O Villerito 6: Mudança de Rumo

Pra meus cinco queridos leitores:

A parte 1 dessa história foi censurada pelo moderador por motivos compreensíveis.

A parte 2 (final) junto com as partes 3, 4 e 5 foram publicadas recentemente e recomendo que vocês leiam pra entender o que vem a seguir.

No trampo eu cantava, enquanto passava o aspirador, enquanto limpava os mictórios. Meus colegas, quase tudo favelado, estranhavam. Eles sabiam que eu e o Eli éramos um casal e que tava rolando problema. — O que rolou ontem, moleque? O Elias te comeu melhor? — falavam. O Pity sempre me olhou a bunda com tesão, era mó gostoso, os parça chamavam ele de três pernas, ele passava a mão no volume e me olhava nos olhos. Desde que o Elias não veio mais trabalhar, ele tava dando em cima de mim. Naquela noite, ele se animou e passou a mão, enquanto sussurrava no meu ouvido: — Hoje que cê tá numa vibe, deixa, Cláudio? No banheiro da Gerência dá pra fazer. Fiquei pensando. O Gonzalo não tinha falado que eu não podia transar com outro. Com os 21 cm do Gonzalo, eu tinha gozado pra caralho, será que ia ser a mesma coisa com os do Pity? Olhei direto pra ele. Tinha que me ligar pra ele não sair contando depois.
- Você também se deixa?
-Hoje não tô a fim de dar pro Claudio, mas outro dia eu dou.
-Então vai foder a sua irmã e outro dia eu me deixo.
-Bom, tá bom, eu me entrego.
Fomos à gerência, nada de banheiro. Corri com cuidado os papéis da mesa do Gerente, baixei a calça e a cueca, o Pity fez o mesmo. O apelido era verdade, ele tinha maior e mais grossa que a minha, tão grossa quanto a do Gonzalo. Me inclinei sobre a mesa e abri as nádegas. Ele chupou um pouquinho e cuspiu bastante. Enfiou. No começo, como sempre, doeu, como doeu a do Gonzalo. Depois, esperei o prazer infinito que uma piroca longa e grossa me tinha dado. Mas não veio. Tava gostoso e eu tava me abrindo bem, mas eu sentia o mesmo que quando me largava na vila, talvez um pouco do que o Elias me fazia sentir. A explosão de sensações únicas que o Gonzalo me fez viver não veio, também não gozei. Ele gozou, senti o leite quente dentro, mas nem um pingo da paz maravilhosa que o gozo do Gonzalo me fazia sentir. Dizer que não gostei de comer 25 cm, seria como dizer que um viado não gosta de pica. Mas foi uma transa qualquer, só isso.
Foi minha vez. O Pity me olhou preocupado, eu tava durasso, a putaria da foda me deixou excitado. Ele ocupou meu lugar, disse "vai devagar que eu tô fechado". Enfiei toda a saliva que consegui com os dedos. Meti a pica, ele gritou mais do que devia. Dei mais uma enfiada e ele gritou de novo com o mesmo tesão. Uns 10 cm da minha rola já tavam dentro do cu dele. De repente, senti a porta se abrindo de leve e dois pares de olhos cruzaram com os meus. Eles viram minha pica enterrada até a metade na bunda moreninha e pequena do Pity, que gemia de dor em cima da mesa. Fecharam a porta bem devagar. O Pity não percebeu nada, tava com muita dor pra prestar atenção. De pouquinho em pouquinho, a rola entrou toda e, em 5 minutos, o Pity já tava gozando que nem uma putinha. Do outro lado da porta, 4 orelhas ouviam, 2 bocas sorriam.
Levei meia hora pra gozar nele, e só consegui porque comecei a pensar que o Gonzalo tava arrombando meu cu. O papel da impressora do gerente geral serviu pra limpar o sangue, a merda e o porra que o Pity deixou no meu cu. Nós subimos as calças, o Pity ficou tão destruído que foi pro vestiário, trocou de roupa e voltou mancando pra favela. Claro que no dia seguinte todos os manos já sabiam e começou o bullying pesado: ele deixou de ser o três pernas e virou o putão. Não adiantou nada, quando ele se irritava depois de uma encoxada e ameaçava alguém, falavam "ai, olha como a santinha se faz, esse putão de cu arrombado", o Pity baixava a cabeça e resmungando xingamentos continuava passando o aspirador nos tapetes. Todo mundo come um viado, mas ser viado, deixar ser comido e ser feliz com isso não é pra qualquer um.
