Nos capítulos anteriores...
A minha amiga da minha filha foi declarada
A escolha da amiga da minha filha
Trío Proibido
Reconciliação tabu
A noiva da minha filha
(os nomes, profissões e outros dados possíveis de caráter pessoal foram modificados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por eu mesmo)Havia passado uma semana fatal desde que Sonia, amiga da minha filha e minha atual parceira, me havia pego na cama com minha filha e a namorada dela. Não havíamos feito nada... nada mais além do massagem com final feliz que me fizeram. Não passamos para maiores... bem, sim. E não me atrevi a ir ver Sonia. A havia chamado, mas não me havia respondido.
Vas a ir hoje a falar com Sonia?, perguntou Clara.
Deveria. Não responde o telefone... pelo menos tem direito de gritar-me na cara.
Seguro que arregláis. Sonia entenderá que... bem, se foi um pouco a minha cabeça aquele dia. Mas não ocorrerá mais...
É um pouco raro que digas isso, não te parece?
Ela estava esticada sobre mim. Diana havia dormido com a cabeça sobre meu ombro. Haviam tomado essa costume por alguma razão. E eu era tão idiota que não evitava, naturalmente. Não gostava de dormir sozinho. Embora me preocupasse com a atitude que Clara tomava para mim. Muito carinhosa e mimosa. E sua namorada, longe de se pôr ciumenta, gostava de ver assim.
Lo sinto, pai. É que... você é o cara com quem melhor eu passei. Com Diana... o sexo é muito poderoso, quase mágico, mas o nosso foi algo especial.
E irrepetível. Eu amo Sonia.
A pesar de muito ter desfrutado comigo?
... A pesar disso, sim.
Supostamente estava se contendo. Queria me beijar. Me antecipei a ela, marcando um beijo lento e pausado. Sua língua esgueirou-se para procurar-me, mas não permiti. Me detive, e ela olhou para baixo.
Assim tem que dar, aceitou. Mas... se Sonia disser que não... a Diana não importaria um trio... não sei se você entende...
Entendo muito bem. Mas devo tentar, verdade?
Claro.
Com muita delicadeza para não acordar Diana me levantei. Abri o armário e busquei algo de roupa para vestir-me. Nada demasiado formal. Me mudei de roupa interior, pus uns jeans e uma camisa. Deixei lá a Clara com Diana, que se acabava de despertar... e por isso escutei ao fechar porta iam desfrutar de umapartyinhaprivada. Conduzi a casa de Sonia. Era cedo, então a cidade estava tranquila. Apenas me cruzei com carros na direção que eu ia. Enquanto isso, dei conta de uma coisa. Com bastante probabilidade, ela teria contado para seus pais. Se eles abrissem a porta, minhas chances de falar com ela seriam zero. Confiei que ela abrisse. Aparquei e olhei para sua casa, um pequeno chalet de duas plantas. Suspirei.Esperei não ter a perdidoPensé. A jovem havia ganhado um lugar no meu coração e não seria uma tarefa fácil tirá-la da minha vida. Os passos pareceram eternos até eu chegar à sua porta e tocar a campainha.
Esperei, esperando durante dois minutos que me pareceram dois meses, e finalmente ouvi o picaporte abrir-se. Sonia estava lá. Linda. Ela apenas usava uma camiseta que não cobria suas calcinhas. Mas algo chamou mais minha atenção. Seus olhos. Ela tinha pequenas olheiras. Havera estado chorando.
Sonia, eu...
Entre, disse secamente.
Passei para a casa, confiando de que meu sogro não estivesse esperando com um espingarda. Mas ela me indicou que a seguisse e subi as escadas até chegar à sua habitação. Ela não se preocupou em fechar a porta, mas sim correu a cortina para que ninguém nos visse do lado de fora.
Quita os calções, ordenou-me.
Eu não entendia nada, mas não estava na situação para negar fazer qualquer coisa. Será que pretendia que nos acassemos? Que se tirasse as calcinhas me respondeu que sim. Ela se aproximou de mim, sem sequer me olhar nos olhos, e me tirou o boxers.
Échate.
Meu eu-me estendi na cama e ela subiu sobre mim. Gemi quando começou a fazer uma masturabação muito rápida. Não demorei para estar pronto para que ela me montasse, como fez. Ela se deixou escorregar para baixo sobre meu cock e começou a cavalgar a um ritmo bom. Mas havia algo diferente. Apenas gemia aquela vez. Tentei acariciar-la. Isso devia ser bonito. Mas ela impediu que eu a tocasse. Ela me levou as mãos para suas nádegas enquanto ela continuava subindo e descendo.
So-Sonia... para... vou correr...
Hazlo.
Tentei conter-me. Não podia fazer assim, mas... não posso evitar-me excitar quando fodo, e ejaculei enormemente dentro dela. Sonia baixou um pouco o ritmo. Nem estou seguro de que ela tivesse terminado. Ela desceu um pouco sobre mim e se estendeu na cama, dando a costa.
Ja puedes ir-te..., disse. Mas notei um soluço em sua voz.
