Compartilhando Macho 1

Compartilhando Homem 1
Com o Selo de Prazer e Tesão…

Aos 17 anos, conheci um senhor na internet que, assim como eu, amava animais.
Ele era bem mais velho que eu. A gente sempre conversava, e eu contava como ia no colégio, porque tenho problemas com isso, sou muito preguiçosa pra estudar. Minha mãe muitas vezes se passou por mim quando a gente trocava mensagem, pra ver como ele se comportava comigo, do que a gente falava, até que, vendo que era um homem sério, que nunca me disse nada estranho e que me dava conselhos sobre os estudos, minha mãe foi ganhando confiança nele. Ele morava longe de onde eu vivia, em outro estado do país. Um dia ele disse que ia vir pra onde eu morava, a trabalho, e minha mãe e eu fomos conhecê-lo. Acabou sendo um personagem e tanto: cabelos e barba compridos, tinha vindo numa motona. Lucas é muito simpático e falante, logo se entrosou bem com minha mãe. Lucas tem uns 30 anos, 1,89m, é meio musculoso, ombros largos, olhos azuis, voz máscula. Já minha mãe, embora esteja perto dos 40. A gente começou a falar de animais, ele é expert em cobras e disse que tinha vindo porque queria estudar uma cobra muito venenosa nas matas da região onde eu moro, embora também tenha no estado dele. Durante a conversa, ele perguntou pra minha mãe se podia me levar pra procurar esse réptil. Eu já tava pulando de alegria, via minha mãe hesitar, ele prometeu que ia cuidar de mim e que toda noite eu dormiria em casa. Ela ofereceu hospedagem pra ele em casa. Fomos pra casa, ele deixou a mochila, levando só o necessário pro dia no campo. No dia seguinte, acordamos às seis da manhã e fomos. Um sítio que fica a poucos quilômetros de onde moro. Eu ia feliz, viajando numa motona, com um senhor que ia me ensinar muito sobre cobras e outros bichos. Eu sou loira, cabelo comprido, corpo meio desenvolvido, magra, tenho 1,68m, e minhas medidas são 88-57-94. A gente sempre procurava algum lugar onde tivesse água, Levantamos a barraca e saímos pra caminhar. Ficamos horas andando, atravessando riachos, e eu, mesmo com botas de borracha, sempre estava com os pés molhados.
O Lucas caçou uma lebre e fomos pro acampamento, ele limpou ela e colocou pra assar. Eu tirei as botas e as meias e coloquei perto do fogo pra secar.
— Lucas, tô com vontade de fazer xixi. — Falei pra ele.
Ele disse pra eu calçar os tênis, ir atrás da barraca e fazer ali, que qualquer coisa ele tava dentro. Eu tava impressionada, porque era a primeira vez que tava assim, acampando no meio do mato. Tava fazendo xixi quando um barulho me assustou e eu gritei. O Lucas saiu correndo e eu me agarrei nele tremendo, nem liguei que minha calça tava no tornozelo, que dava pra ver minha bunda e minha buceta. Ele me acalmou, me ajudou a subir a roupa e, toda vez que eu precisava fazer alguma coisa, pedia pra ele me acompanhar. O medo era maior que a vergonha de ele me ver semi nua.
Às oito da noite, a gente tava em casa, e combinamos de não contar nada pra minha mãe sobre o que tinha acontecido. A gente deixou a barraca montada onde a gente tinha armado quando chegamos, e ele tinha pegado duas cobras, que também deixamos num pote de plástico grande que ele tinha. Naquela noite, dormi que nem uma pedra.
No dia seguinte, a gente foi de novo. Quando chegamos, tava tudo tranquilo. Ao meio-dia, tava um calor do caralho, e o Lucas sugeriu a gente tomar um banho no riacho.
— Mas não trouxe maiô. — Falei.
— Bom, temos duas opções: a gente toma banho pelado ou de roupa íntima. — Ele respondeu.
— Pelada? — Falei, rindo nervosa.