Terminado o trampo, voltei pro meu prédio, parecia mais frio, sujo e abandonado do que antes. Ter que chupar a pica do velho do estacionamento de novo pra pegar minhas coisas foi o pior. Mas em algumas horas eu voltaria pra mansão do Gonzalo, não sabia pra quê, e se de tanto mistério não saísse nada, pelo menos tinha um macho que me comia pra caralho. Não queria pensar demais, melhor se entregar ao mistério que o Gonzalo tava me propondo, esse negócio de Pig sei lá o quê, fosse o que fosse, em algumas horas eu ia descobrir. Antes de dormir, fiquei pensando. Eu tinha deixado o Pity me comer porque ele tinha a pica grande igual o Gonzalo, esperando sentir a mesma coisa, mas foi uma transa comum e qualquer. Então por que eu ficava tão louco quando o Gonzalo arrombava meu cu?, por que eu sentia que tava no céu, que ia morrer de prazer, que enquanto a pica dele tava dentro de mim e o corpo dele junto do meu, o mundo não existia? Por que ele ficava tão excitado comigo? Tinha alguma coisa, não sabia o quê, mas entre nós dois tinha alguma coisa.
Dormi como quem dorme na rua, um olho fechado e outro aberto. Às 8 já tava pegando o trem em Retiro. Com o andar cansado da saída, dava pra ver os cantos da favela onde vivi e cresci, quase colada no último trilho. Lá com certeza tinha uns caras que, com promessas mentirosas, perdiam a virgindade do cu, tinha outros que se deixavam comer em algum canto imundo, tinha uns que sonhavam juntar grana pra fazer as tetas e assim ganhar mais dinheiro se vendendo como travesti, os que não eram tão sortudos quanto eu, até colocavam silicone industrial na bunda pra aumentar as nádegas. Eu, por outro lado, ia pra uma mansão onde um senhor tinha comido deliciosamente meu cu o fim de semana inteiro numa cama com lençóis de cetim. Ia pra quê?, o que o Gonzalo esperava de um faveladinho viado como eu? Será que ele queria me transformar num putinho de luxo pra me vender pros senhores ricos que ele com certeza conhecia?, tinha visto negócio no meu rabo? Não, não podia ser. Ele tinha me acariciado, me consolado, me beijado com ternura, se preocupado em me conhecer, será que me venderia? No fim das contas, por que ele seria diferente?, quem é que alguma vez me deu afeto?, minha mãe tava ocupada demais pra me amar, meu irmão me amava do jeito dele, Elias?, apesar de eu ter me enganado por tanto tempo, tive razão na primeira vez que ele deu em cima de mim, não me queria, queria meu cu, queria sentir o orgulho de ser o macho que comia o viado de melhor bunda da favela. Enxuguei as lágrimas na manga da jaqueta, por sorte o vagão tava meio vazio. E então, o que podia ser pior?, ser uma travesti da marginal vivendo numa pensão imunda ou ser um viado fino comido por gerentes e playboys ricos?
Toquei a campainha, quem veio me abrir foi a Maria Teresa, cara de cu como sempre. —Vem por aqui, moço, a dona Paula te espera na biblioteca. Entramos num cômodo com paredes cobertas de livros de todas as cores, no centro uma mesa e uma senhora, cinquentona também, cabelo grisalho e olhar mais sério que o do Gonzalo, me esperava. Sobre a mesa, lápis, papel, livros. Com voz de sargento, ela disse:
— De agora em diante, você vai estudar comigo de segunda a sexta, das 9h ao meio-dia, com meia hora pra almoçar. Das 12h30 às 13h30, a gente volta a estudar; das 13h30 às 15h, você vai ter tempo pra fazer tarefa na mesa do seu Gonzalo. Às 15h, o seu Gonzalo chega. Às 17h, você pega a marmita com a janta na cozinha e vai trabalhar como sempre. Toda segunda-feira, vou te dar um livro; na segunda seguinte, você tem que me trazer um resumo de quatro páginas sobre o livro, sem falta. Isso vai ser de segunda a sexta, inclusive feriados. Não atrase. No sábado, você vem no mesmo horário e fica às ordens do seu Gonzalo. Ficou tudo claro ou quer que eu repita?
