Outro Sogro Gostoso 2
Com Selo de Prazer e Tesão
História de Ficção
Crônicas dos Sogros
Laura: no quarto dela, tomou um banho enquanto a água quente acariciava sua pele. Ela se arqueava, passava a mão na própria buceta, mordia os lábios. Tinha ficado excitada, principalmente por causa da piscina, quase gozou.
— Haaaaaaaaaaaa… — se masturbava com força. — ¡Ahhhhhkkk! ¡An Hen Euh Euhg! ¡OHhhhhhh Oooohhhh!
Não acreditava, aquilo era impossível. Como podia estar acontecendo? Apavorou o que sentiu, durou mais do que devia no banho, gemeu como nunca.
— Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, Haaaaaaaaaaaah…
Se tocou como nunca na buceta, nos peitos, na bunda. Depois se secou e deitou na cama, se cobriu com os lençóis e tentou dormir, mas toda vez que fechava os olhos, só conseguia ver o sogro tocando ela. O marido dela jogou e ganhou no cassino acompanhado do pai dele. O pai convidou ele e a esposa para um jantar à noite, um jantar que ele aceitou claramente sem saber o que a esposa queria. Comprou pra esposa um vestido sexy e caro, com tudo em jogo. Ele comprou um terno de gala, foi pro quarto, comeu e bebeu, olhou pra esposa nua deitada. Assim que ela acordou, ele contou sobre o jantar. Ela sorriu, a boba pensou que seria um jantar só entre os dois. Por dentro ele feliz, por dentro ela duvidosa. Não sabia o que estava rolando, não sabia o que sentia. Se sentia mal, o marido era um homem bom, correto e doce, satisfazia ela em tudo, tratava ela bem, era perfeito. Mas mesmo assim, ela gozou quando o pai dele a tocou na frente de todo mundo na piscina, em plena luz do dia. Gozou ainda mais quando ele beijou ela quase na boca, na frente do marido, e nada aconteceu. Não sabia o que sentir ou fazer, não queria fazer escândalo, mas não sabia como o sogro ia se comportar no que estava por vir.
O sogro, por outro lado; Dario, o pai, estava se preparando pra grande noite. Se perfumou e se vestiu elegante: calça azul escura, sapatos pretos, camisa branca com jaqueta azul escura, e com seus envelopes. Um azul pro filho dele, outro rosa pra nora, e se olhou no espelho e disse:
—É só mais uma mulher qualquer.
A nora, por outro lado, se vestiu com o vestido que o marido comprou pra ela, um vestido preto de costas nuas, o cabelo loiro solto nos ombros, se maquiou bem e colocou um lindo colar de prata e ouro que o marido deu pra ela, seus sapatos de salto alto, preto, e pronta, tava pronta. O vestido era curto e justo, mostrando as curvas que ela tinha, ela não tava só linda, tava gostosa pra caralho. O marido, por outro lado, um smoking preto bem elegante. Quando saíram do quarto, ela saiu inspirando que a noite ia ser tranquila e linda. E bom, foi, por muitas coisas. A comida era uma delícia, o vinho supremo, o lugar encantador, a música de primeira, mas tinha um terceiro na jogada, um terceiro convidado que ela não esperava: o sogro jantava com eles. Ela não só dançou e conversou com o marido, mas também com o sogro. Mas ele não passou dos limites, a mão dele na cintura dela nunca desceu pra bunda, e nunca colou ela demais no corpo dele. Mesmo assim, ela se sentia desconfortável. As coisas iam tão tranquilas. Foi quando o sogro, sem querer, derrubou a taça de vinho no filho dele.
—Ah, desculpa, filho, não foi minha intenção, mão boba. — Disse ele, e Laura pensou nas mãos dele na piscina e sentiu a buceta molhada e a pele arrepiada.
—Não se preocupa, pai, vou no banheiro me limpar. De qualquer jeito, já tô apertado. — Disse o filho, levantando da mesa. A esposa se apavorou.
—Falando nisso, eu também vou no toalete. — Disse a esposa.
