Eu tinha 18 anos, morava em Madri na casa da minha tia Ernestina, só me dedicava aos estudos na universidade. Minha tia era uma solteirona clássica, com seus 55 anos, e pra viver em paz, alugava a parte de cima da casa, que tinha dividido em 4 partes. No fundo, morava um casal já meio maduro, sem filhos nem crianças. De um lado, um clérigo de baixo escalão de uma igreja. E na frente, Carlos, um professor de arte, já meio maduro, 35 anos. Tinha um apartamento só, que eu ocupava desde antes deles chegarem, mas tava disponível pra alugar... Passaram-se 3 anos. Pra me ajudar, eu fazia uns favores pros inquilinos, e eles pagavam meu serviço generosamente, menos o Carlos, que "pagava" meu silêncio pra ninguém saber da vida libertina de sexo que ele levava, principalmente por causa da sexualidade dele, porque ele era gay de armário — coisa que eu não acho errado ser gay, mas ele se escondia da família...
Certa manhã, quando eu saía pra escola, apareceu um cara que me impactou pelo físico e pela aparência. Ele perguntou se ali era a pensão da Tina (da Ernestina), e eu passei ele pra minha tia. De tarde, minha tia me pediu pra desocupar o apartamento, e comecei na hora... Mais tarde, o tal cara chegou, cumprimentou e disse o nome dele, Fermín. Ele entrou e me ajudou a ir arrumando minhas coisas, me ofereceu pra ir com calma, porque ele me esperaria o tempo que fosse preciso.
Levei quase uma semana pra ir descendo todas as minhas coisas, e logo liguei pra ele pra trazer as dele... Ele se instalou em 4 dias, e eu ofereci meu serviço de favores, que ele usou na hora. Fui ao mercado pegar o estoque dele, e ele me deu uma grana bem generosa. Pediu meu número pra me avisar mais rápido.
Passou um mês, e a atração por ele começou a crescer, assim como meus mamilos ficavam duros toda vez que eu via ele ou ele me ligava. Percebi que Carlos "encontrava ele por acaso" direto... E ficava horas com ele. Fiquei com medo de ele "me roubar o cara", e passei muito tempo bolando como fazer pra evitar que Carlos ganhasse essa.
E como no amor, como na guerra, vale tudo... Decidi vestir uma roupa mais ousada, que até o padre eu fiz pecar em pensamento... E era só pra manter minha tia calma e satisfeita, pra ela não encher meu saco... E assim, Fermin ficava me ligando até marcar hora, em pouco tempo, ele fazia de tudo pra "dar de cara" comigo. Uma tarde, ele bateu na porta dos fundos de casa, minha tia atendeu, ele passou cumprimentando, e eu fingi que não vi nem ouvi. Minha tia falou alto: "Kaelhy, surda, estão te cumprimentando... Tira essas orelhas de peixe... Vai pro diabo que te carregue..."... Eu ri por dentro, porque eu tava ouvindo música, e meu celular na mesa, Fermin percebeu, e eu continuei "limpando" a casa, me abaixando a todo momento bem insinuante... Uma das vantagens da minha tia é fazer a limpeza de cada apartamento, e claro, eu ouvi ele perguntar se ela conhecia alguém que lavasse a louça dele no dia seguinte... E na hora ela "me recomendou"... E eu virei pra agradecer com um sorrisão de vitória...
Depois, fiz questão de que na primeira semana fosse só "mostrando o cardápio" sem que nada acontecesse, e o Fermín passava a maior parte do tempo do meu lado, batendo papo enquanto estava na casa dele. O Carlos foi vê-lo várias vezes, mas ele dizia estar ocupado. Eu me sentia satisfeita por ter a atenção de um homem de 45 anos em vez de outro que também o procurava como eu. Durante a semana seguinte, me mostrei mais aos olhos dele, chegava bem cedo pra limpar o interior e dava o café da manhã visual primeiro, depois ia pra sala, e ali ficávamos ainda mais perto. Minha mente me levava a uma excitação incrível, e minha buceta era o centro de toda sensação do meu desejo.
Ligava a televisão e se deitava pra ver o noticiário, enquanto eu preparava o café dele... A gente conversava sem eu parar de ir de um lado pro outro, ele sem tirar os olhos de mim, então tudo que eu fazia era bem visto pelo Fermín.. Ele falava tanto do grande amor dele pela mulher, que me deixava toda bestinha.. Pra mim, era como ver um Super-herói ou um caubói do velho oeste.. Por causa da minha pouca idade e falta de saber nem o que era um beijo.. •Eu tava limpando meus negócios de banheiro, não senti ele chegar, senti uma encostada que enfiou o cock dele, mega duro, entre minhas nádegas, deslizando pra dentro da minha calcinha, ele disse: "Não tira, alcanço bem meu barbeador, não se preocupa" e me deu um medo besta, pouco depois desci pro meu quarto, fiquei com a sensação do cock quente dele em mim, mais que a calcinha, e cresceu meu desejo e interesse em saber como era foder... Não podia perguntar pra minha tia, então procurei o Carlos, contei o que tinha rolado e o que eu pensava... Ele me tratou como se fosse filha dele, e de certa forma evitava que eu continuasse, achei que era ciúme por causa da sexualidade dele.. •Uma manhã, subi no terraço e tomei sol pelada atrás das caixas d'água... Pensando no que queria fazer e como... Quando me senti observada...
