A Gostosinha Novinha
Com o Selo de Prazer e Taradez…
E aí, galera, vou contar uma experiência que mudou minha vida. Tudo começou quando eu estudava arquitetura, lembro que estava no sétimo semestre, tinha uns 20 anos na época. Graças ao futebol que praticava, tinha um físico muito bom, era magro e tenho 1,70m. Vou me chamar de Antonio, e tudo mudou quando conheci a Lorena – é assim que vou chamar minha parceira de aventura.
Bom, começou assim: um dia desses, minha mãe me pediu para ir buscar umas coisas que ela precisava pra comida. Fui até a mercearia e, ao entrar, a primeira visão foram duas mulheres de costas. A primeira era uma senhora magra, com uma saia longa e blusa, cabelo comprido. Mas quem chamou minha atenção foi a acompanhante dela, vestindo uma regata sem manga e um shortinho curtíssimo que deixava ver uma bunda muito bem feita, que me deixou de pau duro na hora.
Entrei e cumprimentei com um “boa tarde”, o que fez as duas virarem. Aí pude ver que eram mãe e filha, as duas muito gatas, mas a novinha com uma carinha de anjo que me fez pensar: como uma mina da minha idade, com cara de santa, podia ter aquele corpo? E como a mãe dela deixava ela se vestir daquele jeito? Depois eu descobriria, como já aconteceu outras vezes, que as aparências enganam.
Comprei o que precisava e fui embora com a imagem daquela novinha na cabeça, que não saiu por vários dias, mesmo sem ter visto ela de novo depois da mercearia. Até que um dia minha mãe comentou que uma amiga de infância dela tinha voltado a morar na comunidade, e que a filha dela estava com dificuldade em matemática – e ela tinha me indicado pra ajudar a jovem.
No começo, não gostei da ideia, porque já tinha bastante coisa com os estudos da faculdade pra me preocupar com outras. Mas minha mãe falou que a senhora estava disposta a compensar minha ajuda, o que me fez pensar que uma grana extra nunca é demais, ainda mais pra mim naquela época… Esse tempo. Então fomos para a casa da amiga da minha mãe, que eu não reconheci de imediato. Ela nos recebeu, ofereceu um copo de refrigerante e chamou a filha.
— Lore, vem cá, seu professor de matemática acabou de chegar.
Quando Lore apareceu, fiquei surpreso ao ver que era a garota da loja daquela vez. A senhora disse:
— Te apresento minha filha Lorena. Filha, ele é o Antônio, vai te ajudar com matemática, então obedeça no que ele disser.
Ela se aproximou, nos cumprimentou com um beijo no rosto e disse:
— Vamos para meu quarto de estudos, que fica no segundo andar.
Deixamos as senhoras conversando na sala e minha mãe combinou de me ver em casa depois. Quando ficamos sozinhos, a garota me disse:
— Era você que foi comprar na loja aquele dia, né?
Isso me pegou de surpresa, porque pensei que só eu tinha ficado com a imagem dela na cabeça. E ela acrescentou:
— Sabe, você é muito gato.
Fiquei meio nervoso, porque a garota estava sendo muito aberta e cheia de graça. Começamos a aula e, com o tempo, ela foi se aproximando mais de mim, mas não passou disso. Continuamos, e os joguinhos dela — ou pelo menos era assim que eu via — foram aumentando a cada aula. Ela se vestia de um jeito bem provocante, me tocava e fazia qualquer coisa que me deixava a mil. Por exemplo, se estava de saia, deixava um lápis cair e, com a desculpa de pegar, se agachava, me dando um espetáculo. Eu só pensava:
— "Ai, neném, para de brincar com fogo."
Era uma loucura constante. Tanto que eu voltava para casa com o pau duro que não acabava mais e tinha que bater uma pensando naquela garota. Mas nunca pensei em passar dos limites com ela, até que um dia, quando estávamos terminando a aula, ela perguntou:
— Antônio, você tem namorada?
— Não! Por que a pergunta?
— Ah, não acredito nessa! — disse com um tom de irritação. — Alguém tão gostoso como você não pode estar sozinho.
— Acho que não tenho muita sorte com as garotas, isso acontece às vezes.
Surpreendentemente, ela me abraçou e disse:
— Não se preocupa, Antônio, alguém vai aparecer. Deixei gelado.
