A primeira coisa que quero deixar claro é que a história que trago hoje pra contar não foi uma experiência pessoal, mas algo que aconteceu recentemente com um amigo, que vamos chamar de Gustavo.
Meu amigo Gustavo tem 34 anos, é divorciado, tem filhos, já faz alguns anos (não sei precisar quantos, por isso não escrevo exatamente). Ele conheceu a nova parceira dele em 2013, primeiro saíram como namorados, e há pouco tempo estão morando juntos. Ela é uma mulher linda, morena, não tem filhos e é mais nova que meu amigo, atualmente tem 28 anos, e vamos chamá-la de Ornella.
Nesse verão, Ornella propôs sair de férias com a amiga dela, Natalia, que está num relacionamento há 3 ou 4 anos com um cara chamado Carlos, mas ainda não moram juntos.
Naty e Ornella se conhecem desde o primário, fizeram todo o ensino fundamental e médio juntas, são muito amigas.
Gustavo me mostrou fotos da Natalia e eu digo pra vocês: ela tá pra acabar! Vou descrever ela pra vocês, começando pela idade: a mesma que a Ornella, 28 anos, loira tingida, cabelo longo, olhos claros, carinha de muito patricinha, já que tem uns lábios bem carnudos que ela sabe pintar de um jeito que faz a gente só de olhar pra boca dela imaginar o quanto ela deve chupar bem. Magra, estatura média, peitos pequenos, mas com uma bunda pra concorrer e ganhar um concurso de biquíni.
Gustavo me contou que com o Carlos, ele até trocava ideia, mas não criaram muita intimidade. Por ser mais novo que ele (e que elas também, já que tem 26 anos), não tinham muitos assuntos em comum, além de que esse cara não se interessava por futebol nem por nenhum esporte. É um cara bonitão, mas parece muito limitado na hora de socializar.
Já meu amigo Gustavo era totalmente o oposto, zoando e animando as férias, porque se dependesse do Carlos seria um tédio total. Parece que foi essa convivência de algumas semanas que fizeram a Natalia conhecer o Gustavo melhor, já que durante o ano eles não se veem nem se encontram muito. os casais, mas no Ornella e Natalia.
A questão é que Gustavo, poucos dias depois de dividir a casa, percebeu que Natalia o procurava, ou o provocava com olhares sedutores, mas no começo ele pensou que era só coisa da cabeça dele, já que com a amiga por perto, achava que ela não seria tão burra de fazer algo assim.
Acontece que Gustavo se convenceu que a Naty fazia de propósito, olhava pra ele e soltava indiretas, quando tinha chance, e o pior é que ela é muito gostosa, é difícil resistir. Então quando iam pra praia ele começou a entrar no jogo pra ver até onde ela era capaz de ir.
Ela agarrou ele mais de uma vez, olhando pra bunda dele, sem vergonha nenhuma, quando a Ornella tava distraída, e o namorado dela também. E a Natalia subia a aposta, sorria pra ele, e empinava mais a bunda. Nessa altura Gustavo tava louco, pra piorar a Ornella não queria transar muito, já que não estavam sozinhos, ela dizia, e além de um boquete, ou uma rapidinha na maioria das vezes de manhã e em silêncio, ela não topava. Imagina a tesão que o Gus acumulava.
Agora o pior é que tudo ficava em olhares, sorrisinhos e algumas palavras, como por exemplo Gustavo na praia num momento em que ficaram sozinhos um instante disse: “essa sua raba me deixa louco, Naty”, e ela não só sorriu como respondeu: “e bom, se gosta tanto, toca então, Gus”… Quando Gustavo me contava essas coisas, eu falava: como você aguentou pra não tocar nela, e deixar a merda acontecer de uma vez.