Os dois se levantaram e foram, deixando o sogro sentado sozinho. Ele esperou todo mundo ir embora, serviu mais três taças de vinho, respirou fundo e pensou: “Me desculpa, filho, mas isso eu não aguento mais.” E fez: tirou os envelopes, o azul ele colocou na bebida do filho e o rosa na da nora, sem ninguém perceber. Depois disso, um tempo depois, eles apareceram. O sogro pediu mais uma dança pra nora, dançou sem passar dos limites, só esperando o doce. Momento, o filho dela só tava bebendo, quando a comida chegou, eles comeram até a sobremesa e continuaram conversando como se nada tivesse acontecido, batendo papo de boa. Foi quando o tempo passou e o filho dela começou a se sentir muito bêbado.
— Acho melhor eu subir e deitar. — Disse o filho dela. — Já tô meio tonto. — O pai dele sorriu.
— Relaxa, filho, é melhor eu te levar, que cê acha… Laura.
— É, verdade, além do mais eu não conseguiria levar ele.
O sogro só concordou, riu e ajudou o filho a se levantar e andar, tirou ele do restaurante e levou até o quarto dele. A nora vinha atrás, vigiando. Quando finalmente chegaram no quarto e o pai dele deixou o filho na cama descansando e tirou os sapatos dele, a esposa disse:
— Lucas, valeu por isso, eu nunca teria conseguido.
Laura se sentia estranha, se sentia sufocada, quente, meio excitada, mas não entendia o porquê. Sentia vontade de se tocar, de entrar no banheiro e tomar um banho e se masturbar mais e mais, sentia um monte de coisas. Só esperava que o sogro fosse embora pra tomar um banho de água fria, gelada se possível, se sentia esquisita, a pele queimando.
— Não, nada disso, cê não tem que me agradecer por nada. — Disse o sogro enquanto arrumava o marido dela. Depois olhou pra ela e sorriu. Por algum motivo, ela sorriu de volta.
— Mas uns agradecimentos seriam pouco. — Disse Laura sorrindo sem perceber. — Eu nunca conseguiria, talvez um beijinho… — Foi quando o sogro sorriu pra ela, passou as mãos nos lábios dela e no peito dela.
— Bom, eu pediria outra recompensa. — Disse o sogro, foi quando ele se levantou e abraçou ela, puxando de repente pro corpo dele, colando os dois bem juntinhos. Laura ainda não tava sacando o que tava rolando.
— Não falei no jantar, mas… Laura, cê tá linda… cê tá perfeita pra comer.
— Ah, Lucas, acho melhor cê ir, já é tarde! — Laura não entendia o que tava acontecendo, as mãos dela estavam no peito dele tentando afastar ele, mas não conseguia, não tinha força.
— Só quero uma recompensa, vamos começar com um beijo. — Dizia Lucas. Enquanto as mãos grandes e fortes dele… Mãos profissionais percorriam seu corpo, sua bunda, levantavam seu vestido. Laura não conseguia se libertar, estava atordoada com o que estava acontecendo.
— Que?! Tá falando sério, né?! — Laura estava aterrorizada, mas também excitada, lembrando dos seus dias loucos na faculdade.
— Cê acha! — Disse o sogro, colocando uma das mãos entre as pernas dela, levantando o vestido, e a outra na nuca dela, impedindo que ela fizesse qualquer coisa, diante do beijo que ele daria. No começo, ela tentou recusar.
Mas não conseguia. As mãos dela no peito dele tentavam se afastar, mas ele a segurava firme. No início, ele só beijava os lábios dela, depois começou a morder os lábios e a enfiar a língua dentro da boca dela. Ela, aos poucos, começou a ceder espaço. Erro terrível.
— Hoooo Lucas, seu filho tá ali do lado. — Disse ela com os olhos fechados, enquanto ele a devorava de beijos, metendo o pau até o fundo.
— Ele tá bem dormido, não vai acordar, pode acreditar. — Enquanto ele dizia isso, a beijava, acariciava o corpo dela, beijava o pescoço, os peitos, o decote.
— Chega! É melhor você parar, lembra, você é meu sogro.
— E daí? Agora só quero fazer você gritar de prazer.
Laura não sabia o que dizer sobre aquilo, não fazia ideia, não sabia como se comportar diante daquilo.
— E se você não fizer direito, vou contar pra ele o da piscina! — Ela lembrou.
— Ma... mas foi você que começou. — Disse ela, aterrorizada.
