Conheci o Fernando no Grindr (Relato Gay)

Quero contar pra vocês antes que eu esqueça como eu fui comida ontem, 5 de agosto de 2019, à tarde, bem gostoso.
Pois é, ontem desde cedo eu tava bem tarada e, bom, acabei batendo uma boa punheta e me diverti com meu consolo por um tempinho de manhã. Mas, sinceramente, já na tarde eu continuava muito excitada e com vontade de uma pica de verdade, então me decidi e entrei no Grindr pra ver as novidades. E, pois é, muitos te mandam salve e perguntam se você quer transar e um monte de besteira, mas fiquei online. Nisso, um perfil me mandou uma foto que, sinceramente, vi e me chamou a atenção, e depois ele mandou foto da pica dele e, puta merda, fiquei com água na boca. Respondi: "Hmm, que gostosa...". E mandei uma foto da minha bunda. Ele na hora respondeu: "Uau, que bunda gostosa... vou te foder?". E disse: "Quero chupar sua bunda". Na hora eu falei: "Sim, quero que você me coma". E ele disse: "Tô dentro".

Respondi: "Onde você tá?" e ele mandou a localização dele, e perguntou: "E você?" Também mandei a minha. Na hora ele disse: "Quando rola?" E eu respondi: "AGORA", e ele falou: "Tô indo praí". E eu disse: "Vai nessa".
Levaria uns 15 minutos pra chegar e, lá de fora, me mandou mensagem dizendo que já tava aqui. Na hora, abri a porta, ele entrou e fomos pro meu escritório, já que eu tava no meu trampo.
A gente se apresentou, ele disse que se chamava Fernando e, bom, fomos direto ao que interessava. Cheguei perto dele, pus a mão no volume pra sentir o tamanho, já tava meio dura. Ele veio de bermuda e camiseta, tirei a rola pra fora, tava gomosa e bem molhada, dava pra ver que ele tava super tarado. Então comecei a bater uma pra ele, fui apertando mais e mais, e ele foi ficando cada vez mais duro. Não era uma rola de campeonato nem monstruosa, era mais normalzinha, uns 16 cm, meio fininha, rosadinha e com prepúcio, mas, sinceramente, tava muito gostosa, o safado. Então, sem perder tempo, comecei a dar uns boquetes pra deixar ela mais durona ainda. E ele, claro, foi esquentando, e como eu já tinha massageado um pouco, fiquei com medo de ele gozar rápido demais e me deixar na mão, igual já aconteceu outras vezes.
Perguntei se ele trouxe camisinha e o filho da puta me disse que não (amigos, não sejam otários, sempre têm que levar camisinha, porra, são caras e a gente tem que ficar colocando, se você quer transar é sua responsabilidade levar, se eu quero transar sempre levo minhas camisinhas), bom, já não fiquei puto, peguei uma da minha gaveta e coloquei nele, e agora sim estava prestes a sentir de novo uma pica de carne viva e não meu consolo de látex, passei um pouco de lubrificante vaginal no cu e apontei direto pra pica dele, assim de pé como estávamos, meti de uma vez até o fundo, aiii, porra!, falei, calma, quero que me coma, não que me arrebente, mas deixei ela lá dentro pra acalmar um pouco a dor e me acostumar com ela, o bom, como falei, não era grossa nem comprida, mas qualquer coisa que você enfia no cu assim de uma vez, juro que até o mais experiente vê estrelinhas, bom, depois que passou a porrada, agora sim, marcar o ritmo e comecei a me mexer pra ele perceber que já podia me dar pica, e ele sozinho começou a me dar o palinho gostoso dele, tirava e metia já no ritmo, me inclinei na escrivaninha deixando todo meu cu de flor pra ele comer à vontade, e dito e feito, começou a me dar uma surra de pica muito gostosa, eu curtia de verdade como aquela pica tava me comendo, até abri mais minhas nádegas com as duas mãos pra ele montar mais e mais fundo, sentia lá dentro das minhas entranhas como ele me enchia e me manipulava deliciosamente entre uma dorzinha e um prazer inexplicável, ele se agarrou mais em mim, me segurou pelos ombros e me dava a pica dele com muita força.
Eu ainda estava com a calça só no joelho, e ele também com a bermuda, então a gente se separou pra finalmente ficar pelado e poder se mexer melhor, e também pra ele se acalmar um pouco, porque eu não queria que ele gozasse tão rápido. Já os dois nus, subi na escrivaninha deitado, abri minhas pernas, coloquei elas nos ombros dele, e ele meteu de novo até o fundo. Caralho, que delícia que esse filho da puta tava me comendo, sentia gostoso pra caralho como ele entrava e roçava na minha próstata, parecia que acertava bem nela e me dava uns choques elétricos incríveis, nunca tinha sentido isso antes, não queria que parasse nunca. Ele, claro, tinha aquela cara de prazer inconfundível, de saber que tava enterrando o pau do jeito que queria, e continuou me comendo por uns 15 minutos de prazer contínuo. Já os dois suando pra caralho, mas a gente não tava nem aí, era só dar e receber prazer um do outro.
