Entre as lembranças dos meus relacionamentos, lembrei de uma que aconteceu há muitos anos com minha prima, que vamos chamar de Constanza, que conheci quando ambos já éramos jovens, eu com 15 anos e ela com 13. Começamos sendo muito amigos, contando um ao outro o que acontecia quando nos encontrávamos nos fins de semana, seja num carro ou na sala da casa dela pra conversar. Assim se passaram vários anos, mas em certo momento das nossas vidas, as conversas foram passando pros nossos sentimentos por outras pessoas, e eu notei que ela ficava irritada quando eu falava das minhas amigas e das minhas aventuras com outras mulheres. Uma tarde, estávamos no carro conversando quando chegou o pai dela, meu tio, e perguntou o que estava rolando, se a gente era namorados ou o quê, e eu respondi na hora que não, que éramos primos e pronto.
Mas essas palavras plantaram uma nova ideia, comecei a ver minha prima como uma mulher, a reparar nos peitões enormes dela, naquele rabão enorme e numa buceta que, quando ela usava uma calça apertada, dava pra ver muito bem. Foi assim que, numa tarde na sala da casa dela, com meus tios no segundo andar, comecei a me aproximar até encostar a boca nela pra dar um beijo e ver qual seria a reação, e qual não foi minha surpresa quando ela correspondeu na hora. Começamos a nos beijar de um jeito apaixonado, nossas línguas brincavam na boca um do outro, coloquei a mão por baixo da blusa dela e comecei a acariciar os peitos dela, ela começou a gemer enquanto eu continuava tocando ela, e depois comecei a descer em direção à bunda dela, mas foi difícil por causa da calça tão apertada que ela estava usando naquele momento. Mas depois de um tempo, consegui desabotoar e enfiar bem a mão, e passei até a buceta dela, que já estava molhada, o que fez meu dedo entrar fácil.
A gente estava prestes a nos comer quando a mãe dela chamou, e tivemos que nos vestir às pressas, me deixando com o pau duro como há dias não ficava, já que estava há mais de dois meses sem ficar com nenhuma mulher.
O tempo foi passando, mas toda vez que A gente tinha a oportunidade, se comia de beijo e se esquentava, mas nunca tinha tido a chance de ficar à vontade e fazer o amor do jeito que a gente queria e ansiava.
Uma tarde, ela me chamou e disse que o único jeito era cada um ter um parceiro, assim a gente podia planejar uma suposta saída cada um pro seu lado e se encontrar mais tarde, e foi o que a gente fez.
Num sábado, não fui pra casa depois do trabalho, mas já tínhamos combinado um encontro às três da tarde no centro da cidade, onde bem perto tinha um monte de motel pra gente ficar sem medo nenhum. A gente se encontrou perto das três da tarde, ela tava linda naquela tarde, veio com uma calça justa, uma blusa que deixava ver os peitões enormes dela, o que já me deixou de pau duro na hora, então a gente foi direto pra um motel. Pagamos um quarto com sauna e hidromassagem, e assim que o atendente fechou a porta, a gente começou a se beijar, tirei a blusa dela na hora, deixando ver um sutiã branco de onde escapavam aqueles peitões enormes que comecei a beijar e morder na mesma hora. Tirei o sutiã e comecei a desabotoar a calça dela e tirar, o que foi meio difícil por causa do justo, mas consegui no fim, ela tava de calcinha fio dental da mesma cor do sutiã, de renda, e pude ver que a área da buceta dela já tava molhada. Continuei beijando ela, descendo cada vez mais, cheguei no umbigo dela e a respiração dela ficou mais ofegante, ela começou a gemer conforme eu me aproximava da buceta dela, afastei um pouco a calcinha e, sem tirar, enfiei minha língua na buceta dela que já tava toda molhada. Depois de um bom tempo, ela me ajudou a tirar a calcinha e também a me despir, mas deixei minha cueca, onde meu pau duro já tinha molhado com o líquido pré-seminal que tava saindo. Ela me beijou por cima do pano, e de repente, enfiou a mão por cima da cueca e tirou meu pau pra fora, começando a dar beijinhos na cabeça e, aos poucos, começou a enfiar na boca dela. Dava pra ver que ela não tinha experiência mesmo, mas não me importei. Terminei de tirar minha cueca e ficamos completamente nus, continuamos nos beijando e quando eu ia meter meu pau na buceta linda dela, que estava toda depilada, ela confessou que era virgem, que as aventuras que ela tinha me contado eram as aventuras que, na companhia das amigas, ela tinha ouvido. Então eu parei um pouco, beijei ela com mais paixão e perguntei se ela tinha certeza de que queria que eu fosse o primeiro homem dela, e ela respondeu na hora que sim. Mas ela me implorou para ir devagar, que estava com muito medo por ser a primeira vez, mas que queria muito que a gente fizesse. E foi assim que eu fiz. Coloquei a ponta do meu pau nos lábios da buceta dela, mas ela estava tão molhada que foi entrando fácil, até que senti que parou o avanço e fiz força até entrar até o fundo, arrancando da garganta dela um leve "AI", mistura de dor e prazer, e ela disse: não para, me faz tua, que há muito tempo eu desejo ser tua mulher. Ao ouvir essas palavras, continuei bombando sem nenhuma resistência, e em pouco tempo ela gritava de prazer dizendo para eu não parar, que era exatamente como ela tinha imaginado, mas que por favor eu não gozasse dentro dela. Continuei bombando até que ela teve o primeiro orgasmo com meu pau dentro. Tirei ele e pedi para trocarmos de posição, que ela ficasse de quatro, assim tive tempo de colocar uma camisinha sem demorar muito. Meti de novo na buceta dela e continuei fazendo amor até que ela teve outro orgasmo e, na mesma hora, eu também gozei dentro dela, enchendo a camisinha com meu leite. Tirei bem devagar, nos abraçamos e continuamos nos beijando. Foi realmente um intervalo muito curto até eu ter meu pau pronto para o segundo round.
