Compartilhando Homem 1
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Aos 17 anos, conheci um senhor na internet que, assim como eu, amava os animais.
Ele era bem mais velho que eu. A gente sempre conversava, e eu contava como tava indo no colégio, porque tenho problemas com isso, sou muito preguiçosa pra estudar. Minha mãe muitas vezes se passou por mim quando a gente trocava ideia, pra ver como ele se comportava comigo, do que a gente falava, até que, vendo que era um homem sério, que nunca me disse nada estranho, e que me dava conselhos sobre os estudos, minha mãe foi ganhando confiança nele. Ele morava longe de onde eu vivia, em outro estado do país. Um dia ele disse que ia vir pra onde eu morava, a trabalho, e minha mãe e eu fomos conhecê-lo. Acabou sendo um personagem e tanto, cabelo e barba compridos, tinha vindo numa motona. Lucas é muito simpático e falante, logo se entrosou bem com minha mãe. Lucas tem uns 30 anos, 1,89m, meio musculoso, ombros largos, olhos azuis, voz de macho. Já minha mãe, embora esteja perto dos 40. A gente começou a falar de animais, ele é expert em cobras e disse que tinha vindo porque queria estudar uma cobra muito venenosa nas matas de onde eu moro, embora na dele também tenha. Na conversa, ele perguntou pra minha mãe se podia me levar pra procurar esse réptil. Eu já tava pulando de alegria, vi minha mãe hesitar, ele prometeu que ia cuidar de mim e que toda noite eu ia dormir em casa. Ela ofereceu hospedagem pra ele em casa. Fomos pra casa, ele deixou a mochila, levando só o necessário pro dia no campo. No dia seguinte, a gente levantou às seis da manhã e fomos. Um departamento que fica a poucos quilômetros de onde moro. Eu tava felizona, viajando numa moto enorme, com um senhor que ia me ensinar muito sobre cobras e outros bichos. Eu sou loira, cabelo comprido, corpo meio desenvolvido, magra, tenho 1,68m, e minhas medidas são 88-57-94. A gente sempre procurava algum lugar onde tivesse água, Levantamos a barraca e saímos pra caminhar. Ficamos horas andando, atravessando riachos, e eu, mesmo usando botas de borracha, vivia com os pés molhados.
O Lucas caçou uma lebre e fomos pro acampamento, ele limpou ela e colocou pra assar. Eu tirei as botas e as meias e coloquei perto do fogo pra secar.
— Lucas, tô com vontade de fazer xixi. — falei pra ele.
Ele mandou eu calçar o tênis, ir atrás da barraca e fazer ali, que qualquer coisa ele tava dentro. Eu tava impressionada, porque era a primeira vez que tava assim, acampando no meio do mato. Tava fazendo xixi quando um barulho me assustou e eu gritei. O Lucas saiu correndo e eu me agarrei nele tremendo, nem ligava que minha calça tava no tornozelo, que dava pra ver minha bunda e minha buceta. Ele me acalmou, me ajudou a subir a roupa e, toda vez que eu precisava fazer alguma coisa, pedia pra ele me acompanhar. O medo era maior que a vergonha de ele me ver semi nua.
Às oito da noite, a gente já tava em casa e combinamos de não contar nada pra minha mãe sobre o que tinha rolado. Deixamos a barraca armada onde a gente tinha montado quando chegamos. Ele tinha pego duas cobras, que também deixamos num pote de plástico grande que ele tinha. Naquela noite, dormi que nem uma pedra.
No dia seguinte, a gente voltou pra lá. Quando chegamos, tava tudo tranquilo. Ao meio-dia, tava um calor do caralho, e o Lucas sugeriu a gente tomar um banho no riacho.
— Mas não trouxe maiô. — falei.
— Bom, temos duas opções: a gente toma banho pelado ou de cueca e calcinha. — ele respondeu.
— Pelada? — falei, rindo nervosa.
Porque eu nunca tinha ficado pelada na frente de ninguém, só aquelas vezes que fui fazer xixi e sei que o Lucas tinha visto minha bunda e minha buceta, mas completamente nua, eu morria de vergonha. Mesmo assim, ele disse que, se a gente tomasse banho de roupa íntima, depois teria que tirar pra secar e vestir a outra roupa sem nada por baixo. Pra me dar coragem, o Lucas se pelou primeiro. Foi a primeira vez que eu vi um pau, me chamou tanta atenção que fiquei olhando, surpresa. Ele fingiu que não tinha percebido e entrou na água.
