Depois que dom Marcos terminou de me encher de porra, enquanto meu marido tava bêbado no mesmo quarto, ele e um dos seguranças me ajudaram a levar meu esposo até o carro. Ele se despediu como se nada tivesse acontecido, mas aí completou: — Vou explicar pros outros o motivo da sua saída repentina, fica tranquila, Danielita, já já você terá tempo de conversar com as senhoras. Cuida bem do Carlinhos, que na segunda a gente espera ele cedinho no conselho. Ele se aproximou, me deu um beijo na bochecha e, ao mesmo tempo, deu um tapinha na minha bunda sem o segurança perceber. Os dias passaram, tentei apagar aquela cena da mente e comecei a curtir os novos benefícios financeiros e sociais de ser a esposa de um sócio de uma empresa tão prestigiada. Também aproveitei o meio em que agora circulava pra alavancar minha empresa de design. Tudo ia bem, criei um puta relacionamento com as esposas dos sócios, mas sempre evitando ao máximo trombar com eles. Tava tudo uma maravilha, meu marido e eu nos amávamos cada dia mais, ele continuava subindo na carreira e eu começava a ganhar mais fama e prestígio com meus designs. Já tinham passado dois meses do incidente quando, saindo da academia depois de uma rotina pesada, recebi uma ligação de um número desconhecido. Atendi pensando que podia ser uma nova cliente, mas qual não foi minha surpresa ao ouvir a voz de dom Ricardo.
—Oi, Daniela, é o Ricardo Andrade falando, o sócio do Carlos. Tomei a liberdade de te ligar primeiro porque quero te pedir desculpas pelo incidente tão constrangedor que te fiz passar na outra noite no clube. Eu normalmente não ajo daquele jeito e espero que você me deixe compensar pelo que aconteceu. A segunda coisa é que quero te convidar pra um projeto que estamos fazendo no consórcio pra reformular a imagem da companhia. Me diz o que você acha disso?
—Pô, Ricardo, beleza? Como é que cê tá? É meio complicado esquecer aquele momento tão sem graça, mas eu decidi limpar a barra e deixar isso pra trás. Quanto à sua proposta, não vejo como posso ajudar, minha área é design de moda.
—Fica tranquila, mulher, entendo que você tá na defensiva, e eu tô muito envergonhado pelo que rolou. Mas me deixa te mostrar quem eu sou de verdade. Sobre o projeto, seu marido vai te explicar hoje à noite do que se trata, foi ele quem me passou seu número.
—Tá bom, seu Ricardo, sendo assim, assim que meu marido me explicar, eu te dou uma resposta. Tenha um bom dia.
Não sei como criei coragem pra responder daquele jeito, mas tava morrendo de vergonha e nervoso só de ouvir a voz daquele cara. Cheguei em casa, tomei um banho e fiquei pensando na ligação daquele sujeito. Será que ele tava mesmo arrependido? Será que a bebida pregou uma peça nele, igual comigo? No fim, decidi esperar meu maridinho me explicar do que se tratava a proposta. A noite chegou junto com o Carlos, recebi ele como sempre, com todo meu amor, jantamos e ele começou a me explicar o rolê. A proposta era dar uma nova cara pra empresa no tipo de roupa das diferentes áreas, porque queriam ser vanguarda na imagem. Achei a proposta foda, tanto no lado financeiro quanto no profissional, e, aconselhada pelo meu marido, aceitei.
—Beleza, amor, tá ótimo, parece perfeito. Aceito.
