Olá, pessoal! Faz tempo que não continuo a história, mas aqui vamos nós. A noite estava quente e convidativa pra passear pela cidade linda, então nós três saímos: eles de mãos dadas, eu sozinho. Eles eram os namorados e eu, um amigo. Jantamos, bebemos e já estávamos alegres. Eles de vez em quando se pegavam na boca, e eu tava com a pica dura e já queria voltar pro hotel. Na volta, atravessando uma praça, começaram a se agarrar feio e, num lugar com pouca luz, ele puxou a pica pra fora e minha esposa caiu de joelhos pra chupar ele. Era lindo ver ela engolindo tudo até que, da rua, um carro gritou: "Vai, puta, chupa!" Aí decidimos ir rápido pro hotel. Assim que entraram, começaram a se pegar, e o porteiro, quando me entregou as chaves, falou: "Parece que sua mulher tá muito quente, corno." Eu só sorri e fui pro elevador. No quarto, ele despiu ela, deixando só a calcinha fio dental vermelha. Os dois estavam super quentes, e minhas bolas já doíam. Ele começou a chupar os peitos dela, os dois em pé, e ela batia uma pra ele. Quando eu fui tirar a calça pra ficar mais à vontade, minha mulher disse: "Não, corno, deixa a gente um tempo sozinho. Vai comprar alguma coisa, quero que ele me arrebente toda e quero gritar, mas você me inibe um pouco. Não fica bravo, te amo, mas preciso que ele tire bem a porra de mim, por favor." Não curti muito, mas saí do quarto e fui dar uma volta. Era uma mistura de sentimentos fortes: ciúme, raiva, tesão, tudo junto. Fiquei quase uma hora e não aguentei mais. Voltei e fui tomar uma bebida forte no hotel. O porteiro me olhava e sorria. Naquela hora, não tinha ninguém no lobby, então ele se aproximou e começou a puxar papo e a sondar. Porteiro: "Você tem uma mulher muito gostosa." Eu: "Valeu." Porteiro: "E você se atreve a deixar ela sozinha com seu primo?" Eu: "Olha, você já deve ter percebido que ele não é meu primo. Tamos celebrando nosso aniversário de casados e é um presente que tô dando pra minha mulher." Porteiro: "Eu sabia! Você é um gênio. Quero fazer o mesmo com a minha, mas ela não quer nem saber." Ele me serviu mais um. Um copo de uísque e a gente conversando mais um pouco, mas eu tava ansioso pra subir e dei boa noite pra ele. Ele falou que os drinques eram por conta da casa e que, se eu precisasse de ajuda, era só chamar. Tava querendo enfiar uma festa na minha esposa... Bom, subi rápido e escutei atrás da porta: dava pra ouvir gemidos, ainda tavam transando!!! Abri a porta bem devagar e me deparei com isso.
Aí me despipei como pude e comecei a bater uma como um louco, aquela visão da roça enterrada totalmente na buceta da minha mulher me fez pirar a cabeça.
Ela—já voltou tão rápido, então vem, amor, você merece.

Se deitaram de lado e, enquanto ele continuava comendo ela, ela começou a chupar minha pica. Eu já não aguentava mais de tesão, a qualquer momento ia explodir de porra, então, pra não gozar, me afastei e deixei eles continuarem. Ela montou nele e enfiou a pica toda na buceta até não sobrar nada pra fora.
Meu deus, como ele comia ela, parecia que queria deixar ela paralítica, que nunca mais andasse, e ela aos berros. Ela: "Siiim, filho da puta, me come, me arrebenta toda, enterra essa pica linda em mim, vou tirar até a última gota de porra de você e você não vai foder ninguém por um mês, vai, viado, enche essa buceta pra esse corno ver como a porra escorre, me dá, fode." Ela tava totalmente descontrolada, nunca tinha ouvido ela falar assim, e nem preciso dizer que assim que eu toquei na minha pica, gozei igual um cavalo, de novo no chão. Aí ele ficou tenso e eu vi como a pica enterrada na buceta bombeava porra bem fundo e ela gozava pela enésima vez. Quando se acalmaram, ele fala entre beijos: Ele: "Agora falta mais uma coisa", e os dois riram. Ela: "Pá, o Luís quer me comer o cu, mas já falei que vai doer muito (com voz de menina mimada), me xinga, pá." Eu: "E você quer dar o cu pra ele, meu amor?" Ela: "Não sei, ele se comportou tão bem que me dá pena falar não, se você me der permissão, eu dou." Sabem qual foi minha resposta, né? Mas isso fica pro próximo relato, com fotos claro, e já tava doendo meu pescoço de tanto peso de chifre que eu tava carregando. Até logo.
Aí me despipei como pude e comecei a bater uma como um louco, aquela visão da roça enterrada totalmente na buceta da minha mulher me fez pirar a cabeça.
Ela—já voltou tão rápido, então vem, amor, você merece.

Se deitaram de lado e, enquanto ele continuava comendo ela, ela começou a chupar minha pica. Eu já não aguentava mais de tesão, a qualquer momento ia explodir de porra, então, pra não gozar, me afastei e deixei eles continuarem. Ela montou nele e enfiou a pica toda na buceta até não sobrar nada pra fora.
Meu deus, como ele comia ela, parecia que queria deixar ela paralítica, que nunca mais andasse, e ela aos berros. Ela: "Siiim, filho da puta, me come, me arrebenta toda, enterra essa pica linda em mim, vou tirar até a última gota de porra de você e você não vai foder ninguém por um mês, vai, viado, enche essa buceta pra esse corno ver como a porra escorre, me dá, fode." Ela tava totalmente descontrolada, nunca tinha ouvido ela falar assim, e nem preciso dizer que assim que eu toquei na minha pica, gozei igual um cavalo, de novo no chão. Aí ele ficou tenso e eu vi como a pica enterrada na buceta bombeava porra bem fundo e ela gozava pela enésima vez. Quando se acalmaram, ele fala entre beijos: Ele: "Agora falta mais uma coisa", e os dois riram. Ela: "Pá, o Luís quer me comer o cu, mas já falei que vai doer muito (com voz de menina mimada), me xinga, pá." Eu: "E você quer dar o cu pra ele, meu amor?" Ela: "Não sei, ele se comportou tão bem que me dá pena falar não, se você me der permissão, eu dou." Sabem qual foi minha resposta, né? Mas isso fica pro próximo relato, com fotos claro, e já tava doendo meu pescoço de tanto peso de chifre que eu tava carregando. Até logo.
7 comentários - Nosso primeiro a três, parte 5