Sonia
!Maturado! Já tens o que querias, !maturado!, gritou. Chorava. Cari... Não, de repente havia parado de chorar. Girou-se e me olhou com fúria. Não te atrevas a chamá-ma deCariño. Isso só é para uma pessoa à quem você quer”. “E eu te amo” “Mentira”. Voltou a se virar. Não queria ir embora sem poder explicar-me. Se me tinha que odiar, que pelo menos fosse após isso. Busquei meu boxer e o vesti. Depois me deitei atrás dela. Pelo menos não fez qualquer gesto para me afastar. Coloquei minha mão sobre seu braço. Ele não a retirou. Me aproximei um pouco mais. O meu peito contra sua espinha. Sonia voltava a chorar em silêncio. Não disse nada. Que ele soltasse tudo primeiro. “Por que você veio?”, perguntou-me. “Queria te ver. E desculpar-me” “O outro dia...” “Escuta, por favor. O outro dia eu estava com dor de espalda. A Diana ofereceu fazer um massagem para mim. O que eu não esperava era que terminasse com um...Happily Ever After. Não que minha filha viesse e me desse um beijo Eu sei que está apaixonada por ti. Mas isso deve terminar. Eu tenho que continuar vivendo. E tu és a pessoa que eu quero que meacompanhe. Ela se agachou contra meu peito. Dei-lhe um abraço muito forte. Susurrei em seu ouvido pedindo que me perdoasse. Ela me respondia que sim. Estivemos assim por um tempo. Perguntei-me se aquilo era real. Mas sim. Estávamos compartilhando um momento tenro. Começou a desabotoar minha camisa, e em seguida eu tirei para cima de sua blusa. Sentia-se bem estar abraçados. Seus seios estavam em contato com minha pele. Não posso pedir que deixe de ver Clara, susurrou então. É sua filha. E minha melhor amiga. Mas por favor. Não quero que isso aconteça mais. Te prometo. Falei com ela e sabe que isso deve terminar. Bem. Eu passei muito mal esses dias. Te amo muito Eu a ti também. Mas se me perdo... quero uma coisa... O que é que você quer? E para minha surpresa, levou as mãos para meu traseiro e apertou minhas nádegas com força. Isso. Sonia... Vou fazer isso com você... como castigo. Não podia ser verdade. Uma menina tão suave e pura como Sonia pedindo que eu fizesse essas coisas. Mas se notava em sua mirada que ela dizia a verdade. Estava muito séria. E se queria voltar a estar bem com ela, ia ter que ceder. Dei um beijo suave nos lábios e em seguida me tirei do boxers com um movimento tolo da cintura. O que você quer que eu faça? Tu-Tuumba bocadabá, ordenou, e eu obedi ci sem rechistar. Mas logo mudou de ideia. Não, melhor bocarriba. Tú mandas, disse em tom suave. S-Separa as pernas, voltou a ordenar, e as separei para ela. Levantei minhas coxas quando me indicou, colocando os pés no colchão. Muito bem. Espere aqui. Aguardei expectante. Era a primeira vez que isso acontecia comigo. Bem, Sonia já havia demonstrado saber levar as rédeas do sexo, mas nunca havia feito nada como aquilo. Só me restava esperar. Não me aí, não é que eu tivesse medo do que ela pudesse fazer. É que ela não me havia mandado. E preferia limitar-me a obedecer.
A noté então acariciando as minhas nádegas novamente. Havía voltado à cama. E admito que me deu um pouco de medo. De algum modo, havia conseguido um dildo ou um vibrador, e apontava com ele para mim. Engoli saliva. Isso me assustava bastante, mas ela parecia muito séria. Me olhou.
“¿Preparado?”
... Preparado, menti. Tome ar, e aguarde o inevitável.
Mas o tempo havia congelado ou Sonia não estava fazendo nada comigo. Finalmente, noté que ela apoiava a cabeça em minha perna, e me acariciava o peito. Sua olhar estava um pouco triste. Estendi-lhe a mão, mas ela não se moveu. Começou a brincar com meu pênis, distraída, me olhando.
“Não posso... não assim... você faria mal a mim, não quero fazer mal a você…”
“Bem, eu me mereço... eu te feri”, disse-lhe.
“Mas não serviria para vingar-me... eu te amo, não quero brigarmos com você…”
“Nem eu também, meu amor”.
Ela sorriu levemente. Senti suas mãos começando a massajar meu pênis. Comecei a empalmarme, naturalmente. Ela continuou brincando até que eu estivesse muito duro. Sentiu jogar com seus lábios em meus testículos enquanto me masturbava. De repente, parecia um pouco má. Tinha um certo ar travesso na sua expressão... perguntei-me o que isso significava. Eu me relaxei olhando o teto enquanto ela me dava prazer... não importava, mais tarde iria comer seu pussy durante um bom tempo... como se tivesse que esvaziar todos os seus jugos em minha cara.
“Desfruta disso, meu amor”, disse nesse momento, e começou a chupá-la. Suspirei. Sua boca me encantava. Sabia usar sua língua, mover seus lábios e não tinha problema com seus dentes. Me relaxei no colchão, talvez demasiado por isso que passei então.
