Isso que vou contar aconteceu há muitos anos, mais de 30, quando o sexo não era tão aberto como hoje e não existiam sites pornô nem nada do tipo, e onde pegar num peito era algo de outro mundo. É 100% real.
A Cláudia é minha amiga desde que nascemos: morávamos a um quarteirão de distância, tínhamos um mês de diferença de idade, nossas famílias se conheciam e, além de dividir bairro, escola e amigos, fomos descobrindo nossa sexualidade na adolescência... pra descrever ela, posso dizer que era gordinha, muito bonita de rosto, peitos pequenos e um quadril largo acompanhado da respectiva bunda, do tamanho que combinava com eles.
Um domingo depois da saída de sábado à noite, passei depois do almoço na casa da Cláudia pra bater um papo sobre o que tinha rolado na noite anterior nas nossas respectivas saídas. Nem preciso dizer que com ela nunca mentimos um pro outro e, na brincadeira, já tínhamos chegado a nos apalpar, nos encostar e dar uns beijinhos de zoeira, era quase como minha meia-irmã.
Como tava contando, na hora da sesta fui na casa dela... ela tava com um short jeans que deixava meio cú de fora e uma camiseta que mal cobria os peitos, mas era normal a gente não ter vergonha de andar assim na frente um do outro, repito, éramos quase irmãos e mais de uma vez já tínhamos nos visto de roupa íntima... mas naquela tarde ela tava diferente, pelo menos eu notei ela estranha.
Nós nos jogamos na cama e começamos a contar como tinha sido pra cada um na saída noturna... eu tava de barriga pra cima e ela do meu lado de bruços, com os cotovelos apoiados segurando a cabeça, o que me deixava ver a bunda dela em todo o esplendor.
Não se ouvia um único barulho na casa, todo mundo dormindo a sesta de verão... a Cláudia balança meu braço e fala: "... eu, otário... teu pau subiu!!..." e aí eu percebi que tava com uma ereção daquelas...
ajeitei e só consegui dizer: "... eu tava pegando no sono e sei lá, endureceu..."
A Cláudia riu e se Se deitou de lado... "... quer que eu te faça uma punheta?..." perguntou e se levantou pra fechar a porta, me deixando sem escolha.
Ela se deitou ao meu lado e, com um olhar sugestivo, disse: "... nunca vi uma rola de perto... sei que você não vai contar nada...", e enquanto começava a acariciar meu pau, desabotoou minha calça.
"... deixa eu ver sua bunda pra ele ficar mais duro..." e se contorcendo, tirou o short jeans, ficando só com a calcinha enfiada completamente entre as nádegas... era uma visão gloriosa.
Ela pegou minha rola pela base do tronco e começou a me masturbar... devagar... observando e passando as unhas pelas veias... puxava a pele até doer e, depois de olhar com atenção, subia de novo.
Comecei a acariciar a bunda dela, suavemente... "... já ficou com uma garota?" perguntou
"... Não, nunca..." eu disse
"... nunca, mas nunca???!!!... ainda não meteu o pau???" insistiu em perguntar
"... não, com uma garota não..." respondi... ela tinha acelerado o ritmo da punheta e com a outra mão estava se tocando na virilha... puxei a calcinha dela e fui aproximando meus dedos da buceta... toquei os primeiros pelinhos e me arrisquei a enfiar um dedo na caverna dela... ela suspirou e fechou os olhos.
"... Alex, posso chupar seu pau?... por favor, fica entre nós...", obviamente eu disse que sim.
"... como eu começo?" perguntou... "... do jeito que quiser..." eu disse, fechando os olhos e já em outro mundo..." começa passando a língua por todo o comprimento, de cima a baixo, e depois enfia ele inteiro na boca..."
Ela fez isso... lambia devagar, das bolas até a cabeça, e invertia a direção, saboreando desajeitadamente cada vez que encontrava uma gota.
"... é salgado e picante..." ela dizia, e quando enfiou na boca e tentou dar ritmo, quase arrancou meu pau fora..."
"... ah, espera!!... devagar, sem morder!!..." e rimos os dois da falta de jeito dela, "além disso, se fizer tão rápido, vai me fazer gozar..."
"... você goza muito?" perguntou. ... às vezes sim, às vezes nem tanto... mas acho que hoje você vai tirar um litro de mim com essa tesão que eu tô..."
Ela tirou meu pau da boca e começou a me bater uma freneticamente, quase com violência... "... não quero que você goze na minha boca, se quiser, goza nos meus peitos..." disse a Cláudia.
Ela tirou a camiseta e o sutiã, e apareceram dois peitinhos pequenos com bicos rosados e miúdos...
Sentei na cama por um momento e comecei a beijá-los... ela suspirava e continuava me batendo uma com a mão.
Deitei um pouco mais pra cima pra poder direcionar meu jorro pra onde ela tinha pedido, e forçando com minha mão pra ela colocar na boca e apressar o momento, consegui tirar meu pau bem na hora e soltar meu gozo — mil litros, acho — no meio dos peitos dela.
Cláudia se deitou de barriga pra cima pra não derramar gozo na cama... ficou brincando com os dedos no meu gozo e nos peitos dela, espalhando tudo em volta... pela primeira vez em 16 anos, beijei ela fundo, entrelaçando nossas línguas.
Levei meu pau até os lábios dela e acariciei o cabelo dela... ela entendeu o que eu queria, e quase com nojo no começo, passou a língua limpando os restos de gozo que apareciam...
"... não parece tão ruim o gosto do gozo..." ela disse
"... se continuar chupando assim, vai fazer ele ficar duro de novo e eu vou querer te comer!!..." falei entre risadas
Cláudia me olhou e, tirando meu pau da boca, disse: "... e você achava que ia escapar disso??...