— Você não me parou. — Disse o sogro, enquanto a beijava. — E em quem meu filho vai acreditar? Em mim, o pai dele, que o criou desde sempre, ou em você, a nova namorada dele?
— Você não pode fazer isso comigo. — Disse Laura, assustada.
— Você decide! — Disse o sogro, empurrando ela para a cama. Ela se sentou, e foi quando ele tirou o pau. Laura ficou olhando, nunca tinha visto um pau tão grande, era enorme. Os olhos dela arregalaram. Lucas sorriu.
— É, infelizmente meu filho não saiu tão dotado quanto eu, é uma pena, mas aqui estou eu pra cuidar de você e te dar o que ele não dá. — Lucas se Se sentia um campeão. —Vamos, começa a chupar agora. —Disse com autoridade.
Lucas tinha uma pica de 27 centímetros de comprimento e 17 de circunferência.
Laura demorou pra obedecer, mas começou a fazer, primeiro foi devagar com as mãos, depois já começou a chupar como devia, passando a língua saboreando, ela pensava:
— “Se eu fizer ele gozar rápido, ele me deixa em paz”
Ela fazia o melhor que podia, e se perdeu, em algum lugar da mamada perdeu a vontade de que ele gozasse rápido, e num ponto ela começou a aproveitar, lambia aquele pedaço todo, aquela pica grossa era fácil mais de 20 centímetros de comprimento, pensava ela, era tipo o antebraço de um homem no comprimento, ela continuou chupando enquanto o sogro gemia.
— Hoooooooo, haaaaa sim haaaaa assim sim, assim Deus que gostoso você faz Laura, como você sabe maaaaaaa haaaaaaaaaaa.
Ela só se concentrava no que tava fazendo, só ligava pra fazer o dela, não prestava atenção no que o sogro dizia. Só conseguia se perguntar quando ia acabar, quando ele ia gozar porque já tava demais, foi quando o sogro agarrou ela pela nuca com força, pegou pelo cabelo e começou a dar as próprias estocadas na boca dela com força, como se tivesse fodendo ela pela boca.
— Haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii… Haaaaaaaaaaa, ahhhhh que gostoso… Sua puta! Haaa Siiii haaaa Siii eu gosto haaaaaaaaaa… Aaahhaah! Aaahhhhhhhh…
Ela tentava se afastar, mas não conseguia, era difícil, o sogro era muito forte, ela empurrava, tava difícil respirar, foi quando ele gozou 4 jatos como nenhum outro que ela já tinha sentido, pela falta de ar, ela acabou engolindo uma quantidade grande, outra parte, acabou caindo no chão, na calça do sogro, com a cara vermelha e quase sufocada, tava a nora do Lucas.
— Olha minha pica, querida. —Disse Lucas, ela obedeceu. —Só tava começando a ganhar força agora.
Ela começava a ficar excitada, a língua dela passava por todo o esplendor da pica do Lucas que tava mais que aproveitando, segurava ela pelo pescoço, já nessa posição.
—Haaaa, haaaaaa. Haaaa sim, assim você faz bem, Laurita, você é a melhor, Laurita querida, huuuy que língua, pa yummy haaaaaaa. —Gemia Lucas, essas palavras excitavam ainda mais Laura.
—Mmmmm, Mmm, Mmmmm, haaaaaa, haaaaaaa, gaaaaaa, gaaaaag, gaaaaag, gsma, Mmmmm, ha, Mmmmmnnn, ha, gsgam, Mmmmm, msnm, amajj, jaha, aha, amsma, ams, amsma, Mmmmm, Mmmmnnn, Mmmmmmnnn —Era só o que Laura dizia. —Guhghgugm, Ghuhufufu, Ghuiuuguugy, Guuuhuhfh… —Era o único som que saía da boca dela.
—Sabe, love, Laurita me deixa louco, saber que sua boquinha deliciosa teve o prazer de provar meu pau, logo hoje, a verdade é que a excitação é sem dúvida a melhor que já tive na vida… haaaaas… e olha que eu já tive experiências excitantes, haaaaaa sim, assim, devagar, essa sua língua é um encanto, love haaaaaa… sim, assim… haaaaaa saboreia meu pau, love haaaaaaa. —Foi quando ele segurou a cabeça dela com firmeza e fez ela engolir o pau inteiro, e Lucas disse: —HAAAAAAAAAAAAAAASI AÍ VEM, LAURITA… HAAAAAAAAAAAH… OHHHHH… RAIOS HAAAAAAAAAA...
