Naquele domingo, uma nova fase na nossa relação tinha começado e nós dois sabíamos disso, mesmo que ainda não quiséssemos assumir. Passar do desejo e da fantasia para o plano real era algo que a gente precisava aprender a lidar. Chegou meio-dia e, enquanto eu cozinhava algo para recuperar as forças, pedi pra ela bolar um baseado. Coloquei a comida no forno, abri um vinho e nos sentamos no sofá. Parece que a ideia tinha motivado ela, ou talvez ela sempre tivesse tido a fantasia, mas tinha dificuldade em falar. Depois daquela foda reveladora, a gente precisava conversar sobre isso. Ela começou sem rodeios, como fazia quando decidia algo. — Então, você toparia me ver chupando outra pica? Eu ri, um pouco porque o baseado e o vinho já estavam batendo, outro pouco porque adorava que ela fosse tão direta assim. — Não só toparia, como a ideia me deixa do caralho. Faz um tempo que me imagino sentado no sofá enquanto você leva uma surra de pica. Claro que em algum momento eu entraria, mas quero principalmente ver você aproveitando. Sua cara, seus gemidos. Como você se mexe, até onde consegue ir. — Já pensando nisso, olha como fiquei, falei, passando a mão na pica por cima do short, que já começava a inchar de novo. — Nossa, adorei! Como seria? Conhecido? Criamos uma conta no Tinder? Chamamos ele pra casa? Vamos pra um hotel? A Vale tava empolgada e já queria começar a planejar. — Não sei se aguentaria duas picas dentro ao mesmo tempo, continuou ela, mas talvez tenha que usar bastante a boca. Ela disse isso enquanto ria e tomava um gole de vinho, me encarando com um olhar cheio de tesão. A Vale nunca tinha curtido muito sexo anal. Só quando tava muito bêbada e com muito tesão, em algumas noites depois de sair pesado, mas raramente aguentava uma sessão muito longa. — Bom, falei, você vai ter que treinar a mandíbula. Até onde você quer ir, depende totalmente de você. Quero que a gente faça um menage onde você só sinta prazer. Continuamos conversando enquanto ela começou a massagear minha pica devagar por cima da roupa, percorrendo cada centímetro em detalhe. Minha cabeça não aguentava mais, já imaginava tudo que estava por vir e não conseguia conter a excitação. A ideia do desconhecido não era nada ruim, mas a ideia de incluir alguém com quem ela sempre quis estar me parecia que podia dar à Vale um nível de loucura que valia a pena ver. — Com certeza você tem uns caras que querem te foder há tempos, né? Algum que fique te dando em cima no Instagram? Falei isso e só com o olhar dela ficou claro que eu tinha dito exatamente o que ela queria ouvir. — Sim, eu tenho alguém em mente, mas não vai te incomodar, né? Olha, não quero que você fique desconfortável com isso, amor. — Vale, a ideia fui eu que propus. Claro que vai ficar tudo bem. Enquanto eu ia abaixando o short e pegava na minha pica, deixei bem claro. — Te parece que eu tô desconfortável? — Tá bom, tenho um candidato que há tempos vem me procurando. Lembra do meu colega de trabalho, Santiago? — Uns meses antes de a gente ficar sério, quando ainda não éramos namorados, eu beijei ele na festa de aniversário da empresa, mas como tava tão, tão bêbada, acabei quebrada e não consegui fazer mais nada. Só passei a mão na pica dele por cima da calça e acho que ele tem um pedaço incrível. Ela falava isso com um olhar de desejo que eu raramente via nela, enquanto lentamente se aproximava de mim. Pegou na minha pica e começou a me punhetar bem devagar, enquanto sussurrava bem colada no meu ouvido: Você não sabe a vontade que eu tenho de que ele me encha de porra. Na cara, na boca, nos peitos. Toda banhada de porra enquanto você nos observa. A garota tinha guardado tudo isso por vários anos e agora, solta, mostrava uma faceta que eu amava. Não teve muito mais o que dizer. Ela subiu em cima de mim, afastou a calcinha fio dental pro lado e começou a me cavalgar bem devagar, sentindo cada centímetro entrando e saindo de uma buceta. palavra: buceta toda melada enquanto continuava grudada no meu pescoço falando no meu ouvido, adorando brincar com meu tesão. — As duas vão caber juntas na minha boca? Com certeza é bem grossa e vou engasgar toda. Ela gemia e as frases saíam entrecortadas enquanto a excitação aumentava. Agarrei ela forte pelo cabelo enquanto dava tapas secos na raba, que ia ficando cada vez mais vermelha enquanto as enfiadas