Uma noite, meu marido Juanchi baixou uns vídeos pornô da internet, pegou de uns sites chamados Screw my Wife e Bang my Wife (algo como "Fode a Minha Esposa"). Naquela mesma noite, a gente sentou pra assistir no DVD da sala de casa. Nos vídeos, apareciam casais que iam pra uma casa em algum lugar do planeta, onde dois ou mais caras comiam a esposa enquanto o marido olhava e curtia a situação. A gente já tinha feito algo parecido uma vez, com uns strippers que o Juanchi contratou pra me fazer uma festinha de aniversário, mas eu tinha gostado tanto que mal via a hora do meu marido me propor algo do tipo. Sempre tive muito tesão nessa parada de ser submissa a estranhos enquanto meu marido me observa.
Enquanto a gente via os vídeos, o Juanchi colocou a mão no meu clitóris e começou a me masturbar. Depois, enfiou os dedinhos na minha buceta e, quando eu tava quase gozando, ele perguntou: — Você topa ser minha puta hoje à noite e ser comida igual nos vídeos? — Quando ouvi a pergunta, meu coração parou de tanta alegria, pensando que ia rolar de novo uma situação tão excitante de ser fodida por estranhos enquanto meu marido me observava. E, no meio do meu orgasmo, gritei: — Sim, meu amor, adoraria ser uma puta hoje à noite e fazer tudo que você mandar! — Sem pensar duas vezes, depois de me recuperar do orgasmo, a gente se levantou, se trocou e foi pra uma casa de swing que a gente conhecia, prontos pra arrumar companhia e passar um momento de prazer.
Quando a gente chegou, fomos direto pra um dos balcões que tem na balada e pedimos uns drinks. Depois de um tempinho procurando alguém, não tivemos muita sorte, até que vimos o Mike, um cara com quem a gente já tinha feito aquele menage no cinema e no hotel um tempo atrás, e que conhecemos graças ao site de swing da balada onde estávamos. Nós dois pensamos que era uma boa oportunidade pra realizar nosso objetivo daquela noite: me transformar na putinha do meu marido. E de quebra, evitávamos ter que criar um vínculo com algum estranho, diminuindo os riscos que isso traz.
Nós nos aproximamos do Mike, que estava no bar, cumprimentamos ele e perguntamos se estava sozinho. Ele respondeu que estava com uns amigos que estavam por ali caçando ação. Conversamos sobre assuntos superficiais por um tempo até que o Juanchi criou coragem e quebrou o gelo, comentando que nós também estávamos atrás de um pouco de ação. O Mike na hora se ofereceu pra nos acompanhar, e o Juanchi, pensando na nossa fantasia, disse meio na brincadeira, meio sério, que era falta de educação deixar os amigos dele sozinhos, mas que não tinha problema se eles também quisessem ir, contanto que fossem caras tranquilos, que não curtissem confusão e encrenca. O Mike falou pra gente ficar de boa, que os caras eram super tranquilos e que não ia ter problema nenhum. Sem pensar duas vezes, foi buscar eles. Depois de alguns minutos, voltou e disse que os amigos dele topavam nos acompanhar. Os nomes eram Alex e Joaquín. Não eram lindos, mas eram bem bonitinhos. Só de lembrar da ferramenta gigante do Mike, já ficava com água na boca e só pensava em ser possuída enquanto o Juanchi me observava. O Juan me pegou pela mão e me levou pra uma das áreas da balada onde rolavam gang-bangs e grupais. Entrei com meu marido, e atrás da gente entraram o Mike e os dois amigos dele. No local, já tinha uma mina, supostamente com o marido dela, e vários caras comendo ela de todos os lados. Ao ver o que tava rolando, fiquei com muito mais tesão do que já tava. Era como estar vendo um filme pornô ao vivo e em tempo real. O Juanchi, sem perder tempo, me levou bem perto de onde a ação tava rolando, me segurou pela cintura e me puxou pra dançar no ritmo de uma música lenta anos oitenta que tava tocando no lugar. Enquanto dançávamos, eu olhava disfarçadamente pra orgia que tava rolando bem perto da gente. A mina tava se acabando de tanto prazer, devorando um monte de paus, e olha, comecei a ficar com muito tesão. Enfiei uma das minhas mãos... dentro da minha fio dental e comecei a me masturbar.