Lucas terminou gozando uma quantidade enorme de porra dentro da boca de Laura, ela tentou se afastar, mas ele a segurava tão colada no pau dele que não teve escolha, pra não se engasgar, teve que engolir tudo. Quando Lucas percebeu que ela já tinha engolido tudo, ele a soltou, ela estava de joelhos tossindo, tentando recuperar o ar. O gosto não era desagradável pra ela, nunca na vida, nem nos momentos mais loucos da faculdade ela tinha feito aquilo. Olhou pro sogro de pé na frente dela, com um sorriso egocêntrico, arrogante, poderoso, com o cabelo completamente branco, não era um homem feio pra idade dele, com aquele pau ainda duro, pronto pra continuar. Ela respirou fundo, lambeu os lábios, ainda tinha porra neles, e disse:
—Eu… eu nunca tinha deixado ninguém gozar na minha boca antes. —Disse Laura, refletindo sobre o que tinha acontecido, sentindo que precisava dizer alguma coisa naquele momento. —Bom, amor… sempre tem uma primeira vez, e essa não foi tão ruim assim. Sei que você gostou do gosto. — Disse o sogro dela. Laura não respondeu. Não sabia o que pensar.
— Agora vira de costas e se abaixa. — Disse o sogro, e ela sabia o que vinha. Olhou para ele com os olhos arregalados.
— O quê?!... Mas você acabou de gozar pra caralho!... Como é que pode... — Ela ficou perplexa quando viu o pau do sogro ainda duro, orgulhoso e ativo. Ele sorriu.
Ela não tinha se preocupado nem por um segundo que na cama atrás dela dormia o marido, mas sim que o sogro não aguentaria mais. Mas a verdade é que Lucas ainda queria mais. O sogro riu.
— Essas são as vantagens, amor, de ter uma vida ativa… Nunca parei numa só gozada, preciso de mais, e ainda mais quando tenho uma mulher gostosa na minha frente. — Laura se sentiu lisonjeada. — Agora vira.
Laura, submissa e excitada, se levantou e virou sem discutir, se inclinou apoiando na cama pra deixar a raba bem levantada. Lucas deu um tapa nela, e ela gemeu.
— Plazzzzzzzzz…
— Aaaaa…. Aaaaaaa.
— Agora me pede.
— O quê?! — Laura não entendeu, se virou pra olhar o sogro.
— Me pede pra te comer, e pede com carinho.
— Você é louco, Lucas, e eu não…
— Você não o quê? Olha sua posição e olha onde você está. Você está prestes a ser infiel, a ser comida como nunca pelo seu sogro na frente do seu marido.
— Eu não, eu… não, aaaai, meu Deus. — Disse Laura vendo e entendendo a cena. Dário olhou firme pra ela.
— Você vai ser minha e vou te fazer sentir mulher, vou te levar a prazeres que nunca te levaram antes, mas você tem que ser carinhosa e me pedir com carinho. — Laura estava com tesão, não, Laura estava no fogo, não aguentava mais. A buceta dela, molhada, pedia por um pau, pra ser específica, o do sogro. Ela olhou pro marido dormindo, roncando. Era um cara legal, um homem bom, tratava ela bem, dava tudo que ela pedia, mas o sogro era um homem de verdade, e ela estava prestes a ter um aneurisma com a situação.
— E então?! — Ele pressionou. sogro, ele acariciava as nádegas dela e passava a ponta dos dedos pela buceta dela por cima da calcinha fio dental minúscula.
—Haaaa… haaaa… haaaaa. —Laura gemia ao contato.
No fim, ela se virou para o sogro depois de pensar, por longos minutos em que ele acariciava suas nádegas grandes, o que a fazia estremecer.
—Por favor, Lucas, me come gostoso, por favor, Lucas, me fode gostosa… —Lucas olhou para ela por alguns segundos que para Laura foram uma eternidade e sorriu.
