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Fala Anig (Na terceira pessoa):
ASHLEY COMO FILHA DO SENHOR ALONSO
Pra 2013, a Ashley já controlava todo o negócio do senhor Alonso. A mina das missões, conhecida no mundo do crime como "Anjo Negro", nenhum dos inimigos do senhor Alonso sabia quem atacava eles, quem era o dedo-duro. Os inimigos só sabiam que era uma mulher com habilidades especiais, mas não conheciam a cara dela. Cada segurança da fazenda era gente de confiança total, uns caras brutos trazidos de várias partes do mundo, tinha poucos seguranças colombianos nessa fazenda.
Ashley era a garota número 1 de confiança do senhor Alonso, ele levava ela pra todo canto, tanto nas reuniões de trabalho normais quanto nos encontros secretos com políticos corruptos do mesmo partido. O senhor Alonso apresentava a Ashley como se fosse a filha mais velha dele, tudo isso com a cumplicidade da esposa Karoll.
Nas festas de trabalho do Alonso, que mais pareciam encontros chatos da alta burguesia costeira, a Ashley costumava se vestir bem elegante, com vestidos inteiros e saltos altos que faziam ela parecer uma rainha de verdade, nada a ver com a roupa normal que ela usava quando ia pra fazenda no Atlântico.
O senhor Alonso costumava dançar com ela por um bom tempo enquanto sua esposa Karoll observava os dois sorrindo da mesa, esperando que terminassem. Para as outras pessoas, era normal um pai dançar com a filha. Karoll não via mal nesse tipo de carinho, já que Alonso acolheu Ashley desde muito nova. Muitas vezes, as palavras de afeto de Alonso para a jovem eram: "Minha princesa, minha rainha, minha amada filha". Inclusive, Ashley tinha uma identidade falsa com o sobrenome do senhor Alonso e de Karoll, como se fosse realmente a filha mais velha deles. Durante essas reuniões, Ashley era o centro das atenções quando o assunto era beleza. Seu jeito jovem e seus movimentos delicados, quase milimétricos, ao sentar, ao pegar uma taça, ao olhar para as pessoas, eram dignos de uma rainha. Ela foi treinada para se comportar assim durante sua estadia na Ásia. A aparência física de Ashley era muito parecida com a de Anig, o que reforçava a fachada de Ashley como filha de Alonso. Intencionalmente, o penteado de Ashley era igual ao de Anig, por ordens do senhor Alonso.
Nos eventos especiais do senhor Alonso, ele costumava levar a esposa Karoll, a Ashley e a Anig. Apresentava Anig e Ashley como suas duas filhas; Karoll, que tinha um papel muito importante no trabalho formal do senhor Alonso como advogada principal da defesa dele em momentos em que Alonso enfrentava problemas legais, era ela quem mostrava uma aparência de felicidade absoluta.
UMA NOITE INESPERADA
![Ashley [Parte 4]: Começo de um romance inesperado Ashley [Parte 4]: Começo de um romance inesperado](https://i.pinimg.com/originals/7b/08/a5/7b08a593af6de86c6d9b9cf59acc4b6a.jpg)
Certa vez, voltando pra casa depois de um daqueles eventos chiques da alta política, o senhor Alonso tinha bebido pra caralho. A esposa dele, Karoll, é quem tava dirigindo. No banco de trás do carro iam Anig e Ashley...
A dona Karoll pergunta pra Ashley sobre os filhos: “Ashley, o que é que Zuzuki, Tânia e Zahia ficaram fazendo?”
“Dona, a Zuzuki ficou vendo filme com as duas filhas dela até meia-noite. Depois ela me ligou pra avisar que iam dormir e pediu pra gente não fazer barulho quando entrasse.”
“Tá bom, coloquem o cinto de segurança que vou acelerar um pouco porque tô vendo que meu marido tá bem ruim.”
A dona Karoll acelera um pouco o carro. Quando chegam em casa, Ashley com a ajuda da Anig consegue levar o senhor Alonso pro quarto dele...
A dona Karoll não aguenta o cheiro de bebida, ela odeia, dá até ânsia de vômito. Mas ela também sabe que o marido não gosta de dormir sozinho. Se o senhor Alonso acordar de madrugada e não encontrar a esposa, ele fica puto pra caralho. Por isso...
Fala aqui é a Ashley (em primeira pessoa):
Anig, já são duas da manhã, vai pro teu quarto agora. Eu vou cuidar do meu marido com a ajuda da Ashley."
"Tá bom, mãe!"
Assim que Anig foi pro quarto dele, a dona Karoll me disse: "Ashley, vou te pedir um favor especial: preciso que você durma na minha cama com meu marido esta noite. Se ele acordar de madrugada, quero que você cuide dele. Só não acenda a luz pra ele não perceber que é você, senão ele pode ficar puto. Isso que tô pedindo precisa ficar em segredo. É que não aguento o cheiro de cachaça dele, me dá ânsia. Eu vou dormir no quarto com meu filho esta noite."
"Senhora, eu sempre cumpro suas ordens, mas e se o seu Alonso me tocar pensando que é a senhora? O que eu faço?"
"Relaxa, você dá corda. Acha que consegue?"
"Sim, consigo. E a senhora não vai ficar brava?"
"Eu brava? Não, de jeito nenhum, confio muito em você. Só peço que isso fique entre a gente."
A dona Karoll vestiu a roupa de dormir dela.
"Olha, ali tem uma roupa de dormir igual a que tô usando. Veste ela. Acho que ele não vai perceber, mas se ele te tocar de noite, é melhor que você esteja com a minha roupa. Às 7 da manhã eu volto, a essa hora acho que ele ainda não acordou."
Foi assim que fiquei no quarto do seu Alonso, do lado dele, dormindo na cama de casal.
Quando as luzes se apagaram, eu tava meio nervosa dormindo ao lado dele. Sabia que ele tava bêbado e pensava comigo mesma que ele não ia acordar. Naquela época, eu era uma mulher sozinha, sem namorado, virgem, cheia de vontade... sem chance de ter alguém. Eu gostava do Zuzuki, mas achava complicado porque no meio tinha o Anig e a tia Karolyne. Não tinha certeza, mas desconfiava que o Zuzuki transava com a irmã e a tia dele.
