Elsieland. Sobre Calchaquí 2

Dois fins de semana se passaram desde a grande suruba com a morena e a loira trazidas pelo bartender, e ele me propôs de novo, algo ainda mais grotesco: um dos donos queria uma das garotas da boate, e meu trabalho era convencê-la e levá-la para foder com quatro velhos tarados. Era uma tarefa complicada, e eu não ia conseguir fazer. Dessa nem eu me salvava, nem o Ariel com suas drogas. Aí veio o Victor, um dos donos, e me disse: "Queremos uma garota, jovem, bonita, uma 'sweet girl', nada de veteranas, drogadas, ladras como as do outro dia". Fiquei duro, não sabia que a loira e a morena tinham roubado, e elas nem pareciam tão veteranas. Fiquei calado e não disse nada. Fui até o Ariel e reclamei que as amigas dele tinham roubado, e que eu só tinha descoberto agora. O Ariel, todo malandro, me disse: "Pra mim as garotas falaram que arrebentaram o cu delas a noite toda, e como não tinha grana de madrugada, levaram uns 'subenires'. Além do mais, o que você quer? Elas são da Ilha Maicel, agradeça que deixaram os tênis". Eu me senti um virjão na situação, nem sabia o que dizer nem como encarar tudo. Era uma ovelha entre esses animais...

