Passaram-se vários meses do nosso primeiro ménage com Eduardo; o qual descrevi em:http://www.poringa.net/posts/relatos/3374645/Amigos-de-juventud.html
Ainda lembro como o pau dele encaixava bem em mim.
Na verdade, acho que, pra buceta, tem um pau perfeito; mas, todo o resto, é tão ou mais importante.
O que quero dizer com isso?
Meu marido tem um pau normal; mas ele sabe como me manipular e tirar de mim o erotismo e a puta que, por conta própria, eu não teria coragem de mostrar.
Já Eduardo, tem uma personalidade simples e pouco atraente pra mim; não me surpreende que a mulher dele o mantenha só pra manter as aparências. Mas o pau dele tem o tamanho e o formato perfeito pra minha buceta; é o homem que mais me fez gozar na vida.
Voltando a essa história:
Edy ligava quase toda semana, perguntando pro meu marido quando a gente ia repetir, mas eu sempre recusava. Já tinham me dito um monte de putaria, queriam me transformar na vadia deles.
A Semana Santa passada tava chegando; e meu marido voltou com tudo nas propostas dele.
Lili: cê tá afim de passar o feriadão em algum lugar pra gente transar de novo os três?
Com o passar dos dias, a proposta não saía da minha cabeça; e eu me molhava toda, lembrando do que rolou naquela noite de ménage, já fazia uns meses.
Até que um dia, enquanto a gente transava, meu marido me comendo quase com violência, e enfiando e tirando o dildo na minha bunda, ele me dizia:
Dale. Imagina nós três, numa cabana, nessa época, fodendo quando quiser, e com quem quiser.
Não me custou sonhar com isso, e perguntei pra ela:
Pra onde a gente iria?
Imediatamente ela me respondeu:
Na praia, numa casinha, no bosque, perto da praia.
Inocentemente perguntei:
E Eduardo, o que ele diz?
Meu marido caiu na risada, exclamando:
Tá desesperado. Me disse que não conseguiu comer ninguém, e que não vai conseguir, se não for com você.
Eu também achei graça; de repente, sou surpreendida por um orgasmo tremendo, e sinto ele me inundando com o leite dele.
Exaustos, ela me pergunta de novo:
O que você tá dizendo?
Ok.
Respondo sim, mais.
Combinamos de ir num veículo só; então, usamos a caminhonete do Eduardo, que era bem espaçosa.
Quando a gente se encontrou, eu tava tão nervosa, igual da primeira vez; fazia meses que não nos víamos; dava pra sentir a tensão entre os três. Naquela vez, o álcool tinha ajudado; mas, dessa vez, a gente tava bem sóbrio. A gente se cumprimentou fraternalmente, como os amigos que éramos; e carregamos o carro com as mochilas.
Em poucas horas, estávamos na estrada, rumo ao nosso refúgio.
A gente conversava sobre qualquer besteira, sem importância. Até que Eduardo começou a lembrar do que rolou naquela noite. Mas o papo era só entre eles, eu preferia não entrar nessa.
Pouco depois, Eduardo me perguntou se eu lembrava do que tinha prometido. Olhei pra ele com cara de estranha e falei:
— O quê? Não lembro de ter prometido nada.
Ele sorriu e me esclareceu:
Lembra aí. Eu te perguntei se você faria qualquer coisa pra ficar entre as nossas duas picas de novo. E você respondeu que sim.
Fiquei em silêncio, mas algo me vinha à mente; mesmo assim, neguei e voltei ao silêncio.
Então Eduardo se virou pro meu marido e perguntou:
O que a gente pode pedir pra ela hoje à noite?
Ele responde, como se já tivesse tudo planejado:
Já que o sol tá se escondendo e ainda falta meia hora de viagem, me veio à mente que, enquanto isso, eu poderia apresentar seus dois brinquedinhos; já que você parece não lembrar de nada. Kkkkk.
E termina sentenciando:
Assim que a gente se instalar na cabana, a gente pede o jantar pelo telefone; aí, a gente dá tempo pra Lili se arrumar igual naquela noite. O que você acha?
Eduardo, todo animado e esfregando as mãos, exclamou:
Sim. Ela tava gostosa naquela noite; e assim, talvez, ajude ela a recuperar a memória. Kkkk
Eu continuei em silêncio, vendo como me levavam na brincadeira.
Meu marido continuou:
Depois do jantar, na sobremesa, a gente pode pedir pra ela dançar, e depois mostrar como ela se masturba.
Eduardo pulou no banco e quase bateu a cabeça no teto.
Eu olhei pro meu marido, rosnando:
O quê? Vão ficar tirando sarro de mim o fim de semana inteiro?
Ele me olhou fixo nos olhos e disse, quase sussurrando:
Você vai ser nossa putinha, e te garanto que vai se divertir pra caralho, como a gente tinha combinado.
Agora, você poderia cumprir com a primeira instrução.
Eduardo, por respeito e por sorte, calou a boca; acendendo os faróis baixos da caminhonete; já que a noite tinha caído.
Eu resmungando, sinto meu marido pegar minha mão e levar pra cima da braguilha dele; ali, lembrei da primeira besteira que tinham dito e combinado. Daí, comecei a acariciar ele, pra não discutir, e não queria estragar a viagem.
Eduardo olhava de canto de olho, acho que esperando a vez dele; então, apoiei minha outra mão na braguilha dele. Acariciava devagar, pra não atrapalhar a direção. Sentia como estavam duras; claramente, estavam me imaginando fazendo umas putarias pra ficar assim.
Meu marido me ordena, sussurrando no meu ouvido:
Mete a mão aqui.
Quando senti o braço dele, que tinha passado por cima do meu ombro, se ajustar pra acariciar o peito do lado oposto, comecei a descer o zíper da calça jeans dele. Aí, meti a mão e agarrei com todos os dedos o pau dele, que tava quente e pulsando. Guiei e tirei do esconderijo, vendo como a cabeça brilhava, mesmo com a noite escura. Comecei a masturbar ele devagar.
O mesmo fiz com Eduardo; só que quase não conseguia envolvê-lo com os dedos, e precisei de mais de uma manobra pra conseguir tirar a pica dele pela braguilha.
Vejo pelo para-brisa que a gente passa embaixo da placa de boas-vindas à cidade, e automaticamente, eu soltei eles.
Meu marido exclamou:
Não nos deixe assim, por favor. Um boquete, please. Ou vamos sair da cidade de novo? Kkkkk.
