Hoje vou trazer algo diferente. Vou postar umas histórias, nesse caso se chama "Histórias da Ana", onde vou colocando continuações de uma história.
Tô pensando em ir postando várias histórias, então vou colocar elas por capítulos.
Histórias da Ana
Capítulo 1
O aniversário da Eri
Ana, uma garota de apenas 23 anos, ainda fazendo o CBC da UBA. A vida dela é bem tranquila, sempre foi uma boa aluna, mas ultimamente tava dando um trabalho danado terminar o curso. Ela tem um grupo de amigas de infância que ainda se encontra, são a Maria, a Éyummy e a Mônica, três minas de uma grana boa, diferente da Ana que é mais classe média.
Elas costumam sair bastante pra baladas e bares. E de vez em quando vão passar o verão as quatro juntas. As amigas dela não são um bom exemplo, porque vivem na putaria e todo fim de semana saem com caras diferentes. Embora a Ana seja na dela, já que a família fica em cima, não deixam ela sair muito ou voltar tarde.
Mas tava chegando o aniversário da Eri, e ela já tinha avisado que queria fazer algo grandioso nos seus 24 anos. E não ia se contentar com pouco. Então alugou um barco pra fazer a festa dela no meio do Rio da Prata.
O dia chegou e a Ana não podia faltar, e como era um evento pra lá de chique, foi juntando grana aos poucos pra poder comprar roupa pra ocasião. Então saiu pra fazer compras e conseguiu uma legging de lycra de cintura alta e um strapless que deixava os ombros à mostra, exibindo o corpo gostoso dela. Também comprou uns sapatos de salto baixo que, combinados com a roupa, davam um toque elegante a um look tão simples.
As amigas mais ousadas vestiam vestidos de arrasar, Mari, mais conservadora, usava um vestido completo, mas bem curtinho e colado no corpo, preto, com um penteado minimalista puxado pra trás. Moni gastou um pouco mais, já que tinha um vestido de gala, azul celeste, com saia até o chão e um kitty enorme na lateral, da cintura pra baixo, um vestido que também marcava as curvas dela e dava um toque de imponência. Eri foi de tudo ou nada. E ela só ia mostrar quando vissem ela.
Chegou o momento e todo mundo no porto de Olivos fazendo fila pra subir no catamarã que a Eri tinha alugado. Um barco equipado especialmente pra festas, com som de alta qualidade, bares de bebidas e uma cozinha pro lunch.
Foram entrando aos poucos e, com todos os convidados a bordo, partiram do porto em direção ao fundo do Rio da Prata.
Ana, Moni e Mari estavam se perguntando onde estaria a Eri, que ainda não dava sinal de vida. Enquanto isso, o papo delas era sobre a quantidade de gente no barco, a maioria jovens entre 20 e 30 anos, em média. E uns cinco caras de uns 40 a 45 anos, que estavam num canto do barco batendo um papo.
Já passando quase uma hora e meia de navegação e entre uns drinks e petiscos, de repente se ouve pelos alto-falantes a voz de um apresentador.
BOA NOITE, GAROTAS E GAROTOS, NESSA NOITE TÃO LINDA, A GENTE DÁ INÍCIO AO GRANDE EVENTO EM COMEMORAÇÃO DO SEU VINTE E QUATRO ANIVERSÁRIO, COM VOCÊÊÊÊÊS... ERIKAAA
E foi assim que, de repente, lá de cima, onde fica o painel de controle, aparece a Eri, com um vestido azul meio transparente, com um decidaço que deixava à mostra aqueles peitos lindos dela.
Começa a descer pela escada e os aplausos não paravam. Cada vez ficavam mais fortes e mais fortes.
As amigas dela, surpresas, não acreditavam no vestido elegante mas ao mesmo tempo ousado que deixava ver entre o tecido a figura dela quase pelada.
Depois de cumprimentar boa parte dos convidados, ela chega onde estavam as grandes amigas. Ana não podia acreditar, era uma noite de puro luxo e ela se sentia meio vulgar por não estar usando um vestido chique como as amigas. Mas isso não impediu que ela se divertisse e curtisse pra caralho.
A música tava tocando bem alto, mal dava pra conversar, o povo dançando e se divertindo. Ana, depois do quinto gole, já tava meio bêbada e soltinha. Eri ia e vinha o tempo todo, batendo papo com todo mundo.
Mari aparece com três caras e apresenta pra Moni e pra Ana. As minas lembram do Lucho, Juan e Agus. Na real, nem Ana nem Moni lembravam deles, mas não deram bola e foram dançar.
Lucho não conseguia tirar os olhos da Ana, melhor dizendo, da rabeta da Ana, que com a lycra brilhava na pouca luz que tinha. Juan já tava com a Mari, e o Agus não tava dando muita bola pra Moni, mas não porque não queria, e sim porque a Moni tava de olho em outro cara que tava bem perto delas. Assim que o Agus se distraiu, a Moni saiu voando e foi dançar com aquele cara que ela tava de olho há um tempão.
