Sábado passado veio aqui em casa o Exequiel, um colega da faculdade da minha mina. Exequiel tem 20 anos, é moreno, bem gato e tem um corpão. Ele é do interior do país, do norte, e mora em Buenos Aires por causa dos estudos, num kitnet em Flores.
Exequiel chegou às 17h com uma mochila bem grande. Quando chegou, me cumprimentou com um beijo e a minha mina com um abraço e um beijo de língua, falando "tava com vontade de te comer de novo, putinha", com aquele sotaque nordestino inconfundível. Na sequência, olhou pra mim e disse "hoje vou arrebentar sua buceta, corno", mas ainda completou "mas tenho um servicinho pra você enquanto eu como ela" e começou a esvaziar a mochila no chão. Era tudo roupa suja, montes dela, e ele falou "preciso que você lave minha roupa, chifrudo, minha máquina quebrou e não tenho grana pra consertar. Ah, e como bom corno, as cuecas do macho da sua mulher você lava na mão, ok?" Pra completar, começou a se despir e tirou a cueca que tava usando e jogou pra mim. "Essa também não vou precisar agora, e já que tá aí, lava, punheteiro."
Eu comecei a juntar a roupa suja enquanto minha mina, nem lerda nem preguiçosa, se ajoelhou toda feliz pra chupar a piroca peluda que ele tinha. Foi um tempinho curto, até eu terminar de catar a roupa e levar. Ele disse "vamos pro quarto, rainha, vou te fazer de putinha lá. Você não se preocupa, corno, vamos deixar a porta aberta pra você ouvir." Assim, por duas horas, eu ouvi todos os sons sexuais do casal feliz enquanto carregava a máquina de lavar uma vez atrás da outra e lavava na mão as cuecas do macho da minha namorada.
De noite, saíram pra comer com outros colegas e ela me disse pra não esperar, que ia dormir na casa do Exe e que no dia seguinte voltavam pra buscar a roupa dele, e pra não esquecer que à noite a gente tinha um jantar em família.
Quando eles foram embora, entrei no quarto que ainda cheirava a sexo e bati quatro punhetas uma atrás da outra, a noite inteira, pensando como ela tinha sido comida ali e como, naquelas horas... O Exequiel estaria comendo ela de novo, ansioso também pra chegar o dia seguinte pra ela me contar toda a aventura dela. Foi uma noite da porra!
Exequiel chegou às 17h com uma mochila bem grande. Quando chegou, me cumprimentou com um beijo e a minha mina com um abraço e um beijo de língua, falando "tava com vontade de te comer de novo, putinha", com aquele sotaque nordestino inconfundível. Na sequência, olhou pra mim e disse "hoje vou arrebentar sua buceta, corno", mas ainda completou "mas tenho um servicinho pra você enquanto eu como ela" e começou a esvaziar a mochila no chão. Era tudo roupa suja, montes dela, e ele falou "preciso que você lave minha roupa, chifrudo, minha máquina quebrou e não tenho grana pra consertar. Ah, e como bom corno, as cuecas do macho da sua mulher você lava na mão, ok?" Pra completar, começou a se despir e tirou a cueca que tava usando e jogou pra mim. "Essa também não vou precisar agora, e já que tá aí, lava, punheteiro."
Eu comecei a juntar a roupa suja enquanto minha mina, nem lerda nem preguiçosa, se ajoelhou toda feliz pra chupar a piroca peluda que ele tinha. Foi um tempinho curto, até eu terminar de catar a roupa e levar. Ele disse "vamos pro quarto, rainha, vou te fazer de putinha lá. Você não se preocupa, corno, vamos deixar a porta aberta pra você ouvir." Assim, por duas horas, eu ouvi todos os sons sexuais do casal feliz enquanto carregava a máquina de lavar uma vez atrás da outra e lavava na mão as cuecas do macho da minha namorada.
De noite, saíram pra comer com outros colegas e ela me disse pra não esperar, que ia dormir na casa do Exe e que no dia seguinte voltavam pra buscar a roupa dele, e pra não esquecer que à noite a gente tinha um jantar em família.
Quando eles foram embora, entrei no quarto que ainda cheirava a sexo e bati quatro punhetas uma atrás da outra, a noite inteira, pensando como ela tinha sido comida ali e como, naquelas horas... O Exequiel estaria comendo ela de novo, ansioso também pra chegar o dia seguinte pra ela me contar toda a aventura dela. Foi uma noite da porra!
8 comentários - Mi novia y su compañero de facultad