Com Um Varão de Verdade 2
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Eu estava tendo dificuldade pra processar a situação. Mergulhada nos meus pensamentos, ficava com o olhar perdido no infinito, enquanto ao fundo, pela porta, via meu marido brincando com minhas filhas na cama, quando uma voz me trouxe de volta à realidade.
— Amor, a janta já tá pronta? — Meu marido falou com a voz animada, mas ainda ofegante de tanto brincar com as meninas. — Amor, cê tá bem? Aconteceu alguma coisa? — Ele perguntou de novo, enquanto eu tentava com todas as forças voltar pra esse mundo. Até que consegui reagir...
— Desculpa, amor, é que não tô me sentindo muito bem hoje, acho que não dormi direito ontem à noite, me dá um segundo que vou ver se a janta já tá no ponto... — Respondi com a voz distraída.
Fui até o fogão onde a janta cozinhava, peguei uma colher e provei o sal da comida. O ensopado tava gostoso, no ponto certo de cozimento. Mas o terror ia voltar pra minha vida quando senti alguém me pegar pela cintura, encostando o corpo todo em mim... a colher voou pelo ar, espirrando o resto do caldo na parede, e sem conseguir evitar, soltei um grito.
— Aiiiiiiiiii! — Gritei apavorada, e quando virei, vi que era meu marido. Pela cara dele, acho que ele ficou mais assustado do que eu.
— Amor, o que cê tem? Tá bem? Cê tá me assustando. — Ele disse, todo desorientado.
— Tô, tô, só que eu tô... Ah, sei lá! Dormi muito mal ontem, desculpa, já vai passar. — Tentei justificar meu estado do melhor jeito que consegui.
— Quer deitar? Eu cuido de servir a janta. — Ele continuou tentando me acalmar.
— Não, amor. — Respondi mais calma.
— Acho que tô bem, só vou dar uma saída pra pegar um ar fresco na escada, não tô com fome, só preciso me distrair, fiquei o dia todo trancada. — Falei enquanto dava um beijo nele.
— Ok, amor, a gente vai jantando aqui. — Meu marido concluiu enquanto eu Retribuí um beijo na testa.
Saí para o hall, desci as escadas e me sentei num canto escuro da entrada do prédio, acendi um cigarro e, olhando para a rua e para cima, comecei a contemplar as estrelas. Mergulhei de novo nos meus pensamentos, sentindo falta dos tempos de solteira, quando adolescente saía à noite pra ver as estrelas no quintal da casa dos meus pais. De repente, me vem à cabeça o problema que sempre temos com o vizinho do terceiro andar, que deixa os sacos de lixo abertos, porque um fedor insuportável tomou conta do ambiente e pensei: amanhã vou falar com ele de novo, porque não é possível que ele seja tão relaxado com as áreas comuns do prédio. Ouvi passos distantes descendo as escadas, meu marido com certeza vinha me chamar pra jantar, acho que depois de tudo vou comer alguma coisa, embora aquele cheiro realmente me tirasse a vontade de comer. Levantei, me aproximei do portão de entrada que separava o prédio da rua, fiquei olhando mais uns segundos pro céu. Meu marido já estava atrás de mim, quando sinto ele passar o braço esquerdo por baixo do meu braço esquerdo e o braço direito por cima do meu ombro direito, mesmo no escuro consegui ver a camisa dele... suja?
— Aiiii Meu Deeeus!!.. — consegui falar, quando a mão direita enorme do impostor, que eu achava ser meu marido, tapa minha boca abafando meu grito. Enquanto com o braço esquerdo ele imobilizava todo o meu corpo, prendendo ele junto ao dele.
— Shhhhh, gatinha!!, acho que você não quer incomodar seu marido e suas filhas enquanto jantam, então vai ficar quietinha e obediente, senão vou ter que castigar você e sua família, e você não quer isso, quer? Vai ficar parada e caladinha? — disse com voz fria e ofegante Seu Lucas, que reconheci pela voz pastosa, pelas mãos grandes e pelo cheiro inconfundível de sujeira.
Como pude, concordei com a cabeça, a última coisa que queria era que ele machucasse minha família, ou descontrolar meu marido, as consequências poderiam ser imprevisíveis. De novo eu estava perdida, como é possível? De onde saiu esse maldito?, me perguntava em pensamento desesperado, sem querer aceitar a situação. E de repente tudo ficou muito claro, o filho da puta tinha se escondido lá em cima do prédio, no terraço, no final da escada. Minhas pernas tremiam, eu estava definitivamente apavorada de medo.