Lucho não parava de dançar com a Ana e, a cada minuto que passava, eles se divertiam ainda mais, porque o Lucho era um verdadeiro cavalheiro. O Juan e a Mari não paravam de se beijar, deixando o Agus no meio dos dois casais. Ele não parava de tomar doses e de olhar como a Ana e a Mari dançavam com os amigos delas.
Aos poucos, Mari foi se afastando com o boy dela até sumir no meio da galera, enquanto Ana tava cada vez mais à vontade com o Lucho, que não perdia um minuto sem falar como ela tava gostosa.
O Agus, já bem bebido, sentou perto da mesa do lanche. Parece que não era uma boa noite pra ele.
A Ana começou a gostar do jeito cavalheiro do Lucho e, pra ser sincera, ele era um cara muito gato. Camisa, calça social e sapatos davam um toque de seriedade à figura dele. E não demorou pra ele se aproximar da boca dela até os lábios se encontrarem, se acariciando mutuamente. Lucho passava a mão nas costas dela até chegar na bunda da Ana, aquela bunda que tava deixando ele louco desde que viu. E Ana também não ficou atrás: com as mãos, sentia as costas trabalhadas de academia. Conforme o tempo passava, eles iam ficando mais à vontade e a coisa já tava esquentando. Ana tava ficando excitada de ter o Lucho tão perto, ele tava de pau duro e ela sentia o membro dele enquanto dançavam bem colados. Ana não resistiu e começou a acariciar o peitoral dele, descendo devagar enquanto olhava nos olhos dele, e bem lentamente foi enfiando a mão dentro da calça do Lucho até chegar no pênis dele, que tava cada vez mais duro. Lucho aproveitou e também começou a acariciar ela: a mão dele subiu pela cintura e parou num dos peitos dela, fazendo Ana tremer. Ela pegou na mão dele e o levou pra um lugar onde ninguém pudesse ver, pra continuar a pegação quente sem ninguém olhando. E encontrou um lugar perto do banheiro, tipo um quartinho, que usavam pra guardar roupa e relaxar, porque tinha um sofá confortável e uma mesinha de centro.
Aí as carícias continuaram no mesmo ritmo, Ana não parava de esfregar o pau do Lucho, e Lucho aos poucos foi soltando os botões da camisa dela. Até deixá-la aberta. Ana, ao ver o corpo sarado dele, se recostou no sofá. Lucho terminou de tirar a camisa e se acomodou por cima de Ana, beijando ela, descendo a boca pelo pescoço, e enquanto ia descendo, com uma mão puxou a alça do vestido, conseguindo chegar com a boca no peito dela. Entre brincadeiras de língua e mordidinhas leves, ele saboreou aquele mamilo gostoso que tanto se marcava por baixo da alça.
Ana abraçava Lucho com as pernas e se mexia, esfregando a barriga dela na dele. Não aguentou mais de tesão e começou a tirar o cinto dele, em seguida desabotoou e abaixou a braguilha, deixando o pau sair, que já tava deixando ela louca. Lucho virou ela de uma vez e puxou a calça de lycra dela pra baixo, junto com a tanga, e começou a beijar a bunda dela e a brincar com a língua, chegando até o cu e a buceta. Ana, entregue ao prazer, se rendeu e levantou a bunda. Ela não aguentava mais, soltando gemidos baixinhos e tentando não fazer muito barulho pra ninguém ver.
Lucho para e tira um preservativo do bolso da calça, coloca ele, e Ana se joga pra cima dele, montando e assumindo o controle. Ela pega o pau com a mão e leva direto pra buceta dela, descendo devagar até enfiar tudo lá dentro. Começa a rebolar enquanto olha pra ele e morde o lábio. Lucho aproveita e tira o strapless dela, deixando os peitos lindos dela balançando com o movimento. Em poucos minutos já tinham terminado, se vestiram e subiram pra continuar a festa e ver onde estavam os amigos.
Só sobem e veem a Mari com o vestido meio levantado dançando com o Juan, eles se aproximam e batem um papo. Nisso, a Ana avisa que tava aparecendo tudo quando ela dançava, mas a Mari só ria, dizendo que era exatamente o que queria, era uma brincadeirinha que ela tava fazendo.
Ana não entendia nada, mas achava mais interessante contar pra ele o que tinha vivido lá embaixo. Mal contou, ele não conseguia acreditar. E ela conta pra ele o que eles estavam fazendo.
E ela diz: “Olha pra tua esquerda e tu vai ver três caras que não tiram os olhos de mim.” Ana olha e vê eles, eram três caras que estavam encarando, e Ana percebe que eles também estavam olhando pra ela. Mas Mari fala que o que elas estavam fazendo era provocar ao máximo esses caras pra ver até onde podiam ir. Já fazia meia hora que ela tava rebolando pra eles, deixando o vestido subir e se abaixando pra dar uma espiadinha. Os caras aproveitam a conversa e vão pro banheiro, enquanto isso Ana pede pra ela acompanhar até o bar pra pegar algo pra beber. Nisso, nem sinal da aniversariante Eri, que tinha sumido de vista.