A questão é que depois de alguns dias, alguma coisa tinha que rolar entre eles e foi assim. Uma das noites as meninas insistiram em sair pra dançar, Carlos topou na hora a proposta das mulheres, e pro meu amigo Gus não restou outra opção a não ser aceitar (já que, como eu dizia, essa fase de sair pra balada pra ele já tinha ficado pra trás, exceto algumas vezes com a Ornella, e muito raramente, ele nunca saía pra dançar). No final saíram os 4, no carro do Gus, que por isso não bebeu muito já que era o motorista. Obrigatoriamente designado. Enquanto isso, Carlos e as mulheres beberam bastante. No começo, as garotas começaram a dançar perto de Carlos e Gus, e como eu já tinha comentado antes, Gus dava um ânimo na convivência, principalmente com Carlos; na balada não foi diferente e ele começou a dançar com as garotas, assim como Carlos já tinha feito.
Parágrafo à parte sobre como a Natalia estava vestida: ela tinha colocado um vestido preto curtíssimo, com uma calcinha fio-dental bem pequena também preta (sem sutiã), e um par de salto alto. Esse visual só foi completado por uma bolsinha. Ela estava mais puta que nunca (eu vi fotos daquele dia, e garanto a vocês que a Naty ganharia qualquer concurso de beleza).
A questão é que na balada eles começaram a dançar entre os quatro no início, depois cada um com seu par, e em outro momento, no meio da festa, ficaram trocados: Naty com Gustavo, e Ornella com Carlos. Esse é o começo do que acabaria sendo uma foda incrível entre Gustavo e Natalia. Quando os pares ficaram trocados, Natalia, como se fosse disfarçando, apoiou toda a sua bunda maravilhosa no volume do Gustavo. Ele não ficou atrás, porque com o pau dele começando a reagir, ele também apoiou nela, como se estivessem transando, e foi além: apertou e apalpou aquele monumento de bunda. Ela, como se nada, continuou dançando, cantando e dando risada, o mesmo faziam Carlos e Ornella, que não perceberam a situação acontecendo ao lado deles. Mas o que é bom dura pouco, e depois de um tempo eles se separaram e os quatro saíram em busca de algo para beber. Aí Gustavo aproveitou para dizer à Ornella que ia ao banheiro um momento, e desapareceu por alguns longos minutos. Foi ao banheiro e, quando saiu, avistou a Naty sozinha. Foi até ela, que estava se livrando de uns chatos que estavam falando coisas, pegou sua mão, apoiou-a contra a parede e eles se beijaram muito. Não só a boca, mas meu amigo meteu a mão dentro da calcinha fio-dental e tocou toda a buceta dela, que estava encharcada. Eles se separaram na hora porque medo de que seus parceiros os vissem, e Gus disse à Naty que, hoje quando forem para a cama, esperasse cerca de meia hora, que tentasse não adormecer, que eles estariam no banheiro de baixo da casa, ela acenou com a cabeça. E prometeu estar lá.
Depois voltaram separados para encontrar Carlos e Ornella, que tinham conseguido sentar. Uma vez lá, Gustavo diz a Ornella que está se sentindo mal, que ele vai para casa, que eles fiquem e peguem um táxi depois, Ornella responde que não, que ela vai com ele, e pergunta se quer que Naty e Carlos fiquem. Quando Natalia volta com mais algumas bebidas (essa foi a desculpa que usou para se separar deles), Ornella comunicou que eles iam embora porque Gustavo estava se sentindo mal, então Naty diz a Carlos, bom vamos nós também, sem eles isso é chato, disse e terminaram as bebidas que Naty tinha trazido e vão para casa.
No carro, Gus me contava que ela estava sentada atrás, a Nati, e que ele olhava para ela pelo espelho e a boca dela fazia beicinho quando ninguém estava olhando. Já no carro, Carlos, que estava sentado na frente, parecia estar sob os efeitos do álcool, já que estava quase dormindo, e Gus zoava ele dizendo que bela companhia que tenho, e todos caíram na risada. Ornella e Nati, que iam atrás, caíam na risada de tudo, dada sua pequena bebedeira.