A Cláudia é minha amiga desde que nascemos: morávamos a um quarteirão de distância, tínhamos um mês de diferença de idade, nossas famílias se conheciam e, além de dividir bairro, escola e amigos, fomos descobrindo nossa sexualidade na adolescência... pra descrever ela, posso dizer que era gordinha, muito bonita de rosto, peitos pequenos e um quadril largo acompanhado da respectiva bunda, do tamanho que combinava com eles.
Um domingo depois da saída de sábado à noite, passei depois do almoço na casa da Cláudia pra bater um papo sobre o que tinha rolado na noite anterior nas nossas respectivas saídas. Nem preciso dizer que com ela nunca mentimos um pro outro e, na brincadeira, já tínhamos chegado a nos apalpar, nos encostar e dar uns beijinhos de zoeira, era quase como minha meia-irmã.
Como tava contando, na hora da sesta fui na casa dela... ela tava com um short jeans que deixava meio cú de fora e uma camiseta que mal cobria os peitos, mas era normal a gente não ter vergonha de andar assim na frente um do outro, repito, éramos quase irmãos e mais de uma vez já tínhamos nos visto de roupa íntima... mas naquela tarde ela tava diferente, pelo menos eu notei ela estranha.
Nós nos jogamos na cama e começamos a contar como tinha sido pra cada um na saída noturna... eu tava de barriga pra cima e ela do meu lado de bruços, com os cotovelos apoiados segurando a cabeça, o que me deixava ver a bunda dela em todo o esplendor.
Não se ouvia um único barulho na casa, todo mundo dormindo a sesta de verão... a Cláudia balança meu braço e fala: "... eu, otário... teu pau subiu!!..." e aí eu percebi que tava com uma ereção daquelas...
ajeitei e só consegui dizer: "... eu tava pegando no sono e sei lá, endureceu..."
A Cláudia riu e se Se deitou de lado... "... quer que eu te faça uma punheta?..." perguntou e se levantou pra fechar a porta, me deixando sem escolha.
Ela se deitou ao meu lado e, com um olhar sugestivo, disse: "... nunca vi uma rola de perto... sei que você não vai contar nada...", e enquanto começava a acariciar meu pau, desabotoou minha calça.
"... deixa eu ver sua bunda pra ele ficar mais duro..." e se contorcendo, tirou o short jeans, ficando só com a calcinha enfiada completamente entre as nádegas... era uma visão gloriosa.
Ela pegou minha rola pela base do tronco e começou a me masturbar... devagar... observando e passando as unhas pelas veias... puxava a pele até doer e, depois de olhar com atenção, subia de novo.
Comecei a acariciar a bunda dela, suavemente... "... já ficou com uma garota?" perguntou
"... Não, nunca..." eu disse
"... nunca, mas nunca???!!!... ainda não meteu o pau???" insistiu em perguntar
"... não, com uma garota não..." respondi... ela tinha acelerado o ritmo da punheta e com a outra mão estava se tocando na virilha... puxei a calcinha dela e fui aproximando meus dedos da buceta... toquei os primeiros pelinhos e me arrisquei a enfiar um dedo na caverna dela... ela suspirou e fechou os olhos.
"... Alex, posso chupar seu pau?... por favor, fica entre nós...", obviamente eu disse que sim.
"... como eu começo?" perguntou... "... do jeito que quiser..." eu disse, fechando os olhos e já em outro mundo..." começa passando a língua por todo o comprimento, de cima a baixo, e depois enfia ele inteiro na boca..."
Ela fez isso... lambia devagar, das bolas até a cabeça, e invertia a direção, saboreando desajeitadamente cada vez que encontrava uma gota.
"... é salgado e picante..." ela dizia, e quando enfiou na boca e tentou dar ritmo, quase arrancou meu pau fora..."
"... ah, espera!!... devagar, sem morder!!..." e rimos os dois da falta de jeito dela, "além disso, se fizer tão rápido, vai me fazer gozar..."
"... você goza muito?" perguntou. ... às vezes sim, às vezes nem tanto... mas acho que hoje você vai tirar um litro de mim com essa tesão que eu tô..."
Ela tirou meu pau da boca e começou a me bater uma freneticamente, quase com violência... "... não quero que você goze na minha boca, se quiser, goza nos meus peitos..." disse a Cláudia.
Ela tirou a camiseta e o sutiã, e apareceram dois peitinhos pequenos com bicos rosados e miúdos...
Sentei na cama por um momento e comecei a beijá-los... ela suspirava e continuava me batendo uma com a mão.
Deitei um pouco mais pra cima pra poder direcionar meu jorro pra onde ela tinha pedido, e forçando com minha mão pra ela colocar na boca e apressar o momento, consegui tirar meu pau bem na hora e soltar meu gozo — mil litros, acho — no meio dos peitos dela.
Cláudia se deitou de barriga pra cima pra não derramar gozo na cama... ficou brincando com os dedos no meu gozo e nos peitos dela, espalhando tudo em volta... pela primeira vez em 16 anos, beijei ela fundo, entrelaçando nossas línguas.
Levei meu pau até os lábios dela e acariciei o cabelo dela... ela entendeu o que eu queria, e quase com nojo no começo, passou a língua limpando os restos de gozo que apareciam...
"... não parece tão ruim o gosto do gozo..." ela disse
"... se continuar chupando assim, vai fazer ele ficar duro de novo e eu vou querer te comer!!..." falei entre risadas
Cláudia me olhou e, tirando meu pau da boca, disse: "... e você achava que ia escapar disso??...
6 comentários - Amizade que te dá direito à buceta
pido segunda parte todo lo pronto que sea posible