Olá, este é o primeiro relato de algumas coisas que quero contar, espero que gostem.
Vou começar dizendo que não é totalmente verdade, mas também não está tão longe do que aconteceu. Me chamo Eduardo, mas todo mundo me chama de Lalo. Eu tinha acabado de entrar no segundo ano. Sou um cara bem magro, de estatura baixinha, mas como sempre gostei de fazer exercício, principalmente correr, tenho um corpo torneado. Só que isso não impedia que, por causa da minha altura baixa, eu fosse zuado por alguns colegas, que em vez de me chamar de Lalo, me chamavam de Lola... Eu não ligava muito e cuidava da minha vida, mas às vezes era impossível não me irritar. Por isso, comecei a andar com dois caras dos mais altos da sala, que tinham fama de brigões e um pouco abusivos. Assim, eu não seria mais o alvo dos outros por ser indefeso. E acabou que a gente começou a se dar muito bem, então depois da aula íamos para a casa de alguém jogar videogame, futebol ou vagar por aí.
Mas como meus pais trabalhavam e geralmente chegavam umas duas horas depois de mim, quase sempre íamos para minha casa jogar videogame e comer porcarias. Um dia, um dos meus amigos, Erick, trouxe uma revista pornô, e a gente começou a ver. Era uma Playboy, então só tinha nus, mas não era o suficiente para saciar nossa curiosidade. Enfim, minha mãe chegou e eles foram embora. Os dias seguintes foram normais, mas eu tava com vontade de ver mais pornô. Então a gente começou a juntar todo o pornô que conseguia, e assim, todo dia depois da aula, íamos para minha casa ver pornô. No começo, a gente só via um pouco e depois jogava videogame. Mas um dia, Gustavo, meu outro amigo, enquanto a gente via um filme, de repente falou: — Não aguento mais, tenho que bater uma punheta. — E pegou no pau dele e começou a se masturbar por baixo da calça. Erick, sem pensar, fez o mesmo. E eu não sabia o que pensar, mas queria muito tocar no meu pau, então imitei eles e comecei a me masturbar por baixo da calça. Era uma sensação estranha, nunca tinha batido uma na frente de ninguém, mas foi... bem gostoso depois de um tempo, Gustavo saiu correndo pro banheiro avisando que ia gozar, depois o Erick fez o mesmo e depois eu.
Assim se passaram vários dias, depois da aula a gente ia pra casa de alguém se masturbar e conversava sobre tudo enquanto fazia isso, das novas colegas, de alguma mina de outra escola ou de qualquer coisa que a gente fantasiava. Então, como de costume, a gente tava na minha casa vendo um filme novo, os três se masturbando, quando o Erick, sem falar nada, tira a pica da calça e, como se nada fosse, continuou batendo uma. O Gustavo, vendo aquilo, fez o mesmo. Eu fingi que não tinha visto, mas de canto de olho pude ver as picas deles duras. Não soube o que fazer, então continuei vendo o filme até não aguentar mais e fui no banheiro gozar. Era estranho, mas minha ereção não baixava. Quando voltei, eles continuavam se masturbando como se nada, vendo o filme, até que cada um foi no banheiro terminar.
A partir desse dia, quando a gente se masturbava, eles tiravam as picas pra bater uma enquanto via um vídeo ou revista, até que eles vieram me falar que não tinham visto meu pau porque eu ainda fazia por baixo da calça. Eu não me sentia muito confortável, pra ser sincero, mas eles insistiram tanto que eu tirei meu pau e comecei a brincar com ele. Eles não deram muita importância, mas era estranho me masturbar na frente dos outros e verem meu pau duro. Daí a gente começou a comparar: o Gustavo era quem tinha a pica maior, a do Erick era um pouco mais curta mas grossa, e a minha era normal. Os dias passaram e ficou normal a gente se masturbar de pica de fora, zoar e fantasiar com os vídeos.