Já na balada, curtindo os mojitos delas, Ana sente alguém passar a mão na bunda dela e se vira. "Qual é, cara?", e um dos três caras que tava olhando responde: "Relaxa, você me deixou excitado a noite toda, vem, vamos nos divertir". Enquanto isso, ele já tava segurando a cintura dela, tentando puxar. Com Ana, rolou algo parecido com outro dos três caras, que também chegou e agarrou a cinturinha dela. A verdade é que eles não eram feios, então elas não recusaram, mas ficaram meio na dúvida, porque já tinham parceiros naquela noite e podiam voltar a qualquer momento.
Aos poucos foram levando elas pra uma parte mais escura do navio, onde a luz não chegava. Eram os três caras, a Mari e a Ana. Batendo papo, e um deles não parava de passar a mão na Mari, segurando ela pela cintura. Os outros dois eram mais na deles, até que, de repente, a Mari começa a beijar o cara que tava agarrando ela, e ele corresponde, comendo a boca dela, enquanto as mãos dele percorriam todo o corpo gostoso da Mari.
Ana ficou dura olhando a situação e um dos caras perguntou se ela também queria um beijo. Ela demorou tanto pra responder que o cara se aproximou e comeu a boca dela.
Mari já estava com o vestido todo levantado porque o cara dela não parava de passar a mão nela. De repente, o que tinha ficado de fora se posiciona atrás de Mari e entra na brincadeira, beijando o pescoço dela e encostando o corpo nas costas dela. Ana continuava se beijando e nem percebia que a amiga dela tava sendo despida bem devagar. O cara na frente de Mari puxa o pau pra fora e, com a mão, afasta a calcinha fio dental dela, tentando meter. Mari recusa, geme e fala que não, mas não oferece muita resistência e praticamente deixa ele penetrar ela. Na hora, ela começa a gemer, e Ana percebe que eles tão transando ali do lado dela. Enquanto isso, o cara atrás de Mari começa a se masturbar, cuspi na mão e molha o pau dele com saliva. E aí, sem mais nem menos, enfia no cu de Mari, fazendo ela gritar de dor. “PARA, GATINHO, PARA!” Mas o cara deixou o pau enterrado na bunda dela e começou a beijar o pescoço dela. Ela relaxou e, aos poucos, começou a sentir prazer. Mari ofegava e gemia sem parar, dava pra ouvir só sussurros tipo “ISSO, QUE GOSTOSA VOCÊ É, MEU DEUS, VOCÊ É LINDA”. Isso deixava Mari ainda mais excitada, e sentir dois paus dentro dela fez ela gozar várias vezes. Depois de um tempo, ela se abaixa e recebe na boca toda a porra. O cara de trás começa a se masturbar pra gozar também e consegue gozar quase ao mesmo tempo que o outro. Mari se levanta, arruma o vestido e olha pra Ana, como quem diz “E aí? Não vai fazer igual?”
Ana dá um beijo no cara com quem tava, pega a mão da Mari e saem correndo que é uma loucura. Mari não conseguia recuperar o fôlego de tanta emoção e da correria que tinham dado.
Ana ficou meio chocada, não conseguia acreditar que a amiga de infância dela tinha transado com dois estranhos ao mesmo tempo.
A noite passou e nada de notícias da Eri, nem da Moni. Até que veem a Moni, na maior tranquilidade, batendo papo com uns caras. Chamam ela e começam a conversar sobre tudo o que tinha rolado.
Moni xingou elas de loucas, tipo "como vocês fazem uma parada dessas?", e ainda reclamou que elas não tinham consciência. Aí elas se prepararam pra procurar a Eri, que nenhuma das três sabia onde estava. Era aniversário dela e ela não apareceu a noite toda. Começaram a perguntar pro pessoal do navio se sabiam onde ela tava, mas nada. Nisso, viram um garçom levando várias garrafas de champanhe, mas não pro lado onde o povo estava, e decidiram seguir ele. Ele deixou as garrafas num quarto. Tentaram entrar, mas tava trancado. Bateram, e quem abriu foi um dos caras que tinham visto no começo, daqueles de mais de 40 anos. Ele perguntou: "O QUE VOCÊS QUEREM, MENINAS?" Aí a Ana respondeu na hora: "Tamo procurando a Eri." E ouviram: "Entrem, meninas." E era a Eri mesmo, trancada com os cinco quarentões. E lá estava ela, bebendo e dançando numa boa, como se fosse um VIP.
Os caras eram muito respeitosos, o estranho é que ninguém tava bêbado nem nada, era tudo muito normal. A Eri não parava de conversar, parecia que a bebida tinha soltado a língua dela, mas só isso. Nisso, a Eri sobe numa cadeira e fala: "GALERA, ELAS SÃO MINHAS MELHORES AMIGAS". E foi assim que, um por um, foram cumprimentando elas.