—Excelente, amor, assim vou ficar um pouco mais perto de você, pelo menos. Por uns dias, amanhã mesmo a gente vai na empresa e resolve a papelada do contrato. Eu só posso te levar até o escritório do Ricardo e ficar com vocês um tempinho, porque a parte da assinatura é com o cara que tá cuidando desse projeto. Te amo, Daniela. — Eu te amo muito mais. No dia seguinte, a gente se organizou pra ir pro consórcio. Eu vesti uma camisa de botão branca e uma calça de linho, que ficava meio folgada, mas valorizava minha cintura e minha bunda. Coloquei um sutiã branco com uma calcinha fio dental da mesma cor. Mesmo estando um pouco nervosa, tentei não demonstrar e só pensei na proposta de trabalho e nas desculpas do seu Ricardo. Chegamos no consórcio, meu marido no carro dele e eu no meu. Ele me levou até os escritórios, me mostrou o dele — eram espetaculares —, me deu um tourzinho pela empresa e depois me levou pro escritório do sócio dele. Não quis entrar nos dos outros dois, com medo, então me desculpei, dizendo ao meu marido que queria fechar logo o negócio. Finalmente, entramos no escritório do seu Ricardo, e lá estava ele sentado na mesa dele, que era enorme, assim como o escritório, aliás muito bem decorado. — Bom dia, Ricardo, como você tá? Aqui te trouxe a futura designer de imagem. — E aí, Carlinhos, mas entra, entra. Danielinha, como você tem passado? — Muito bem, seu Ricardo, e o senhor? — Maravilha, mulher, maravilha. Mas sentem-se. Querem tomar alguma coisa? Na hora, ele chamou o secretário pelo interfone e pediu um café, e me perguntou o que eu queria. Por educação, pedi um chá. Carlos falou: — Ricardo, vim trazer a Dany, mas já vou. Você sabe que tenho que resolver a parada do hotel em Cartagena. Fica em boas mãos. Ele se despediu do senhor, depois de mim com um beijo, e foi embora. Na hora que ele saía, a secretária entrava com as bebidas. Eu sentei numa das cadeiras, enquanto seu Ricardo organizava uns papéis com a moça. Eles ficaram um tempinho. assim, e então começaram a me explicar do que se tratava o projeto, eu quanto mais ouvia, mais encantada ficava com meu futuro contrato. A secretária me passou uns documentos e um contrato, que me pediu pra ler antes de assinar, eu, por minha vez, me dispus a ler tudo. — Bom, Gabriela, vá e continue com seus afazeres, enquanto a Daniela termina de ler o contrato, por favor, que ninguém nos interrompa. — Claro, doutor. — Disse a moça enquanto se retirava. Eu terminei de ler tudo e achei muito adequado e justo. Então, procedi a assinar. — Muito bem, Danielita, tá tudo perfeito? — Tudo perfeito, seu Ricardo. — Excelente, fico muito feliz que você tenha decidido se juntar ao nosso projeto, por outro lado, e aproveitando que estamos a sós, quero de novo te pedir desculpas pelo que aconteceu da outra vez, isso nunca tinha acontecido comigo antes, por isso quero que aceite este pequeno presente e me permita resolver tudo. Eu só olhava pra ele, enquanto ele tirava de uma das gavetas da escrivaninha uma caixinha e me entregava, qual não foi minha surpresa quando, ao abri-la, aparecia um lindo colar de diamantes, que era maravilhoso. — Seu Ricardo, o senhor não precisava ter feito isso, receio que não vou poder aceitar, não seria bem visto aos olhos do Carlos. — Não, Danielita, não vou aceitar um não como resposta, olha, dá pra ver que você adorou, me diz o brilho nos seus olhos, além disso, é só dizer que você comprou e pronto. O que me diz? — Ha ha, tá bom, seu Ricardo, muito obrigada, é lindo. — Mas tem que ficar ainda mais lindo em você, mulher, me deixa colocar. Imediatamente ele se levantou da cadeira e veio até mim, pegou o colar, ficou atrás de mim, afastou meu cabelo pra um lado e passou as duas mãos com o colar pela minha frente, fechou o colar colocando as mãos suavemente no meu pescoço, se aproximou do meu ouvido e sussurrou. — Fica lindo em você, embora não se compare à sua beleza, hoje finalmente vou me redimir pelo que aconteceu na outra noite no clube, como te disse, nunca tinha acontecido algo igual com uma Mulher, é uma puta pena que naquela vez eu não tenha conseguido te penetrar como você merecia, mas é pra isso que a gente tá aqui hoje. É triste que eu tenha te deixado de bandeja pro Marcos, ele sim pôde se deliciar com você. Eu fiquei muda e fria, comecei a tremer enquanto