A FILHA ADOTIVA PERDE A VIRGINDADE

No meio da noite, já quase dormindo, senti a mão do senhor Alonso em cima de mim, sobre minha barriga, como se estivesse me abraçando. Eu me assustei, fiquei imóvel, por um momento pensei que ele fosse acordar, mas não acordou. Depois de um tempo, ele moveu a mão e colocou sobre meus peitos, devo dizer que fiquei excitada. Foi então que o abracei, e ele, no meio da bebedeira, correspondeu ao meu abraço. Me apertou entre os braços, eu me virei de costas para ele, ficando de "colherzinha", e encostei minha bunda no pau dele. Devagar, senti o pau dele endurecer, e isso me excitou pra caralho. Na minha mente passava a imagem da senhora Karoll, a confiança que ela tinha em mim, eu não podia decepcioná-la, mas meu coração estava acelerado, minha excitação só aumentava, e quase sem perceber, eu mexi minha bunda no pau dele, o que deixou ele mais duro ainda. Ele colocou a mão na minha cintura, como se fosse me pegar por trás devagar, e no meio da escuridão eu ouvi algumas palavras dele: "Meu amor, Karoll, me satisfaz esta noite". Essas palavras me encheram de nervosismo, e então ele foi baixando minha calcinha devagar, e eu adorei aquilo. Foi aí que decidi aproveitar a situação e ceder aos desejos dele. Eu facilitei pra ele tirar minha calcinha e depois tirei a camisola de dormir que estava usando. Fiquei completamente pelada, então subi em cima dele e deixei o pau dele me penetrar até o fundo. Minha buceta estava toda molhada, senti o pau dele entrando com força, e minha virgindade foi arrancada naquela noite. Enquanto a gente transava naquela posição, eu fui me entregando cada vez mais para ele. Meus peitos virgens foram apertados, chupados, minha bunda foi toda apalpada, e meus gemidos encheram o quarto de casamento dele. Aquela noite foi a primeira vez que transei com meu patrão. Lembro que naquele dia eu queria muito experimentar sexo oral, queria que ele me chupasse, então, aproveitando a cumplicidade da escuridão, me coloquei em cima da boca dele com minhas pernas. abertas, ele deitado de barriga pra cima na cama, nessa posição ele me chupou e não só a buceta, também passou a língua bem devagar pelo meu cu, foi um beijo grego muito gostoso e prazeroso. Apesar de ele estar bêbado, foi muito delicado comigo, me tratou como uma deusa.
Naquela época eu tinha 25 anos e ele 53. Naquela noite, dormi abraçada nele como se fôssemos casados, pelada em cima dele, minha cabeça apoiada no peito dele e a mão dele me abraçando e me envolvendo. O lençol cobria metade dos nossos corpos. Eu tava feliz por ter feito aquilo. Às 7 horas em ponto, a dona Karoll chegou e me encontrou dormindo abraçada com o seu Alonso. Ela me acordou com cuidado, só a mim. Eu me assustei, porque tava completamente pelada, e a roupa de dormir que ela tinha me dado estava toda espalhada pelo chão e parte na cama. A calcinha eu não achava. Ela fez sinal pra eu deixar aquilo assim, me deu uma toalha...
— Ashley, sai. A gente conversa sobre isso depois. Por enquanto, é muito importante que meu marido não descubra o que aconteceu aqui. Lembra: você não transou com meu marido, fui eu, ok? Nada disso pra ninguém.
Eu tava quase chorando de vergonha. Ela me disse quase sussurrando:
— Ei, não aconteceu nada, fica tranquila. Não tô brava com você. Você só fez o que tinha que fazer, fez o que eu pedi, você deu pra ele.
Saí do quarto dela e fui direto pro banheiro. Chorei por um bom tempo, mas depois me acalmei. A dona Karoll parecia tranquila, sem raiva, sem estar puta comigo.
TUDO EM SEGREDO

De tarde, a dona Karoll me pediu pra acompanhar ela no shopping comprar umas roupas. No caminho pro shopping no carro dela, quase não trocamos palavra, o clima tava tenso, ela só falou "Obrigada". Eu olhei pra ela "Posso saber por que cê tá me agradecendo?" Ela respondeu "Por agradar meu marido, por cumprir minhas ordens mesmo que pareçam difíceis". Eu fiquei com vergonha do que tinha rolado. Enquanto dirigia, ela virava pra me olhar, o olhar dela era bem sério, aí perguntou "Posso saber como foi?" Eu meio que desmontei com a pergunta "Como assim? Do que cê tá falando?" Ela me olhou por um segundo enquanto voltava a atenção pra estrada "Sim, quero saber se cê gostou, acho que é sua primeira vez, e quero saber se a experiência foi boa pra você". Eu virei pra olhar ela "Sim, é minha primeira vez, mas antes de responder, quero saber se isso não te incomoda, cê não sente ciúme de saber que seu marido transou comigo?" Ela me olhou de novo com aquele jeito frio "Não, por que eu me incomodaria? Ontem você não transou com ele, fui eu, ele nunca vai saber. Agora responde a pergunta que eu fiz: foi bom ou não?" Respirei fundo e falei "Sim, senhora, o senhor Alonso me comeu muito bem, fiquei totalmente satisfeita". Dona Karoll me olhou por um segundo e virou os olhos de novo pra pista "Sabe que te quero como uma filha, gosto muito de você, Ashley. Mas isso, preciso que fique só entre a gente. Se um dia você falar disso com alguém, vai ter que estar pronta pra arrumar suas coisas e vazar da minha casa". Aí chegamos no shopping. Naquele dia, dona Karoll comprou roupa, tanto pra ela quanto pra mim. Ela foi muito boa comigo.