Terminamos e ela me acompanhou até a porta e, ao nos despedirmos com um beijo como de costume, ela me deu um beijo na boca e se despediu. Fiquei excitado, mas com medo ao mesmo tempo, porque, como já disse, ela era praticamente uma menina para mim. A diferença de idade não era muita, bom, eu já era um cara com experiência — não muita, não era um Don Juan —, mas certamente mais que ela. Então inventei uma desculpa para não dar aulas nos dias seguintes, o que se estendeu por duas semanas sem vê-la, até que a mãe dela ligou e disse que realmente precisava da minha ajuda, já que as provas estavam chegando, e me implorou para ir ajudá-la. Não tive escolha a não ser ir, e ela se comportou como se nada tivesse acontecido. Pelo contrário, teve a ousadia de me perguntar se eu tinha medo dela. Não respondi, mas fiquei irritado. Estava prestes a ir embora quando a mãe dela disse que precisava sair para a cidade por algo urgente e nos deixaria estudando. Ela me disse:
— Me acompanha para se despedir da mamãe.
Descemos e ela deu algum recado para a mãe, se despediu e fechou a porta. Esqueci de mencionar que ela estava vestida com um top que cobria um busto que já se destacava, mas ainda muito pequeno, e na parte de baixo uma leggings preta que deixava admirar em todo o esplendor aquele bumbum lindo que ela tinha.
— Vamos continuar!
Ela foi na frente pela escada, eu fui atrás, e ao subir tive uma visão do seu traseiro que nunca vou esquecer. Eu estava tão hipnotizado vendo aquele rabo que não percebi que ela se abaixou para pegar algo, parando de repente. Sem perceber, praticamente tropecei nela. Ela ficou de bruços, e eu com meu pau bem no meio da sua bunda. Não soube como reagir, então ficamos assim um tempinho, até que ela seguiu caminho com um sorriso malicioso. Vou descrevê-la com mais detalhes: ela não era muito alta, media 1,60m, cabelo castanho avermelhado, pele branca com algumas pintas aqui e ali, coxas grossas que terminavam em um bumbum redondinho, empinadinho, durinho e, bom, enfim, lindo. Seus... tetinhas, eram grandes, do tamanho que cabiam na minha mão, e eu tenho mão de homem adulto, ela tinha um sorriso safado, que me dava vontade de dar um tapa na bunda dela, mas com meu pau. Eu reagi e pedi desculpas, disse que não tinha sido minha intenção, ao que ela riu e falou:
--Relaxa, sem problemas.
Terminamos a aula e de novo ela me acompanhou até a porta e disse que, se eu quisesse, ela podia ir na minha casa dar a aula, ao que eu respondi que não, que eu continuava indo na casa dela, e ela me beijou de novo. No outro dia, comentei com meus pais que ia ficar na casa da amiga da minha mãe, e eles pediram pra eu voltar logo, já que eles tinham que sair e iam voltar tarde pra casa. Eu disse que sim e saí pra me despedir deles. Entrei no banho e quase tinha acabado quando a campainha tocou. Do jeito que deu, me enxaguei, coloquei uma camiseta e um short e fui ver quem era. Qual não foi a surpresa: era, isso mesmo, a Lorena, que do colégio foi direto pra minha casa. Eu falei:
--Mas o que você tá fazendo aqui? Você não pode ficar aqui. --Disse preocupado com o que podia acontecer estando sozinhos. --Você pode me meter numa roubada, sabe.
--É que eu não quero mais te incomodar indo lá todo dia, então vim pra cá.
--Ah. --Falei, não acreditava, mas ela já tava ali.
--Você vai me ter aqui a tarde toda.
Reagi e disse: entra. Aí ela ofereceu a bochecha pra cumprimentar, e quando me aproximei, ela virou a cabeça e meus lábios praticamente beijaram a boca dela. Eu, muito nervoso, olhei pra todos os lados, felizmente ninguém viu. Fiz ela entrar no meu quarto de estudos, que fica do lado do meu quarto, lá tinha minha mesa pra desenhar e uma escrivaninha pra escrever. Então, pra esfriar o clima, ofereci um refri e disse pra ela sentar pra começar a aula. Esqueci de dizer que ela ainda tava com o uniforme da escola: saia xadrez um pouco acima do joelho, blusa branca de botões. Aí a gente começou a estudar e pouco tempo depois ela começou a reclamar que não me entendia porque não conseguia ver direito, então eu perguntei:
--O que você propõe? então.
