e logo alguém se deita do meu lado. Me pegam e me sentam em cima. E de uma vez me penetram. Começo a montar ele do jeito que eu gosto. Apertam meus peitos. Beliscam meus mamilos. Agora tô gozando como uma puta. Adoro ficar por cima. Sinto que meu primeiro orgasmo tá chegando. Me mexo porque ninguém vai roubar ele de mim. Acho que fazia tempo que não gritava tão alto enquanto gozava. É que em casa, com meu filho no quarto ao lado, é difícil fazer um show assim. Aproveitei pra caralho. Alguém se coloca na minha frente pra eu chupar. Não tenho problema e faço. Tá mole, mas aos poucos vai acordando. Sinto que o Seba vai gozar, e como não tem camisinha, me empurra pra eu sair. Não ligo, me ajeito e começo a chupar ele bem na hora que Começa a gozar. Metade do sêmen vai parar na minha cara e no meu cabelo. O resto eu engulo enquanto limpo ele... Continuo chupando a que está do meu lado. Alguém começa a brincar com minha bunda. No começo, tímido, um dedo, depois dois. Acho que vão fazer dupla penetração em mim. Adoro, desde que façam com cuidado.

Ele sai e ninguém ocupa o lugar dele. Enquanto isso, alguém continua brincando com minha bunda. Já não são dois dedos, agora são três e até quatro. Não sei o que estão usando, mas me lubrificaram com alguma coisa.

Fico rebolando a bunda, como se estivesse ajudando a situação. Estou de costas arqueadas e ouço comentários sobre minha posição. Sinto a boca pastosa, uma mistura de sede, álcool e o sêmen do Seba. Pela primeira vez, crio coragem e peço se alguém pode me dar um copo d'água. Não respondem, mas logo alguém me alcança uma garrafinha aberta. Bebo o máximo que consigo sem parar de ficar de quatro. Alguém se acomoda do meu lado e começa a massagear meus peitos. Em nenhum momento pararam de me penetrar analmente com uma mão. Nessa hora, sinto que já não é mais uma mão. Parece um pau, mas não sinto a presença de ninguém atrás de mim. Continuo rebolando a bunda e me entregando à situação, e depois de um tempo percebo que estão me penetrando com um vibrador. Deve ser um dos meus que alguém deve ter pego no armário.

Sinto que está cada vez mais fundo e já não dói nem incomoda. Isso é sinal de que minha bunda já se acostumou e agora chegou a hora de aproveitar o sexo anal ao máximo.