Olhei pra todo lado, e realmente não tinha ninguém na rua, parecia uma cidade fantasma; então, me abaixei sobre meu marido e comecei a chupar ele. Em poucos minutos, ele gozou, e eu engoli tudo; me levantei e olhei pro Eduardo, que com o olhar parecia estar implorando; então, me inclinei sobre ele e comecei a mamar. Senti que ele estacionou e desligou o motor; depois, apoiou as duas mãos na minha cabeça, me puxou pelo cabelo e começou a meter na minha boca no ritmo dele. Um jato quente bateu no céu da minha boca. Quando me endireitei, os dois me beijaram na boca.
Descemos da caminhonete e vejo que a cabana era dos sonhos; ao fundo, dava pra ouvir as ondas quebrando; a casa estava enterrada no meio do mato. Com certeza, esses filhos da puta escolheram esse lugar pra fazer de tudo sem ninguém desconfiar.
Arrumamos a pouca coisa que trouxemos, e escuto meu marido pedindo o jantar pelo celular.
Eu gritei:
Bom, vou tomar um banho e me preparar pra cumprir suas ordens.
Rimos os três, e terminamos com uma cerveja que tinha acabado de abrir, pra matar a sede.
O banheiro e o único quarto ficavam no andar de cima, numa espécie de mezanino; a cama, com certeza, era king size, eu achava ela enorme; então, imaginei que dormiríamos os três juntos. Só de pensar nisso, me molhei toda.
Depois do banho, vesti a mesma calcinha e o mesmo vestido que usei no nosso primeiro e único menage. Me maquiei e passei perfume. Quando tava descendo, lembrei de uma das regras e tive que voltar pra pegar o vibrador.
Eles já tinham posto a mesa e estavam se despedindo do entregador, quando eu descia as escadas. Aí, perguntei:
O que você pediu pra jantar, meu amor?
Mas não me responderam; os dois estavam parados feito bobos, de boca aberta. Os dois estenderam as mãos e me puxaram pra perto da mesa. Eu sentia que tinha passado de escrava a rainha.
Batemos papo e bebemos alegremente, com uma música boa de fundo.
Quando terminamos de jantar, perguntei se queriam que eu fizesse café; mas me responderam que não tinha, que amanhã precisava fazer compras, porque os armários estavam vazios.
Brindamos com o que sobrou do vinho, e eles se levantaram pra se acomodar no sofá.
Eu fui até o som pra trocar a música de fundo por algo mais animado. De costas pra eles, comecei a rebolar no ritmo de um reggaeton; virei e olhei pra eles, achando que tava dando um showzão, pela cara que eles fizeram.
Quando me senti um pouco cansada do movimento serpenteante, abaixei o zíper do meu vestido, deixando ele cair no chão, ficando pelada na frente deles, só de meia arrastão preta e salto alto; peguei o vibrador e fui até a única poltrona livre, que tava de frente pro sofá.
Sentei e cruzei uma das pernas, passando a mão na meia, fazendo brincadeirinhas com os dedos na liga; depois, apoiei o pé na borda do sofá e abri a outra perna, de um jeito que eles pudessem ver bem a minha buceta depilada.
Depois de abrir e fechar minhas pernas algumas vezes, e verificar a dureza dos meus bicos, peguei o vibrador e comecei a brincar com ele por toda a zona erógena.
Com o aumento do tesão, meus gemidos começaram a sair, e eu vi eles se tocando no volume; decidi fechar os olhos para me dar prazer, igual fazia em casa às vezes.
Pouco depois, com o vibrador meio enfiado, eu arrancava o primeiro orgasmo do dia.
Quando recuperei o fôlego normal, vi que meu marido e Eduardo estavam me segurando pelas mãos e me ajudando a levantar. Me abraçaram, me beijaram e os dois ficaram acariciando minha buceta.
Depois, um de cada lado, como se estivessem me vigiando, me guiavam e ajudavam a subir as escadas.
Quando chegamos no andar de cima, me sentaram na beira da cama. Eles se pelaram e eu não conseguia desviar o olhar dos paus duros deles.
De cada lado da cama, eles me pegaram pelas axilas e braços, e me puxaram pra cima, na cama. E se deitaram de cada lado; na hora, olhando pro teto, peguei os membros deles, com cada mão, e comecei a acariciar; sentia eles pulsando.
Eduardo se deitou de lado e me pegou pelo ombro, pra eu virar na direção dele. Sem soltar, senti o pau dele roçando minha pélvis; sem esperar, encaixei na entrada da minha buceta. Automaticamente, ele empurrou, e a cabeça grossa entrou, arrancando um suspiro de mim.
Lá no fundo, eu me recriminava por ter esperado tantos meses pra sentir aquilo de novo.
Meu marido também se vira de lado; e eu, sem soltá-lo, sentindo que o pau dele roçava na minha bunda, encaixo ele na porta do meu cu. Ele empurra e também introduz a cabeça.
Naquele momento, lembrei que da última vez, não tinha ido mais fundo, por causa da minha dor.
Eu digo pra vocês:
Deixem que eu pego vocês.
E comecei a me mover pra frente e pra trás; mais preocupada em sentir a pica do Eduardo me penetrando toda, do que a do meu marido; que eu duvidava que fosse mais fundo.
Assim, devagar, eu voltei a sentir como as paredes internas da minha buceta se apertavam no pau do Edy.
Com certeza, esses dois caras tinham me colocado no inferno, bem na Semana Santa.
Claro, o cansaço da viagem tava cobrando o preço; porque, quase meia hora depois, os três explodimos em gemidos e líquidos, sem conseguir agir com mais luxúria.
Não sei quem foi primeiro, mas a gente dormiu naquela posição. Eu, com os paus moles deles dentro de mim.
De madrugada, acordo com os movimentos do Eduardo, ele tava me comendo enquanto eu dormia. Beijo ele e sinto que acordamos meu marido; que, ainda meio grogue, no automático, tentava me comer com o pau mole.
Decido mudar de posição; viro e giro o corpo, oferecendo minha buceta pro Eduardo, mas por trás, e com minha boca, vou na virilha do meu marido, pra chupar ele.
Edy me comia rápido e fundo; enquanto isso, minha boca conseguia reviver a pica do meu marido.
Assim, ficamos um tempinho, e volto pra posição original, pra curtir uma nova dupla penetração.