Parou de se mexer, tirou de dentro de mim, claro, pensei que já tinha acabado, mas não, qual foi minha surpresa que ele continuava bem durinho, o filho da puta. Me levantei de novo e ele pediu pra eu me virar, me inclinou de novo sobre a escrivaninha e começou a meter de novo aquela piroca gostosa dele com muita força, bem saborosa, sem nenhuma contemplação, me dominando por completo, sentindo a virilidade dele dentro de mim e me segurando firme entre os braços, tipo marcando território de macho dominante, e eu sendo a receptora passiva dele. Mas tanto tesão acabou cansando ele, e ele foi me soltando aos poucos. Percebi na hora e falei: "Agora é minha vez. Senta na cadeira que agora quem monta sou eu.
Bem obediente, ele sentou e eu coloquei mais um pouco de lubrificante no meu cu. Virei de frente pra ele, abri minhas pernas e fui montando naquela pica gostosa e deliciosa dele, devagar, sentindo como ia me preenchendo por dentro, ficando acoplados de frente, sentindo o corpo másculo dele e os braços fibrosos e fortes. Me agarrei no pescoço dele e comecei a cavalgá-lo, suave, me levantava e me deixava cair sobre o pau duro dele, gozando com cada penetrada. Agora era eu quem tinha o controle daquela pica, ele imóvel naquela cadeira, mas feliz por estar enterrando aquela pica gostosa. Ele me segurava pelas nádegas e me abria cada vez que eu sentava nela. Amo essa posição porque a pica enterra bem fundo e dá a sensação de que o corpo vai explodir de tanto prazer. Não sei quantas coisas ele falava no meu ouvido, mas eu só estava concentrado em sentir meu prazer de ser penetrado por outro homem. Adoro sentir o cheiro e saborear aquele odor masculino que te envolve em prazer e luxúria combinados. Nossas barbas roçavam nas bochechas, eu sentia os braços musculosos dele me abraçando por trás — era um poema de dois homens se dando um prazer sem igual, um sentindo na pica e o outro no cu. Agora era eu quem estava prestes a gozar, porque não tem coisa que eu ame mais do que sentir a pica de um homem assim. Mas me segurei como pude para não interromper o prazer que o Fernando estava me dando. Ele pediu para eu me virar e sentar de novo na pica dele, então na hora me virei, dei as costas e fui enfiando aquele pedaço de carne até sentir completamente dentro de mim. Fiquei montando ele por um tempo até que ele mesmo começou a meter forte. Me abraçou pela cintura e começou a enfiar aquela pica gostosa com tudo, muito forte. Eu já não aguentava mais, estava prestes a explodir e nem sequer tocava na minha pica, mas, verdade seja dita, ele estava me comendo com tudo, muito rápido e forte, e eu acabei dizendo "vou gozar" e foi quando ele também gozou com duas estocadas finais. fundas e me segurando forte pela cintura, me abraçando com toda força e bufando como um touro enquanto gozava dentro de mim, eu espirrando pra todo lado meu gozo que jorrava sem controle nenhum, não faço ideia de quantos segundos duraram aqueles momentos, mas pra mim foram eternos e deliciosos demais, minhas pernas tremiam sem parar, meu corpo vibrava, todo meu esfíncter pulsava de prazer, a gente ficou grudado por um tempinho com o pau dele dentro de mim e eu apertava meu esfíncter pra dar aquelas mordidinhas clássicas no pau dele, que gostoso demais quando a gente goza.
Já que estávamos mais relaxados, levantei dele segurando a base da pica dele pra não sair a camisinha ou ficar dentro do meu cu, passei papel higiênico pra ele se limpar e do mesmo jeito peguei o meu pra limpar meu cu. Ele começou a se vestir e eu também, e só se despediu falando "até mais". Nem trocamos números nem mais informações um do outro, isso foi só uma bela trepada entre dois caras que curtem homem, um Ativo e outro Passivo.Falou, até a próxima!

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