—Agora você vai me ouvir caladinha. —Disse o filho da puta… enquanto eu mal conseguia controlar minha respiração ofegante e alguns gemidos que escapavam, anunciando que eu começaria a chorar. —Não quero que você chore, mulher, ou vou ter que te castigar, ok? Ok? Ok? —Perguntou três vezes. E eu concordei com a cabeça de novo. E com toda minha alma e espírito, tentei me controlar. —Quero que você saiba que estou aqui pelo seu bem e de toda sua família. Você é uma mulher gostosa, acho que a melhor que já chegou no meu território, e já tem vários segundos líderes de olho em você, e eles não vão ser bons com sua família. Então, se você se comportar e obedecer em tudo, vou te marcar como minha putinha, assim eles não vão encher o saco. —Eu não entendia do que aquele homem estava falando, do que ele quer nos proteger? Como assim vai me marcar? Eu ser putinha dele? Porra!! Do que esse criminoso está falando? Me perguntava.
Num movimento brusco com a mão direita, ele agarrou o tecido, puxou pelo decote da minha blusa para rasgá-la, mas não conseguiu. Precisou puxar uma segunda vez para arrancar os botões e liberar meus peitos, que se soltaram assim que a roupa de verão cedeu diante de tanta força animal. Senti a blusa se abrir pelas costas até a metade, ficando só presa nos meus ombros.
—Haaaaaaaah… —Eu soltei um gemido que foi impossível segurar.
Ele pegou meus cabelos com força, como se fosse arrancá-los, e balançou minha cabeça dizendo:
—Puta, eu falei pra não fazer barulho… —E soltou meu cabelo enquanto o me desequilibrei.
Foi tanto que perdi o equilíbrio e quase caí, então ele me segurou de novo com o braço esquerdo, mas dessa vez pegando um dos meus peitos com a mão. Enquanto o corpo todo dele ficava atrás de mim, colado nas minhas costas. Em seguida, com a mão esquerda, começou a acariciar e beliscar de leve meu peito direito, pra isso ele teve que cruzar o braço peludo inteiro por cima do meu peito esquerdo, isso fez meu mamilo ficar durinho pra caralho, mais do que a própria massagem, o roçado fez efeito nessa parte do meu corpo que eu não sei controlar.
— Aaaah, aaaah, Mmmmnnnnn para já aaaah. — O carvão comentou
— Cê tá gostando, querida? — Entre nervosismo e agitação eu tava paralisada, perdida, minha temperatura subia, mas de vergonha...
Ele parou de segurar minha cintura com a mão direita e eu ouvi claramente ele abaixando o zíper da calça, eu travei o corpo todo, ele percebeu e disse:
— Fica tranquila, gata, só quero que você conheça uma coisa… vai gostar, já vai ver… — Em seguida, comecei a sentir o pedaço de carne dura dele perfurando minha bunda por baixo da minha saia de pregas. Curta e preta que eu tava vestindo, que já tava toda levantada atrás, deixando meu rabo livre.
— Aaaah, ha, ha, ha, ha, ha, Aaaaaaaaaaaah, ô, ô, ô, ô, ô, ô, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, Mmnmnnn, Mmmmnnnnn, Mmmmnnnnn…
Ele começou a lamber meu pescoço, parecia literalmente que ia me devorar de tanta sede; a respiração dele começou a acelerar e o baita animal começou a gemer enquanto esfregava o corpo todo nas minhas costas.
— Ha, ha, ha, ha, haaaaaaai, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh.
Comecei a sentir os fluidos pré-seminais dele saindo pelo pau, molhando minha bunda, e ele começou a me empurrar, então tive que apoiar as mãos nas barras da grade que tinha na frente pra me segurar. E outro movimento brusco me assustou, com a mão direita, ele tinha pegado minha calcinha rápido, abaixou um pouco e puxou pra trás pra arrancar, a Ela não cedia, e eu puxei três vezes com força até arrancar, enquanto não parava de me dizer…
—Shhh shhhh shhh, calma!! Calma!!
Eu só pedia que aquele inferno acabasse rápido, não queria que meu marido me visse naquela situação. Por isso, tentei ser o mais forte que meu espírito permitia. Seu Lucas começou a enfiar aquele pedaço de carne entre minhas pernas, era algo difícil de descrever em palavras, era enorme, grosso, sentia como ele alargava minha buceta, esfregando nos meus genitais, e por isso me obrigou a abrir as pernas.
—Haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… —Não aguentei e soltei meus gemidos.
Feito isso, ele fez algo que começou a mudar todo o panorama que eu tinha na cabeça até aquele momento. Assim que abriu minhas pernas com a mão direita, passou a mão na minha frente e começou a massagear meu clitóris, isso provocou algo que até hoje ainda não consigo explicar para mim mesma.
—Haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… Mmm Mmmmnn…. Haaaa…
Nunca tinham me tocado ali daquele jeito, minhas pernas perderam a força e quase perdi a capacidade de me manter em pé. Algo estava acontecendo comigo, tentava controlar aquela sensação, mas juro, foi impossível, o que eu estava sentindo não só me agradava, me dominava. Sem parar de lamber e babar meu pescoço, Seu Lucas começou a notar que eu estava ficando molhada como se abrisse uma torneira e disse:
—Você está indo muito bem, Samanta.
—Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, haaaa…
—Se continuar assim, em alguns dias vou te marcar… —E continuou me tocando, me beijando e apertando meus peitos.
Enquanto me apertava com mais força contra ele, sem parar de enfiar e tirar o pau entre minha bunda e minhas pernas, eu me segurava cada vez com mais força nas grades do portão de entrada. Ele começou a enfiar os dedos na minha buceta, e foi aí que eu perdi o controle de vez e comecei a gemer e soltar tudo. agitação e ritmo de respiração que eu segurava há muitos minutos.
--Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ¡AHHHHHHHHHH!... Ahhhhhh ahhhhhhhhh… Haaa, haaaa, ha, ha, ha… Haaaaaaaay… Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa…
Comecei a arquear sem soltar as grades, e de vez em quando ele parava de enfiar os dedos na minha buceta pra colocar na minha boca e eu chupar eles.
--Ohhhh uhmmmm ahhhhhhhh, haaaaaa, haaaaa, haaaaa não, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn… hussssssssffff, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… Ahhhhhhhhaaaaaaa…
Isso me fez soltar um gemido forte, que provocou uma palmada na minha bunda.
--¡Plazzzzzz! -E ele falou.
--¡¡¡Yaaa!!! Mamacita, seja uma boa putinha e aguenta sem fazer barulho... -Eu assenti sem pensar com a cabeça e falei.
--¡¡Tá bom, Don!! ¡¡Tá bom, Don!! -Soluçando quase como um murmúrio.
De repente, comecei a sentir algo estranho no meu corpo, ele tava começando a enfiar um dedo no meu cu, demorei uns segundos pra perceber o que tava rolando, até que senti uma dorzinha, e gemi reclamando...
--Haaaaaaaaaaaaaaaay. -Ele disse.
--¡¡Yaaa!! ¡¡Mamacita, se reclamar de novo vou te castigar!! Shhh
Eu já tinha perdido qualquer vontade que pudesse ter no meu corpo, acho que naquele momento, sei lá, se era por medo, ou pelo jeito que aquele filho da puta me tocava, mas comecei a me mexer pros lados toda vez que ele parava de mexer no meu clitóris.
--Haaaaa, haaa, haaa, haaa, Mmmmnn, Mmmmmnn, Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa…
Pra tentar continuar dilatando meu cu, como se tivesse pedindo pra ele voltar pra minha buceta.
--Oohhh… Deus… Oooohhhhh, Ooooohhhhh.
De repente, senti como se fosse mijar, uma sensação estrondosamente indescritível me invadiu. Foi como uma onda de calor pelo corpo todo, e acho que tive um orgasmo como nunca tive na vida.
— Haaa, haaa, haaa Mmmnnn, haaaaa, huuuu, hoooooo… Ohhh… aaah… oooh… Oohhh… Deus… Oooohhhhh, Ooooohhhhh, haaaaaa, haaa, haaaa, haaaaa, haaa, haaaaaaaaaaay… Deus… Oooohhhhh, Ooooohhhhh, siiiim haaaaaaaaa, Huuuuussss.
Minhas pernas amoleceram completamente e, se o Seu Lucas não me segurasse com os dois braços, eu teria batido a cara nas barras da grade. Vendo isso, Seu Lucas insistiu de novo.
— Espera!! Espera, sua putinha gostosa!! Olha só como você tá acabada, hein!! Me aguenta mais um pouco, Mamacita!!
E vendo que eu já começava a me segurar sozinha, ele abriu minhas nádegas com as duas mãos e apoiou a ponta do pau no meu cu já dilatado. Ouvi ele cuspir na minha bunda, deixando cair da boca toda a saliva possível, e começou a empurrar. Senti uma sensação muito, muito estranha.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaah… — Prazer misturado com vontade de fazer cocô e uma dor muito forte, enquanto ele sussurrava no meu ouvido entre meus gemidos.
— Me aguenta, puta!!
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaay…
— Me aguenta!! Só mais um pouco!!
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay…
— Não se desmancha!!
Foi bem claro quando ele mudou a posição das mãos e parou de abrir minhas nádegas, para me segurar pelas duas mãos na cintura e empurrar de uma vez só, até sentir os ovos dele baterem pela primeira vez na minha bunda. Abafei meu grito com um…
— Mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmhhhhhhh pra não irritar o Seu Lucas de novo. — Mas ele disse:
— Puta que pariu! Como é que eu falo? Me aguenta, sua desgraçada! Me aguenta!!
E começou a bombar, batendo os ovos dele na minha bunda a cada estocada. De repente, ele mudou o ritmo de como estava me fodendo.
— Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa… Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac. Plac, Plac… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. haaaaaa ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha…. Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Ele começou a fazer mais devagar, mas com uma estocada forte no final de cada metida, meu cu já tava totalmente aberto e comecei a sentir algo que nunca senti, acho que um tipo de orgasmo.
—Fecha a boca, puta!
—Haaaaa, haaa, haaa, haaa, Mmmmnn, Mmmmmnn, Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa é que haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha é que eu tô Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Ohhhh uhmmmm ahhhhhhhh, ha, ha tô muito difícil, papai haaaaaaaaaaaaaay… Haaaaaaaaay…Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Instintivamente, soltei uma das barras, liberando minha mão esquerda, e agarrei forte a mão esquerda dele que tava cravada na minha cintura, apertei tanto que senti minhas unhas furando a carne da mão dele, e ele continuava insistindo, falando no meu ouvido.
—Tô falando pra você aguentar, gostosa! Deixa seu macho fazer o trabalho dele, garota!
Mas foi inútil, meu corpo começou a tremer como se tivesse convulsionando e eu tive outro orgasmo.
—Haaaa, haaaaaaaaa, aaah… oooh… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Ouchhh, haaaaaaaaaaaay… Ooooohhhh, Ooooooohhhhh, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ahhhhhhhhhhhhh, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaai, Ahhhhhhhhhhhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhhhhh, ha, ha, ha, ha, ha, ha, siiiiiiiiiiiiiiiiiiii uffffffffffff… ha, ha, ha, ha, ha, ha, hufffffffffffffff, Mmmmnnnnn, Mmnmnnn, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai….
Enquanto eu cravava com toda minha força minhas unhas na mão dele e ele começou a gritar, mas quase em silêncio, abafando o som com a boca o máximo que podia, com a mão direita ele pegou meus cabelos, jogando minha cabeça toda para trás, pra eu aguentar de pé mais um pouco e não dobrar os joelhos de novo e cair.
--Haaaaa, ha, haaaaa, haaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai…
Quando senti algo como um líquido quente começando a entrar no meu corpo, Dom Lucas mudou a frequência dos seus urros sussurrados, e me encheu por dentro com 5 jatos quentes que senti. Nós dois caímos de joelhos no chão, e eu ainda tremendo, só me segurando pendurada pela minha mão direita que tinha conseguido continuar agarrada na grade. Dom Lucas se levantou atrás de mim, tirando devagar o pau dele do meu cu, e comecei a sentir o tamanho daquela coisa, porque me senti Muito, mas muito vazia, e também sentia o sêmen escorrendo pelas minhas nádegas, pingando aos poucos pelas minhas pernas. Enquanto eu continuava tremendo, ajoelhada no chão. Dom Lucas disse:
— Amanhã te vejo cedo, vai descansar, Samanta, vai precisar, pelo que vem por aí, temos muito o que fazer e conversar amanhã.
— Siiim, sim, Dom Lucas. — Respondi sussurrando... Dom Lucas se abaixou, puxou meu cabelo bruscamente para trás e disse:
— Não me chame de Dom Lucas quando estivermos sozinhos, vai me chamar de... Meu Senhor, certo? Certo? Certo? — Perguntou três vezes enquanto puxava meu cabelo com força a cada pergunta.
— Sim, sim, sim, Meu Senhor, me desculpa!! — Falei.
E Dom Lucas abriu cuidadosamente o portão de ferro sem fazer barulho e se afastou rápido, andando pelo meio da rua de terra solitária e ainda sem asfalto. Vendo que já não enxergava mais a silhueta de Dom Lucas ao longe, estendi a outra mão para segurar as grades de novo e, com muito esforço, me apoiei e consegui me levantar. Peguei os restos das minhas roupas espalhados pelo chão e, semi nua, me segurando no corrimão da escada, como pude, comecei a subir degrau por degrau. Meu corpo estava destruído, meu ânus, peito e buceta ardiam, enquanto os restos de sêmen já estavam na altura dos meus tornozelos. Olhei pela janela para ver em que parte da casa meu marido estava, e vi sombras ao longe, atrás da porta do quarto das meninas, com certeza estava colocando elas para dormir. Precisava entrar logo no banheiro, antes que ele saísse para me procurar, se é que lembrava de mim. Abri o mais devagar que pude a porta da entrada e literalmente pulei para o banheiro, tranquei a porta do banheiro e liguei o chuveiro. Quando senti a água morna, fiquei debaixo do chuveiro e, me apoiando na parede de azulejos, deslizei para baixo, me deixando cair devagar, até sentar no chão enquanto começava a chorar...
Continua...
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Eu estava tendo dificuldade pra processar a situação. Mergulhada nos meus pensamentos, ficava com o olhar perdido no infinito, enquanto ao fundo, pela porta, via meu marido brincando com minhas filhas na cama, quando uma voz me trouxe de volta à realidade.