Dessa vez durou mais tempo; eu tive três orgasmos, antes de sentir os jatos de porra dele.
De novo, eles caíram no sono; e eu, aproveitei pra ir no banheiro, me limpar.
O amanhecer nos acordou; a gente tinha esquecido de fechar as cortinas.
Como adolescentes, sorteamos os turnos do banho, e meu marido ganhou.
No chuveiro, dava pra ouvir ele cantando; enquanto isso, o Eduardo tava doido pra meter mais uma. Aí eu fiquei de quatro, pra ele fazer logo; porque ele não parava de me encher de cantada e falar que eu deixava ele duro o tempo todo.
Dessa vez, ele me comeu com muito carinho. Me fodeu tão gostoso que jurei não deixar passar tanto tempo pra sentir de novo; mais do que meu marido, parecia que essa situação o excitava mais do que a normalidade e a rotina do dia a dia.
Lá pelo meio da manhã, a gente tava andando pela cidade, procurando como se abastecer pro resto do dia. Num lugar que parecia um shopping, tinha um ponto de cerveja artesanal, e eles gritaram que, de noite, a gente passava lá pra umas canecas.
Caminhamos pela praia, os três de mãos dadas; às vezes, abraçados; em outros momentos, chutávamos as ondas na beira; parecendo aqueles adolescentes do bairro, que a gente tinha sido; mas, agora, nos beijávamos profundamente e pegávamos com prazer.
Almoçamos e tiramos uma soneca, típica de lugares tranquilos. A gente estava quase sozinho.
Chegou a noite, e como a gente tinha combinado de ir tomar uma cerveja; eu não sabia o que vestir; não queria chamar atenção na cidade; então, consultei meu marido, e como sempre, ele me deu uma boa recomendação.
Vesti um conjunto jeans, saia e jaqueta, com uma camisa branca; tinha pensado em não usar calcinha; então, coloquei umas meias de lã can can pretas, pra não morrer de frio, e continuar gostosa pros meus dois homens.
Partimos na caminhonete, rumo ao bar.
Lá a gente dançou e tomou uma porrada de cerveja; dava pra dizer que, lá pela meia-noite, a gente já tava quase bêbada.
Sem eu perceber, uns caras do bar já tinham notado que eu tava beijando meu marido e o Eduardo, sem fazer distinção; então, ficaram me encarando bem de perto.
No meio da bagunça, meu marido diz, quase gritando, por causa do volume da música:
Bom, acho que já é hora de ir pro nosso ninho.
Eu e Eduardo balançamos a cabeça, pra não gritar, mesmo com a gente se divertindo pra caralho.
Edy, sussurra no meu ouvido:
Bom, agora você vai ter que cumprir o combinado, se quiser ação, essa noite.
Eu pergunto qual era, porque não lembrava de nada, das besteiras que elas inventavam. Aí, meu marido, sussurra no meu ouvido:
Lili, você tem que chupar a pica de um estranho.
Eu pulo assustada e grito pra eles:
Quê! Vocês ficaram malucos?
Eduardo acrescenta:
Te lembro que você tava se divertindo tanto que respondeu que sim pra tudo.
Crucei os braços, com cara de brava, fiquei em silêncio; quando meu marido chegou perto da minha orelha pra me dizer:
Temos um aqui na mira que não tirou os olhos de você a noite toda. Quer que eu chame ele?
Eu implorando pra ela, respondo:
Por favor, vamos embora e esqueçam essas merdas que eu posso ter dito. Percebi que alguns estavam nos observando; mas, não sei de quem vocês tão falando. Por favor, não. Esquece isso.
Meu marido insiste, e me diz:
Deixe-se levar pela sacanagem, a gente te acompanha, e vamos ver como você chupa ela. Vamos propor pra ela, pra fazer no banheiro.
Imploro de novo:
Por favor, não. O banheiro é nojento pra caralho.
Meu marido me pergunta:
Onde? Então. Onde você se sentiria mais à vontade pra fazer isso?
Eu, quase chorando, respondo pra ela:
Na caminhonete do Eduardo?
Ele disse "Ok", e Eduardo me abraçou, colocou a jaqueta em mim e, sem me soltar, me levou até a saída; enquanto isso, meu marido foi atrás do estranho.
Lá fora, Eduardo tentava me acalmar; porque eu sentia que estava tremendo.
Aproveita, Lili. Tu é uma mulher foda, que curte sexo sem igual; mesmo que te surpreenda agora, quando lembrar, vai ficar com tesão de novo. Quero que você aproveite essa chupada; eu, sem dúvida nenhuma, vou adorar te ver; e mais ainda, quando depois, com seu marido, te comermos até te deixar exausta.
Chegamos na caminhonete, e Eduardo abriu a porta do carona, me colocando no banco de trás; ele me acariciava e dava beijinhos ternos na testa e nas bochechas. Lá longe, eu via meu marido se aproximando com um cara qualquer. Baixei os olhos, de vergonha e impotência.
A porta ficou aberta, e mesmo olhando pra baixo, vi que, do lado, em pé, tinha alguém com botas de couro e jeans; que tava me cumprimentando; mas eu não escutava, tava paralisada.
Do outro lado do vidro, que já estava abaixado, ouvi a voz distante do meu marido:
Vamos, Lili. Faz com esse homem o que você sabe fazer tão bem.
Não entendi como nem de onde tirei forças, mas levantei minhas mãos na direção do cinto daquele homem. Sem erguer o olhar, desabotoei o cinto e o botão de cima, com dificuldade; depois, com a ponta dos dedos de uma das mãos, puxei o zíper para baixo. Ao longe, dava pra ouvir a música do bar. Com a outra mão, toquei o pau já duro dele; mas, por nervosismo, não consegui puxar pra fora. Então, com as duas mãos e a ajuda daquele estranho, baixei a calça e a cueca dele, até que o pinto dele se soltasse.
Sem alternativa, tive que levantar o olhar pra cintura dele, e descobri que Eduardo tava do lado do cara, e que meu marido tava atrás, do outro lado da caminhonete.
O cara tentava me animar, acariciando meus peitos por cima da camisa; eles reagiram, porque eu não tava de sutiã. Além disso, com o olhar pra baixo, percebi que a mão do Eduardo subia pela minha coxa, tentando passar por baixo da saia jeans pra chegar na minha buceta. Aos poucos, ele conseguiu e começou a acariciar meus lábios vaginais; que também reagiram, porque as meias de lã era a única coisa separando os dedos dele da minha xota.