Quando chegam em casa, Gus finge que ainda está mal e vai direto para o banheiro de cima, antes cumprimentando Naty e Carlos e desejando boa noite. Alguns minutos depois, ele sai do banheiro e Ornella já estava deitada, meio dormindo, mas com vontade de foder, como se o álcool tivesse a desinibido bastante (esquecendo-se dos amigos no andar de baixo), já que assim que Gustavo se deitou, ela agarrou o pau dele, que logo ficou duro, ele reagiu rápido, e então começou a beijá-la apaixonadamente, desceu direto para sua buceta e a devorou com lambidas limpas, e também com a ajuda dos dedos. Imediatamente, Ornella gozou, tentando segurar os gemidos, que Eles estavam muito baixinhos. Aí Gustavo aproveita para ir ao banheiro, com a desculpa de continuar passando mal, e quando voltou um tempinho depois, Ornella já dormia placidamente, roncando e tudo.
Então Gus aproveitou para descer bem devagar a escada do duplex em direção ao banheiro principal da propriedade, que fica no térreo. Quando ele vai abrir a porta, vê a Naty sentada no vaso já se tocando na buceta. Segundo ele me contou, mal trocaram palavras. Ela disse que esperava por ele há uns 5 minutos, que assim que se deitaram o Carlos apagou de vez, e ela ficou lá esperando ele descer. Quando ela estava quase dormindo, se levantou em silêncio e foi para o banheiro, e para não pegar no sono começou a acariciar a ppk.
Mais do que palavras, foram direto para os atos. Gustavo a levantou do vaso e eles começaram a se comer na boca de forma desesperada e desenfreada. Enquanto não paravam de apalpar os corpos um do outro, Gus foi direto tocar a buceta dela, que a essa altura já estava bem molhada. Ela se solta dele e vai direto chupar o pau dele, quase com desespero. Ele já estava com o pau bem duro por tudo que viveu na balada, mais a Ornella na cama... não precisava de muita motivação para deixá-lo mais duro que uma pedra. Gustavo tem que parar a Naty, porque se ela continuasse chupando o pau daquele jeito, ele não ia durar muito tempo.
Ele a levanta, a encosta na parede do bidê e começa a comer ela pela xota. A Naty segurava os gemidos, mas algum ou outro meio forte dava para escutar. Então Gus tampa a boca dela com a mão, enquanto continua metendo bem forte. Na hora ele sente que ela estava gozando, e ele continuou por mais alguns minutos, com os gemidos da Naty morrendo na mão dele, até que ele inundou a boceta dela de porra.
A inconsequência dos dois era total. Não só transar na mesma casa onde os parceiros de cada um estavam dormindo, mas também não botar uma camisinha, mesmo que a Naty se cuidasse tomando pílula. Naty sentou no bidê tentando se higienizar, Gus lavou o pau na pia, os dois juntos ali, mas quando ela se vira sentada no bidê, começa a chupá-lo de novo, Naty parecia uma tarada, contou meu amigo. Um pouco depois, outra vez duro, pra continuar fodendo. Então ele procede a levantar Naty do bidê, apoiar as mãos dela contra a mesma parede, e se abaixar para comer seu cuzinho com a língua, enquanto seus dedinhos brincavam com a buceta dela. Rapidinho ela estava gozando de novo, e tapava a boca com o braço para evitar gritar. Depois de gozar, ela se virou e buscou de novo chupar o pau do Gus, antes de se beijarem de língua. Então ela chupou o pau dele um bom tempo, mas a ideia do Gus não era encher sua boca, ou carinha de porra, ele queria o tesouro da Naty, aquele espetacular cu que o deixou louco nos últimos dias, e assim foi, ele a levantou, apoiou as mãos dela de novo contra a parede, passou uma creme que estava no banheiro no pau, e começou a comê-la de quatro, devagar como a Naty tinha pedido, que não a fizesse doer, que ela não dava muito pelo cu. E assim foi, primeiro com muito cuidado ele meteu a cabeça, com os gemidos da Naty morrendo no braço que tapava aquela boca sensual que ela tem. Uma vez que passou a cabeça, e parte do tronco, ele começou a se mover mais forte, enquanto com uma das mãos tocava sua buceta, e o clitóris. Na hora Naty goza, e Gus aguentou mais alguns minutos e mandou outro leite no fundo de seus intestinos.