— Amor, a janta já tá pronta? — Meu marido falou com a voz animada, mas ainda ofegante de tanto brincar com as meninas. — Amor, cê tá bem? Aconteceu alguma coisa? — Ele perguntou de novo, enquanto eu tentava com todas as forças voltar pra esse mundo. Até que consegui reagir...
— Desculpa, amor, é que não tô me sentindo muito bem hoje, acho que não dormi direito ontem à noite, me dá um segundo que vou ver se a janta já tá no ponto... — Respondi com a voz distraída.
Fui até o fogão onde a janta cozinhava, peguei uma colher e provei o sal da comida. O ensopado tava gostoso, no ponto certo de cozimento. Mas o terror ia voltar pra minha vida quando senti alguém me pegar pela cintura, encostando o corpo todo em mim... a colher voou pelo ar, espirrando o resto do caldo na parede, e sem conseguir evitar, soltei um grito.
— Aiiiiiiiiii! — Gritei apavorada, e quando virei, vi que era meu marido. Pela cara dele, acho que ele ficou mais assustado do que eu.
— Amor, o que cê tem? Tá bem? Cê tá me assustando. — Ele disse, todo desorientado.
— Tô, tô, só que eu tô... Ah, sei lá! Dormi muito mal ontem, desculpa, já vai passar. — Tentei justificar meu estado do melhor jeito que consegui.
— Quer deitar? Eu cuido de servir a janta. — Ele continuou tentando me acalmar.
— Não, amor. — Respondi mais calma.
— Acho que tô bem, só vou dar uma saída pra pegar um ar fresco na escada, não tô com fome, só preciso me distrair, fiquei o dia todo trancada. — Falei enquanto dava um beijo nele.
— Ok, amor, a gente vai jantando aqui. — Meu marido concluiu enquanto eu Retribuí um beijo na testa.
Saí para o hall, desci as escadas e me sentei num canto escuro da entrada do prédio, acendi um cigarro e, olhando para a rua e para cima, comecei a contemplar as estrelas. Mergulhei de novo nos meus pensamentos, sentindo falta dos tempos de solteira, quando adolescente saía à noite pra ver as estrelas no quintal da casa dos meus pais. De repente, me vem à cabeça o problema que sempre temos com o vizinho do terceiro andar, que deixa os sacos de lixo abertos, porque um fedor insuportável tomou conta do ambiente e pensei: amanhã vou falar com ele de novo, porque não é possível que ele seja tão relaxado com as áreas comuns do prédio. Ouvi passos distantes descendo as escadas, meu marido com certeza vinha me chamar pra jantar, acho que depois de tudo vou comer alguma coisa, embora aquele cheiro realmente me tirasse a vontade de comer. Levantei, me aproximei do portão de entrada que separava o prédio da rua, fiquei olhando mais uns segundos pro céu. Meu marido já estava atrás de mim, quando sinto ele passar o braço esquerdo por baixo do meu braço esquerdo e o braço direito por cima do meu ombro direito, mesmo no escuro consegui ver a camisa dele... suja?
— Aiiii Meu Deeeus!!.. — consegui falar, quando a mão direita enorme do impostor, que eu achava ser meu marido, tapa minha boca abafando meu grito. Enquanto com o braço esquerdo ele imobilizava todo o meu corpo, prendendo ele junto ao dele.
— Shhhhh, gatinha!!, acho que você não quer incomodar seu marido e suas filhas enquanto jantam, então vai ficar quietinha e obediente, senão vou ter que castigar você e sua família, e você não quer isso, quer? Vai ficar parada e caladinha? — disse com voz fria e ofegante Seu Lucas, que reconheci pela voz pastosa, pelas mãos grandes e pelo cheiro inconfundível de sujeira.
Como pude, concordei com a cabeça, a última coisa que queria era que ele machucasse minha família, ou descontrolar meu marido, as consequências poderiam ser imprevisíveis. De novo eu estava perdida, como é possível? De onde saiu esse maldito?, me perguntava em pensamento desesperado, sem querer aceitar a situação. E de repente tudo ficou muito claro, o filho da puta tinha se escondido lá em cima do prédio, no terraço, no final da escada. Minhas pernas tremiam, eu estava definitivamente apavorada de medo.
—Agora você vai me ouvir caladinha. —Disse o filho da puta… enquanto eu mal conseguia controlar minha respiração ofegante e alguns gemidos que escapavam, anunciando que eu começaria a chorar. —Não quero que você chore, mulher, ou vou ter que te castigar, ok? Ok? Ok? —Perguntou três vezes. E eu concordei com a cabeça de novo. E com toda minha alma e espírito, tentei me controlar. —Quero que você saiba que estou aqui pelo seu bem e de toda sua família. Você é uma mulher gostosa, acho que a melhor que já chegou no meu território, e já tem vários segundos líderes de olho em você, e eles não vão ser bons com sua família. Então, se você se comportar e obedecer em tudo, vou te marcar como minha putinha, assim eles não vão encher o saco. —Eu não entendia do que aquele homem estava falando, do que ele quer nos proteger? Como assim vai me marcar? Eu ser putinha dele? Porra!! Do que esse criminoso está falando? Me perguntava.