aumentavam cada vez mais. Beijava o pescoço dela enquanto sussurrava no ouvido tudo o que íamos fazer com ela. O sofá batia na parede fazendo um barulho tremendo, mas pouco importava. A gente tava tendo uma sessão incrível e era a única coisa em que conseguíamos pensar. De novo ela tava quase gozando, então levantei ela e mandei ela se ajoelhar. Enquanto ela se tocava nos peitos e passava a língua nos lábios pedindo pra meter na boca dela, eu só conseguia pensar que em pouco tempo a gente ia ser dois fazendo aquilo ao mesmo tempo. Só a imagem já me fez explodir, banhando ela de porra. Nem eu entendia como ainda tinha tanto sêmen, parece que o tesão tava como nunca antes. Com os olhos fechados e o sorriso coberto de porra, ela se levantou e, enquanto lambia os dedos, entrou no chuveiro. Acendi um cigarro, sentei no sofá e fiquei olhando pro nada enquanto ouvia os gemidos dela no meio do barulho da água no chuveiro. Naquela mesma tarde ela começou a organizar. Não era tão difícil também. Sabia que não ia ser difícil convencer ele. Se jogou na cama com uma camiseta bem decotada que, bem provocantemente, levantava bem na altura da raba, mostrando pouco mais da metade com uma fio dental roxa de renda super pequena. Juntou bem os braços, fazendo os peitos ficarem na beira de escapar pelo decote, e abriu um pouco a boca, deixando uma imagem de infarto. Colocou nos melhores amigos e em 5 minutos o Santiago já tinha mandado foguinho e o emoji do macaquinho tapando os olhos. A gente riu de como os homens são fáceis. Arranco Vale a fazer o que ela fazia de melhor. Nos esquentar até o impossível.

O cara do outro lado da linha tava doidão e a gente não ficava atrás. O resto do dia foi pra planejar cada passo. Como na sexta eu ia ficar mais um tempinho jogando, fingindo que ia vazar daqui a pouco, e tomando umas entre os três, a gente ia levar ele pro lugar que a Vale queria. Poder brincar com duas picas na boca ao mesmo tempo. Só faltava escolher a roupa que ela ia vestir. A Vale tirou a camisona de pijama, ficando só na calcinha fio dental, que também voou enquanto ela começava a provar conjuntos. Quanto mais ela entrava no clima, mais gostosa e provocante ficava. Ela dançava e fazia poses enquanto eu fervia a cabeça com o que vinha por aí — "Com essa calcinha, ele vai querer me foder, né, meu amor?" Ela falava enquanto se encostava na parede, levantando a raba e me olhando de canto, brincando com o cabelo. — "Nessa pose, ele vai te puxar a calcinha e te comer assim mesmo. De pé contra a parede" — eu dizia só pra esquentar mais ela, enquanto sentia a pressão no short com a pica endurecendo de novo. Ela foi provando conjuntos e combinações até se decidir por um body todo de renda preta que era um tesão. Os peitos estavam quase escapando, mal cobertos, e a parte de trás era tão fininha que parecia que ela não tava vestindo nada. A cereja do bolo era o botãozinho que abria a parte de baixo pra foder ela ser simples e confortável. Tudo que a gente precisava. — "Ai, já tô toda molhada de novo" — ela disse enquanto se aproximava da cama e tirava as alças, deixando aqueles peitos divinos saírem pra eu colocar na boca. Minha língua brincava com os bicos, que iam endurecendo enquanto os gemidos começavam a aparecer. Com uma mão, desabotoei a parte de baixo e comecei a massagear o clitóris dela, arrancando suspiros que viravam gemidos. Ela segurava minha cabeça com força e pressionava meu roto nos peitos dela. Com a mão que tava livre, puxei ela pra mim, e os dois caíram na cama. Mais uma vez. Ela estava tão molhada e eu tão duro que a pica entrou de uma vez, arrancando um gemido e um sorriso dela, como quem sabe que provocava um desejo incontrolável. — Que foi, gata? Não aguenta até sexta? Ficou tão quente assim? — Siiiiim, não aguento mais, não vejo a hora de ter vocês dois juntos. Que me comam até eu não aguentar mais. Que façam o que quiserem comigo. Aiiii, já quero vocês dois me enchendo de porra. — Vamos te foder pela casa toda, garota. Você vai ver como vai acabar pedindo pra parar. — Aiiii, é isso que eu quero. Que eu não consiga me mexer de tão comida. Que me façam gozar a noite toda. Que minhas pernas dobrem e minha buceta exploda. Ela falava isso entre gemidos e beijos no meu pescoço que me deixavam à beira de outra gozada. Nessa altura do dia, eu já não sabia quantas tinham sido