Tomando uma lufada de ar, levei aquele pau até minha boca e comecei a chupá-lo, tentando fazer o melhor possível.
As carícias estavam fazendo efeito, e aos poucos, eu melhorava meu boquete; até que, levantei o olhar, observando o prazer daquele homem; isso me animou, e eu fiz ainda melhor. Ele já tinha passado a mão por baixo da camisa e esfregava meus peitos com força. Por sua vez, Eduardo tinha conseguido enfiar o dedo indicador em mim e me estimulava com força.
Quando ele gozou na minha boca, aí eu entendi que eu tava chupando com gosto.
O homem simplesmente se acomodou, acariciou meu rosto e me disse:
Você é gostosa demais! Valeu, rapaziada. Que doidos vocês são! Aproveitem ela.
Dei meia-volta e vi que ele voltava pro bar. Abotoei a camisa e senti que meu marido e o Eduardo queriam continuar me acariciando, passar a mão; e talvez, até me comer, ali mesmo. Separei eles e gritei:
Chega. Podemos ir pra cabana?
Pararam na hora, e feito raios, subiram, e a gente voltou. Por sorte, ninguém falou nada.
Ao chegar, meu marido, assim que entramos, pega na minha bunda e sussurra:
Você é a melhor coisa que já me aconteceu na vida.
Por trás, Eduardo tira minha jaqueta, me pega pelo braço e diz:
Adoro que você seja tão obediente. Agora, vamos te premiar.
Ele aperta meus peitos, quase arrancando os botões da camisa, e continua me levando até o sofá. Lá, meu marido, quase desesperado, levanta minha saia e puxa minhas meias pra baixo, enfiando a cara na minha bunda e esticando a língua até chegar na buceta.
Eduardo se despe, o mais rápido que consegue, e eu vejo o pau dele pulando, igual um trampolim. Ele sobe no sofá e quer enfiar na minha boca, me dizendo:
Faz o mesmo comigo, o que você fez com aquele cara.
Eu olho fixo nos olhos dele; mas, decido não responder, e começo a chupar ele, mesmo que não caiba na minha boca.
Meu marido também se despe, e sinto que ele tenta enfiar algo frio e babado no meu cu; mas não consigo me virar pra ver, porque ainda tava com a roupa pela metade, e a piroca do Eduardo na minha boca. Eu esqueço, mesmo sentindo.
Paro as ações, pra terminar de tirar a roupa, e aproveito pra perguntar:
O que você enfiou no meu cu?
Ele sussurra no meu ouvido:
É um dilatador de cu. Hoje vamos meter fundo. Você mereceu.
Eduardo tira a boca de mim e senta no sofá, me indicando pra eu montar nele.
Subo, de costas pro meu marido, e com a mão guio o pauzão do Edy pra dentro da minha buceta. Comecei a cavalgar, enquanto batia uma pro meu marido, e ele brincava com o dildo no meu cu, enfiando e tirando.
Pouco depois, ele sobe no sofá e coloca o pau dele perto da minha boca; então, eu monto no Eduardo, chupo a piroca do meu marido, indo e vindo; e, com a mão, controlo o brinquedo que tinha enfiado na minha buceta; já que, me dava prazer.
Assim, ficamos um bom tempo; até que no meio do sobe e desce, como fogos de artifício, começaram a jorrar os esguichos de porra; e eu, tinha perdido a conta dos meus orgasmos.
Estar com os dois me fazia tão feliz que quase nem lembrava do boquete no estacionamento do bar. Subimos os três as escadas pra continuar na cama.
Ali, eu me coloco na minha posição favorita, deitada do lado esquerdo; desse jeito, Eduardo também se deitava de lado, e aproveitando que ele tava duro, enfio ele pra dentro antes que inflame. Enquanto isso, meu marido brinca um pouco com o brinquedo no meu cu, e tira ele, pra substituir pela vara dele.
Já tava de novo, me mexendo pra frente e pra trás. Quando eu ia pra frente, sentia minha buceta abraçando o pau do Edy, como se nunca fosse soltar; quando voltava, sentia meu marido abrindo caminho na minha bunda; mas, dessa vez, batendo com a barriga dele nas minhas nádegas, e minhas entranhas sentiam o pau dele entrando até o fundo.
Depois de uma infinidade de orgasmos, sinto que me inundam de porra; e surpresa, eles não param, seus membros não precisam de recuperação, e quase de memória, continuo com meus movimentos; até que decidem me trocar de posição. Eduardo me indica para subir nele; então me ajoelho, me ajusto, e enfio de novo o pauzão dele. Meu marido se coloca atrás, e forçando minha nuca, me obriga a me esmagar sobre o Edy. Ele se acomoda, e enfia de novo no meu cu.
Agora, o vai e vem tá mais furioso; sinto as picas deles batendo uma na outra dentro de mim; penso que, dessa vez, vão me partir no meio.
Depois de um bom tempo, caímos de costas, exaustos.
Olhando pro teto, penso, ou melhor, me falo, dificilmente vou conseguir passar os dias que restam desse jeito.
Quando volto do banheiro, eles já estavam dormindo, do mesmo jeito que estavam, olhando pro teto; até o Eduardo, dava pra ouvir ele roncando; então, com todo cuidado, me enfio entre eles, sem acordar ninguém, ficando toda entregue pro Orfeu.
Sem saber que me acorda, observo a claridade do dia; mas, ainda não amanheceu; sinto que meu marido também acordou, e brincava suavemente com a ponta dos dedos sobre meus mamilos eretos. Nós sorrimos e nos beijamos.
Sussurrávamos, pra não acordar o Eduardo.
Ele me diz:
Tudo bem?
Eu concordo com a cabeça, e ele continua:
Imaginava todo esse prazer?
Sem saber o que responder, beijo ele fundo, pra ele não ter dúvidas.
Ao sentir que ele ficava duro de novo, decido bater uma pra ele e sussurro no ouvido:
Ainda não consigo. Me deixaram feita uma bosta.
Me beija, se deixa levar, e tenta planejar o resto do dia. Eu, quase sem ouvir, foco na punheta e finalizo:
Deixa rolar.
Solta um jatinho leve na minha barriga, a gente sorri, se beija, e assim, a gente dorme.
Lá pela metade da manhã, quase ao mesmo tempo, acordamos, sorteamos de novo a ordem do banho; e depois, tomamos café da manhã, já quase meio-dia.