—Vai, Rosita, anima que a água tá uma delícia. —Ele disse.
Eu me animei e também tirei a roupa. Quando tô entrando na água, sinto meus mamilos ficarem duros de frio. Lucas estica os braços pra mim e eu me jogo, sentindo ele me abraçar, meus peitos colados no dele, e ele me aperta. O pau enorme dele roça na minha buceta, me dando um arrepio.
—Não me solta. —Falei, sentindo o fundo lamacento. Não tava nem aí pros meus peitos colados no dele, nem pro pau dele roçar na minha buceta.
Eu tava tremendo de medo, queria subir em cima dele, morria de pavor de sentir meus pés afundando na lama. Enrolei minhas pernas na cintura dele, sentia o pau dele contra minha buceta, enquanto ele me levantava nos braços, segurando minhas nádegas.
—Se subir mais um pouco, vai meter essas tetas na minha boca. —Ele disse, apertando minha bunda.
Algo me chamou a atenção: a cada roçada do pau dele na minha buceta, eu sentia ele mais duro, maior.
—Lucas, vamos sair da água. —Falei.
Lucas mandou eu descer e sair andando, mas eu disse que não, que me tirasse dali, nos braços dele. Quando a gente tava saindo, não sei se Lucas escorregou ou fez de propósito, mas caímos na margem, ele por cima de mim. Senti o pau duro dele encostado na minha buceta e o rosto dele entre meus peitos. Lucas me olhou e começou a beijar minhas tetas, senti ele lamber meus mamilos, chupar eles.
—Mmnnn, Mmnnn, Mmnnnn, Mmnn…
Não acreditava no que Lucas tava fazendo comigo, e o pior é que eu tava gostando. Sentir a boca dele nas minhas tetas e o pau dele roçando minha buceta me fazia sentir umas coisas estranhas.
Ele foi beijando meu corpo até que eu gritei quando senti a boca dele na minha buceta, a língua passando, ele dando mordidinhas nos meus lábios vaginais.
—¡¡¡HAAAAAAAY!!!
—Que bucetinha virgem gostosa que você tem, Rosita! —Ele disse, levantando minhas pernas e continuou lambendo minha buceta. —Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha…
Nunca imaginei sentir o que estava sentindo, gostava tanto do que ele fazia comigo, que mexia meu corpo sem conseguir evitar. Ele me vira, beijando e mordendo minhas nádegas, as abre e eu grito de novo quando sinto sua língua passar pelo meu cu. Como ele beijava, como apoiava a ponta da língua e fazia força como se quisesse meter na minha bunda.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa, eu gosto! ai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa, que gostoso! Mmnmnnn, ha, ha, ha, eu gosto! —eu dizia mexendo minha bunda de um lado pro outro.
—Você deixa eu meter no seu cu? —ele disse passando o pau na minha bunda. Não vi, mas senti duro, muito duro.
—Sim, mas minha mãe não pode ficar sabendo. —falei morrendo de medo, mas excitada também, no fundo de mim, queria sentir ele dentro, me sentia tão estranha, nunca tinha me sentido assim.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmnnn, Mmnn, Mmnnn, Mmnnnnn, Mnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, haaaaaaah…
Lucas continuou lambendo meu cu, sentia ele deixando cair saliva e passando o dedo, massageando meu cu. Ele me faz ficar de quatro e se ajeita atrás de mim, sinto ele passando o pau na minha bunda, como encaixa ele contra meu cu, sentia ele imenso, eu tremia da cabeça aos pés. Minha primeira vez com um homem, iam me comer, não podia acreditar, até que eu dei um grito forte quando Lucas fez força.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai! —ele começa a meter na minha bunda.
Sentia meu cu se abrindo, ardia, o pau dele ia entrando devagar, era uma mistura de dor e prazer o que eu sentia enquanto Lucas metia todo o pau na minha bunda, até sentir nossos corpos se encostarem.
—Haaaaaaaaaaaaaaaa, AHHHHHHHHHH!...
—Tá bem, Rosita? —ele disse sem mexer o corpo, com o pau todo enfiado na minha bunda.
—Tá doendo e eu quero fazer cocô. —falei.
Lucas Passou um braço por baixo de mim e sinto a mão dele começando a acariciar minha buceta, isso me fez soltar um gemido forte, percebia que enquanto ele passava os dedos na minha buceta, eu ia relaxando cada vez mais.