Suas mãos separaram minhas nádegas nesse momento, e senti que algo húmido e fino se apoiava em meu cu. Muito suavemente fez um pouco de pressão e entrou dentro.
“¡Gaaaagh!”, acho que fiz. “Sonia!”
Mas ela não disse nada. Manteve sua boca ocupada com minha ereção enquanto seu dedo me masturbava o cu. Ou talvez ele me estivesse fodendo, não saberia como dizer. O caso era que eu estava submisso à sua vontade. Estava fazendo maravilhas com a boca… e também com a mão. Deus, como podia ser tão bom um dedo no cu… Me deixei fazer por completo, queria correr. Ainda assim ela não me ia fazer fácil, pois decidiu pressionar com a mão na base da minha pene, rodeando-a com os dedos e apertando suavemente. Podia bloquear todos os orgasmos se quisesse de esse modo. Esperei que não fizesse, mas eu notava o meu clímax muito próximo e ela não cedia… Sonia... por favor... Dime, amor, comentou com uma voz doce. Quero... correrme..., grunhi. E o que te impede?, perguntou, fazendo-se a inocente, nesse tom de voz meloso que me davam mais vontade de foder. Já sabes... por favor... deixa que eu corra... Deixa que eu corra,AmaAhora, me corrigió ella. Seguí el juego. Deja que me corra, Ama, por favor…, supliqué. Por favor, Ama…, tres segundos para mi orgasmo… dos segundos… un segundo… ¡Quiero correrme, Ama!. Y en ese momento, seu dedo se deslizou fortemente dentro de meu cu. Sentí meu pênis liberado e nesse momento soltei uma boa carga de sêmen. Sonia aguardava com a boca aberta, mas não atinei e manchei-lhe o rosto. Não só isso, levou meu cock para a boca e se assegurou de me exprimir por completo. Quando deixou de chuparmela, um filete de saliva ainda unia seus lábios com meu glande. Obrigado, Son... Ama, me corrigi. Não hemos acabado. Lo sabes, verdade? Sim, Ama. E por alguma razão me deu um forte açoite na nádega. Au! Isso pica! Me alegra. E agora... começou a escalar sobre mim, vou te castigar por ter querido correr sem me dar prazer, disse ela. Subiu até ficar acima da minha cabeça, permitindo-me ver seu pussy molhado. Mais vale que eu goste…, ameaçou. Plantou o pussy na boca. Literalmente. Aquelas LábiosTocaban os meus. Pois seria um feio detalhe não beijá-los. Probrei o sabor do seu delicioso cuco. A segui por las nádegas, já que esteve a ponto de cair e isso nos teria estragado a erótica da cena. Sentiu que afiançava suas coxas no colchão, apertando minha cabeça. Não podia fugir... e tampouco me agradava. Sonia gemia e sua voz era música celestial para os meus ouvidos. Não tardé em voltar a tê-la dura.
Desde minha posição, voltando a olhar para cima, pude ver suas lindas tetas acima de mim. Me deixaria tocar? Levantei as mãos e comprovei que sim, mas a troco começou a mover suas bundas, frotando seu chuchu contra minha boca. Dava igual. Eu gostava do seu sabor, poderia passar o dia bebendo-o. Minha língua atacou seu clitóris sem piedade, provocando-lhe muito prazer.Cora, meu amor... demonstra quanto você gosta disso...Pensé, incapacitado para falar com a boca toda ocupada. A minha língua escorria entre os seus lábios vaginais, alcançava o clítoris, introduzia-se dentro e voltava a sair. Procurava não fazer-lhe mal com os dentes, mas ela parecia estar fora de si. Gemia sem controle e se massajava as tetas, presa do prazer. Os seus gritos eram cada vez mais agudos. Sorri. Quase podia contar os segundos que lhe restavam antes de chegar ao orgasmo. Comecei a contá-los mentalmente: dez, nove, oito, sete... E ela correu nesse momento, antecipando-me. Sentiu um jorro dos seus líquidos escorrendo pela comissura da minha boca. Tentei não me afogar e continuei a comer-lhe o cu um pouco mais. Agora ela não podia escapar. Voltei a segurar as suas nádegas e alonguei o seu orgasmo com a língua até que a ouvi susurrar: Por favor... para... Parei nesse momento. Sonia, com as pernas tremendo, deitou-se ao meu lado refugiando-se entre os meus braços. Não dissemos nada por um bom tempo. Depois, ela limpou um pouco as minhas faces antes de me dar um beijo suave. Pouco lascivo, mais bem tierno. Eu acariciei os seus cabelos, enredando os meus dedos. Puse a outra mão sobre o seu dorso, acariciando-a em círculos lentamente. A amava, puta se a amava. Esperava que ao menos terminássemos bem aquele dia. O de antes... foi muito frio, susurrou. Eu sei. Estavas doída... teria preferido não fazer isso estando assim... nunca te querria só por o seu corpo, disse-lhe. Beijou-me mais uma vez. Cariño... se precisas um pouco mais de tempo posso-te dar. Não, obrigada. Já foram demasiados dias sem ti. Te amo... e agora quero fazer isso, mas bem... ¿Subes, Ama?, perguntei com uma sonrisa. ¿O prefieres descansar? Pôs-se sobre as rodilhas e as mãos na cama, de costas para mim, então já sabia o que tinha que fazer. Pus-me atrás dela, chupé os meus dedos e estimulei o seu cu. Só um pouco, o justo para que voltasse a se humedecer. Não me custou muito. Deslizei o meu cock dentro de ela, suavemente. Não havia por que ir rápido. Eso ya lo habíamos hecho. Dejé que mi erección llegase lentamente lo más profundo que podía, empujaba ligeramente, retrocedía y volvía a empujar hacia adelante. Ella gemía e eu desfrutava.