De repente, sinto alguém na minha frente. Estico a mão e toco um corpo. Logo algo se aproxima do meu rosto e, como posso, procuro com a boca. É uma rola. Tem um gosto estranho, porque em algum momento recente esteve com camisinha. Chupo como posso, tentando acordá-la, e aos poucos consigo. Logo alguém se acomoda ao lado, então volto ao jogo de alternar uma por uma como consigo. Percebo que quem se juntou por último é XXL. mas não consigo que ela acorde. Mesmo dormindo e tudo, ela é grande. Às vezes gosto de chupá-las quando estão dormindo. Esse é o caso. Nisso, alguém se acomoda atrás de mim e percebo que o que está me penetrando analmente agora é um pau de verdade. Não sei quem é, mas adoro. Me agarra forte pela cintura, me empurrando contra ele. Sinto como meu cu fica completamente cheio e em algum momento me jogo pra frente porque sinto um pouco de dor. Mas são só duas ou três estocadas. Depois me acostumo e acompanho o movimento. Alguém tenta se acomodar embaixo, mas é impossível, então desiste. Quem está me penetrando sai e alguém me pega pela mão como se quisesse que eu me levante um pouco e deixe alguém se acomodar debaixo de mim. Me recolocam e de repente estão me penetrando vaginalmente. Sei que a qualquer momento vem a dupla penetração e estou esperando por isso. Começo a me mexer porque já estou quase chegando ao clímax de novo. É que a situação está me deixando louca. Estão me comendo em manada e estou gostando. Não sei quem são, nem quantos são, mas estou gozando como nunca. Nisso, alguém se acomoda de novo atrás de mim e tenta me penetrar analmente. Não consegue. Faço força e consigo que quem está me penetrando vaginalmente saia. Levanto a raba em sinal de "é agora", e quem está atrás de mim, com um empurrão, me penetra. Como posso, pego o pau do de baixo e começo, devagar, a enfiar em mim. Logo conseguimos e ficamos parados os três, como esperando tudo se ajeitar. Gozo sem nem me mexer. Não acredito. Todos percebem e alguém me diz algo no ouvido que não consigo entender. Aos poucos, quem está atrás de mim começa a se mover, pegando um ritmo lento, mas ritmo, enfim. Estou no céu. Como posso, estico o rosto pra tentar chupar alguma coisa, mas quem estava na minha frente antes parece que não está mais. Sinceramente, não sei quanto tempo durou essa dupla penetração, mas quem está atrás de mim começa a gozar porque ela aperta com força e para de se mexer.
Tão beliscando meus mamilos. Aos poucos vai se ajeitando e entrando. Parece que entrou toda, mas sei que não é assim porque ainda tô segurando com minha mão. Começo a empurrar, mas percebo que vai doer. Saio num movimento e volto a botar a bunda pra fora pra começar a sequência. Dessa vez parece mais fácil e aos poucos vai entrando. Eu sinto que tão me partindo ao meio, mas não quero que parem. De repente, esqueço de todo mundo. Agora têm que me penetrar vaginal. Pego quem tá debaixo de mim, que já faz um tempo que tá esperando o XXL conseguir me penetrar, e com minha mão começo a guiar ele. Não custa nada. Pelo contrário. Entra fácil. De novo a sequência de esperar tudo se ajeitar e depois começar o movimento rítmico. Aquela sensação de que tão te arrebentando é única. Sinto os dois paus quase se roçando dentro de mim. Quem tá debaixo começa a gozar.
Alguém me pega pela mão e me faz sentar de novo. Sento e na hora colocam um pau na minha cara. Começo a chupar. Tem gosto de camisinha. Sinceramente, é um nojo, mas eu aguento. Chupo com vontade como se me obrigassem a fazer isso. Sinto várias mãos me apalpando, mas já tá tudo mais calmo que antes. Quem tá na minha boca depois de um tempo se afasta, dando lugar pra outro. Outro que também tem gosto de camisinha. Alguém começa a me fazer sexo oral, mas a posição não ajuda e logo desiste. Eu me jogo pra trás, levantando a pélvis, o que facilita a parada. Não sei se é o mesmo ou outro, mas de novo começam a me fazer sexo oral. Eu continuo chupando um pau que começa a gozar. Ele quer sair pra não gozar na minha boca, mas é tarde. De novo um pouco fica na minha boca, e um pouco nos meus peitos. Mas não é muita quantidade. Enquanto isso, continuam me dando uma sessão muito boa de sexo oral. Adoro.
Esvazio minha mente enquanto reviso a situação. Já perdi a conta de quantos homens me penetraram. Já ultrapassei todos os limites que um dia pensei que nunca passaria. E o que me assusta é que eu gosto. Gosto do que está acontecendo. Gosto de ser a puta de todos esses homens na minha casa. Gosto de aproveitar ao máximo sem nenhum risco, porque sei que meu marido está presente.
Continuo chupando uma rola. Tem gosto de porra com camisinha. Uma mistura letal, mas que não consigo evitar de curtir naquele momento. Não tá dura, mas também não tá mole. Na minha cabeça, coloco como objetivo fazer ele gozar, então me ajudo bastante com a mão, masturbando ele. Funciona. Ele começa a gozar na minha boca, mas me afasto rápido, deixando ele jorrar nos meus peitos. Sinto que não sai muita porra, sinal de que deve ser a segunda vez que ele tá batendo uma. O leite nos meus peitos começa a escorrer pro umbigo. Tento arrumar o cabelo e sinto que também tem porra ali. Sem perceber, acabo espalhando um pouco mais. Alguém para do meu lado de novo e pega um pouco nos meus peitos. Qualquer roçada já dói, mas eu aguento. Ele aproxima a rola, mas mal consigo chupar. Percebo que ele tá se masturbando na minha frente. Me toco um pouco pra estimular ele e também toco nele. Tá mole, mas endurece rápido. Pouco depois, sinto mais porra nos meus peitos de novo. Mais uma vez é pouca, mas sinto escorrendo pro umbigo também.
Percebo que, aos poucos, a intensidade vai diminuindo porque ninguém mais se aproxima.
Ninguém mais me penetra. Continuo de venda e sandálias. A música tá alta, então não tem como entender o que tão falando, mesmo ouvindo eles conversarem.
Depois de um tempo, parece que tudo acabou. Do jeito que dá, me arrumo e sento no sofá de pernas cruzadas. Não tenho problema em ficar pelada na frente dos outros, mas não poder ver nem ouvir não me agrada. Me sinto vulnerável. De repente, o volume da música abaixa um pouco e eu escuto mais. Quero tirar a venda e descobrir. quem me comeu, mas sei que não posso. Vou conhecê-los? Alguém senta do meu lado. É meu marido. Me pergunta como foi e se estava tudo bem. Digo que foi muito bom, e que estava tudo mais que bem. Ele levanta e ouço ele falando com alguém. Me pegam pela mão e me fazem levantar. Sei que estão todos me olhando, mas minha nudez me agrada. Gosto porque sei que agrado eles e isso me faz sentir gostosa. Sempre gostei de ser o centro das atenções. De mãos dadas me guiam até a escada que leva ao andar de cima, onde ficam os quartos. Me levam pro nosso quarto e me deitam na cama. É o Ale. Ele diz que vai se despedir de todo mundo e sobe. Que quando fechar a porta, posso tirar a venda.

