Aqui vai a terceira parte, espero que curtam pra eu continuar postando essa história.
Minha prima Noelia sentada no sofá, com uma cara de tédio enorme, me disse: "Por que não?"
— E aí, prima! O que cê tá fazendo?
— Morrendo de tédio, Luismi. Tô há uma semana enfiada nessa casa e, fora a ida ao cinema, não fiz quase nada. E você, vai cair na farra?
— Bom, sim, marquei com uns amigos, mas é mais tarde.
Ficamos os dois em silêncio olhando pra TV. Como sempre, minha prima tava uma gostosa de dar gosto, daquelas de querer comer um atrás do outro. E desde aquele dia na cozinha, quando ela se desculpou, fiquei na dúvida se a gente não teria ido mais longe se ela tivesse tentado me enganchar. Subi pro quarto da Alba, e ela tava no mundinho dela, preparando as aulas num computador velho que tinham emprestado, pesquisando umas paradas de física.
— Alba, posso entrar?
— Claro, primo, fala aí. O que cê quer?
— Cê topa dar uma volta, sair nós três, eu, você e sua irmã, fazer alguma coisa?
Sabia que a Alba era bem caseira, não era de sair pra farra, e sabia que a resposta ia ser não. E não me enganei.
— Ahhh... valeu, Luismi, mas tô com coisas pra fazer, e você sabe que não sou de sair por aí. Pra ser sincera, não tô a fim. Fala com a Noelia, ela com certeza vai querer sair.
Deixei ela no quarto e fui direto buscar a Noelia. Era isso que eu queria: ir nós dois sozinhos. Vi que ela ainda tava no sofá com a mesma cara de tédio.
— Noelia, cê topa cair na farra comigo?
Minha prima me olhou de olhos bem abertos e levantou na hora. Porra, com aquela legging e aquela camiseta justa no corpo, dava vontade de comer ela até com roupa e tudo.
— Primo, não demoro nada pra tomar um banho e me arrumar. Me dá uns minutos, falou animada.
Pensei que ia demorar uma eternidade, mas me enganei. Quando ouvi ela descendo as escadas, levantei e tive que engolir seco. Ela tava radiante e vestida de um jeito sensual, com um vestido que mostrava a silhueta esplêndida, deixando à vista umas pernas longas e bem torneadas. Quando chegou na minha altura, deu uma voltinha e me olhou. coquete.
—Cê tá gostando de como eu tô? Perguntou sedutora.
—Noelia… cê tá uma gostosa, vamos?
Ela me sorriu de um jeito sugestivo e saímos porta afora, a noite era jovem e com aquela beleza, com certeza eu não ia ficar entediado. Tudo bem que era minha prima de sangue, mas antes disso era uma mulher, e uma mulher que exalava sensualidade pela pele e em cada movimento que fazia.
Aquela noite foi incrível, jantamos num italiano à luz de velas e minha priminha se mostrou doce, encantadora e muito falante. Tava encantado com ela, tanto que a sobremesa foi longa e teve muita cumplicidade. Mas lembrei que tinha combinado com meus amigos e não quis deixá-los na mão.
—Noelia, eu tinha combinado com meus amigos. Cê topa a gente ir com eles?
Pensei que seria um jeito dela começar a conhecer outras pessoas e se divertir, mas acho que os planos da minha prima eram outros.
—Não, Luismi, prefiro que a gente vá só nós dois tomar algo e dançar. Cê não topa?
—Claro, como não, falei todo feliz, espera que vou ligar pros meus parceiros e avisar que não vão me esperar.
Como era de se esperar, nenhum dos meus amigos atendeu o telefone, ou tavam em outros afazeres ou num lugar com o som tão alto que nem dava pra ouvir a própria voz. Mesmo assim, mandei um zap no grupo que a gente tinha pra eles saberem que eu não ia aparecer.
Sabia que perto dali tinha um disco bar muito bom, embora a gente tivesse parado de ir porque vivia cheio de casalzinho e era impossível pegar alguém. Paguei o jantar e saímos daquele restaurante, assim que chegamos na rua, Noelia pegou minha mão e entrelaçou os dedos dela nos meus, me olhou e piscou o olho.
—Pra onde cê vai me levar, Luismi?
—Tomar algo e dançar, foi o que cê pediu e hoje à noite cê é minha mimada.
—Ummm, adoro quando cê me trata assim, disse manhosa.
Ela se agarrou no meu braço e deixou eu sentir um peito dela enquanto me dava um beijo no ombro, eu tinha que me controlar, sabia como minha prima era e com certeza ia me esquentar até ferver. A gente ia andando na rua como dois Enamorados e não demoramos nada pra chegar no lugar que eu tinha escolhido. Assim que entramos, reparei na reação dela, ela olhou tudo com os olhos bem abertos e me encarou com um sorrisão na boca.
—É ideal, Luismi!! Adorei.
Sentamos e pedimos algo pra beber, ela continuou me contando coisas da vida dela, era incrível, mas ela tava se abrindo comigo. Teve uma coisa que me deixou perplexo e que eu não sabia: minha prima Noelia tinha terminado o ensino médio e feito o Enem, tirando uma nota muito boa, mas não quis escolher uma faculdade.
—Sinceramente, Luismi, eu vivia muito bem, no maior luxo, não me faltava nada, e pensei, errado, que minha vida seria assim, sempre assim, pra que me esforçar, até que esse baque me abriu os olhos. Sabia que muitas vezes eu fiz substituições na academia onde eu ia, como instrutora de spinning e fitness? Essa situação me fez refletir e eu decidi: vou fazer faculdade de Ciências da Atividade Física e do Esporte. Você é a primeira pessoa que sabe o que quero fazer da minha vida.
—Pois é, Noelia, adorei o que você tá me contando e quero que saiba que nisso eu tô com você e vou te ajudar no que precisar.
O rosto dela se iluminou e ela me deu um selinho nos lábios, acho que ela precisava disso, se sentir bem consigo mesma e não ser uma putinha egoísta, e que alguém visse o lado bom dela, não o de garota mimada e materialista.
Nesse exato momento, começaram a tocar uma música lenta e, se levantando, Noelia me pegou pelas mãos e me levou pra pista de dança, que tava vazia até então. Peguei uma das mãos dela e fiz ela girar pra ficar de frente pra mim, segurando ela pela cinturinha e puxando pro meu corpo. Ela me sorriu sedutora e se abraçou sem vergonha, deixando eu sentir o corpo todo dela enquanto uma perna dela se enfiava entre as minhas, roçando de leve minha virilha. Acho que nunca tinha dançado assim com ninguém, desse jeito tão íntimo, meu pau não conseguiu ficar quieto dentro da calça e começou a crescer de um jeito... Descontrolada.
Sei que minha prima deve ter notado, meu pau pressionou contra a barriga dela e ela, longe de se incomodar, se grudou ainda mais em mim, se esfregando de leve. Até achei que ouvi um gemido baixinho dela enquanto os lábios dela começavam a beijar meu pescoço. Mesmo com a pista de dança cheia de casais, nem percebi. Minha mão desceu da cintura dela até a bunda perfeita e apertou uma das nádegas dela, perfeita, dura, gostosa. Passei o dedo na racha da bunda dela por cima do vestido, sentindo a tirinha da calcinha fio dental se enfiar entre as bandas daquela bunda perfeita.
— Hummm… Luismiiii. Gemeu minha prima.
Os lábios dela largaram meu pescoço e ela me olhou toda excitada. Me beijou, sentindo a língua dela lutar pra entrar na minha boca, e eu não neguei. Nossas línguas se encontraram num beijo quente e molhado, prelúdio do que podia rolar mais tarde. Mentiria se dissesse que não perdi a noção do tempo. Não fazia ideia de que horas eram nem há quanto tempo estávamos dançando. Tava excitado, muito excitado, e precisava comer essa menina que tava me deixando louco.
— Preciso ir no banheiro — ela falou sussurrando no meu ouvido. — Quando eu voltar, a gente vaza, tá?
Quando saímos daquele lugar, Noelia se abraçou em mim e eu passei o braço por cima do ombro dela, puxando ela pra perto e beijando a cabecinha dela. A gente tava indo pro carro quando, de repente, minha prima me puxou e me enfiou num estacionamento qualquer. Ela foi decidida até duas vans estacionadas em bateria e a gente se meteu entre elas. Naquele momento, virou uma loucura entre nós dois. A gente se beijou igual bicho, e nossas mãos foram direto pras partes mais sensíveis do corpo. Levantei a saia do vestido dela e agarrei aquela bunda incrível, maltratei, amassei, abri, e meus dedos começaram a brincar com os buraquinhos dela, que já estavam encharcados naquela hora.
— Desde que te vi pelado no chuveiro, te desejo, priminho — falou minha prima, toda excitada. — Não teve uma noite que meus dedos não brincaram com minha bucetinha imaginando você me comendo.
Ela se ajoelhou na minha frente e, com habilidade, desabotoou minha calça. calças baixando com minha cueca junto. Meu pau pulou na direção do rosto dela e bateu na bochecha dela de forma descarada.
—Como eu imaginava… que tranca que você tem, priminho.