Depois ele me contou que fazia muito tempo que não comia uma gostosa da maneira que fez com a Naty, que começou sendo suave, mas depois o bruto de dentro saiu e ele destruiu a raba dela, e o leite que ele gozou foi incrível. Bom, aí terminou tudo, eles se recuperaram, se beijaram apaixonadamente de novo, e Gus disse que ia se limpar no banheiro de cima, que ela ficasse um pouco naquele banheiro, se higienizasse, arrumasse um pouco o banheiro, para não deixar rastros e depois saísse.
O resto dos dias O que restava das férias, as coisas continuaram normalmente, nunca mais conseguiram transar, só uns amassos e dois boquetes bem rápidos da Naty no Gustavo nos poucos momentos em que estavam sozinhos. A questão é que foram acumulando tesão, e já aqui em Buenos Aires se encontraram de novo e foram a um hotel onde, segundo Gus, se mataram de tanto transar uma tarde inteira. Três gozadas ele deu: uma na buceta, outra no cuzinho apertado, e na boca e carinha foi a última.
O detalhe é que o Gustavo me conta isso porque não sabe o que fazer. Ele e a Ornella tinham decidido, e de fato fizeram, voltar a morar juntos e apostar de novo em formar uma família. Ele me disse que percebe que essa coisa com a Naty é só tesão acumulado. Eu me ofereci para ele me passar o número da Naty e eu transar com ela por ele, assim talvez ela para de encher o saco do Gus, mas o muito filho da puta me expulsou correndo hahahahaha.
Meu amigo Gustavo tem 34 anos, é divorciado, tem filhos, já faz alguns anos (não sei precisar quantos, por isso não escrevo exatamente). Ele conheceu a nova parceira dele em 2013, primeiro saíram como namorados, e há pouco tempo estão morando juntos. Ela é uma mulher linda, morena, não tem filhos e é mais nova que meu amigo, atualmente tem 28 anos, e vamos chamá-la de Ornella.
Nesse verão, Ornella propôs sair de férias com a amiga dela, Natalia, que está num relacionamento há 3 ou 4 anos com um cara chamado Carlos, mas ainda não moram juntos.
Naty e Ornella se conhecem desde o primário, fizeram todo o ensino fundamental e médio juntas, são muito amigas.
Gustavo me mostrou fotos da Natalia e eu digo pra vocês: ela tá pra acabar! Vou descrever ela pra vocês, começando pela idade: a mesma que a Ornella, 28 anos, loira tingida, cabelo longo, olhos claros, carinha de muito patricinha, já que tem uns lábios bem carnudos que ela sabe pintar de um jeito que faz a gente só de olhar pra boca dela imaginar o quanto ela deve chupar bem. Magra, estatura média, peitos pequenos, mas com uma bunda pra concorrer e ganhar um concurso de biquíni.
Gustavo me contou que com o Carlos, ele até trocava ideia, mas não criaram muita intimidade. Por ser mais novo que ele (e que elas também, já que tem 26 anos), não tinham muitos assuntos em comum, além de que esse cara não se interessava por futebol nem por nenhum esporte. É um cara bonitão, mas parece muito limitado na hora de socializar.
Já meu amigo Gustavo era totalmente o oposto, zoando e animando as férias, porque se dependesse do Carlos seria um tédio total. Parece que foi essa convivência de algumas semanas que fizeram a Natalia conhecer o Gustavo melhor, já que durante o ano eles não se veem nem se encontram muito. os casais, mas no Ornella e Natalia.