Juan, percebendo minha excitação, começou a tirar minha regatinha e meu sutiã, me deixando nua da cintura pra cima. Ele acariciava minha bunda bem de leve, levantando minha saia e revelando uma fio dental minúscula, bem enfiada no meio das minhas nádegas e dos meus lábios da buceta, o que fez Mike e os amigos dele não tirarem os olhos de mim enquanto se desabotoavam e baixavam as calças como uns desesperados. Quando os paus ficaram de fora, começaram a se masturbar até deixá-los bem duros. O pau do Mike tava tão impressionante como sempre, enquanto os outros dois caras não chegavam no tamanho dele, mas ainda assim tinham uns instrumentos bem respeitáveis. Depois de alguns minutos dançando comigo e acariciando cada parte do meu corpo enquanto a gente via a mina da orgia ao nosso lado sendo toda gozada (acho que ela tinha engolido uns cinco paus sozinha), o Juanchi falou: "Agora é sua vez, meu amor, quero ver você sendo toda gozada". E sem me dar tempo pra nada, ele sentou num dos sofás do lugar e começou a observar enquanto os caras se aproximavam devagar e me apertavam com os corpos deles. Começaram a encostar os membros duros em mim e a me acariciar por todo lado com as mãos, enquanto me beijavam na boca, no pescoço e chupavam meus bicos. Era incrivelmente excitante sentir três caras esfregando os corpos no meu. A paixão da preliminar com as mulheres esquenta muito mais que a penetração em si, e nessa hora eu não tava só com tesão, eu tava delirando de prazer. A situação de estar amassando com três caras enquanto o Juanchi me olhava era inacreditável, nunca pensei que fosse me excitar tanto. Minha buceta começou a escorrer de tesão só de sentir os beijos, as carícias e os paus dos caras por todo o meu corpo.
Joaquín chupava meus peitos, Alex se ajoelhou na minha frente, puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a lamber meu clitóris. Pra ajudar, levantei uma perna e apoiei num dos bancos do lugar, assim minha buceta ficava bem aberta pra ele lamber por todos os lados, enquanto Mike beijava meu pescoço (acho que ele lembrava que isso me deixava louca) e encostava a pica dele entre as bandas da minha raba. Graças a isso, lembrei como era ter uma pica daquelas enfiada no meu cuzinho apertado. Depois foram trocando de posição entre eles, até chegar minha vez de me ajoelhar, o que fiz feito uma putinha. Alex e Joaquín ficaram na minha frente e aproximaram as picas durinhas da minha boca, então peguei elas e comecei a chupar. Enquanto chupava uma, batia punheta na outra, trocando de vez em quando, e depois lambi os ovos deles até fazerem gemer de prazer. Mike, que tava olhando se masturbando, se ajoelhou atrás de mim, baixou minha calcinha até o meio das coxas e brincou com o pau dele na minha raba e na entrada da minha buceta. O desgraçado tem uma pica tão grande que, de vez em quando, eu via a cabeça do pau dele aparecendo entre minhas pernas. Enquanto ele brincava com o brinquedo dele nos meus buraquinhos, continuava acariciando meu clitóris e meus peitos com as mãos, até que não aguentou mais e se deitou no chão de barriga pra cima, ficando debaixo de mim, e fez eu montar nele. Colocou uma camisinha, encaixou bem a pica na entrada da minha buceta e brincou por uns minutos, dando batidinhas com o pau no meu clitóris, até que eu não aguentei mais, peguei ele e enfiei centímetro por centímetro, bem devagar, dentro da minha caverninha.
Enquanto eu ia enfiando aquela rola tão grossa pra dentro de mim, sentia que minha buceta explodia de prazer, tava gozando tanto que comecei a cavalgar com muita força, e por uns momentos esquecia das rolas dos amigos dele. Subia e descia minha raba enfiando a rola o máximo que podia, mas o Mike tinha uma tão comprida que, apoiada nos meus pés, de cócoras no chão como eu tava, minhas pernas começavam a cãibrar ao fazer o movimento de sobe e desce da minha raba, pra rola dele entrar e sair por inteiro na minha buceta. Então não tive escolha senão me ajeitar melhor, apoiar meus joelhos no chão, e deixar ele fazer os movimentos de bombada, mesmo adorando ter o controle da foda. Fiz isso bem devagar, tomando cuidado pra rola dele não sair de dentro de mim, assim não só descansei minhas coxas e panturrilhas, como pude sentir o animal me penetrando mais rápido e muito mais fundo. Graças a isso, gozei várias vezes e sentia minha buceta molhando o pau do Mike com um líquido grosso e branco que saía de dentro de mim.
