Depois de ter ficado com Lucho, não conseguia parar de pensar nele.
Eu escrevia para ele de manhã cedo, desejando bom dia. Escrevia para ele tarde da noite, desejando boa noite. Não havia um momento do dia em que minha cabeça não estivesse ocupada com aquele homem que, aos 35 anos, estava prestes a ter seu quinto filho.
Vocês sabem como é quando se quer ficar com alguém, nada mais importa, e como acontece comigo toda vez que me "apaixono", eu tinha começado a negligenciar meu trabalho e até minha família.
Lucho era a única coisa que importava, eu até tinha chegado a ignorar os convites do Ignacio (pai) que, quanto mais me comia, mais me queria.
Eu estava louca para ficar com ele de novo, mas não me interessava um encontro de duas horas num hotel. O que sentíamos, fosse o que fosse, merecia o ambiente caseiro, o calor da minha cama, a cumplicidade dos meus lençóis.
Eu tinha ficado matutando no assunto, sem encontrar um jeito que me permitisse realizar de novo esse desejo, até que os planetas se alinharam e tudo foi se encaixando de um jeito que já parecia predestinado.
Meu marido teve que fazer uma viagem de última hora que o manteria alguns dias fora de Buenos Aires, e meu filho tinha o aniversário de um dos primos, que seria comemorado com uma pijamada, o que significava que ele dormiria fora de casa. A primeira coisa que pensei quando juntei os dois eventos, foi que finalmente poderia passar uma noite inteira com Lucho. Dormir com ele, fazer amor até cair no sono e acordar com uma transa matinal apaixonada.
Eu mesma comprei as passagens do meu marido e fiz a reserva no hotel, então sabia muito bem quais seriam os horários dele. Quanto ao Ro, minha sogra, participante involuntária de muitas das minhas infidelidades, o levaria um dia e só o traria de volta na tarde seguinte, depois da escola. O que me permitia dispor de várias horas para dedicar àquele homem que tinha capturado meu coração.
Dessa vez não mandei mensagem, liguei direto. - Quer passar a noite comigo, na minha casa? - perguntei sem rodeios.
Expliquei como seria tudo e ele concordou. Por sua parte, ele diria à esposa que precisava fazer o turno da noite, algo comum, então ela não desconfiaria de nada.
Na terça, saio mais cedo do trabalho e preparo tudo para um jantar romântico à luz de velas. Num restaurante, compro duas porções de ravioli ao creme, seu prato preferido, e da adega pessoal do meu marido seleciono um vinho de marca exclusiva. Também arrumo o quarto, colocando lençóis de seda, comprados especialmente para essa noite, programo o iPod com uma música adequada para o momento e coloco alguns tecidos leves sobre os dois abajures para suavizar a intensidade da luz.
Tomo um banho demorado, passando creme naquelas partes do meu corpo que, tenho certeza, estarão sob o assédio de uma intensa fricção.
Visto um vestido leve, solto, sem roupa íntima por baixo, fazendo com que meus atributos transpareçam de forma provocante através do tecido suave.
Lucho chega na hora combinada, sem atraso. Ao ouvir a campainha e saber que é ele, meu coração começa a bater apressado, com ânsia, com tesão.
Me olho no espelho, arrumo o cabelo e corro para abrir a porta. Nos devoramos com beijos antes mesmo de trocarmos qualquer palavra.
Jantamos, conversando como se realmente tivéssemos uma vida em comum. Terminamos uma garrafa de vinho e logo abrimos outra, nos sentindo cada vez mais alegres e eufóricos. De sobremesa, compartilhamos um pudim que minha sogra preparou no dia anterior.
Depois, arrumamos a mesa e, enquanto eu lavo a louça, ele a seca. Parecemos um casal de recém-casados, ainda apaixonados, que não conseguem se separar e fazem tudo juntos.
Em certo momento, ele larga o pano de prato e vem atrás de mim, me pressionando com toda a sua paixão. Meus mamilos ficam duros só de sentir sua respiração na minha nuca.
Ele leva as mãos aos meus seios e os aperta. Em resposta, empino a bunda para trás. e esfrego ela por todo o pacote, me deliciando com aquela dureza exquisita que me deixa com os hormônios à flor da pele e dispara minhas endorfinas.
Suspiro. Me agito. Me estremeço.
Ele levanta a saia do meu vestido e acaricia minha bunda. Depois se abaixa, me mantendo na mesma posição, em pé contra a bancada, e passa a língua, bem carregada de saliva, por todo o meu vale. Fico na ponta dos pés para sentir ainda mais nitidamente.
Com as mãos, ele abre minhas nádegas e percorre toda a fenda, de cima a baixo, delineando com a pontinha da língua o contorno dos meus lábios vaginais.
O calor que sinto, a ardência, se intensifica, a umidade também.
A vida finalmente faz sentido quando ele começa a chupar, sorvendo com avidez os fluidos que brotam do meu interior. Poderia ficar o dia inteiro ali, com o rosto dele entre minhas coxas, saboreando minha intimidade. Mas ele se levanta, me vira e, me sentando sobre a bancada, abre minhas pernas.