Descobri o Fermín agachado me espiando, o sangue gelado subiu na minha cabeça, e percebi que era uma oportunidade imperdível. Fiquei esperando, mas ele nunca chegou perto de mim... Isso me decepcionou e complicou minha vontade... Ao me vestir, percebi que o Carlos também estava lá. Pensei que ele não se importaria de me ver assim, pelo que eu era... Entendi por que o Fermín tinha ido embora... E me preparei para ir com ele... Caminhei até a escada, cumprimentei o Carlos, e ele me pegou pelo braço: "Para, mocinha, que preciso dar uma limpeza no apartamento...". E descemos devagar, sem que ele parasse de me abraçar pelos ombros. Entrei lá dentro sem a menor vontade de estar ali. Ele me tratou como uma rainha, sem parar com as atenções. Já não sabia mais quem devia cuidar de quem... Ele preparou um chocolate quente, colocou uma bandeja com pãezinhos doces e frutas num prato. Falava da infância dele e de como tinha chegado ali, em Madri. Despertou meu interesse em ouvi-lo com atenção. Colocou uma música, me levantou pra dançar com ele... E senti algo quente por dentro, do jeito que ele encostava o peito no meu... Me levou até o sofá dele e me deitou nele. Foi tirando nossas roupas...
Eu me sentia confusa com o que sabia sobre ele, imaginei um encontro "lésbico" por minha ignorância, parei ele, mas ele colocou um dedo na minha boca dizendo terminou de me despir, e começou a me beijar bem suave, devagar... Ele foi me levando aos poucos a níveis que eu nem imaginava, logo senti o corpo dele de homem, e a sutileza da preferência dele, era uma deliciosa colagem nele, e então me entreguei a um jeito tão gostoso de ser... Mas quando ele chegou na minha púbis, lambendo minhas virilhas, que ele chupava com muito prazer, minha alma flutuava, esquecendo de tudo... literalmente... de tudo... Depois ele foi lambendo minha buceta, abriu meus lábios vaginais, e passou a língua por toda ela, pegou meu clitóris, e chupou de uma vez a centímetros da base, tive meu primeiro orgasmo assim... Coisa que fascinou o Carlos, que chupou e depois sugou meus sucos, depois com a língua brincava por todos os cantos à vista, abria minhas nádegas, e lambia meu cuzinho... Mordia minhas nádegas e lábios, passava para minhas pernas, me deixou uma sopa de tanto líquido que saía de mim......
De vez em quando subia pra chupar meus peitos, mas acho que não importava, porque a atenção dele na minha buceta me deixava completamente encantada.. Enfiando o pau junto com a língua, os dedos em cada parte.. Aí ele se levantou e se ajeitou entre minhas pernas, balançando o membro como se fosse uma grande faca de cortar carne que fosse afiar, Se aproximou esfregando a ponta de lança entre minha pussy, e logo empurrava pra dentro a deliciosa cock dele, que só parou quando as bolas bateram na entrada... •Passava as mãos por todo meu corpo, pegava minha cintura e quadris, me puxando, enquanto se impulsionava dando estocadas com tanta força... Movia o corpo, e lá dentro era como quando mexe o açúcar no café, eu transbordava de tanto prazer.... Senti que se prolongava nas bombadas, não sabia mais de tempo pra ficar assim, e pensei que os ponteiros do relógio estivessem quebrados, tudo estava parado, de repente senti que Carlos se apressava, vi o rosto dele ficar vermelho, fechou os olhos, cravou os dedos nos meus quadris altos, e só senti correr dentro de mim uma grande quantidade de líquido fervente... Tentei me soltar, mas num instante meu ser sentiu... A chegada da Satisfação.... E deu como tributo o correr de uma enorme multiorgasmo, que na sua corrida, me fazia sentir fenomenal.... Devolvendo a forte descarga, banhando ele por completo...