nem quantas mais eu aguentava, mas o tesão era tanto que não dava pra parar. A gente tava louco. — E se ele quiser te comer o cu? — provoquei um pouco pra ver se ela tava tão disposta quanto dizia. — Será que esse bundão aguenta? — falei, dando um tapa seco que soou bem forte, arrancando um grito de prazer e dor dela. — Mmmmmm, sim, claro! Com o tesão que eu tô de ter vocês dois, aguento qualquer coisa. O tesão dela era tão grande que ela ia empurrando os próprios limites cada vez mais. — Não vejo a hora de chegar sexta — ela disse enquanto enfiava o dedo na minha boca, molhava ele e levava pro cu, começando a brincar, mostrando o quanto tava disposta e quente. — Uii, meu amor! Que lindo te ver assim — eu falava enquanto procurava um jeito de não gozar de novo sem antes me divertir com aquele cu tão apertadinho. — Não quer ir experimentando um pouquinho? Tô muito quente! — Ela falou com a voz mais pidona que eu já tinha conhecido. Tirei ela de cima de mim, virei ela de costas e coloquei um travesseiro na barriga dela, deixando ela totalmente entregue. Ela virou a cabeça de lado e, entre gemidos e respiração ofegante, disse: Vai devagar que tá muito apertado. Metade me provocando e metade metade pedindo sério. A imagem era espetacular. Ela toda suada, os cabelos bagunçados e os olhos revirando de tanto prazer e ainda mais sabendo o que estava por sentir. Me aproximei do criado-mudo e peguei um creme corporal, jogando nas costas dela. O contato frio com a pele quente provocou uma contração, arqueando as costas e soltando um gemido entrecortado. Comecei a massagear suavemente as costas dela enquanto, com a pica, começava a roçar na bunda. Preparando ela para o que vinha. Abri o lubrificante que vinha com as camisinhas e deixei cair no início da bunda e, massageando a pica, comecei a lubrificar ela também. Falei para ela se tocar na buceta enquanto eu começava com um dedo na bunda, que aos poucos começava a ceder. Quando vi que não dava mais conta com as duas mãos, abri os glúteos dela e comecei lentamente a penetrar. Era impossível não querer gozar na hora com o apertado que sentia. Já estava toda a cabeça dentro e ela se contorcia entre o prazer e a dor enquanto continuava se tocando no clitóris, que a essa altura devia estar pegando fogo. — Você gosta aí, Vale? Tá sentindo bem? — Aiii sim. Tá me matando. Adoro. Quero ela toda dentro. Por favor, não para. Ela falava entrecortada, com a respiração ofegante e as pulsações a mil. Fiquei parado esperando ela se acostumar com a sensação enquanto continuava acariciando as costas dela, que entre o creme e o suor estavam super úmidas. Ela começou a se mexer, buscando que entrasse mais, o que me fez perceber que ela estava tão excitada que a dor não ia ser problema. Peguei ela pelo cabelo bem forte e levei a cabeça dela para um travesseiro, fazendo ela morder. Comecei a meter o resto da pica até sentir os ovos batendo na pele dela. O grito abafado que ela deu me mostrou que ela estava curtindo o que estava rolando como nunca antes. A bombada começou devagar enquanto a Vale ia aumentando os movimentos, me mostrando Tava voando de tesão. O ritmo aumentava até ficar frenético. Os gemidos dela eram inacreditáveis. - Ai, meu amorrrrr. Isso, vai vai. Me dá tudo. Ai, como eu tô sentindo! Você tá me matando. Gozei de novo, bebê. Vou explodir. Bate mais forte, mais forte. As palavras dela viraram um gemido intenso enquanto ela se contorcia de prazer num novo orgasmo, eu explodia dentro dessa bunda linda. - Garota, falei como pude enquanto me recuperava. Seu amiguinho vai ficar louco com você. Você é um fogo. Ela virou a cabeça de novo e, enquanto a língua dela tocava meus lábios, respondeu. - Vou tirar toda a porra dos dois. Então já sabe. Até sexta, nada de foder nem de se tocar, hein. Quero tudo guardado pro encontro. Enquanto via ela ir pro banheiro e recuperava o fôlego, olhava pro teto e pensava como tinha passado tantos anos sem pensar em dividir ela. Faltavam 4 dias pra um encontro que a gente queria mais que tudo. Minha única tarefa era segurar a vontade por 4 dias, mas com essa garota fogosa, sabia que não era fácil. Por ela, ia tentar, mesmo sabendo que se não controlasse a cabeça, a pica ia explodir. Só quatro dias pro nosso primeiro menage. Só quatro dias pra ver a Vale como sempre tinha desejado. Quente e gozando com outro.