Ela beijou a ponta e lambeu a glande para em seguida enfiar mais da metade do meu pau na boca dela. Mesmo estando escuro, vi os olhos dela fixos nos meus para em seguida tirar meu pau da boquinha dela, cuspir e começar um boquete brutal. A mãe dela, minha tia, fazia uns boquetes de arrepiar, mas a filha superava ela de forma brutal.
—Deus, Noelia… porra… nunca chuparam assim pra mim, se continuar vou gozar rapidinho.
Ela me olhou nos olhos e aumentou a intensidade do boquete. Parecia que a vida dela dependia daquilo quando enfiava meu pau até a garganta e esticava a língua pra lamber meu saco, pra em seguida tirar ela cheia de baba, pegar ar e enfiar de novo até o rosto dela colar na minha barriga. A boca dela, a língua e a paixão fizeram meu orgasmo explodir na boca dela, mesmo eu tendo avisado ela continuou no que tava fazendo até sentir eu jorrar.
—Noelia, não aguento… Noelia… Noeliaaaa… tô gozandooo.
Minha prima engoliu minha porra sem desperdiçar uma gota, e quando tirou meu pau da boca dela, chupou, lambeu e mimou até deixar limpinho e brilhando.
Ela se levantou e me ajudou a subir as calças, me beijou deixando eu sentir meu próprio gosto, mas isso me excitou de novo. Ela pegou minha mão e levou entre as pernas dela, sentindo a calcinha dela encharcada. Passei meu dedo ao longo da rachinha dela e ela gemeu baixinho se abraçando em mim.
—Adoraria que você comesse minha buceta agora, falou com voz excitada e sussurrando, mas eu grito muito quando gozo e aqui ia chamar atenção… vamos pro seu carro.
Ela me pegou pela mão e quase me arrastou correndo até onde eu tinha estacionado o carro. Entramos e assim que saímos ela tirou a tanga, abriu as pernas e começou a se masturbar.
—Você sabe pra onde a gente vai, porque preciso ter seu pau dentro de mim agora mesmo. mano, fui pra cima da buceta dela, tava encharcada de fluidos e meus dedos chapinhavam fazendo minha prima gemer. Eram duas da manhã, não dava pra ir pra um hotel, meu orçamento era limitado e ia ser pra passar a noite toda até o dia seguinte, e isso também não dava. Fui pro "pique" que eu usava sempre, um lugar tranquilo, aconchegante e escondido.
Quando chegamos, puxamos os bancos da frente pra frente do painel e reclinamos os encostos pra liberar espaço no banco de trás, nos despimos às pressas e finalmente pude ver o corpo incrível da minha prima sem roupa, sei que não dá pra comparar, mas era igualzinha a mãe dela, só que com uns vinte e poucos anos a menos.
— Vamo, priminho, me mostra o que você sabe fazer com esse pauzão — disse ela, abrindo as pernas e mostrando a bucetinha dela.
Abri ainda mais as pernas dela e afundei a cara naquele tesouro. Assim que provei o gosto, fiquei viciado nela, o sabor era delicioso e minha língua e meus lábios não demoraram a se apossar dele, com os gemidos da minha prima que logo viraram gritos. Senti os quadris dela se mexendo sem vergonha, buscando o prazer, enquanto as mãos dela apertavam minha cabeça contra a buceta dela pra que eu nem pensasse em me afastar.
— Assim, amor, assiiiiim, porra, como você come bem minha buceta… vou gozar… tô gozandooooo… tô gozandooo.
Noelia explodiu na minha boca e eu bebi a gozada dela, quando tirei minha boca daquele tesouro, ele tava vermelho, brilhante e se abrindo e fechando nos últimos espasmos do orgasmo dela. Meu pau nessa altura tava duro feito pedra e precisava foder aquela bucetinha pequena e lisinha. Fiquei entre as pernas dela e minhas mãos tomaram conta dos peitos perfeitos dela, amassei e meus dedos maltrataram os bicos, meu pau roçava a bucetinha dela e ela me beijou com gula.
— Vem, meu amor, senta — disse minha prima com carinho.
Ela se levantou e se virou pro lado pra eu sentar no meio. Ela montou em mim e meu pau encontrou o caminho sozinho, entrando fundo até minhas bolas. Ficaram esmagados pela bunda perfeita dela.
—Ai meu Deus, que delíciaaaa, gemeu minha prima, que pauzão que você tem, Luismi.
Minha prima começou a quicar no meu pau, enquanto minhas mãos se agarravam na bunda perfeita dela e minha boca devorava os peitos dela com desespero. Era como um sonho realizado, todas as punhetas que bati pensando nela, quando ela se mostrava insinuante de biquíni, e agora meu pau abria a buceta dela em busca dos nossos orgasmos. Meu dedo indicador acariciou o cuzinho dela e ouvi os gemidos dela subirem de tom, estava encharcado da gozada dela, então não foi difícil enfiar o dedo lá dentro, ela deu um gritinho bem sensual e agarrou meu rosto, me beijando com paixão.
—Isso, minha vida, fode meu cu com seu dedo, não para… continuaaaa… continuaaaaa.
Enfiei um segundo dedo e ela gritou de prazer enquanto não parava de me foder, fazia com raiva, com umas sentadas que faziam minha cabeça bater no colo do útero dela, os olhos dela me encaravam fixamente, e de vez em quando me beijava com gosto, as bochechas dela estavam coradas, da boca dela saíam gritinhos incontrolados até que senti o corpinho dela tremer.
—Meu amor, vou gozar, vou gozaaaaar, continuaaaa… assiiim… assiiiiim… ai meu Deus siiiiiiiim.
Ela me beijou gritando o orgasmo dela na minha boca enquanto se abraçava com força em mim. Eu amava a paixão que ela colocava no que estava fazendo, ela se entregava completamente e todo o corpo dela era um receptor de sensações. O orgasmo dela foi longo e deixou ela bem relaxada, ficamos um bom tempo nos beijando, nos amando com meu pau ainda cravado dentro dela. Eu sentia os músculos da buceta dela pulsando, acariciando meu pau, era uma sensação incrível.
—Porra, Luismi, te garanto que tamanho importa sim. Acho que é o maior pau que já enfiei e te garanto que já foram alguns.
Opa, opa, minha priminha gostava, adorava foder. Eu sabia, sabia que o jeito dela e o comportamento dela indicavam isso, mas agora tinha ouvido da boca dela.
—E pra sua informação, estava louca pra fazer isso com você, por isso me vesti tão provocante quando me Você armou um barraco na cozinha. Isso responde sua pergunta: SIM, eu adoraria que a gente transasse.
—Espero que de agora em diante você me provoque mais vezes, adoro esses joguinhos. Falei excitado.
—Você não gozou, primo, quer que eu chupe de novo?
—Queria foder essa bunda que tá me deixando louco e encher ela de porra.
—Que tarado você é… adoro.
Minha prima tirou a pica da buceta dela, toda melada da gozada dela, e lambuzou minhas bolas também. A cara de safada dela quase me fez gozar de tesão.
—Sabe? — disse minha prima apontando minha cabecinha pro cuzinho dela e abrindo bem as pernas. — Poucos homens eu deixo me foderem o cu, isso é só pros caras que me fazem perder a cabeça, que me levam pro paraíso dos orgasmos, e você é um deles. Sempre que me pedir, vou dar pra você e deixar você me encher de porra.
Quando terminou de falar isso, foi se sentando devagar. Era minha primeira vez no cu e não quis perder nenhum detalhe. Ela estava de olhos fechados, a cara dela tinha uma careta de dor e muito prazer. Senti quando minha cabecinha venceu a resistência do esfíncter dela, a boca dela se abriu num gemido de tesão e senti o cuzinho dela engolir minha pica inteira aos poucos.
—Ca…ralho, amor, que pica do caralho que você tem, sinto ela no estômago.
Ela subiu um pouco até quase tirar ela e colocou os dedos na minha boca.
—Chupa bem eles, meu amor, enche de saliva.
Fiz isso. Daí ela tirou e passou bem na minha pica com minha própria saliva, se sentando de novo e soltando um gemido gutural. Ela me olhou, toda molhada de prazer, e começou a cavalgar de novo. Minha mão foi pro cuzinho dela e meus dedos encontraram o clitóris dela. Deixei ela louca, ela uivava que nem uma puta enquanto quicava na minha pica. Senti meu orgasmo crescendo dentro de mim, já não dava mais pra segurar, tinha aguentado muito e só de saber que tava fodendo aquele cu era a coisa mais safada que já tinha sentido.
—Não… Noelia… não aguento mais… affff… vou… vou gozar.
—Dá pra mim, meu amor, goza e me presenteia. Outro orgasmo gemeu Noelia.
Vi as coxas dela tremendo e explodi dentro do intestino dela, enchendo tudo de porra.
—Noeliaaaaa… tô gozandooooo…
—Siiiiiiii meu vidãooo… me dá tudoooooo me enche de leiteeeeeee
Minha prima teve um orgasmo brutal que não acabava. Ela tava literalmente estrangulando meu pau com o esfíncter dela, mas o prazer era enorme, acho que nunca tinha gozado daquele jeito, meu pau parecia uma mangueira que não parava de encher a bunda dela com minha gozada, da buceta dela saía líquido que encharcou minha barriga e minhas bolas e sujou o estofado, mas eu tava pouco me fodendo.