Ela sorriu ternamente pra mim, cravando os olhos com doçura nos meus, e por aquele olhar entendi que os olhos dizem mais que as palavras. Ficamos assim por um bom tempo, ela me contou sobre aquele momento horrível do homem, que faz o "negócio" ficar pequeno "depois", e era gostoso ouvir ela... Depois, voltou a reiniciar a brincadeira com mais dedicação, minha libido foi pro céu numa fração de segundo, senti a dureza dela dentro de mim, e ela saiu de mim me colocando de quatro no sofá. Me enchia de tesão os dedos dela brincando na minha buceta, e depois de um momento tão longo, ela se esvaziou de novo dentro de mim... Fomos trocando as posições, coisa que adorei, e em quase todas, ela descarregava o gozo dela em mim...
Mais tarde desci pra minha casa, minha tia perguntou como tinha ido na escola... Respondi: "Bem tia, hoje aprendi como funcionam os planetas, e vou procurar o Carlos porque ele tem mestrado em arte e entende bem do assunto..." E ela completou: "Ah, vai ver o Fermín também, ele é professor de ensino básico e deve saber também... Vai nele aos sábados..." Pensei com malícia nas palavras da minha tia, e falei: "Pode ser que você tenha razão, titia, vou pegar sua sugestão, e assim terei 2 aulas diferentes... Valeu, Kkkkk
Certa manhã, quando eu saía pra escola, apareceu um cara que me impactou pelo físico e pela aparência. Ele perguntou se ali era a pensão da Tina (da Ernestina), e eu passei ele pra minha tia. De tarde, minha tia me pediu pra desocupar o apartamento, e comecei na hora... Mais tarde, o tal cara chegou, cumprimentou e disse o nome dele, Fermín. Ele entrou e me ajudou a ir arrumando minhas coisas, me ofereceu pra ir com calma, porque ele me esperaria o tempo que fosse preciso.
Levei quase uma semana pra ir descendo todas as minhas coisas, e logo liguei pra ele pra trazer as dele... Ele se instalou em 4 dias, e eu ofereci meu serviço de favores, que ele usou na hora. Fui ao mercado pegar o estoque dele, e ele me deu uma grana bem generosa. Pediu meu número pra me avisar mais rápido.
Passou um mês, e a atração por ele começou a crescer, assim como meus mamilos ficavam duros toda vez que eu via ele ou ele me ligava. Percebi que Carlos "encontrava ele por acaso" direto... E ficava horas com ele. Fiquei com medo de ele "me roubar o cara", e passei muito tempo bolando como fazer pra evitar que Carlos ganhasse essa.
E como no amor, como na guerra, vale tudo... Decidi vestir uma roupa mais ousada, que até o padre eu fiz pecar em pensamento... E era só pra manter minha tia calma e satisfeita, pra ela não encher meu saco... E assim, Fermin ficava me ligando até marcar hora, em pouco tempo, ele fazia de tudo pra "dar de cara" comigo. Uma tarde, ele bateu na porta dos fundos de casa, minha tia atendeu, ele passou cumprimentando, e eu fingi que não vi nem ouvi. Minha tia falou alto: "Kaelhy, surda, estão te cumprimentando... Tira essas orelhas de peixe... Vai pro diabo que te carregue..."... Eu ri por dentro, porque eu tava ouvindo música, e meu celular na mesa, Fermin percebeu, e eu continuei "limpando" a casa, me abaixando a todo momento bem insinuante... Uma das vantagens da minha tia é fazer a limpeza de cada apartamento, e claro, eu ouvi ele perguntar se ela conhecia alguém que lavasse a louça dele no dia seguinte... E na hora ela "me recomendou"... E eu virei pra agradecer com um sorrisão de vitória...
Depois, fiz questão de que na primeira semana fosse só "mostrando o cardápio" sem que nada acontecesse, e o Fermín passava a maior parte do tempo do meu lado, batendo papo enquanto estava na casa dele. O Carlos foi vê-lo várias vezes, mas ele dizia estar ocupado. Eu me sentia satisfeita por ter a atenção de um homem de 45 anos em vez de outro que também o procurava como eu. Durante a semana seguinte, me mostrei mais aos olhos dele, chegava bem cedo pra limpar o interior e dava o café da manhã visual primeiro, depois ia pra sala, e ali ficávamos ainda mais perto. Minha mente me levava a uma excitação incrível, e minha buceta era o centro de toda sensação do meu desejo.
Ligava a televisão e se deitava pra ver o noticiário, enquanto eu preparava o café dele... A gente conversava sem eu parar de ir de um lado pro outro, ele sem tirar os olhos de mim, então tudo que eu fazia era bem visto pelo Fermín.. Ele falava tanto do grande amor dele pela mulher, que me deixava toda bestinha.. Pra mim, era como ver um Super-herói ou um caubói do velho oeste.. Por causa da minha pouca idade e falta de saber nem o que era um beijo.. •Eu tava limpando meus negócios de banheiro, não senti ele chegar, senti uma encostada que enfiou o cock dele, mega duro, entre minhas nádegas, deslizando pra dentro da minha calcinha, ele disse: "Não tira, alcanço bem meu barbeador, não se preocupa" e me deu um medo besta, pouco depois desci pro meu quarto, fiquei com a sensação do cock quente dele em mim, mais que a calcinha, e cresceu meu desejo e interesse em saber como era foder... Não podia perguntar pra minha tia, então procurei o Carlos, contei o que tinha rolado e o que eu pensava... Ele me tratou como se fosse filha dele, e de certa forma evitava que eu continuasse, achei que era ciúme por causa da sexualidade dele.. •Uma manhã, subi no terraço e tomei sol pelada atrás das caixas d'água... Pensando no que queria fazer e como... Quando me senti observada...