Ela levou uma mão ao seu pussy. Supus que para estimular o clítoris. Seus gemidos me indicaram que assim era. Não passava nada, estava bem que ela mesma encontrasse o prazer adicional no sexo. Então, se foi a minha cabeça por um momento e dei-lhe um azote no cu. Pensei que ia fazer algo. Mas ao contrário, gemeu de prazer.
“Dame outro…”, pediu. Voltei a azotá-la. “Síííííh... um mais...”
¡Plas! Dei-lhe outro azote e ela começou a mover as cadeiras ao tempo que eu a estava fucando. Eu mesmo acelerei o ritmo das minhas investidas. Me tornava louco. Ela gemeia como uma atriz pornô e eu estava desatado. Não podia deixá-la escapar, não podia permitir-me nem um deslize mais. Só um deslize...imento dentro do seu pussy apertado. Me restava pouco.
“Sonia… me corro… vou correrme...”
“Hazlo… dentro… te quiero dentro…”, pediu ela.
Obedecendo seus desejos e os meus, aumentei o ritmo do empotramiento até que ejaculei como um bendito. Inundei aquele coito com meu sêmen, e pude ver quando lhe saquei a cock. Uma imagem realmente erótica com a qual seria difícil que se me baixasse a ereção apesar da corrida.
“Genial…”, suspirou ela. “Por fin...”
“¿Tanto lo deseabas?”
“Por supuesto”, disse ela, e me olhou sorrindo. “Estou ovulando… por fin vamos ter um filho”.
Creio que em aquele momento se parou o meu coração e o pênis se meteu para dentro.
“¡Es broma!”, disse, e soltou uma carcajada. “Perdona, love, mas tinha que castigá-lo um pouco mais...”
“Não me des esses sustos… deixar-te engravidar agora... seria terrível...”
“... ¿Y dentro de unos años?”
Esta vez falava sério.
“Me encantaría”, assegurei. Não me importaria ter um filho com ela. Mas tínhamos que centrarmo-nos, nossa relação se tinha que estabilizar, e ela devia terminar seus estudos e formar-se adequadamente.
Era já tarde quando chegamos à minha casa. Se quería ficar a noite comigo. Pensei, pela primeira vez em muito tempo, em falar de limites com minha filha Clara, porque segundo entrávamos na porta, a peguei no sofá inserindo um dildo no pussy de Diana. Não saberia como pedir ao tapeçaria que mudasse os travesseiros.
Escutai, disse Sonia quando nos sentamos para falar. O do outro dia não me gustou, mas ocorreu.
Lo sinto..., disse Clara.
Não te preocupes. Eres minha melhor amiga. Sei que não o fizeste para fazer-me mal, acrescentou Sonia suavemente. Mas não podeis fazer mais os dois.
Por suposto.
... A menos que esteja eu com vocês, disse Sonia. Olhei-a muito sério.
O que disseste?
Se me proibirem... joder, é que vais a fazê-lo sim ou não... não quero que ocorra sem estar eu também. Me lembrei muito bem da outra vez...
Y isso me inclui?, perguntou Diana.
Mentanto estiver com Clara, recalquei Sonia. Não sei o que estávamos fazendo o outro dia, mas... parecia divertido.
Nesse momento, vi-me olhado pelas três garotas. Não pareciam minha filha e sua amiga e sua namorada, senão três fêmeas desejando sexo. Mas isso é já outra história.MIS OUTROS RELATOS, passem, vejam e desfrutem-nos 😃
Férias com meus primos Terminado
Capítulo 1 || Capítulo 2 || Capítulo 3 || Capítulo 4 || Capítulo 5 || Capítulo 6 || Capítulo 7 || Capítulo 8 || Capítulo 9||Capítulo 10 || Capítulo 11 || Capítulo 12 || Capítulo 13 || Capítulo 14 || Capítulo 15 || Capítulo 16 || Capítulo 17 || Capítulo 18 || Nonagésimo nono aniversário com minhas primas
Sara, namorada transgênero (continuando)
Autoperfumando || Fantasia: mudança de papel com minha namorada || Recebi ajuda da minha amiga especial || Triângulo com namorada amiga || Massagem com final mais que feliz || A ordens da minha amiga transgênero || Pólvora com meu ex... e minha namorada || Vestido para minha noiva (travesti) || Achado à travesti de coelho || Quarteto bissexual (ou similar) || Fim de semana com amigos (I) || Fim de semana com amigos (II) || Ajudando uma amiga
História com minha irmã (continuando)
Tarde proibida com a irmãzinha || (Outra) noite proibida com a irmãzinha || Minha mãe saiu final de semana... || Playita com a irmã
Confissões dos meus amigos terminal
Confissões dela || Confissões dele || Noite desgrenhada || Tudo confessado
Relatos curtos
A menina do trem || Pela erro || Eles me pediram um favor || Fantasia dela, fantasia deles dois || Dúas xeracións || Férias no hotel || Três não são multidão, quatro é prazer||A menina de práticas
A minha amiga da minha filha foi declarada
A escolha da amiga da minha filha
Trío Proibido
Reconciliação tabu
A noiva da minha filha
(os nomes, profissões e outros dados possíveis de caráter pessoal foram modificados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por eu mesmo)Havia passado uma semana fatal desde que Sonia, amiga da minha filha e minha atual parceira, me havia pego na cama com minha filha e a namorada dela. Não havíamos feito nada... nada mais além do massagem com final feliz que me fizeram. Não passamos para maiores... bem, sim. E não me atrevi a ir ver Sonia. A havia chamado, mas não me havia respondido.
