E aí, como tão? Eu aqui, pronto pra continuar contando a história pra vocês. Como já contei da última vez, no fim consegui comer a mamãe de novo, naquele domingo à tarde, depois de vários dias sem ter oportunidade. Desde aquele dia, passou um tempo de tranquilidade, relativa, porque a partir daí tive que ficar meio que evitando a vovó Clara, que toda vez que me via lembrava que eu tava devendo uma pra ela. Desde aquele mesmo domingo à noite, ela me disse: "Filho, você comeu bem a mamãe, hein? Olha que eu notei ela muito nervosa." "Fica tranquila", respondi. "Eu tô tranquila", ela respondeu, "mas você se alimenta bem e descansa, recupera as forças. Quando eu ver que você tá em condições, vou te deixar seco, gato." Ela apertou minha rola por cima da calça, me deu um beijo e foi embora. Isso me deixou com tempo pra me recuperar, como ela mesma disse, e pra pensar em como continuar com a mamãe, que nesse momento tinha virado meu principal objetivo sexual. Porque durante a semana, o comportamento da mamãe comigo mudou. Toda vez que a gente se cruzava em casa ou ficava a sós, mesmo que por poucos segundos, as mãos dela apalpavam minha pica e minhas bolas, ela beijava meus lábios, falava coisas no meu ouvido e, se a gente se encontrasse em algum corredor da casa (algo que eu tentava fazer acontecer), ela encostava a bunda gostosa dela e se esfregava em mim. Depois a gente seguia nossos caminhos, eu, logicamente, com a pistola dura e vontade de meter ou pelo menos de bater uma boa punheta.
Numa dessas esfregadas, minha mãe disse: "Vamos conversar na cozinha. Daqui a alguns minutos sua avó vai sair pra fazer compras." "Fala, Alicia", respondi, beliscando a bunda dela e seguindo meu caminho. Ela seguiu o dela, depois de me olhar por uns segundos. Percebi que ela tinha assimilado minhas palavras — pela primeira vez a chamei pelo nome, nessa nova relação que a gente tava vivendo como amantes. "Bom", pensei, "com as coisas que a gente já fez, e as que... Penso em fazer a gente fazer isso, é muito putaria chamar ela de mãe, embora eu pretenda continuar chamando ela assim no meio dos nossos atos sexuais, porque isso me excita pra caralho. Fiquei um tempo no meu quarto e, quando ouvi a porta da rua fechar, fui rapidinho pra cozinha. Lá, mamãe me esperava tomando um café. Assim que entrei, ela me olhou e disse: "Adorei você me chamar pelo meu nome." Dei um beijinho nos lábios dela, com gosto de café, e respondi: "Mas não se iluda, enquanto a gente tiver transando, vou continuar te chamando de mãe, porque me deixa mais duro." "Se te deixa com o pau duro, me chama do que quiser. Também gosto quando você me chama de senhora, isso me esquenta." "Você tá uma puta, Alicia." "Sem dúvida, sou sua puta e muito feliz por ser. Mas agora quero falar com você, antes que a vó volte." "Fala, pode dizer", respondi. "Lembra que outro dia, no meio daquela putaria toda, eu falei que queria fazer todas as sacanagens que a gente pudesse imaginar? Então, quero que você pense em todas que quer fazer, e depois a gente conversa e vê como podemos realizá-las." Interrompi: "Já tenho várias em mente, mas acho que o mais difícil vai ser arrumar tempo e lugar pra fazer. Mas deixa comigo, vou dar um jeito de fazer você fazer coisas que uma senhora casada não faz." Ouvimos a porta da rua se abrindo. Apertei um mamilo dela com os dedos e disse: "Seu filho vai dar um jeito de fazer você se sentir a mais puta de todas as senhoras. Mas não quero que você diga não pra nada. Entendeu, Alicia?" Não deixei ela responder e a deixei sozinha.
Bom, amigos, semana que vem as sacanagens vão começar a ser reveladas. Saudações a todos!
Numa dessas esfregadas, minha mãe disse: "Vamos conversar na cozinha. Daqui a alguns minutos sua avó vai sair pra fazer compras." "Fala, Alicia", respondi, beliscando a bunda dela e seguindo meu caminho. Ela seguiu o dela, depois de me olhar por uns segundos. Percebi que ela tinha assimilado minhas palavras — pela primeira vez a chamei pelo nome, nessa nova relação que a gente tava vivendo como amantes. "Bom", pensei, "com as coisas que a gente já fez, e as que... Penso em fazer a gente fazer isso, é muito putaria chamar ela de mãe, embora eu pretenda continuar chamando ela assim no meio dos nossos atos sexuais, porque isso me excita pra caralho. Fiquei um tempo no meu quarto e, quando ouvi a porta da rua fechar, fui rapidinho pra cozinha. Lá, mamãe me esperava tomando um café. Assim que entrei, ela me olhou e disse: "Adorei você me chamar pelo meu nome." Dei um beijinho nos lábios dela, com gosto de café, e respondi: "Mas não se iluda, enquanto a gente tiver transando, vou continuar te chamando de mãe, porque me deixa mais duro." "Se te deixa com o pau duro, me chama do que quiser. Também gosto quando você me chama de senhora, isso me esquenta." "Você tá uma puta, Alicia." "Sem dúvida, sou sua puta e muito feliz por ser. Mas agora quero falar com você, antes que a vó volte." "Fala, pode dizer", respondi. "Lembra que outro dia, no meio daquela putaria toda, eu falei que queria fazer todas as sacanagens que a gente pudesse imaginar? Então, quero que você pense em todas que quer fazer, e depois a gente conversa e vê como podemos realizá-las." Interrompi: "Já tenho várias em mente, mas acho que o mais difícil vai ser arrumar tempo e lugar pra fazer. Mas deixa comigo, vou dar um jeito de fazer você fazer coisas que uma senhora casada não faz." Ouvimos a porta da rua se abrindo. Apertei um mamilo dela com os dedos e disse: "Seu filho vai dar um jeito de fazer você se sentir a mais puta de todas as senhoras. Mas não quero que você diga não pra nada. Entendeu, Alicia?" Não deixei ela responder e a deixei sozinha.
Bom, amigos, semana que vem as sacanagens vão começar a ser reveladas. Saudações a todos!
3 comentários - A amiga gostosa da minha avó