Dessa vez coloquei a camisinha desde o início, e pedi para ela abrir as pernas. Desci de novo para beijar aquela buceta linda dela, que tinha um gostinho de plástico, mas não importou. Continuei metendo minha língua, acariciando o clitóris dela, enfiei inicialmente um dedo e tentei fazer o mesmo no cu dela, mas ela pediu pra não, que ainda não estava preparada pra isso, que seria outra hora. Me acomodei debaixo dela e fiz ela subir e enfiar minha pica até o fundo, deixando aquelas tetonas na minha cara. Ela começou a rebolar e os peitos balançavam de um jeito brutal. Me sentei e comecei a chupar eles até ela gozar de um jeito que os fluidos escorriam pelas minhas pernas. Continuamos assim até ela me fazer gozar de novo dentro da buceta dela. A gente já tinha passado quase duas horas, e tava chegando a hora de ligar a sauna ou o jacuzzi, então perguntei qual ela queria entrar. Ela disse que a sauna. Entramos depois de alguns minutos, quando o ambiente já tava quentinho, pedimos umas cervejas e tomamos lá dentro. Logo depois, a gente já tava pronto pra continuar a foda, mas dessa vez, graças à posição dos bancos na sauna, enfiei minha pica primeiro na boca dela, fazendo ela me chupar de novo, e dessa vez ela mandou melhor. Coloquei ela de pé, encostada no banco da sauna, e comecei a meter por trás. Levantei a perna dela até a borda do banco pra facilitar e minha pica entrar mais fundo na buceta dela. Os dois terminamos exaustados de pé e fomos de volta pra cama, onde continuamos no papai-e-mamãe, mas dessa vez sem camisinha. Só que tive que prometer que não gozaria dentro dela, então gozei naquelas tetas lindas dela. Finalizamos nossa tarde de sexo e saímos às seis da tarde. Acompanhei ela até pegar um táxi e fomos cada um pra casa. Tivemos muitas outras saídas assim, mas essas são outras histórias.
Mas essas palavras plantaram uma nova ideia, comecei a ver minha prima como uma mulher, a reparar nos peitões enormes dela, naquele rabão enorme e numa buceta que, quando ela usava uma calça apertada, dava pra ver muito bem. Foi assim que, numa tarde na sala da casa dela, com meus tios no segundo andar, comecei a me aproximar até encostar a boca nela pra dar um beijo e ver qual seria a reação, e qual não foi minha surpresa quando ela correspondeu na hora. Começamos a nos beijar de um jeito apaixonado, nossas línguas brincavam na boca um do outro, coloquei a mão por baixo da blusa dela e comecei a acariciar os peitos dela, ela começou a gemer enquanto eu continuava tocando ela, e depois comecei a descer em direção à bunda dela, mas foi difícil por causa da calça tão apertada que ela estava usando naquele momento. Mas depois de um tempo, consegui desabotoar e enfiar bem a mão, e passei até a buceta dela, que já estava molhada, o que fez meu dedo entrar fácil.
A gente estava prestes a nos comer quando a mãe dela chamou, e tivemos que nos vestir às pressas, me deixando com o pau duro como há dias não ficava, já que estava há mais de dois meses sem ficar com nenhuma mulher.
O tempo foi passando, mas toda vez que A gente tinha a oportunidade, se comia de beijo e se esquentava, mas nunca tinha tido a chance de ficar à vontade e fazer o amor do jeito que a gente queria e ansiava.
Uma tarde, ela me chamou e disse que o único jeito era cada um ter um parceiro, assim a gente podia planejar uma suposta saída cada um pro seu lado e se encontrar mais tarde, e foi o que a gente fez.