ele passava as mãos no meu peito e começava a soltar o primeiro botão da minha blusa pra se apossar dos meus seios, por cima do sutiã. Instintivamente, eu me levantei e me afastei, e olhando pra ele, puta e confusa, falei: — Não tô entendendo do que o senhor tá falando, foi pra isso que me chamou? — Não se faz de sonsa, Daniela, eu sei muito bem como o velho Marcos te comeu na frente do seu marido bêbado e você adorou. Se você não sabia, no clube tem câmera em todo canto, quer ver o vídeo? — Vocês dois são uns porcos. — Calma, Danielita, só eu sei que o vídeo existe. — Maldito velho. Na hora, peguei minha bolsa e fui pra porta. — Você tem duas opções, mulher: uma é sair por essa porta, mas na mesma hora eu mando o vídeo pro seu marido e ele vai ver a puta com quem vive. A outra é que, já que você tá aí na porta, tranque ela, volte pra mim, tire sua blusa e sua calça na minha frente, depois se ajoelhe e me dê o melhor boquete que você já deu. Você decide. Eu abri a porta um pouco, mas as lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto. Parei um instante e, devagar, fechei a maldita porta de novo e tranquei. Voltei, joguei minha bolsa de lado e, sem dizer uma palavra, comecei a tirar a blusa, botão por botão. — Isso é melhor, Danielita. — Ele disse enquanto desafivelava a calça e deixava ela cair, depois tirava o paletó e a camisa, a cueca, e ficava totalmente pelado. Eu terminei de tirar a blusa, soltei meu cinto, desabotoei a calça, abaixei o zíper e, quando ia tirar a calça, ele mandou eu fazer de costas pra ele se deliciar com minha bunda. Me virei e fiz o que ele pediu, ficando só com minha calcinha fio-dental branca e meu sutiã. Senti ele se aproximar, colocar as mãos... Mãos nas minhas nádegas e me beijando o pescoço, me viro de novo, ele me olha de cima a baixo, depois coloca as mãos nos meus ombros e me faz inclinar. — Vai, mulher, faz o teu serviço, chupa ela. Engoli um pouco de saliva e olhei pro pau dele, era enorme e tava prestes a explodir. Ele me pegou pelo cabelo e me guiou até o pênis dele. — Vai, Danielita, abre essa boquinha e engole tudo, você vai gostar, vai, e quero que você me olhe enquanto chupa. Colocou o pauzão dele nos meus lábios, eu segurei com uma das mãos e, enquanto olhava pra ele com lágrimas nos olhos, abri a boca e enfiei devagar até a metade, depois comecei a passar a língua na cabeça dele e com a mão acariciar as bolas e parte do tronco do pau. Ele só fechou os olhos e começou a soltar uns gemidinhos de prazer. Eu, por mim, só queria que acabasse logo. Depois tirei da boca e desci até as bolas dele e chupei, subindo por todo o tronco e enfiando de novo na boca, lambia, brincava com ele, enquanto olhava pra ele. — Uffff, isso, isso, que gostoso você chupa, mulher, mmmm. Ele apertou a mão e me fez engolir quase o pau inteiro enquanto começava a mexer a pelve, metendo e tirando cada vez mais rápido, de repente senti ele soltar um gemido e derramar todo o esperma dele dentro da minha boca, eu tentei me afastar, mas ele não deixou com as mãos. — Ahhh sim, que gostoso, engole tudinho. Eu, cheia de nojo, não tive escolha a não ser engolir toda a porra dele. Depois que ele descarregou tudo na minha boca, me soltou, eu coloquei as mãos no chão e comecei a tossir, quase vomitando. — Por que você fez isso, desgraçado? — Ha ha ha, será que não gostou, Daniela? Ha ha ha. — Claro que não, qual é o seu problema? — Não se preocupa, mulher, ainda não terminamos. Levanta! Eu olhei pra ele com raiva e espanto, me levantei, dessa vez de cabeça baixa e limpando a boca. Ele se aproximou, pegou meu queixo, levantou minha cara e me levou até a escrivaninha dele, se afastou um pouco e me olhou de cima a baixo e disse. — Olha só que mulherão, como você chupa bem, é perfeita, que classe. você se ver assim de calcinha fio dental e sutiã já é o suficiente pra eu ficar duro de novo, agora você vai saber o que é um homem. Ele se aproximou de novo, o pau já estava crescendo, me deitou contra a escrivaninha, colocou as mãos nas minhas bochechas e tentou me beijar, eu não correspondi, algo que não importou pra ele, beijou meu pescoço, lambeu minha orelha enquanto com uma mão soltava o fecho do meu sutiã com sucesso. Ele tirou, me deixando só com o colar e a calcinha fio dental, e começou a chupar e massagear meus seios, lambia