Vas a ir hoje a falar com Sonia?, perguntou Clara.
Deveria. Não responde o telefone... pelo menos tem direito de gritar-me na cara.
Seguro que arregláis. Sonia entenderá que... bem, se foi um pouco a minha cabeça aquele dia. Mas não ocorrerá mais...
É um pouco raro que digas isso, não te parece?
Ela estava esticada sobre mim. Diana havia dormido com a cabeça sobre meu ombro. Haviam tomado essa costume por alguma razão. E eu era tão idiota que não evitava, naturalmente. Não gostava de dormir sozinho. Embora me preocupasse com a atitude que Clara tomava para mim. Muito carinhosa e mimosa. E sua namorada, longe de se pôr ciumenta, gostava de ver assim.
Lo sinto, pai. É que... você é o cara com quem melhor eu passei. Com Diana... o sexo é muito poderoso, quase mágico, mas o nosso foi algo especial.
E irrepetível. Eu amo Sonia.
A pesar de muito ter desfrutado comigo?
... A pesar disso, sim.
Supostamente estava se contendo. Queria me beijar. Me antecipei a ela, marcando um beijo lento e pausado. Sua língua esgueirou-se para procurar-me, mas não permiti. Me detive, e ela olhou para baixo.
Assim tem que dar, aceitou. Mas... se Sonia disser que não... a Diana não importaria um trio... não sei se você entende...
Entendo muito bem. Mas devo tentar, verdade?
Claro.
Com muita delicadeza para não acordar Diana me levantei. Abri o armário e busquei algo de roupa para vestir-me. Nada demasiado formal. Me mudei de roupa interior, pus uns jeans e uma camisa. Deixei lá a Clara com Diana, que se acabava de despertar... e por isso escutei ao fechar porta iam desfrutar de umapartyinhaprivada. Conduzi a casa de Sonia. Era cedo, então a cidade estava tranquila. Apenas me cruzei com carros na direção que eu ia. Enquanto isso, dei conta de uma coisa. Com bastante probabilidade, ela teria contado para seus pais. Se eles abrissem a porta, minhas chances de falar com ela seriam zero. Confiei que ela abrisse. Aparquei e olhei para sua casa, um pequeno chalet de duas plantas. Suspirei.Esperei não ter a perdidoPensé. A jovem havia ganhado um lugar no meu coração e não seria uma tarefa fácil tirá-la da minha vida. Os passos pareceram eternos até eu chegar à sua porta e tocar a campainha.
Esperei, esperando durante dois minutos que me pareceram dois meses, e finalmente ouvi o picaporte abrir-se. Sonia estava lá. Linda. Ela apenas usava uma camiseta que não cobria suas calcinhas. Mas algo chamou mais minha atenção. Seus olhos. Ela tinha pequenas olheiras. Havera estado chorando.
Sonia, eu...
Entre, disse secamente.
Passei para a casa, confiando de que meu sogro não estivesse esperando com um espingarda. Mas ela me indicou que a seguisse e subi as escadas até chegar à sua habitação. Ela não se preocupou em fechar a porta, mas sim correu a cortina para que ninguém nos visse do lado de fora.
Quita os calções, ordenou-me.
Eu não entendia nada, mas não estava na situação para negar fazer qualquer coisa. Será que pretendia que nos acassemos? Que se tirasse as calcinhas me respondeu que sim. Ela se aproximou de mim, sem sequer me olhar nos olhos, e me tirou o boxers.
Échate.
Meu eu-me estendi na cama e ela subiu sobre mim. Gemi quando começou a fazer uma masturabação muito rápida. Não demorei para estar pronto para que ela me montasse, como fez. Ela se deixou escorregar para baixo sobre meu cock e começou a cavalgar a um ritmo bom. Mas havia algo diferente. Apenas gemia aquela vez. Tentei acariciar-la. Isso devia ser bonito. Mas ela impediu que eu a tocasse. Ela me levou as mãos para suas nádegas enquanto ela continuava subindo e descendo.
So-Sonia... para... vou correr...