A FILHA ADOTIVA TOMANDO O LUGAR DA PATROA

Passaram-se vários dias, eu como de costume seguia nas minhas funções de direção dos negócios secretos do senhor Alonso, a esposa dele, Karoll, era feliz ao lado dele, tudo parecia normal. Anig continuava me tratando muito bem, eu, por minha vez, desviei um pouco meu olhar de Zuzuki, sabia que ele tinha algo com a irmã dele, mas não tinha provas pra comprovar, descobrir a Anig deixou de ser importante pra mim. Aos poucos, fui reparando no senhor Alonso, que até então eu deixava de ver como um pai pra começar a ver como meu amante, como meu homem. Às vezes, desejava que aquele ato entre ele e eu se repetisse. A senhora Karoll se apegou mais a mim desde aquela vez, algumas vezes pedia pra eu buscá-la na saída do trabalho. Parecia que a senhora Karoll tinha deixado aquele assunto pra trás, mas naquele dia que vínhamos no carro, eu estava dirigindo... "Ash, hoje à noite chega uma encomenda da minha irmã Ketzaly, que está na Bolívia, um medicamento muito especial que quero dar ao meu marido sem que ele saiba." Achei muito curioso o que ela disse: "Senhora Karoll, a senhora sabe muito bem que eu devo lealdade ao senhor Alonso, por favor, não me peça pra fazer algo pelas costas dele ou sem que ele saiba." "Ashley, é exatamente isso que vou te pedir. Não é um medicamento pra fazer mal, muito pelo contrário, é um remédio que vai fortalecer ele sexualmente. Quero fazer ele se sentir bem." Me incomoda muito esconder coisas do senhor Alonso, apertei o volante do carro em sinal de discordância: "Senhora Karoll, por favor, não me peça pra faltar com minha lealdade." "Não se preocupe, você não vai faltar com a lealdade dele, você vai distrair ele e eu vou dar a taça com o medicamento. Pra o que realmente preciso de você é o que vai acontecer depois." Não podia contrariar a dona da casa, ela tinha muito poder, e o senhor Alonso tinha conseguido ter o império que tem graças à senhora Karoll, ela era uma mulher de se temer: "Senhora, me diga, exatamente o que a senhora quer de mim?" "Você acha que eu não percebi Percebi pelo jeito que você olha pro meu marido, dá pra ver nos seus olhos que você deseja ele. Vi como você mexe as pernas quando senta à mesa e o olhar que você lança pra ele. Não é à toa que tenho a idade que tenho."
Por um momento, me senti descoberta. Nunca pensei que tinha sido tão óbvio, ou talvez a senhora Karoll tenha uma visão como poucas mulheres da idade dela...
"Posso ver que você quer ficar de novo com meu marido. Olha só você agora, só de mencionar isso já ficou nervosa."
"Senhora, por favor. Não quero arrumar problema com a senhora."
"Não se preocupa, Ashley. Sei que você não fala com ninguém, que não confia em ninguém, e por isso quero ser sua confidente. Não vou te julgar pelos seus desejos. Eu sei que fui culpada pelo que aconteceu. Só espero que continue me vendo como sua mãe e veja meu marido como seu pai."
As palavras dela pareciam de uma pessoa perversa. Eu não acreditava no que a senhora Karoll estava me dizendo...
"Você já tem idade suficiente pra entender as coisas, e te acolhemos como mais um membro da nossa família. Por isso, oficialmente, bem-vinda à família Ickza-Betancourt. Vou te confessar uma coisa: na real, não tenho vontade de transar com meu marido. Por isso quero que você ocupe meu lugar nas noites em que é minha vez de dar pra ele."
"Senhora Karoll, tem certeza do que está me pedindo?"
"Sim, claro. Mas preciso que você faça ele acreditar que você sou eu."
"E como é que eu vou conseguir fazer isso?"
"Pra isso serve o remédio que minha irmã me manda. Vamos dar o medicamento pra ativar ele sexualmente, funciona como um Viagra, mas mais forte. Depois vou dar umas doses pra embebedar ele e aí a gente faz a troca."
A ideia não podia ser melhor. Eu gostava do senhor Alonso como homem. Era um cara de 53 anos, de corpo forte, magro, muito parecido com o Zuzuki, só que com cabelos grisalhos na maior parte da cabeça. A ideia realmente me agradava...
"Ashley, a única coisa que vou te pedir é que controle suas emoções e não vá se apaixonar por ele. Também penso em te aplicar injeção todo mês pra evitar que você engravide, é muito importante que isso não aconteça.
DE NOVO NO PARAÍSO COM SEU AMADO

À noite, lá pras 7 horas, chegou um pacote por encomenda aérea, era o remédio. A dona Karoll recebeu e guardou no quarto dela na hora.
Mais tarde, lá pras 10 da noite, o seu Alonso tava na varanda de casa brincando com a filha dele, a Tânia, e tinha uma garrafa de vinho francês, um dos favoritos dele. Ele pediu pra esposa, a Karoll, servir ele. Na hora que ela entregou a taça, a dona Karoll me olhou como quem diz que era um teste pra ver como o remédio ia funcionar. Uns quinze minutos depois, o seu Alonso levantou e falou que tava tonto, foi pro quarto dele...
"Meu amor, vou deitar um pouco na cama, tô meio tonto, acho que o vinho francês tá forte demais"
A dona Karoll entrou no quarto dela com uma garrafa de vinho numa mão e uma taça na outra. Antes de entrar, ela fez sinal pra eu fechar a casa e apagar as luzes. A Anig tava no quarto dela, parecendo que tava discutindo com a irmã, a Zahia, enquanto a Zuzuki já tinha ido pro quarto dela fazia um tempão. A Tânia tava dormindo; e eu tava na sala, esperando as ordens da dona Karoll.
Passou umas meia hora quando a dona Karoll saiu do quarto dela e me mandou entrar. Enquanto eu entrava, ela foi brigar com a Anig e a Zahia, mandou elas dormirem.
Eu, por minha vez, no quarto do seu Alonso, ele tava deitado na cama, bem bebido. Sentei na beirada da cama, e aí a dona Karoll entrou...
"Todo mundo já tá dormindo. Vou ficar no quarto do meu filho. Volto às 4 da manhã. Eu sei que você gostou muito da última vez, aproveita" A dona Karoll foi embora e me deixou sozinha com o Alonso.
Devagarzinho, fui tirando a roupa, a luz tava apagada, meu coração acelerado, eu queria muito ficar com o seu Alonso. Achava estranho que a dona Karoll não quisesse ficar com o marido dela.
Naquela noite, lembrei de novo como meu patrão me fez mulher dele, fui dele outra vez, ele me chamava de "Karoll", na verdade achava que eu era a esposa dele. Eu não sabia o que a dona Karoll fazia com o marido dela pra fazer ele acreditar que eu era ela, por um momento desejei que ele percebesse que estava transando comigo e não com a esposa.