e mordia tão gostoso que fez eles ficarem durinhos. Eu fechei meus olhos e mordi meus lábios pra não soltar sons de prazer, ele se deliciava com minhas tetas, continuou me beijando e chupando e depois começou a descer pela minha barriga até chegar no meu umbigo, eu apoiei minhas mãos na mesa e inclinei minha cabeça pra trás, ele chegou na borda da minha calcinha, pegou as tirinhas dos lados com as mãos e foi descendo devagar até meus tornozelos, eu só levantei meus pés pra ele tirar. — Que coisa mais linda e bem cuidada, mulher! E olha só, você já tá toda molhadinha. Beijou minhas panturrilhas e subiu pelas minhas coxas, com as mãos foi abrindo minhas pernas, enquanto lambia minha virilha, pra depois cravar a língua na minha buceta, separando meus lábios com uma lambida que foi até meu clitóris, começou a chupar ele, até me fazer deitar sobre a escrivaninha, o que fez eu instintivamente abrir minhas pernas, e assim ele conseguiu enfiar a língua cada vez mais fundo, eu só suspirava. Eu já tava prestes a gozar e mexia minha cintura no ritmo das lambidas, ele tirou a língua da minha buceta, levou até meu umbigo, subiu pro meu estômago, beijou minhas tetas, apertou elas com as mãos, chupou meu pescoço e me beijou na boca, dessa vez eu correspondi. Depois enfiou um dos dedos na minha boca, e levou a outra mão até meu clitóris. Eu me inclinei um pouco pra ver o que ia acontecer e vi o pau dele totalmente duro perto da minha coisinha já bem lubrificada, olhei nos olhos dele esperando o Próximo passo. Ele me olhou, sorriu e me puxou pelos quadris para perto dele, eu só abri mais minhas pernas. Pegou o pau dele com uma das mãos e guiou até a entrada da minha buceta, começou a roçar meus lábios com a glande, colocou a outra mão num dos meus peitos e perguntou de forma provocante. — Quer que eu meta até o fundo, Danielita? Eu olhei pra ele cheia de tesão, peguei a mão que estava nos meus peitos pra me ajudar a sentar, enrolei minhas pernas na cintura dele, aproximei minha boca do ouvido dele e falei. — Óbvio que sim. Aí com uma das mãos peguei o pau dele e guiei devagar até a entrada da minha buceta, fiz ele ir entrando aos poucos, senti como o pau enorme dele abria caminho pelas minhas paredes vaginais, e a cada centímetro que avançava eu sentia a glória. — Ufff, sim, óbvio que sim, você é um maldito, Ricardo. Ele me deitou de novo na mesa, se inclinou sobre mim, me beijou enquanto tirava o pau e depois meteu de uma vez só, eu arranhei as costas dele com minhas unhas e gemia de prazer. — Ahhh, ahhh, sim, sim — Tá vendo do que você tava perdendo, sua putinha perfeita. As estocadas dele eram cada vez mais fortes, tanto que a mesa começou a se mover com a gente. Assim ficou por uns minutos, até ele me mandar ficar de quatro, eu me ajeitei com os pés no chão e os cotovelos na mesa, ele ficou atrás de mim, colocou as mãos nas minhas nádegas, massageou, eu levantei minha bundinha pra ele meter com facilidade. — Mamacita, essa raba merece uma estátua. Senti ele começar a beijar e abrir devagar com as duas mãos, deu uma linguada que me fez arrepiar, passou a língua da minha buceta até meu cu, depois senti ele se levantar, encaixar o tronco na minha buceta e meter de novo, dessa vez devagar e depois rápido, com as mãos apalpando meus peitos e apertando a cada estocada. — Mmmm, mmmm, mamacita, rabuda gostosa. Tudo ia na glória, verdade, eu tava de novo feita uma puta com outro dos sócios do meu marido. Mas a alegria acabou quando senti como O cara começou a tentar enfiar um dos dedos no meu cu, eu apertei instintivamente, porque nunca ninguém tinha metido nada lá, apesar do tesão que meu marido tinha nisso. Comecei a rebolar pra ele gozar na minha buceta enquanto eu gozava também, ele colocou a mão na minha cabeça, me apertou contra a mesa e enfiou o dedo na marra no meu rabo. — Aiii não, por favor, Ricardo, pelo cu não! — Vou arrebentar você, Danielita. E com uma das mãos me deu um tapa na bunda que doeu e deixou a marca dos dedos. Ele tirou o pau da minha buceta e tava tão louco pra meter no meu cu que, quando encostou na entrada do meu buraquinho, gozou jorrando porra. — Porra, sua puta, vê o que você causa com essa rabuda. Deixou minha bunda toda melada de porra e saiu meio puto. Eu aproveitei pra pegar minha roupa, me vestir e vazar daquele lugar.