Porque eu nunca tinha ficado pelada na frente de ninguém, só aquelas vezes que fui fazer xixi e sei que o Lucas tinha visto minha bunda e minha buceta, mas totalmente pelada, eu morria de vergonha. Mesmo ele falando que, se a gente tomasse banho de roupa íntima, depois teria que tirar pra secar e vestir a outra roupa sem nada por baixo. Pra me encorajar, o Lucas tirou a roupa primeiro. Foi a primeira vez que eu vi... um pau, me chamou tanta atenção que fiquei olhando, surpresa. Ele fingiu que não tinha percebido e entrou na água.
—Vai, Rosita, se anima que a água tá uma delícia. —Ele falou.
Eu me animei e também fiquei nua, quando tô entrando na água, sinto meus bicos dos peitos ficarem duros de frio, Lucas estica os braços e eu me jogo, sentindo ele me abraçar, meus peitos colados no dele, e ele me aperta, o pau enorme dele roçando na minha buceta, me dando um arrepio.
—Não me solta. —Falei, sentindo o fundo lamacento, não tava nem aí se meus peitos colavam no dele, nem se o pau dele roçava na minha buceta.
Eu tava tremendo de medo, queria subir nele, tinha pavor de sentir meus pés afundando na lama, enrolei minhas pernas na cintura dele, sentia o pau dele contra minha buceta, enquanto ele me erguia nos braços, segurando minha bunda.
—Se você subir mais um pouco, vai meter suas tetas na minha boca. —Ele falou, apertando minha bunda.
Algo me chamou a atenção, sentia que a cada roçada do pau dele na minha buceta, ele ficava mais duro, maior.
—Lucas, vamos sair da água. —Falei.
Lucas mandou eu descer, sair andando, e eu falei que não, que me tirasse dali assim, nos braços dele. Quando a gente tava saindo, não sei se Lucas escorregou ou fez de propósito, mas caímos na beira, ele por cima de mim, sentia o pau duro dele encostado na minha buceta, e o rosto dele entre meus peitos. Lucas me olhou e começou a beijar minhas tetas, sentia ele lamber meus bicos, chupar eles.
—Mmnnn, Mmnnn, Mmnnnn, Mmnn…
Não acreditava no que Lucas tava fazendo comigo, e o pior é que eu tava gostando do que ele fazia, sentir a boca dele nas minhas tetas e o pau dele roçando minha buceta, me fazia sentir umas coisas estranhas.
Ele foi beijando meu corpo até que eu gritei quando senti a boca dele na minha buceta, a língua dele passando, ele dando mordidinhas nos meus lábios da buceta.
—¡¡¡HAAAAAAAY!!!
—Que bucetinha virgem gostosa que você tem, Rosita! —Ele falou, levantando minhas pernas e continuou lambendo minha buceta. —Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha…
Nunca imaginei sentir o que estava sentindo, gostava tanto do que ele fazia comigo, que mexia meu corpo sem conseguir evitar. Ele me vira, beijando e mordendo minhas nádegas, as abre e eu grito de novo quando sinto a língua dele passar pelo meu cu. Como ele beijava, como apoiava a ponta da língua e fazia força como se quisesse meter na minha bunda.
—Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, haaaaaaaaaa, Eu gosto! ai, ha, ai, ha, ai, haa, ha, ha, haaaa, Que delícia! Mmnmnnn, ha, ha, ha, Eu gosto! —eu dizia, mexendo minha bunda de um lado pro outro.
—Você deixa eu meter no seu cu? —ele disse, passando o pau dele pela minha bunda. Não vi, mas senti duro, muito duro.
—Sim, mas minha mãe não pode ficar sabendo. —Falei morrendo de medo, mas excitada também, no fundo de mim, queria sentir ele dentro, me sentia tão estranha, nunca tinha me sentido assim.
— Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ho, ho, ho, ho, ho, ho, Mmnnn, Mmnn, Mmnnn, Mmnnnnn, Mnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, haaaaaaah…