Num movimento brusco com a mão direita, ele agarrou o tecido, puxou pelo decote da minha blusa para rasgá-la, mas não conseguiu. Precisou puxar uma segunda vez para arrancar os botões e liberar meus peitos, que se soltaram assim que a roupa de verão cedeu diante de tanta força animal. Senti a blusa se abrir pelas costas até a metade, ficando só presa nos meus ombros.
—Haaaaaaaah… —Eu soltei um gemido que foi impossível segurar.
Ele pegou meus cabelos com força, como se fosse arrancá-los, e balançou minha cabeça dizendo:
—Puta, eu falei pra não fazer barulho… —E soltou meu cabelo enquanto o me desequilibrei.
Foi tanto que perdi o equilíbrio e quase caí, então ele me segurou de novo com o braço esquerdo, mas dessa vez pegando um dos meus peitos com a mão. Enquanto o corpo todo dele ficava atrás de mim, colado nas minhas costas. Em seguida, com a mão esquerda, começou a acariciar e beliscar de leve meu peito direito, pra isso ele teve que cruzar o braço peludo inteiro por cima do meu peito esquerdo, isso fez meu mamilo ficar durinho pra caralho, mais do que a própria massagem, o roçado fez efeito nessa parte do meu corpo que eu não sei controlar.
— Aaaah, aaaah, Mmmmnnnnn para já aaaah. — O carvão comentou
— Cê tá gostando, querida? — Entre nervosismo e agitação eu tava paralisada, perdida, minha temperatura subia, mas de vergonha...
Ele parou de segurar minha cintura com a mão direita e eu ouvi claramente ele abaixando o zíper da calça, eu travei o corpo todo, ele percebeu e disse:
— Fica tranquila, gata, só quero que você conheça uma coisa… vai gostar, já vai ver… — Em seguida, comecei a sentir o pedaço de carne dura dele perfurando minha bunda por baixo da minha saia de pregas. Curta e preta que eu tava vestindo, que já tava toda levantada atrás, deixando meu rabo livre.
— Aaaah, ha, ha, ha, ha, ha, Aaaaaaaaaaaah, ô, ô, ô, ô, ô, ô, Mmmmnnnnn, Mmmmnnn, Mmnmnnn, Mmmmnnnnn, Mmmmnnnnn…
Ele começou a lamber meu pescoço, parecia literalmente que ia me devorar de tanta sede; a respiração dele começou a acelerar e o baita animal começou a gemer enquanto esfregava o corpo todo nas minhas costas.
— Ha, ha, ha, ha, haaaaaaai, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh.
Comecei a sentir os fluidos pré-seminais dele saindo pelo pau, molhando minha bunda, e ele começou a me empurrar, então tive que apoiar as mãos nas barras da grade que tinha na frente pra me segurar. E outro movimento brusco me assustou, com a mão direita, ele tinha pegado minha calcinha rápido, abaixou um pouco e puxou pra trás pra arrancar, a Ela não cedia, e eu puxei três vezes com força até arrancar, enquanto não parava de me dizer…
—Shhh shhhh shhh, calma!! Calma!!
Eu só pedia que aquele inferno acabasse rápido, não queria que meu marido me visse naquela situação. Por isso, tentei ser o mais forte que meu espírito permitia. Seu Lucas começou a enfiar aquele pedaço de carne entre minhas pernas, era algo difícil de descrever em palavras, era enorme, grosso, sentia como ele alargava minha buceta, esfregando nos meus genitais, e por isso me obrigou a abrir as pernas.
—Haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… —Não aguentei e soltei meus gemidos.
Feito isso, ele fez algo que começou a mudar todo o panorama que eu tinha na cabeça até aquele momento. Assim que abriu minhas pernas com a mão direita, passou a mão na minha frente e começou a massagear meu clitóris, isso provocou algo que até hoje ainda não consigo explicar para mim mesma.
—Haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… Mmm Mmmmnn…. Haaaa…
Nunca tinham me tocado ali daquele jeito, minhas pernas perderam a força e quase perdi a capacidade de me manter em pé. Algo estava acontecendo comigo, tentava controlar aquela sensação, mas juro, foi impossível, o que eu estava sentindo não só me agradava, me dominava. Sem parar de lamber e babar meu pescoço, Seu Lucas começou a notar que eu estava ficando molhada como se abrisse uma torneira e disse:
—Você está indo muito bem, Samanta.
—Mmnmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaa… ha, ha, haaaaaa, Mmnnn, Mmnnnnn… ha, ha, ha, haaaa…
—Se continuar assim, em alguns dias vou te marcar… —E continuou me tocando, me beijando e apertando meus peitos.
Enquanto me apertava com mais força contra ele, sem parar de enfiar e tirar o pau entre minha bunda e minhas pernas, eu me segurava cada vez com mais força nas grades do portão de entrada. Ele começou a enfiar os dedos na minha buceta, e foi aí que eu perdi o controle de vez e comecei a gemer e soltar tudo. agitação e ritmo de respiração que eu segurava há muitos minutos.
--Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ¡AHHHHHHHHHH!... Ahhhhhh ahhhhhhhhh… Haaa, haaaa, ha, ha, ha… Haaaaaaaay… Mnnnnnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, Mmnnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmnnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmm, ho, ho, ho, haaa Mmm haaaaaaa…
Comecei a arquear sem soltar as grades, e de vez em quando ele parava de enfiar os dedos na minha buceta pra colocar na minha boca e eu chupar eles.
--Ohhhh uhmmmm ahhhhhhhh, haaaaaa, haaaaa, haaaaa não, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Mmmmnnnnn… hussssssssffff, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… Ahhhhhhhhaaaaaaa…
Isso me fez soltar um gemido forte, que provocou uma palmada na minha bunda.
--¡Plazzzzzz! -E ele falou.
--¡¡¡Yaaa!!! Mamacita, seja uma boa putinha e aguenta sem fazer barulho... -Eu assenti sem pensar com a cabeça e falei.
--¡¡Tá bom, Don!! ¡¡Tá bom, Don!! -Soluçando quase como um murmúrio.
De repente, comecei a sentir algo estranho no meu corpo, ele tava começando a enfiar um dedo no meu cu, demorei uns segundos pra perceber o que tava rolando, até que senti uma dorzinha, e gemi reclamando...
--Haaaaaaaaaaaaaaaay. -Ele disse.
--¡¡Yaaa!! ¡¡Mamacita, se reclamar de novo vou te castigar!! Shhh
Eu já tinha perdido qualquer vontade que pudesse ter no meu corpo, acho que naquele momento, sei lá, se era por medo, ou pelo jeito que aquele filho da puta me tocava, mas comecei a me mexer pros lados toda vez que ele parava de mexer no meu clitóris.
--Haaaaa, haaa, haaa, haaa, Mmmmnn, Mmmmmnn, Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa…
Pra tentar continuar dilatando meu cu, como se tivesse pedindo pra ele voltar pra minha buceta.
--Oohhh… Deus… Oooohhhhh, Ooooohhhhh.
De repente, senti como se fosse mijar, uma sensação estrondosamente indescritível me invadiu. Foi como uma onda de calor pelo corpo todo, e acho que tive um orgasmo como nunca tive na vida.
— Haaa, haaa, haaa Mmmnnn, haaaaa, huuuu, hoooooo… Ohhh… aaah… oooh… Oohhh… Deus… Oooohhhhh, Ooooohhhhh, haaaaaa, haaa, haaaa, haaaaa, haaa, haaaaaaaaaaay… Deus… Oooohhhhh, Ooooohhhhh, siiiim haaaaaaaaa, Huuuuussss.
Minhas pernas amoleceram completamente e, se o Seu Lucas não me segurasse com os dois braços, eu teria batido a cara nas barras da grade. Vendo isso, Seu Lucas insistiu de novo.
— Espera!! Espera, sua putinha gostosa!! Olha só como você tá acabada, hein!! Me aguenta mais um pouco, Mamacita!!
E vendo que eu já começava a me segurar sozinha, ele abriu minhas nádegas com as duas mãos e apoiou a ponta do pau no meu cu já dilatado. Ouvi ele cuspir na minha bunda, deixando cair da boca toda a saliva possível, e começou a empurrar. Senti uma sensação muito, muito estranha.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaah… — Prazer misturado com vontade de fazer cocô e uma dor muito forte, enquanto ele sussurrava no meu ouvido entre meus gemidos.
— Me aguenta, puta!!
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaay…
— Me aguenta!! Só mais um pouco!!
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay…
— Não se desmancha!!
Foi bem claro quando ele mudou a posição das mãos e parou de abrir minhas nádegas, para me segurar pelas duas mãos na cintura e empurrar de uma vez só, até sentir os ovos dele baterem pela primeira vez na minha bunda. Abafei meu grito com um…
— Mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmhhhhhhh pra não irritar o Seu Lucas de novo. — Mas ele disse:
— Puta que pariu! Como é que eu falo? Me aguenta, sua desgraçada! Me aguenta!!
E começou a bombar, batendo os ovos dele na minha bunda a cada estocada. De repente, ele mudou o ritmo de como estava me fodendo.
— Haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haa, Mmmnnn, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa… Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac. Plac, Plac… Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa…. haaaaaa ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, ha, ha, ha, ha, ha, haa, ha, ha…. Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Ele começou a fazer mais devagar, mas com uma estocada forte no final de cada metida, meu cu já tava totalmente aberto e comecei a sentir algo que nunca senti, acho que um tipo de orgasmo.
—Fecha a boca, puta!
—Haaaaa, haaa, haaa, haaa, Mmmmnn, Mmmmmnn, Haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa é que haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha é que eu tô Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, Ohhhh uhmmmm ahhhhhhhh, ha, ha tô muito difícil, papai haaaaaaaaaaaaaay… Haaaaaaaaay…Haaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Instintivamente, soltei uma das barras, liberando minha mão esquerda, e agarrei forte a mão esquerda dele que tava cravada na minha cintura, apertei tanto que senti minhas unhas furando a carne da mão dele, e ele continuava insistindo, falando no meu ouvido.
—Tô falando pra você aguentar, gostosa! Deixa seu macho fazer o trabalho dele, garota!
Mas foi inútil, meu corpo começou a tremer como se tivesse convulsionando e eu tive outro orgasmo.
—Haaaa, haaaaaaaaa, aaah… oooh… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Ouchhh, haaaaaaaaaaaay… Ooooohhhh, Ooooooohhhhh, Haaaaaaaaay... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ahhhhhhhhhhhhh, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha... Plac, Plac, Plac, Plac, Plac… ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaai, Ahhhhhhhhhhhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhhhhh, ha, ha, ha, ha, ha, ha, siiiiiiiiiiiiiiiiiiii uffffffffffff… ha, ha, ha, ha, ha, ha, hufffffffffffffff, Mmmmnnnnn, Mmnmnnn, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai….
Enquanto eu cravava com toda minha força minhas unhas na mão dele e ele começou a gritar, mas quase em silêncio, abafando o som com a boca o máximo que podia, com a mão direita ele pegou meus cabelos, jogando minha cabeça toda para trás, pra eu aguentar de pé mais um pouco e não dobrar os joelhos de novo e cair.
--Haaaaa, ha, haaaaa, haaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, ha, ha, haaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai…
Quando senti algo como um líquido quente começando a entrar no meu corpo, Dom Lucas mudou a frequência dos seus urros sussurrados, e me encheu por dentro com 5 jatos quentes que senti. Nós dois caímos de joelhos no chão, e eu ainda tremendo, só me segurando pendurada pela minha mão direita que tinha conseguido continuar agarrada na grade. Dom Lucas se levantou atrás de mim, tirando devagar o pau dele do meu cu, e comecei a sentir o tamanho daquela coisa, porque me senti Muito, mas muito vazia, e também sentia o sêmen escorrendo pelas minhas nádegas, pingando aos poucos pelas minhas pernas. Enquanto eu continuava tremendo, ajoelhada no chão. Dom Lucas disse:
— Amanhã te vejo cedo, vai descansar, Samanta, vai precisar, pelo que vem por aí, temos muito o que fazer e conversar amanhã.
— Siiim, sim, Dom Lucas. — Respondi sussurrando... Dom Lucas se abaixou, puxou meu cabelo bruscamente para trás e disse:
— Não me chame de Dom Lucas quando estivermos sozinhos, vai me chamar de... Meu Senhor, certo? Certo? Certo? — Perguntou três vezes enquanto puxava meu cabelo com força a cada pergunta.
— Sim, sim, sim, Meu Senhor, me desculpa!! — Falei.
E Dom Lucas abriu cuidadosamente o portão de ferro sem fazer barulho e se afastou rápido, andando pelo meio da rua de terra solitária e ainda sem asfalto. Vendo que já não enxergava mais a silhueta de Dom Lucas ao longe, estendi a outra mão para segurar as grades de novo e, com muito esforço, me apoiei e consegui me levantar. Peguei os restos das minhas roupas espalhados pelo chão e, semi nua, me segurando no corrimão da escada, como pude, comecei a subir degrau por degrau. Meu corpo estava destruído, meu ânus, peito e buceta ardiam, enquanto os restos de sêmen já estavam na altura dos meus tornozelos. Olhei pela janela para ver em que parte da casa meu marido estava, e vi sombras ao longe, atrás da porta do quarto das meninas, com certeza estava colocando elas para dormir. Precisava entrar logo no banheiro, antes que ele saísse para me procurar, se é que lembrava de mim. Abri o mais devagar que pude a porta da entrada e literalmente pulei para o banheiro, tranquei a porta do banheiro e liguei o chuveiro. Quando senti a água morna, fiquei debaixo do chuveiro e, me apoiando na parede de azulejos, deslizei para baixo, me deixando cair devagar, até sentar no chão enquanto começava a chorar...
Continua...
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