Ficamos abraçados por um bom tempo, nos mimando, nos beijando enquanto recuperávamos o fôlego. Noelia me olhava com um brilho especial nos olhos, enquanto pedia pra eu abraçar ela pra dar calor, eu tava muito à vontade com ela e acho que ela comigo também, mas eu sentia que a gente ia ter que ir, vi ela olhar pro meu celular e fazer uma careta de chateação.
— Amor, a gente tem que ir, são quase quatro da manhã e você tem três chamadas perdidas de casa que imagino que sejam da minha mãe.
Ela me deu um beijão que me deixou tremendo e sem ar. Meu pau tava duro de novo, minha prima pegou nele e bateu uma com carinho. Nos vestimos em silêncio e limpei os vidros embaçados do nosso suor. Quando começamos a voltar pra casa, Noelia apoiou a cabeça com carinho no meu ombro enquanto beijava minha bochecha.
— Caralho, pensei, faz uma semana que elas tão aqui e já comi minha tia e minha prima Noelia, e agora o que vai rolar? Será que também vou foder minha priminha Alba?
A ideia não me desagradou nem um pouco, minha prima Alba cada dia me parecia mais gostosa e mais apetitosa, além do jeito dela, carinhosa, doce e meio infantil, me deixava a mil.
— Luismi, disse minha prima, não quero apaixonamento nem exclusividade. Quero que isso fique claro, a gente transou e foi fantástico, não me arrependo nada e te garanto que vai ter muitas outras vezes. Então não se apaixona por mim e não faz Enche o saco... tá?"
—Tô ligado, Noelia. Não tô afim de me apaixonar pela minha prima, mas isso vale pra você também... não se apaixona por mim.
—Kkkkkkkk, minha prima riu. Querido, sou muito piranha e adoro foder. Uso os homens pro que quero e depois descarto eles.
Noelia encostou a cabeça no meu ombro de novo e beijou ele, acariciando meu braço. As palavras dela não batiam com as ações, mas o que ela disse já dava pra sacar pelo jeito dela: fria, sem coração, manipuladora e egoísta. Bom, enquanto ela quiser me comer, vou deixar. Qual é, quem é que reclama de um doce?
Antes de chegar em casa, ela mandou eu parar o carro e a gente se pegou num beijão longo que deixou a gente excitado de novo. Eu sabia o que minha prima tinha dito, mas o olhar dela, os gestos... pareciam dizer o contrário.
—Queria passar a noite com você — disse minha prima —, mas sei que é impossível. Então queria me despedir de você como você merece e te dar um beijo de boa noite.
Ela acariciou meu pau por cima da roupa enquanto gemia na minha boca. Minha mão foi entre as pernas dela e alcancei a bucetinha já toda molhada. Afastei a calcinha e enfiei um dedo na boceta dela.
—Para, Luismi, para... não continua... aaaaaffff... te foderia de novo.
Noelia tirou minha mão de entre as pernas dela e arrumou a roupa. Liguei o carro de novo e logo a gente tava em casa. Tudo em silêncio. Subimos pros nossos quartos e, quando entrei no meu, tive que bater uma punheta. Minha prima tinha me deixado no fogo. Quando terminei, fui pro banheiro escovar os dentes e lavar o pau. Ainda tinha resto de merda, de quando eu tinha comido o cu da minha priminha. Só de lembrar, fiquei duro que nem um bicho de novo. Era a primeira vez que eu comia o cu de uma mulher, e nunca ia esquecer aquilo na vida.
Não sei bem a que horas dormi, mas alguma coisa me acordou. Algo gostoso que fez meu pau ficar duro, desafiador. Quando abri os olhos e foquei no que tava vendo, quase gozei: uma buceta lisinha, rosadinha e aberta. Eu tinha na minha frente um cu perfeito, com um cuzinho que pedia pra ser lambido, se abrindo e fechando diante dos meus olhos, e acima de tudo aquela sensação de calor quando você recebe um boquete bem dado. Sabia que era a Noelia, minha tia tava trabalhando e a Alba não acho que se jogaria daquele jeito, além disso, o cuzinho da minha tia eu conhecia e não era aquele.
Afundei minha cara naquele paraíso e me dediquei a lamber e chupar desde o clitóris até o cuzinho dela, me agarrava nas nádegas do rabo dela pra abrir e meter minha língua em todos os cantinhos. Cheirava a gel de banho, a recém-tomada banho, e isso me excitou ainda mais.
— Noelia… Noelia… para, isso é uma loucura e sua irmã pode nos descobrir.
— Não, meu amor, sua mãe saiu cedo, a Alba foi com minha mãe pro shopping e vai ligar pra gente ir buscá-la… tô sozinhos, céu, vamos foder como Deus manda.
Me entreguei a ela, afundei minha cara entre as pernas dela até ouvir ela gritar de orgasmo. Acho que ela, de propósito, me deixou no limite porque queria meu pau dentro dela, e foi o que aconteceu. Quando se recuperou do orgasmo, montou no meu pau e apontou pra bucetinha dela, se deixando cair com cara de prazer.
— Meu Deeeeeus, meu amor, como eu precisava sentir você de novo, gemeu a Noelia. Essa noite não consegui dormir direito pensando em você e no seu pau lindo.
Minha prima subia e descia no meu pau, se dando e me dando prazer. Colocava os peitos ao alcance da minha boca e não hesitei em me apossar deles, lambendo e chupando os biquinhos até deixá-los duros como diamantes. Minhas mãos foram pro rabo perfeito dela, amassei e profanei o cuzinho dela com meus dedos enquanto a puxava pra mim, deixando a penetração mais funda.
— Ahhhhhhhh… amor, adoro como você me fode. Vai, me dá forte, arrebenta a rabuda da sua priminha.
Comecei a mexer meus quadris, fodendo ela com força. Adorava ver a cara de prazer da minha prima quando eu enfiava meu pau até o fundo, sentia meu pau abrindo aquela bucetinha sem dificuldade e sentia a lubrificação escorrendo pelas minhas bolas. Percebi quando ela começou a gozar, como os músculos da buceta dela apertavam no meu pau, deus, era uma delícia sentir aquela bucetinha apertada tentando se agarrar em mim pra não me deixar escapar e meu orgasmo explodiu começando a soltar jatos de porra dentro dela.
Noelia caiu em cima de mim exausta, os tremores dela foram parando aos poucos, enquanto eu a mimava, beijava e acariciava pra ela relaxar. Quando me dei conta, vi que ela tinha dormido em cima de mim com meu pau ainda enfiado dentro dela. Tava gostoso assim com ela, puxei o edredom por cima da gente e abracei ela, dormindo desse jeito.
Não sei se passaram quatro minutos ou quarenta, uns lábios me beijavam delicadamente e a língua dela voava sobre os meus. As mãos dela me acariciavam e quando abri os olhos vi a cara linda da minha prima me olhando sorrindo.
—Nunca tinha rolado isso comigo, dormir em cima do meu amante depois do orgasmo, mas é que contigo eu me sinto tão bem.
Meu pau ainda tava dentro dela, ainda duro como aço e os quadris da minha prima se moviam devagar. A pele da buceta dela era puro fogo e a lubrificação dela e minha gozada continuavam escorrendo pelas minhas bolas. Olhei pra minha prima com carinho, ela tava com o rosto vermelho e um sorrisinho safado, mas um dos meus sonhos com ela era colocá-la de quatro e foder os dois buraquinhos dela. Levantei ela, saindo de dentro, e ela fez cara de desgosto, mas mudou na hora.
—Fica de quatro, meu amor, vou arrebentar essa buceta e esse cu que me deixa louco.
—Meu corpo é teu, dizia minha prima excitada, fode ele.
Noelia afundou os rins e colou o peito e o rosto no colchão, isso deixou a bucetinha e o cuzinho dela expostos pra mim, a visão era das mais safadas e meu pau entrou de uma vez na buceta da minha prima até bater em algum lugar do útero dela, ela ergueu a cabeça gemendo, me olhou boquiaberta feito um peixe, peguei a cabeleira dela e puxei com força e ela gemeu ainda mais alto arqueando o corpo de um jeito sensual.
—Me fode forte, meu amor…isso…fode a tua rabuda, a tua putinha. …deeeeeeus…amo teu pau, mais forte maaaais.
Minha prima estava fora de si. Soltei a cabeleira dela e me agarrei nas bundas dela, meus dedos afundavam na carne dela me segurando nela pra que minhas estocadas fossem mais profundas, era excitante ver como meu pau desaparecia dentro dela até minhas bolas baterem no clitóris dela. O cu dela abria e fechava pedindo minha atenção, lambi meu dedão e enfiei até o fundo, minha prima gemia, gritava, parecia uma fera ferida. Sabia que o orgasmo dela tava chegando, então prolonguei um pouco mais, ou pelo menos pensei, porque em seguida tirei meu pau da bucetinha dela e meti no cu dela sem perguntar e sem parar até minhas bolas baterem no períneo dela.
— Filho da puuuuta…que dor gostosaaaa…continua…continuaaaaaaaaa.
