Me tornando macho 2

Me Transformando em Macho 2
Com o Selo do Prazer e da Perversão
Segunda parte.

No dia seguinte, a filha liga dizendo que o corpo dela está dando os sinais de que está pronta pra ser engravidada, porque sente a necessidade de ser acariciada e adorada por um macho, não porque o corpo dela diz que tá na hora de copular. Então, hoje de manhã, ela se entregou ao marido, mas ele gozou rápido demais e ela acha que não engravidou. Ela pergunta pra mãe se já tem o garanhão pronto pra engravidar ela, porque pode ir à tarde… A mãe marca com ela pra tarde, depois me localiza e fala:

-- Hoje é o dia, entendeu, né?
-- Sim, claro. - Falo.

Agora vem o que já te falei, mas vou explicar como consegui pegar ela sem beijar no começo, claro…

De tarde, fui na casa dela, a filha tava lá. Tentei relaxar ela, mas aos poucos ela foi se soltando. No fim, ela admitiu que tudo tava errado. Ela entrou no quarto dela, trocou de roupa, me olhou e disse:

-- Desculpa… vou fazer minha parte. - E eu concordei.
-- Claro. - Falei.

Ela vestia uma camisola rosa quase transparente, cobrindo a entreperna com uma calcinha minúscula. Tava uma delícia, só de olhar meu pau já ficou duro e com vontade de transar com ela. Agora sim, a parte boa começava. Ela me olhou e entrou no quarto da mãe. Sabia e entendia bem a missão que tinha que cumprir. Me despi e tirei a calcinha dela. Vi uma buceta bem cuidada, depilada, se abrindo e fechando, sabendo o que aquele macho ia fazer com ela. Deitei ela na cama e encostei meus lábios na vulva dela, enfiando minha língua na buceta dela, acariciando o clitóris. Como ela gemeu, aquela mulher! "O que você tá fazendo?", ela disse, enquanto tentava apertar a vulva, mas o clitóris dela tava excitado e veio ao encontro da minha língua pra ser acariciado. Ela começou a rebolar a bunda ao sentir o clitóris excitado e sendo acariciado.

-- Aaaaah, aaaaah, aaaah, aaaaah, ah, ah, ah, ah, aaaaaaaaaaaaah. - Ela começou a se excitar muito rápido.

A respiração dela ficou ofegante e ela arfava. Geme e suspira cada vez mais forte ao se sentir cada vez mais excitada e satisfeita com as carícias na buceta dela, logo aparecem nela os fluidos que escapam descendo pelos glúteos dela caindo nos lençóis da cama, chupo esses líquidos como se fossem mel, e ao mesmo tempo sopro a buceta dela, ela encolhe as pernas excitada e provocada, me abraça dizendo.
—Haaaaa, agora faz logo, me penetra e me engravida!
Calmamente subo em cima do corpo dela acariciando os peitos dela e beliscando os mamilos dela, ela geme alvoroçada, se animando pra me receber na buceta dela, me abraça, me puxa pro corpo dela e me deixa encaixar meu pau na buceta dela, olha pra ele e diz.
—Oooooooooh! —ela fala. —É maior que o do meu marido, vai com cuidado, não quero sofrer.
—Pode ficar tranquila. —falei, ela sorriu.
Ao encaixar meu pau, a buceta viscosa e já molhada dela deixa meu pau ir penetrando, cada metida era seguida de gemidos fortes dela, com cuidado, é enorme, ela fala e coloca as mãos entre a buceta dela e meu pau tentando não acelerar a penetração, mas o corpo dela joga contra ela, a buceta molhada permite minha entrada até se encher com a totalidade do meu pau dentro dela e começa uma rebolada de quadril melhor que a da mãe dela, como ela mexia exageradamente o corpo ao se sentir totalmente empalada por mim, sem vergonha começa uma rebolada de prazer que conforme acelero minhas metidas na buceta dela ela grita e mexe mais rápido a bunda dela, ela tá se entregando ao prazer de ser macetada, gemia muito forte.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaa, haaaaaaa… oh… me dá, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaa… ah… Haaaaaaaaaaa.…, da sua… haaaaaaaaaaa.
Ela crava as unhas nas minhas costas ansiosa, sendo saciada e logo engravidada pelo meu pau, um suspiro forte me anuncia a entrega total dela às minhas carícias e penetrações, por mais de quinze minutos a gente fica. Em movimentos contínuos, tentando que o outro se sacie bem da entrega ao coito delicioso que naqueles momentos ambos realizamos. Grita, geme.
--Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Ela se sentia feliz se movendo exagerada e vulgarmente como uma puta, rebolando a bunda pra esse moleque, sim, esse adolescente espetacular sabia saciá-la, era um desenfreado nos atos do prazer e rasgava a carne da buceta dela enquanto extraía dela o quanto era puta e degenerada na sua entrega maravilhosa aos deleites do acasalamento.
--Você tá me matando!
Ela dizia quando ele investia contra a buceta dela, expandindo a xota até quase rasgar, ela rebolava a bunda num movimento delicioso e exagerado, os movimentos peristálticos perturbados a enlouqueciam, ela estava entupida, estava alucinada na sua entrega total ao seu jovem garanhão, sabia que desse coito sairia prenha, mas não ligava, talvez fosse engravidar várias vezes por esse garanhão vizinho da mãe dela, de apenas 18 anos, mas como ele a satisfazia, a bunda dela se mexia sozinha, fortalecendo o macho pra esvaziar os fluidos dele e misturá-los com os líquidos da buceta dela. Ele consegue e ela sente o útero inundado de um esperma morno que a engravidaria e ela teria o primeiro filho, e as afrontas e piadas da família do marido dela se cumpririam. Ela sente em seguida que ele acaricia a pele dela com os lábios, beijando-a da nuca até o joelho e voltava pra buceta dela.
--Tá bom. —Ela diz pra ele. —Amanhã eu volto e sou sua de novo, agora me deixa descansar que vou me lavar. —Levantando-se.
Ao sair, o adolescente encontra a mãe e ela passa um dinheiro pra ele, isso é o combinado, ela diz.
—Você tem que voltar amanhã, agora deixa ela quieta que vou conversar com ela pra finalizar amanhã. No dia seguinte, eu tava ansioso esperando ver o carro da filha da minha vizinha chegar. Assim que ela chegou, me apresentei na casa dela, fui bem recebido e a mina me disse:
--Oi, ainda não me vesti pra você, comprei um modelo sexy.
--Espera aí que te chamo.