Senti o cilindro de carne dura dele penetrando em mim, o pau dele entrava e saía com violência, duro como pedra, o remédio trazido da Bolívia tinha funcionado mesmo e eu tava adorando, ele apertou meus peitos, eu tava completamente nua, e tava adorando mesmo, me excitava saber que tinha a ajuda da minha patroa Karoll...
Subi em cima dele, depois ele por cima de mim, depois de conchinha, trocamos de posição várias vezes, tudo muito gostoso; a posição que eu mais curti foi quando ele me colocou de quatro como se eu fosse a putinha dele, nessa posição ele me puxou pelo cabelo enquanto me metia na buceta com força, dava pra ouvir o som das minhas nádegas batendo na pélvis dele, com uma mão me segurava pelo cabelo e com a outra me agarrava pela cintura, eu tava totalmente entregue ao prazer...
Meus gemidos eram incontroláveis "Alonso, Alonso... Continua!..."
Naquela noite a gente transou de um jeito selvagem e muito gostoso...
No final, eu dormi no peito dele, os dois pelados, só cobertos pelo lençol da cama.
A PATROA TRANSFORMA A FILHA ADOTIVA EM ESCRAVA

Quando acordei, olhei pro meu relógio, ah não!, eram seis da manhã e a dona Karoll não tinha chegado, parece que ela tinha dormido. Levantei e coloquei minha roupa de dormir, o senhor Alonso ainda tava dormindo. Quando fui sair do quarto, o senhor Alonso me chamou: "Ashley, bom dia, o que você faz aqui?" Eu me assustei, olhei pra ele: "Ahm, éhhh, ouvi sua voz e vim, pensei que tinha algo errado, mas parece que você tava dormindo."
"Ah, me desculpe, devia estar sonhando." Nessa hora, a dona Karoll chegou...
"Meu amor, bom dia, cadê você?"
A dona Karoll olhou pra mim: "Acordei cedo pra ir ao banheiro, depois vi que a luz do quarto da Tânia tava acesa, entrei e apaguei, aí deitei do lado dela e acabei dormindo... e você, Ashley, o que faz aqui?"
Eu ia responder, mas o senhor Alonso me interrompeu: "Ela entrou no quarto porque ouviu vozes, parece que era eu dormindo, ela pensou que tinha algo errado e veio ver o que era. Meu amor, já te falei que não gosto de ficar sozinho."
A dona Karoll sentou na beira da cama: "É, desculpa, me perdoa."
Nessa hora, o senhor Alonso olhou por baixo do lençol e percebeu que tava pelado: "Ah, acho que perdi minha roupa, devo ter bebido demais..."
Nessa hora, arrumei meu cabelo num coque e só falei: "Bom, vou me retirar, com licença."
A dona Karoll balançou a cabeça em sinal de aprovação: "Muito obrigada, Ashley. Valeu por tudo." Eu olhei pra ela e saí...
Mas achei estranho que a dona Karoll não tenha contado pro marido que ficou no quarto do Zuzuki. Tava no meu quarto pensando nas coisas que rolaram naquele dia, pensei que seria mais fácil dizer que ficou no quarto da pequena Tânia do que ter passado a noite toda no quarto do filho dela.
Não podia acreditar no que tava rolando. Tava deitada na minha cama olhando pro teto, ainda vestindo a roupa de dormir da dona Karoll. Pensei que, se o senhor Alonso tivesse me perguntado por que eu tava com aquela roupa, não ia saber o que responder. Daí, pouco depois, bateram na porta do quarto. Era a dona Karoll Lucía. Abri, ela entrou, fechou a porta pra ficarmos a sós...
“Como foi a noite?”
Sentei na cama, ela sentou na minha frente. “Bom, transei com ele, foi muito gostoso.”
“Que bom. Percebeu alguma coisa estranha?”
Fiquei pensando. “Sim, o pau dele tava muito duro, e ele demorou pra caralho transando, quase uma hora, não sei direito.”
“Deve ter sido o remédio, minha irmã me recomendou. Lembra que isso não pode vazar. Ele te reconheceu?”
“Não, acho que não. Ele me chamou de Karoll o tempo todo.”
“Muito bem.”
Depois ela me contou como, antigamente, os senhores tinham escravas que serviam seus amos. Essas escravas recebiam ordens das esposas dos senhores, e eram elas que aprovavam se deviam dormir com os maridos. Algumas até davam filhos a eles. No fim da historinha...
“Você é essa escrava, e eu sou sua ama. Mas também te considero como uma filha.”
Foi assim que aquela manhã estranha terminou, na casa em Cartagena.
TUDO VOLTA AO NORMAL, MAS...
![Ashley [Parte 4]: Começo de um romance inesperado Ashley [Parte 4]: Começo de um romance inesperado](http://ramenparados.com/wp-content/uploads/2018/06/Wotaku-Koi-wa-Muzukashii-1000x600.jpg)
Depois disso, as coisas seguiram normais: eu trabalhando no negócio secreto do senhor Alonso; Karoll trabalhando como funcionária pública; Zahia e Tania estudando no colégio; Anig na faculdade, enquanto Zuzuki trabalhava.
O senhor Alonso não queria mais que eu fosse em missões, mas não falou isso diretamente — só que, na hora de fazer as missões, ele já não pedia pra eu ir. Ele queria que eu as comandasse da fazenda do Atlântico, tipo uma diretora. Eu continuava acompanhando ele nas reuniões de negócio, e às vezes ele pedia pra eu fazer umas apresentações pros sócios, já que eu cuidava de toda parte financeira da família. Aos poucos, minha vida de espiã foi virando uma vida mais executiva. As roupas mais comuns foram ficando mais elegantes, bem parecidas com as da dona Karoll.
O senhor Alonso me pediu pra trabalhar no escritório dele, naquele trampo decente dele, um escritório do governo que não posso falar o nome. Foi aí que virei a secretária dele. Naquele ano, o senhor Alonso trocou meus sobrenomes pelos dele e da esposa, fez toda a papelada pra eu virar filha adotiva dele. Assim, meus documentos com os sobrenomes deles deixaram de ser falsos e viraram reais. A dona Karoll ficou toda feliz, já os filhos dela, principalmente a Zahia, não aceitavam que eu passasse a ser a irmã mais velha deles.