Tava claríssimo pra mim, mas eu não entendia nada. O que o Gonzalo queria?, me educar?, pra quê? A ideia de que eu ia virar um putinho fino, um gueixa pra agradar playboy cheio da grana, voltou. A velha me aplicou uma prova, fiz o que dava. Quando corrigiu, olhou pro teto e, sempre com a voz de sargento, resmungou: "Ah, seu Gonzalo!, o senhor se acha o Pigmalion, mas eu é que tenho que polir o caco!" O caco com certeza era eu, mas quem caralhos era esse tal de Pigmalion?
A dona Paula me fodeu a cabeça, cheguei às 13:30 na mesa do Gonzalo e fiquei sozinho com meus rabiscos na frente e um livro na mochila. Tentei fazer alguma coisa, mas tava com uma puta dor de cabeça, em 10 minutos já tava dormindo em cima dos papéis.
Acordei com as massagens que o Gonzalo tava fazendo nos meus ombros, sorri pra ele com medo.
—Como você tá, promíscua?
-Agora que te vejo, bem! Aquela senhora me deixou a cabeça mais quebrada do que você me deixa a buceta. - Gonzalo riu.
- E aí, dar partida no motor enferrujado dá trabalho, moleque. É mais fácil usar a buceta, né?
-Siiii- respondi, sorrindo pra ele de um jeito sensual.
-Acostuma-te, Cláudio, isso vai ser todo dia, por muuuuito tempo.
—Pra quê, Gon? Sou um pretinho da quebrada, o que cê vai conseguir?
—Já vai ver, confia em mim e confia em você. E não pergunta mais, já vai ficar sabendo aos poucos. — A voz quente e carinhosa dele e as massagens suaves me relaxaram e me acalmaram.
—E agora, vai me dar algum prêmio?
—Vem cá — ela disse, sorrindo, pegou minha mão e me levou pro quarto.
Nós paramos na beira da cama, ele me deu um beijo suave nos lábios e começou a me despir devagar, primeiro a camisa, lentamente, botão por botão, depois o cinto, depois o botão da calça jeans, enfiou a mão por baixo da minha cueca e acariciou minha rola. Lembrei do meu banho de água fria às 3 da manhã no estacionamento enquanto aquele velho de merda me olhava e se masturbava. Lembrei da porra nojenta dele no meu corpo, me senti sujo.
—Ai, Gonzalo, acabei de chegar da rua e não tomei banho, você me espera? — Franzindo a testa, ele me olhou em silêncio.
Tá bom, é teu primeiro dia e tu merece relaxar, toma um banho e te espero na banheira de hidromassagem.
Terminei de me despir e fui pro banheiro, o Gonzalo me olhava de cima a baixo.
—Que bunda incrível, minha mãe!!!!
Pela primeira vez, o viado saiu de mim. Mandei um beijo sensual por cima do ombro e fui pro banheiro tentando rebolar a raba feito uma puta. Entrei no chuveiro, e poucos minutos depois senti a água borbulhando da jacuzzi enorme que tinha no banheiro. Gonzalo estava sentado, com os braços esticados nas bordas da jacuzzi, me olhando e sorrindo. Eu tava com uma vontade doida de ele entrar no chuveiro e me comer, mas o homem queria me ver e curtir a massagem da água morna. Fiquei meio envergonhado de lavar meu cu na frente do Gonzalo, mas fiz com cuidado, queria estar perfeito pro meu macho, queria tirar o cheiro nojento do Pity do meu cu, chega, meu cu, meu corpo inteiro era só do Gonzalo. Só sequei a cabeça e sentei dentro da jacuzzi do lado do Gonzalo, a gente se beijou de leve. Meu olhar foi direto pras pernas dele, entre as ondinhas e bolhas dava pra ver aquela porra enorme, aquela serpente do mar, grossa, comprida, desejável, meu cu já tava formigando. Minha mão foi acariciar ela, reagiu na hora. Gonzalo apoiou os pés e levantou o tronco, a serpente ficou quase na altura da água, a corrente balançava ela de leve, eu enlouqueci, me ajoelhei, enfiei na boca e comecei a chupar desesperado. Cada vez eu conseguia engolir um pouco mais. Gonzalo me fez me ajeitar com as mãos apoiadas na borda da jacuzzi, meu cuzinho na altura da água, ele beijou cada centímetro das minhas nádegas, mordeu, acariciou, e finalmente a cabeça dele me arrancou um grito de dor, a serpente marinha tinha começado a me devorar, em três estocadas e três gritos já tinha os 20 cm dentro do meu cu, a gente começou a gemer junto, ele acelerou, eu comecei a rebolar e apertar contra ele, pela primeira vez gozamos juntos. Gonzalo tirou ela devagar e se recostou de novo na borda da jacuzzi, desligou o motor e a água ficou parada, meu esperma, uma porrada, tava no fundo. Sentei do lado dele, sentia a água morna entrando no meu cu aberto e aos poucos o esperma do Gonzalo saía de dentro de mim e formava uma poça entre minhas pernas.