E de repente as luzes se apagam. As vozes das meninas perguntando "QUE QUE FOI???" e acendem de repente com música no talo. E os cinco caras começam a dançar, se eram strippers. E começam a rasgar a roupa que tinham até ficar só de umas sunguinhas minúsculas. Eri não parava de gritar e pular, "VAMOS MENINAS, JÁ TAVA NA HORA DE CHEGAREM". E os strippers dançavam a centímetros das meninas. Mari já tava mais que entregue e era a que mais apalpava. Moni quase assustada não queria nem que tocassem nela. Ana, por outro lado, mais neutra, mas entrou na zoeira surpresa da Eri. Enquanto isso, Mari já tinha tirado a sunga do stripper e gritava igual uma louca. Ana chega perto da Moni e fala "VAI LOGO, BURRA, É O ANIVERSÁRIO DA ERI, NÃO VAI ACONTECER NADA, SÓ VAMOS NOS DIVERTIR". Aos poucos Moni foi relaxando e sentaram com Ana pra ver o show, mas principalmente o show que a Mari tava dando. A Eri tava entre dois caras, tocando ela de ponta a ponta por cima do vestido azul brilhante. Os strippers já estavam todos pelados balançando os membros eretos com pulinhos. Ana e Moni já tinham tomado duas garrafas entre as duas e as bolhas bateram direto na cabeça delas, e já estavam gritando, incentivando a Eri e a Mari que eram as que mais estavam curtindo o show.
Nisso, Mari resolve ir mais longe e se ajoelha na frente do stripper, que se aproximou pra ela poder chupar aquele pauzão dele. Eri vê e fala “PÁRA, GURIA, TU É MUITO LOUCA, OS GURIS E PRA MIM O QUE TEM”. E aí os dois strippers que estavam do lado dela começam a despir ela, deixando aquele vestido lindo descer. Ela não tava usando nada por baixo, então ficou completamente pelada. Os strippers não acreditavam nas gostosas que eram, jovens e lindas. Eri toma a mesma iniciativa da Mari e se ajoelha, segurando os dois paus com as duas mãos, chupando um de cada vez, aproveitando seu lindo aniversário.
Moni, já não tô nem aí pra ele e ele para. Ana fica olhando pra ela, tipo "cê tá fazendo o quê?" Não era que era um nojo pra você? E Moni senta, deixando o vestido escorregar de lado pelo kitty, mostrando a buceta de fora. Pra surpresa de Ana, ela também não tava de calcinha. E do nada Moni solta um grito: "Ô RIBIO, POR QUE CÊ NÃO VEM PROVAR PRA VER SE CÊ GOSTA?" E o cara que tava dançando com outro se aproxima, olha pra ela, sorri, e mete a cara direto pra beijar a buceta dela. Moni solta um gemido na hora, dava pra ver que tava morrendo de vontade.
A Ana se aproxima o que ficou sozinho e começa a pegar nas mãos dela e passá-las pelo corpo dele, pra ela tocar naqueles abdominais e na pica.
Mari já tava de pé, recebendo contra a parede toda a potência do striper dela, que tava metendo nela de um jeito selvagem. A Eri tava de quatro, chupando um enquanto o outro bombava por trás. A Ana, vendo que as amigas tavam pegando fogo, se entrega também pro striper dela. Ele vira ela, abaixa a legging de lycra e, quando sobe, segura as mãos dela com uma pegada de submissão por trás. Ela sente o pau do striper começando a empurrar pra penetrar, o que rola fácil porque a buceta dela já tava toda ensopada de tesão.
A música continuava alta, e dava pra ouvir os gemidos da Mari, que a striper dela tava metendo tão forte que ela não aguentava. Acontece que a striper dela era a mais bem-dotada das cinco, com uns 25 cm de comprimento por uns 6 cm de largura. Uma verdadeira máquina de prazer.
A Eri, enquanto isso, já tava tomando uma dupla penetração, que era exatamente o que ela tinha pedido quando contratou eles.
A Moni tava sendo comida como nunca antes, com o vestido vestido e deitada no sofá, ela recebia mais do que jamais imaginou.
Tudo foi terminando aos poucos. Primeiro a Mari, que, surpreendentemente, o striper dela não aguentou muito e gozou primeiro — não suportou ter uma beleza daquelas, com um vestidinho tão colado no corpo e se sentindo tão atrevida. Depois veio a Moni, que acabou tomando todo o gozo e sujando um pouco do vestido dela. Na sequência, a Ana, que, surpreendentemente, pediu pra ele gozar nos peitos dela, fazendo uma perfeita espanholada, apertando os peitos contra o pauzão do striper. E por último, a Eri, que decidiu tentar uma dupla penetração, mas os dois na buceta. Os paus eram tão grandes e a buceta dela tão pequena que mal entraram os dois juntos, gerando uma barulheira de gemidos entre os três. A Eri não parava de gritar e curtir a primeira dupla penetração vaginal dela, e os stripers de estarem comendo uma mina tão gostosa e com uma buceta que nunca tinha recebido um pau maior que 15 cm. E hoje ela tava recebendo dois paus de uma média de 18 cm de comprimento por 4,5 de largura. Até que, em poucos minutos, começaram a gozar por causa do apertado que tava e dos gritos eufóricos.
A festa acabou, e os strippers se vestiram, voltando a ser convidados normais como qualquer outro. Tiraram uma foto em grupo pra recordação e voltaram pra outra festa. Já o sol tava nascendo e o barco tava voltando pro porto.