Depois, saímos pra caminhar pela costa, misturando mata e praia.
Ainda lembro como o pau dele encaixava bem em mim.
Na verdade, acho que, pra buceta, tem um pau perfeito; mas, todo o resto, é tão ou mais importante.
O que quero dizer com isso?
Meu marido tem um pau normal; mas ele sabe como me manipular e tirar de mim o erotismo e a puta que, por conta própria, eu não teria coragem de mostrar.
Já Eduardo, tem uma personalidade simples e pouco atraente pra mim; não me surpreende que a mulher dele o mantenha só pra manter as aparências. Mas o pau dele tem o tamanho e o formato perfeito pra minha buceta; é o homem que mais me fez gozar na vida.
Voltando a essa história:
Edy ligava quase toda semana, perguntando pro meu marido quando a gente ia repetir, mas eu sempre recusava. Já tinham me dito um monte de putaria, queriam me transformar na vadia deles.
A Semana Santa passada tava chegando; e meu marido voltou com tudo nas propostas dele.
Lili: cê tá afim de passar o feriadão em algum lugar pra gente transar de novo os três?
Com o passar dos dias, a proposta não saía da minha cabeça; e eu me molhava toda, lembrando do que rolou naquela noite de ménage, já fazia uns meses.
Até que um dia, enquanto a gente transava, meu marido me comendo quase com violência, e enfiando e tirando o dildo na minha bunda, ele me dizia:
Dale. Imagina nós três, numa cabana, nessa época, fodendo quando quiser, e com quem quiser.
Não me custou sonhar com isso, e perguntei pra ela:
Pra onde a gente iria?
Imediatamente ela me respondeu:
Na praia, numa casinha, no bosque, perto da praia.
Inocentemente perguntei:
E Eduardo, o que ele diz?
Meu marido caiu na risada, exclamando:
Tá desesperado. Me disse que não conseguiu comer ninguém, e que não vai conseguir, se não for com você.
Eu também achei graça; de repente, sou surpreendida por um orgasmo tremendo, e sinto ele me inundando com o leite dele.
Exaustos, ela me pergunta de novo:
O que você tá dizendo?
Ok.
Respondo sim, mais.
Combinamos de ir num veículo só; então, usamos a caminhonete do Eduardo, que era bem espaçosa.
Quando a gente se encontrou, eu tava tão nervosa, igual da primeira vez; fazia meses que não nos víamos; dava pra sentir a tensão entre os três. Naquela vez, o álcool tinha ajudado; mas, dessa vez, a gente tava bem sóbrio. A gente se cumprimentou fraternalmente, como os amigos que éramos; e carregamos o carro com as mochilas.
Em poucas horas, estávamos na estrada, rumo ao nosso refúgio.
A gente conversava sobre qualquer besteira, sem importância. Até que Eduardo começou a lembrar do que rolou naquela noite. Mas o papo era só entre eles, eu preferia não entrar nessa.
Pouco depois, Eduardo me perguntou se eu lembrava do que tinha prometido. Olhei pra ele com cara de estranha e falei:
— O quê? Não lembro de ter prometido nada.
Ele sorriu e me esclareceu:
Lembra aí. Eu te perguntei se você faria qualquer coisa pra ficar entre as nossas duas picas de novo. E você respondeu que sim.
Fiquei em silêncio, mas algo me vinha à mente; mesmo assim, neguei e voltei ao silêncio.
Então Eduardo se virou pro meu marido e perguntou:
O que a gente pode pedir pra ela hoje à noite?
Ele responde, como se já tivesse tudo planejado:
Já que o sol tá se escondendo e ainda falta meia hora de viagem, me veio à mente que, enquanto isso, eu poderia apresentar seus dois brinquedinhos; já que você parece não lembrar de nada. Kkkkk.
E termina sentenciando:
Assim que a gente se instalar na cabana, a gente pede o jantar pelo telefone; aí, a gente dá tempo pra Lili se arrumar igual naquela noite. O que você acha?
Eduardo, todo animado e esfregando as mãos, exclamou:
Sim. Ela tava gostosa naquela noite; e assim, talvez, ajude ela a recuperar a memória. Kkkk
Eu continuei em silêncio, vendo como me levavam na brincadeira.
Meu marido continuou:
Depois do jantar, na sobremesa, a gente pode pedir pra ela dançar, e depois mostrar como ela se masturba.
Eduardo pulou no banco e quase bateu a cabeça no teto.
Eu olhei pro meu marido, rosnando:
O quê? Vão ficar tirando sarro de mim o fim de semana inteiro?
Ele me olhou fixo nos olhos e disse, quase sussurrando:
Você vai ser nossa putinha, e te garanto que vai se divertir pra caralho, como a gente tinha combinado.
Agora, você poderia cumprir com a primeira instrução.
Eduardo, por respeito e por sorte, calou a boca; acendendo os faróis baixos da caminhonete; já que a noite tinha caído.
Eu resmungando, sinto meu marido pegar minha mão e levar pra cima da braguilha dele; ali, lembrei da primeira besteira que tinham dito e combinado. Daí, comecei a acariciar ele, pra não discutir, e não queria estragar a viagem.
Eduardo olhava de canto de olho, acho que esperando a vez dele; então, apoiei minha outra mão na braguilha dele. Acariciava devagar, pra não atrapalhar a direção. Sentia como estavam duras; claramente, estavam me imaginando fazendo umas putarias pra ficar assim.
Meu marido me ordena, sussurrando no meu ouvido:
Mete a mão aqui.
Quando senti o braço dele, que tinha passado por cima do meu ombro, se ajustar pra acariciar o peito do lado oposto, comecei a descer o zíper da calça jeans dele. Aí, meti a mão e agarrei com todos os dedos o pau dele, que tava quente e pulsando. Guiei e tirei do esconderijo, vendo como a cabeça brilhava, mesmo com a noite escura. Comecei a masturbar ele devagar.
O mesmo fiz com Eduardo; só que quase não conseguia envolvê-lo com os dedos, e precisei de mais de uma manobra pra conseguir tirar a pica dele pela braguilha.
Vejo pelo para-brisa que a gente passa embaixo da placa de boas-vindas à cidade, e automaticamente, eu soltei eles.
Meu marido exclamou:
Não nos deixe assim, por favor. Um boquete, please. Ou vamos sair da cidade de novo? Kkkkk.
