Tudo que me deu na vontade de fazer na parada do sexo, cedo ou tarde, eu fiz. Desde moleque sempre curti as mulheres mais velhas que eu, e minhas experiências com parceiras são todas com minas de 35 ou mais.
Hoje, com 40 anos, percebi que era porque me sentia à vontade com gente de 35/40 pra cima e, como eu disse… tudo que me deu na telha eu fiz, embora ainda tenha algo na coluna de pendências.
Casal: Feito!
Solas: Feito!
Uma mina bem gordinha: Feito! (e aqui tenho que admitir que foi o melhor sexo da minha vida)
Casal gay: Feito!
Um cross: Feito!
Uma Sissy: Feito!
Um gay: Feito!
E aí me perguntei o que faltava ou o que eu poderia gostar de fazer... e aí me veio a ideia... UM CASAL MAIS VELHO, BEM VELHO (OU SÓ UM) e quando digo mais velho, tô falando acima dos 75.
Comecei a procurar, mas só de pensar já parecia impossível. Onde procurar? Na internet? Em asilos? Na buceta do Pami? No banco? No médico? Onde???? E depois de encarar, como é que se encara isso???
Todo dia eu saio pra correr numa praça perto do trampo e, depois de 5 anos indo todo santo dia, já decorei cada cara, cada movimento e cada horário de todo mundo. Foi assim que, num dia como qualquer outro, cruzei com uma senhora que eu sempre via, mas nunca tinha reparado direito. Não sei por que, mas naquele dia eu olhei mais pra ela e caiu a ficha de que podia ser "a tal". Mas como? Com que desculpa?
Comecei a cruzar com ela e a olhar nos olhos dela pra fazer contato visual e pelo menos conseguir cumprimentá-la, o que consegui depois de quatro semanas, mas não passava disso. Já tinha decorado o horário que ela passava e comecei a ir mais cedo pra praça, de forma que o fim da minha rotina batesse exatamente com a hora que ela passava. Levei mais duas semanas até que, numa quarta-feira, não a vi e, com a cabeça em outro lugar, terminando de me alongar, ouvi: "boa tarde, querido"... Meu coração parou, me virei e era a Elvira.
—Como vai?
—Beleza, já acabou.
—Se tiver sorte, mais um dia.
Faz quanto tempo que você vem aqui? Porque já faz um tempão que tô te olhando.
-Quase 4 anos (e aproveitei pra meter a boca pra ver se conseguia algo mais) e se eu parar, jogo fora todo o sacrifício que venho fazendo.
—Sim, a gente te vê com meu marido e ontem mesmo ele falou que você tá muito magro e que toda a constância desse tempo aparece nos resultados.
E aí a gente começou a falar dos quilos que eu perdi, da dieta e blá blá blá. Fiquei assim por mais uns 4 meses de oi tchau, oi tchau.
Até que um dia, pra matar o tempo, fui numa rua conhecida da cidade tomar um café. Um bar daqueles de véio. Quando entrei, pra minha surpresa, vejo os dois tomando café. Me joguei de cabeça numa mesa bem atrás deles, de frente pro marido. Claramente não demorou muito pra ele perceber. Eu me fazendo de besta, e a senhora se virou.
-Como cê tá? Hoje não vai correr, não?
—Como vocês estão? Sim, sim, já corri.
—Tá esperando alguém? Não quer sentar aqui?
(GRAÇAS A DEUS!!!!!!)
-MMM, não queria atrapalhar vocês.
- Por favor, não é incômodo pra gente.
Sem hesitar, me levantei me desculpando que tava aproveitando que era cedo pra encontrar quem eu tinha marcado.
Com a desculpa da minha rotina e do peso perdido, a gente conversou um bom tempo. Me perguntaram sobre meu trampo e outros assuntos bestas. Nessa altura, eu já tinha descoberto que ele tinha 83 e ela 79, que estavam juntos desde que ela tinha 15 anos e que o casamento deles já tinha passado de tudo, mas no fim das contas ainda continuavam juntos. Aí eu perdi a linha e soltei:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. E depois de todos esses anos juntos, vocês sentem que gostariam de ter feito algo e não tiveram coragem? Viver alguma experiência juntos ou separados, mas algo que um dia pensaram, mesmo sabendo que era errado ou não era certo?