Tudo acabou e a Eri teve o aniversário dela exatamente como ela imaginou.
Tô pensando em ir postando várias histórias, então vou colocar elas por capítulos.
Histórias da Ana
Capítulo 1
O aniversário da Eri
Ana, uma garota de apenas 23 anos, ainda fazendo o CBC da UBA. A vida dela é bem tranquila, sempre foi uma boa aluna, mas ultimamente tava dando um trabalho danado terminar o curso. Ela tem um grupo de amigas de infância que ainda se encontra, são a Maria, a Éyummy e a Mônica, três minas de uma grana boa, diferente da Ana que é mais classe média.
Elas costumam sair bastante pra baladas e bares. E de vez em quando vão passar o verão as quatro juntas. As amigas dela não são um bom exemplo, porque vivem na putaria e todo fim de semana saem com caras diferentes. Embora a Ana seja na dela, já que a família fica em cima, não deixam ela sair muito ou voltar tarde.
Mas tava chegando o aniversário da Eri, e ela já tinha avisado que queria fazer algo grandioso nos seus 24 anos. E não ia se contentar com pouco. Então alugou um barco pra fazer a festa dela no meio do Rio da Prata.
O dia chegou e a Ana não podia faltar, e como era um evento pra lá de chique, foi juntando grana aos poucos pra poder comprar roupa pra ocasião. Então saiu pra fazer compras e conseguiu uma legging de lycra de cintura alta e um strapless que deixava os ombros à mostra, exibindo o corpo gostoso dela. Também comprou uns sapatos de salto baixo que, combinados com a roupa, davam um toque elegante a um look tão simples.
As amigas mais ousadas vestiam vestidos de arrasar, Mari, mais conservadora, usava um vestido completo, mas bem curtinho e colado no corpo, preto, com um penteado minimalista puxado pra trás. Moni gastou um pouco mais, já que tinha um vestido de gala, azul celeste, com saia até o chão e um kitty enorme na lateral, da cintura pra baixo, um vestido que também marcava as curvas dela e dava um toque de imponência. Eri foi de tudo ou nada. E ela só ia mostrar quando vissem ela.
Chegou o momento e todo mundo no porto de Olivos fazendo fila pra subir no catamarã que a Eri tinha alugado. Um barco equipado especialmente pra festas, com som de alta qualidade, bares de bebidas e uma cozinha pro lunch.
Foram entrando aos poucos e, com todos os convidados a bordo, partiram do porto em direção ao fundo do Rio da Prata.
Ana, Moni e Mari estavam se perguntando onde estaria a Eri, que ainda não dava sinal de vida. Enquanto isso, o papo delas era sobre a quantidade de gente no barco, a maioria jovens entre 20 e 30 anos, em média. E uns cinco caras de uns 40 a 45 anos, que estavam num canto do barco batendo um papo.
Já passando quase uma hora e meia de navegação e entre uns drinks e petiscos, de repente se ouve pelos alto-falantes a voz de um apresentador.
BOA NOITE, GAROTAS E GAROTOS, NESSA NOITE TÃO LINDA, A GENTE DÁ INÍCIO AO GRANDE EVENTO EM COMEMORAÇÃO DO SEU VINTE E QUATRO ANIVERSÁRIO, COM VOCÊÊÊÊÊS... ERIKAAA
E foi assim que, de repente, lá de cima, onde fica o painel de controle, aparece a Eri, com um vestido azul meio transparente, com um decidaço que deixava à mostra aqueles peitos lindos dela.
Começa a descer pela escada e os aplausos não paravam. Cada vez ficavam mais fortes e mais fortes.
As amigas dela, surpresas, não acreditavam no vestido elegante mas ao mesmo tempo ousado que deixava ver entre o tecido a figura dela quase pelada.
Depois de cumprimentar boa parte dos convidados, ela chega onde estavam as grandes amigas. Ana não podia acreditar, era uma noite de puro luxo e ela se sentia meio vulgar por não estar usando um vestido chique como as amigas. Mas isso não impediu que ela se divertisse e curtisse pra caralho.
A música tava tocando bem alto, mal dava pra conversar, o povo dançando e se divertindo. Ana, depois do quinto gole, já tava meio bêbada e soltinha. Eri ia e vinha o tempo todo, batendo papo com todo mundo.
Mari aparece com três caras e apresenta pra Moni e pra Ana. As minas lembram do Lucho, Juan e Agus. Na real, nem Ana nem Moni lembravam deles, mas não deram bola e foram dançar.
Lucho não conseguia tirar os olhos da Ana, melhor dizendo, da rabeta da Ana, que com a lycra brilhava na pouca luz que tinha. Juan já tava com a Mari, e o Agus não tava dando muita bola pra Moni, mas não porque não queria, e sim porque a Moni tava de olho em outro cara que tava bem perto delas. Assim que o Agus se distraiu, a Moni saiu voando e foi dançar com aquele cara que ela tava de olho há um tempão.
Lucho não parava de dançar com a Ana e, a cada minuto que passava, eles se divertiam ainda mais, porque o Lucho era um verdadeiro cavalheiro. O Juan e a Mari não paravam de se beijar, deixando o Agus no meio dos dois casais. Ele não parava de tomar doses e de olhar como a Ana e a Mari dançavam com os amigos delas.