Gonzalo, com cara de satisfação, me disse -vem cá-, me acomodei nas pernas dele, ele me abraçou e a gente se beijou.
—Você gostou do Claudio?
-Adorei, Gonzalo, adoro ser sua putinha, como você me faz gozar! Valeu por me foder, Gonzalo, valeu.
-Foi difícil segurar as lágrimas, que puta chorona que eu sou!

Sentei de novo ao lado dela e nos beijamos longamente, suave, quase como um beijo de namorados.
— O que você achou do plano que a Paula te contou?
— Não sabia muito bem o que dizer pra ela, tava com medo de cagar tudo, de perder essa chance doida, com medo de acordar desse sonho que tava vivendo. Mas, como sempre, preferi ser sincero, mesmo que ela me desse um chute na bunda e me mandasse de volta pra rua. Respirei fundo e desandei a falar.

— Não sei o que te dizer, Gonzalo, não entendo nada. Tô com medo, não sei o que pensar. Você vai me botar pra estudar e vai continuar me comendo, isso eu entendi do plano, mas não sei pra quê. Sou um preto da favela, você é um playboyzinho, pra que eu posso te servir?
Gonzalo me olhava sério e interessado. Soltei o que tava rodando na minha cabeça:
- Às vezes eu penso, me desculpa, não fica brava, mas como dizia um velho lá da quebrada, cachorro que já tomou muita pedrada, quando alguém chega perto, já fica de cu na mão.
Respirei fundo, criei coragem.
- Às vezes eu acho que você quer me preparar pra me fazer trabalhar como puto VIP em algum negócio seu.
- Gonzalo caiu na gargalhada.

-Que ideia boa!, não tinha pensado nisso. Com sua bunda e seu pau, a gente pode fazer uma grana boa.
Sorri sem graça, me lembrei da piada do meu irmão.
-Para de pensar besteira, Cláudio. Quero te ajudar, só isso, mas sou um homem de negócios. De graça não vai sair, e vou tirar um bom proveito de você.
-Então você acha que eu tô pagando seu investimento com a minha bunda? Eu não valho nada, Gonzalo, sou um puto que mora na rua pensando em virar travesti, tenho uma bunda boa, mas pra você, que com sua grana pode comer quem quiser, isso vale alguma coisa? Além disso, Gonzalo, quero te dizer uma coisa: te dou a bunda de graça, me entrego de boa, morro pelo seu pau, ninguém me faz sentir como você. Não quero nada por te dar meu cu, seu pau me enlouquece e, se eu tivesse grana, até pagaria pra você me comer.
-Então já tô ganhando mais do que imaginava. - Tenho planos pra você, tem que dar conta, se esforça, arrebenta a bunda estudando, que de arrebentar na cama eu cuido.
Não entendi muito bem o que você quis me dizer.
—E se der merda?
—Não vai te dar ruim. Eu conheço as pessoas, cê acha que só olhei pra sua bunda? Arrebenta a buceta com a Paula e vai ficar suave.
Comecei a lacrimejar, beijei ele.
-Última pergunta, Gon. Que história é essa de Pig sei lá o quê e aquela gostosa, a Galatea?
—Ovídio, Metamorfoses, livro 10. Pede pra Paula daqui uns meses, agora tu não vai entender porra nenhuma. Ou pede pra ela te passar o filme. E agora vamos foder, que tua bunda tá me chamando.
Nos secamos um ao outro e ele me levou pela mão até a cama.
Paula me espremeu, me deu dor de cabeça por semanas, xinguei ela de tudo quanto é jeito, às vezes nem dormi pra terminar os livros. Sentado no meu patamar, coberto com o cobertor, com uma lanterna eu lia e lia, escrevia, calculava. Se o Manuel tava por perto, de vez em quando me trazia um café e me dava força, amo aquele velho filho da puta maravilhosamente bom!