Num sábado, não fui pra casa depois do trabalho, mas já tínhamos combinado um encontro às três da tarde no centro da cidade, onde bem perto tinha um monte de motel pra gente ficar sem medo nenhum. A gente se encontrou perto das três da tarde, ela tava linda naquela tarde, veio com uma calça justa, uma blusa que deixava ver os peitões enormes dela, o que já me deixou de pau duro na hora, então a gente foi direto pra um motel. Pagamos um quarto com sauna e hidromassagem, e assim que o atendente fechou a porta, a gente começou a se beijar, tirei a blusa dela na hora, deixando ver um sutiã branco de onde escapavam aqueles peitões enormes que comecei a beijar e morder na mesma hora. Tirei o sutiã e comecei a desabotoar a calça dela e tirar, o que foi meio difícil por causa do justo, mas consegui no fim, ela tava de calcinha fio dental da mesma cor do sutiã, de renda, e pude ver que a área da buceta dela já tava molhada. Continuei beijando ela, descendo cada vez mais, cheguei no umbigo dela e a respiração dela ficou mais ofegante, ela começou a gemer conforme eu me aproximava da buceta dela, afastei um pouco a calcinha e, sem tirar, enfiei minha língua na buceta dela que já tava toda molhada. Depois de um bom tempo, ela me ajudou a tirar a calcinha e também a me despir, mas deixei minha cueca, onde meu pau duro já tinha molhado com o líquido pré-seminal que tava saindo. Ela me beijou por cima do pano, e de repente, enfiou a mão por cima da cueca e tirou meu pau pra fora, começando a dar beijinhos na cabeça e, aos poucos, começou a enfiar na boca dela. Dava pra ver que ela não tinha experiência mesmo, mas não me importei. Terminei de tirar minha cueca e ficamos completamente nus, continuamos nos beijando e quando eu ia meter meu pau na buceta linda dela, que estava toda depilada, ela confessou que era virgem, que as aventuras que ela tinha me contado eram as aventuras que, na companhia das amigas, ela tinha ouvido. Então eu parei um pouco, beijei ela com mais paixão e perguntei se ela tinha certeza de que queria que eu fosse o primeiro homem dela, e ela respondeu na hora que sim. Mas ela me implorou para ir devagar, que estava com muito medo por ser a primeira vez, mas que queria muito que a gente fizesse. E foi assim que eu fiz. Coloquei a ponta do meu pau nos lábios da buceta dela, mas ela estava tão molhada que foi entrando fácil, até que senti que parou o avanço e fiz força até entrar até o fundo, arrancando da garganta dela um leve "AI", mistura de dor e prazer, e ela disse: não para, me faz tua, que há muito tempo eu desejo ser tua mulher. Ao ouvir essas palavras, continuei bombando sem nenhuma resistência, e em pouco tempo ela gritava de prazer dizendo para eu não parar, que era exatamente como ela tinha imaginado, mas que por favor eu não gozasse dentro dela. Continuei bombando até que ela teve o primeiro orgasmo com meu pau dentro. Tirei ele e pedi para trocarmos de posição, que ela ficasse de quatro, assim tive tempo de colocar uma camisinha sem demorar muito. Meti de novo na buceta dela e continuei fazendo amor até que ela teve outro orgasmo e, na mesma hora, eu também gozei dentro dela, enchendo a camisinha com meu leite. Tirei bem devagar, nos abraçamos e continuamos nos beijando. Foi realmente um intervalo muito curto até eu ter meu pau pronto para o segundo round.
Dessa vez coloquei a camisinha desde o início, e pedi para ela abrir as pernas. Desci de novo para beijar aquela buceta linda dela, que tinha um gostinho de plástico, mas não importou. Continuei metendo minha língua, acariciando o clitóris dela, enfiei inicialmente um dedo e tentei fazer o mesmo no cu dela, mas ela pediu pra não, que ainda não estava preparada pra isso, que seria outra hora. Me acomodei debaixo dela e fiz ela subir e enfiar minha pica até o fundo, deixando aquelas tetonas na minha cara. Ela começou a rebolar e os peitos balançavam de um jeito brutal. Me sentei e comecei a chupar eles até ela gozar de um jeito que os fluidos escorriam pelas minhas pernas. Continuamos assim até ela me fazer gozar de novo dentro da buceta dela. A gente já tinha passado quase duas horas, e tava chegando a hora de ligar a sauna ou o jacuzzi, então perguntei qual ela queria entrar. Ela disse que a sauna. Entramos depois de alguns minutos, quando o ambiente já tava quentinho, pedimos umas cervejas e tomamos lá dentro. Logo depois, a gente já tava pronto pra continuar a foda, mas dessa vez, graças à posição dos bancos na sauna, enfiei minha pica primeiro na boca dela, fazendo ela me chupar de novo, e dessa vez ela mandou melhor. Coloquei ela de pé, encostada no banco da sauna, e comecei a meter por trás. Levantei a perna dela até a borda do banco pra facilitar e minha pica entrar mais fundo na buceta dela. Os dois terminamos exaustados de pé e fomos de volta pra cama, onde continuamos no papai-e-mamãe, mas dessa vez sem camisinha. Só que tive que prometer que não gozaria dentro dela, então gozei naquelas tetas lindas dela. Finalizamos nossa tarde de sexo e saímos às seis da tarde. Acompanhei ela até pegar um táxi e fomos cada um pra casa. Tivemos muitas outras saídas assim, mas essas são outras histórias.
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