Enquanto sentia eles me perfurando, continuei chupando as picas dos outros caras. Num momento, Joaquín sentou num banco de madeira forrado de veludo, e pra continuar chupando ele, tive que me inclinar o máximo pra frente, ficando de quatro igual uma putinha, levantando e abrindo minha bucetinha apertada. Isso foi aproveitado pelo Alex, que tinha uma pica comprida mas não tão grossa quanto a do Mike. Ele se ajoelhou atrás de mim, e claro, também colocou uma camisinha, apoiou a cabeça da pica no meu cu e enfiou com bastante força pra fazer meu ânus ceder e se abrir. Por sorte, eu tava super dilatada por causa da excitação de sentir as carícias do Mike no meu cu antes de deitar pra me penetrar, então não precisei aguentar tanta dor, muito pelo contrário — adorei sentir aquele pau rasgando minha bucetinha apertada. Com o Joaquín de pica na minha boca, tava aguentando uma tripla penetração e, sinceramente, tava curtindo pra caralho. Nunca imaginei uma parada dessas, nem nos meus melhores sonhos eróticos: estar com três picas ao mesmo tempo enquanto meu marido me observava e tentava tirar fotos e filmar com nosso celular, apesar da pouca luz do lugar. Depois de gozar tantas vezes que perdi a conta, o Alex tirou a pica do meu cu e gozou pro lado. O Mike me levantou sem tirar a pica da minha buceta e me levou enfiada até o sofá onde o Juanchi tava sentado. Aproveitando, me acomodei apoiando a cabeça no colo do meu marido, e ele segurou minha mão com força enquanto com a outra acariciava meus peitos, beliscando meus mamilos. O Mike, que ainda tava com a pica dentro da minha buceta, levantou minhas pernas, colocou nos ombros dele e começou a bombar com muita força, enfiando o mastrão até o fundo do meu ser. Às vezes sentia que ele tava destruindo minha buceta, serrando de um jeito selvagem, e ainda por cima com as carícias do meu marido. gozei de novo num orgasmo do caralho.
Depois, sem me deixar descansar nem um minuto, Mike pegou na minha mão e me levou até um dos sofás onde o Alex estava sentado. Me fez girar e me apoiar na pica dele, de costas, então sentei e recostei todo o meu corpo no do Alex. Ele começou a acariciar meus peitos e minha buceta, virei a cabeça o máximo que pude e beijei ele de um jeito muito sensual, sentindo o roçar das nossas línguas, enquanto ele não parava de me acarinhar nem por um segundo. Ao sentir a pica quente dele crescendo na racha da minha bunda pequenina, comecei a fazer movimentos bem sexys com o quadril, esfregando minha raba de um jeito frenético na pica dele, enquanto os outros batavam uma na frente da minha cara. Peguei a pica dele com uma das mãos e apoiei na entrada do meu cu, bem devagar enfiei ela pra dentro, ficando empalada até as bolas. Fiquei um tempinho sentada nessa posição, com a pica dentro, fazendo movimentos bem suaves, até que o Alex empurrou meu corpo e fez a gente se deitar de lado no sofá. Ele levantou minha perna, segurou com uma das mãos e continuou metendo na minha bunda pequenina por uns minutos, cada vez mais forte. Aí o Mike entrou em ação de novo e, ajudando o Alex a segurar minha perna levantada, aproximou a pica da entrada da minha bucetinha e enfiou tudo que conseguiu. Mesmo sendo uma posição difícil e desconfortável, o Mike tem uma pica tão grande que conseguia enfiar até a metade do tronco. Era incrível sentir as duas picas se chocando dentro de mim, saindo e entrando nos meus buracos sem parar.