Finalmente na vida eu me sentia seguro, tinha algo parecido com um futuro, gente que se importava com algo mais do que com a minha bunda. Aos poucos fui me abrindo e consegui dar algo mais do que meu corpo, pude começar a dar carinho, e as velhas me retribuíram, as duas começaram a me querer bem, comecei a chamá-las de minhas tias, tia Tere queria me engordar na marra, e com as maratonas de pica que o Gonzalo me dava, eu precisava me alimentar! Tia Pau nunca aliviou o rigor, mas quando me via reclamar, passava a mão na minha cabeça e me ajudava. Eu fazia chimarrão pra elas e as duas me mimavam em tudo.
Toda tarde o Gonzalo me arrombava a buceta duas ou três vezes, ele era insaciável e me deixou insaciável também, eu não conseguia viver sem o esperma quente dele no meu cu.
Os fins de semana eram uma maratona de sexo, mas todo sábado à noite, como parte do meu aprendizado, ele me levava ao teatro, ao cinema ou para ouvir música. Minha relação com ele foi ficando mais rica, virei um papagaio que não parava de falar, virei a fonte dos sorrisos dele, ele deixou de ser aquele cara de bunda fechada e começou a compartilhar comigo muito mais que o pau dele e aquela porra gostosa e sem fim.
Uma manhã eu tava com a tia Tere preparando o mate enquanto ela colocava uns pedaços de pasta frola num prato. O Gonzalo voltou naquele momento dos escritórios dele no centro e entrou na cozinha, deu uma nalgada violenta na tia Tere e a repreendeu: "se eu fosse você, coroa rabuda, parava de mimar o moleque!", depois, assobiando, foi pro escritório dele. A María Teresa ficou esfregando a bunda dolorida e sorrindo. Veio até mim e me abraçou.
—E aí, tia?
—Obrigada, Claudinho, obrigado por devolver a alegria pro seu Gonzalo. — Eu não entendia nada e isso tava estampado na minha cara, mas como eu adorava abraçar ela, devolvi o abraço. Apoiar minha cabeça num peito de mãe me fazia sentir tão bem!
-Vai, filhão, ceva um mate pra mim que eu te conto.
O pai do Gonzalo era um empresário importante, com fazendas de gado nas melhores regiões do país e uma rede de hotéis nos lugares turísticos mais badalados. A mãe dele, uma grande madame, vivia de caridade pomposa e pouco ou quase nada ligava pro filho. A família morava numa mansão nas barrancas de San Isidro, uma casa imensa cheia de empregados. Paula era a governanta dele, e a tia Tere quem cuidava do menino Gonzalo em tudo — desde acordá-lo de manhã e levá-lo pra escola até cobri-lo antes de dormir. Foi pra ela, e não pros pais, que o Gon, quando tava terminando o ensino médio, confessou chorando que tinha se apaixonado por um colega de escola e que "tinha feito aquilo". Gonzalo morou lá até os 20 anos, quando veio a hecatombe: a mãe dele entrou no quarto sem avisar e o encontrou na cama, pelado, com a cabeça enfiada entre as nádegas do Martín, o filho da cozinheira, que, de quatro e sem roupa, gemia que nem gata no cio. A velha caiu dura no chão e tiveram que chamar o médico da família pra atendê-la. Pra evitar escândalo, ele teve que se mudar da casa de San Isidro pra mansão da avó falecida, e desde então vive sozinho nesse palacete, junto com minhas duas tias.
Martín, apesar das proibições, vinha ver o Gonzalo várias vezes por semana pra fazer "aquilo", mas sempre pedia grana com uma desculpa ou outra, e cada vez mais. Quando o Gonzalo cansou de dar dinheiro, o mano ameaçou contar pros pais. Tia Tere tava limpando a escrivaninha e ouviu o grito: "Vai tomar no cu da sua irmã, viado de merda, conta pra quem quiser, seu otário!". Martín saiu semi pelado do quarto resmungando xingamentos.
No dia seguinte, o pai veio. Se trancaram no escritório por um tempão. O pai saiu com a cara vermelha e foi embora sem se despedir. Nunca mais voltou, e Gonzalo nunca mais foi a San Isidro visitar os pais. Passou a rede de hotéis que Gonzalo administrava pra ele e nunca mais ligaram, nem pra dar parabéns no aniversário. Gonzalo, que não tinha nem os olhos da mãe, nem o carinho dela, sempre achou que a vida dele era consequência de alguma trepada que o pai deu com uma empregada. O Senhor tinha ficado calado, sério, carrancudo crônico, até que um promíscuo da favela, eu, conseguiu arrancar um sorriso dele de novo.