— Haaaa, haaaa, haaaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaaa, haaaaaaa…. haaaaaa haaa, haaaa… haaaa, haaaa, haaaaa, haaaa, haaaaaay…
Senti que, bem devagar, sem parar de me acariciar, ele mexia o pau dentro da minha bunda, comecei a sentir que tava gostando, era uma parada incrível, o pau dele era enorme, bem grosso, sentia como se ele me abrisse e me preenchesse toda, era alucinante, pedi pra ele não parar de me acariciar, e ele fez isso sem parar de mexer o pau, embora agora eu sentisse que ele tirava e colocava de novo.
— Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Haaa, sim! Me dá mais! Mais! Mais! Mais! Haaa! Gostoso haa! ha, ha, ha, haaaaaaay…
Cada vez tava com mais vontade de fazer cocô, mas o Lucas continuava e eu gemia, entre as carícias dele e o pau entrando e saindo da minha bunda, sentia um prazer estranho, a cada minuto gostava mais, gritava, tremia, sentia que ia mijar a qualquer momento, até que ouvi o Lucas gritar e parecia que o pau dele pulsava dentro da minha bunda.
— Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ¡AHHHHHHHHHH!... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. haaaaaa ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, plac, plac, plac, plac, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha... Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
Dei um grito forte e comecei a mijar, mas não era o xixi de sempre, esse xixi me fazia gritar, me fazia sentir o que nunca senti na vida.
— Haaaaa... Ah, ahhhh, ah, haaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaa... haaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa... haaaaaa ha, ha... ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaa, ha, ha, ha ai, ai aiiiiii haa, ai, haaaaaaaaaaaaaaaaaai...
Morri de vergonha quando Lucas tirou o pau da minha bunda e senti que, sem conseguir evitar, comecei a fazer cocô. Queria apertar meu cu, mas por mais que tentasse, não conseguia, continuava fazendo cocô. A gente entrou na água de novo, eu ainda quase em cima dele, sentindo ele lavar minha bunda, beijar meus lábios, meus peitos.
— Amanhã a gente vai meter por aqui, que tal? — ele disse, beijando meu peito e passando a mão na minha buceta. Eu disse que sim, mas que agora era melhor a gente ir pra casa. Enquanto nos vestíamos, sentia meu cu abrindo e fechando sozinho, pulsando. A gente se beijou de novo e foi embora, já que amanhã nos esperava outra coisa, e eu queria que Lucas me ensinasse tudo.
Continua...
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Aos 17 anos, conheci um senhor na internet que, assim como eu, amava os animais.
Ele era bem mais velho que eu. A gente sempre conversava, e eu contava como tava indo no colégio, porque tenho problemas com isso, sou muito preguiçosa pra estudar. Minha mãe muitas vezes se passou por mim quando a gente trocava ideia, pra ver como ele se comportava comigo, do que a gente falava, até que, vendo que era um homem sério, que nunca me disse nada estranho, e que me dava conselhos sobre os estudos, minha mãe foi ganhando confiança nele. Ele morava longe de onde eu vivia, em outro estado do país. Um dia ele disse que ia vir pra onde eu morava, a trabalho, e minha mãe e eu fomos conhecê-lo. Acabou sendo um personagem e tanto, cabelo e barba compridos, tinha vindo numa motona. Lucas é muito simpático e falante, logo se entrosou bem com minha mãe. Lucas tem uns 30 anos, 1,89m, meio musculoso, ombros largos, olhos azuis, voz de macho. Já minha mãe, embora esteja perto dos 40. A gente começou a falar de animais, ele é expert em cobras e disse que tinha vindo porque queria estudar uma cobra muito venenosa nas matas de onde eu moro, embora na dele também tenha. Na conversa, ele perguntou pra minha mãe se podia me levar pra procurar esse réptil. Eu já tava pulando de alegria, vi minha mãe hesitar, ele prometeu que ia cuidar de mim e que toda noite eu ia dormir em casa. Ela ofereceu hospedagem pra ele em casa. Fomos pra casa, ele deixou a mochila, levando só o necessário pro dia no campo. No dia seguinte, a gente levantou às seis da manhã e fomos. Um departamento que fica a poucos quilômetros de onde moro. Eu tava felizona, viajando numa moto enorme, com um senhor que ia me ensinar muito sobre cobras e outros bichos. Eu sou loira, cabelo comprido, corpo meio desenvolvido, magra, tenho 1,68m, e minhas medidas são 88-57-94. A gente sempre procurava algum lugar onde tivesse água, Levantamos a barraca e saímos pra caminhar. Ficamos horas andando, atravessando riachos, e eu, mesmo usando botas de borracha, vivia com os pés molhados.