Continua na próxima parte.
https://docs.zoho.com/file/dr8r961761386a49342d2816dd76d00b4e66c
Fala Anig (Na terceira pessoa):
ASHLEY COMO FILHA DO SENHOR ALONSO
Pra 2013, a Ashley já controlava todo o negócio do senhor Alonso. A mina das missões, conhecida no mundo do crime como "Anjo Negro", nenhum dos inimigos do senhor Alonso sabia quem atacava eles, quem era o dedo-duro. Os inimigos só sabiam que era uma mulher com habilidades especiais, mas não conheciam a cara dela. Cada segurança da fazenda era gente de confiança total, uns caras brutos trazidos de várias partes do mundo, tinha poucos seguranças colombianos nessa fazenda.
Ashley era a garota número 1 de confiança do senhor Alonso, ele levava ela pra todo canto, tanto nas reuniões de trabalho normais quanto nos encontros secretos com políticos corruptos do mesmo partido. O senhor Alonso apresentava a Ashley como se fosse a filha mais velha dele, tudo isso com a cumplicidade da esposa Karoll.
Nas festas de trabalho do Alonso, que mais pareciam encontros chatos da alta burguesia costeira, a Ashley costumava se vestir bem elegante, com vestidos inteiros e saltos altos que faziam ela parecer uma rainha de verdade, nada a ver com a roupa normal que ela usava quando ia pra fazenda no Atlântico.
O senhor Alonso costumava dançar com ela por um bom tempo enquanto sua esposa Karoll observava os dois sorrindo da mesa, esperando que terminassem. Para as outras pessoas, era normal um pai dançar com a filha. Karoll não via mal nesse tipo de carinho, já que Alonso acolheu Ashley desde muito nova. Muitas vezes, as palavras de afeto de Alonso para a jovem eram: "Minha princesa, minha rainha, minha amada filha". Inclusive, Ashley tinha uma identidade falsa com o sobrenome do senhor Alonso e de Karoll, como se fosse realmente a filha mais velha deles. Durante essas reuniões, Ashley era o centro das atenções quando o assunto era beleza. Seu jeito jovem e seus movimentos delicados, quase milimétricos, ao sentar, ao pegar uma taça, ao olhar para as pessoas, eram dignos de uma rainha. Ela foi treinada para se comportar assim durante sua estadia na Ásia. A aparência física de Ashley era muito parecida com a de Anig, o que reforçava a fachada de Ashley como filha de Alonso. Intencionalmente, o penteado de Ashley era igual ao de Anig, por ordens do senhor Alonso.
Nos eventos especiais do senhor Alonso, ele costumava levar a esposa Karoll, a Ashley e a Anig. Apresentava Anig e Ashley como suas duas filhas; Karoll, que tinha um papel muito importante no trabalho formal do senhor Alonso como advogada principal da defesa dele em momentos em que Alonso enfrentava problemas legais, era ela quem mostrava uma aparência de felicidade absoluta.
UMA NOITE INESPERADA
![Ashley [Parte 4]: Começo de um romance inesperado Ashley [Parte 4]: Começo de um romance inesperado](https://i.pinimg.com/originals/7b/08/a5/7b08a593af6de86c6d9b9cf59acc4b6a.jpg)
Certa vez, voltando pra casa depois de um daqueles eventos chiques da alta política, o senhor Alonso tinha bebido pra caralho. A esposa dele, Karoll, é quem tava dirigindo. No banco de trás do carro iam Anig e Ashley...
A dona Karoll pergunta pra Ashley sobre os filhos: “Ashley, o que é que Zuzuki, Tânia e Zahia ficaram fazendo?”
“Dona, a Zuzuki ficou vendo filme com as duas filhas dela até meia-noite. Depois ela me ligou pra avisar que iam dormir e pediu pra gente não fazer barulho quando entrasse.”
“Tá bom, coloquem o cinto de segurança que vou acelerar um pouco porque tô vendo que meu marido tá bem ruim.”
A dona Karoll acelera um pouco o carro. Quando chegam em casa, Ashley com a ajuda da Anig consegue levar o senhor Alonso pro quarto dele...
A dona Karoll não aguenta o cheiro de bebida, ela odeia, dá até ânsia de vômito. Mas ela também sabe que o marido não gosta de dormir sozinho. Se o senhor Alonso acordar de madrugada e não encontrar a esposa, ele fica puto pra caralho. Por isso...
Fala aqui é a Ashley (em primeira pessoa):
Anig, já são duas da manhã, vai pro teu quarto agora. Eu vou cuidar do meu marido com a ajuda da Ashley."
"Tá bom, mãe!"
Assim que Anig foi pro quarto dele, a dona Karoll me disse: "Ashley, vou te pedir um favor especial: preciso que você durma na minha cama com meu marido esta noite. Se ele acordar de madrugada, quero que você cuide dele. Só não acenda a luz pra ele não perceber que é você, senão ele pode ficar puto. Isso que tô pedindo precisa ficar em segredo. É que não aguento o cheiro de cachaça dele, me dá ânsia. Eu vou dormir no quarto com meu filho esta noite."
"Senhora, eu sempre cumpro suas ordens, mas e se o seu Alonso me tocar pensando que é a senhora? O que eu faço?"
"Relaxa, você dá corda. Acha que consegue?"
"Sim, consigo. E a senhora não vai ficar brava?"
"Eu brava? Não, de jeito nenhum, confio muito em você. Só peço que isso fique entre a gente."
A dona Karoll vestiu a roupa de dormir dela.
"Olha, ali tem uma roupa de dormir igual a que tô usando. Veste ela. Acho que ele não vai perceber, mas se ele te tocar de noite, é melhor que você esteja com a minha roupa. Às 7 da manhã eu volto, a essa hora acho que ele ainda não acordou."
Foi assim que fiquei no quarto do seu Alonso, do lado dele, dormindo na cama de casal.
Quando as luzes se apagaram, eu tava meio nervosa dormindo ao lado dele. Sabia que ele tava bêbado e pensava comigo mesma que ele não ia acordar. Naquela época, eu era uma mulher sozinha, sem namorado, virgem, cheia de vontade... sem chance de ter alguém. Eu gostava do Zuzuki, mas achava complicado porque no meio tinha o Anig e a tia Karolyne. Não tinha certeza, mas desconfiava que o Zuzuki transava com a irmã e a tia dele.
