Multiplos masturbações? Prova de realidade? Letra ou canção sadomasoquista?
Púbis e esfinteres. Margaridas já sem pétalos, letanía, nada: nem um só pétalo para arrancar. Margaridas felizes e ao mesmo tempo desgraçadas, púbis e esfinteres: viver a coerência de algum estado, viver em coerência !com algum estado! um só corpo há um só e verdadeiro não milhar, letanía roçamentos múltiplos roçamentos de púbis roçamentos de esfinteres órgãos dos prazeres órgãos dos prazeres. Letanía ou canção masoquista. Margaridas: toda a sangue fluíu passado o momento da agreste podadura. O chicote é um órgão de esfinter.








Mas nem sequer belos uniformes ainda nem sequer para algum ninguém se conformar. Ou para vestir as nuas corolas. Planície de gelo, planície de esfínitres. Outra vez a prova de realidade e outra vez a protesta letanía, canção masoquista. Nem ninguém é menos nada, nem nada é menos ninguém. Nada, nem sequer um par de charreteras ou um embrulhado bastoncillo de desfile, em troca dos nossos pétalos, em troca de nada.

O vazio começa a ocorrer e é o único que ocorre, ele é o único, Imperador, Rei e soberano. Letania: nossos corpos, retratos achatados sobre a terra… nossos corpos, retratos achatados sobre a terra… letania, tudo é letania, morte e merda.
Monoincitação monódica. Monolégas do mercado, cheios de tédio e de desânimo, letanía: roçamentos múltiplos roçamentos de púbis roçamentos de esfíncteres,


E agora vem o idiota da pergunta. ¿Onde está a ferida? No halo, no ânus, na conota. No aura sempre, letanía, canção masoquista, no círculo: áulica ferida. O esfíncter é (roçamentos de pubis, roçamentos múltiplos) por definição aquilo que se “come” e “amorfa”. Letanía, canção masoquista. A pele nossa, uma miríada, rosas de esfíncteres. A rosa excremental no corpo cardinal. Terra desplegada, letanía, sem pontos nem horizontes. Mar de adeuses e já estamos de volta. Letanía, canção masoquista: roçamentos múltiplos roçamentos de pubis roçamentos de esfíncteres.


Autor: Osvaldo Lamborghini
Púbis e esfinteres. Margaridas já sem pétalos, letanía, nada: nem um só pétalo para arrancar. Margaridas felizes e ao mesmo tempo desgraçadas, púbis e esfinteres: viver a coerência de algum estado, viver em coerência !com algum estado! um só corpo há um só e verdadeiro não milhar, letanía roçamentos múltiplos roçamentos de púbis roçamentos de esfinteres órgãos dos prazeres órgãos dos prazeres. Letanía ou canção masoquista. Margaridas: toda a sangue fluíu passado o momento da agreste podadura. O chicote é um órgão de esfinter.








Mas nem sequer belos uniformes ainda nem sequer para algum ninguém se conformar. Ou para vestir as nuas corolas. Planície de gelo, planície de esfínitres. Outra vez a prova de realidade e outra vez a protesta letanía, canção masoquista. Nem ninguém é menos nada, nem nada é menos ninguém. Nada, nem sequer um par de charreteras ou um embrulhado bastoncillo de desfile, em troca dos nossos pétalos, em troca de nada.

O vazio começa a ocorrer e é o único que ocorre, ele é o único, Imperador, Rei e soberano. Letania: nossos corpos, retratos achatados sobre a terra… nossos corpos, retratos achatados sobre a terra… letania, tudo é letania, morte e merda.
Monoincitação monódica. Monolégas do mercado, cheios de tédio e de desânimo, letanía: roçamentos múltiplos roçamentos de púbis roçamentos de esfíncteres,


E agora vem o idiota da pergunta. ¿Onde está a ferida? No halo, no ânus, na conota. No aura sempre, letanía, canção masoquista, no círculo: áulica ferida. O esfíncter é (roçamentos de pubis, roçamentos múltiplos) por definição aquilo que se “come” e “amorfa”. Letanía, canção masoquista. A pele nossa, uma miríada, rosas de esfíncteres. A rosa excremental no corpo cardinal. Terra desplegada, letanía, sem pontos nem horizontes. Mar de adeuses e já estamos de volta. Letanía, canção masoquista: roçamentos múltiplos roçamentos de pubis roçamentos de esfíncteres.


Autor: Osvaldo Lamborghini
4 comentários - ¿Rozamientos múltiples?