Eu já tava no limite da resistência, pensei que depois da gozada aguentaria muito mais, mas ver meu pau desaparecendo no cu perfeito da minha prima era obsceno e excitante e fazia meu orgasmo crescer sem parar, e ainda mais quando senti a mão da minha prima enfiar entre as pernas dela pra acariciar o clitóris e minhas bolas. Olhei pro teto tentando lembrar de fórmulas matemáticas pra aguentar mais, mas eram tantas sensações chegando pelos meus sentidos que era impossível.
— Meu amor…vou gozaaaaaar…vou gozaaaaaar, gritou minha prima. Te amooo…nunca me deixaaaa.
Meu pau começou a encher o intestino dela de porra fervendo, que minha prima recebeu com outro grito de prazer. A cintura dela se mexia numa velocidade doida fazendo meu pau entrar e sair dela, nos dando um orgasmo longo e brutal que nos deixou exaustos e suados. Minha prima caiu de bruços fazendo meu pau sair de dentro dela, e eu me deitei do lado dela de barriga pra cima. Ela me olhou agradecida e subiu em cima de mim me enchendo de beijos, eu abracei ela e procurei a boca dela, dando um beijo longo, molhado e cheio de desejo.
— Você me ama? Perguntei, estranhando.
Noelia caiu na risada e me olhou com aqueles olhões cor de mel que me enfeitiçavam.
— Te Quero, afirmei, claro que te quero. E você, me quer?
—Muito, minha vida, mais do que você pode imaginar. Mas… você disse que nada de apaixonamento.
—Vamos ver, meu amor, disse minha prima com carinho, eu te quero, mas não te amo, não tô apaixonada por você, isso é algo que você precisa diferenciar… embora… foda-se o que eu falei, o que tiver que acontecer, acontece.
Isso último ela disse se abraçando em mim e apoiando a cabecinha entre meu ombro e meu pescoço. Ficamos nos acariciando por minutos intermináveis e, pelo que eu via do meu ponto de vista, nesses gestos tinha muito amor. Pensei na minha tia, no meu verdadeiro amor. Ela sim, eu amava, tava perdidamente apaixonado por ela, mesmo sabendo que era impossível, seria mais fácil eu e Noelia terminarmos juntos do que eu e minha tia podermos compartilhar nossa vida.
Nós dois estávamos muito à vontade nos sentindo, e com certeza a gente gostaria de ficar assim a manhã toda, mas tinha que se mexer, olhei a hora e eram 11h30, com certeza minha tia ligaria de um momento pro outro.
—Preciso tomar um banho, Noelia, tô fedendo a tigre e sua mãe vai ligar na hora que a gente menos esperar.
Ouvi minha prima aspirar meu cheiro se abraçando em mim e esfregando o corpo dela no meu de forma lasciva.
—Minha vida, você cheira muito bem, cheira a homem e isso me deixa com tesão, posso tomar banho com você?
Eu só sorri, me levantei e carreguei ela no colo levando pro chuveiro.
—Se continuar me tratando assim, vai ser inevitável eu me apaixonar por você, disse ela rindo.
Tomando banho, bateu o tesão de novo e a gente transou de novo, enchendo a bucetinha dela com o pouco de porra que já saía dos meus ovos, mas que nos fez ter um orgasmo muito gostoso. Pouco depois, já vestidos, estávamos na cozinha tomando café da manhã trocando olhares de carinho quando o telefone tocou. Era minha tia pedindo se a gente podia ir buscar minha prima Alba, ela já tinha terminado o que precisava fazer. A voz dela soou seca, fria, cortante, e isso me deixou de mau humor. Do mesmo jeito frio, seco e cortante, respondi e desliguei na cara dela. telefone sem deixar ela falar mais nada. Era imperativo que eu falasse com minha tia e esclarecesse o que estava rolando. Naquela tarde, eu iria buscá-la no trabalho e a gente conversaria… ou pelo menos era o que eu esperava.
Até quando fomos pegar a Alba, minha prima comentou que não sabia o que tava acontecendo com a mãe dela, que tava muito estranha. Sem sair do shopping, convidei minhas primas pra um Burger e a gente almoçava por lá, não tava a fim de cozinhar e, quando chegasse em casa, eu pelo menos podia descansar, tava meio cansado.
Naquela tarde, deixei minhas primas em casa e fui buscar minha tia no trabalho. Ela saía às nove da noite, e dependendo de como fosse a parada, eu levava ela pra jantar, mas não tava muito confiante. Entrei na loja quando já tavam quase fechando e uma morena gostosa, de olhos verdes e um corpo de matar, veio na minha direção com cara de poucos amigos, achando que eu era um cliente tentando comprar um presente de última hora.
— Boa noite, senhor, em que posso ajudar? — disse a morena, solícita.
— Oi, nada não, só vim buscar minha tia Paula, sou sobrinho dela.
— ¡¡Você é o Luismi?!! — exclamou a morena com um sorrisão. — Eu sou a Olga, sua tia fala muito de você. ¡¡PAULAAAA!! — gritou a morena — OLHA QUEM VEIO TE BUSCAR.
Minha tia apareceu por um corredorzinho onde ficavam os provadores. Quando me viu, ficou bem surpresa, mas deu um sorriso amarelo e veio me cumprimentar com um beijo na bochecha.
— A que devo essa surpresa? — perguntou minha tia, meio nervosa.
— Então, tava em casa e pensei: por que não vir te buscar e, se você quiser, te convidar pra jantar? Você precisa se distrair e acho que essa é a noite perfeita. Topa?
— ¡¡AI QUE FOFO!! — disse a Olga com a mão no peito — Que amor de menino, queria que meu namorado tivesse esses gestos.
— Já te falei pra largar esse babaca mulherengo e se apaixonar por alguém que preste e te trate como você merece, você é uma ótima garota — comentou minha tia.
Olga era uma Guria de um metro e sessenta, mas com um corpo muito bem cuidado. Tinha umas tetas gostosas e uma bunda que pedia pra ser macetada centenas de vezes, era impossível não reparar numa mulher daquelas.
—É complicado, Paula — disse Olga com um pouco de tristeza —, além disso, olha, falando no diabo, ali está meu namorado me esperando. Você realmente não se importa de ficar e fechar? — perguntou pra minha tia.
—De jeito nenhum, querida, vai, se diverte.
Olga pegou as coisas dela e se despediu da gente com um beijo. Mentiria se dissesse que não gostei, aquela mulher me encantou, mas eu tava ali pela minha tia, meu amor platônico. Ela foi até um quadro de interruptores e acionou alguns, apagando as luzes da loja. Depois apertou um botão e baixou a porta de enrolar, deixando a loja fechada pro público.
—Agradeço você ter vindo me buscar, mas prometi pra Olga que eu ia dar entrada no pedido que chegou hoje. Desculpa, mas ainda não posso sair.
—Bom, Paula, tô aqui e posso te ajudar, se você me disser o que fazer, faço com maior prazer.
Vi como minha tia me olhava e como os olhos dela foram se enchendo d'água, o queixo tremia sem controle e os olhos não conseguiram segurar a avalanche de lágrimas que se soltou em seguida, enquanto da boca dela saíam recriminações sem sentido e entre soluços ela me dizia que eu tinha brincado com ela.
—Não entendo por que você agiu assim comigo — dizia com angústia —, eu te amo e você, em vez disso, me tratou com frieza, como se eu não existisse. Você conseguiu comer sua tia e agora não faz mais sentido querer ela, né?
Embora estivesse puto com as recriminações e acusações dela, tava me partindo a alma vê-la tão triste. Só abracei ela e enchi a cara dela de beijos. Ela se agarrou a mim e continuou chorando no meu peito até que levantou a cabeça e me olhou nos olhos. Nossos lábios foram se aproximando e nos fundimos num beijo cheio de amor e carinho, nossas línguas se enroscaram e só paramos quando faltou o ar.
—Tá mais calma, meu amor? — perguntei com carinho.
Ela Ela assentiu com a cabeça enquanto eu limpava suas lágrimas e beijava suas pálpebras.
— Paula, eu não brinquei com você, e se fui frio é porque, depois do que aconteceu domingo passado, você ficou fria e distante. Talvez você nem tenha percebido, mas você nem olhava na minha cara.
— Eu fazia isso para ninguém perceber que eu tava louca por você, queria te abraçar e te beijar o tempo todo.
— Pois você fez isso muito mal, porque minha mãe percebeu na hora e me perguntou se a gente tinha brigado. Sabia que a gente precisava conversar, então, depois da sua frieza hoje de manhã no telefone, decidi vir te buscar e esclarecer tudo isso.
A gente se beijou de novo, a paixão e o carinho dela me deixaram nas nuvens, mas meu pau tava por conta própria e não entendia que aquele momento era especial. Mesmo que a Noelia tivesse me deixado seco de manhã, meu pau colou no púbis da minha tia, que percebeu e soltou um gemidinho bem sensual.
— Então eu ferrei tudo com minha atitude? — ela disse sussurrando.
— Paula, desde que me entendo por gente, você sempre foi muito carinhosa e próxima de mim. Sempre me dando carinho, beijos, me abraçando. É assim que você acostumou todo mundo ao nosso redor, e todo mundo vê isso como normal. O estranho, o anormal, foi sua atitude essa semana.
— Bom, vou ter que me acostumar. Espero que não fique na cara que eu tô toda apaixonada pelo meu sobrinho. Vamos, vamos receber o pedido, que depois quero te mostrar uma coisa...