Joaquín, que estava do lado, encostou a virilha no meu rosto e apoiou o tronco do pau nos meus lábios. Na hora, comecei a beijar e lamber ele inteirinho, inclusive as bolas. Depois, enfiei o máximo que deu na boca, chupei e passei a língua um montão de vezes na área do freio da cabeça dele, até sentir ele gozar uns jatos grossos de porra que caíram nos meus lábios, no meu rosto e no meu cabelo. Quando senti o líquido escorrendo pelo tronco do pau dele e saindo em borbotões, me assustei um pouco, mas não parei de chupar e limpar até ele terminar completamente o orgasmo.
Depois de alguns minutos, Mike tirou a pica da minha buceta e se aproximou de mim pra que eu pudesse pegar nela e masturbar ele, coisa que fiz até ele acabar enchendo meus peitos de porra quentinha. Os jatos de sêmen saíram tão fortes que chegaram até meu rosto. Eu esfreguei a pica nos meus mamilos e chupei ela até deixar totalmente limpa, sem uma gotinha do elixir dele. Vendo isso, Alex não aguentou mais, tirou a pica da minha bunda e, na mesma posição que estava (deitado de lado, atrás de mim), apoiou ela na minha buceta, apertou e esfregou, se masturbando no meu clitóris, até jorrar o sêmen dele na minha buceta, respingando nas minhas pernas e no meu abdômen. Foi realmente incrível sentir três caras me comendo por todos os lados e me enchendo de porra quentinha, enquanto meu marido não perdia nenhum detalhe do espetáculo. Pra agradecer meu marido e retribuir um pouco do que ele tinha me proporcionado, me levantei, abracei ele bem forte e beijei ele por tudo que tinha rolado naquela noite. Até que eu reagi e percebi que agora vinha a pior parte: aqueles cinco minutinhos de culpa e vergonha, quando você acorda do sonho e lembra do que fez por causa da tesão do momento na frente do seu marido, mesmo que tenha sido com o consentimento dele. Você sente um remorso — as mulheres que já experimentaram fazer um ménage ou uma orgia incluindo o marido com certeza sabem do que eu tô falando —, mas por sorte, ver o carinho do meu marido, que me ajudou a trocar de roupa e me limpar, me acalmou. Depois, nos despedimos super educadamente dos caras e fomos pra nossa casa.
Ao chegar em casa, e depois de ver no computador o que o Juanchi tinha conseguido filmar na escuridão do lugar, dei a ele, em agradecimento, uma das melhores fodas das nossas vidas.
Enquanto a gente via os vídeos, o Juanchi colocou a mão no meu clitóris e começou a me masturbar. Depois, enfiou os dedinhos na minha buceta e, quando eu tava quase gozando, ele perguntou: — Você topa ser minha puta hoje à noite e ser comida igual nos vídeos? — Quando ouvi a pergunta, meu coração parou de tanta alegria, pensando que ia rolar de novo uma situação tão excitante de ser fodida por estranhos enquanto meu marido me observava. E, no meio do meu orgasmo, gritei: — Sim, meu amor, adoraria ser uma puta hoje à noite e fazer tudo que você mandar! — Sem pensar duas vezes, depois de me recuperar do orgasmo, a gente se levantou, se trocou e foi pra uma casa de swing que a gente conhecia, prontos pra arrumar companhia e passar um momento de prazer.
Quando a gente chegou, fomos direto pra um dos balcões que tem na balada e pedimos uns drinks. Depois de um tempinho procurando alguém, não tivemos muita sorte, até que vimos o Mike, um cara com quem a gente já tinha feito aquele menage no cinema e no hotel um tempo atrás, e que conhecemos graças ao site de swing da balada onde estávamos. Nós dois pensamos que era uma boa oportunidade pra realizar nosso objetivo daquela noite: me transformar na putinha do meu marido. E de quebra, evitávamos ter que criar um vínculo com algum estranho, diminuindo os riscos que isso traz.