O cara do outro lado da linha tava doidão e a gente não ficava atrás. O resto do dia foi pra planejar cada passo. Como na sexta eu ia ficar mais um tempinho jogando, fingindo que ia vazar daqui a pouco, e tomando umas entre os três, a gente ia levar ele pro lugar que a Vale queria. Poder brincar com duas picas na boca ao mesmo tempo. Só faltava escolher a roupa que ela ia vestir. A Vale tirou a camisona de pijama, ficando só na calcinha fio dental, que também voou enquanto ela começava a provar conjuntos. Quanto mais ela entrava no clima, mais gostosa e provocante ficava. Ela dançava e fazia poses enquanto eu fervia a cabeça com o que vinha por aí — "Com essa calcinha, ele vai querer me foder, né, meu amor?" Ela falava enquanto se encostava na parede, levantando a raba e me olhando de canto, brincando com o cabelo. — "Nessa pose, ele vai te puxar a calcinha e te comer assim mesmo. De pé contra a parede" — eu dizia só pra esquentar mais ela, enquanto sentia a pressão no short com a pica endurecendo de novo. Ela foi provando conjuntos e combinações até se decidir por um body todo de renda preta que era um tesão. Os peitos estavam quase escapando, mal cobertos, e a parte de trás era tão fininha que parecia que ela não tava vestindo nada. A cereja do bolo era o botãozinho que abria a parte de baixo pra foder ela ser simples e confortável. Tudo que a gente precisava. — "Ai, já tô toda molhada de novo" — ela disse enquanto se aproximava da cama e tirava as alças, deixando aqueles peitos divinos saírem pra eu colocar na boca. Minha língua brincava com os bicos, que iam endurecendo enquanto os gemidos começavam a aparecer. Com uma mão, desabotoei a parte de baixo e comecei a massagear o clitóris dela, arrancando suspiros que viravam gemidos. Ela segurava minha cabeça com força e pressionava meu roto nos peitos dela. Com a mão que tava livre, puxei ela pra mim, e os dois caíram na cama. Mais uma vez. Ela estava tão molhada e eu tão duro que a pica entrou de uma vez, arrancando um gemido e um sorriso dela, como quem sabe que provocava um desejo incontrolável. — Que foi, gata? Não aguenta até sexta? Ficou tão quente assim? — Siiiiim, não aguento mais, não vejo a hora de ter vocês dois juntos. Que me comam até eu não aguentar mais. Que façam o que quiserem comigo. Aiiii, já quero vocês dois me enchendo de porra. — Vamos te foder pela casa toda, garota. Você vai ver como vai acabar pedindo pra parar. — Aiiii, é isso que eu quero. Que eu não consiga me mexer de tão comida. Que me façam gozar a noite toda. Que minhas pernas dobrem e minha buceta exploda. Ela falava isso entre gemidos e beijos no meu pescoço que me deixavam à beira de outra gozada. Nessa altura do dia, eu já não sabia quantas tinham sido nem quantas mais eu aguentava, mas o tesão era tanto que não dava pra parar. A gente tava louco. — E se ele quiser te comer o cu? — provoquei um pouco pra ver se ela tava tão disposta quanto dizia. — Será que esse bundão aguenta? — falei, dando um tapa seco que soou bem forte, arrancando um grito de prazer e dor dela. — Mmmmmm, sim, claro! Com o tesão que eu tô de ter vocês dois, aguento qualquer coisa. O tesão dela era tão grande que ela ia empurrando os próprios limites cada vez mais. — Não vejo a hora de chegar sexta — ela disse enquanto enfiava o dedo na minha boca, molhava ele e levava pro cu, começando a brincar, mostrando o quanto tava disposta e quente. — Uii, meu amor! Que lindo te ver assim — eu falava enquanto procurava um jeito de não gozar de novo sem antes me divertir com aquele cu tão apertadinho. — Não quer ir