Olhei pra todo lado, e realmente não tinha ninguém na rua, parecia uma cidade fantasma; então, me abaixei sobre meu marido e comecei a chupar ele. Em poucos minutos, ele gozou, e eu engoli tudo; me levantei e olhei pro Eduardo, que com o olhar parecia estar implorando; então, me inclinei sobre ele e comecei a mamar. Senti que ele estacionou e desligou o motor; depois, apoiou as duas mãos na minha cabeça, me puxou pelo cabelo e começou a meter na minha boca no ritmo dele. Um jato quente bateu no céu da minha boca. Quando me endireitei, os dois me beijaram na boca.
Descemos da caminhonete e vejo que a cabana era dos sonhos; ao fundo, dava pra ouvir as ondas quebrando; a casa estava enterrada no meio do mato. Com certeza, esses filhos da puta escolheram esse lugar pra fazer de tudo sem ninguém desconfiar.
Arrumamos a pouca coisa que trouxemos, e escuto meu marido pedindo o jantar pelo celular.
Eu gritei:
Bom, vou tomar um banho e me preparar pra cumprir suas ordens.
Rimos os três, e terminamos com uma cerveja que tinha acabado de abrir, pra matar a sede.
O banheiro e o único quarto ficavam no andar de cima, numa espécie de mezanino; a cama, com certeza, era king size, eu achava ela enorme; então, imaginei que dormiríamos os três juntos. Só de pensar nisso, me molhei toda.
Depois do banho, vesti a mesma calcinha e o mesmo vestido que usei no nosso primeiro e único menage. Me maquiei e passei perfume. Quando tava descendo, lembrei de uma das regras e tive que voltar pra pegar o vibrador.
Eles já tinham posto a mesa e estavam se despedindo do entregador, quando eu descia as escadas. Aí, perguntei:
O que você pediu pra jantar, meu amor?
Mas não me responderam; os dois estavam parados feito bobos, de boca aberta. Os dois estenderam as mãos e me puxaram pra perto da mesa. Eu sentia que tinha passado de escrava a rainha.
Batemos papo e bebemos alegremente, com uma música boa de fundo.
Quando terminamos de jantar, perguntei se queriam que eu fizesse café; mas me responderam que não tinha, que amanhã precisava fazer compras, porque os armários estavam vazios.
Brindamos com o que sobrou do vinho, e eles se levantaram pra se acomodar no sofá.
Eu fui até o som pra trocar a música de fundo por algo mais animado. De costas pra eles, comecei a rebolar no ritmo de um reggaeton; virei e olhei pra eles, achando que tava dando um showzão, pela cara que eles fizeram.
Quando me senti um pouco cansada do movimento serpenteante, abaixei o zíper do meu vestido, deixando ele cair no chão, ficando pelada na frente deles, só de meia arrastão preta e salto alto; peguei o vibrador e fui até a única poltrona livre, que tava de frente pro sofá.
Sentei e cruzei uma das pernas, passando a mão na meia, fazendo brincadeirinhas com os dedos na liga; depois, apoiei o pé na borda do sofá e abri a outra perna, de um jeito que eles pudessem ver bem a minha buceta depilada.
Depois de abrir e fechar minhas pernas algumas vezes, e verificar a dureza dos meus bicos, peguei o vibrador e comecei a brincar com ele por toda a zona erógena.
Com o aumento do tesão, meus gemidos começaram a sair, e eu vi eles se tocando no volume; decidi fechar os olhos para me dar prazer, igual fazia em casa às vezes.
Pouco depois, com o vibrador meio enfiado, eu arrancava o primeiro orgasmo do dia.
Quando recuperei o fôlego normal, vi que meu marido e Eduardo estavam me segurando pelas mãos e me ajudando a levantar. Me abraçaram, me beijaram e os dois ficaram acariciando minha buceta.
Depois, um de cada lado, como se estivessem me vigiando, me guiavam e ajudavam a subir as escadas.
Quando chegamos no andar de cima, me sentaram na beira da cama. Eles se pelaram e eu não conseguia desviar o olhar dos paus duros deles.
De cada lado da cama, eles me pegaram pelas axilas e braços, e me puxaram pra cima, na cama. E se deitaram de cada lado; na hora, olhando pro teto, peguei os membros deles, com cada mão, e comecei a acariciar; sentia eles pulsando.
Eduardo se deitou de lado e me pegou pelo ombro, pra eu virar na direção dele. Sem soltar, senti o pau dele roçando minha pélvis; sem esperar, encaixei na entrada da minha buceta. Automaticamente, ele empurrou, e a cabeça grossa entrou, arrancando um suspiro de mim.
Lá no fundo, eu me recriminava por ter esperado tantos meses pra sentir aquilo de novo.
Meu marido também se vira de lado; e eu, sem soltá-lo, sentindo que o pau dele roçava na minha bunda, encaixo ele na porta do meu cu. Ele empurra e também introduz a cabeça.
Naquele momento, lembrei que da última vez, não tinha ido mais fundo, por causa da minha dor.
Eu digo pra vocês:
Deixem que eu pego vocês.
E comecei a me mover pra frente e pra trás; mais preocupada em sentir a pica do Eduardo me penetrando toda, do que a do meu marido; que eu duvidava que fosse mais fundo.
Assim, devagar, eu voltei a sentir como as paredes internas da minha buceta se apertavam no pau do Edy.
Com certeza, esses dois caras tinham me colocado no inferno, bem na Semana Santa.
Claro, o cansaço da viagem tava cobrando o preço; porque, quase meia hora depois, os três explodimos em gemidos e líquidos, sem conseguir agir com mais luxúria.
Não sei quem foi primeiro, mas a gente dormiu naquela posição. Eu, com os paus moles deles dentro de mim.
De madrugada, acordo com os movimentos do Eduardo, ele tava me comendo enquanto eu dormia. Beijo ele e sinto que acordamos meu marido; que, ainda meio grogue, no automático, tentava me comer com o pau mole.
Decido mudar de posição; viro e giro o corpo, oferecendo minha buceta pro Eduardo, mas por trás, e com minha boca, vou na virilha do meu marido, pra chupar ele.
Edy me comia rápido e fundo; enquanto isso, minha boca conseguia reviver a pica do meu marido.
Assim, ficamos um tempinho, e volto pra posição original, pra curtir uma nova dupla penetração.
Dessa vez durou mais tempo; eu tive três orgasmos, antes de sentir os jatos de porra dele.
De novo, eles caíram no sono; e eu, aproveitei pra ir no banheiro, me limpar.