Nós nos aproximamos do Mike, que estava no bar, cumprimentamos ele e perguntamos se estava sozinho. Ele respondeu que estava com uns amigos que estavam por ali caçando ação. Conversamos sobre assuntos superficiais por um tempo até que o Juanchi criou coragem e quebrou o gelo, comentando que nós também estávamos atrás de um pouco de ação. O Mike na hora se ofereceu pra nos acompanhar, e o Juanchi, pensando na nossa fantasia, disse meio na brincadeira, meio sério, que era falta de educação deixar os amigos dele sozinhos, mas que não tinha problema se eles também quisessem ir, contanto que fossem caras tranquilos, que não curtissem confusão e encrenca. O Mike falou pra gente ficar de boa, que os caras eram super tranquilos e que não ia ter problema nenhum. Sem pensar duas vezes, foi buscar eles. Depois de alguns minutos, voltou e disse que os amigos dele topavam nos acompanhar. Os nomes eram Alex e Joaquín. Não eram lindos, mas eram bem bonitinhos. Só de lembrar da ferramenta gigante do Mike, já ficava com água na boca e só pensava em ser possuída enquanto o Juanchi me observava. O Juan me pegou pela mão e me levou pra uma das áreas da balada onde rolavam gang-bangs e grupais. Entrei com meu marido, e atrás da gente entraram o Mike e os dois amigos dele. No local, já tinha uma mina, supostamente com o marido dela, e vários caras comendo ela de todos os lados. Ao ver o que tava rolando, fiquei com muito mais tesão do que já tava. Era como estar vendo um filme pornô ao vivo e em tempo real. O Juanchi, sem perder tempo, me levou bem perto de onde a ação tava rolando, me segurou pela cintura e me puxou pra dançar no ritmo de uma música lenta anos oitenta que tava tocando no lugar. Enquanto dançávamos, eu olhava disfarçadamente pra orgia que tava rolando bem perto da gente. A mina tava se acabando de tanto prazer, devorando um monte de paus, e olha, comecei a ficar com muito tesão. Enfiei uma das minhas mãos... dentro da minha fio dental e comecei a me masturbar.
Juan, percebendo minha excitação, começou a tirar minha regatinha e meu sutiã, me deixando nua da cintura pra cima. Ele acariciava minha bunda bem de leve, levantando minha saia e revelando uma fio dental minúscula, bem enfiada no meio das minhas nádegas e dos meus lábios da buceta, o que fez Mike e os amigos dele não tirarem os olhos de mim enquanto se desabotoavam e baixavam as calças como uns desesperados. Quando os paus ficaram de fora, começaram a se masturbar até deixá-los bem duros. O pau do Mike tava tão impressionante como sempre, enquanto os outros dois caras não chegavam no tamanho dele, mas ainda assim tinham uns instrumentos bem respeitáveis. Depois de alguns minutos dançando comigo e acariciando cada parte do meu corpo enquanto a gente via a mina da orgia ao nosso lado sendo toda gozada (acho que ela tinha engolido uns cinco paus sozinha), o Juanchi falou: "Agora é sua vez, meu amor, quero ver você sendo toda gozada". E sem me dar tempo pra nada, ele sentou num dos sofás do lugar e começou a observar enquanto os caras se aproximavam devagar e me apertavam com os corpos deles. Começaram a encostar os membros duros em mim e a me acariciar por todo lado com as mãos, enquanto me beijavam na boca, no pescoço e chupavam meus bicos. Era incrivelmente excitante sentir três caras esfregando os corpos no meu. A paixão da preliminar com as mulheres esquenta muito mais que a penetração em si, e nessa hora eu não tava só com tesão, eu tava delirando de prazer. A situação de estar amassando com três caras enquanto o Juanchi me olhava era inacreditável, nunca pensei que fosse me excitar tanto. Minha buceta começou a escorrer de tesão só de sentir os beijos, as carícias e os paus dos caras por todo o meu corpo.