Ela disse que se sentasse na minha perna veria melhor, eu aceitei sem pensar e arrumei minha cadeira para que ela se sentasse sobre minha perna esquerda e ela disse:
— Agora sim, vejo melhor.
Mas eu já começava a imaginar outras coisas, embora meu subconsciente me dissesse que não podia, que não era certo. Ao sentir aquele bumbum lindo sobre mim, acordou meu pau, que reagiu na hora.
Mas ele estava preso pela minha cueca. Ela, como se estivesse me provocando, se mexia no ritmo de algo que cantarolava, fazendo minha ereção crescer. Eu, querendo sentir um pouco mais, fingi uma cãibra e pedi para ela se levantar um momento. Como ela não estava vendo, tirei meu pau por um lado do short e disse que era alarme falso, que ela podia sentar de novo. Quando ela se sentou, aproveitei com a mão para que a saia não ficasse entre minha perna e ela, e senti um prazer delicioso ao ter o contato da pele dela com minha perna. Minha pica imediatamente buscou aquele lugar para se refugiar, mas esbarrou na calcinha dela. Ela também percebeu e se encostou mais em mim.
— Mmmmnnnnn — ela gemeu.
Esquecemos completamente o que estávamos estudando e só comentamos bobagens, até que me atrevi a perguntar:
— Chega disso! Será que você gosta de mim?
— Sim!
Ela apoiou a cabeça no meu ombro, eu aproveitei e busquei sua boca, que beijei com ansiedade contida. Minhas mãos tocaram seu corpo até que, em um momento, ela se afastou e me disse:
— Vou ao banheiro.
De repente, me senti mal, pois imaginei que tinha abusado dela. Então preparei minhas desculpas e esperei que ela voltasse. Para minha surpresa, ela voltou com alguns botões soltos e notei algo branco no bolso da saia. De volta, ela se sentou de novo sobre minha perna. Ela apenas levantou a saia e se deixou cair sobre mim. Eu, com o medo anterior, só cobri meu pau com a camiseta, então ele continuou de fora. Ao sentir o atrito novamente, ele despertou. Nesse momento, percebi que ela não estava usando calcinha e senti sua buceta molhada. Mas que garota, meu Deus! Ela me beijou de novo e eu enfiei uma mão por sua blusa buscando seus seios, que acariciei, e ela só gemeu.
—Haaaaaaa…. Haaaaaaa…. hooooo.
Enquanto meu pau tentava encontrar uma maneira de entrar nela, perguntei:
—Tem certeza disso? Porque quando acontecer, não tem volta. Vou enfiar até o fundo por me deixar assim tão excitado. —disse com um tom de excitação e irritação.
—Sim, é o que eu quero há muito tempo, faça. —ela disse, excitada.
Uma coisa era clara com suas palavras: ela estava decidida a fazer isso. Então nos levantamos e a levei ao meu quarto, onde a beijei novamente e comecei a tocar por cima de suas roupas e sob sua saia. Ela me deixou fazer, e comecei a tirar sua blusa e depois o sutiã que ela usava. Apareceram dois seios rosados com mamilos bem eretos. Acariciei-os, depois os beijei e chupei. Continuei descendo e deslizei sua saia, revelando sua bucetinha com pouco pelo. Quando ela viu que eu aproximava minha boca dali:
—Haaaa, haaaa, haaaaa, haaa não, não, você não sente nojo?
—Você gosta? O que está sentindo?
—Sim, haaaa… É gostoso, haaaaa.
—Bem, não me importo de fazer isso.
Só sorri e comecei a chupá-la com muita delicadeza. Ela só gemeu mais alto e se contorcia, dizendo que ia desmaiar. Continuei enfiando minha língua naquele canto delicioso, bebendo seus líquidos, brincando com seu clitóris —aquele era seu ponto G— até sentir que ela estava chegando em um grande orgasmo, e eu engoli tudo.
—Haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Deixei que ela se recuperasse um pouco enquanto me despia e colocava uma camisinha. Quando ela viu meu pau, disse:
—Tudo isso você vai enfiar em mim?!