A questão é que Gustavo, poucos dias depois de dividir a casa, percebeu que Natalia o procurava, ou o provocava com olhares sedutores, mas no começo ele pensou que era só coisa da cabeça dele, já que com a amiga por perto, achava que ela não seria tão burra de fazer algo assim.
Acontece que Gustavo se convenceu que a Naty fazia de propósito, olhava pra ele e soltava indiretas, quando tinha chance, e o pior é que ela é muito gostosa, é difícil resistir. Então quando iam pra praia ele começou a entrar no jogo pra ver até onde ela era capaz de ir.
Ela agarrou ele mais de uma vez, olhando pra bunda dele, sem vergonha nenhuma, quando a Ornella tava distraída, e o namorado dela também. E a Natalia subia a aposta, sorria pra ele, e empinava mais a bunda. Nessa altura Gustavo tava louco, pra piorar a Ornella não queria transar muito, já que não estavam sozinhos, ela dizia, e além de um boquete, ou uma rapidinha na maioria das vezes de manhã e em silêncio, ela não topava. Imagina a tesão que o Gus acumulava.
Agora o pior é que tudo ficava em olhares, sorrisinhos e algumas palavras, como por exemplo Gustavo na praia num momento em que ficaram sozinhos um instante disse: “essa sua raba me deixa louco, Naty”, e ela não só sorriu como respondeu: “e bom, se gosta tanto, toca então, Gus”… Quando Gustavo me contava essas coisas, eu falava: como você aguentou pra não tocar nela, e deixar a merda acontecer de uma vez.
A questão é que depois de alguns dias, alguma coisa tinha que rolar entre eles e foi assim. Uma das noites as meninas insistiram em sair pra dançar, Carlos topou na hora a proposta das mulheres, e pro meu amigo Gus não restou outra opção a não ser aceitar (já que, como eu dizia, essa fase de sair pra balada pra ele já tinha ficado pra trás, exceto algumas vezes com a Ornella, e muito raramente, ele nunca saía pra dançar). No final saíram os 4, no carro do Gus, que por isso não bebeu muito já que era o motorista. Obrigatoriamente designado. Enquanto isso, Carlos e as mulheres beberam bastante. No começo, as garotas começaram a dançar perto de Carlos e Gus, e como eu já tinha comentado antes, Gus dava um ânimo na convivência, principalmente com Carlos; na balada não foi diferente e ele começou a dançar com as garotas, assim como Carlos já tinha feito.
Parágrafo à parte sobre como a Natalia estava vestida: ela tinha colocado um vestido preto curtíssimo, com uma calcinha fio-dental bem pequena também preta (sem sutiã), e um par de salto alto. Esse visual só foi completado por uma bolsinha. Ela estava mais puta que nunca (eu vi fotos daquele dia, e garanto a vocês que a Naty ganharia qualquer concurso de beleza).
A questão é que na balada eles começaram a dançar entre os quatro no início, depois cada um com seu par, e em outro momento, no meio da festa, ficaram trocados: Naty com Gustavo, e Ornella com Carlos. Esse é o começo do que acabaria sendo uma foda incrível entre Gustavo e Natalia. Quando os pares ficaram trocados, Natalia, como se fosse disfarçando, apoiou toda a sua bunda maravilhosa no volume do Gustavo. Ele não ficou atrás, porque com o pau dele começando a reagir, ele também apoiou nela, como se estivessem transando, e foi além: apertou e apalpou aquele monumento de bunda. Ela, como se nada, continuou dançando, cantando e dando risada, o mesmo faziam Carlos e Ornella, que não perceberam a situação acontecendo ao lado deles. Mas o que é bom dura pouco, e depois de um tempo eles se separaram e os quatro saíram em busca de algo para beber. Aí Gustavo aproveitou para dizer à Ornella que ia ao banheiro um momento, e desapareceu por alguns longos minutos. Foi ao banheiro e, quando saiu, avistou a Naty sozinha. Foi até ela, que estava se livrando de uns chatos que estavam falando coisas, pegou sua mão, apoiou-a contra a parede e eles se beijaram muito. Não só a boca, mas meu amigo meteu a mão dentro da calcinha fio-dental e tocou toda a buceta dela, que estava encharcada. Eles se separaram na hora porque medo de que seus parceiros os vissem, e Gus disse à Naty que, hoje quando forem para a cama, esperasse cerca de meia hora, que tentasse não adormecer, que eles estariam no banheiro de baixo da casa, ela acenou com a cabeça. E prometeu estar lá.