Joaquín chupava meus peitos, Alex se ajoelhou na minha frente, puxou minha calcinha fio dental pro lado e começou a lamber meu clitóris. Pra ajudar, levantei uma perna e apoiei num dos bancos do lugar, assim minha buceta ficava bem aberta pra ele lamber por todos os lados, enquanto Mike beijava meu pescoço (acho que ele lembrava que isso me deixava louca) e encostava a pica dele entre as bandas da minha raba. Graças a isso, lembrei como era ter uma pica daquelas enfiada no meu cuzinho apertado. Depois foram trocando de posição entre eles, até chegar minha vez de me ajoelhar, o que fiz feito uma putinha. Alex e Joaquín ficaram na minha frente e aproximaram as picas durinhas da minha boca, então peguei elas e comecei a chupar. Enquanto chupava uma, batia punheta na outra, trocando de vez em quando, e depois lambi os ovos deles até fazerem gemer de prazer. Mike, que tava olhando se masturbando, se ajoelhou atrás de mim, baixou minha calcinha até o meio das coxas e brincou com o pau dele na minha raba e na entrada da minha buceta. O desgraçado tem uma pica tão grande que, de vez em quando, eu via a cabeça do pau dele aparecendo entre minhas pernas. Enquanto ele brincava com o brinquedo dele nos meus buraquinhos, continuava acariciando meu clitóris e meus peitos com as mãos, até que não aguentou mais e se deitou no chão de barriga pra cima, ficando debaixo de mim, e fez eu montar nele. Colocou uma camisinha, encaixou bem a pica na entrada da minha buceta e brincou por uns minutos, dando batidinhas com o pau no meu clitóris, até que eu não aguentei mais, peguei ele e enfiei centímetro por centímetro, bem devagar, dentro da minha caverninha.
Enquanto eu ia enfiando aquela rola tão grossa pra dentro de mim, sentia que minha buceta explodia de prazer, tava gozando tanto que comecei a cavalgar com muita força, e por uns momentos esquecia das rolas dos amigos dele. Subia e descia minha raba enfiando a rola o máximo que podia, mas o Mike tinha uma tão comprida que, apoiada nos meus pés, de cócoras no chão como eu tava, minhas pernas começavam a cãibrar ao fazer o movimento de sobe e desce da minha raba, pra rola dele entrar e sair por inteiro na minha buceta. Então não tive escolha senão me ajeitar melhor, apoiar meus joelhos no chão, e deixar ele fazer os movimentos de bombada, mesmo adorando ter o controle da foda. Fiz isso bem devagar, tomando cuidado pra rola dele não sair de dentro de mim, assim não só descansei minhas coxas e panturrilhas, como pude sentir o animal me penetrando mais rápido e muito mais fundo. Graças a isso, gozei várias vezes e sentia minha buceta molhando o pau do Mike com um líquido grosso e branco que saía de dentro de mim.
Enquanto sentia eles me perfurando, continuei chupando as picas dos outros caras. Num momento, Joaquín sentou num banco de madeira forrado de veludo, e pra continuar chupando ele, tive que me inclinar o máximo pra frente, ficando de quatro igual uma putinha, levantando e abrindo minha bucetinha apertada. Isso foi aproveitado pelo Alex, que tinha uma pica comprida mas não tão grossa quanto a do Mike. Ele se ajoelhou atrás de mim, e claro, também colocou uma camisinha, apoiou a cabeça da pica no meu cu e enfiou com bastante força pra fazer meu ânus ceder e se abrir. Por sorte, eu tava super dilatada por causa da excitação de sentir as carícias do Mike no meu cu antes de deitar pra me penetrar, então não precisei aguentar tanta dor, muito pelo contrário — adorei sentir aquele pau rasgando minha bucetinha apertada. Com o Joaquín de pica na minha boca, tava aguentando uma tripla penetração e, sinceramente, tava curtindo pra caralho. Nunca imaginei uma parada dessas, nem nos meus melhores sonhos eróticos: estar com três picas ao mesmo tempo enquanto meu marido me observava e tentava tirar fotos e filmar com nosso celular, apesar da pouca luz do lugar. Depois de gozar tantas vezes que perdi a conta, o Alex tirou a pica do meu cu e gozou pro lado. O Mike me levantou sem tirar a pica da minha buceta e me levou enfiada até o sofá onde o Juanchi tava sentado. Aproveitando, me acomodei apoiando a cabeça no colo do meu marido, e ele segurou minha mão com força enquanto com a outra acariciava meus peitos, beliscando meus mamilos. O Mike, que ainda tava com a pica dentro da minha buceta, levantou minhas pernas, colocou nos ombros dele e começou a bombar com muita força, enfiando o mastrão até o fundo do meu ser. Às vezes sentia que ele tava destruindo minha buceta, serrando de um jeito selvagem, e ainda por cima com as carícias do meu marido. gozei de novo num orgasmo do caralho.