—Bem, eu avisei que se continuasse com isso, não teria volta e eu enfiaria tudo. —Ela abriu os olhos arregalados. —Mas depois vou fazer com calma, a ideia é que nós dois aproveitemos. Vou fazer de um jeito que não doa.
Ela sorriu e concordou. Então a abracei e beijei enquanto a deitava na cama, comigo por cima dela, sem parar de beijá-la. Abri suas pernas e posicionei meu pênis na entrada da sua buceta e pressionei um pouco, ela soltou um gemido e fechou os olhos.
--Haaaaaaaaa.
Aí vem o trauma, sempre é um trauma ficar com uma virgem, porque bem, vai doer no começo e é doloroso pra você também, os arranhões e as mordidas dela, enfim, voltando à foda. Pouco a pouco fui entrando naquela caverna virgem e ela só enfiava as unhas nas minhas costas, clássico, até que finalmente minha pica toda estava dentro, fiquei assim e disse a ela.
Viu como já entrou--.
--Está doendo um pouco.
Até que ela entendeu que levantando um pouco as pernas a sensação era melhor; comecei a bombear devagar e ela a gemer mais, eu beijava e mordia todo o seu pescoço, seus mamilos, mas sem ser agressivo, até que ela me disse.
--Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha gostoso, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aah sim assim ha, ha, ha, ha, ha me fode forte!
Então dei rédea solta à minha luxúria e comecei a bombear ela bem forte, metia e tirava minha pica da sua xota até que me veio a ideia de colocá-la de quatro, sem tirar minha pica de dentro, e enfiei meu pau sem compaixão, ela se arqueou sentindo minha pica quente dentro dela e eu comecei um vai e vem delicioso até que ela gozou de novo num orgasmo que gritou bem alto.
--haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay sim gostoso Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Eu continuei cavalgando até sentir meu orgasmo chegando, então virei ela, tirei a camisinha e me masturbando deixei todo meu leite jorrar no peito dela, ela fez cara de nojo mas não liguei, eu estava super excitado, acabei e me joguei exausto na cama, ela correu pro banheiro pra se limpar, ao voltar me disse.
Foi… foi fantástico… gostei, melhor do que imaginei… nunca pensei que transar fosse tão gostoso.
Ela estava muito eufórica, parecia que tinham dado uma montanha de doce pra uma criança. Eu puxei ela pra deitar ao meu lado, perguntei por que eu e ela me disse
--Bom, desde a primeira vez que te vi gostei muito de você, além disso também é por ser mais velho, sabia que você tinha muita experiência nisso, você sabe de... sexo. - Afinal, ela se comportava como uma menina ingênua.
Voltando à realidade, já estava tarde, e ela tinha que chegar em casa. Nos demos um beijo muito apaixonado e eu a acompanhei até a porta. Ela me disse que tinha ficado com vontade de mais... Então, já pode imaginar. Repetimos nos dias seguintes sempre que pudemos. No final, ela me deu a bunda, e na verdade nunca fomos namorados oficiais. Hoje em dia, eu tenho minha esposa e ela tem um namorado, mas sempre que eu quero, eu a chamo e marcamos uma dessas aventuras.
Fim…
— Lore, vem cá, seu professor de matemática acabou de chegar.
Quando Lore apareceu, fiquei surpreso ao ver que era a garota da loja daquela vez. A senhora disse:
— Te apresento minha filha Lorena. Filha, ele é o Antônio, vai te ajudar com matemática, então obedeça no que ele disser.
Ela se aproximou, nos cumprimentou com um beijo no rosto e disse:
— Vamos para meu quarto de estudos, que fica no segundo andar.
Deixamos as senhoras conversando na sala e minha mãe combinou de me ver em casa depois. Quando ficamos sozinhos, a garota me disse:
— Era você que foi comprar na loja aquele dia, né?
Isso me pegou de surpresa, porque pensei que só eu tinha ficado com a imagem dela na cabeça. E ela acrescentou:
— Sabe, você é muito gato.