Seguiram três meses muito puxados, indo trampar todo dia, estudando em cada minuto livre e dormindo na rua. Depois de três meses, passei no terceiro ano de boa.
Quando voltei da prova, o Gonzalo tava na mesa dele. Me agarrei no pescoço dele, levantei as pernas e passei elas na cintura dele. Beijei ele.
—Seu vilarejo já passou de ano, Gonza, cadê meu prêmio? — Sorriu, me parabenizou e começou a me beijar com paixão. Me deitou na mesa e começou a afrouxar o cinto. Eu fiz o mesmo com o meu e levantei minha roupa. A calça dele caiu no chão, ele ergueu a camisa, levantou minhas pernas com calça e tudo e enfiou em mim. Nossas bocas se uniram, nos beijamos desesperadamente, livros e papéis no chão, minha buceta gozando, meu macho gemendo, minhas bolas estourando. A felicidade me invadia, eu estava conseguindo, o bloco começava a tomar forma, já me imaginava como Galatea, exibindo uma tanga vermelha na frente do Gonzalo.

Tá vendo que promíscua você pode ser?", me dizia Gonzalo entre uma estocada e outra.
Com os prêmios que você me dá todo dia, dá pra chegar em Marte andando, Gon. Nunca para de me comer, por favor, que até me formo em física nuclear se quiser. Sem o seu pau, Gon, eu morro de tristeza.
—Você vai ter ela sempre promíscua, sempre.
Meu pau tava enchendo a gravata dele de pré-gozo e minhas calças não deixavam ele abrir mais minhas pernas, a gente riu da situação, ele tirou meu pau, e enquanto eu tirava toda a roupa, ele chupava meu pré-gozo da gravata. Assim que ele se despiu, eu me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a chupar o pau dele, que importava que tinha estado no fundo do meu cu? Ele era meu dono e aquele pau me fazia mais feliz que qualquer coisa no mundo. Fechei os olhos e aos poucos fui empurrando ele mais pra dentro da minha boca, veio o reflexo de ânsia, eu dominei e quase sem perceber, meus lábios estavam encostados no púbis dele. Gonzalo me acariciava sorrindo e falava, assim vagabundo, garganta profunda, assim promíscuo meu, tira meu leite com sua boquinha, filho, acelerei o boquete enquanto acariciava as coxas lindas dele e os ovos cheios de leite, Gonzalo começou a gemer forte, minha boca sentiu, sem bater punheta, só no lábio, o esperma dele invadiu minha boca, me levantei e ofereci um beijo, dividimos o esperma dele, engolimos juntos nos olhando nos olhos e nos abraçamos em silêncio, por um bom tempo. Ele me levou pra cama pela mão, me deitou de bruços e apoiou a cabeça nas minhas nádegas. Apesar da dor no canto dos lábios, eu dormi.
Acordei com os beijos do Gonzalo nas minhas costas, ele começava no meu pescoço e descia por toda a minha coluna, parava no começo das minhas nádegas e começava a encostar os lábios em toda a largura da minha bunda. Ele se deitou do meu lado e começou a acariciar minha bucetinha bem de leve, enquanto me olhava.
– Viu, Gon? Eu consegui?
—Clau, passou de ano, gostosa.
— Não, Gon, consegui engolir seu pau inteiro e fazer você gozar na minha boca, minha garganta tá doendo um pouco, mas com certeza é até eu me acostumar.
- E também continua pensando como um viadinho de merda, mas não importa. Me diz, pelo bum também dá pra engolir minha rola inteira?
Sorri enquanto me apoiava nos cotovelos. — Isso eu faço desde o primeiro dia, quer testar? — O sorriso dele me disse que sim. Ele se virou de lado pra me oferecer a pica e comecei a chupar. Em minutos, ela ficou dura. Apoiei a cabeça no travesseiro e fiquei esperando. Senti o lubrificante no meu cu, coloquei um travesseiro debaixo da pica e abri as nádegas pra mostrar a entrada. Ele encostou a cabeça morna, senti a dor aguda do meu esfíncter se abrindo, senti aquele cano vencendo meu esfíncter interno e entrando no meu reto. Depois disso, só veio o prazer, a pica dele no meu cu já deslizava até o fundo sem resistência, como se meu cu fosse uma buceta. Senti o calor do peito dele nas minhas costas e recebi o primeiro beijo no pescoço. Ele passou os braços por baixo dos meus peitos e começamos a nos beijar. O vai e vem da pica dele na minha buceta era longo e gostoso, ele fazia devagar, enquanto nos beijávamos.