Depois, sem me deixar descansar nem um minuto, Mike pegou na minha mão e me levou até um dos sofás onde o Alex estava sentado. Me fez girar e me apoiar na pica dele, de costas, então sentei e recostei todo o meu corpo no do Alex. Ele começou a acariciar meus peitos e minha buceta, virei a cabeça o máximo que pude e beijei ele de um jeito muito sensual, sentindo o roçar das nossas línguas, enquanto ele não parava de me acarinhar nem por um segundo. Ao sentir a pica quente dele crescendo na racha da minha bunda pequenina, comecei a fazer movimentos bem sexys com o quadril, esfregando minha raba de um jeito frenético na pica dele, enquanto os outros batavam uma na frente da minha cara. Peguei a pica dele com uma das mãos e apoiei na entrada do meu cu, bem devagar enfiei ela pra dentro, ficando empalada até as bolas. Fiquei um tempinho sentada nessa posição, com a pica dentro, fazendo movimentos bem suaves, até que o Alex empurrou meu corpo e fez a gente se deitar de lado no sofá. Ele levantou minha perna, segurou com uma das mãos e continuou metendo na minha bunda pequenina por uns minutos, cada vez mais forte. Aí o Mike entrou em ação de novo e, ajudando o Alex a segurar minha perna levantada, aproximou a pica da entrada da minha bucetinha e enfiou tudo que conseguiu. Mesmo sendo uma posição difícil e desconfortável, o Mike tem uma pica tão grande que conseguia enfiar até a metade do tronco. Era incrível sentir as duas picas se chocando dentro de mim, saindo e entrando nos meus buracos sem parar.
Joaquín, que estava do lado, encostou a virilha no meu rosto e apoiou o tronco do pau nos meus lábios. Na hora, comecei a beijar e lamber ele inteirinho, inclusive as bolas. Depois, enfiei o máximo que deu na boca, chupei e passei a língua um montão de vezes na área do freio da cabeça dele, até sentir ele gozar uns jatos grossos de porra que caíram nos meus lábios, no meu rosto e no meu cabelo. Quando senti o líquido escorrendo pelo tronco do pau dele e saindo em borbotões, me assustei um pouco, mas não parei de chupar e limpar até ele terminar completamente o orgasmo.
Depois de alguns minutos, Mike tirou a pica da minha buceta e se aproximou de mim pra que eu pudesse pegar nela e masturbar ele, coisa que fiz até ele acabar enchendo meus peitos de porra quentinha. Os jatos de sêmen saíram tão fortes que chegaram até meu rosto. Eu esfreguei a pica nos meus mamilos e chupei ela até deixar totalmente limpa, sem uma gotinha do elixir dele. Vendo isso, Alex não aguentou mais, tirou a pica da minha bunda e, na mesma posição que estava (deitado de lado, atrás de mim), apoiou ela na minha buceta, apertou e esfregou, se masturbando no meu clitóris, até jorrar o sêmen dele na minha buceta, respingando nas minhas pernas e no meu abdômen. Foi realmente incrível sentir três caras me comendo por todos os lados e me enchendo de porra quentinha, enquanto meu marido não perdia nenhum detalhe do espetáculo. Pra agradecer meu marido e retribuir um pouco do que ele tinha me proporcionado, me levantei, abracei ele bem forte e beijei ele por tudo que tinha rolado naquela noite. Até que eu reagi e percebi que agora vinha a pior parte: aqueles cinco minutinhos de culpa e vergonha, quando você acorda do sonho e lembra do que fez por causa da tesão do momento na frente do seu marido, mesmo que tenha sido com o consentimento dele. Você sente um remorso — as mulheres que já experimentaram fazer um ménage ou uma orgia incluindo o marido com certeza sabem do que eu tô falando —, mas por sorte, ver o carinho do meu marido, que me ajudou a trocar de roupa e me limpar, me acalmou. Depois, nos despedimos super educadamente dos caras e fomos pra nossa casa.
Ao chegar em casa, e depois de ver no computador o que o Juanchi tinha conseguido filmar na escuridão do lugar, dei a ele, em agradecimento, uma das melhores fodas das nossas vidas.
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