Depois voltaram separados para encontrar Carlos e Ornella, que tinham conseguido sentar. Uma vez lá, Gustavo diz a Ornella que está se sentindo mal, que ele vai para casa, que eles fiquem e peguem um táxi depois, Ornella responde que não, que ela vai com ele, e pergunta se quer que Naty e Carlos fiquem. Quando Natalia volta com mais algumas bebidas (essa foi a desculpa que usou para se separar deles), Ornella comunicou que eles iam embora porque Gustavo estava se sentindo mal, então Naty diz a Carlos, bom vamos nós também, sem eles isso é chato, disse e terminaram as bebidas que Naty tinha trazido e vão para casa.
No carro, Gus me contava que ela estava sentada atrás, a Nati, e que ele olhava para ela pelo espelho e a boca dela fazia beicinho quando ninguém estava olhando. Já no carro, Carlos, que estava sentado na frente, parecia estar sob os efeitos do álcool, já que estava quase dormindo, e Gus zoava ele dizendo que bela companhia que tenho, e todos caíram na risada. Ornella e Nati, que iam atrás, caíam na risada de tudo, dada sua pequena bebedeira.
Quando chegam em casa, Gus finge que ainda está mal e vai direto para o banheiro de cima, antes cumprimentando Naty e Carlos e desejando boa noite. Alguns minutos depois, ele sai do banheiro e Ornella já estava deitada, meio dormindo, mas com vontade de foder, como se o álcool tivesse a desinibido bastante (esquecendo-se dos amigos no andar de baixo), já que assim que Gustavo se deitou, ela agarrou o pau dele, que logo ficou duro, ele reagiu rápido, e então começou a beijá-la apaixonadamente, desceu direto para sua buceta e a devorou com lambidas limpas, e também com a ajuda dos dedos. Imediatamente, Ornella gozou, tentando segurar os gemidos, que Eles estavam muito baixinhos. Aí Gustavo aproveita para ir ao banheiro, com a desculpa de continuar passando mal, e quando voltou um tempinho depois, Ornella já dormia placidamente, roncando e tudo.
Então Gus aproveitou para descer bem devagar a escada do duplex em direção ao banheiro principal da propriedade, que fica no térreo. Quando ele vai abrir a porta, vê a Naty sentada no vaso já se tocando na buceta. Segundo ele me contou, mal trocaram palavras. Ela disse que esperava por ele há uns 5 minutos, que assim que se deitaram o Carlos apagou de vez, e ela ficou lá esperando ele descer. Quando ela estava quase dormindo, se levantou em silêncio e foi para o banheiro, e para não pegar no sono começou a acariciar a ppk.
Mais do que palavras, foram direto para os atos. Gustavo a levantou do vaso e eles começaram a se comer na boca de forma desesperada e desenfreada. Enquanto não paravam de apalpar os corpos um do outro, Gus foi direto tocar a buceta dela, que a essa altura já estava bem molhada. Ela se solta dele e vai direto chupar o pau dele, quase com desespero. Ele já estava com o pau bem duro por tudo que viveu na balada, mais a Ornella na cama... não precisava de muita motivação para deixá-lo mais duro que uma pedra. Gustavo tem que parar a Naty, porque se ela continuasse chupando o pau daquele jeito, ele não ia durar muito tempo.