A FILHA ADOTIVA PERDE A VIRGINDADE

No meio da noite, já quase dormindo, senti a mão do senhor Alonso em cima de mim, sobre minha barriga, como se estivesse me abraçando. Eu me assustei, fiquei imóvel, por um momento pensei que ele fosse acordar, mas não acordou. Depois de um tempo, ele moveu a mão e colocou sobre meus peitos, devo dizer que fiquei excitada. Foi então que o abracei, e ele, no meio da bebedeira, correspondeu ao meu abraço. Me apertou entre os braços, eu me virei de costas para ele, ficando de "colherzinha", e encostei minha bunda no pau dele. Devagar, senti o pau dele endurecer, e isso me excitou pra caralho. Na minha mente passava a imagem da senhora Karoll, a confiança que ela tinha em mim, eu não podia decepcioná-la, mas meu coração estava acelerado, minha excitação só aumentava, e quase sem perceber, eu mexi minha bunda no pau dele, o que deixou ele mais duro ainda. Ele colocou a mão na minha cintura, como se fosse me pegar por trás devagar, e no meio da escuridão eu ouvi algumas palavras dele: "Meu amor, Karoll, me satisfaz esta noite". Essas palavras me encheram de nervosismo, e então ele foi baixando minha calcinha devagar, e eu adorei aquilo. Foi aí que decidi aproveitar a situação e ceder aos desejos dele. Eu facilitei pra ele tirar minha calcinha e depois tirei a camisola de dormir que estava usando. Fiquei completamente pelada, então subi em cima dele e deixei o pau dele me penetrar até o fundo. Minha buceta estava toda molhada, senti o pau dele entrando com força, e minha virgindade foi arrancada naquela noite. Enquanto a gente transava naquela posição, eu fui me entregando cada vez mais para ele. Meus peitos virgens foram apertados, chupados, minha bunda foi toda apalpada, e meus gemidos encheram o quarto de casamento dele. Aquela noite foi a primeira vez que transei com meu patrão. Lembro que naquele dia eu queria muito experimentar sexo oral, queria que ele me chupasse, então, aproveitando a cumplicidade da escuridão, me coloquei em cima da boca dele com minhas pernas. abertas, ele deitado de barriga pra cima na cama, nessa posição ele me chupou e não só a buceta, também passou a língua bem devagar pelo meu cu, foi um beijo grego muito gostoso e prazeroso. Apesar de ele estar bêbado, foi muito delicado comigo, me tratou como uma deusa.
Naquela época eu tinha 25 anos e ele 53. Naquela noite, dormi abraçada nele como se fôssemos casados, pelada em cima dele, minha cabeça apoiada no peito dele e a mão dele me abraçando e me envolvendo. O lençol cobria metade dos nossos corpos. Eu tava feliz por ter feito aquilo. Às 7 horas em ponto, a dona Karoll chegou e me encontrou dormindo abraçada com o seu Alonso. Ela me acordou com cuidado, só a mim. Eu me assustei, porque tava completamente pelada, e a roupa de dormir que ela tinha me dado estava toda espalhada pelo chão e parte na cama. A calcinha eu não achava. Ela fez sinal pra eu deixar aquilo assim, me deu uma toalha...
— Ashley, sai. A gente conversa sobre isso depois. Por enquanto, é muito importante que meu marido não descubra o que aconteceu aqui. Lembra: você não transou com meu marido, fui eu, ok? Nada disso pra ninguém.
Eu tava quase chorando de vergonha. Ela me disse quase sussurrando:
— Ei, não aconteceu nada, fica tranquila. Não tô brava com você. Você só fez o que tinha que fazer, fez o que eu pedi, você deu pra ele.
Saí do quarto dela e fui direto pro banheiro. Chorei por um bom tempo, mas depois me acalmei. A dona Karoll parecia tranquila, sem raiva, sem estar puta comigo.
TUDO EM SEGREDO

De tarde, a dona Karoll me pediu pra acompanhar ela no shopping comprar umas roupas. No caminho pro shopping no carro dela, quase não trocamos palavra, o clima tava tenso, ela só falou "Obrigada". Eu olhei pra ela "Posso saber por que cê tá me agradecendo?" Ela respondeu "Por agradar meu marido, por cumprir minhas ordens mesmo que pareçam difíceis". Eu fiquei com vergonha do que tinha rolado. Enquanto dirigia, ela virava pra me olhar, o olhar dela era bem sério, aí perguntou "Posso saber como foi?" Eu meio que desmontei com a pergunta "Como assim? Do que cê tá falando?" Ela me olhou por um segundo enquanto voltava a atenção pra estrada "Sim, quero saber se cê gostou, acho que é sua primeira vez, e quero saber se a experiência foi boa pra você". Eu virei pra olhar ela "Sim, é minha primeira vez, mas antes de responder, quero saber se isso não te incomoda, cê não sente ciúme de saber que seu marido transou comigo?" Ela me olhou de novo com aquele jeito frio "Não, por que eu me incomodaria? Ontem você não transou com ele, fui eu, ele nunca vai saber. Agora responde a pergunta que eu fiz: foi bom ou não?" Respirei fundo e falei "Sim, senhora, o senhor Alonso me comeu muito bem, fiquei totalmente satisfeita". Dona Karoll me olhou por um segundo e virou os olhos de novo pra pista "Sabe que te quero como uma filha, gosto muito de você, Ashley. Mas isso, preciso que fique só entre a gente. Se um dia você falar disso com alguém, vai ter que estar pronta pra arrumar suas coisas e vazar da minha casa". Aí chegamos no shopping. Naquele dia, dona Karoll comprou roupa, tanto pra ela quanto pra mim. Ela foi muito boa comigo.