Continua…
—Oi, Daniela, é o Ricardo Andrade falando, o sócio do Carlos. Tomei a liberdade de te ligar primeiro porque quero te pedir desculpas pelo incidente tão constrangedor que te fiz passar na outra noite no clube. Eu normalmente não ajo daquele jeito e espero que você me deixe compensar pelo que aconteceu. A segunda coisa é que quero te convidar pra um projeto que estamos fazendo no consórcio pra reformular a imagem da companhia. Me diz o que você acha disso? —Pô, Ricardo, beleza? Como é que cê tá? É meio complicado esquecer aquele momento tão sem graça, mas eu decidi limpar a barra e deixar isso pra trás. Quanto à sua proposta, não vejo como posso ajudar, minha área é design de moda.
—Fica tranquila, mulher, entendo que você tá na defensiva, e eu tô muito envergonhado pelo que rolou. Mas me deixa te mostrar quem eu sou de verdade. Sobre o projeto, seu marido vai te explicar hoje à noite do que se trata, foi ele quem me passou seu número.
—Tá bom, seu Ricardo, sendo assim, assim que meu marido me explicar, eu te dou uma resposta. Tenha um bom dia.
Não sei como criei coragem pra responder daquele jeito, mas tava morrendo de vergonha e nervoso só de ouvir a voz daquele cara. Cheguei em casa, tomei um banho e fiquei pensando na ligação daquele sujeito. Será que ele tava mesmo arrependido? Será que a bebida pregou uma peça nele, igual comigo? No fim, decidi esperar meu maridinho me explicar do que se tratava a proposta. A noite chegou junto com o Carlos, recebi ele como sempre, com todo meu amor, jantamos e ele começou a me explicar o rolê. A proposta era dar uma nova cara pra empresa no tipo de roupa das diferentes áreas, porque queriam ser vanguarda na imagem. Achei a proposta foda, tanto no lado financeiro quanto no profissional, e, aconselhada pelo meu marido, aceitei.
—Beleza, amor, tá ótimo, parece perfeito. Aceito.
—Excelente, amor, assim vou ficar um pouco mais perto de você, pelo menos. Por uns dias, amanhã mesmo a gente vai na empresa e resolve a papelada do contrato. Eu só posso te levar até o escritório do Ricardo e ficar com vocês um tempinho, porque a parte da assinatura é com o cara que tá cuidando desse projeto. Te amo, Daniela. — Eu te amo muito mais. No dia seguinte, a gente se organizou pra ir pro consórcio. Eu vesti uma camisa de botão branca e uma calça de linho, que ficava meio folgada, mas valorizava minha cintura e minha bunda. Coloquei um sutiã branco com uma calcinha fio dental da mesma cor. Mesmo estando um pouco nervosa, tentei não demonstrar e só pensei na proposta de trabalho e nas desculpas do seu Ricardo. Chegamos no consórcio, meu marido no carro dele e eu no meu. Ele me levou até os escritórios, me mostrou o dele — eram espetaculares —, me deu um tourzinho pela empresa e depois me levou pro escritório do sócio dele. Não quis entrar nos dos outros dois, com medo, então me desculpei, dizendo ao meu marido que queria fechar logo o negócio. Finalmente, entramos no escritório do seu Ricardo, e lá estava ele sentado na mesa dele, que era enorme, assim como o escritório, aliás muito bem decorado. — Bom dia, Ricardo, como você tá? Aqui te trouxe a futura designer de imagem. — E aí, Carlinhos, mas entra, entra. Danielinha, como você tem passado? — Muito bem, seu Ricardo, e o senhor? — Maravilha, mulher, maravilha. Mas sentem-se. Querem tomar alguma coisa? Na hora, ele chamou o secretário pelo interfone e pediu um café, e me perguntou o que eu queria. Por educação, pedi um chá. Carlos falou: — Ricardo, vim trazer a Dany, mas já vou. Você sabe que tenho que resolver a parada do hotel em Cartagena. Fica em boas mãos. Ele se despediu do senhor, depois de mim com um beijo, e foi embora. Na hora que ele saía, a secretária entrava