O sorriso e ela ficou paralisada, aí eu me desculpei por ter sido desrespeitoso do jeito que falei, mas me culpei por ser curioso, baseado nos anos que meus avós passaram juntos, comparando com a juventude de hoje que vive de outro jeito, que ultrapassa os limites às vezes meio antiquados e se permite curtir ou experimentar coisas que antes não dava só porque nos diziam que era errado.
Ele me pegou de surpresa, mas eu peguei pelo lado dele estar comendo umas gostosas enquanto ela criava os moleques. Ela pareceu não entender e pediu pra ser mais específico, aí eu reformulei explicando tipo, o que rolava nas brigas de juventude se eles viam outras pessoas, se já tinham se drogado ou bebido e feito umas loucuras, essas coisas. Me contaram umas paradas, mas eram bem bestas. Ela vai no banheiro e ele aproveita, abaixa a voz e me diz:
—Eu dava em cima de uma gostosa do trampo, casada igual a mim, por 25 anos. A gente fazia hora extra e ficava sozinho, transava no escritório dela e eu voltava pra casa. Essa foi a única com quem eu pulei a cerca. Nunca descobriram porque a gente fazia bem escondido (ela me falava toda orgulhosa).
Sabendo que ela ia chegar em minutos, mirei e apertei o gatilho:
— Nunca passou pela cabeça dele pensar em ver a mulher dele na mesma situação que a sua? Entregue pra outro? Ou pra alguém com a criação dele, ela seria uma puta qualquer?
O rosto dela se transformou e, bem na hora que ia responder, ela chegou.
Mudei de assunto e me desculpei, dizendo que precisava ir para outra mesa encontrar um casal amigo (completando) “que eu não conhecia”.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Como assim, você não conhece? — perguntou ela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Confesso pra vocês porque vocês me caíram bem e me passam segurança de que não vão me julgar… não conheço vocês pessoalmente, conheci pela internet, pelo computador, a gente conversou bastante por lá e combinamos de nos ver hoje pra nos conhecermos porque eles querem fazer coisas novas, querem me convidar pra compartilhar a intimidade do casal (CHANNNNNNN LARGUEI A BOMBA)
Ele abriu os olhos mas nem se mexeu, ela sorriu ficando vermelha e levou a mão à boca.
- Sério??? Tá me zoando, querido?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Não, Elvira, é verdade, desculpa contar assim, mas isso nunca contei pra ninguém, é meu segredo e pesa muito não poder falar pra ninguém, desculpa, desculpa, mas foi mais forte que eu e despejei tudo em vocês sem pensar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Querido, por favor, também não nos faltou com respeito. Você nos contou algo que a gente nem imaginava e, pra nossa idade, não é comum, mas a gente lê e assiste TV sobre o que rola no mundo.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Claro, cara, só porque a gente é velho não quer dizer que a gente seja otário... ou você acha que a gente fazia “aquilo”? – interrompeu ele
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. —Anjo, por favor —disse ela, ficando mais vermelha.
Já sabendo que tinha que ir embora (porque ninguém mais ia chegar, eu é que tinha que voltar), pedi pra garçonete cobrar a mesa toda como um convite. "Ah, não precisa", "deixa que eu pago", acabei convencendo eles a aceitar meu convite, agradeci por terem deixado eu contar meu segredo e fui pra outra mesa. Cinco minutos depois, eles foram embora, e eu fui cinco minutos mais tarde.
Angel é alto, e pra ter 83 anos é um senhor inteirão que se cuida, barriguinha pequena e muito instruído. Não aparenta a idade que tem. Se veste muito bem e moderno. Não é um velhinho de praça. Combina com tudo que contou sobre a vida de jovem (um cara ativo de corpo e mente), o que permitiu ele estar assim.
Elvira, com 79 anos, altura média, corpo de senhora idosa mas não gorda, quadris largos por causa da idade, cabelos grisalhos curtos. O que me chamou a atenção foi a pele dela, que pra idade não tinha muitas rugas, e pelo pouco que pude ver, na época de jovem ela devia ter umas tetas boas, típica filha de italianos, corpulenta e quadrona "que nem a Sofia Loren", disse Angel em algum momento da conversa quando contava dos tempos de namoro jovem.