Valeu, Gon, tô completamente feliz, nunca tira ela de mim, sinto tanto você, Gon!
Meu pau tava completamente dormido, como se tivesse saído de um banho de água gelada, mas meu corpo vibrava de prazer, um prazer especial, de bem-estar, de paz, não tinha luxúria, não tinha gritos, só gemidos suaves dos dois, os meus estranhamente agudos. Cada novo dia que passava com Gonzalo me convencia mais de que meu pau era puro enfeite, lembrava da frase do tio Manu, "Um puto que se preze não precisa se masturbar, nene, o cu também satisfaz o pau". Depois de quase uma hora de mete e sai, comecei a sentir um calorzinho novo vindo do esfíncter que invadia minhas bolas, parecia que o pau do Gonzalo engrossava até o infinito, meus gemidos viraram gritinhos agudos, ouvi os berros do Gonzalo, uma deliciosa descarga de sêmen começou a jorrar do meu pau dormido, aí meu corpo inteiro relaxou de uma vez e senti o pau do Gonzalo voltar ao tamanho normal. Comecei a rir feliz, bem devagar.
—O que houve, Clau?
—Não sei, Gon, alguma coisa no meu cu foi delicioso. Me engravida, Gon, faz minha felicidade completa, por favor.
Gonzalo acelerou, o púbis dele batendo forte nas minhas nádegas, a cama rangendo. Ele me fez ajoelhar, me segurou pelos quadris, meu pau balançava. Passei a mão na minha barriga, sentindo lá dentro o vai e vem da pica do meu macho. Fechei os olhos e me entreguei à sensação. Finalmente, Gonzalo me apertou contra o púbis dele e ficou parado, o rio de leite morno invadiu minha barriga, e o prazer das minhas bolas me deu outra gozada de pau mole. Caí literalmente na cama, e Gonzalo caiu junto. A gente dormiu. Adormeci com o pau dele dentro de mim e acordei com o cu aberto e cheio de pica, Gonzalo roncando baixinho nas minhas costas.
Olhei a hora.
—Amor, preciso ir trabalhar.
Gonzalo acordou, me sorriu com cara de sono.


—Não mais, Cláudio, não mais. Olhei pra ele estranhado. Ele se levantou devagar e, pra minha tristeza, minha bunda ficou vazia. Sentou-se encostado na cabeceira da cama.

Hoje você pede demissão do trabalho, joga fora o que tem na rua e vem morar "com sua tia Teresa", você é oficialmente o sobrinho dela do Chaco. Em 9 meses você tem que terminar o ensino médio, então vai ter que estudar mais horas por dia e vai ter que me dar aquela sentada todas as noites, e todas as noites você vai ter que dormir comigo.
Já sabem que sou um chorão, acho que chorei uns 10 minutos sem parar, acho que não deixei um milímetro do Gonzalo sem beijar, meus braços cansaram de tanto abraçar. Como é que eu podia retribuir? Não tinha jeito, o melhor que eu tinha, minha bunda, já era dele. Esse foi todo o meu presente, minhas lágrimas de felicidade e prometer uma e mil vezes que era dele e que nunca ia falhar com ele.
Naquela noite, Gonzalo me levou pro centro. Fui no trampo dar tchau. Depois fui no estacionamento pegar minhas coisas. O velho, assim que me viu, começou a esfregar a pica. Juntei minhas paradas e, sem falar nada, me ajoelhei entre as pernas dele, como nunca tinha feito antes. Fui afrouxando o cinto devagar, baixando a roupa dele aos poucos. A cueca suja enganchou na pica dele dura. Destampei ela com toda minha sensualidade. Quando saiu, a pica dura quase roçou meus lábios. Segurei a pica dele com a mão esquerda. O velho tava fascinado. Abri a boca como se fosse chupar a cabeça dela, mas com a mão direita torci os ovos dele e com a esquerda a pica. O velho ficou chorando de dor no chão. "Vai pedir pra tua irmã te chupar, velho viado!" foi a última coisa que ele ouviu da minha boca. Minhas coisas, distribui entre os outros moradores da rua. Depois fui no bar, chamei o Manu da porta, dei o abraço mais forte que um homem pode dar e entrei no carro do Gonzalo, que já tava me esperando na esquina.