Fiquei meio nervoso, porque a garota estava sendo muito aberta e cheia de graça. Começamos a aula e, com o tempo, ela foi se aproximando mais de mim, mas não passou disso. Continuamos, e os joguinhos dela — ou pelo menos era assim que eu via — foram aumentando a cada aula. Ela se vestia de um jeito bem provocante, me tocava e fazia qualquer coisa que me deixava a mil. Por exemplo, se estava de saia, deixava um lápis cair e, com a desculpa de pegar, se agachava, me dando um espetáculo. Eu só pensava:
— "Ai, neném, para de brincar com fogo."
Era uma loucura constante. Tanto que eu voltava para casa com o pau duro que não acabava mais e tinha que bater uma pensando naquela garota. Mas nunca pensei em passar dos limites com ela, até que um dia, quando estávamos terminando a aula, ela perguntou:
— Antônio, você tem namorada?
— Não! Por que a pergunta?
— Ah, não acredito nessa! — disse com um tom de irritação. — Alguém tão gostoso como você não pode estar sozinho.
— Acho que não tenho muita sorte com as garotas, isso acontece às vezes.
Surpreendentemente, ela me abraçou e disse:
— Não se preocupa, Antônio, alguém vai aparecer. Deixei gelado.
Terminamos e ela me acompanhou até a porta e, ao nos despedirmos com um beijo como de costume, ela me deu um beijo na boca e se despediu. Fiquei excitado, mas com medo ao mesmo tempo, porque, como já disse, ela era praticamente uma menina para mim. A diferença de idade não era muita, bom, eu já era um cara com experiência — não muita, não era um Don Juan —, mas certamente mais que ela. Então inventei uma desculpa para não dar aulas nos dias seguintes, o que se estendeu por duas semanas sem vê-la, até que a mãe dela ligou e disse que realmente precisava da minha ajuda, já que as provas estavam chegando, e me implorou para ir ajudá-la. Não tive escolha a não ser ir, e ela se comportou como se nada tivesse acontecido. Pelo contrário, teve a ousadia de me perguntar se eu tinha medo dela. Não respondi, mas fiquei irritado. Estava prestes a ir embora quando a mãe dela disse que precisava sair para a cidade por algo urgente e nos deixaria estudando. Ela me disse:
— Me acompanha para se despedir da mamãe.
Descemos e ela deu algum recado para a mãe, se despediu e fechou a porta. Esqueci de mencionar que ela estava vestida com um top que cobria um busto que já se destacava, mas ainda muito pequeno, e na parte de baixo uma leggings preta que deixava admirar em todo o esplendor aquele bumbum lindo que ela tinha.
— Vamos continuar!
Ela foi na frente pela escada, eu fui atrás, e ao subir tive uma visão do seu traseiro que nunca vou esquecer. Eu estava tão hipnotizado vendo aquele rabo que não percebi que ela se abaixou para pegar algo, parando de repente. Sem perceber, praticamente tropecei nela. Ela ficou de bruços, e eu com meu pau bem no meio da sua bunda. Não soube como reagir, então ficamos assim um tempinho, até que ela seguiu caminho com um sorriso malicioso. Vou descrevê-la com mais detalhes: ela não era muito alta, media 1,60m, cabelo castanho avermelhado, pele branca com algumas pintas aqui e ali, coxas grossas que terminavam em um bumbum redondinho, empinadinho, durinho e, bom, enfim, lindo. Seus... tetinhas, eram grandes, do tamanho que cabiam na minha mão, e eu tenho mão de homem adulto, ela tinha um sorriso safado, que me dava vontade de dar um tapa na bunda dela, mas com meu pau. Eu reagi e pedi desculpas, disse que não tinha sido minha intenção, ao que ela riu e falou:
--Relaxa, sem problemas.
Terminamos a aula e de novo ela me acompanhou até a porta e disse que, se eu quisesse, ela podia ir na minha casa dar a aula, ao que eu respondi que não, que eu continuava indo na casa dela, e ela me beijou de novo. No outro dia, comentei com meus pais que ia ficar na casa da amiga da minha mãe, e eles pediram pra eu voltar logo, já que eles tinham que sair e iam voltar tarde pra casa. Eu disse que sim e saí pra me despedir deles. Entrei no banho e quase tinha acabado quando a campainha tocou. Do jeito que deu, me enxaguei, coloquei uma camiseta e um short e fui ver quem era. Qual não foi a surpresa: era, isso mesmo, a Lorena, que do colégio foi direto pra minha casa. Eu falei:
--Mas o que você tá fazendo aqui? Você não pode ficar aqui. --Disse preocupado com o que podia acontecer estando sozinhos. --Você pode me meter numa roubada, sabe.