Fim da primeira parte….
Hoje, com 40 anos, percebi que era porque me sentia à vontade com gente de 35/40 pra cima e, como eu disse… tudo que me deu na telha eu fiz, embora ainda tenha algo na coluna de pendências.
Casal: Feito!
Solas: Feito!
Uma mina bem gordinha: Feito! (e aqui tenho que admitir que foi o melhor sexo da minha vida)
Casal gay: Feito!
Um cross: Feito!
Uma Sissy: Feito!
Um gay: Feito!
E aí me perguntei o que faltava ou o que eu poderia gostar de fazer... e aí me veio a ideia... UM CASAL MAIS VELHO, BEM VELHO (OU SÓ UM) e quando digo mais velho, tô falando acima dos 75.
Comecei a procurar, mas só de pensar já parecia impossível. Onde procurar? Na internet? Em asilos? Na buceta do Pami? No banco? No médico? Onde???? E depois de encarar, como é que se encara isso???
Todo dia eu saio pra correr numa praça perto do trampo e, depois de 5 anos indo todo santo dia, já decorei cada cara, cada movimento e cada horário de todo mundo. Foi assim que, num dia como qualquer outro, cruzei com uma senhora que eu sempre via, mas nunca tinha reparado direito. Não sei por que, mas naquele dia eu olhei mais pra ela e caiu a ficha de que podia ser "a tal". Mas como? Com que desculpa?
Comecei a cruzar com ela e a olhar nos olhos dela pra fazer contato visual e pelo menos conseguir cumprimentá-la, o que consegui depois de quatro semanas, mas não passava disso. Já tinha decorado o horário que ela passava e comecei a ir mais cedo pra praça, de forma que o fim da minha rotina batesse exatamente com a hora que ela passava. Levei mais duas semanas até que, numa quarta-feira, não a vi e, com a cabeça em outro lugar, terminando de me alongar, ouvi: "boa tarde, querido"... Meu coração parou, me virei e era a Elvira.
—Como vai?
—Beleza, já acabou.
—Se tiver sorte, mais um dia.
Faz quanto tempo que você vem aqui? Porque já faz um tempão que tô te olhando.
-Quase 4 anos (e aproveitei pra meter a boca pra ver se conseguia algo mais) e se eu parar, jogo fora todo o sacrifício que venho fazendo.
—Sim, a gente te vê com meu marido e ontem mesmo ele falou que você tá muito magro e que toda a constância desse tempo aparece nos resultados.
E aí a gente começou a falar dos quilos que eu perdi, da dieta e blá blá blá. Fiquei assim por mais uns 4 meses de oi tchau, oi tchau.
Até que um dia, pra matar o tempo, fui numa rua conhecida da cidade tomar um café. Um bar daqueles de véio. Quando entrei, pra minha surpresa, vejo os dois tomando café. Me joguei de cabeça numa mesa bem atrás deles, de frente pro marido. Claramente não demorou muito pra ele perceber. Eu me fazendo de besta, e a senhora se virou.
-Como cê tá? Hoje não vai correr, não?
—Como vocês estão? Sim, sim, já corri.
—Tá esperando alguém? Não quer sentar aqui?
(GRAÇAS A DEUS!!!!!!)
-MMM, não queria atrapalhar vocês.
- Por favor, não é incômodo pra gente.
Sem hesitar, me levantei me desculpando que tava aproveitando que era cedo pra encontrar quem eu tinha marcado.
Com a desculpa da minha rotina e do peso perdido, a gente conversou um bom tempo. Me perguntaram sobre meu trampo e outros assuntos bestas. Nessa altura, eu já tinha descoberto que ele tinha 83 e ela 79, que estavam juntos desde que ela tinha 15 anos e que o casamento deles já tinha passado de tudo, mas no fim das contas ainda continuavam juntos. Aí eu perdi a linha e soltei:
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. E depois de todos esses anos juntos, vocês sentem que gostariam de ter feito algo e não tiveram coragem? Viver alguma experiência juntos ou separados, mas algo que um dia pensaram, mesmo sabendo que era errado ou não era certo?