O amanhecer nos acordou; a gente tinha esquecido de fechar as cortinas.
Como adolescentes, sorteamos os turnos do banho, e meu marido ganhou.
No chuveiro, dava pra ouvir ele cantando; enquanto isso, o Eduardo tava doido pra meter mais uma. Aí eu fiquei de quatro, pra ele fazer logo; porque ele não parava de me encher de cantada e falar que eu deixava ele duro o tempo todo.
Dessa vez, ele me comeu com muito carinho. Me fodeu tão gostoso que jurei não deixar passar tanto tempo pra sentir de novo; mais do que meu marido, parecia que essa situação o excitava mais do que a normalidade e a rotina do dia a dia.
Lá pelo meio da manhã, a gente tava andando pela cidade, procurando como se abastecer pro resto do dia. Num lugar que parecia um shopping, tinha um ponto de cerveja artesanal, e eles gritaram que, de noite, a gente passava lá pra umas canecas.
Caminhamos pela praia, os três de mãos dadas; às vezes, abraçados; em outros momentos, chutávamos as ondas na beira; parecendo aqueles adolescentes do bairro, que a gente tinha sido; mas, agora, nos beijávamos profundamente e pegávamos com prazer.
Almoçamos e tiramos uma soneca, típica de lugares tranquilos. A gente estava quase sozinho.
Chegou a noite, e como a gente tinha combinado de ir tomar uma cerveja; eu não sabia o que vestir; não queria chamar atenção na cidade; então, consultei meu marido, e como sempre, ele me deu uma boa recomendação.
Vesti um conjunto jeans, saia e jaqueta, com uma camisa branca; tinha pensado em não usar calcinha; então, coloquei umas meias de lã can can pretas, pra não morrer de frio, e continuar gostosa pros meus dois homens.
Partimos na caminhonete, rumo ao bar.
Lá a gente dançou e tomou uma porrada de cerveja; dava pra dizer que, lá pela meia-noite, a gente já tava quase bêbada.
Sem eu perceber, uns caras do bar já tinham notado que eu tava beijando meu marido e o Eduardo, sem fazer distinção; então, ficaram me encarando bem de perto.
No meio da bagunça, meu marido diz, quase gritando, por causa do volume da música:
Bom, acho que já é hora de ir pro nosso ninho.
Eu e Eduardo balançamos a cabeça, pra não gritar, mesmo com a gente se divertindo pra caralho.
Edy, sussurra no meu ouvido:
Bom, agora você vai ter que cumprir o combinado, se quiser ação, essa noite.
Eu pergunto qual era, porque não lembrava de nada, das besteiras que elas inventavam. Aí, meu marido, sussurra no meu ouvido:
Lili, você tem que chupar a pica de um estranho.
Eu pulo assustada e grito pra eles:
Quê! Vocês ficaram malucos?
Eduardo acrescenta:
Te lembro que você tava se divertindo tanto que respondeu que sim pra tudo.
Crucei os braços, com cara de brava, fiquei em silêncio; quando meu marido chegou perto da minha orelha pra me dizer:
Temos um aqui na mira que não tirou os olhos de você a noite toda. Quer que eu chame ele?
Eu implorando pra ela, respondo:
Por favor, vamos embora e esqueçam essas merdas que eu posso ter dito. Percebi que alguns estavam nos observando; mas, não sei de quem vocês tão falando. Por favor, não. Esquece isso.
Meu marido insiste, e me diz:
Deixe-se levar pela sacanagem, a gente te acompanha, e vamos ver como você chupa ela. Vamos propor pra ela, pra fazer no banheiro.
Imploro de novo:
Por favor, não. O banheiro é nojento pra caralho.
Meu marido me pergunta:
Onde? Então. Onde você se sentiria mais à vontade pra fazer isso?
Eu, quase chorando, respondo pra ela:
Na caminhonete do Eduardo?
Ele disse "Ok", e Eduardo me abraçou, colocou a jaqueta em mim e, sem me soltar, me levou até a saída; enquanto isso, meu marido foi atrás do estranho.
Lá fora, Eduardo tentava me acalmar; porque eu sentia que estava tremendo.
Aproveita, Lili. Tu é uma mulher foda, que curte sexo sem igual; mesmo que te surpreenda agora, quando lembrar, vai ficar com tesão de novo. Quero que você aproveite essa chupada; eu, sem dúvida nenhuma, vou adorar te ver; e mais ainda, quando depois, com seu marido, te comermos até te deixar exausta.
Chegamos na caminhonete, e Eduardo abriu a porta do carona, me colocando no banco de trás; ele me acariciava e dava beijinhos ternos na testa e nas bochechas. Lá longe, eu via meu marido se aproximando com um cara qualquer. Baixei os olhos, de vergonha e impotência.
A porta ficou aberta, e mesmo olhando pra baixo, vi que, do lado, em pé, tinha alguém com botas de couro e jeans; que tava me cumprimentando; mas eu não escutava, tava paralisada.
Do outro lado do vidro, que já estava abaixado, ouvi a voz distante do meu marido:
Vamos, Lili. Faz com esse homem o que você sabe fazer tão bem.
Não entendi como nem de onde tirei forças, mas levantei minhas mãos na direção do cinto daquele homem. Sem erguer o olhar, desabotoei o cinto e o botão de cima, com dificuldade; depois, com a ponta dos dedos de uma das mãos, puxei o zíper para baixo. Ao longe, dava pra ouvir a música do bar. Com a outra mão, toquei o pau já duro dele; mas, por nervosismo, não consegui puxar pra fora. Então, com as duas mãos e a ajuda daquele estranho, baixei a calça e a cueca dele, até que o pinto dele se soltasse.
Sem alternativa, tive que levantar o olhar pra cintura dele, e descobri que Eduardo tava do lado do cara, e que meu marido tava atrás, do outro lado da caminhonete.
O cara tentava me animar, acariciando meus peitos por cima da camisa; eles reagiram, porque eu não tava de sutiã. Além disso, com o olhar pra baixo, percebi que a mão do Eduardo subia pela minha coxa, tentando passar por baixo da saia jeans pra chegar na minha buceta. Aos poucos, ele conseguiu e começou a acariciar meus lábios vaginais; que também reagiram, porque as meias de lã era a única coisa separando os dedos dele da minha xota.
Tomando uma lufada de ar, levei aquele pau até minha boca e comecei a chupá-lo, tentando fazer o melhor possível.