Aos poucos, Mari foi se afastando com o boy dela até sumir no meio da galera, enquanto Ana tava cada vez mais à vontade com o Lucho, que não perdia um minuto sem falar como ela tava gostosa.
O Agus, já bem bebido, sentou perto da mesa do lanche. Parece que não era uma boa noite pra ele.
A Ana começou a gostar do jeito cavalheiro do Lucho e, pra ser sincera, ele era um cara muito gato. Camisa, calça social e sapatos davam um toque de seriedade à figura dele. E não demorou pra ele se aproximar da boca dela até os lábios se encontrarem, se acariciando mutuamente. Lucho passava a mão nas costas dela até chegar na bunda da Ana, aquela bunda que tava deixando ele louco desde que viu. E Ana também não ficou atrás: com as mãos, sentia as costas trabalhadas de academia. Conforme o tempo passava, eles iam ficando mais à vontade e a coisa já tava esquentando. Ana tava ficando excitada de ter o Lucho tão perto, ele tava de pau duro e ela sentia o membro dele enquanto dançavam bem colados. Ana não resistiu e começou a acariciar o peitoral dele, descendo devagar enquanto olhava nos olhos dele, e bem lentamente foi enfiando a mão dentro da calça do Lucho até chegar no pênis dele, que tava cada vez mais duro. Lucho aproveitou e também começou a acariciar ela: a mão dele subiu pela cintura e parou num dos peitos dela, fazendo Ana tremer. Ela pegou na mão dele e o levou pra um lugar onde ninguém pudesse ver, pra continuar a pegação quente sem ninguém olhando. E encontrou um lugar perto do banheiro, tipo um quartinho, que usavam pra guardar roupa e relaxar, porque tinha um sofá confortável e uma mesinha de centro.
Aí as carícias continuaram no mesmo ritmo, Ana não parava de esfregar o pau do Lucho, e Lucho aos poucos foi soltando os botões da camisa dela. Até deixá-la aberta. Ana, ao ver o corpo sarado dele, se recostou no sofá. Lucho terminou de tirar a camisa e se acomodou por cima de Ana, beijando ela, descendo a boca pelo pescoço, e enquanto ia descendo, com uma mão puxou a alça do vestido, conseguindo chegar com a boca no peito dela. Entre brincadeiras de língua e mordidinhas leves, ele saboreou aquele mamilo gostoso que tanto se marcava por baixo da alça.
Ana abraçava Lucho com as pernas e se mexia, esfregando a barriga dela na dele. Não aguentou mais de tesão e começou a tirar o cinto dele, em seguida desabotoou e abaixou a braguilha, deixando o pau sair, que já tava deixando ela louca. Lucho virou ela de uma vez e puxou a calça de lycra dela pra baixo, junto com a tanga, e começou a beijar a bunda dela e a brincar com a língua, chegando até o cu e a buceta. Ana, entregue ao prazer, se rendeu e levantou a bunda. Ela não aguentava mais, soltando gemidos baixinhos e tentando não fazer muito barulho pra ninguém ver.
Lucho para e tira um preservativo do bolso da calça, coloca ele, e Ana se joga pra cima dele, montando e assumindo o controle. Ela pega o pau com a mão e leva direto pra buceta dela, descendo devagar até enfiar tudo lá dentro. Começa a rebolar enquanto olha pra ele e morde o lábio. Lucho aproveita e tira o strapless dela, deixando os peitos lindos dela balançando com o movimento. Em poucos minutos já tinham terminado, se vestiram e subiram pra continuar a festa e ver onde estavam os amigos.
Só sobem e veem a Mari com o vestido meio levantado dançando com o Juan, eles se aproximam e batem um papo. Nisso, a Ana avisa que tava aparecendo tudo quando ela dançava, mas a Mari só ria, dizendo que era exatamente o que queria, era uma brincadeirinha que ela tava fazendo.
Ana não entendia nada, mas achava mais interessante contar pra ele o que tinha vivido lá embaixo. Mal contou, ele não conseguia acreditar. E ela conta pra ele o que eles estavam fazendo.
E ela diz: “Olha pra tua esquerda e tu vai ver três caras que não tiram os olhos de mim.” Ana olha e vê eles, eram três caras que estavam encarando, e Ana percebe que eles também estavam olhando pra ela. Mas Mari fala que o que elas estavam fazendo era provocar ao máximo esses caras pra ver até onde podiam ir. Já fazia meia hora que ela tava rebolando pra eles, deixando o vestido subir e se abaixando pra dar uma espiadinha. Os caras aproveitam a conversa e vão pro banheiro, enquanto isso Ana pede pra ela acompanhar até o bar pra pegar algo pra beber. Nisso, nem sinal da aniversariante Eri, que tinha sumido de vista.