com as bebidas. Eu sentei numa das cadeiras, enquanto seu Ricardo organizava uns papéis com a moça. Eles ficaram um tempinho. assim, e então começaram a me explicar do que se tratava o projeto, eu quanto mais ouvia, mais encantada ficava com meu futuro contrato. A secretária me passou uns documentos e um contrato, que me pediu pra ler antes de assinar, eu, por minha vez, me dispus a ler tudo. — Bom, Gabriela, vá e continue com seus afazeres, enquanto a Daniela termina de ler o contrato, por favor, que ninguém nos interrompa. — Claro, doutor. — Disse a moça enquanto se retirava. Eu terminei de ler tudo e achei muito adequado e justo. Então, procedi a assinar. — Muito bem, Danielita, tá tudo perfeito? — Tudo perfeito, seu Ricardo. — Excelente, fico muito feliz que você tenha decidido se juntar ao nosso projeto, por outro lado, e aproveitando que estamos a sós, quero de novo te pedir desculpas pelo que aconteceu da outra vez, isso nunca tinha acontecido comigo antes, por isso quero que aceite este pequeno presente e me permita resolver tudo. Eu só olhava pra ele, enquanto ele tirava de uma das gavetas da escrivaninha uma caixinha e me entregava, qual não foi minha surpresa quando, ao abri-la, aparecia um lindo colar de diamantes, que era maravilhoso. — Seu Ricardo, o senhor não precisava ter feito isso, receio que não vou poder aceitar, não seria bem visto aos olhos do Carlos. — Não, Danielita, não vou aceitar um não como resposta, olha, dá pra ver que você adorou, me diz o brilho nos seus olhos, além disso, é só dizer que você comprou e pronto. O que me diz? — Ha ha, tá bom, seu Ricardo, muito obrigada, é lindo. — Mas tem que ficar ainda mais lindo em você, mulher, me deixa colocar. Imediatamente ele se levantou da cadeira e veio até mim, pegou o colar, ficou atrás de mim, afastou meu cabelo pra um lado e passou as duas mãos com o colar pela minha frente, fechou o colar colocando as mãos suavemente no meu pescoço, se aproximou do meu ouvido e sussurrou. — Fica lindo em você, embora não se compare à sua beleza, hoje finalmente vou me redimir pelo que aconteceu na outra noite no clube, como te disse, nunca tinha acontecido algo igual com uma Mulher, é uma puta pena que naquela vez eu não tenha conseguido te penetrar como você merecia, mas é pra isso que a gente tá aqui hoje. É triste que eu tenha te deixado de bandeja pro Marcos, ele sim pôde se deliciar com você. Eu fiquei muda e fria, comecei a tremer enquanto ele passava as mãos no meu peito e começava a soltar o primeiro botão da minha blusa pra se apossar dos meus seios, por cima do sutiã. Instintivamente, eu me levantei e me afastei, e olhando pra ele, puta e confusa, falei: — Não tô entendendo do que o senhor tá falando, foi pra isso que me chamou? — Não se faz de sonsa, Daniela, eu sei muito bem como o velho Marcos te comeu na frente do seu marido bêbado e você adorou. Se você não sabia, no clube tem câmera em todo canto, quer ver o vídeo? — Vocês dois são uns porcos. — Calma, Danielita, só eu sei que o vídeo existe. — Maldito velho. Na hora, peguei minha bolsa e fui pra porta. — Você tem duas opções, mulher: uma é sair por essa porta, mas na mesma hora eu mando o vídeo pro seu marido e ele vai ver a puta com quem vive. A outra é que, já que você tá aí na porta, tranque ela, volte pra mim, tire sua blusa e sua calça na minha frente, depois se ajoelhe e me dê o melhor boquete que você já deu. Você decide. Eu abri a porta um pouco, mas as lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto. Parei um instante e, devagar, fechei a maldita porta de novo e tranquei. Voltei, joguei minha bolsa de lado e, sem dizer uma palavra, comecei a tirar a blusa, botão por botão. — Isso é melhor, Danielita. — Ele