Relatos Bi, Gay e Hétero, Coroa Casado, Fotos...

Depois de ter tido duas experiências sexuais com o mesmo cara, navegando no Badoo conheci o senhor mais velho casado, ele 47 anos e eu na época 26, minha buceta ainda se acostumando a comer pica, mas pedia um homem de verdade, e como se fosse um presente ou um castigo pra minha buceta safada, apareceu ELE... Conversa vai, conversa vem sobre a vida, sobre o que a gente queria, eu só queria ser passivo, o amante do sexo anal procurava o que a mulher não dava pra ele. Conversas muito quentes, fotos no meio, uma pica que dava medo em qualquer um, ainda mais pra mim que tinha pouca experiência, pensei: é só a foto, engano, pessoalmente era maior ainda... Ele, por ser casado e morar na cidade meio longe de onde eu moro, me dava confiança pra sair sem ninguém saber, pra nenhum de nós dois era conveniente que isso fosse descoberto, e assim o segredo e a traição eram um tesão ainda maior.
Chegou a noite em que, para minha desgraça heterossexual, conheci o verdadeiro prazer de um homem. As duas experiências anteriores tinham me deixado cheio de dúvidas, essa nova ia ser a perdição. Combinamos de nos ver numa cidade antes, um ponto intermediário, digamos. Cheguei, ele já estava esperando, muito mais alto que eu, grandão por onde se olhasse, bem másculo. Deixei o carro no estacionamento, nos cumprimentamos na rua como dois homens comuns e correntes — um pai e um filho pela idade, tranquilamente poderíamos ter sido. Subi no carro dele pra dar uma volta e conversar, ou essa era minha ideia pra criar intimidade. Ele sempre correto, cavalheiro, mas a atração que irradiava despertava minha parte mais puta que tentava sair, e eu a trancava a sete chaves. A pele, o perfume, tudo, desde o primeiro momento me deixava de um jeito inexplicável e com total confiança, como se nos conhecêssemos há tempos. O trato dele totalmente sedutor, correto, e a sacanagem nos momentos certos fazia tudo explodir ainda mais. Até que paramos na beira da cidade, no escuro. Ele começa a se aproximar, eu não podia fazer nada, meu corpo parecia obedecê-lo. Começa a tocar minha bunda bem redonda por cima da calça jeans, depois por baixo, apertando minhas nádegas, chupando meu pescoço como se eu fosse uma garota, até chegar com um dedo no meu cu. Foi quando explodi e fui direto com a mão na virilha dele, desabotoei o cinto e abaixei o zíper como se já tivesse feito mil vezes, e tirei o pau dele totalmente duro, escorrendo porra. Era tão grande ou maior do que o que tinha visto na foto — eram 20 cm de uma coisa grossa e linda, que comecei a bater uma punheta timidamente, feito uma puta, até que o dedo dele entrou na minha bunda e eu comecei a engolir com desespero. Não cabia na minha boca, mas eu chupava como se fosse a maior puta: a cabeça, o tronco, queria comer tudo. Ao mesmo tempo, ele enfiava mais fundo o dedo na minha bunda já bem quente, e eu respondia engolindo mais do pau dele. Extasiado, queria encher a boca de porra, eu queria que ele me partisse ao meio, e como uma boa puta, pedi: "papi, vamos pro hotel e arrebenta minha bunda pequena, por favor", e ele não conseguiu negar, haha. Chegamos no hotel e ele nem me deixa reagir, me joga contra a parede, me vira de frente pra ela, dando toda minha costa e minha bunda pra ele, beijos no pescoço, aquela pica monstra roçando toda na minha bunda, eu só gemia e empinava cada vez mais a raba. Sem perceber, eu já tava pelado, ele de cueca e a pica enorme já pra fora. Consegui me soltar e fomos pra cama, mandei ele sentar, me ajoelhei e chupei como nunca, mas exatamente como sempre quis. Ele me deita de bruços e me retribui o favor na minha bunda que tava pegando fogo. Meu pau era só um enfeite que jorrava porra sem parar, igual a puta mais molhada. Ele chupou minha bunda de um jeito único, me dilatou com um, dois dedos, encheu minha bunda de um gel bem gelado, voltou a me punhetar e passou a pica toda. Eu já queria tudo aquilo dentro de mim, mas pensava: "isso vai me matar". Ele, como se lesse minha mente, falou: "fica tranquilo, com carinho você vai engolir tudo sem sentir dor, calma, docinho". Não sei se ele era um expert ou se era minha excitação, mas ele começou a meter e eu morria de prazer. A ardência e a dor não importavam, o prazer cobria tudo. Com paus menores eu tinha sentido muita dor, mas a pica imensa dele só dava prazer. Ele me comeu bem devagar, como se eu fosse uma garota, depois bem forte, como uma puta. Minha bunda e eu só pedíamos mais. Ele tirava tudo e metia de novo, enfiava até o fundo e deixava lá. Era incrível como minha bunda comia tão fácil aqueles 20 cm de carne que queimavam e me davam um prazer inimaginável. Ele me comeu de bruços, de quatro, me partindo bem ao meio. O tempo passava e ele continuava, era uma máquina de comer e arrebentar bundas. O pau dele nunca amolecia, parecia cada vez mais duro. Eu já tinha gozado três vezes, me tocando sem me tocar, só a pica dele arrebentando minha bunda já era motivo pra gemer e jorrar porra. Até que ele tira, tira a camisinha. e me suja a bunda, a cintura, as costas, uma quantidade de porra impressionante, eu fiquei morto e extasiado, ele parecia como se tivesse acabado de começar. Depois de 10 minutos deitados na cama, ele começa a tocar minha bunda, e de conchinha me come de novo. Minha bunda, que já sentia a dor de uma fodida daquelas, cedia diante de tanto prazer. Ele me comeu do jeito que quis, me fazendo subir no colo, de pé contra a parede, perninhas no ombro, eu sentia aquela rola até o coração cada vez que ele enterrava. Eu gritava, gemia, o motel inteiro deve ter ficado sabendo da fodida que ele tava me dando, haha. Até que, de bruços, ele meteu bem fundo, me apertou contra a cama e, com um gemido que me fez tremer inteiro, não tirou até soltar toda a porra dentro de mim. Eu não aguentava mais, ele queria continuar, já estávamos há quase duas horas de sexo anal violento. Quando parecia que vinha a terceira fodida, o telefone do hotel me salvou, avisando que já era hora. Minha bunda, mesmo querendo mais rola, agradeceu porque não dava mais. Nós nos trocamos, saímos, e no caminho chupei a rola dele de novo e fui embora com a bunda bem arrombada e uma porra quentinha na garganta.
Essa foi a primeira de várias saídas cada vez mais quentes e ousadas, onde rolou de tudo, sempre explorando meu lado putinha, embora, como eu disse, sou bem machinho. Com esse senhor, eu era a pior puta de todas...


Minha Raba 😉 ;)


Relatos Bi, Gay e Hétero, Coroa Casado, Fotos...

anal

gay

casado

1 comentários - Relatos Bi, Gay e Hétero, Coroa Casado, Fotos...