Hazlo.
Tentei conter-me. Não podia fazer assim, mas... não posso evitar-me excitar quando fodo, e ejaculei enormemente dentro dela. Sonia baixou um pouco o ritmo. Nem estou seguro de que ela tivesse terminado. Ela desceu um pouco sobre mim e se estendeu na cama, dando a costa.
Ja puedes ir-te..., disse. Mas notei um soluço em sua voz.
Sonia
!Maturado! Já tens o que querias, !maturado!, gritou. Chorava. Cari... Não, de repente havia parado de chorar. Girou-se e me olhou com fúria. Não te atrevas a chamá-ma deCariño. Isso só é para uma pessoa à quem você quer”. “E eu te amo” “Mentira”. Voltou a se virar. Não queria ir embora sem poder explicar-me. Se me tinha que odiar, que pelo menos fosse após isso. Busquei meu boxer e o vesti. Depois me deitei atrás dela. Pelo menos não fez qualquer gesto para me afastar. Coloquei minha mão sobre seu braço. Ele não a retirou. Me aproximei um pouco mais. O meu peito contra sua espinha. Sonia voltava a chorar em silêncio. Não disse nada. Que ele soltasse tudo primeiro. “Por que você veio?”, perguntou-me. “Queria te ver. E desculpar-me” “O outro dia...” “Escuta, por favor. O outro dia eu estava com dor de espalda. A Diana ofereceu fazer um massagem para mim. O que eu não esperava era que terminasse com um...Happily Ever After. Não que minha filha viesse e me desse um beijo Eu sei que está apaixonada por ti. Mas isso deve terminar. Eu tenho que continuar vivendo. E tu és a pessoa que eu quero que meacompanhe. Ela se agachou contra meu peito. Dei-lhe um abraço muito forte. Susurrei em seu ouvido pedindo que me perdoasse. Ela me respondia que sim. Estivemos assim por um tempo. Perguntei-me se aquilo era real. Mas sim. Estávamos compartilhando um momento tenro. Começou a desabotoar minha camisa, e em seguida eu tirei para cima de sua blusa. Sentia-se bem estar abraçados. Seus seios estavam em contato com minha pele. Não posso pedir que deixe de ver Clara, susurrou então. É sua filha. E minha melhor amiga. Mas por favor. Não quero que isso aconteça mais. Te prometo. Falei com ela e sabe que isso deve terminar. Bem. Eu passei muito mal esses dias. Te amo muito Eu a ti também. Mas se me perdo... quero uma coisa... O que é que você quer? E para minha surpresa, levou as mãos para meu traseiro e apertou minhas nádegas com força. Isso. Sonia... Vou fazer isso com você... como castigo. Não podia ser verdade. Uma menina tão suave e pura como Sonia pedindo que eu fizesse essas coisas. Mas se notava em sua mirada que ela dizia a verdade. Estava muito séria. E se queria voltar a estar bem com ela, ia ter que ceder. Dei um beijo suave nos lábios e em seguida me tirei do boxers com um movimento tolo da cintura. O que você quer que eu faça? Tu-Tuumba bocadabá, ordenou, e eu obedi ci sem rechistar. Mas logo mudou de ideia. Não, melhor bocarriba. Tú mandas, disse em tom suave. S-Separa as pernas, voltou a ordenar, e as separei para ela. Levantei minhas coxas quando me indicou, colocando os pés no colchão. Muito bem. Espere aqui. Aguardei expectante. Era a primeira vez que isso acontecia comigo. Bem, Sonia já havia demonstrado saber levar as rédeas do sexo, mas nunca havia feito nada como aquilo. Só me restava esperar. Não me aí, não é que eu tivesse medo do que ela pudesse fazer. É que ela não me havia mandado. E preferia limitar-me a obedecer.
A noté então acariciando as minhas nádegas novamente. Havía voltado à cama. E admito que me deu um pouco de medo. De algum modo, havia conseguido um dildo ou um vibrador, e apontava com ele para mim. Engoli saliva. Isso me assustava bastante, mas ela parecia muito séria. Me olhou.
“¿Preparado?”
... Preparado, menti. Tome ar, e aguarde o inevitável.
Mas o tempo havia congelado ou Sonia não estava fazendo nada comigo. Finalmente, noté que ela apoiava a cabeça em minha perna, e me acariciava o peito. Sua olhar estava um pouco triste. Estendi-lhe a mão, mas ela não se moveu. Começou a brincar com meu pênis, distraída, me olhando.
“Não posso... não assim... você faria mal a mim, não quero fazer mal a você…”
“Bem, eu me mereço... eu te feri”, disse-lhe.
“Mas não serviria para vingar-me... eu te amo, não quero brigarmos com você…”
“Nem eu também, meu amor”.
Ela sorriu levemente. Senti suas mãos começando a massajar meu pênis. Comecei a empalmarme, naturalmente. Ela continuou brincando até que eu estivesse muito duro. Sentiu jogar com seus lábios em meus testículos enquanto me masturbava. De repente, parecia um pouco má. Tinha um certo ar travesso na sua expressão... perguntei-me o que isso significava. Eu me relaxei olhando o teto enquanto ela me dava prazer... não importava, mais tarde iria comer seu pussy durante um bom tempo... como se tivesse que esvaziar todos os seus jugos em minha cara.