disse enquanto desafivelava a calça e deixava ela cair, depois tirava o paletó e a camisa, a cueca, e ficava totalmente pelado. Eu terminei de tirar a blusa, soltei meu cinto, desabotoei a calça, abaixei o zíper e, quando ia tirar a calça, ele mandou eu fazer de costas pra ele se deliciar com minha bunda. Me virei e fiz o que ele pediu, ficando só com minha calcinha fio-dental branca e meu sutiã. Senti ele se aproximar, colocar as mãos... Mãos nas minhas nádegas e me beijando o pescoço, me viro de novo, ele me olha de cima a baixo, depois coloca as mãos nos meus ombros e me faz inclinar. — Vai, mulher, faz o teu serviço, chupa ela. Engoli um pouco de saliva e olhei pro pau dele, era enorme e tava prestes a explodir. Ele me pegou pelo cabelo e me guiou até o pênis dele. — Vai, Danielita, abre essa boquinha e engole tudo, você vai gostar, vai, e quero que você me olhe enquanto chupa. Colocou o pauzão dele nos meus lábios, eu segurei com uma das mãos e, enquanto olhava pra ele com lágrimas nos olhos, abri a boca e enfiei devagar até a metade, depois comecei a passar a língua na cabeça dele e com a mão acariciar as bolas e parte do tronco do pau. Ele só fechou os olhos e começou a soltar uns gemidinhos de prazer. Eu, por mim, só queria que acabasse logo. Depois tirei da boca e desci até as bolas dele e chupei, subindo por todo o tronco e enfiando de novo na boca, lambia, brincava com ele, enquanto olhava pra ele. — Uffff, isso, isso, que gostoso você chupa, mulher, mmmm. Ele apertou a mão e me fez engolir quase o pau inteiro enquanto começava a mexer a pelve, metendo e tirando cada vez mais rápido, de repente senti ele soltar um gemido e derramar todo o esperma dele dentro da minha boca, eu tentei me afastar, mas ele não deixou com as mãos. — Ahhh sim, que gostoso, engole tudinho. Eu, cheia de nojo, não tive escolha a não ser engolir toda a porra dele. Depois que ele descarregou tudo na minha boca, me soltou, eu coloquei as mãos no chão e comecei a tossir, quase vomitando. — Por que você fez isso, desgraçado? — Ha ha ha, será que não gostou, Daniela? Ha ha ha. — Claro que não, qual é o seu problema? — Não se preocupa, mulher, ainda não terminamos. Levanta! Eu olhei pra ele com raiva e espanto, me levantei, dessa vez de cabeça baixa e limpando a boca. Ele se aproximou, pegou meu queixo, levantou minha cara e me levou até a escrivaninha dele, se afastou um pouco e me olhou de cima a baixo e disse. — Olha só que mulherão, como você chupa bem, é perfeita, que classe. você se ver assim de calcinha fio dental e sutiã já é o suficiente pra eu ficar duro de novo, agora você vai saber o que é um homem. Ele se aproximou de novo, o pau já estava crescendo, me deitou contra a escrivaninha, colocou as mãos nas minhas bochechas e tentou me beijar, eu não correspondi, algo que não importou pra ele, beijou meu pescoço, lambeu minha orelha enquanto com uma mão soltava o fecho do meu sutiã com sucesso. Ele tirou, me deixando só com o colar e a calcinha fio dental, e começou a chupar e massagear meus seios, lambia e mordia tão gostoso que fez eles ficarem durinhos. Eu fechei meus olhos e mordi meus lábios pra não soltar sons de prazer, ele se deliciava com minhas tetas, continuou me beijando e chupando e depois começou a descer pela minha barriga até chegar no meu umbigo, eu apoiei minhas mãos na mesa e inclinei minha cabeça pra trás, ele chegou na borda da minha calcinha, pegou as tirinhas dos lados com as mãos e foi descendo devagar até meus tornozelos, eu só levantei meus pés pra ele tirar. — Que coisa mais linda e bem cuidada, mulher! E olha só, você já tá toda molhadinha. Beijou minhas panturrilhas e subiu pelas minhas coxas, com as mãos foi abrindo minhas