O Lucas caçou uma lebre e fomos pro acampamento, ele limpou ela e colocou pra assar. Eu tirei as botas e as meias e coloquei perto do fogo pra secar.
— Lucas, tô com vontade de fazer xixi. — falei pra ele.
Ele mandou eu calçar o tênis, ir atrás da barraca e fazer ali, que qualquer coisa ele tava dentro. Eu tava impressionada, porque era a primeira vez que tava assim, acampando no meio do mato. Tava fazendo xixi quando um barulho me assustou e eu gritei. O Lucas saiu correndo e eu me agarrei nele tremendo, nem ligava que minha calça tava no tornozelo, que dava pra ver minha bunda e minha buceta. Ele me acalmou, me ajudou a subir a roupa e, toda vez que eu precisava fazer alguma coisa, pedia pra ele me acompanhar. O medo era maior que a vergonha de ele me ver semi nua.
Às oito da noite, a gente já tava em casa e combinamos de não contar nada pra minha mãe sobre o que tinha rolado. Deixamos a barraca armada onde a gente tinha montado quando chegamos. Ele tinha pego duas cobras, que também deixamos num pote de plástico grande que ele tinha. Naquela noite, dormi que nem uma pedra.
No dia seguinte, a gente voltou pra lá. Quando chegamos, tava tudo tranquilo. Ao meio-dia, tava um calor do caralho, e o Lucas sugeriu a gente tomar um banho no riacho.
— Mas não trouxe maiô. — falei.
— Bom, temos duas opções: a gente toma banho pelado ou de cueca e calcinha. — ele respondeu.
— Pelada? — falei, rindo nervosa.
Porque eu nunca tinha ficado pelada na frente de ninguém, só aquelas vezes que fui fazer xixi e sei que o Lucas tinha visto minha bunda e minha buceta, mas completamente nua, eu morria de vergonha. Mesmo assim, ele disse que, se a gente tomasse banho de roupa íntima, depois teria que tirar pra secar e vestir a outra roupa sem nada por baixo. Pra me dar coragem, o Lucas se pelou primeiro. Foi a primeira vez que eu vi um pau, me chamou tanta atenção que fiquei olhando, surpresa. Ele fingiu que não tinha percebido e entrou na água.
—Vai, Rosita, anima que a água tá uma delícia. —Ele disse.
Eu me animei e também tirei a roupa. Quando tô entrando na água, sinto meus mamilos ficarem duros de frio. Lucas estica os braços pra mim e eu me jogo, sentindo ele me abraçar, meus peitos colados no dele, e ele me aperta. O pau enorme dele roça na minha buceta, me dando um arrepio.
—Não me solta. —Falei, sentindo o fundo lamacento. Não tava nem aí pros meus peitos colados no dele, nem pro pau dele roçar na minha buceta.
Eu tava tremendo de medo, queria subir em cima dele, morria de pavor de sentir meus pés afundando na lama. Enrolei minhas pernas na cintura dele, sentia o pau dele contra minha buceta, enquanto ele me levantava nos braços, segurando minhas nádegas.
—Se subir mais um pouco, vai meter essas tetas na minha boca. —Ele disse, apertando minha bunda.
Algo me chamou a atenção: a cada roçada do pau dele na minha buceta, eu sentia ele mais duro, maior.
—Lucas, vamos sair da água. —Falei.
Lucas mandou eu descer e sair andando, mas eu disse que não, que me tirasse dali, nos braços dele. Quando a gente tava saindo, não sei se Lucas escorregou ou fez de propósito, mas caímos na margem, ele por cima de mim. Senti o pau duro dele encostado na minha buceta e o rosto dele entre meus peitos. Lucas me olhou e começou a beijar minhas tetas, senti ele lamber meus mamilos, chupar eles.
—Mmnnn, Mmnnn, Mmnnnn, Mmnn…
Não acreditava no que Lucas tava fazendo comigo, e o pior é que eu tava gostando. Sentir a boca dele nas minhas tetas e o pau dele roçando minha buceta me fazia sentir umas coisas estranhas.
Ele foi beijando meu corpo até que eu gritei quando senti a boca dele na minha buceta, a língua passando, ele dando mordidinhas nos meus lábios vaginais.
—¡¡¡HAAAAAAAY!!!