Descobri o Fermín agachado me espiando, o sangue gelado subiu na minha cabeça, e percebi que era uma oportunidade imperdível. Fiquei esperando, mas ele nunca chegou perto de mim... Isso me decepcionou e complicou minha vontade... Ao me vestir, percebi que o Carlos também estava lá. Pensei que ele não se importaria de me ver assim, pelo que eu era... Entendi por que o Fermín tinha ido embora... E me preparei para ir com ele... Caminhei até a escada, cumprimentei o Carlos, e ele me pegou pelo braço: "Para, mocinha, que preciso dar uma limpeza no apartamento...". E descemos devagar, sem que ele parasse de me abraçar pelos ombros. Entrei lá dentro sem a menor vontade de estar ali. Ele me tratou como uma rainha, sem parar com as atenções. Já não sabia mais quem devia cuidar de quem... Ele preparou um chocolate quente, colocou uma bandeja com pãezinhos doces e frutas num prato. Falava da infância dele e de como tinha chegado ali, em Madri. Despertou meu interesse em ouvi-lo com atenção. Colocou uma música, me levantou pra dançar com ele... E senti algo quente por dentro, do jeito que ele encostava o peito no meu... Me levou até o sofá dele e me deitou nele. Foi tirando nossas roupas...
Eu me sentia confusa com o que sabia sobre ele, imaginei um encontro "lésbico" por minha ignorância, parei ele, mas ele colocou um dedo na minha boca dizendo
De vez em quando subia pra chupar meus peitos, mas acho que não importava, porque a atenção dele na minha buceta me deixava completamente encantada.. Enfiando o pau junto com a língua, os dedos em cada parte.. Aí ele se levantou e se ajeitou entre minhas pernas, balançando o membro como se fosse uma grande faca de cortar carne que fosse afiar, Se aproximou esfregando a ponta de lança entre minha pussy, e logo empurrava pra dentro a deliciosa cock dele, que só parou quando as bolas bateram na entrada... •Passava as mãos por todo meu corpo, pegava minha cintura e quadris, me puxando, enquanto se impulsionava dando estocadas com tanta força... Movia o corpo, e lá dentro era como quando mexe o açúcar no café, eu transbordava de tanto prazer.... Senti que se prolongava nas bombadas, não sabia mais de tempo pra ficar assim, e pensei que os ponteiros do relógio estivessem quebrados, tudo estava parado, de repente senti que Carlos se apressava, vi o rosto dele ficar vermelho, fechou os olhos, cravou os dedos nos meus quadris altos, e só senti correr dentro de mim uma grande quantidade de líquido fervente... Tentei me soltar, mas num instante meu ser sentiu... A chegada da Satisfação.... E deu como tributo o correr de uma enorme multiorgasmo, que na sua corrida, me fazia sentir fenomenal.... Devolvendo a forte descarga, banhando ele por completo...
Ela sorriu ternamente pra mim, cravando os olhos com doçura nos meus, e por aquele olhar entendi que os olhos dizem mais que as palavras. Ficamos assim por um bom tempo, ela me contou sobre aquele momento horrível do homem, que faz o "negócio" ficar pequeno "depois", e era gostoso ouvir ela... Depois, voltou a reiniciar a brincadeira com mais dedicação, minha libido foi pro céu numa fração de segundo, senti a dureza dela dentro de mim, e ela saiu de mim me colocando de quatro no sofá. Me enchia de tesão os dedos dela brincando na minha buceta, e depois de um momento tão longo, ela se esvaziou de novo dentro de mim... Fomos trocando as posições, coisa que adorei, e em quase todas, ela descarregava o gozo dela em mim...
Mais tarde desci pra minha casa, minha tia perguntou como tinha ido na escola... Respondi: "Bem tia, hoje aprendi como funcionam os planetas, e vou procurar o Carlos porque ele tem mestrado em arte e entende bem do assunto..." E ela completou: "Ah, vai ver o Fermín também, ele é professor de ensino básico e deve saber também... Vai nele aos sábados..." Pensei com malícia nas palavras da minha tia, e falei: "Pode ser que você tenha razão, titia, vou pegar sua sugestão, e assim terei 2 aulas diferentes... Valeu, Kkkkk
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