Continua…
Com Selo de Prazer e Tesão
História de Ficção
Crônicas dos Sogros
Laura: no quarto dela, tomou um banho enquanto a água quente acariciava sua pele. Ela se arqueava, passava a mão na própria buceta, mordia os lábios. Tinha ficado excitada, principalmente por causa da piscina, quase gozou.
— Haaaaaaaaaaaa… — se masturbava com força. — ¡Ahhhhhkkk! ¡An Hen Euh Euhg! ¡OHhhhhhh Oooohhhh!
Não acreditava, aquilo era impossível. Como podia estar acontecendo? Apavorou o que sentiu, durou mais do que devia no banho, gemeu como nunca.
— Mmmmnnnnn, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaa… Mmnmnnn, Haaaaaaaaaaaah…
Se tocou como nunca na buceta, nos peitos, na bunda. Depois se secou e deitou na cama, se cobriu com os lençóis e tentou dormir, mas toda vez que fechava os olhos, só conseguia ver o sogro tocando ela. O marido dela jogou e ganhou no cassino acompanhado do pai dele. O pai convidou ele e a esposa para um jantar à noite, um jantar que ele aceitou claramente sem saber o que a esposa queria. Comprou pra esposa um vestido sexy e caro, com tudo em jogo. Ele comprou um terno de gala, foi pro quarto, comeu e bebeu, olhou pra esposa nua deitada. Assim que ela acordou, ele contou sobre o jantar. Ela sorriu, a boba pensou que seria um jantar só entre os dois. Por dentro ele feliz, por dentro ela duvidosa. Não sabia o que estava rolando, não sabia o que sentia. Se sentia mal, o marido era um homem bom, correto e doce, satisfazia ela em tudo, tratava ela bem, era perfeito. Mas mesmo assim, ela gozou quando o pai dele a tocou na frente de todo mundo na piscina, em plena luz do dia. Gozou ainda mais quando ele beijou ela quase na boca, na frente do marido, e nada aconteceu. Não sabia o que sentir ou fazer, não queria fazer escândalo, mas não sabia como o sogro ia se comportar no que estava por vir.
O sogro, por outro lado; Dario, o pai, estava se preparando pra grande noite. Se perfumou e se vestiu elegante: calça azul escura, sapatos pretos, camisa branca com jaqueta azul escura, e com seus envelopes. Um azul pro filho dele, outro rosa pra nora, e se olhou no espelho e disse:
—É só mais uma mulher qualquer.
A nora, por outro lado, se vestiu com o vestido que o marido comprou pra ela, um vestido preto de costas nuas, o cabelo loiro solto nos ombros, se maquiou bem e colocou um lindo colar de prata e ouro que o marido deu pra ela, seus sapatos de salto alto, preto, e pronta, tava pronta. O vestido era curto e justo, mostrando as curvas que ela tinha, ela não tava só linda, tava gostosa pra caralho. O marido, por outro lado, um smoking preto bem elegante. Quando saíram do quarto, ela saiu inspirando que a noite ia ser tranquila e linda. E bom, foi, por muitas coisas. A comida era uma delícia, o vinho supremo, o lugar encantador, a música de primeira, mas tinha um terceiro na jogada, um terceiro convidado que ela não esperava: o sogro jantava com eles. Ela não só dançou e conversou com o marido, mas também com o sogro. Mas ele não passou dos limites, a mão dele na cintura dela nunca desceu pra bunda, e nunca colou ela demais no corpo dele. Mesmo assim, ela se sentia desconfortável. As coisas iam tão tranquilas. Foi quando o sogro, sem querer, derrubou a taça de vinho no filho dele.
—Ah, desculpa, filho, não foi minha intenção, mão boba. — Disse ele, e Laura pensou nas mãos dele na piscina e sentiu a buceta molhada e a pele arrepiada.
—Não se preocupa, pai, vou no banheiro me limpar. De qualquer jeito, já tô apertado. — Disse o filho, levantando da mesa. A esposa se apavorou.
—Falando nisso, eu também vou no toalete. — Disse a esposa.
