Padme sorriu. A ideia de que pelo menos Yoda tinha uma noção do que ela estava tentando fazer lhe deu segurança. Sem mais cerimônias, rodeada pelo Conselho Jedi, sob o olhar dos Mestres, ela pegou sua camiseta branca justa pela cintura e a tirou pela cabeça, mostrando seus peitos lindos. Depois, desabotoou as calças apertadas e as abaixou, exibindo uma pequena calcinha fio dental branca que emoldurava perfeitamente sua bunda redonda e firme.Assim, só com suas pulseiras de metal, a calcinha fio dental, cinto e botas brancas, ela se virou sensualmente para que todos pudessem ter uma boa visão do espetáculo. De novo, as bocas abertas dos mestres se sucederam como reação, exceto Yoda, que continuava olhando para ela, curtindo a situação sereno, como vinha fazendo desde que ela entrou pela porta.
— Comece então, Senadora. — disse o velho, sorrindo laconicamente.
Padme, com carinha safada e lasciva, foi se virando, olhando para cada um deles alternadamente, se lambendo e mordendo o lábio, sorridente. No fim, decidiu começar por um dos mais relutantes inicialmente. Caminhou até o assento de Ki Adi Mundi como uma colegial brincalhona, rebolando a cada passo. Quando chegou, ajoelhou-se olhando nos olhos dele, e abriu as pernas dele segurando os joelhos. Passou as mãozinhas pelas coxas dele até a virilha, desabotoou a calça dele e, com uma habilidade inusitada, com a boca pegou a rola dele, puxou para fora e começou a chupar. Não parou de olhar nos olhos dele em nenhum momento.
O resto dos mestres contemplavam a cena cada vez mais excitados… todos tinham os olhos cravados na bunda de Padme, que se balançava sob os olhares deles, apertada pela calcinha fio dental branca, enquanto ela chupava rola de quatro.
Padme sentiu quando o Mestre Ki Adi Mundi não ia aguentar mais. Ele a pegou pela cabeça e começou a colaborar no boquete, movendo os quadris para contribuir com o ritmo, a respiração dele acelerou. Padme parou imediatamente de chupar ela, se levantou, e deu um beijo molhado na testa cônica e careca dele.
Ainda não, Mestre Jedi.. ainda temos que nos divertir muito - disse ela, provocante, e voltou a girar como se tentasse decidir quem seria o próximo… finalmente, parou sedutora, apontando os peitos para o olhar excitado de Mace Windu. Aproximou-se dele e sussurrou no ouvido, safada, mas alto o suficiente para todos ouvirem - mmm, Mestre, veja… sou uma garota yummy de uma família aristocrata de Naboo e… sempre quis ser comida por um preto.
O pau do Windu quase estourou as calças ao ouvir aquilo. Teve que usar toda a sua disciplina forjada após uma vida de estudo e meditação Jedi para resistir ao impulso de agarrar a Padme e foder ela brutal e selvagemente no chão na frente dos colegas. Padme sorriu ao ler esse ímpeto no olhar do Mestre. Como tinha feito com Mundi, abaixou as calças dele e puxou o pau. Um imenso e venoso pau preto. Virou-se e encostou a bunda nele, encaixando no meio das suas lindas nádegas. Assim, começou a mexer a bundinha, punhetando com o rabo aquela enorme piroca preta que contrastava com suas bochechas branquinhas. Movia os quadris de um jeito incrível, rebolando no pau preto do Windu.
Uuufffff, uuuuuffff - ele bufava - Senadora…. Amidala…
Mmm, Gostou dos meus argumentos, Mestre Windu? Vamos, não seja tímido, me fode a calcinha...
Windu não hesitou ao ouvir aquilo, agarrou com as mãozonas as cinturinhas de Padme e começou a esfregar a piroca na bundinha dela. Enfiou entre as bochechas, enroscada na tirinha da calcinha, e começou assim uma punheta singular.
De novo Padme sentiu que Windu também gozava… sentiu o enorme pau já babando líquido pré-seminal no cu dela e, de novo provocante, se afastou antes que fosse tarde demais.