Minha prima Noelia sentada no sofá, com uma cara de tédio enorme, me disse: "Por que não?"
— E aí, prima! O que cê tá fazendo?
— Morrendo de tédio, Luismi. Tô há uma semana enfiada nessa casa e, fora a ida ao cinema, não fiz quase nada. E você, vai cair na farra?
— Bom, sim, marquei com uns amigos, mas é mais tarde.
Ficamos os dois em silêncio olhando pra TV. Como sempre, minha prima tava uma gostosa de dar gosto, daquelas de querer comer um atrás do outro. E desde aquele dia na cozinha, quando ela se desculpou, fiquei na dúvida se a gente não teria ido mais longe se ela tivesse tentado me enganchar. Subi pro quarto da Alba, e ela tava no mundinho dela, preparando as aulas num computador velho que tinham emprestado, pesquisando umas paradas de física.
— Alba, posso entrar?
— Claro, primo, fala aí. O que cê quer?
— Cê topa dar uma volta, sair nós três, eu, você e sua irmã, fazer alguma coisa?
Sabia que a Alba era bem caseira, não era de sair pra farra, e sabia que a resposta ia ser não. E não me enganei.
— Ahhh... valeu, Luismi, mas tô com coisas pra fazer, e você sabe que não sou de sair por aí. Pra ser sincera, não tô a fim. Fala com a Noelia, ela com certeza vai querer sair.
Deixei ela no quarto e fui direto buscar a Noelia. Era isso que eu queria: ir nós dois sozinhos. Vi que ela ainda tava no sofá com a mesma cara de tédio.
— Noelia, cê topa cair na farra comigo?
Minha prima me olhou de olhos bem abertos e levantou na hora. Porra, com aquela legging e aquela camiseta justa no corpo, dava vontade de comer ela até com roupa e tudo.
— Primo, não demoro nada pra tomar um banho e me arrumar. Me dá uns minutos, falou animada.
Pensei que ia demorar uma eternidade, mas me enganei. Quando ouvi ela descendo as escadas, levantei e tive que engolir seco. Ela tava radiante e vestida de um jeito sensual, com um vestido que mostrava a silhueta esplêndida, deixando à vista umas pernas longas e bem torneadas. Quando chegou na minha altura, deu uma voltinha e me olhou. coquete.
—Cê tá gostando de como eu tô? Perguntou sedutora.
—Noelia… cê tá uma gostosa, vamos?
Ela me sorriu de um jeito sugestivo e saímos porta afora, a noite era jovem e com aquela beleza, com certeza eu não ia ficar entediado. Tudo bem que era minha prima de sangue, mas antes disso era uma mulher, e uma mulher que exalava sensualidade pela pele e em cada movimento que fazia.
Aquela noite foi incrível, jantamos num italiano à luz de velas e minha priminha se mostrou doce, encantadora e muito falante. Tava encantado com ela, tanto que a sobremesa foi longa e teve muita cumplicidade. Mas lembrei que tinha combinado com meus amigos e não quis deixá-los na mão.
—Noelia, eu tinha combinado com meus amigos. Cê topa a gente ir com eles?
Pensei que seria um jeito dela começar a conhecer outras pessoas e se divertir, mas acho que os planos da minha prima eram outros.
—Não, Luismi, prefiro que a gente vá só nós dois tomar algo e dançar. Cê não topa?
—Claro, como não, falei todo feliz, espera que vou ligar pros meus parceiros e avisar que não vão me esperar.
Como era de se esperar, nenhum dos meus amigos atendeu o telefone, ou tavam em outros afazeres ou num lugar com o som tão alto que nem dava pra ouvir a própria voz. Mesmo assim, mandei um zap no grupo que a gente tinha pra eles saberem que eu não ia aparecer.
Sabia que perto dali tinha um disco bar muito bom, embora a gente tivesse parado de ir porque vivia cheio de casalzinho e era impossível pegar alguém. Paguei o jantar e saímos daquele restaurante, assim que chegamos na rua, Noelia pegou minha mão e entrelaçou os dedos dela nos meus, me olhou e piscou o olho.
—Pra onde cê vai me levar, Luismi?
—Tomar algo e dançar, foi o que cê pediu e hoje à noite cê é minha mimada.
—Ummm, adoro quando cê me trata assim, disse manhosa.
Ela se agarrou no meu braço e deixou eu sentir um peito dela enquanto me dava um beijo no ombro, eu tinha que me controlar, sabia como minha prima era e com certeza ia me esquentar até ferver. A gente ia andando na rua como dois Enamorados e não demoramos nada pra chegar no lugar que eu tinha escolhido. Assim que entramos, reparei na reação dela, ela olhou tudo com os olhos bem abertos e me encarou com um sorrisão na boca.
—É ideal, Luismi!! Adorei.
Sentamos e pedimos algo pra beber, ela continuou me contando coisas da vida dela, era incrível, mas ela tava se abrindo comigo. Teve uma coisa que me deixou perplexo e que eu não sabia: minha prima Noelia tinha terminado o ensino médio e feito o Enem, tirando uma nota muito boa, mas não quis escolher uma faculdade.
—Sinceramente, Luismi, eu vivia muito bem, no maior luxo, não me faltava nada, e pensei, errado, que minha vida seria assim, sempre assim, pra que me esforçar, até que esse baque me abriu os olhos. Sabia que muitas vezes eu fiz substituições na academia onde eu ia, como instrutora de spinning e fitness? Essa situação me fez refletir e eu decidi: vou fazer faculdade de Ciências da Atividade Física e do Esporte. Você é a primeira pessoa que sabe o que quero fazer da minha vida.
—Pois é, Noelia, adorei o que você tá me contando e quero que saiba que nisso eu tô com você e vou te ajudar no que precisar.
O rosto dela se iluminou e ela me deu um selinho nos lábios, acho que ela precisava disso, se sentir bem consigo mesma e não ser uma putinha egoísta, e que alguém visse o lado bom dela, não o de garota mimada e materialista.
Nesse exato momento, começaram a tocar uma música lenta e, se levantando, Noelia me pegou pelas mãos e me levou pra pista de dança, que tava vazia até então. Peguei uma das mãos dela e fiz ela girar pra ficar de frente pra mim, segurando ela pela cinturinha e puxando pro meu corpo. Ela me sorriu sedutora e se abraçou sem vergonha, deixando eu sentir o corpo todo dela enquanto uma perna dela se enfiava entre as minhas, roçando de leve minha virilha. Acho que nunca tinha dançado assim com ninguém, desse jeito tão íntimo, meu pau não conseguiu ficar quieto dentro da calça e começou a crescer de um jeito... Descontrolada.
Sei que minha prima deve ter notado, meu pau pressionou contra a barriga dela e ela, longe de se incomodar, se grudou ainda mais em mim, se esfregando de leve. Até achei que ouvi um gemido baixinho dela enquanto os lábios dela começavam a beijar meu pescoço. Mesmo com a pista de dança cheia de casais, nem percebi. Minha mão desceu da cintura dela até a bunda perfeita e apertou uma das nádegas dela, perfeita, dura, gostosa. Passei o dedo na racha da bunda dela por cima do vestido, sentindo a tirinha da calcinha fio dental se enfiar entre as bandas daquela bunda perfeita.
— Hummm… Luismiiii. Gemeu minha prima.
Os lábios dela largaram meu pescoço e ela me olhou toda excitada. Me beijou, sentindo a língua dela lutar pra entrar na minha boca, e eu não neguei. Nossas línguas se encontraram num beijo quente e molhado, prelúdio do que podia rolar mais tarde. Mentiria se dissesse que não perdi a noção do tempo. Não fazia ideia de que horas eram nem há quanto tempo estávamos dançando. Tava excitado, muito excitado, e precisava comer essa menina que tava me deixando louco.
— Preciso ir no banheiro — ela falou sussurrando no meu ouvido. — Quando eu voltar, a gente vaza, tá?
Quando saímos daquele lugar, Noelia se abraçou em mim e eu passei o braço por cima do ombro dela, puxando ela pra perto e beijando a cabecinha dela. A gente tava indo pro carro quando, de repente, minha prima me puxou e me enfiou num estacionamento qualquer. Ela foi decidida até duas vans estacionadas em bateria e a gente se meteu entre elas. Naquele momento, virou uma loucura entre nós dois. A gente se beijou igual bicho, e nossas mãos foram direto pras partes mais sensíveis do corpo. Levantei a saia do vestido dela e agarrei aquela bunda incrível, maltratei, amassei, abri, e meus dedos começaram a brincar com os buraquinhos dela, que já estavam encharcados naquela hora.
— Desde que te vi pelado no chuveiro, te desejo, priminho — falou minha prima, toda excitada. — Não teve uma noite que meus dedos não brincaram com minha bucetinha imaginando você me comendo.
Ela se ajoelhou na minha frente e, com habilidade, desabotoou minha calça. calças baixando com minha cueca junto. Meu pau pulou na direção do rosto dela e bateu na bochecha dela de forma descarada.
—Como eu imaginava… que tranca que você tem, priminho.
Ela beijou a ponta e lambeu a glande para em seguida enfiar mais da metade do meu pau na boca dela. Mesmo estando escuro, vi os olhos dela fixos nos meus para em seguida tirar meu pau da boquinha dela, cuspir e começar um boquete brutal. A mãe dela, minha tia, fazia uns boquetes de arrepiar, mas a filha superava ela de forma brutal.
