Conto erótico 3

Esse também é muito quente... Minha pelve subia e descia, minha buceta escorria, minhas pernas não paravam de tremer, meus peitos estavam tão duros que doíam — "Quer mais? Faz, toca pra mim. — Mexe, assim, não, não para." Eram as palavras que ele dizia enquanto me via em cima do colchão usando meus dedos de forma lasciva, os gemidos escapavam da minha boca sem que eu pudesse negar, as palavras mais sujas, porcas e incoerentes saíam da minha boca salgada, desejosa e vermelha. — Vira, apoia nos cotovelos, faz, quero ver essa bunda, abre. — Sim, senhor. Apoiei nos meus braços, minhas pernas se abriram, e levei dois dedos à boca, molhei como se fosse a carne dele, passei meu braço por baixo da minha barriga molhada e comecei, não parei. — Por favor, por favor, preciso de você. Meu ventre ardia, meus olhos choravam, minha respiração estava descontrolada, meus dedos não eram suficientes, eu estava sofrendo, queria mais. Sempre queria mais. — Fala, quero que peça. — Mete, faz, por favor. Não precisei implorar mais, ele fez, me possuiu, o p a u dele preencheu tudo dentro de mim, uma vez e outra, de forma animal, de forma deliciosa, deus, como ele metia. — Mais, mais, mais. Era tudo que saía da minha boca junto com gritos abafados, gemidos de puta, voz de menina. Sabia que ele estava perto de acabar, não queria perder aquele espetáculo delicioso. — Na minha boca. Foi tudo que consegui dizer, ele fez, colocou ali, não deixei nem um centímetro sem meu calor, não desperdicei uma gota, todas foram bem-vindas na minha garganta, os olhos dele viraram e o corpo dele se tensionou na hora... — Que filha da puta, que puta, minha puta. Foi o que ele conseguiu dizer, e eu gostei, me senti tão suja que me excitava, me senti tão mulher que nem acreditei. Ele me quebrou, de quatro, fez, e vai continuar fazendo, dói, gosto, deus, quero mais, voltaria por mais. Sempre por mais. Já era, era a puta dele. E ele, o filho da puta que gozava cada gota de porra pra me manter satisfeita. Era isso que a gente era. E não peço mais nada.

0 comentários - Conto erótico 3