Com a amiga do meu amigo - Florencia

Olá, comunidade linda do Poringa!
É minha primeira vez escrevendo aqui, depois de mais de 10 anos na comunidade.
Fiquei uns 9 anos sem atividade, mas esse ano voltei com tudo.

Vou contar como sou. Tenho 31 anos, pratiquei esporte a vida inteira desde os 8. Nunca tive um corpo atlético e definido, mas sou bem grande e forte. Tenho olhos pretos, cabelo preto curto e gosto de manter uma barba bem desenhada e caprichada.

Na minha juventude, sempre fui muito tímido, nunca peguei muita mina e sempre caía na tal da "FRIENDZONE", meio bocó, digamos assim.
Mas aos 19 anos percebi que tenho que fazer o que eu quiser, na real, que me foda tudo.

Chega de falar de mim e vamos pra essa história que aconteceu há muito tempo e acho que me marcou. É 100% real, espero que vocês gostem.

Lá por 2014, eu tava sozinho igual um fungo, sem namorada, e fazia 1 ano que tinha começado a treinar Brazilian Jiu Jitsu. Com a galera do dojo, decidimos fazer um churrasco. Nos encontramos na casa de um dos meus parceiros, e ele tinha convidado umas amigas/colegas de trabalho.

Tava tudo tranquilo até as minas chegarem. De repente, uma me chamou a atenção em especial — vamos chamar ela de Florencia. Era baixinha, nada demais, uma mina bem simples se comparar com as amigas do Carlos, o dono da casa. Cabelo castanho, olhos cor de mel, uma boca linda com uns lábios carnudos que pediam pra ser beijados, uns peitos nada de outro mundo, bem pequenos pro meu gosto, meio que se perdiam nas minhas mãos, que são bem grandes. Mas o que mais me chamou a atenção foi a raba dela. Ela tinha uma raba que deixava qualquer um besta.

Ela tava vestida como se fosse sair pra balada, não pra um churrasco com os amigos e passar a noite bebendo. Tava com uma blusinha bem chamativa e solta, sem sutiã, e uma calça bem justa no corpo, tipo lycra high, que marcava tudo. Essa bunda e abria as nádegas como Moisés no Mar Vermelho, uma beleza descomunal.
Florencia, toda simpática, cumprimenta, beijo na bochecha e segue. Eu fiquei cumprimentando igual um idiota, "Oi, sou o Mario!" Nessa hora, dei um cotovelo no Carlos e falei:
- Eu: "A baixinha é gostosa, hein, bela raba!"
- Carlos: "Cala a boca, arrombado, ela tá namorando."
- Eu: "Não sou ciumento, pô!"
Tudo seguiu normal, comemos churrasco, tomamos fernet, cerveja, vinho, tinha de tudo pra beber.
Umas 4 da manhã, uma das amigas surge e fala:
- Amiga: "Por que não vamos pra balada? Dizem que hoje vai ser bom, e ainda tenho quem nos faça entrar de graça. Vamos pra lá."
- Carlos: "Bora, vamos."
- Eu: "Fechou, vamos. Eu tô com o carro, se alguém quiser ir comigo" — tomara que a Flor queira ir com alguma amiga, já mando ela pra frente.
- Flor: "Beleza, quem vai comigo no carro do Mario?"
- Amiga: "Eu vou com você, não vai sozinha com alguém que você não conhece."
- Carlos: "Pronto! Vou arrumar um pouco aqui, vão indo e a gente se encontra na porta da balada."
Enquanto a gente ia andando pro carro, eu ia atrás enquanto as minhas conversavam, e apertei o sinal pra destravar o carro.
- Flor: "Esse é seu carro?"
- Eu: "Sim, por quê?"
- Flor: "Adorei, quando a gente vinha, eu comentava com minha amiga (Romina) que esse carro era lindo e que nunca tinha andado num desses."
- Eu: "Hahaha, bom, hoje é seu dia de sorte, porque ainda por cima é único na cidade, não tem outro igual" — explico, era um Fiat Bravo biturbo bordô com rodas 18 e o melhor estilo esportivo italiano — "senta na frente pra sentir quando eu acelerar."
- Romina: "Tem cintos atrás? Porque com a paixão que essa tem por velocidade, ela vai querer que você acelere ao máximo, melhor eu colocar o cinto."
- Eu: "Fica tranquila, aqui não dá pra acelerar muito, mas se quiserem, a gente vai pra uma área onde dá pra acelerar de boa sem problema."
- Flor: "Bora, quero testar já!"
Seguimos pra rodovia e começamos a acelerar. Pisei fundo no acelerador e comecei a dar umas guinadas, com a intenção de que ela chegasse cada vez mais perto de mim.
Cada vez que eu acelerava, ela segurava minha perna e gritava de empolgação, sentir a mão dela na minha perna tão perto do meu volume que crescia cada vez mais e fazia pressão contra a calça jeans.
Depois de andar uns 20 minutos mais ou menos mostrando o poder do carro, chegamos no baile.
Esperamos o Carlos chegar e fomos pra entrada. Nessa hora, a Flor segurou minha mão pra entrar, eu aproveitei o embalo e ela falou no meu ouvido: "se nos virem como casal, entramos mais rápido", e me deu um beijo na bochecha. Eu fiquei sem reação por uns segundos e ela me puxou pra dentro.
Já lá dentro, estávamos no meio da pista dançando e, numa música de reggaeton, ela veio pra dançar comigo, eu segurei ela e dei uma volta pra ver como ela se mexia. Nem precisava ver como ela se mexia, já que fazia meia hora que eu não tirava os olhos dela enquanto dançava com as amigas, ela se movia tão sensual e gostosa que eu queria pular no pescoço dela e morder. Nisso, ela colou em mim como quem rebola e fez uma dança meio sensual, eu, bem tarado como era, fazia os movimentos correspondentes e encostava um pouco sem ser tão descarado, embora já tivesse um volume bem evidente que evitava encostar na bunda suculenta dela, ela percebeu e meio que procurava contato com ele.
Depois de dançar pelo menos duas músicas, que pareceram uma eternidade, cheguei perto e falei no ouvido dela se queria tomar algo no bar, e ela respondeu: "o que você tomar".
A essa altura da noite, eu já não tava bebendo álcool, porque tinha que voltar dirigindo, e tava tomando água. Então comprei um fernet pra ela não parar de beber.
Ao me ver voltando com um fernet, ela chegou perto e me deu um selinho, eu fiquei paralisado, ela disse "obrigada" e se virou, se afastando.
Naquele momento, eu pensei que era minha chance de terminar com a Flor entrelaçados, nos beijando na qualquer cantinho do baile.
Quando encaro ela pra tirar pra dançar, ela me dá a mão e me tira da pista até um canto e a gente senta nos sofás.

Continua…

Se quiserem que eu continue a história, me dêem likes, pontos e eu sigo contando.

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