Dez minutos conversando com a Lucrécia, a mãe, e a gente tomando uma cerveja. Fui chamado, entrei no quarto, ela tava vestida com um Baby Doll preto transparente, uma tanguinha reduzida e meias pretas seguras por uma cinta-liga da mesma cor, com saltos agulha de uns dez centímetros. Tava linda e desejável. Cheguei perto e ela começou a me despir. Depois se ajeitou na cama e ia tirar os sapatos, mas eu não deixei — queria ela completa pra mim. Não tirei a roupa dela; a buceta dela tava toda viscosa e molhada, mas ela tava com tesão e tinha se perfumado pra mim, tava cheirosa.

Me joguei nela na cama e enterrei a cabeça entre as pernas dela, começando um delicioso vai e vem da minha língua no buraquinho dela, enquanto ela acariciava meu pau que crescia e crescia até ficar duro e firme que nem um tronco. Tantas lambidas na buceta dela deram resultado, e um orgasmo veio, jorrando na minha boca o líquido dela que eu tava conseguindo com tanta maestria com minha língua. No meio do orgasmo dela, ela nem percebeu quando mudei de posição e enfiei na gruta sexual dela meu pau, arrancando da boca dela gemidos e urros de excitação.

--Aí sim, papai, haa, ha, haaaaaa, aí sim que tasty você faz. --Ela dizia.

Eu me mexia como um homem experiente, fazendo ela gozar e, ao mesmo tempo que recebia meu sêmen, ela me dava o segundo orgasmo dela. Descansamos nos acariciando. E ficamos com tesão de novo. Enquanto meu pau tava abrindo a buceta dela, eu sentia como a penetrava, ela só reclamava com gritos, arregalando os olhos:

--Ah, uh, haaaa, haaaa, haaa, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaa! Era isso que eu queria, você tá me dando tudo, vai, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa, me dá tudo, me come, quero sexo, haaaaaaa, sim, assim, me dá mais forte, haaaaaaa. Hã, hã, haaaaaaaaaaaaaa. —Era muito gritona. —Que gostoso você faz! Hã, hã, hã, hã, hã, hã, haaaaaaa, hã, hã, hã, hã, hã, haaaaaaaaaaa, hã, hã, haaaaaaaaaaaaaa… você é muito bom! Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay, você é um safado, haaaaaaaaaaaaaa... que gostoso você faz, canalha!
Enquanto dizia tudo isso, eu me mexia como uma verdadeira puta, a gente se beijava como loucos, eu só falava:
—Não vai gozar ainda, me dá mais, me enche de porra até em cima!

Comecei a dominá-la com força, forcejando com os pés, tentando abrir até o fundo do útero dela, e ela se apertando. Depois que o ato acabou, ela me deu dois beijos no rosto, eu apalpei as meias dela, soltei do ligueiro e tirei elas e os sapatos. Depois, acariciei os peitos dela, ela se deixava apalpar por esse jovem garanhão, só gemia e ofegava quente e me dizia:
—Você é o melhor… me engravidou, vou ter um filho seu! Isso sim que é papai falar pra outro homem.
—Bom, trabalho cumprido. —Falei.
—Vou te recompensar, vou vir te ver a cada 15 dias e você vai me encher de porra e eu vou me deliciar com meus orgasmos. Quero você como amante… e daqui a um ano você vai ter que me engravidar de novo.

Fim…

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