Lucas continuou lambendo meu cu, sentia ele deixando cair saliva e passando o dedo, massageando meu cu. Ele me faz ficar de quatro e se ajeita atrás de mim, sinto ele passando o pau dele pela minha bunda, como encaixa ele apoiado contra meu cu, sentia ele imenso, eu tremia da cabeça aos pés. Minha primeira vez com um homem, iam me comer, não podia acreditar, até que eu dei um grito forte quando Lucas fez força.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai! —ele começa a meter na minha bunda.
Sentia meu cu se abrindo, ardia, o pau dele ia entrando devagar, era uma mistura de dor e prazer o que eu sentia enquanto Lucas metia todo o pau dele na minha bunda, até sentir nossos corpos se encostando.
—Haaaaaaaaaaaaaaaa, AHHHHHHHHHH!...
—Tá bem, Rosita? —ele disse sem mexer o corpo, com o pau todo enfiado na minha bunda.
—Tá doendo e eu quero fazer cocô. —Falei.
Lucas Ele passou um braço por baixo de mim e sinto a mão dele começando a acariciar minha buceta, isso me fez soltar um gemido forte, percebia que enquanto ele passava os dedos na minha buceta, eu ia relaxando cada vez mais.
— Haaaa, haaaa, haaaaa, haaaa, haaaa, haaaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa, haaaaa, haaaaaaa…. haaaaaa haaa, haaaa… haaaa, haaaa, haaaaa, haaaa, haaaaaay…
Senti que, bem devagar, sem parar de me acariciar, ele mexia o pau dentro da minha bunda, comecei a sentir que tava gostando, era uma parada incrível, o pau dele era enorme, bem grosso, sentia como ele me abria e me preenchia toda, era alucinante, pedi pra ele não parar de me acariciar, e ele fez isso sem parar de mexer o pau, embora agora eu sentisse que ele tirava e colocava de novo.
— Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Haaa, sim! Me dá mais! Mais! Mais! Mais! Haaa, gostoso haa! ha, ha, ha, haaaaaaay…
Cada vez tava com mais vontade de fazer cocô, mas Lucas continuava e eu gemia, entre as carícias dele e o pau entrando e saindo da minha bunda, sentia um prazer estranho, a cada minuto eu gostava mais, gritava, tremia, sentia que ia mijar a qualquer momento, até que ouvi Lucas gritar e parecia que o pau dele pulsava dentro da minha bunda.
— Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ¡AHHHHHHHHHH!... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. haaaaaa ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, plac, plac, plac, plac, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha... Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...

Soltei um grito forte e comecei a mijar, mas não era o xixi de sempre — esse xixi me fazia gritar, me fazia sentir o que nunca senti na vida.

— Haaaaa... Ah, ahhhh, ah, haaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaa... haaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa... haaaaaa ha, ha... ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, haaa, ha, ha, ha ai, ai aiiiiii haa, ai, haaaaaaaaaaaaaaaaaai...

Morri de vergonha quando Lucas tirou o pau da minha bunda e senti que, sem conseguir evitar, comecei a fazer cocô. Queria apertar meu cu, mas por mais que tentasse, não conseguia — continuava cagando. A gente voltou pra água, eu ainda quase em cima dele, sentindo ele lavar minha bunda, beijar meus lábios, meus peitos.

— Amanhã a gente vai meter por aqui, que tal? — ele disse, beijando meu peito e passando a mão na minha buceta. Eu disse que sim, mas que agora era melhor a gente ir pra casa. Enquanto nos vestíamos, sentia meu cu abrindo e fechando sozinho, pulsando. A gente se beijou de novo e foi embora, já que amanhã nos esperava outra coisa, e eu queria que Lucas me ensinasse tudo.

Continua...

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