Os dois se levantaram e foram, deixando o sogro sentado sozinho. Ele esperou todo mundo ir embora, serviu mais três taças de vinho, respirou fundo e pensou: “Me desculpa, filho, mas isso eu não aguento mais.” E fez: tirou os envelopes, o azul ele colocou na bebida do filho e o rosa na da nora, sem ninguém perceber. Depois disso, um tempo depois, eles apareceram. O sogro pediu mais uma dança pra nora, dançou sem passar dos limites, só esperando o doce. Momento, o filho dela só tava bebendo, quando a comida chegou, eles comeram até a sobremesa e continuaram conversando como se nada tivesse acontecido, batendo papo de boa. Foi quando o tempo passou e o filho dela começou a se sentir muito bêbado.
— Acho melhor eu subir e deitar. — Disse o filho dela. — Já tô meio tonto. — O pai dele sorriu.
— Relaxa, filho, é melhor eu te levar, que cê acha… Laura.
— É, verdade, além do mais eu não conseguiria levar ele.
O sogro só concordou, riu e ajudou o filho a se levantar e andar, tirou ele do restaurante e levou até o quarto dele. A nora vinha atrás, vigiando. Quando finalmente chegaram no quarto e o pai dele deixou o filho na cama descansando e tirou os sapatos dele, a esposa disse:
— Lucas, valeu por isso, eu nunca teria conseguido.
Laura se sentia estranha, se sentia sufocada, quente, meio excitada, mas não entendia o porquê. Sentia vontade de se tocar, de entrar no banheiro e tomar um banho e se masturbar mais e mais, sentia um monte de coisas. Só esperava que o sogro fosse embora pra tomar um banho de água fria, gelada se possível, se sentia esquisita, a pele queimando.
— Não, nada disso, cê não tem que me agradecer por nada. — Disse o sogro enquanto arrumava o marido dela. Depois olhou pra ela e sorriu. Por algum motivo, ela sorriu de volta.
— Mas uns agradecimentos seriam pouco. — Disse Laura sorrindo sem perceber. — Eu nunca conseguiria, talvez um beijinho… — Foi quando o sogro sorriu pra ela, passou as mãos nos lábios dela e no peito dela.
— Bom, eu pediria outra recompensa. — Disse o sogro, foi quando ele se levantou e abraçou ela, puxando de repente pro corpo dele, colando os dois bem juntinhos. Laura ainda não tava sacando o que tava rolando.
— Não falei no jantar, mas… Laura, cê tá linda… cê tá perfeita pra comer.
— Ah, Lucas, acho melhor cê ir, já é tarde! — Laura não entendia o que tava acontecendo, as mãos dela estavam no peito dele tentando afastar ele, mas não conseguia, não tinha força.
— Só quero uma recompensa, vamos começar com um beijo. — Dizia Lucas. Enquanto as mãos grandes e fortes dele… Mãos profissionais percorriam seu corpo, sua bunda, levantavam seu vestido. Laura não conseguia se libertar, estava atordoada com o que estava acontecendo.
— Que?! Tá falando sério, né?! — Laura estava aterrorizada, mas também excitada, lembrando dos seus dias loucos na faculdade.
— Cê acha! — Disse o sogro, colocando uma das mãos entre as pernas dela, levantando o vestido, e a outra na nuca dela, impedindo que ela fizesse qualquer coisa, diante do beijo que ele daria. No começo, ela tentou recusar.
Mas não conseguia. As mãos dela no peito dele tentavam se afastar, mas ele a segurava firme. No início, ele só beijava os lábios dela, depois começou a morder os lábios e a enfiar a língua dentro da boca dela. Ela, aos poucos, começou a ceder espaço. Erro terrível.
— Hoooo Lucas, seu filho tá ali do lado. — Disse ela com os olhos fechados, enquanto ele a devorava de beijos, metendo o pau até o fundo.
— Ele tá bem dormido, não vai acordar, pode acreditar. — Enquanto ele dizia isso, a beijava, acariciava o corpo dela, beijava o pescoço, os peitos, o decote.
— Chega! É melhor você parar, lembra, você é meu sogro.
— E daí? Agora só quero fazer você gritar de prazer.
Laura não sabia o que dizer sobre aquilo, não fazia ideia, não sabia como se comportar diante daquilo.
— E se você não fizer direito, vou contar pra ele o da piscina! — Ela lembrou.
— Ma... mas foi você que começou. — Disse ela, aterrorizada.