A FILHA ADOTIVA TOMANDO O LUGAR DA PATROA

Passaram-se vários dias, eu como de costume seguia nas minhas funções de direção dos negócios secretos do senhor Alonso, a esposa dele, Karoll, era feliz ao lado dele, tudo parecia normal. Anig continuava me tratando muito bem, eu, por minha vez, desviei um pouco meu olhar de Zuzuki, sabia que ele tinha algo com a irmã dele, mas não tinha provas pra comprovar, descobrir a Anig deixou de ser importante pra mim. Aos poucos, fui reparando no senhor Alonso, que até então eu deixava de ver como um pai pra começar a ver como meu amante, como meu homem. Às vezes, desejava que aquele ato entre ele e eu se repetisse. A senhora Karoll se apegou mais a mim desde aquela vez, algumas vezes pedia pra eu buscá-la na saída do trabalho. Parecia que a senhora Karoll tinha deixado aquele assunto pra trás, mas naquele dia que vínhamos no carro, eu estava dirigindo... "Ash, hoje à noite chega uma encomenda da minha irmã Ketzaly, que está na Bolívia, um medicamento muito especial que quero dar ao meu marido sem que ele saiba." Achei muito curioso o que ela disse: "Senhora Karoll, a senhora sabe muito bem que eu devo lealdade ao senhor Alonso, por favor, não me peça pra fazer algo pelas costas dele ou sem que ele saiba." "Ashley, é exatamente isso que vou te pedir. Não é um medicamento pra fazer mal, muito pelo contrário, é um remédio que vai fortalecer ele sexualmente. Quero fazer ele se sentir bem." Me incomoda muito esconder coisas do senhor Alonso, apertei o volante do carro em sinal de discordância: "Senhora Karoll, por favor, não me peça pra faltar com minha lealdade." "Não se preocupe, você não vai faltar com a lealdade dele, você vai distrair ele e eu vou dar a taça com o medicamento. Pra o que realmente preciso de você é o que vai acontecer depois." Não podia contrariar a dona da casa, ela tinha muito poder, e o senhor Alonso tinha conseguido ter o império que tem graças à senhora Karoll, ela era uma mulher de se temer: "Senhora, me diga, exatamente o que a senhora quer de mim?" "Você acha que eu não percebi Percebi pelo jeito que você olha pro meu marido, dá pra ver nos seus olhos que você deseja ele. Vi como você mexe as pernas quando senta à mesa e o olhar que você lança pra ele. Não é à toa que tenho a idade que tenho."
Por um momento, me senti descoberta. Nunca pensei que tinha sido tão óbvio, ou talvez a senhora Karoll tenha uma visão como poucas mulheres da idade dela...
"Posso ver que você quer ficar de novo com meu marido. Olha só você agora, só de mencionar isso já ficou nervosa."
"Senhora, por favor. Não quero arrumar problema com a senhora."
"Não se preocupa, Ashley. Sei que você não fala com ninguém, que não confia em ninguém, e por isso quero ser sua confidente. Não vou te julgar pelos seus desejos. Eu sei que fui culpada pelo que aconteceu. Só espero que continue me vendo como sua mãe e veja meu marido como seu pai."
As palavras dela pareciam de uma pessoa perversa. Eu não acreditava no que a senhora Karoll estava me dizendo...
"Você já tem idade suficiente pra entender as coisas, e te acolhemos como mais um membro da nossa família. Por isso, oficialmente, bem-vinda à família Ickza-Betancourt. Vou te confessar uma coisa: na real, não tenho vontade de transar com meu marido. Por isso quero que você ocupe meu lugar nas noites em que é minha vez de dar pra ele."
"Senhora Karoll, tem certeza do que está me pedindo?"
"Sim, claro. Mas preciso que você faça ele acreditar que você sou eu."
"E como é que eu vou conseguir fazer isso?"
"Pra isso serve o remédio que minha irmã me manda. Vamos dar o medicamento pra ativar ele sexualmente, funciona como um Viagra, mas mais forte. Depois vou dar umas doses pra embebedar ele e aí a gente faz a troca."
A ideia não podia ser melhor. Eu gostava do senhor Alonso como homem. Era um cara de 53 anos, de corpo forte, magro, muito parecido com o Zuzuki, só que com cabelos grisalhos na maior parte da cabeça. A ideia realmente me agradava...
"Ashley, a única coisa que vou te pedir é que controle suas emoções e não vá se apaixonar por ele. Também penso em te aplicar injeção todo mês pra evitar que você engravide, é muito importante que isso não aconteça.
DE NOVO NO PARAÍSO COM SEU AMADO

À noite, lá pras 7 horas, chegou um pacote por encomenda aérea, era o remédio. A dona Karoll recebeu e guardou no quarto dela na hora.
Mais tarde, lá pras 10 da noite, o seu Alonso tava na varanda de casa brincando com a filha dele, a Tânia, e tinha uma garrafa de vinho francês, um dos favoritos dele. Ele pediu pra esposa, a Karoll, servir ele. Na hora que ela entregou a taça, a dona Karoll me olhou como quem diz que era um teste pra ver como o remédio ia funcionar. Uns quinze minutos depois, o seu Alonso levantou e falou que tava tonto, foi pro quarto dele...
"Meu amor, vou deitar um pouco na cama, tô meio tonto, acho que o vinho francês tá forte demais"
A dona Karoll entrou no quarto dela com uma garrafa de vinho numa mão e uma taça na outra. Antes de entrar, ela fez sinal pra eu fechar a casa e apagar as luzes. A Anig tava no quarto dela, parecendo que tava discutindo com a irmã, a Zahia, enquanto a Zuzuki já tinha ido pro quarto dela fazia um tempão. A Tânia tava dormindo; e eu tava na sala, esperando as ordens da dona Karoll.
Passou umas meia hora quando a dona Karoll saiu do quarto dela e me mandou entrar. Enquanto eu entrava, ela foi brigar com a Anig e a Zahia, mandou elas dormirem.
Eu, por minha vez, no quarto do seu Alonso, ele tava deitado na cama, bem bebido. Sentei na beirada da cama, e aí a dona Karoll entrou...
"Todo mundo já tá dormindo. Vou ficar no quarto do meu filho. Volto às 4 da manhã. Eu sei que você gostou muito da última vez, aproveita" A dona Karoll foi embora e me deixou sozinha com o Alonso.
Devagarzinho, fui tirando a roupa, a luz tava apagada, meu coração acelerado, eu queria muito ficar com o seu Alonso. Achava estranho que a dona Karoll não quisesse ficar com o marido dela.