Ssshhh, calma, Mace, espera um pouquinho... te prometo que não vai ficar sem me dar o que mereço. Como já te falei, sempre quis que Um preto me deu pica como se eu fosse uma menina má
Repetiu o ritual pela terceira vez. De pé, ereta, enquanto Mace Windu e Ki Adi Mundi batiam punheta pra ela, olhando ela toda safada, sorriu pro Yoda, e depois pro Plo Koon, e depois pros dois de novo. No fim, mandou um beijinho pro Yoda, que tava olhando ela com cara de tarado, mas se virou pro Mestre Koon.
Tô curiosa, Mestre Plo Koon… Como são as picas da sua raça? — falou pra ele, dando uma lambida na grade do respirador de metal na boca dele, e começou a abrir a túnica pra puxar o pau dele — Tô sempre aberta a novas…
O que ela viu calou a boca dela, pelo menos por um momento. Um tentáculo cheio de ventosas, uns vinte centímetros de comprimento, grosso, com formato de pinto e cor alaranjada, se contorcia babento na virilha do Mestre Koon. Embaixo dele, onde deviam estar os colhões — se fosse humano — outro tentáculo parecido, mas bem menor, fazia a mesma coisa. Os dois soltavam uma espécie de muco.
Fez-se silêncio, enquanto esperavam a reação dela. O próprio Jedi não falava nada. Padme agarrou o tentáculo genital e começou a masturbar ele, enquanto se sentava no joelho do Jedi. Tava duro e fibroso, e tinha uma textura parecida com a de um bicho marinho, mas viscoso. Apesar da dureza, se contorcia mudando de forma.
No fim, Padme se ajoelhou enquanto punhetava aquela coisa do lado da cara dela.
Mestre Plo Koon, isso é… — disse, pra todo mundo ouvir — …nojento, é repugnante
E na mesma hora deu uma lambida no tentáculo inteiro, que o alienígena teve que se segurar na cadeira de tanto prazer.
É repulsivo — continuou, morbidamente, olhando nos olhos dele — essa coisa me dá ânsia
E abriu a boca, deixando o tentáculo grande se enfiar na boca dela, onde começou a chupar ele. O Mestre Koon gemia com sons metálicos atrás do respirador artificial. O tentáculo auxiliar pequeno enfiou no nariz da Padme, começando um movimento de vai e vem Ela. Ela não só se deixava fazer, como também rebolava a bunda e a cabeça, dando um prazer indescritível pro Jedi.
Notando o olhar dos outros três cravado na sua bunda, ouvindo o som das punhetas deles enquanto a viam quase nua chupando aquela rola alienígena, imunda e grotesca, Padme ficava cada vez mais excitada. Começava a se sentir mais exposta, mais humilhada, mais vulnerável. Adorava se sentir assim. Sua libido aumentou. Ela tava ficando muito puta.
O ritmo do tentáculo se contorcendo na sua boca, até a garganta, aumentou, e os fluidos que ele soltava eram cada vez mais abundantes e com um gosto mais forte. Talvez aquilo não fosse líquido pré-seminal ou lubrificação, como ela conhecia até então, mas tinha um gosto inconfundível de feromônios, de puro sexo. Ela interrompeu o boquete antes que ele gozasse, ou fosse lá o que os Kel Dor faziam.
Ela se levantou, e lambeu aquela secreção pegajosa dos lábios com cara de safada, se virando. Finalmente, encontrou o olhar malicioso de Yoda. Caminhando lenta e sensualmente enquanto os outros três batiam punheta, atravessou a sala circular até ficar na frente do venerável velhinho. Quis mostrar um tratamento realmente respeitoso. Olhou pra ele sedutora e, cerimoniosamente, enfiou os dois polegares por baixo das tiras da sua calcinha fio dental na altura do quadril, e puxou até os tornozelos, tirando-a.
Ficou um instante com as mãos na cintura pra dar tempo pra todo mundo contemplar o espetáculo: A tal ‘Ninfa de Naboo’, como as tropas clones a chamavam desde a batalha de Geonosis, completamente nua. Fazia jus ao apelido. Diante do sorriso de Yoda, que ela interpretou como aprovação, se aproximou, abriu a pequena túnica do Mestre, e puxou pra fora a rola dele. Uma rola verde e enrugada, mas ereta e grossa, de um palmo e meio de comprimento, claramente desproporcional pro resto do corpinho dele.