Já na balada, curtindo os mojitos delas, Ana sente alguém passar a mão na bunda dela e se vira. "Qual é, cara?", e um dos três caras que tava olhando responde: "Relaxa, você me deixou excitado a noite toda, vem, vamos nos divertir". Enquanto isso, ele já tava segurando a cintura dela, tentando puxar. Com Ana, rolou algo parecido com outro dos três caras, que também chegou e agarrou a cinturinha dela. A verdade é que eles não eram feios, então elas não recusaram, mas ficaram meio na dúvida, porque já tinham parceiros naquela noite e podiam voltar a qualquer momento.
Aos poucos foram levando elas pra uma parte mais escura do navio, onde a luz não chegava. Eram os três caras, a Mari e a Ana. Batendo papo, e um deles não parava de passar a mão na Mari, segurando ela pela cintura. Os outros dois eram mais na deles, até que, de repente, a Mari começa a beijar o cara que tava agarrando ela, e ele corresponde, comendo a boca dela, enquanto as mãos dele percorriam todo o corpo gostoso da Mari.
Ana ficou dura olhando a situação e um dos caras perguntou se ela também queria um beijo. Ela demorou tanto pra responder que o cara se aproximou e comeu a boca dela.
Mari já estava com o vestido todo levantado porque o cara dela não parava de passar a mão nela. De repente, o que tinha ficado de fora se posiciona atrás de Mari e entra na brincadeira, beijando o pescoço dela e encostando o corpo nas costas dela. Ana continuava se beijando e nem percebia que a amiga dela tava sendo despida bem devagar. O cara na frente de Mari puxa o pau pra fora e, com a mão, afasta a calcinha fio dental dela, tentando meter. Mari recusa, geme e fala que não, mas não oferece muita resistência e praticamente deixa ele penetrar ela. Na hora, ela começa a gemer, e Ana percebe que eles tão transando ali do lado dela. Enquanto isso, o cara atrás de Mari começa a se masturbar, cuspi na mão e molha o pau dele com saliva. E aí, sem mais nem menos, enfia no cu de Mari, fazendo ela gritar de dor. “PARA, GATINHO, PARA!” Mas o cara deixou o pau enterrado na bunda dela e começou a beijar o pescoço dela. Ela relaxou e, aos poucos, começou a sentir prazer. Mari ofegava e gemia sem parar, dava pra ouvir só sussurros tipo “ISSO, QUE GOSTOSA VOCÊ É, MEU DEUS, VOCÊ É LINDA”. Isso deixava Mari ainda mais excitada, e sentir dois paus dentro dela fez ela gozar várias vezes. Depois de um tempo, ela se abaixa e recebe na boca toda a porra. O cara de trás começa a se masturbar pra gozar também e consegue gozar quase ao mesmo tempo que o outro. Mari se levanta, arruma o vestido e olha pra Ana, como quem diz “E aí? Não vai fazer igual?”
Ana dá um beijo no cara com quem tava, pega a mão da Mari e saem correndo que é uma loucura. Mari não conseguia recuperar o fôlego de tanta emoção e da correria que tinham dado.
Ana ficou meio chocada, não conseguia acreditar que a amiga de infância dela tinha transado com dois estranhos ao mesmo tempo.
A noite passou e nada de notícias da Eri, nem da Moni. Até que veem a Moni, na maior tranquilidade, batendo papo com uns caras. Chamam ela e começam a conversar sobre tudo o que tinha rolado.
Moni xingou elas de loucas, tipo "como vocês fazem uma parada dessas?", e ainda reclamou que elas não tinham consciência. Aí elas se prepararam pra procurar a Eri, que nenhuma das três sabia onde estava. Era aniversário dela e ela não apareceu a noite toda. Começaram a perguntar pro pessoal do navio se sabiam onde ela tava, mas nada. Nisso, viram um garçom levando várias garrafas de champanhe, mas não pro lado onde o povo estava, e decidiram seguir ele. Ele deixou as garrafas num quarto. Tentaram entrar, mas tava trancado. Bateram, e quem abriu foi um dos caras que tinham visto no começo, daqueles de mais de 40 anos. Ele perguntou: "O QUE VOCÊS QUEREM, MENINAS?" Aí a Ana respondeu na hora: "Tamo procurando a Eri." E ouviram: "Entrem, meninas." E era a Eri mesmo, trancada com os cinco quarentões. E lá estava ela, bebendo e dançando numa boa, como se fosse um VIP.
Os caras eram muito respeitosos, o estranho é que ninguém tava bêbado nem nada, era tudo muito normal. A Eri não parava de conversar, parecia que a bebida tinha soltado a língua dela, mas só isso. Nisso, a Eri sobe numa cadeira e fala: "GALERA, ELAS SÃO MINHAS MELHORES AMIGAS". E foi assim que, um por um, foram cumprimentando elas.
