A ideia estava martelando na minha cabeça há alguns meses. Com a Valéria, minha namorada, o sexo era sempre muito intenso, mas depois de quase 4 anos, não dava pra evitar sentir que era uma rotina. Ela na época tinha 22 e eu 28. A experiência prévia dela era bem pouca, mas ela curtia pra caralho transar e, acima de tudo, era muito boa. Especialista em chupar e, principalmente, em nunca deixar uma gota sem engolir, e sempre disposta a qualquer coisa. "Faz de mim o que quiser" era a frase favorita dela quando se entregava ao prazer sem se impor limites. Ela é uma morena de peitões grandes, olhos verdes, lábios bem grossos, um pouco gordinha, mas com um sobrepeso bem distribuído que dá uma rabuda bem grande e, como eu disse, uns peitos acima dos 105. Sempre depilada e fã da Victoria's Secret. Transar com ela era incrível, mas senti que faltava algo a mais. Me excitava pra caralho a ideia de vê-la com outro, e isso tinha virado uma fantasia recorrente, que até rolava enquanto eu tava comendo ela. Sabia que, por ser o mais velho, era eu quem tinha que dar o primeiro passo, porque na idade dela era compreensível que não se sentisse à vontade ou segura num menage ou numa orgia, mas tava confiante de que, se eu levasse a situação bem, a chance de botar ela pra foder era bem viável. Comecei primeiro a soltar a ideia bem sutilmente. Uma manhã de domingo na cama, enquanto começávamos a sequência de orgasmos que costumávamos ter durante o dia que dedicávamos exclusivamente a transar. Nosso dia pra não sair da cama. O notebook tinha ficado numa das mesinhas de cabeceira, então, enquanto eu começava a apoiar ela por trás, enfiando a pica na buceta, perguntei se ela não queria ver algum vídeo pra terminar de acordar. Ela virou um pouco o rosto, me beijou e, sorrindo, perguntou o que eu queria ver. Falei pra gente escolher um vídeo cada um com a temática que mais nos excitasse e fantasiar, e deixar rolar, enquanto minha mão direita descia pela barriga dela até vestir uma fio dental de renda preta que já começava a ficar molhada. "Você vai me soltar enquanto eu procuro?" ela me perguntou enquanto eu acariciava bem devagar, quase sem me mexer, o clitóris dela que já tava começando a reagir aos meus estímulos. Com a mão ainda na virilha dela, movi os dedos desenhando um "não" na buceta toda macia, depilada e super molhada. Ela entendeu rápido que aquilo não ia rolar, mas só pediu pra eu não olhar pra tela. A ideia era nos surpreendermos mutuamente e eu sabia muito bem que dos dois, quem ia surpreender mais era eu. Ela abriu o notebook enquanto eu beijava as costas e o pescoço dela, despertando os primeiros gemidos. Em poucos minutos ela já tinha o vídeo dela escolhido e uma aba aberta pra eu escolher o meu. Abri o xvideos e fui direto pro vídeo que tava na minha cabeça há meses: "Esposa em ménage interracial". Enquanto eu procurava, ela foi descendo devagar, me beijando do pescoço até me fazer tremer com aquela língua mágica que passava lentamente pelo tronco da pica, que nessa altura já tava com as veias prestes a estourar. A ansiedade me matava. Sabia que tava na porta de algo que sempre fantasiei. Agarrei ela pelo cabelo e puxei pra cima, dando a entender que minha escolha também já tava feita. Começamos pelo vídeo dela. Ela tinha colocado o Pornhub. E pra minha surpresa, eu não era o único que tinha jogado pesado. O vídeo era americano, profissional. Uma loira pequenininha mas muito gostosa treinando numa academia com um professor enorme e mais dois caras que faziam ferro a algumas máquinas de distância, aparentemente na deles. Qualquer um que já viu um vídeo porno sabe o que vinha. O professor cada vez dava exercícios mais ousados enquanto a calcinha cinza da loira ficava tão molhada que a situação era insustentável. Enquanto isso, na vida real, eu olhava de canto e via como os mamilos da Vale iam endurecendo e a respiração dela ficava cada vez mais ofegante. Começamos a nos tocar mutuamente, mas bem devagarinho. O vídeo durava quase 20 minutos, então a gente não queria se apressar de jeito nenhum. Nessa