--É que eu não quero mais te incomodar indo lá todo dia, então vim pra cá.
--Ah. --Falei, não acreditava, mas ela já tava ali.
--Você vai me ter aqui a tarde toda.
Reagi e disse: entra. Aí ela ofereceu a bochecha pra cumprimentar, e quando me aproximei, ela virou a cabeça e meus lábios praticamente beijaram a boca dela. Eu, muito nervoso, olhei pra todos os lados, felizmente ninguém viu. Fiz ela entrar no meu quarto de estudos, que fica do lado do meu quarto, lá tinha minha mesa pra desenhar e uma escrivaninha pra escrever. Então, pra esfriar o clima, ofereci um refri e disse pra ela sentar pra começar a aula. Esqueci de dizer que ela ainda tava com o uniforme da escola: saia xadrez um pouco acima do joelho, blusa branca de botões. Aí a gente começou a estudar e pouco tempo depois ela começou a reclamar que não me entendia porque não conseguia ver direito, então eu perguntei:
--O que você propõe? então.
Ela disse que se sentasse na minha perna veria melhor, eu aceitei sem pensar e arrumei minha cadeira para que ela se sentasse sobre minha perna esquerda e ela disse:
— Agora sim, vejo melhor.
Mas eu já começava a imaginar outras coisas, embora meu subconsciente me dissesse que não podia, que não era certo. Ao sentir aquele bumbum lindo sobre mim, acordou meu pau, que reagiu na hora.
Mas ele estava preso pela minha cueca. Ela, como se estivesse me provocando, se mexia no ritmo de algo que cantarolava, fazendo minha ereção crescer. Eu, querendo sentir um pouco mais, fingi uma cãibra e pedi para ela se levantar um momento. Como ela não estava vendo, tirei meu pau por um lado do short e disse que era alarme falso, que ela podia sentar de novo. Quando ela se sentou, aproveitei com a mão para que a saia não ficasse entre minha perna e ela, e senti um prazer delicioso ao ter o contato da pele dela com minha perna. Minha pica imediatamente buscou aquele lugar para se refugiar, mas esbarrou na calcinha dela. Ela também percebeu e se encostou mais em mim.
— Mmmmnnnnn — ela gemeu.
Esquecemos completamente o que estávamos estudando e só comentamos bobagens, até que me atrevi a perguntar:
— Chega disso! Será que você gosta de mim?
— Sim!
Ela apoiou a cabeça no meu ombro, eu aproveitei e busquei sua boca, que beijei com ansiedade contida. Minhas mãos tocaram seu corpo até que, em um momento, ela se afastou e me disse:
— Vou ao banheiro.
De repente, me senti mal, pois imaginei que tinha abusado dela. Então preparei minhas desculpas e esperei que ela voltasse. Para minha surpresa, ela voltou com alguns botões soltos e notei algo branco no bolso da saia. De volta, ela se sentou de novo sobre minha perna. Ela apenas levantou a saia e se deixou cair sobre mim. Eu, com o medo anterior, só cobri meu pau com a camiseta, então ele continuou de fora. Ao sentir o atrito novamente, ele despertou. Nesse momento, percebi que ela não estava usando calcinha e senti sua buceta molhada. Mas que garota, meu Deus! Ela me beijou de novo e eu enfiei uma mão por sua blusa buscando seus seios, que acariciei, e ela só gemeu.
—Haaaaaaa…. Haaaaaaa…. hooooo.
Enquanto meu pau tentava encontrar uma maneira de entrar nela, perguntei:
—Tem certeza disso? Porque quando acontecer, não tem volta. Vou enfiar até o fundo por me deixar assim tão excitado. —disse com um tom de excitação e irritação.
—Sim, é o que eu quero há muito tempo, faça. —ela disse, excitada.