Fico largada na cama pelada, sem nem me cobrir, e assim que ouço o Ale se afastar e fechar a porta, tiro a venda. A luz incomoda. Não sei quanto tempo fiquei com a venda. Olho a hora e são quase 5 da manhã. O que pra mim foi rapidão, na verdade durou mais de 2 horas. Tenho mil dúvidas na cabeça. Quem foram? Quantos foram?

Quero que o Ale suba logo, mas ouço ele lá embaixo ainda falando com alguém. Visto uma camiseta e me inclino na escada tentando ouvir. Tão limpando enquanto conversam. Desço uns degraus, me espio e vejo o Ale limpando com o Seba. Como tem intimidade, depois de garantir que não tinha mais ninguém, decido descer.

A sala parece zona de guerra. Tem um colchão inflável largado no meio, um sofá tá deslocado, então entendo que foi nele que me comeram. Na mesa dá pra ver um monte de latinha de cerveja, pacotes de camisinha abertos e fechados, caixas, etc. Também vejo dois baldes com garrafas de champanhe vazias, um monte de copos e alguns refrigerantes e garrafas d'água.

O Seba. Assim que me vê, chega perto e me dá um beijo. Pergunta se quero algo, e peço um copo d'água. Ele vai buscar na cozinha e volta com o Seba. Como tô sem calcinha e só de camiseta... Posição em que dá pra ver tudo, me ajeito um pouco e me cubro com a mesma camiseta.
Ale senta do meu lado e Seba numa cadeira a uns metros.
Ficam me olhando como se esperassem eu falar algo, mas eu faço exatamente a mesma coisa.
Meu marido quebra o silêncio e me pergunta como eu tô. Falo que bem. E a segunda pergunta é como foi. Eu rio e, olhando pros dois, falo que foi muito bom.
Aí resolvo tomar a iniciativa e pergunto quantos foram. Eles riem e falam que não vão me contar. Quero matar eles. Quero saber com quantos eu transei. Não que mude muito, mas fico curiosa. É como se eu sentisse que quero bater meu recorde. Quem sabe se tiver outra vez, não quero que seja só um a mais que da última. Sei lá. Sou ambiciosa e muito competitiva. Sempre fui.
Insisto, mas não adianta. Faço outra pergunta. Conhecia eles? Riem de novo e respondem a mesma coisa. Não vão me contar. Isso me dá um tesão extra. Quero saber quem eram. Não quero ficar com alguém sem saber se me comeu ou não. Na minha cabeça, começo a tentar imaginar quem poderia ser. Quem meu marido pode ter convidado, mas as contas não fecham. Ele não tem tantos amigos com tanta intimidade. Ou pelo menos eu não sei.
Como sou orgulhosa, não insisto muito. Talvez quando Seba for embora e eu ficar sozinha, ele me conte tudo.
Enquanto isso, sinto que não aguento mais de cansaço e quero ir dormir. Levanto e dou um beijo de língua e tudo no Ale. Um beijo curto, mas intenso. Passo do lado do Seba e dou um tapinha na cabeça dele. Subo a escada e, enquanto subo, sinto que minha cabeça vai explodir se eu não descobrir quem me comeu naquela noite.Que festa gostosa meu marido fezJá tá quase amanhecendo e tô na dúvida se vou deitar do jeito que tô, toda cheia de porra de vários caras, ou se tomo um banho rápido. Verdade é que não aguento mais, então vou dormir assim mesmo. Antes de pegar no sono, lembro que no mesmo dia tem o aniversário de um colega de trabalho do meu marido. Será que vou cruzar com algum dos que me comeram essa noite? Me dá um tesão, muito tesão, mas acabo dormindo.

6 comentários - Que festa gostosa meu marido fez

Que relato me dejaste muy exvitado sos muy hermosa es muy afortunado tu esposo
Me quedo acabando como siempre con sus relatos
nissan
Creo sin duda tu mejor relato... ya estas recibida de puta y con titulo... buenisimo.... si te gusta no vas a poder parar
hola mucha sgracia s, me gusto mucho , cada vez que gusta mas todo esto
como de costumbre excelente relato! me recalento!
Que genia, no por el gang bang en si, sino por como lo contaste, con total sinceridad y detalle, me hiciste re calentar IDOLA!
Espero que puedan seguir disfrutando tal como lo hacen. Beso