— Você não me parou. — Disse o sogro, enquanto a beijava. — E em quem meu filho vai acreditar? Em mim, o pai dele, que o criou desde sempre, ou em você, a nova namorada dele?
— Você não pode fazer isso comigo. — Disse Laura, assustada.
— Você decide! — Disse o sogro, empurrando ela para a cama. Ela se sentou, e foi quando ele tirou o pau. Laura ficou olhando, nunca tinha visto um pau tão grande, era enorme. Os olhos dela arregalaram. Lucas sorriu.
— É, infelizmente meu filho não saiu tão dotado quanto eu, é uma pena, mas aqui estou eu pra cuidar de você e te dar o que ele não dá. — Lucas se Se sentia um campeão. —Vamos, começa a chupar agora. —Disse com autoridade.
Lucas tinha uma pica de 27 centímetros de comprimento e 17 de circunferência.
Laura demorou pra obedecer, mas começou a fazer, primeiro foi devagar com as mãos, depois já começou a chupar como devia, passando a língua saboreando, ela pensava:
— “Se eu fizer ele gozar rápido, ele me deixa em paz”
Ela fazia o melhor que podia, e se perdeu, em algum lugar da mamada perdeu a vontade de que ele gozasse rápido, e num ponto ela começou a aproveitar, lambia aquele pedaço todo, aquela pica grossa era fácil mais de 20 centímetros de comprimento, pensava ela, era tipo o antebraço de um homem no comprimento, ela continuou chupando enquanto o sogro gemia.
— Hoooooooo, haaaaa sim haaaaa assim sim, assim Deus que gostoso você faz Laura, como você sabe maaaaaaa haaaaaaaaaaa.
Ela só se concentrava no que tava fazendo, só ligava pra fazer o dela, não prestava atenção no que o sogro dizia. Só conseguia se perguntar quando ia acabar, quando ele ia gozar porque já tava demais, foi quando o sogro agarrou ela pela nuca com força, pegou pelo cabelo e começou a dar as próprias estocadas na boca dela com força, como se tivesse fodendo ela pela boca.
— Haaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaay, Mmmmnnnnn… Ahhhh ohhh que gostoso, Siiiiii… Haaaaaaaaaaa, ahhhhh que gostoso… Sua puta! Haaa Siiii haaaa Siii eu gosto haaaaaaaaaa… Aaahhaah! Aaahhhhhhhh…
Ela tentava se afastar, mas não conseguia, era difícil, o sogro era muito forte, ela empurrava, tava difícil respirar, foi quando ele gozou 4 jatos como nenhum outro que ela já tinha sentido, pela falta de ar, ela acabou engolindo uma quantidade grande, outra parte, acabou caindo no chão, na calça do sogro, com a cara vermelha e quase sufocada, tava a nora do Lucas.
— Olha minha pica, querida. —Disse Lucas, ela obedeceu. —Só tava começando a ganhar força agora.
Ela começava a ficar excitada, a língua dela passava por todo o esplendor da pica do Lucas que tava mais que aproveitando, segurava ela pelo pescoço, já nessa posição.
—Haaaa, haaaaaa. Haaaa sim, assim você faz bem, Laurita, você é a melhor, Laurita querida, huuuy que língua, pa yummy haaaaaaa. —Gemia Lucas, essas palavras excitavam ainda mais Laura.
—Mmmmm, Mmm, Mmmmm, haaaaaa, haaaaaaa, gaaaaaa, gaaaaag, gaaaaag, gsma, Mmmmm, ha, Mmmmmnnn, ha, gsgam, Mmmmm, msnm, amajj, jaha, aha, amsma, ams, amsma, Mmmmm, Mmmmnnn, Mmmmmmnnn —Era só o que Laura dizia. —Guhghgugm, Ghuhufufu, Ghuiuuguugy, Guuuhuhfh… —Era o único som que saía da boca dela.
—Sabe, love, Laurita me deixa louco, saber que sua boquinha deliciosa teve o prazer de provar meu pau, logo hoje, a verdade é que a excitação é sem dúvida a melhor que já tive na vida… haaaaas… e olha que eu já tive experiências excitantes, haaaaaa sim, assim, devagar, essa sua língua é um encanto, love haaaaaa… sim, assim… haaaaaa saboreia meu pau, love haaaaaaa. —Foi quando ele segurou a cabeça dela com firmeza e fez ela engolir o pau inteiro, e Lucas disse: —HAAAAAAAAAAAAAAASI AÍ VEM, LAURITA… HAAAAAAAAAAAH… OHHHHH… RAIOS HAAAAAAAAAA...