Padme segurou ela dois segundos na mão, batendo uma punheta, embora já estivesse bem dura, e subiu em cima dele. Montada no diminuto Jedi. Colocando as pernas de cada lado do sofá, ela encaixou aquele grande pau verde-escuro na entrada da sua bucetinha e desceu, se empalando nele, com cara de prazer e um gemido longo.
¡AAaaaahhh! Meu Deus, Mestre Yoda, que pauzão! Mm, porra, que gostosoo
Ela terminou de se empalar, abraçou ele e beijou sua boca enrugada, enfiando a língua, enquanto o montava. Pela primeira vez, o Mestre saiu um milímetro do seu habitual hermetismo, semicerrar os olhos de prazer e dizendo:
¡Ah, Senadora Amidala, apertada sua bucetinha é!
Padme o montava com tesão. Até aquele momento, ela tinha se concentrado em dar prazer a um por um dos membros do Conselho, aumentando a excitação progressivamente, mas sem nem se tocar, então o pau grosso do Yoda penetrando-a lhe deu um prazer indescritível. Enquanto cavalgava intensamente, não demorou a chegar ao primeiro orgasmo, depois do qual ficou ainda mais excitada. Virou-se enquanto trepava e olhou para o resto dos Mestres, que fixavam os olhos nela enquanto se masturbavam.
Vamos, Mestres, venham aqui, não sejam tímidos... Quero lidar com os quatro "membros" do conselho ao mesmo tempo - disse com voz sedutora, piscando o olho e mandando um beijinho-
Eles não se fizeram de rogados. Mace Windu, Plo Koon e Ki Adi Mundi se levantaram na hora e, com os paus na mão, foram até onde a jovem senadora nua estava fornicando com o Mestre Yoda. A rodearam, apalpando desajeitadamente e com paixão seus peitos e sua bunda. Ela respondeu se deixando, e pegando os paus deles com as duas mãos, masturbando-os. Depois passou a boca de um para o outro, se beijando com todos, enfiando a língua e deixando eles enfiarem a língua nela, até a campainha.
Ela estava masturbando o pau de Ki Adi Mundi com uma mão e o tentáculo de Plo Koon com a outra, chupando ambos alternadamente, e montando Yoda, quando se virou para o Mestre Windu, que estava atrás dela.
Vamos Mestre Windu —disse ela, safadinha, inclinando-se pra frente e mostrando seu cuzinho rosado e lindo—, o senhor não ficou com vontade da minha bunda antes?
Não precisou repetir. Mace Windu agarrou seu pauzão com uma mão e abriu as nádegas de Padmé com a outra, e, gemendo sem graça, perdendo a compostura de puro tesão, meteu até o fundo e começou a sodomizá-la, com as bolas batendo na bunda de Amidala a cada estocada.
— Aaahhh, porra, siiiim! Era isso que você queria, putinha? Toma pau no cu, gostosa! Vou rachar seu cu no meio com meu pau preto, sua branquela de merda!
— Aaahh, porra, siiiim! Claro que era isso que eu queria! Por que você acha que eu esfreguei a tanga no seu pau? Vai, me come igual uma cadela!
Com paus fodendo todos os buracos dela, Padmé chegou num ponto em que quase perdia a noção da realidade. Não tinha consequências, só êxtase sexual. Ela só queria mais. Gozava uma vez atrás da outra, sendo duplamente penetrada no cu e na buceta, quando, de repente, sentiu uma espécie de leveza no corpo. Flutuava. Era uma sensação estranha e ao mesmo tempo familiar. Das noites com Anakin. Os quatro mestres estavam fazendo ela levitar com a Força. Aos poucos, levaram ela pro centro da sala e trocaram de posição. Ela só se deixava levar, concentrada em dar prazer pra eles, em êxtase.
Sentiu o pau do Mundi na mão esquerda e continuou batendo uma pra ele. Antes de olhar pra direita, já tinha reconhecido a pele enrugada do pauzão do Yoda, que sorria pra ela quando ela começou a masturbar ele também. De repente, uma dúvida surgiu na cabeça dela, mas foi rapidamente esclarecida quando sentiu duas coisas estranhas penetrarem ao mesmo tempo na buceta e no cu. Viscosamente lubrificadas, abriram caminho até o fundo de cada buraco, e depois se contorceram, esfregando sinuosamente a textura cheia de ventosas nas cavidades internas dela. Plo Koon tava fodendo ela à vontade com os tentáculos dele. A sensação foi tão brutal e repentina que Padme não conseguiu evitar gozar de novo, revirando os olhos e abrindo a boca, deixando cair a baba. Se não soubesse o que era, teria jurado que estavam fodendo ela com duas cobras, ou talvez com os tentáculos de um polvo.