A partir desse momento eu estudava o dia inteiro, Gonzalo chegava às 8 da noite, a gente jantava junto e depois ele me fazia amor até minha buceta transbordar de porra, nunca menos de duas gozadas, quase sempre três. Eu gozava e gozava sem me tocar, minha buceta de homem me dava tanto prazer!, meu Gonzalo me dava tanto prazer!
Quando o verão chegou, o Gonzalo começou a alugar pras duas velhas no fim de semana. Sábado e domingo, proibido usar roupa, Claudio! A gente tomava café da manhã pelados, almoçava pelados e passava os dois dias pelados na piscina. Minha bunda ficou super bronzeada, a gente trepava na borda da piscina, ele me chupava debaixo d'água, mas o que eu mais gostava era deitar de bruços num dos bancos de madeira do jardim e deixar o Gonza me fazer um love enquanto o sol passava por entre as árvores. Cada vez a gente conversava mais, cada vez se mimava mais, aos poucos parei de falar como favelada, comecei a me preocupar com outras coisas.

Em dezembro, prestei prova do quarto e quinto ano. Em fevereiro, prestei do sexto. Quando saí da escola, antes de voltar pra casa, passei num shopping. Entrei na melhor e mais chique loja de lingerie feminina. Gonzalo nunca tinha me dado um puto, mas dos poucos trocados que eu ganhava, quase não gastava nada porque Gon, tia Tere e tia Pau me davam tudo que eu precisava. Fui direto na garota mais gostosa. Pedi uma fio dental e um baby doll vermelhos. "Tamanho?", ela perguntou. "Pra mim", eu respondi. Ela sorriu. Trouxe vários, escolhi. Experimentei o baby doll por cima da roupa. "Fica bem em mim?", perguntei. "Se sua namorada tiver a mesma altura que você, mas for mais magrinha, vai ficar bem." "Não, não é pra minha namorada, é pra mim." Ela me olhou estranho, depois entendeu, ficou séria — acho que não gostava muito de viado. Me trouxe um tamanho maior. Perguntei pela fio dental, ela olhou pra minha raba enorme, arqueou as sobrancelhas, e também me trouxe um tamanho maior.
Cheguei em casa, abracei e levantei a tia Tere no ar, enchi a tia Pau de beijos. Almoçamos juntos e fui pro escritório esperar o Gon. Enchi a banheira de hidromassagem com sais de banho e tomei um banho longo e profundo. Saí perfumada, me enxuguei, passei creme na bunda, e depois Kenzo nos mamilos e em volta do cuzinho (ui, como arde). Coloquei a calcinha fio dental, não sabia como arrumar a piroca, tirei ela, fiquei na frente do espelho e escondi a piroca na virilha, que sugestivo eu tava!, meu bosque abundante de pelos sem a piroca no meio sugeria uma buceta, fiquei excitada e começou a endurecer. Pensei que se o Gon quisesse uma buceta, ele comeria uma gatinha. Então como eu arrumava isso? Não tinha opção, pra cima, mesmo que um bom pedaço ficasse pra fora do elástico. Coloquei a calcinha fio dental de novo. Me olhei no espelho, quebrei o quadril, uau!, que linda eu tava, que rabo divino!, se eu não fosse tão puta, me comeria, falei pra mim mesma. Coloquei o baby doll, quando caiu no meu corpo, a suavidade da seda me fascinou. Chegava bem no meio da bunda, escondia o pedaço de piroca que não dava pra esconder, me vi gostosa!
Senti a porta. — Clau, cadê você?
-Já tô saindo, fica à vontade, Gon!

3 comentários - O Villerito 6: Mudança de Rumo

No se si es real pero me encantoooooooooo
Hola:
No, no es real, es pura fición, tratando de hacer una historia gay (y porno) relacionada con el mito griego de Pigmalión (y de la película "Mi bella dama / My fair lady")
@discretomf de todos modos esta muy buena la historia jaja lastima o si no me hubiese encantado conocer a los personajes
Me voy a leer el final!!! Me tiene re loco esta saga de relatos!!!