Uma coisa era clara com suas palavras: ela estava decidida a fazer isso. Então nos levantamos e a levei ao meu quarto, onde a beijei novamente e comecei a tocar por cima de suas roupas e sob sua saia. Ela me deixou fazer, e comecei a tirar sua blusa e depois o sutiã que ela usava. Apareceram dois seios rosados com mamilos bem eretos. Acariciei-os, depois os beijei e chupei. Continuei descendo e deslizei sua saia, revelando sua bucetinha com pouco pelo. Quando ela viu que eu aproximava minha boca dali:
—Haaaa, haaaa, haaaaa, haaa não, não, você não sente nojo?
—Você gosta? O que está sentindo?
—Sim, haaaa… É gostoso, haaaaa.
—Bem, não me importo de fazer isso.
Só sorri e comecei a chupá-la com muita delicadeza. Ela só gemeu mais alto e se contorcia, dizendo que ia desmaiar. Continuei enfiando minha língua naquele canto delicioso, bebendo seus líquidos, brincando com seu clitóris —aquele era seu ponto G— até sentir que ela estava chegando em um grande orgasmo, e eu engoli tudo.
—Haaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Deixei que ela se recuperasse um pouco enquanto me despia e colocava uma camisinha. Quando ela viu meu pau, disse:
—Tudo isso você vai enfiar em mim?!
—Bem, eu avisei que se continuasse com isso, não teria volta e eu enfiaria tudo. —Ela abriu os olhos arregalados. —Mas depois vou fazer com calma, a ideia é que nós dois aproveitemos. Vou fazer de um jeito que não doa.
Ela sorriu e concordou. Então a abracei e beijei enquanto a deitava na cama, comigo por cima dela, sem parar de beijá-la. Abri suas pernas e posicionei meu pênis na entrada da sua buceta e pressionei um pouco, ela soltou um gemido e fechou os olhos.
--Haaaaaaaaa.
Aí vem o trauma, sempre é um trauma ficar com uma virgem, porque bem, vai doer no começo e é doloroso pra você também, os arranhões e as mordidas dela, enfim, voltando à foda. Pouco a pouco fui entrando naquela caverna virgem e ela só enfiava as unhas nas minhas costas, clássico, até que finalmente minha pica toda estava dentro, fiquei assim e disse a ela.
Viu como já entrou--.
--Está doendo um pouco.
Até que ela entendeu que levantando um pouco as pernas a sensação era melhor; comecei a bombear devagar e ela a gemer mais, eu beijava e mordia todo o seu pescoço, seus mamilos, mas sem ser agressivo, até que ela me disse.
--Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha gostoso, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, aah sim assim ha, ha, ha, ha, ha me fode forte!
Então dei rédea solta à minha luxúria e comecei a bombear ela bem forte, metia e tirava minha pica da sua xota até que me veio a ideia de colocá-la de quatro, sem tirar minha pica de dentro, e enfiei meu pau sem compaixão, ela se arqueou sentindo minha pica quente dentro dela e eu comecei um vai e vem delicioso até que ela gozou de novo num orgasmo que gritou bem alto.
--haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay sim gostoso Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Eu continuei cavalgando até sentir meu orgasmo chegando, então virei ela, tirei a camisinha e me masturbando deixei todo meu leite jorrar no peito dela, ela fez cara de nojo mas não liguei, eu estava super excitado, acabei e me joguei exausto na cama, ela correu pro banheiro pra se limpar, ao voltar me disse.
Foi… foi fantástico… gostei, melhor do que imaginei… nunca pensei que transar fosse tão gostoso.
Ela estava muito eufórica, parecia que tinham dado uma montanha de doce pra uma criança. Eu puxei ela pra deitar ao meu lado, perguntei por que eu e ela me disse
--Bom, desde a primeira vez que te vi gostei muito de você, além disso também é por ser mais velho, sabia que você tinha muita experiência nisso, você sabe de... sexo. - Afinal, ela se comportava como uma menina ingênua.
Voltando à realidade, já estava tarde, e ela tinha que chegar em casa. Nos demos um beijo muito apaixonado e eu a acompanhei até a porta. Ela me disse que tinha ficado com vontade de mais... Então, já pode imaginar. Repetimos nos dias seguintes sempre que pudemos. No final, ela me deu a bunda, e na verdade nunca fomos namorados oficiais. Hoje em dia, eu tenho minha esposa e ela tem um namorado, mas sempre que eu quero, eu a chamo e marcamos uma dessas aventuras.
Fim…
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