Nos dias seguintes, não conseguimos ir pra lugar nenhum por causa do excesso de tarefas, e eu tive reuniões de família, então já tinha passado quase uma semana sem nem poder ver uma revista e brincar com minha pica à vontade. Então, quando finalmente a gente ia ter tempo livre depois da aula, combinamos de cada um levar um filme. O dia inteiro de aula foi um eterno tédio pra mim, mas eles só ficavam cochichando sobre um tal de "mão estranha". Diziam que era quando outra pessoa batia uma pra você, porque a sensação era diferente, e a gente ficava fantasiando sobre quem da sala seria foda. O dia passou e finalmente nos encontramos na minha casa, prontos pra ver um filme novo. Eu tava mais que ansioso pra me aliviar, então o filme começou. Eu tava tão duro que meu pau doía, só queria soltar toda a minha porra. Gustavo e Erick não paravam de falar sobre a mão estranha, eu só escutava, não opinava nada, só queria gozar com um jato enorme. Foi quando Erick disse:
- E se a gente tentar?
Gustavo - Tentar o quê?
Erick - Isso, a mão estranha. Olha, você bate uma pra mim e depois eu bato pra você.
Gustavo ficou pensando e então disse - Parece interessante, mas somos três. E se depois que você gozar, não quiser mais fazer?
Erick - Então vamos fazer tudo ao mesmo tempo: eu bato pra você, você bate pro Lalo, e ele bate pra mim. Que tal?
Gustavo - Hum, ok, parece justo.
Eu só olhei eles se posicionarem. Erick já tava com o pau do Gustavo na mão e estavam me esperando. Eu não sabia o que pensar, só sabia que queria descarregar minha porra, então aceitei. E quando nos posicionamos, começamos a nos masturbar uns aos outros. A verdade é que era real: sentir uma mão que não era a minha, e ainda ter um pau na minha mão, era demais. Sentir o calor do pau do Erick na minha palma foi incrível. Minha mão não fechava completamente, eu sabia que ele era grosso, mas nunca imaginei que tanto. Só precisei de algumas bombadas do Gustavo no meu pau pra me fazer gozar como nunca. Foi tão incrível e tão abundante. Quando me recuperei daquela gozada, só vi Gustavo e Erick com cara de insatisfeitos.
Gustavo - Não é justo, ele gozou muito rápido.
Erick - É, eu nem comecei direito.
Eles me olharam diretamente e, quase em uníssono, disseram: "Agora ele vai fazer pra nós dois..."
Continua...
Vou começar dizendo que não é totalmente verdade, mas também não está tão longe do que aconteceu. Me chamo Eduardo, mas todo mundo me chama de Lalo. Eu tinha acabado de entrar no segundo ano. Sou um cara bem magro, de estatura baixinha, mas como sempre gostei de fazer exercício, principalmente correr, tenho um corpo torneado. Só que isso não impedia que, por causa da minha altura baixa, eu fosse zuado por alguns colegas, que em vez de me chamar de Lalo, me chamavam de Lola... Eu não ligava muito e cuidava da minha vida, mas às vezes era impossível não me irritar. Por isso, comecei a andar com dois caras dos mais altos da sala, que tinham fama de brigões e um pouco abusivos. Assim, eu não seria mais o alvo dos outros por ser indefeso. E acabou que a gente começou a se dar muito bem, então depois da aula íamos para a casa de alguém jogar videogame, futebol ou vagar por aí.
Mas como meus pais trabalhavam e geralmente chegavam umas duas horas depois de mim, quase sempre íamos para minha casa jogar videogame e comer porcarias. Um dia, um dos meus amigos, Erick, trouxe uma revista pornô, e a gente começou a ver. Era uma Playboy, então só tinha nus, mas não era o suficiente para saciar nossa curiosidade. Enfim, minha mãe chegou e eles foram embora. Os dias seguintes foram normais, mas eu tava com vontade de ver mais pornô. Então a gente começou a juntar todo o pornô que conseguia, e assim, todo dia depois da aula, íamos para minha casa ver pornô. No começo, a gente só via um pouco e depois jogava videogame. Mas um dia, Gustavo, meu outro amigo, enquanto a gente via um filme, de repente falou: — Não aguento mais, tenho que bater uma punheta. — E pegou no pau dele e começou a se masturbar por baixo da calça. Erick, sem pensar, fez o mesmo. E eu não sabia o que pensar, mas queria muito tocar no meu pau, então imitei eles e comecei a me masturbar por baixo da calça. Era uma sensação estranha, nunca tinha batido uma na frente de ninguém, mas foi... bem gostoso depois de um tempo, Gustavo saiu correndo pro banheiro avisando que ia gozar, depois o Erick fez o mesmo e depois eu.