pernas, enquanto lambia minha virilha, pra depois cravar a língua na minha buceta, separando meus lábios com uma lambida que foi até meu clitóris, começou a chupar ele, até me fazer deitar sobre a escrivaninha, o que fez eu instintivamente abrir minhas pernas, e assim ele conseguiu enfiar a língua cada vez mais fundo, eu só suspirava. Eu já tava prestes a gozar e mexia minha cintura no ritmo das lambidas, ele tirou a língua da minha buceta, levou até meu umbigo, subiu pro meu estômago, beijou minhas tetas, apertou elas com as mãos, chupou meu pescoço e me beijou na boca, dessa vez eu correspondi. Depois enfiou um dos dedos na minha boca, e levou a outra mão até meu clitóris. Eu me inclinei um pouco pra ver o que ia acontecer e vi o pau dele totalmente duro perto da minha coisinha já bem lubrificada, olhei nos olhos dele esperando o Próximo passo. Ele me olhou, sorriu e me puxou pelos quadris para perto dele, eu só abri mais minhas pernas. Pegou o pau dele com uma das mãos e guiou até a entrada da minha buceta, começou a roçar meus lábios com a glande, colocou a outra mão num dos meus peitos e perguntou de forma provocante. — Quer que eu meta até o fundo, Danielita? Eu olhei pra ele cheia de tesão, peguei a mão que estava nos meus peitos pra me ajudar a sentar, enrolei minhas pernas na cintura dele, aproximei minha boca do ouvido dele e falei. — Óbvio que sim. Aí com uma das mãos peguei o pau dele e guiei devagar até a entrada da minha buceta, fiz ele ir entrando aos poucos, senti como o pau enorme dele abria caminho pelas minhas paredes vaginais, e a cada centímetro que avançava eu sentia a glória. — Ufff, sim, óbvio que sim, você é um maldito, Ricardo. Ele me deitou de novo na mesa, se inclinou sobre mim, me beijou enquanto tirava o pau e depois meteu de uma vez só, eu arranhei as costas dele com minhas unhas e gemia de prazer. — Ahhh, ahhh, sim, sim — Tá vendo do que você tava perdendo, sua putinha perfeita. As estocadas dele eram cada vez mais fortes, tanto que a mesa começou a se mover com a gente. Assim ficou por uns minutos, até ele me mandar ficar de quatro, eu me ajeitei com os pés no chão e os cotovelos na mesa, ele ficou atrás de mim, colocou as mãos nas minhas nádegas, massageou, eu levantei minha bundinha pra ele meter com facilidade. — Mamacita, essa raba merece uma estátua. Senti ele começar a beijar e abrir devagar com as duas mãos, deu uma linguada que me fez arrepiar, passou a língua da minha buceta até meu cu, depois senti ele se levantar, encaixar o tronco na minha buceta e meter de novo, dessa vez devagar e depois rápido, com as mãos apalpando meus peitos e apertando a cada estocada. — Mmmm, mmmm, mamacita, rabuda gostosa. Tudo ia na glória, verdade, eu tava de novo feita uma puta com outro dos sócios do meu marido. Mas a alegria acabou quando senti como O cara começou a tentar enfiar um dos dedos no meu cu, eu apertei instintivamente, porque nunca ninguém tinha metido nada lá, apesar do tesão que meu marido tinha nisso. Comecei a rebolar pra ele gozar na minha buceta enquanto eu gozava também, ele colocou a mão na minha cabeça, me apertou contra a mesa e enfiou o dedo na marra no meu rabo. — Aiii não, por favor, Ricardo, pelo cu não! — Vou arrebentar você, Danielita. E com uma das mãos me deu um tapa na bunda que doeu e deixou a marca dos dedos. Ele tirou o pau da minha buceta e tava tão louco pra meter no meu cu que, quando encostou na entrada do meu buraquinho, gozou jorrando porra. — Porra, sua puta, vê o que você causa com essa rabuda. Deixou minha bunda toda melada de porra e saiu meio puto. Eu aproveitei pra pegar minha roupa, me vestir e vazar daquele lugar.
Continua…
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