Lucas terminou gozando uma quantidade enorme de porra dentro da boca de Laura, ela tentou se afastar, mas ele a segurava tão colada no pau dele que não teve escolha, pra não se engasgar, teve que engolir tudo. Quando Lucas percebeu que ela já tinha engolido tudo, ele a soltou, ela estava de joelhos tossindo, tentando recuperar o ar. O gosto não era desagradável pra ela, nunca na vida, nem nos momentos mais loucos da faculdade ela tinha feito aquilo. Olhou pro sogro de pé na frente dela, com um sorriso egocêntrico, arrogante, poderoso, com o cabelo completamente branco, não era um homem feio pra idade dele, com aquele pau ainda duro, pronto pra continuar. Ela respirou fundo, lambeu os lábios, ainda tinha porra neles, e disse:
—Eu… eu nunca tinha deixado ninguém gozar na minha boca antes. —Disse Laura, refletindo sobre o que tinha acontecido, sentindo que precisava dizer alguma coisa naquele momento. —Bom, amor… sempre tem uma primeira vez, e essa não foi tão ruim assim. Sei que você gostou do gosto. — Disse o sogro dela. Laura não respondeu. Não sabia o que pensar.
— Agora vira de costas e se abaixa. — Disse o sogro, e ela sabia o que vinha. Olhou para ele com os olhos arregalados.
— O quê?!... Mas você acabou de gozar pra caralho!... Como é que pode... — Ela ficou perplexa quando viu o pau do sogro ainda duro, orgulhoso e ativo. Ele sorriu.
Ela não tinha se preocupado nem por um segundo que na cama atrás dela dormia o marido, mas sim que o sogro não aguentaria mais. Mas a verdade é que Lucas ainda queria mais. O sogro riu.
— Essas são as vantagens, amor, de ter uma vida ativa… Nunca parei numa só gozada, preciso de mais, e ainda mais quando tenho uma mulher gostosa na minha frente. — Laura se sentiu lisonjeada. — Agora vira.
Laura, submissa e excitada, se levantou e virou sem discutir, se inclinou apoiando na cama pra deixar a raba bem levantada. Lucas deu um tapa nela, e ela gemeu.
— Plazzzzzzzzz…
— Aaaaa…. Aaaaaaa.
— Agora me pede.
— O quê?! — Laura não entendeu, se virou pra olhar o sogro.
— Me pede pra te comer, e pede com carinho.
— Você é louco, Lucas, e eu não…
— Você não o quê? Olha sua posição e olha onde você está. Você está prestes a ser infiel, a ser comida como nunca pelo seu sogro na frente do seu marido.
— Eu não, eu… não, aaaai, meu Deus. — Disse Laura vendo e entendendo a cena. Dário olhou firme pra ela.
— Você vai ser minha e vou te fazer sentir mulher, vou te levar a prazeres que nunca te levaram antes, mas você tem que ser carinhosa e me pedir com carinho. — Laura estava com tesão, não, Laura estava no fogo, não aguentava mais. A buceta dela, molhada, pedia por um pau, pra ser específica, o do sogro. Ela olhou pro marido dormindo, roncando. Era um cara legal, um homem bom, tratava ela bem, dava tudo que ela pedia, mas o sogro era um homem de verdade, e ela estava prestes a ter um aneurisma com a situação.
— E então?! — Ele pressionou. sogro, ele acariciava as nádegas dela e passava a ponta dos dedos pela buceta dela por cima da calcinha fio dental minúscula.
—Haaaa… haaaa… haaaaa. —Laura gemia ao contato.
No fim, ela se virou para o sogro depois de pensar, por longos minutos em que ele acariciava suas nádegas grandes, o que a fazia estremecer.
—Por favor, Lucas, me come gostoso, por favor, Lucas, me fode gostosa… —Lucas olhou para ela por alguns segundos que para Laura foram uma eternidade e sorriu.
Continua…
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