As carícias estavam fazendo efeito, e aos poucos, eu melhorava meu boquete; até que, levantei o olhar, observando o prazer daquele homem; isso me animou, e eu fiz ainda melhor. Ele já tinha passado a mão por baixo da camisa e esfregava meus peitos com força. Por sua vez, Eduardo tinha conseguido enfiar o dedo indicador em mim e me estimulava com força.
Quando ele gozou na minha boca, aí eu entendi que eu tava chupando com gosto.
O homem simplesmente se acomodou, acariciou meu rosto e me disse:
Você é gostosa demais! Valeu, rapaziada. Que doidos vocês são! Aproveitem ela.
Dei meia-volta e vi que ele voltava pro bar. Abotoei a camisa e senti que meu marido e o Eduardo queriam continuar me acariciando, passar a mão; e talvez, até me comer, ali mesmo. Separei eles e gritei:
Chega. Podemos ir pra cabana?
Pararam na hora, e feito raios, subiram, e a gente voltou. Por sorte, ninguém falou nada.
Ao chegar, meu marido, assim que entramos, pega na minha bunda e sussurra:
Você é a melhor coisa que já me aconteceu na vida.
Por trás, Eduardo tira minha jaqueta, me pega pelo braço e diz:
Adoro que você seja tão obediente. Agora, vamos te premiar.
Ele aperta meus peitos, quase arrancando os botões da camisa, e continua me levando até o sofá. Lá, meu marido, quase desesperado, levanta minha saia e puxa minhas meias pra baixo, enfiando a cara na minha bunda e esticando a língua até chegar na buceta.
Eduardo se despe, o mais rápido que consegue, e eu vejo o pau dele pulando, igual um trampolim. Ele sobe no sofá e quer enfiar na minha boca, me dizendo:
Faz o mesmo comigo, o que você fez com aquele cara.
Eu olho fixo nos olhos dele; mas, decido não responder, e começo a chupar ele, mesmo que não caiba na minha boca.
Meu marido também se despe, e sinto que ele tenta enfiar algo frio e babado no meu cu; mas não consigo me virar pra ver, porque ainda tava com a roupa pela metade, e a piroca do Eduardo na minha boca. Eu esqueço, mesmo sentindo.
Paro as ações, pra terminar de tirar a roupa, e aproveito pra perguntar:
O que você enfiou no meu cu?
Ele sussurra no meu ouvido:
É um dilatador de cu. Hoje vamos meter fundo. Você mereceu.
Eduardo tira a boca de mim e senta no sofá, me indicando pra eu montar nele.
Subo, de costas pro meu marido, e com a mão guio o pauzão do Edy pra dentro da minha buceta. Comecei a cavalgar, enquanto batia uma pro meu marido, e ele brincava com o dildo no meu cu, enfiando e tirando.
Pouco depois, ele sobe no sofá e coloca o pau dele perto da minha boca; então, eu monto no Eduardo, chupo a piroca do meu marido, indo e vindo; e, com a mão, controlo o brinquedo que tinha enfiado na minha buceta; já que, me dava prazer.
Assim, ficamos um bom tempo; até que no meio do sobe e desce, como fogos de artifício, começaram a jorrar os esguichos de porra; e eu, tinha perdido a conta dos meus orgasmos.
Estar com os dois me fazia tão feliz que quase nem lembrava do boquete no estacionamento do bar. Subimos os três as escadas pra continuar na cama.
Ali, eu me coloco na minha posição favorita, deitada do lado esquerdo; desse jeito, Eduardo também se deitava de lado, e aproveitando que ele tava duro, enfio ele pra dentro antes que inflame. Enquanto isso, meu marido brinca um pouco com o brinquedo no meu cu, e tira ele, pra substituir pela vara dele.
Já tava de novo, me mexendo pra frente e pra trás. Quando eu ia pra frente, sentia minha buceta abraçando o pau do Edy, como se nunca fosse soltar; quando voltava, sentia meu marido abrindo caminho na minha bunda; mas, dessa vez, batendo com a barriga dele nas minhas nádegas, e minhas entranhas sentiam o pau dele entrando até o fundo.
Depois de uma infinidade de orgasmos, sinto que me inundam de porra; e surpresa, eles não param, seus membros não precisam de recuperação, e quase de memória, continuo com meus movimentos; até que decidem me trocar de posição. Eduardo me indica para subir nele; então me ajoelho, me ajusto, e enfio de novo o pauzão dele. Meu marido se coloca atrás, e forçando minha nuca, me obriga a me esmagar sobre o Edy. Ele se acomoda, e enfia de novo no meu cu.
Agora, o vai e vem tá mais furioso; sinto as picas deles batendo uma na outra dentro de mim; penso que, dessa vez, vão me partir no meio.
Depois de um bom tempo, caímos de costas, exaustos.
Olhando pro teto, penso, ou melhor, me falo, dificilmente vou conseguir passar os dias que restam desse jeito.
Quando volto do banheiro, eles já estavam dormindo, do mesmo jeito que estavam, olhando pro teto; até o Eduardo, dava pra ouvir ele roncando; então, com todo cuidado, me enfio entre eles, sem acordar ninguém, ficando toda entregue pro Orfeu.
Sem saber que me acorda, observo a claridade do dia; mas, ainda não amanheceu; sinto que meu marido também acordou, e brincava suavemente com a ponta dos dedos sobre meus mamilos eretos. Nós sorrimos e nos beijamos.
Sussurrávamos, pra não acordar o Eduardo.
Ele me diz:
Tudo bem?
Eu concordo com a cabeça, e ele continua:
Imaginava todo esse prazer?
Sem saber o que responder, beijo ele fundo, pra ele não ter dúvidas.
Ao sentir que ele ficava duro de novo, decido bater uma pra ele e sussurro no ouvido:
Ainda não consigo. Me deixaram feita uma bosta.
Me beija, se deixa levar, e tenta planejar o resto do dia. Eu, quase sem ouvir, foco na punheta e finalizo:
Deixa rolar.
Solta um jatinho leve na minha barriga, a gente sorri, se beija, e assim, a gente dorme.
Lá pela metade da manhã, quase ao mesmo tempo, acordamos, sorteamos de novo a ordem do banho; e depois, tomamos café da manhã, já quase meio-dia.
Depois, saímos pra caminhar pela costa, misturando mata e praia.
1 comentários - Semana Santa: Continuação de Amigos de Juventude