—Deus, Noelia… porra… nunca chuparam assim pra mim, se continuar vou gozar rapidinho.
Ela me olhou nos olhos e aumentou a intensidade do boquete. Parecia que a vida dela dependia daquilo quando enfiava meu pau até a garganta e esticava a língua pra lamber meu saco, pra em seguida tirar ela cheia de baba, pegar ar e enfiar de novo até o rosto dela colar na minha barriga. A boca dela, a língua e a paixão fizeram meu orgasmo explodir na boca dela, mesmo eu tendo avisado ela continuou no que tava fazendo até sentir eu jorrar.
—Noelia, não aguento… Noelia… Noeliaaaa… tô gozandooo.
Minha prima engoliu minha porra sem desperdiçar uma gota, e quando tirou meu pau da boca dela, chupou, lambeu e mimou até deixar limpinho e brilhando.
Ela se levantou e me ajudou a subir as calças, me beijou deixando eu sentir meu próprio gosto, mas isso me excitou de novo. Ela pegou minha mão e levou entre as pernas dela, sentindo a calcinha dela encharcada. Passei meu dedo ao longo da rachinha dela e ela gemeu baixinho se abraçando em mim.
—Adoraria que você comesse minha buceta agora, falou com voz excitada e sussurrando, mas eu grito muito quando gozo e aqui ia chamar atenção… vamos pro seu carro.
Ela me pegou pela mão e quase me arrastou correndo até onde eu tinha estacionado o carro. Entramos e assim que saímos ela tirou a tanga, abriu as pernas e começou a se masturbar.
—Você sabe pra onde a gente vai, porque preciso ter seu pau dentro de mim agora mesmo. mano, fui pra cima da buceta dela, tava encharcada de fluidos e meus dedos chapinhavam fazendo minha prima gemer. Eram duas da manhã, não dava pra ir pra um hotel, meu orçamento era limitado e ia ser pra passar a noite toda até o dia seguinte, e isso também não dava. Fui pro "pique" que eu usava sempre, um lugar tranquilo, aconchegante e escondido.
Quando chegamos, puxamos os bancos da frente pra frente do painel e reclinamos os encostos pra liberar espaço no banco de trás, nos despimos às pressas e finalmente pude ver o corpo incrível da minha prima sem roupa, sei que não dá pra comparar, mas era igualzinha a mãe dela, só que com uns vinte e poucos anos a menos.
— Vamo, priminho, me mostra o que você sabe fazer com esse pauzão — disse ela, abrindo as pernas e mostrando a bucetinha dela.
Abri ainda mais as pernas dela e afundei a cara naquele tesouro. Assim que provei o gosto, fiquei viciado nela, o sabor era delicioso e minha língua e meus lábios não demoraram a se apossar dele, com os gemidos da minha prima que logo viraram gritos. Senti os quadris dela se mexendo sem vergonha, buscando o prazer, enquanto as mãos dela apertavam minha cabeça contra a buceta dela pra que eu nem pensasse em me afastar.
— Assim, amor, assiiiiim, porra, como você come bem minha buceta… vou gozar… tô gozandooooo… tô gozandooo.
Noelia explodiu na minha boca e eu bebi a gozada dela, quando tirei minha boca daquele tesouro, ele tava vermelho, brilhante e se abrindo e fechando nos últimos espasmos do orgasmo dela. Meu pau nessa altura tava duro feito pedra e precisava foder aquela bucetinha pequena e lisinha. Fiquei entre as pernas dela e minhas mãos tomaram conta dos peitos perfeitos dela, amassei e meus dedos maltrataram os bicos, meu pau roçava a bucetinha dela e ela me beijou com gula.
— Vem, meu amor, senta — disse minha prima com carinho.
Ela se levantou e se virou pro lado pra eu sentar no meio. Ela montou em mim e meu pau encontrou o caminho sozinho, entrando fundo até minhas bolas. Ficaram esmagados pela bunda perfeita dela.
—Ai meu Deus, que delíciaaaa, gemeu minha prima, que pauzão que você tem, Luismi.
Minha prima começou a quicar no meu pau, enquanto minhas mãos se agarravam na bunda perfeita dela e minha boca devorava os peitos dela com desespero. Era como um sonho realizado, todas as punhetas que bati pensando nela, quando ela se mostrava insinuante de biquíni, e agora meu pau abria a buceta dela em busca dos nossos orgasmos. Meu dedo indicador acariciou o cuzinho dela e ouvi os gemidos dela subirem de tom, estava encharcado da gozada dela, então não foi difícil enfiar o dedo lá dentro, ela deu um gritinho bem sensual e agarrou meu rosto, me beijando com paixão.
—Isso, minha vida, fode meu cu com seu dedo, não para… continuaaaa… continuaaaaa.
Enfiei um segundo dedo e ela gritou de prazer enquanto não parava de me foder, fazia com raiva, com umas sentadas que faziam minha cabeça bater no colo do útero dela, os olhos dela me encaravam fixamente, e de vez em quando me beijava com gosto, as bochechas dela estavam coradas, da boca dela saíam gritinhos incontrolados até que senti o corpinho dela tremer.
—Meu amor, vou gozar, vou gozaaaaar, continuaaaa… assiiim… assiiiiim… ai meu Deus siiiiiiiim.
Ela me beijou gritando o orgasmo dela na minha boca enquanto se abraçava com força em mim. Eu amava a paixão que ela colocava no que estava fazendo, ela se entregava completamente e todo o corpo dela era um receptor de sensações. O orgasmo dela foi longo e deixou ela bem relaxada, ficamos um bom tempo nos beijando, nos amando com meu pau ainda cravado dentro dela. Eu sentia os músculos da buceta dela pulsando, acariciando meu pau, era uma sensação incrível.
—Porra, Luismi, te garanto que tamanho importa sim. Acho que é o maior pau que já enfiei e te garanto que já foram alguns.
Opa, opa, minha priminha gostava, adorava foder. Eu sabia, sabia que o jeito dela e o comportamento dela indicavam isso, mas agora tinha ouvido da boca dela.
—E pra sua informação, estava louca pra fazer isso com você, por isso me vesti tão provocante quando me Você armou um barraco na cozinha. Isso responde sua pergunta: SIM, eu adoraria que a gente transasse.
—Espero que de agora em diante você me provoque mais vezes, adoro esses joguinhos. Falei excitado.
—Você não gozou, primo, quer que eu chupe de novo?
—Queria foder essa bunda que tá me deixando louco e encher ela de porra.
—Que tarado você é… adoro.
Minha prima tirou a pica da buceta dela, toda melada da gozada dela, e lambuzou minhas bolas também. A cara de safada dela quase me fez gozar de tesão.
—Sabe? — disse minha prima apontando minha cabecinha pro cuzinho dela e abrindo bem as pernas. — Poucos homens eu deixo me foderem o cu, isso é só pros caras que me fazem perder a cabeça, que me levam pro paraíso dos orgasmos, e você é um deles. Sempre que me pedir, vou dar pra você e deixar você me encher de porra.
Quando terminou de falar isso, foi se sentando devagar. Era minha primeira vez no cu e não quis perder nenhum detalhe. Ela estava de olhos fechados, a cara dela tinha uma careta de dor e muito prazer. Senti quando minha cabecinha venceu a resistência do esfíncter dela, a boca dela se abriu num gemido de tesão e senti o cuzinho dela engolir minha pica inteira aos poucos.
—Ca…ralho, amor, que pica do caralho que você tem, sinto ela no estômago.
Ela subiu um pouco até quase tirar ela e colocou os dedos na minha boca.
—Chupa bem eles, meu amor, enche de saliva.
Fiz isso. Daí ela tirou e passou bem na minha pica com minha própria saliva, se sentando de novo e soltando um gemido gutural. Ela me olhou, toda molhada de prazer, e começou a cavalgar de novo. Minha mão foi pro cuzinho dela e meus dedos encontraram o clitóris dela. Deixei ela louca, ela uivava que nem uma puta enquanto quicava na minha pica. Senti meu orgasmo crescendo dentro de mim, já não dava mais pra segurar, tinha aguentado muito e só de saber que tava fodendo aquele cu era a coisa mais safada que já tinha sentido.
—Não… Noelia… não aguento mais… affff… vou… vou gozar.
—Dá pra mim, meu amor, goza e me presenteia. Outro orgasmo gemeu Noelia.
Vi as coxas dela tremendo e explodi dentro do intestino dela, enchendo tudo de porra.
—Noeliaaaaa… tô gozandooooo…
—Siiiiiiii meu vidãooo… me dá tudoooooo me enche de leiteeeeeee
Minha prima teve um orgasmo brutal que não acabava. Ela tava literalmente estrangulando meu pau com o esfíncter dela, mas o prazer era enorme, acho que nunca tinha gozado daquele jeito, meu pau parecia uma mangueira que não parava de encher a bunda dela com minha gozada, da buceta dela saía líquido que encharcou minha barriga e minhas bolas e sujou o estofado, mas eu tava pouco me fodendo.