“Desfruta disso, meu amor”, disse nesse momento, e começou a chupá-la. Suspirei. Sua boca me encantava. Sabia usar sua língua, mover seus lábios e não tinha problema com seus dentes. Me relaxei no colchão, talvez demasiado por isso que passei então.
Suas mãos separaram minhas nádegas nesse momento, e senti que algo húmido e fino se apoiava em meu cu. Muito suavemente fez um pouco de pressão e entrou dentro.
“¡Gaaaagh!”, acho que fiz. “Sonia!”
Mas ela não disse nada. Manteve sua boca ocupada com minha ereção enquanto seu dedo me masturbava o cu. Ou talvez ele me estivesse fodendo, não saberia como dizer. O caso era que eu estava submisso à sua vontade. Estava fazendo maravilhas com a boca… e também com a mão. Deus, como podia ser tão bom um dedo no cu… Me deixei fazer por completo, queria correr. Ainda assim ela não me ia fazer fácil, pois decidiu pressionar com a mão na base da minha pene, rodeando-a com os dedos e apertando suavemente. Podia bloquear todos os orgasmos se quisesse de esse modo. Esperei que não fizesse, mas eu notava o meu clímax muito próximo e ela não cedia… Sonia... por favor... Dime, amor, comentou com uma voz doce. Quero... correrme..., grunhi. E o que te impede?, perguntou, fazendo-se a inocente, nesse tom de voz meloso que me davam mais vontade de foder. Já sabes... por favor... deixa que eu corra... Deixa que eu corra,AmaAhora, me corrigió ella. Seguí el juego. Deja que me corra, Ama, por favor…, supliqué. Por favor, Ama…, tres segundos para mi orgasmo… dos segundos… un segundo… ¡Quiero correrme, Ama!. Y en ese momento, seu dedo se deslizou fortemente dentro de meu cu. Sentí meu pênis liberado e nesse momento soltei uma boa carga de sêmen. Sonia aguardava com a boca aberta, mas não atinei e manchei-lhe o rosto. Não só isso, levou meu cock para a boca e se assegurou de me exprimir por completo. Quando deixou de chuparmela, um filete de saliva ainda unia seus lábios com meu glande. Obrigado, Son... Ama, me corrigi. Não hemos acabado. Lo sabes, verdade? Sim, Ama. E por alguma razão me deu um forte açoite na nádega. Au! Isso pica! Me alegra. E agora... começou a escalar sobre mim, vou te castigar por ter querido correr sem me dar prazer, disse ela. Subiu até ficar acima da minha cabeça, permitindo-me ver seu pussy molhado. Mais vale que eu goste…, ameaçou. Plantou o pussy na boca. Literalmente. Aquelas LábiosTocaban os meus. Pois seria um feio detalhe não beijá-los. Probrei o sabor do seu delicioso cuco. A segui por las nádegas, já que esteve a ponto de cair e isso nos teria estragado a erótica da cena. Sentiu que afiançava suas coxas no colchão, apertando minha cabeça. Não podia fugir... e tampouco me agradava. Sonia gemia e sua voz era música celestial para os meus ouvidos. Não tardé em voltar a tê-la dura.
Desde minha posição, voltando a olhar para cima, pude ver suas lindas tetas acima de mim. Me deixaria tocar? Levantei as mãos e comprovei que sim, mas a troco começou a mover suas bundas, frotando seu chuchu contra minha boca. Dava igual. Eu gostava do seu sabor, poderia passar o dia bebendo-o. Minha língua atacou seu clitóris sem piedade, provocando-lhe muito prazer.Cora, meu amor... demonstra quanto você gosta disso...Pensé, incapacitado para falar com a boca toda ocupada. A minha língua escorria entre os seus lábios vaginais, alcançava o clítoris, introduzia-se dentro e voltava a sair. Procurava não fazer-lhe mal com os dentes, mas ela parecia estar fora de si. Gemia sem controle e se massajava as tetas, presa do prazer. Os seus gritos eram cada vez mais agudos. Sorri. Quase podia contar os segundos que lhe restavam antes de chegar ao orgasmo. Comecei a contá-los mentalmente: dez, nove, oito, sete... E ela correu nesse momento, antecipando-me. Sentiu um jorro dos seus líquidos escorrendo pela comissura da minha boca. Tentei não me afogar e continuei a comer-lhe o cu um pouco mais. Agora ela não podia escapar. Voltei a segurar as suas nádegas e alonguei o seu orgasmo com a língua até que a ouvi susurrar: Por favor... para... Parei nesse momento. Sonia, com as pernas tremendo, deitou-se ao meu lado refugiando-se entre os meus braços. Não dissemos nada por um bom tempo. Depois, ela limpou um pouco as minhas faces antes de me dar um beijo suave. Pouco lascivo, mais bem tierno. Eu acariciei os seus cabelos, enredando os meus dedos. Puse a outra mão sobre o seu dorso, acariciando-a em círculos lentamente. A amava, puta se a amava. Esperava que ao menos terminássemos bem aquele dia. O de antes... foi muito frio, susurrou. Eu sei. Estavas doída... teria preferido não fazer isso estando assim... nunca te querria só por o seu corpo, disse-lhe. Beijou-me mais uma vez. Cariño... se precisas um pouco mais de tempo posso-te dar. Não, obrigada. Já foram demasiados dias sem ti. Te amo... e agora quero fazer isso, mas bem... ¿Subes, Ama?, perguntei com uma sonrisa. ¿O prefieres descansar? Pôs-se sobre as rodilhas e as mãos na cama, de costas para mim, então já sabia o que tinha que fazer. Pus-me atrás dela, chupé os meus dedos e estimulei o seu cu. Só um pouco, o justo para que voltasse a se humedecer. Não me custou muito. Deslizei o meu cock dentro de ela, suavemente. Não havia por que ir rápido. Eso ya lo habíamos hecho. Dejé que mi erección llegase lentamente lo más profundo que podía, empujaba ligeramente, retrocedía y volvía a empujar hacia adelante. Ella gemía e eu desfrutava.