Naquela noite, lembrei de novo como meu patrão me fez mulher dele, fui dele outra vez, ele me chamava de "Karoll", na verdade achava que eu era a esposa dele. Eu não sabia o que a dona Karoll fazia com o marido dela pra fazer ele acreditar que eu era ela, por um momento desejei que ele percebesse que estava transando comigo e não com a esposa.
Senti o cilindro de carne dura dele penetrando em mim, o pau dele entrava e saía com violência, duro como pedra, o remédio trazido da Bolívia tinha funcionado mesmo e eu tava adorando, ele apertou meus peitos, eu tava completamente nua, e tava adorando mesmo, me excitava saber que tinha a ajuda da minha patroa Karoll...
Subi em cima dele, depois ele por cima de mim, depois de conchinha, trocamos de posição várias vezes, tudo muito gostoso; a posição que eu mais curti foi quando ele me colocou de quatro como se eu fosse a putinha dele, nessa posição ele me puxou pelo cabelo enquanto me metia na buceta com força, dava pra ouvir o som das minhas nádegas batendo na pélvis dele, com uma mão me segurava pelo cabelo e com a outra me agarrava pela cintura, eu tava totalmente entregue ao prazer...
Meus gemidos eram incontroláveis "Alonso, Alonso... Continua!..."
Naquela noite a gente transou de um jeito selvagem e muito gostoso...
No final, eu dormi no peito dele, os dois pelados, só cobertos pelo lençol da cama.
A PATROA TRANSFORMA A FILHA ADOTIVA EM ESCRAVA

Quando acordei, olhei pro meu relógio, ah não!, eram seis da manhã e a dona Karoll não tinha chegado, parece que ela tinha dormido. Levantei e coloquei minha roupa de dormir, o senhor Alonso ainda tava dormindo. Quando fui sair do quarto, o senhor Alonso me chamou: "Ashley, bom dia, o que você faz aqui?" Eu me assustei, olhei pra ele: "Ahm, éhhh, ouvi sua voz e vim, pensei que tinha algo errado, mas parece que você tava dormindo."
"Ah, me desculpe, devia estar sonhando." Nessa hora, a dona Karoll chegou...
"Meu amor, bom dia, cadê você?"
A dona Karoll olhou pra mim: "Acordei cedo pra ir ao banheiro, depois vi que a luz do quarto da Tânia tava acesa, entrei e apaguei, aí deitei do lado dela e acabei dormindo... e você, Ashley, o que faz aqui?"
Eu ia responder, mas o senhor Alonso me interrompeu: "Ela entrou no quarto porque ouviu vozes, parece que era eu dormindo, ela pensou que tinha algo errado e veio ver o que era. Meu amor, já te falei que não gosto de ficar sozinho."
A dona Karoll sentou na beira da cama: "É, desculpa, me perdoa."
Nessa hora, o senhor Alonso olhou por baixo do lençol e percebeu que tava pelado: "Ah, acho que perdi minha roupa, devo ter bebido demais..."
Nessa hora, arrumei meu cabelo num coque e só falei: "Bom, vou me retirar, com licença."
A dona Karoll balançou a cabeça em sinal de aprovação: "Muito obrigada, Ashley. Valeu por tudo." Eu olhei pra ela e saí...
Mas achei estranho que a dona Karoll não tenha contado pro marido que ficou no quarto do Zuzuki. Tava no meu quarto pensando nas coisas que rolaram naquele dia, pensei que seria mais fácil dizer que ficou no quarto da pequena Tânia do que ter passado a noite toda no quarto do filho dela.
Não podia acreditar no que tava rolando. Tava deitada na minha cama olhando pro teto, ainda vestindo a roupa de dormir da dona Karoll. Pensei que, se o senhor Alonso tivesse me perguntado por que eu tava com aquela roupa, não ia saber o que responder. Daí, pouco depois, bateram na porta do quarto. Era a dona Karoll Lucía. Abri, ela entrou, fechou a porta pra ficarmos a sós...
“Como foi a noite?”
Sentei na cama, ela sentou na minha frente. “Bom, transei com ele, foi muito gostoso.”
“Que bom. Percebeu alguma coisa estranha?”
Fiquei pensando. “Sim, o pau dele tava muito duro, e ele demorou pra caralho transando, quase uma hora, não sei direito.”
“Deve ter sido o remédio, minha irmã me recomendou. Lembra que isso não pode vazar. Ele te reconheceu?”
“Não, acho que não. Ele me chamou de Karoll o tempo todo.”
“Muito bem.”
Depois ela me contou como, antigamente, os senhores tinham escravas que serviam seus amos. Essas escravas recebiam ordens das esposas dos senhores, e eram elas que aprovavam se deviam dormir com os maridos. Algumas até davam filhos a eles. No fim da historinha...
“Você é essa escrava, e eu sou sua ama. Mas também te considero como uma filha.”
Foi assim que aquela manhã estranha terminou, na casa em Cartagena.
TUDO VOLTA AO NORMAL, MAS...
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Depois disso, as coisas seguiram normais: eu trabalhando no negócio secreto do senhor Alonso; Karoll trabalhando como funcionária pública; Zahia e Tania estudando no colégio; Anig na faculdade, enquanto Zuzuki trabalhava.
O senhor Alonso não queria mais que eu fosse em missões, mas não falou isso diretamente — só que, na hora de fazer as missões, ele já não pedia pra eu ir. Ele queria que eu as comandasse da fazenda do Atlântico, tipo uma diretora. Eu continuava acompanhando ele nas reuniões de negócio, e às vezes ele pedia pra eu fazer umas apresentações pros sócios, já que eu cuidava de toda parte financeira da família. Aos poucos, minha vida de espiã foi virando uma vida mais executiva. As roupas mais comuns foram ficando mais elegantes, bem parecidas com as da dona Karoll.
O senhor Alonso me pediu pra trabalhar no escritório dele, naquele trampo decente dele, um escritório do governo que não posso falar o nome. Foi aí que virei a secretária dele. Naquele ano, o senhor Alonso trocou meus sobrenomes pelos dele e da esposa, fez toda a papelada pra eu virar filha adotiva dele. Assim, meus documentos com os sobrenomes deles deixaram de ser falsos e viraram reais. A dona Karoll ficou toda feliz, já os filhos dela, principalmente a Zahia, não aceitavam que eu passasse a ser a irmã mais velha deles.
Continua na próxima parte.
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