O sorriso e ela ficou paralisada, aí eu me desculpei por ter sido desrespeitoso do jeito que falei, mas me culpei por ser curioso, baseado nos anos que meus avós passaram juntos, comparando com a juventude de hoje que vive de outro jeito, que ultrapassa os limites às vezes meio antiquados e se permite curtir ou experimentar coisas que antes não dava só porque nos diziam que era errado.
Ele me pegou de surpresa, mas eu peguei pelo lado dele estar comendo umas gostosas enquanto ela criava os moleques. Ela pareceu não entender e pediu pra ser mais específico, aí eu reformulei explicando tipo, o que rolava nas brigas de juventude se eles viam outras pessoas, se já tinham se drogado ou bebido e feito umas loucuras, essas coisas. Me contaram umas paradas, mas eram bem bestas. Ela vai no banheiro e ele aproveita, abaixa a voz e me diz:
—Eu dava em cima de uma gostosa do trampo, casada igual a mim, por 25 anos. A gente fazia hora extra e ficava sozinho, transava no escritório dela e eu voltava pra casa. Essa foi a única com quem eu pulei a cerca. Nunca descobriram porque a gente fazia bem escondido (ela me falava toda orgulhosa).
Sabendo que ela ia chegar em minutos, mirei e apertei o gatilho:
— Nunca passou pela cabeça dele pensar em ver a mulher dele na mesma situação que a sua? Entregue pra outro? Ou pra alguém com a criação dele, ela seria uma puta qualquer?
O rosto dela se transformou e, bem na hora que ia responder, ela chegou.
Mudei de assunto e me desculpei, dizendo que precisava ir para outra mesa encontrar um casal amigo (completando) “que eu não conhecia”.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Como assim, você não conhece? — perguntou ela.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Confesso pra vocês porque vocês me caíram bem e me passam segurança de que não vão me julgar… não conheço vocês pessoalmente, conheci pela internet, pelo computador, a gente conversou bastante por lá e combinamos de nos ver hoje pra nos conhecermos porque eles querem fazer coisas novas, querem me convidar pra compartilhar a intimidade do casal (CHANNNNNNN LARGUEI A BOMBA)
Ele abriu os olhos mas nem se mexeu, ela sorriu ficando vermelha e levou a mão à boca.
- Sério??? Tá me zoando, querido?
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Não, Elvira, é verdade, desculpa contar assim, mas isso nunca contei pra ninguém, é meu segredo e pesa muito não poder falar pra ninguém, desculpa, desculpa, mas foi mais forte que eu e despejei tudo em vocês sem pensar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Querido, por favor, também não nos faltou com respeito. Você nos contou algo que a gente nem imaginava e, pra nossa idade, não é comum, mas a gente lê e assiste TV sobre o que rola no mundo.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Claro, cara, só porque a gente é velho não quer dizer que a gente seja otário... ou você acha que a gente fazia “aquilo”? – interrompeu ele
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. —Anjo, por favor —disse ela, ficando mais vermelha.
Já sabendo que tinha que ir embora (porque ninguém mais ia chegar, eu é que tinha que voltar), pedi pra garçonete cobrar a mesa toda como um convite. "Ah, não precisa", "deixa que eu pago", acabei convencendo eles a aceitar meu convite, agradeci por terem deixado eu contar meu segredo e fui pra outra mesa. Cinco minutos depois, eles foram embora, e eu fui cinco minutos mais tarde.
Angel é alto, e pra ter 83 anos é um senhor inteirão que se cuida, barriguinha pequena e muito instruído. Não aparenta a idade que tem. Se veste muito bem e moderno. Não é um velhinho de praça. Combina com tudo que contou sobre a vida de jovem (um cara ativo de corpo e mente), o que permitiu ele estar assim.
Elvira, com 79 anos, altura média, corpo de senhora idosa mas não gorda, quadris largos por causa da idade, cabelos grisalhos curtos. O que me chamou a atenção foi a pele dela, que pra idade não tinha muitas rugas, e pelo pouco que pude ver, na época de jovem ela devia ter umas tetas boas, típica filha de italianos, corpulenta e quadrona "que nem a Sofia Loren", disse Angel em algum momento da conversa quando contava dos tempos de namoro jovem.
Fim da primeira parte….
5 comentários - Maduros (bem velhinhos)