altura, o professor já tinha ela de joelhos enquanto fazia um sinal pros outros dois, que sem hesitar puxaram duas pirocas musculosas e gigantes. Vale teve o primeiro orgasmo dela enquanto eu fazia malabarismo pra não explodir, mas cada vez a pica pulsava mais e mais. Ela percebeu e se mexeu, colocando o notebook do meu lado na altura da cabeça enquanto descia até minha pica, que de tão quente já tava quase no limite. — Não quero perder o final — ela disse com a cara mais safada que eu lembrava em muito tempo, e sem dizer mais nada engoliu meia pica enquanto alternava o olhar entre minha cara e o computador. A loira, enquanto isso, já tava se enfiando uma dupla penetração de antologia enquanto com a boca cuidava do terceiro. A cena era espetacular. Poucos minutos depois, a pica explodiu enquanto ela ia engolindo tudo com uma eficiência digna de atriz profissional. Meu corpo tremia enquanto ela se dedicava a limpar cada vestígio de porra no tronco da pica e depois nos dedos. Um por um, ela chupava, sorrindo satisfeita por ter mais uma vez mostrado sua capacidade. O vídeo terminou com a loira banhada em gozo, e enquanto eu me recuperava, chegou minha vez de escolher. O vídeo que coloquei era caseiro, muito mais cru e real. A mulher era uma morena bem parecida com ela. Cabelo preto comprido, pele branca e macia que contrastava com um negão super fibroso de pica impressionante e um marido que fazia um papel bem digno. Vale me olhou meio surpresa, mas não disse nada, só sorriu, sabendo que depois do gozo forte que eu tinha tido, agora quem ia se acabar era ela. Comecei a beijar os peitos dela enquanto com os dedos alternava entre o clitóris e enfiava na buceta, que tava molhada como nunca. De vez em quando olhava pra ela e percebia que tava viajando, nem me registrava, perdida naquela pica preta, brilhosa, que ameaçava pular de A tela. O marido filmava enquanto ela, de joelhos, fazia o impossível pra engolir tudo. Objetivo que, claro, não conseguia alcançar. Viu o que é essa pica? falei, esperando a reação dela. Falando como dava, entre os gemidos entrecortados, ela responde: — Ai, é linda. Não pode ser real — dizia, fechando os olhos, delirando de prazer. Na hora, soube que fechava os olhos pra se imaginar sendo a protagonista do vídeo. Entendi que era hora de descer e dar o segundo orgasmo do dia, enquanto a pica endurecia de novo só de ouvir os gemidos da Vale, que estavam incontroláveis. Vale se contorcia de prazer, chegando no segundo gozo, enquanto me segurava pelo cabelo, pedindo pra parar, que não aguentava mais. Levantei e, com a pica bem dura na mão, comecei a roçar o clitóris dela, subindo e descendo por toda a buceta, deixando ela cada vez mais louca. Quando vi que ela não aguentava mais, enfiei de uma vez, bem forte, provocando um grito que deve ter ecoado pelo prédio inteiro. Começamos a foder, ela embaixo e eu em cima, bem colados, sentindo os peitos dela no meu peito enquanto segurava firme no cabelo dela e ela cravava as unhas nas minhas costas. Me levantei, erguendo a perna direita dela no meu ombro, dando bombadas cada vez mais fortes e frenéticas. Sem falar nada, peguei a mão esquerda dela e levei à boca dela pra chupar dois dedos, com a intenção de que ela começasse a se tocar. Sabia que o terceiro orgasmo estava perto. Diferente de outras vezes, ela deixou os dedos na boca muito mais tempo que o normal, me olhando com uns olhos cheios de desejo. Era agora ou nunca. Tive certeza: — O que foi, Vale? Não queria que esses dedos fossem uma pica? A putaria fez com que ela nem pensasse duas vezes e, com os dedos ainda na boca e um olhar de bebê total, disse que sim, balançando a cabeça. O descontrole na minha cabeça foi total. Virei ela de quatro na frente do espelho do quarto, dando umas estocadas bem fortes enquanto com Uma mão segurava ela pelo cabelo e a outra dava tapas na bunda dela. Gozamos mais uma vez e caímos exaustos na cama. Entre gemidos entrecortados, ficamos em silêncio. Não tinha mais o que dizer. O jogo tinha começado.
7 comentários - Enfiar na minha mina. Viagem sem volta.