Assim se passaram vários dias, depois da aula a gente ia pra casa de alguém se masturbar e conversava sobre tudo enquanto fazia isso, das novas colegas, de alguma mina de outra escola ou de qualquer coisa que a gente fantasiava. Então, como de costume, a gente tava na minha casa vendo um filme novo, os três se masturbando, quando o Erick, sem falar nada, tira a pica da calça e, como se nada fosse, continuou batendo uma. O Gustavo, vendo aquilo, fez o mesmo. Eu fingi que não tinha visto, mas de canto de olho pude ver as picas deles duras. Não soube o que fazer, então continuei vendo o filme até não aguentar mais e fui no banheiro gozar. Era estranho, mas minha ereção não baixava. Quando voltei, eles continuavam se masturbando como se nada, vendo o filme, até que cada um foi no banheiro terminar.
A partir desse dia, quando a gente se masturbava, eles tiravam as picas pra bater uma enquanto via um vídeo ou revista, até que eles vieram me falar que não tinham visto meu pau porque eu ainda fazia por baixo da calça. Eu não me sentia muito confortável, pra ser sincero, mas eles insistiram tanto que eu tirei meu pau e comecei a brincar com ele. Eles não deram muita importância, mas era estranho me masturbar na frente dos outros e verem meu pau duro. Daí a gente começou a comparar: o Gustavo era quem tinha a pica maior, a do Erick era um pouco mais curta mas grossa, e a minha era normal. Os dias passaram e ficou normal a gente se masturbar de pica de fora, zoar e fantasiar com os vídeos.
Nos dias seguintes, não conseguimos ir pra lugar nenhum por causa do excesso de tarefas, e eu tive reuniões de família, então já tinha passado quase uma semana sem nem poder ver uma revista e brincar com minha pica à vontade. Então, quando finalmente a gente ia ter tempo livre depois da aula, combinamos de cada um levar um filme. O dia inteiro de aula foi um eterno tédio pra mim, mas eles só ficavam cochichando sobre um tal de "mão estranha". Diziam que era quando outra pessoa batia uma pra você, porque a sensação era diferente, e a gente ficava fantasiando sobre quem da sala seria foda. O dia passou e finalmente nos encontramos na minha casa, prontos pra ver um filme novo. Eu tava mais que ansioso pra me aliviar, então o filme começou. Eu tava tão duro que meu pau doía, só queria soltar toda a minha porra. Gustavo e Erick não paravam de falar sobre a mão estranha, eu só escutava, não opinava nada, só queria gozar com um jato enorme. Foi quando Erick disse:
- E se a gente tentar?
Gustavo - Tentar o quê?
Erick - Isso, a mão estranha. Olha, você bate uma pra mim e depois eu bato pra você.
Gustavo ficou pensando e então disse - Parece interessante, mas somos três. E se depois que você gozar, não quiser mais fazer?
Erick - Então vamos fazer tudo ao mesmo tempo: eu bato pra você, você bate pro Lalo, e ele bate pra mim. Que tal?
Gustavo - Hum, ok, parece justo.
Eu só olhei eles se posicionarem. Erick já tava com o pau do Gustavo na mão e estavam me esperando. Eu não sabia o que pensar, só sabia que queria descarregar minha porra, então aceitei. E quando nos posicionamos, começamos a nos masturbar uns aos outros. A verdade é que era real: sentir uma mão que não era a minha, e ainda ter um pau na minha mão, era demais. Sentir o calor do pau do Erick na minha palma foi incrível. Minha mão não fechava completamente, eu sabia que ele era grosso, mas nunca imaginei que tanto. Só precisei de algumas bombadas do Gustavo no meu pau pra me fazer gozar como nunca. Foi tão incrível e tão abundante. Quando me recuperei daquela gozada, só vi Gustavo e Erick com cara de insatisfeitos.
Gustavo - Não é justo, ele gozou muito rápido.
Erick - É, eu nem comecei direito.
Eles me olharam diretamente e, quase em uníssono, disseram: "Agora ele vai fazer pra nós dois..."
Continua...
2 comentários - Todos los días después de clases