E de repente as luzes se apagam. As vozes das meninas perguntando "QUE QUE FOI???" e acendem de repente com música no talo. E os cinco caras começam a dançar, se eram strippers. E começam a rasgar a roupa que tinham até ficar só de umas sunguinhas minúsculas. Eri não parava de gritar e pular, "VAMOS MENINAS, JÁ TAVA NA HORA DE CHEGAREM". E os strippers dançavam a centímetros das meninas. Mari já tava mais que entregue e era a que mais apalpava. Moni quase assustada não queria nem que tocassem nela. Ana, por outro lado, mais neutra, mas entrou na zoeira surpresa da Eri. Enquanto isso, Mari já tinha tirado a sunga do stripper e gritava igual uma louca. Ana chega perto da Moni e fala "VAI LOGO, BURRA, É O ANIVERSÁRIO DA ERI, NÃO VAI ACONTECER NADA, SÓ VAMOS NOS DIVERTIR". Aos poucos Moni foi relaxando e sentaram com Ana pra ver o show, mas principalmente o show que a Mari tava dando. A Eri tava entre dois caras, tocando ela de ponta a ponta por cima do vestido azul brilhante. Os strippers já estavam todos pelados balançando os membros eretos com pulinhos. Ana e Moni já tinham tomado duas garrafas entre as duas e as bolhas bateram direto na cabeça delas, e já estavam gritando, incentivando a Eri e a Mari que eram as que mais estavam curtindo o show.
Nisso, Mari resolve ir mais longe e se ajoelha na frente do stripper, que se aproximou pra ela poder chupar aquele pauzão dele. Eri vê e fala “PÁRA, GURIA, TU É MUITO LOUCA, OS GURIS E PRA MIM O QUE TEM”. E aí os dois strippers que estavam do lado dela começam a despir ela, deixando aquele vestido lindo descer. Ela não tava usando nada por baixo, então ficou completamente pelada. Os strippers não acreditavam nas gostosas que eram, jovens e lindas. Eri toma a mesma iniciativa da Mari e se ajoelha, segurando os dois paus com as duas mãos, chupando um de cada vez, aproveitando seu lindo aniversário.
Moni, já não tô nem aí pra ele e ele para. Ana fica olhando pra ela, tipo "cê tá fazendo o quê?" Não era que era um nojo pra você? E Moni senta, deixando o vestido escorregar de lado pelo kitty, mostrando a buceta de fora. Pra surpresa de Ana, ela também não tava de calcinha. E do nada Moni solta um grito: "Ô RIBIO, POR QUE CÊ NÃO VEM PROVAR PRA VER SE CÊ GOSTA?" E o cara que tava dançando com outro se aproxima, olha pra ela, sorri, e mete a cara direto pra beijar a buceta dela. Moni solta um gemido na hora, dava pra ver que tava morrendo de vontade.
A Ana se aproxima o que ficou sozinho e começa a pegar nas mãos dela e passá-las pelo corpo dele, pra ela tocar naqueles abdominais e na pica.
Mari já tava de pé, recebendo contra a parede toda a potência do striper dela, que tava metendo nela de um jeito selvagem. A Eri tava de quatro, chupando um enquanto o outro bombava por trás. A Ana, vendo que as amigas tavam pegando fogo, se entrega também pro striper dela. Ele vira ela, abaixa a legging de lycra e, quando sobe, segura as mãos dela com uma pegada de submissão por trás. Ela sente o pau do striper começando a empurrar pra penetrar, o que rola fácil porque a buceta dela já tava toda ensopada de tesão.
A música continuava alta, e dava pra ouvir os gemidos da Mari, que a striper dela tava metendo tão forte que ela não aguentava. Acontece que a striper dela era a mais bem-dotada das cinco, com uns 25 cm de comprimento por uns 6 cm de largura. Uma verdadeira máquina de prazer.
A Eri, enquanto isso, já tava tomando uma dupla penetração, que era exatamente o que ela tinha pedido quando contratou eles.
A Moni tava sendo comida como nunca antes, com o vestido vestido e deitada no sofá, ela recebia mais do que jamais imaginou.
Tudo foi terminando aos poucos. Primeiro a Mari, que, surpreendentemente, o striper dela não aguentou muito e gozou primeiro — não suportou ter uma beleza daquelas, com um vestidinho tão colado no corpo e se sentindo tão atrevida. Depois veio a Moni, que acabou tomando todo o gozo e sujando um pouco do vestido dela. Na sequência, a Ana, que, surpreendentemente, pediu pra ele gozar nos peitos dela, fazendo uma perfeita espanholada, apertando os peitos contra o pauzão do striper. E por último, a Eri, que decidiu tentar uma dupla penetração, mas os dois na buceta. Os paus eram tão grandes e a buceta dela tão pequena que mal entraram os dois juntos, gerando uma barulheira de gemidos entre os três. A Eri não parava de gritar e curtir a primeira dupla penetração vaginal dela, e os stripers de estarem comendo uma mina tão gostosa e com uma buceta que nunca tinha recebido um pau maior que 15 cm. E hoje ela tava recebendo dois paus de uma média de 18 cm de comprimento por 4,5 de largura. Até que, em poucos minutos, começaram a gozar por causa do apertado que tava e dos gritos eufóricos.
A festa acabou, e os strippers se vestiram, voltando a ser convidados normais como qualquer outro. Tiraram uma foto em grupo pra recordação e voltaram pra outra festa. Já o sol tava nascendo e o barco tava voltando pro porto.
Tudo acabou e a Eri teve o aniversário dela exatamente como ela imaginou.
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