experimentando um pouquinho? Tô muito quente! — Ela falou com a voz mais pidona que eu já tinha conhecido. Tirei ela de cima de mim, virei ela de costas e coloquei um travesseiro na barriga dela, deixando ela totalmente entregue. Ela virou a cabeça de lado e, entre gemidos e respiração ofegante, disse: Vai devagar que tá muito apertado. Metade me provocando e metade metade pedindo sério. A imagem era espetacular. Ela toda suada, os cabelos bagunçados e os olhos revirando de tanto prazer e ainda mais sabendo o que estava por sentir. Me aproximei do criado-mudo e peguei um creme corporal, jogando nas costas dela. O contato frio com a pele quente provocou uma contração, arqueando as costas e soltando um gemido entrecortado. Comecei a massagear suavemente as costas dela enquanto, com a pica, começava a roçar na bunda. Preparando ela para o que vinha. Abri o lubrificante que vinha com as camisinhas e deixei cair no início da bunda e, massageando a pica, comecei a lubrificar ela também. Falei para ela se tocar na buceta enquanto eu começava com um dedo na bunda, que aos poucos começava a ceder. Quando vi que não dava mais conta com as duas mãos, abri os glúteos dela e comecei lentamente a penetrar. Era impossível não querer gozar na hora com o apertado que sentia. Já estava toda a cabeça dentro e ela se contorcia entre o prazer e a dor enquanto continuava se tocando no clitóris, que a essa altura devia estar pegando fogo. — Você gosta aí, Vale? Tá sentindo bem? — Aiii sim. Tá me matando. Adoro. Quero ela toda dentro. Por favor, não para. Ela falava entrecortada, com a respiração ofegante e as pulsações a mil. Fiquei parado esperando ela se acostumar com a sensação enquanto continuava acariciando as costas dela, que entre o creme e o suor estavam super úmidas. Ela começou a se mexer, buscando que entrasse mais, o que me fez perceber que ela estava tão excitada que a dor não ia ser problema. Peguei ela pelo cabelo bem forte e levei a cabeça dela para um travesseiro, fazendo ela morder. Comecei a meter o resto da pica até sentir os ovos batendo na pele dela. O grito abafado que ela deu me mostrou que ela estava curtindo o que estava rolando como nunca antes. A bombada começou devagar enquanto a Vale ia aumentando os movimentos, me mostrando Tava voando de tesão. O ritmo aumentava até ficar frenético. Os gemidos dela eram inacreditáveis. - Ai, meu amorrrrr. Isso, vai vai. Me dá tudo. Ai, como eu tô sentindo! Você tá me matando. Gozei de novo, bebê. Vou explodir. Bate mais forte, mais forte. As palavras dela viraram um gemido intenso enquanto ela se contorcia de prazer num novo orgasmo, eu explodia dentro dessa bunda linda. - Garota, falei como pude enquanto me recuperava. Seu amiguinho vai ficar louco com você. Você é um fogo. Ela virou a cabeça de novo e, enquanto a língua dela tocava meus lábios, respondeu. - Vou tirar toda a porra dos dois. Então já sabe. Até sexta, nada de foder nem de se tocar, hein. Quero tudo guardado pro encontro. Enquanto via ela ir pro banheiro e recuperava o fôlego, olhava pro teto e pensava como tinha passado tantos anos sem pensar em dividir ela. Faltavam 4 dias pra um encontro que a gente queria mais que tudo. Minha única tarefa era segurar a vontade por 4 dias, mas com essa garota fogosa, sabia que não era fácil. Por ela, ia tentar, mesmo sabendo que se não controlasse a cabeça, a pica ia explodir. Só quatro dias pro nosso primeiro menage. Só quatro dias pra ver a Vale como sempre tinha desejado. Quente e gozando com outro.
18 comentários - Enfiestar minha namorada. Viagem sem volta p. 2
muy bueno!