Ele a levanta, a encosta na parede do bidê e começa a comer ela pela xota. A Naty segurava os gemidos, mas algum ou outro meio forte dava para escutar. Então Gus tampa a boca dela com a mão, enquanto continua metendo bem forte. Na hora ele sente que ela estava gozando, e ele continuou por mais alguns minutos, com os gemidos da Naty morrendo na mão dele, até que ele inundou a boceta dela de porra.
A inconsequência dos dois era total. Não só transar na mesma casa onde os parceiros de cada um estavam dormindo, mas também não botar uma camisinha, mesmo que a Naty se cuidasse tomando pílula. Naty sentou no bidê tentando se higienizar, Gus lavou o pau na pia, os dois juntos ali, mas quando ela se vira sentada no bidê, começa a chupá-lo de novo, Naty parecia uma tarada, contou meu amigo. Um pouco depois, outra vez duro, pra continuar fodendo. Então ele procede a levantar Naty do bidê, apoiar as mãos dela contra a mesma parede, e se abaixar para comer seu cuzinho com a língua, enquanto seus dedinhos brincavam com a buceta dela. Rapidinho ela estava gozando de novo, e tapava a boca com o braço para evitar gritar. Depois de gozar, ela se virou e buscou de novo chupar o pau do Gus, antes de se beijarem de língua. Então ela chupou o pau dele um bom tempo, mas a ideia do Gus não era encher sua boca, ou carinha de porra, ele queria o tesouro da Naty, aquele espetacular cu que o deixou louco nos últimos dias, e assim foi, ele a levantou, apoiou as mãos dela de novo contra a parede, passou uma creme que estava no banheiro no pau, e começou a comê-la de quatro, devagar como a Naty tinha pedido, que não a fizesse doer, que ela não dava muito pelo cu. E assim foi, primeiro com muito cuidado ele meteu a cabeça, com os gemidos da Naty morrendo no braço que tapava aquela boca sensual que ela tem. Uma vez que passou a cabeça, e parte do tronco, ele começou a se mover mais forte, enquanto com uma das mãos tocava sua buceta, e o clitóris. Na hora Naty goza, e Gus aguentou mais alguns minutos e mandou outro leite no fundo de seus intestinos.
Depois ele me contou que fazia muito tempo que não comia uma gostosa da maneira que fez com a Naty, que começou sendo suave, mas depois o bruto de dentro saiu e ele destruiu a raba dela, e o leite que ele gozou foi incrível. Bom, aí terminou tudo, eles se recuperaram, se beijaram apaixonadamente de novo, e Gus disse que ia se limpar no banheiro de cima, que ela ficasse um pouco naquele banheiro, se higienizasse, arrumasse um pouco o banheiro, para não deixar rastros e depois saísse.
O resto dos dias O que restava das férias, as coisas continuaram normalmente, nunca mais conseguiram transar, só uns amassos e dois boquetes bem rápidos da Naty no Gustavo nos poucos momentos em que estavam sozinhos. A questão é que foram acumulando tesão, e já aqui em Buenos Aires se encontraram de novo e foram a um hotel onde, segundo Gus, se mataram de tanto transar uma tarde inteira. Três gozadas ele deu: uma na buceta, outra no cuzinho apertado, e na boca e carinha foi a última.
O detalhe é que o Gustavo me conta isso porque não sabe o que fazer. Ele e a Ornella tinham decidido, e de fato fizeram, voltar a morar juntos e apostar de novo em formar uma família. Ele me disse que percebe que essa coisa com a Naty é só tesão acumulado. Eu me ofereci para ele me passar o número da Naty e eu transar com ela por ele, assim talvez ela para de encher o saco do Gus, mas o muito filho da puta me expulsou correndo hahahahaha.
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