Ficamos abraçados por um bom tempo, nos mimando, nos beijando enquanto recuperávamos o fôlego. Noelia me olhava com um brilho especial nos olhos, enquanto pedia pra eu abraçar ela pra dar calor, eu tava muito à vontade com ela e acho que ela comigo também, mas eu sentia que a gente ia ter que ir, vi ela olhar pro meu celular e fazer uma careta de chateação.
— Amor, a gente tem que ir, são quase quatro da manhã e você tem três chamadas perdidas de casa que imagino que sejam da minha mãe.
Ela me deu um beijão que me deixou tremendo e sem ar. Meu pau tava duro de novo, minha prima pegou nele e bateu uma com carinho. Nos vestimos em silêncio e limpei os vidros embaçados do nosso suor. Quando começamos a voltar pra casa, Noelia apoiou a cabeça com carinho no meu ombro enquanto beijava minha bochecha.
— Caralho, pensei, faz uma semana que elas tão aqui e já comi minha tia e minha prima Noelia, e agora o que vai rolar? Será que também vou foder minha priminha Alba?
A ideia não me desagradou nem um pouco, minha prima Alba cada dia me parecia mais gostosa e mais apetitosa, além do jeito dela, carinhosa, doce e meio infantil, me deixava a mil.
— Luismi, disse minha prima, não quero apaixonamento nem exclusividade. Quero que isso fique claro, a gente transou e foi fantástico, não me arrependo nada e te garanto que vai ter muitas outras vezes. Então não se apaixona por mim e não faz Enche o saco... tá?"
—Tô ligado, Noelia. Não tô afim de me apaixonar pela minha prima, mas isso vale pra você também... não se apaixona por mim.
—Kkkkkkkk, minha prima riu. Querido, sou muito piranha e adoro foder. Uso os homens pro que quero e depois descarto eles.
Noelia encostou a cabeça no meu ombro de novo e beijou ele, acariciando meu braço. As palavras dela não batiam com as ações, mas o que ela disse já dava pra sacar pelo jeito dela: fria, sem coração, manipuladora e egoísta. Bom, enquanto ela quiser me comer, vou deixar. Qual é, quem é que reclama de um doce?
Antes de chegar em casa, ela mandou eu parar o carro e a gente se pegou num beijão longo que deixou a gente excitado de novo. Eu sabia o que minha prima tinha dito, mas o olhar dela, os gestos... pareciam dizer o contrário.
—Queria passar a noite com você — disse minha prima —, mas sei que é impossível. Então queria me despedir de você como você merece e te dar um beijo de boa noite.
Ela acariciou meu pau por cima da roupa enquanto gemia na minha boca. Minha mão foi entre as pernas dela e alcancei a bucetinha já toda molhada. Afastei a calcinha e enfiei um dedo na boceta dela.
—Para, Luismi, para... não continua... aaaaaffff... te foderia de novo.
Noelia tirou minha mão de entre as pernas dela e arrumou a roupa. Liguei o carro de novo e logo a gente tava em casa. Tudo em silêncio. Subimos pros nossos quartos e, quando entrei no meu, tive que bater uma punheta. Minha prima tinha me deixado no fogo. Quando terminei, fui pro banheiro escovar os dentes e lavar o pau. Ainda tinha resto de merda, de quando eu tinha comido o cu da minha priminha. Só de lembrar, fiquei duro que nem um bicho de novo. Era a primeira vez que eu comia o cu de uma mulher, e nunca ia esquecer aquilo na vida.
Não sei bem a que horas dormi, mas alguma coisa me acordou. Algo gostoso que fez meu pau ficar duro, desafiador. Quando abri os olhos e foquei no que tava vendo, quase gozei: uma buceta lisinha, rosadinha e aberta. Eu tinha na minha frente um cu perfeito, com um cuzinho que pedia pra ser lambido, se abrindo e fechando diante dos meus olhos, e acima de tudo aquela sensação de calor quando você recebe um boquete bem dado. Sabia que era a Noelia, minha tia tava trabalhando e a Alba não acho que se jogaria daquele jeito, além disso, o cuzinho da minha tia eu conhecia e não era aquele.
Afundei minha cara naquele paraíso e me dediquei a lamber e chupar desde o clitóris até o cuzinho dela, me agarrava nas nádegas do rabo dela pra abrir e meter minha língua em todos os cantinhos. Cheirava a gel de banho, a recém-tomada banho, e isso me excitou ainda mais.
— Noelia… Noelia… para, isso é uma loucura e sua irmã pode nos descobrir.
— Não, meu amor, sua mãe saiu cedo, a Alba foi com minha mãe pro shopping e vai ligar pra gente ir buscá-la… tô sozinhos, céu, vamos foder como Deus manda.
Me entreguei a ela, afundei minha cara entre as pernas dela até ouvir ela gritar de orgasmo. Acho que ela, de propósito, me deixou no limite porque queria meu pau dentro dela, e foi o que aconteceu. Quando se recuperou do orgasmo, montou no meu pau e apontou pra bucetinha dela, se deixando cair com cara de prazer.
— Meu Deeeeeus, meu amor, como eu precisava sentir você de novo, gemeu a Noelia. Essa noite não consegui dormir direito pensando em você e no seu pau lindo.
Minha prima subia e descia no meu pau, se dando e me dando prazer. Colocava os peitos ao alcance da minha boca e não hesitei em me apossar deles, lambendo e chupando os biquinhos até deixá-los duros como diamantes. Minhas mãos foram pro rabo perfeito dela, amassei e profanei o cuzinho dela com meus dedos enquanto a puxava pra mim, deixando a penetração mais funda.
— Ahhhhhhhh… amor, adoro como você me fode. Vai, me dá forte, arrebenta a rabuda da sua priminha.
Comecei a mexer meus quadris, fodendo ela com força. Adorava ver a cara de prazer da minha prima quando eu enfiava meu pau até o fundo, sentia meu pau abrindo aquela bucetinha sem dificuldade e sentia a lubrificação escorrendo pelas minhas bolas. Percebi quando ela começou a gozar, como os músculos da buceta dela apertavam no meu pau, deus, era uma delícia sentir aquela bucetinha apertada tentando se agarrar em mim pra não me deixar escapar e meu orgasmo explodiu começando a soltar jatos de porra dentro dela.
Noelia caiu em cima de mim exausta, os tremores dela foram parando aos poucos, enquanto eu a mimava, beijava e acariciava pra ela relaxar. Quando me dei conta, vi que ela tinha dormido em cima de mim com meu pau ainda enfiado dentro dela. Tava gostoso assim com ela, puxei o edredom por cima da gente e abracei ela, dormindo desse jeito.
Não sei se passaram quatro minutos ou quarenta, uns lábios me beijavam delicadamente e a língua dela voava sobre os meus. As mãos dela me acariciavam e quando abri os olhos vi a cara linda da minha prima me olhando sorrindo.
—Nunca tinha rolado isso comigo, dormir em cima do meu amante depois do orgasmo, mas é que contigo eu me sinto tão bem.
Meu pau ainda tava dentro dela, ainda duro como aço e os quadris da minha prima se moviam devagar. A pele da buceta dela era puro fogo e a lubrificação dela e minha gozada continuavam escorrendo pelas minhas bolas. Olhei pra minha prima com carinho, ela tava com o rosto vermelho e um sorrisinho safado, mas um dos meus sonhos com ela era colocá-la de quatro e foder os dois buraquinhos dela. Levantei ela, saindo de dentro, e ela fez cara de desgosto, mas mudou na hora.
—Fica de quatro, meu amor, vou arrebentar essa buceta e esse cu que me deixa louco.
—Meu corpo é teu, dizia minha prima excitada, fode ele.
Noelia afundou os rins e colou o peito e o rosto no colchão, isso deixou a bucetinha e o cuzinho dela expostos pra mim, a visão era das mais safadas e meu pau entrou de uma vez na buceta da minha prima até bater em algum lugar do útero dela, ela ergueu a cabeça gemendo, me olhou boquiaberta feito um peixe, peguei a cabeleira dela e puxei com força e ela gemeu ainda mais alto arqueando o corpo de um jeito sensual.
—Me fode forte, meu amor…isso…fode a tua rabuda, a tua putinha. …deeeeeeus…amo teu pau, mais forte maaaais.
Minha prima estava fora de si. Soltei a cabeleira dela e me agarrei nas bundas dela, meus dedos afundavam na carne dela me segurando nela pra que minhas estocadas fossem mais profundas, era excitante ver como meu pau desaparecia dentro dela até minhas bolas baterem no clitóris dela. O cu dela abria e fechava pedindo minha atenção, lambi meu dedão e enfiei até o fundo, minha prima gemia, gritava, parecia uma fera ferida. Sabia que o orgasmo dela tava chegando, então prolonguei um pouco mais, ou pelo menos pensei, porque em seguida tirei meu pau da bucetinha dela e meti no cu dela sem perguntar e sem parar até minhas bolas baterem no períneo dela.
— Filho da puuuuta…que dor gostosaaaa…continua…continuaaaaaaaaa.
Eu já tava no limite da resistência, pensei que depois da gozada aguentaria muito mais, mas ver meu pau desaparecendo no cu perfeito da minha prima era obsceno e excitante e fazia meu orgasmo crescer sem parar, e ainda mais quando senti a mão da minha prima enfiar entre as pernas dela pra acariciar o clitóris e minhas bolas. Olhei pro teto tentando lembrar de fórmulas matemáticas pra aguentar mais, mas eram tantas sensações chegando pelos meus sentidos que era impossível.
