Amigo de la infancia

Depois de muito tempo, reencontrei o Tomi. O Tomi era meu vizinho de quarteirão, a gente sempre tava junto, desde que nascemos e fomos crescendo. Lá pelos 12 anos, a gente comprou uma revista pornô e se escondeu pra ver, a pica ficou dura, a gente comentou e decidiu mostrar um pro outro. Daquele dia em diante, tudo mudou, a gente começou a se masturbar junto sempre, amávamos aquilo. Mas com 14 anos, eles se mudaram pra outra província. Pela redes sociais a gente se reencontrou e, como ele vinha visitar a família, a gente aproveitou e tomou uma cerveja, demos um abraço gigante! Tomamos uns chops, uns uísques e, entre outras coisas, a língua soltou, começamos a rir de jogos e tal, mas num momento, não sei se eu ou ele, a gente mencionou a revista. O silêncio reinou. O ar meio que cortou ali, mas beleza, já era hora porque tava na hora de ir. Ele tava num hotel porque não tinha lugar na casa da família e, sei lá com que desculpa, ele fala: "passa no hotel rapidinho, subo pra deixar uma parada e a gente vai". No caminho, ele falou que talvez voltasse pra capital porque tinha surgido um trampo pra namorada (até aquele momento ele não tinha mencionado ela) e eu pensei… show, ficou no passado, somos dois caras de família, o que passou, passou. Subimos no hotel e, enquanto ele fazia o que tinha que fazer, pedi pra ir no banheiro, ele me mostrou onde era e ficou me olhando, aí eu falei pra ele ir que eu ia mijar. Ele fala: "E você tem vergonha de mostrar a pica na minha frente!? Já vi ela… Continua do mesmo tamanho ou cresceu?" Eu não tava entendendo nada! E ele fala: "Fala sério, Leo, a gente se divertia pra caralho naquela época, somos dois caras que tão namorando, temos tudo claro, mas você não ia querer voltar um pouquinho pra sensação daquela época! E agora que a gente é mais velho, é mais divertido. Sempre achei que ficou algo inacabado entre a gente." Falei que era estranho, mas que era verdade que era foda, mas que agora era outra época, a gente tava grande e ia ser estranho. "Estranho? Olha, você tá de pau duro, eu também, fala sério!" E ele toca na minha pica por cima da roupa. da calça. E aí a gente começou, foi uma das melhores noites da minha vida. Hoje a gente tem 28 anos, não somos mais aqueles moleques, a natureza foi generosa com o Tomi e ele tem um físico do caralho, nós dois temos uma bela pica que naquele dia a gente curtiu pra caralho, não ficou só nas punhetas, a gente transou a noite inteira. Mas também teve um momento em que a gente viu pornô e se masturbou junto, igual quando éramos crianças. Uma semana depois, o Tomi se mudou pra Buenos Aires com a namorada, que ficou íntima da minha. A gente se encontra uma vez por semana pra comer e, na sobremesa, relembra nossa infância.

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