Quando o orgasmo tremendo passou, ela fez menção de levantar a cabeça e virá-la, na esperança de ver algo do que devia ser um espetáculo e tanto, mas então se deparou com o que tinha na frente. A enorme pica preta do Windu estava diante do seu rosto. Deu tempo de olhar para cima por um segundo e ver a expressão viciosa do Jedi antes que ele a pegasse pelo coque e enfiasse o rabo enorme na boca dela até as bolas, que bateram nos lábios e no queixo dela.
Padme não conseguiu evitar que dois lagões escorressem pelas bochechas, e até uma ânsia de vômito, que não adiantou nada já que o baita pau estava alojado na garganta dela. Mace soltou um gemido longo e contido, e em seguida começou a foder brutalmente a cara dela.
Ela seria incapaz de dizer quanto tempo aquilo durou, ou quantas vezes gozou. Não via nada, mas não era que fechava os olhos, era que a sobrecarga sensorial era tanta que embotava o resto dos sentidos. O mundo girava ao redor dela, e ela era só um pedaço de carne flutuante sendo usado por quatro picas simultaneamente. Nem sentia dor alguma, a garganta e o cu estavam completamente relaxados, como se o estado natural dela fosse ser estuprada sem cerimônia.
"Era isso que você queria, sua putinha?", disse Yoda, sarcástico. "Com certeza, se pudesse te ver, orgulhoso estaria!"
Padme ficou lívida. Então eles sabiam? Sempre souberam?
"O que foi, vadia? Não consegue falar com meu pau na boca? Ou não tem nada a dizer?", disse Windu, excitado, fodendo a boca dela.
"Mmmm!!"
"O que disse?", ele falou, tirando o pau, todo babado.
"Eu disse...", Padme quase não conseguia falar, ofegante, "que..."
"O quê?"
"Eu disse... que tu continues fodendo minha cabeça de puta, filho da puta!! Que vocês me dêem tanta rola que o Anakin não consiga passar pela porta de chifres que eu vou ter!! Vamos, o que vocês estão esperando, continuem me fodendo, porra!!
Aaahh, porra, não aguento mais essa puta!! A raposa não tem fim, vou gozaaar!! – gemeu com voz metálica Plo Koon atrás dela–
Mundi e Yoda também fizeram o mesmo, e com grandes convulsões começaram a ejacular copiosamente, assim como Windu. Naquele momento, a concentração que os quatro poderiam ter mantido se desvaneceu, e Padme caiu no chão como um peso morto enquanto todos os Mestres gozavam sobre ela. O impacto, junto com as porradas que começava a receber, a deixaram ainda mais excitada, e ela esticou a mão até as vestes dos Jedis que estavam por perto. Tateando, pegou dois pesados cilindros metálicos: Os sabres de luz de Yoda e de Windu, e os enfiou, um no cu e o outro na buceta, começando a se foder sozinha enquanto, de barriga para cima, arqueava as costas, com os olhos e a boca bem abertos e a língua para fora, recebendo porra por todo o corpo. Windu e Yoda descarregaram grandes quantidades de sêmen no rosto dela, que ficou completamente empastado de porra. Mundi cobriu de porra os peitinhos dela, e os tentáculos de Plo Koon expeliram uma quantidade enorme de uma mucosa viscosa e branca que terminou de banhá-la.
Depois de gozar, Padme ficou completamente acabada, largada inerte no meio da sala, sem se mexer, coberta de fluidos, quase numa poça, e com duas empunhaduras cromadas saindo dos seus buracos. Mas os Mestres não estavam muito melhores. Eles tinham se afastado, semidespidos, para suas respectivas cadeiras do Conselho, e terminavam de ofegar, igualmente sem forças. Trocaram olhares significativos.
Pode se retirar, Senadora – disse finalmente Windu–
Decidido está – rubricou Yoda– Skywalker, Cavaleiro Jedi será.
Padme se levantou nua e pegou suas roupas do chão.
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