Olá, queria contar uma das minhas histórias desde que trabalho na área de segurança... (Por privacidade, só vou trocar os nomes). Tudo começou quando entrei nessa área, já com família, precisava de um trampo com convênio médico, eu tinha 25 anos nessa história, então através de contatos entrei numa cooperativa. Éramos poucos, no grupo tinha duas administradoras, uma era a Sandra de 38 anos e a Paola de 22 anos, na época. Eu era o famoso retén, aquele que fica de emergência pra cobrir se alguém faltar ou precisar sair correndo. Por ficar muito no escritório, acabei ficando amigo da Paola, ela também tinha família e a gente falava um monte de besteira, tínhamos quase a mesma idade, batia em várias coisas. A Sandra era séria, focada no trabalho, olhar desconfiado, parecia que não simpatizava comigo. Era fim de um dia de trampo, fiquei sozinho no escritório, os que faltavam foram buscar o resto da galera, até que a Paola chegou, foi direto fazer café, me aproximei pra ajudar, ela me olhou fixo e perguntei o que rolava, só sorria, falei pra não me olhar assim que me tenta essa boquinha e eu não sou de ferro. Ela só disse: "E o que te impede? Se vai fazer, faz!" Ela se jogou em mim e me beijou de boca aberta, puta merda, sabia que tinha algo, ela ria de cada besteira que eu falava e me procurava pra conversar... Tava beijando ela gostoso até sentir a mão dela pegando nas minhas bolas e mordendo meus lábios, ela falou: "Já era, não te solto mais!" Pronto, meti a mão nela, como uma dona de casa mexe no celular do marido, ela era magrinha, tinha 1,65, peitinhos mas com bico grande, uma bunda pequena mas bem redondinha. Sentei ela na mesa da cozinha, ela abriu minha calça, tirou minha rola, cuspiu na mão pra começar a bater uma pra mim, eu tava ocupado com aqueles peitinhos já durinhos, aqueles bicos rosados, depois ela pulou da mesa, virou de costas e pediu pra eu meter, não tinha camisinha, hesitei um pouco, mas foda-se, fui até o fundo, o suspiro foi dos dois, quase ao mesmo tempo. Parece que era necessário, não foi que eu deixei dentro sem me mexer por uns minutos, ela empurrando com força pra trás, mas o bom durou pouco, Dr. ouvi as buzinas dos colegas chegando. Rápido, guardar tudo. Depois disso, na semana era só cumplicidade, olhares, sorrisos porque ficou difícil ficar a sós. NOTA: naquela época não existia WhatsApp, tudo era por mensagem de texto normal. Uma semana depois disso, Sandra começou a falar comigo, tudo sobre trabalho. Eu ia ficar uma semana no escritório, a Paola nunca estava porque saía pra sacar e trocar cheques. Nesse tempo, criei confiança com a Sandra, descobri que ela morava no bairro, piada vai, piada vem, as piadas começaram a subir de tom. Sandra tinha 1,75, era alta, magra, não tinha muito peito, mas tinha uma bunda, daquelas que te fazia virar quando passava do teu lado. Um dia, voltei pro escritório cedo, sábado, porque onde eu cuidava fechava cedo, me liberaram. Cheguei no escritório, Sandra sozinha, me perguntou se queria café e aceitei, quando fui pegar uma xícara, tinha que passar entre ela e a mesa, nisso ela se joga pra trás pra empurrar, eu finjo que caio com força e falo: "tem mais cuidado com essa raba que pode machucar alguém", ela me olha com um sorriso safado e diz: "essa raba, você não sabe o estrago que faz". Nããão, foda demais!!! Não dava pra deixar barato! Mandei um retruco com um sete de ouro, eu tenho um baita (comprido não), que precisava dizer "quero, fica de quatro". Falei que viro um kamikaze pra ver o estrago que ela faz, "vem e comprova", respondeu, meu lerdo e preguiçoso fui e beijei a boca dela, mas ela me sentou na cadeira, sentou em cima de mim e segurou meus braços jogando pra trás, já era, acabei sendo a mosca daquela aranha. Não toquei nela, ela não deixou, ela tava me comendo, me devorando devagar, ela só se rebolava de prazer, comendo carne tenra. Foram 10 minutos de amasso dela, só me soltou quando buzinaram pra entrar. Os colegas. No outro dia, quando cheguei, ela me tratou como se nada tivesse acontecido, cumprimentou e já foi pro trabalho dela, distribuiu as tarefas, e eu de novo no escritório. Aí, depois de uns 15 minutos, a gente ficou sozinho e ela me chamou. Fui ver o que ela precisava, me aproximei da mesa e ela, sentada, disse: "Preciso disso aqui..." Me pegou pela calça, puxou pra perto dela, abaixou o zíper, a cueca e agarrou minha pica pra levar até a boca... OBS: antes de sair pra trabalhar, transei com minha mulher, usando camisinha, aquele famoso matinal. Ela falou que tava com um gosto estranho, respondi que devia ser sabonete, porque acordei tarde e tomei banho rápido, e claro, era o gosto do lubrificante da camisinha. Vocês não têm ideia de como ela chupava, como se não houvesse amanhã. Me fez sentar na mesa, abaixou mais minha calça, chupou minhas bolas, babou tudo, abriu minhas pernas pra lamber debaixo das bolas, aquele famoso "fio da frigideira"! Mordia a cabeça da pica, tudo isso sem parar de me olhar e ouvir como ela ria. Só via ela chupando, parou de me olhar, fechou os olhos, ficou séria, era ela querendo aproveitar. Já tava gemendo de prazer, não fazia por mim, fazia porque gostava, sentia prazer em chupar, sentir a pica dura na boca, como a cabeça da porra pulsava dentro da boca dela, saborear o suquinho que saía da ponta. Lambeu a ponta da pica, deixando ver os fiozinhos do meu gozo saindo da língua dela. Não aguentava mais, quis me ajeitar pra comer ela, mas ela me empurrou com uma das mãos pra eu deitar de novo, e mostrou o dedo fazendo "não, não!" Falei que não ia aguentar muito. "Só me avisa quando for gozar", ela disse. E começou, com mais vontade ainda, abriu minhas pernas e começou a chupar sem segurar a pica, sem tirar a pica da boca. Não dava mais, quando tentei avisar já era meio tarde, um pouco gozou na boca dela, o resto no chão. Pedi desculpa, não deu tempo de avisar, ela me agarrou e me beijou de língua. "Da próxima vez é minha vez", foram as últimas palavras dela antes de voltar ao trabalho. Trabalho normalmente. Cada um no seu trampo, aqui não rolou nada. Mas foi só o começo, ainda tinha mais pela frente. Espero que vocês gostem, se quiserem que eu continue, deixem nos comentários. Tenho muita coisa pra contar e, pensando bem, meu passado não foi tão ruim assim. Avise se eu continuo com outro relato. Abraços!!!
5 comentários - Onde se come, não se caga, mas se fode!