—Que bucetinha virgem gostosa que você tem, Rosita! —Ele disse, levantando minhas pernas e continuou lambendo minha buceta. —Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha…
Nunca imaginei sentir o que estava sentindo, gostava tanto do que ele fazia comigo, que mexia meu corpo sem conseguir evitar. Ele me vira, beijando e mordendo minhas nádegas, as abre e eu grito de novo quando sinto sua língua passar pelo meu cu. Como ele beijava, como apoiava a ponta da língua e fazia força como se quisesse meter na minha bunda.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa, eu gosto! ai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa, que gostoso! Mmnmnnn, ha, ha, ha, eu gosto! —eu dizia mexendo minha bunda de um lado pro outro.
—Você deixa eu meter no seu cu? —ele disse passando o pau na minha bunda. Não vi, mas senti duro, muito duro.
—Sim, mas minha mãe não pode ficar sabendo. —falei morrendo de medo, mas excitada também, no fundo de mim, queria sentir ele dentro, me sentia tão estranha, nunca tinha me sentido assim.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmnnn, Mmnn, Mmnnn, Mmnnnnn, Mnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, haaaaaaah…
Lucas continuou lambendo meu cu, sentia ele deixando cair saliva e passando o dedo, massageando meu cu. Ele me faz ficar de quatro e se ajeita atrás de mim, sinto ele passando o pau na minha bunda, como encaixa ele contra meu cu, sentia ele imenso, eu tremia da cabeça aos pés. Minha primeira vez com um homem, iam me comer, não podia acreditar, até que eu dei um grito forte quando Lucas fez força.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai! —ele começa a meter na minha bunda.
Sentia meu cu se abrindo, ardia, o pau dele ia entrando devagar, era uma mistura de dor e prazer o que eu sentia enquanto Lucas metia todo o pau na minha bunda, até sentir nossos corpos se encostarem.
—Haaaaaaaaaaaaaaaa, AHHHHHHHHHH!...
—Tá bem, Rosita? —ele disse sem mexer o corpo, com o pau todo enfiado na minha bunda.
—Tá doendo e eu quero fazer cocô. —falei.
Lucas Passou um braço por baixo de mim e sinto a mão dele começando a acariciar minha buceta, isso me fez soltar um gemido forte, percebia que enquanto ele passava os dedos na minha buceta, eu ia relaxando cada vez mais.
— Haaaa, haaaa, haaaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaaa, haaaaaaa…. haaaaaa haaa, haaaa… haaaa, haaaa, haaaaa, haaaa, haaaaaay…
Senti que, bem devagar, sem parar de me acariciar, ele mexia o pau dentro da minha bunda, comecei a sentir que tava gostando, era uma parada incrível, o pau dele era enorme, bem grosso, sentia como se ele me abrisse e me preenchesse toda, era alucinante, pedi pra ele não parar de me acariciar, e ele fez isso sem parar de mexer o pau, embora agora eu sentisse que ele tirava e colocava de novo.
— Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Haaa, sim! Me dá mais! Mais! Mais! Mais! Haaa! Gostoso haa! ha, ha, ha, haaaaaaay…
Cada vez tava com mais vontade de fazer cocô, mas o Lucas continuava e eu gemia, entre as carícias dele e o pau entrando e saindo da minha bunda, sentia um prazer estranho, a cada minuto gostava mais, gritava, tremia, sentia que ia mijar a qualquer momento, até que ouvi o Lucas gritar e parecia que o pau dele pulsava dentro da minha bunda.
— Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ¡AHHHHHHHHHH!... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. haaaaaa ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, plac, plac, plac, plac, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha... Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
Dei um grito forte e comecei a mijar, mas não era o xixi de sempre, esse xixi me fazia gritar, me fazia sentir o que nunca senti na vida.
— Haaaaa... Ah, ahhhh, ah, haaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaa... haaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa... haaaaaa ha, ha... ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaa, ha, ha, ha ai, ai aiiiiii haa, ai, haaaaaaaaaaaaaaaaaai...
Morri de vergonha quando Lucas tirou o pau da minha bunda e senti que, sem conseguir evitar, comecei a fazer cocô. Queria apertar meu cu, mas por mais que tentasse, não conseguia, continuava fazendo cocô. A gente entrou na água de novo, eu ainda quase em cima dele, sentindo ele lavar minha bunda, beijar meus lábios, meus peitos.
— Amanhã a gente vai meter por aqui, que tal? — ele disse, beijando meu peito e passando a mão na minha buceta. Eu disse que sim, mas que agora era melhor a gente ir pra casa. Enquanto nos vestíamos, sentia meu cu abrindo e fechando sozinho, pulsando. A gente se beijou de novo e foi embora, já que amanhã nos esperava outra coisa, e eu queria que Lucas me ensinasse tudo.
Continua...
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