— Meu amor…vou gozaaaaaar…vou gozaaaaaar, gritou minha prima. Te amooo…nunca me deixaaaa.
Meu pau começou a encher o intestino dela de porra fervendo, que minha prima recebeu com outro grito de prazer. A cintura dela se mexia numa velocidade doida fazendo meu pau entrar e sair dela, nos dando um orgasmo longo e brutal que nos deixou exaustos e suados. Minha prima caiu de bruços fazendo meu pau sair de dentro dela, e eu me deitei do lado dela de barriga pra cima. Ela me olhou agradecida e subiu em cima de mim me enchendo de beijos, eu abracei ela e procurei a boca dela, dando um beijo longo, molhado e cheio de desejo.
— Você me ama? Perguntei, estranhando.
Noelia caiu na risada e me olhou com aqueles olhões cor de mel que me enfeitiçavam.
— Te Quero, afirmei, claro que te quero. E você, me quer?
—Muito, minha vida, mais do que você pode imaginar. Mas… você disse que nada de apaixonamento.
—Vamos ver, meu amor, disse minha prima com carinho, eu te quero, mas não te amo, não tô apaixonada por você, isso é algo que você precisa diferenciar… embora… foda-se o que eu falei, o que tiver que acontecer, acontece.
Isso último ela disse se abraçando em mim e apoiando a cabecinha entre meu ombro e meu pescoço. Ficamos nos acariciando por minutos intermináveis e, pelo que eu via do meu ponto de vista, nesses gestos tinha muito amor. Pensei na minha tia, no meu verdadeiro amor. Ela sim, eu amava, tava perdidamente apaixonado por ela, mesmo sabendo que era impossível, seria mais fácil eu e Noelia terminarmos juntos do que eu e minha tia podermos compartilhar nossa vida.
Nós dois estávamos muito à vontade nos sentindo, e com certeza a gente gostaria de ficar assim a manhã toda, mas tinha que se mexer, olhei a hora e eram 11h30, com certeza minha tia ligaria de um momento pro outro.
—Preciso tomar um banho, Noelia, tô fedendo a tigre e sua mãe vai ligar na hora que a gente menos esperar.
Ouvi minha prima aspirar meu cheiro se abraçando em mim e esfregando o corpo dela no meu de forma lasciva.
—Minha vida, você cheira muito bem, cheira a homem e isso me deixa com tesão, posso tomar banho com você?
Eu só sorri, me levantei e carreguei ela no colo levando pro chuveiro.
—Se continuar me tratando assim, vai ser inevitável eu me apaixonar por você, disse ela rindo.
Tomando banho, bateu o tesão de novo e a gente transou de novo, enchendo a bucetinha dela com o pouco de porra que já saía dos meus ovos, mas que nos fez ter um orgasmo muito gostoso. Pouco depois, já vestidos, estávamos na cozinha tomando café da manhã trocando olhares de carinho quando o telefone tocou. Era minha tia pedindo se a gente podia ir buscar minha prima Alba, ela já tinha terminado o que precisava fazer. A voz dela soou seca, fria, cortante, e isso me deixou de mau humor. Do mesmo jeito frio, seco e cortante, respondi e desliguei na cara dela. telefone sem deixar ela falar mais nada. Era imperativo que eu falasse com minha tia e esclarecesse o que estava rolando. Naquela tarde, eu iria buscá-la no trabalho e a gente conversaria… ou pelo menos era o que eu esperava.
Até quando fomos pegar a Alba, minha prima comentou que não sabia o que tava acontecendo com a mãe dela, que tava muito estranha. Sem sair do shopping, convidei minhas primas pra um Burger e a gente almoçava por lá, não tava a fim de cozinhar e, quando chegasse em casa, eu pelo menos podia descansar, tava meio cansado.
Naquela tarde, deixei minhas primas em casa e fui buscar minha tia no trabalho. Ela saía às nove da noite, e dependendo de como fosse a parada, eu levava ela pra jantar, mas não tava muito confiante. Entrei na loja quando já tavam quase fechando e uma morena gostosa, de olhos verdes e um corpo de matar, veio na minha direção com cara de poucos amigos, achando que eu era um cliente tentando comprar um presente de última hora.
— Boa noite, senhor, em que posso ajudar? — disse a morena, solícita.
— Oi, nada não, só vim buscar minha tia Paula, sou sobrinho dela.
— ¡¡Você é o Luismi?!! — exclamou a morena com um sorrisão. — Eu sou a Olga, sua tia fala muito de você. ¡¡PAULAAAA!! — gritou a morena — OLHA QUEM VEIO TE BUSCAR.
Minha tia apareceu por um corredorzinho onde ficavam os provadores. Quando me viu, ficou bem surpresa, mas deu um sorriso amarelo e veio me cumprimentar com um beijo na bochecha.
— A que devo essa surpresa? — perguntou minha tia, meio nervosa.
— Então, tava em casa e pensei: por que não vir te buscar e, se você quiser, te convidar pra jantar? Você precisa se distrair e acho que essa é a noite perfeita. Topa?
— ¡¡AI QUE FOFO!! — disse a Olga com a mão no peito — Que amor de menino, queria que meu namorado tivesse esses gestos.
— Já te falei pra largar esse babaca mulherengo e se apaixonar por alguém que preste e te trate como você merece, você é uma ótima garota — comentou minha tia.
Olga era uma Guria de um metro e sessenta, mas com um corpo muito bem cuidado. Tinha umas tetas gostosas e uma bunda que pedia pra ser macetada centenas de vezes, era impossível não reparar numa mulher daquelas.
—É complicado, Paula — disse Olga com um pouco de tristeza —, além disso, olha, falando no diabo, ali está meu namorado me esperando. Você realmente não se importa de ficar e fechar? — perguntou pra minha tia.
—De jeito nenhum, querida, vai, se diverte.
Olga pegou as coisas dela e se despediu da gente com um beijo. Mentiria se dissesse que não gostei, aquela mulher me encantou, mas eu tava ali pela minha tia, meu amor platônico. Ela foi até um quadro de interruptores e acionou alguns, apagando as luzes da loja. Depois apertou um botão e baixou a porta de enrolar, deixando a loja fechada pro público.
—Agradeço você ter vindo me buscar, mas prometi pra Olga que eu ia dar entrada no pedido que chegou hoje. Desculpa, mas ainda não posso sair.
—Bom, Paula, tô aqui e posso te ajudar, se você me disser o que fazer, faço com maior prazer.
Vi como minha tia me olhava e como os olhos dela foram se enchendo d'água, o queixo tremia sem controle e os olhos não conseguiram segurar a avalanche de lágrimas que se soltou em seguida, enquanto da boca dela saíam recriminações sem sentido e entre soluços ela me dizia que eu tinha brincado com ela.
—Não entendo por que você agiu assim comigo — dizia com angústia —, eu te amo e você, em vez disso, me tratou com frieza, como se eu não existisse. Você conseguiu comer sua tia e agora não faz mais sentido querer ela, né?
Embora estivesse puto com as recriminações e acusações dela, tava me partindo a alma vê-la tão triste. Só abracei ela e enchi a cara dela de beijos. Ela se agarrou a mim e continuou chorando no meu peito até que levantou a cabeça e me olhou nos olhos. Nossos lábios foram se aproximando e nos fundimos num beijo cheio de amor e carinho, nossas línguas se enroscaram e só paramos quando faltou o ar.
—Tá mais calma, meu amor? — perguntei com carinho.
Ela Ela assentiu com a cabeça enquanto eu limpava suas lágrimas e beijava suas pálpebras.
— Paula, eu não brinquei com você, e se fui frio é porque, depois do que aconteceu domingo passado, você ficou fria e distante. Talvez você nem tenha percebido, mas você nem olhava na minha cara.
— Eu fazia isso para ninguém perceber que eu tava louca por você, queria te abraçar e te beijar o tempo todo.
— Pois você fez isso muito mal, porque minha mãe percebeu na hora e me perguntou se a gente tinha brigado. Sabia que a gente precisava conversar, então, depois da sua frieza hoje de manhã no telefone, decidi vir te buscar e esclarecer tudo isso.
A gente se beijou de novo, a paixão e o carinho dela me deixaram nas nuvens, mas meu pau tava por conta própria e não entendia que aquele momento era especial. Mesmo que a Noelia tivesse me deixado seco de manhã, meu pau colou no púbis da minha tia, que percebeu e soltou um gemidinho bem sensual.
— Então eu ferrei tudo com minha atitude? — ela disse sussurrando.
— Paula, desde que me entendo por gente, você sempre foi muito carinhosa e próxima de mim. Sempre me dando carinho, beijos, me abraçando. É assim que você acostumou todo mundo ao nosso redor, e todo mundo vê isso como normal. O estranho, o anormal, foi sua atitude essa semana.
— Bom, vou ter que me acostumar. Espero que não fique na cara que eu tô toda apaixonada pelo meu sobrinho. Vamos, vamos receber o pedido, que depois quero te mostrar uma coisa...
10 comentários - Minha tia e primas vêm morar em casa III
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