Quando voltaram a falar comigo, estavam observando as novinhas enquanto mexiam os corpos e apertavam as bundas no ritmo do reggaeton, deixando serem apalpadas inteirinhas por jovens com a cara cheia de espinhas. A verdade é que elas estavam muito gostosas, de minissaia que mal cobria nada e pintadas como putas de verdade, que iam sair pra trabalhar no Caminho General Belgrano quando saíssem da boate, ou no Monteverde. Eu via como os empresários bebiam sem parar e se lambuzavam, e começaram a olhar para uma que, se a pegassem, não sairia viva da boate. No final me chamaram: "Queremos a de top preto e piercing no umbigo. Essa pequenininha pra arrebentar bem entre nós quatro. Ela vai saborear pica como nunca na vida". Ela tinha uma carinha e corpo de menina. Apesar da inocência, se mexia como uma putinha na boate, e aquele rebolado de cintura, aqueles lábios vermelhos de vadia e aquela cinturinha de safada... chamou muita atenção... a festa que iam fazer com ela não era nada perto do que realmente fizeram. Reservaram a sala só pra eles. Desci e disse pra moça que os donos queriam fotografá-la, pois estavam rendidos aos pés dela, e a vadia disse que sim. Acompanhei-a, convidando pra uma bebida com Ariel, onde ele colocou a droga, e na segunda golada já vi que ela estava totalmente tonta. Levei-a pra cima e lá estavam os quatro bebendo uísque e esperando pela presa. Carlos, alto e sério, uma cara de pilantra que assustava. Guillermo, todo gorducho e suado, um cara baixo e gordo, mas quem mais lidava com dinheiro, acho que pagava tudo. Claudio, que se fazia de empresário mas não tinha onde cair morto, porém loiro e atlético. Andrés, de óculos e que não soltava palavra, parecia tímido. "Aqui está ela", disse a Carlos, "mas eu não tenho nada a ver com isso". Carlos: "Não se preocupe, quando ela acordar não vai lembrar de absolutamente nada, e durante a festa vai achar que está num sonho". A verdade é que isso me deu curiosidade e decidi ficar pra ver o que faziam, escondido perto da saída. Começaram a despi-la enquanto não paravam de beber uísque. Ela só usava uma minissaia curta que marcava bem a bunda e uma camiseta tipo top que mostrava mais do que escondia. Dois peitinhos pequenos sem sutiã apareceram, junto com uma barriguinha de colegial total. Ao tirar o top, começaram a apertar seus mamilos e torcer seus seios. Guillermo estava louco, batia nela enquanto apertava seus peitos, dava tapas na cara... aquele sim era doente. Carlos: "Calma, Guillermo, não deixe marcas. Não se preocupe, vamos foder ela toda e por todos os lados. Essa gatinha está gostosa demais pra desperdiçar". Quando baixaram sua saia, apareceu uma buceta depilada, e Andrés começou a comer ela como um louco, passando a língua de cima pra baixo e chupando tudo, parecia que estava comendo uma laranja. Ela usava um tênis esportivo. tipo uma pibita chorra, mas faltava o coque e as tatuagens. Carlos decidiu deixá-la de meias e disse que ela parecia mais uma puta da Diversão do que da Elsieland, e ele curtia muito as villeritas da Diver, Nexo, La Barra, e todos esses bailes cheios de pibitas como você. (Aí comecei a pensar se ele era mesmo dono ou se tava mentindo, todo mundo mentia, já que se são donos, têm grana, e se têm grana vão foder pendejas da zona norte, não villeritas sujas e roñosas, como diziam no começo). Fiquei ao lado do bar a uns 2 metros da situação, e perguntei pro Ariel que tava no bar observando tudo e a gente começou a conversar de boa, até que perguntei se esses caras eram donos e o Ariel não respondeu e foi embora. Quando voltou uns 5 minutos depois, começou a montar uma carreira de pó de uns 20 centímetros, e me disse que era pra ficar acordado, e se eu queria. Eu disse não, obrigado, e ele falou que tinha uma sobrinha que queria arrebentar ela toda, e ia tomar nota naquela noite e que tomara que tivesse oportunidade. Com ela totalmente nua, os homens, já bem bêbados, não se aguentaram e a deitaram sobre a mesa, abrindo suas perninhas. Guillermo apertava com raiva os dois peitos, agarrando-os com suas mãos enormes, deixando só os mamilos visíveis e fazendo força pra esmagá-los completamente. E enquanto isso, soltava babas descaradamente no corpinho da mina. Quando parava, os dedos do gordo ficavam marcados perfeitamente nos peitos brancos como neve, e então ele começava a bater neles ritmicamente, vendo-os balançar de um lado pro outro, pra depois apertá-los com força de novo. Andrés continuava chupando sua buceta enquanto se masturbava, como um completo nojento, parecia o pau do marginal. Carlos não perdia tempo, e enfiou os dedos no seu cu, e assim começaram seus primeiros gemidos, ele salivava e empurrava, salivava e empurrava, um verdadeiro visionário, o filho da puta. Vamos abrir esse cu que cabe o pau todo nessa puta, e, se lambia orgulhoso enfiando o pau. como pude, já que não queria entrar. Claudio, no entanto, começou a chupar seus lábios, cuspindo dentro de sua boca. Parecia que estava fazendo respiração boca a boca de salvamento, e quando achou que ela já tinha recebido saliva suficiente, puxou o pau completamente cheio de veias e começou a enfiar na boquinha dela enquanto abria seus olhos com dois dedos, e dizia: você gosta, puta, sim puta, você adora, vagabunda de merda, pedaço de puta, com certeza você é a melhor chupadora do bairro, com essa carinha de anjo, quantos paus você já experimentou, me diz, puta... O pau dele estava cheio de veias e dava pra ver que era bem grosso, mal cabia na boca dela, entrava e saía enquanto ele abria o canto dos lábios da garota, e não parava de cair baba sobre a mesa. Carlos, ao ver, avisou que, mesmo que a garota não se lembrasse de nada, logo ela começaria a reagir, que não queria que ele a matasse afogada. Claudio começou a ficar louco e a agarrar seu pescoço enquanto enfiava o pau até a garganta, engasgando-a completamente, o rosto da garota começou a ficar vermelho e desfigurado, ele estava afogando ela de verdade. Come, puta, engole tudo se você está louca pra engolir tudo, puta, quer porra, quer porra, puta. Acho que ele estava prestes a gozar porque começou uma enfiada e puxada que estava quase arrebentando a garganta dela a pau. Aggggggghhhhh, toma porra, puta, ele gritou rugindo, enfiando o pau até as bolas. Ahhhhh ahhhh ele não parava de gritar quando tirou o pau da boca dela e se viu cair uma fonte interminável de sêmen dos lábios da garota, parecia que foi uma gozada importante. Depois, ele se recostou no sofá, bebendo um gole longo de seu uísque, e ficou recuperando forças para a próxima rodada. Carlos aproveitou para avisar que ia arrebentar ela, que ficassem atentos ao que viria. Observem como se fode uma puta arrebentada. A garota já começava a perceber tudo e estava se levantando, tossindo por causa da porra recém-engolida. O pau do Carlos me pareceu descomunal. Ele pensava o mesmo, porque sorria. como um sádico ao puxar e mirar na buceta da novinha. Carlos a agarrou pela cinturinha e sem piedade enfiou de uma vez. O grito da mina foi ouvido até o ponto do 148 que ia pra Varela. Ummmmmmm aggggghhhhh ufffffff. Ela abriu os olhos de repente. A cena era de enquadrar... Carlos com olhos de louco segurando sua cintura e enfiando até o fundo num vai-e-vem que parecia mais uma furadeira que uma transa. Guillermo batendo nos seus peitos e babando seu rosto, encharcado de suor e de pau duro, completamente nu ao seu lado. A novinha com a boca borrada parecendo que tinha passado batom mal de propósito naquela noite, e os olhos já estavam borrados de rímel de tanta babação que escorria por eles, fruto dos beijos e lambidas daqueles degenerados. Claudio bebia uísque e gritava "vai com força, Carlos, vai com força, arrebenta ela que ela gosta". E Andrés... olhando como aquela rola enorme tinha entrado. A rola parecia três vezes o buraquinho por onde tinha entrado e não parava de meter e sacar. Carlos: Olha só, já acordou e tá curtindo, sua raposa. Gosta que eu te parta no meio, sua vagabunda? Amanhã você vai doer toda. Quero gozar enquanto você me olha, e dizendo isso, puxou seus cabelos, levantando-a, e enquanto a comia, começou um vai-e-vem numa velocidade infernal. Ahhhhhhh, que buceta apertada, vagabunda, apertadinha e pequenininha. Que delícia, vagabunda. E a velocidade absurda da foda não demorou pra ele gozar. Continua...

3 comentários - Elsieland. Sobre Calchaquí 2

Que terrible garchada le dieron a la pendeja