Ela levou uma mão ao seu pussy. Supus que para estimular o clítoris. Seus gemidos me indicaram que assim era. Não passava nada, estava bem que ela mesma encontrasse o prazer adicional no sexo. Então, se foi a minha cabeça por um momento e dei-lhe um azote no cu. Pensei que ia fazer algo. Mas ao contrário, gemeu de prazer.
“Dame outro…”, pediu. Voltei a azotá-la. “Síííííh... um mais...”
¡Plas! Dei-lhe outro azote e ela começou a mover as cadeiras ao tempo que eu a estava fucando. Eu mesmo acelerei o ritmo das minhas investidas. Me tornava louco. Ela gemeia como uma atriz pornô e eu estava desatado. Não podia deixá-la escapar, não podia permitir-me nem um deslize mais. Só um deslize...imento dentro do seu pussy apertado. Me restava pouco.
“Sonia… me corro… vou correrme...”
“Hazlo… dentro… te quiero dentro…”, pediu ela.
Obedecendo seus desejos e os meus, aumentei o ritmo do empotramiento até que ejaculei como um bendito. Inundei aquele coito com meu sêmen, e pude ver quando lhe saquei a cock. Uma imagem realmente erótica com a qual seria difícil que se me baixasse a ereção apesar da corrida.
“Genial…”, suspirou ela. “Por fin...”
“¿Tanto lo deseabas?”
“Por supuesto”, disse ela, e me olhou sorrindo. “Estou ovulando… por fin vamos ter um filho”.
Creio que em aquele momento se parou o meu coração e o pênis se meteu para dentro.
“¡Es broma!”, disse, e soltou uma carcajada. “Perdona, love, mas tinha que castigá-lo um pouco mais...”
“Não me des esses sustos… deixar-te engravidar agora... seria terrível...”
“... ¿Y dentro de unos años?”
Esta vez falava sério.
“Me encantaría”, assegurei. Não me importaria ter um filho com ela. Mas tínhamos que centrarmo-nos, nossa relação se tinha que estabilizar, e ela devia terminar seus estudos e formar-se adequadamente.
Era já tarde quando chegamos à minha casa. Se quería ficar a noite comigo. Pensei, pela primeira vez em muito tempo, em falar de limites com minha filha Clara, porque segundo entrávamos na porta, a peguei no sofá inserindo um dildo no pussy de Diana. Não saberia como pedir ao tapeçaria que mudasse os travesseiros.
Escutai, disse Sonia quando nos sentamos para falar. O do outro dia não me gustou, mas ocorreu.
Lo sinto..., disse Clara.
Não te preocupes. Eres minha melhor amiga. Sei que não o fizeste para fazer-me mal, acrescentou Sonia suavemente. Mas não podeis fazer mais os dois.
Por suposto.
... A menos que esteja eu com vocês, disse Sonia. Olhei-a muito sério.
O que disseste?
Se me proibirem... joder, é que vais a fazê-lo sim ou não... não quero que ocorra sem estar eu também. Me lembrei muito bem da outra vez...
Y isso me inclui?, perguntou Diana.
Mentanto estiver com Clara, recalquei Sonia. Não sei o que estávamos fazendo o outro dia, mas... parecia divertido.
Nesse momento, vi-me olhado pelas três garotas. Não pareciam minha filha e sua amiga e sua namorada, senão três fêmeas desejando sexo. Mas isso é já outra história.MIS OUTROS RELATOS, passem, vejam e desfrutem-nos 😃
Férias com meus primos Terminado
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Sara, namorada transgênero (continuando)
Autoperfumando || Fantasia: mudança de papel com minha namorada || Recebi ajuda da minha amiga especial || Triângulo com namorada amiga || Massagem com final mais que feliz || A ordens da minha amiga transgênero || Pólvora com meu ex... e minha namorada || Vestido para minha noiva (travesti) || Achado à travesti de coelho || Quarteto bissexual (ou similar) || Fim de semana com amigos (I) || Fim de semana com amigos (II) || Ajudando uma amiga
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