Essa é a sobremesa que ele quer, a que eu adoro dar.
Com movimentos rápidos, ele abaixa a calça, pega no pau, sacode algumas vezes — embora nem precise, porque já está bem duro — e me enfia. Assim, no pelo, sem camisinha, como já virou costume entre a gente.
Abraço ele e me abrigo naquela suave cavidade que o pescoço e a clavícula formam, mordendo como forma de extravasar, sem me importar com as marcas que posso deixar. Aliás, quero deixar as marcas da minha paixão, para que a esposa dele veja e saiba que ele é tão meu quanto dela.
Ele me penetra várias vezes e depois me leva, ainda com o pau dentro, para a ilha da cozinha, que é mais ampla e está livre.
Me deita lá e, entre minhas pernas, com a calça caída em torno dos tornozelos, me sacode no puro bombadaço, me proporcionando a felicidade absoluta, a razão que guia minha vida.
Ele está com o pau tão duro que, toda vez que sai, escorregando pelo fluxo da minha buceta, dispara para cima com uma puxada forte. Claro que quando ela escapa, eu seguro e volto a enfiar, ansiosa para senti-la sempre ali, naquele lugar que a legging cai como uma luva.
Da cozinha vamos para o quarto, sem escalas, caminando lado a lado, ele já sem calça nem cueca, e eu segurando no pau dele, como se fosse a tábua de salvação que vai me resgatar do naufrágio.
Quando entramos no quarto, está tocando uma música cujo título parece definir os códigos da nossa relação. "Que lo nuestro se quede nuestro".
Enquanto a melodia nos envolve com suaves arpejos, nos beijamos e acariciamos, deixando nossas mãos vagarem livres e sem restrições pelo corpo um do outro.
Tiro o vestido por cima da cabeça, sento na beirada da cama, puxo ele para mim e, segurando o pau dele, enfio na boca e chupo.
"Estoy hecha de pedacitos de tí", musicaliza o boquete, e minha boca enche de água saboreando um manjar tão excelso.
"Un love de verdad" também nos acompanha enquanto meus lábios não querem se desgrudar dessa carne quente e pegajosa, e seu primeiro verso, (te siento conmigo en cada latido), não poderia estar mais certo.
Quando ele tira da minha boca, apesar dos meus protestos, está tão duro, tão empinado, que parece que vai explodir a qualquer momento.
Deito, abro as pernas e o recebo entre elas, moldando meu corpo ao dele.
Agora toca "Sin principio, ni final", do Abel Pintos, e juro que, de agora em diante, toda vez que ouvir essa música, vou pensar no Lucho me comendo.
Nos fundimos um no outro, amando mais do que fodendo, enfatizando com beijos e carícias algo que já transcende o meramente sexual.
Não sei se é apenas atração física, é algo muito mais intenso, uma paixão incontrolável que nenhum de nós consegue mais conter.
O estouro final, essa explosão de prazer que com a pessoa certa é ainda mais gostosa, chega para nós dois igualmente. Eu, estremecida e ofegante, ele gozando dentro de mim. Uma porra tão grande que parece entupir todos os meus canais, e quando ele tira o pau, começa a jorrar, como se não coubesse mais uma gota sequer.
Ficamos os dois deitados de costas, exaustos, ofegantes, sabendo muito bem que, apesar de termos transado de primeira qualidade, para nós, a noite só está começando.
E mesmo tendo gozado como se tivesse bolas de elefante, Lucho continua com o pau duro, todo lubrificado com uma mistura de lubrificação e sêmen. Será que eu ia perder uma delícia dessas?
Dou uma chupada gostosa, saboreando toda aquela meleca, e depois de deixá-lo limpo, subo em cima dele e enfio de novo na minha buceta, cavalgando de um jeito épico. Meus peitos balançam loucamente, dançando na cara do Lucho, que se esforça para chupá-los.
Estou transando na minha própria cama de casada com um homem que não é meu marido, mas não me sinto uma puta infiel, e sim uma mulher que ama e é amada.
Transamos quase a noite toda, dormindo só de madrugada, quando a porra escorre de novo dentro de mim, quente e grossa, uma torrente de prazer inesgotável que guardo nas minhas entranhas como o bem mais precioso.
Quando acordo, estamos abraçados, de conchinha, ele atrás de mim, respirando juntos. Como qualquer homem saudável e cheio de vida, mesmo dormindo profundamente, ele está de pau duro. E que pau duro!
Toquei nele e não resisti ser dele mais uma vez. Viro de frente e começo a acariciar, mas como ele ainda está dormindo, decido acordá-lo com um boquete.
Afasto o lençol, vou para baixo das cobertas e ponho mãos à obra, ou melhor, a boca. Quando ele acorda, ainda sonolento, a primeira imagem do dia sou eu chupando o pau dele.
— Eu gostaria de acordar assim todos os dias — ele diz.
— Se eu fosse sua esposa, seria a primeira coisa que faria todo dia, chupar você… — garanto, deleitando-o novamente com a maciez dos meus lábios.
Se antes ele já estava duro, agora ele está duríssimo. Puro vigor e masculinidade, então eu me engasgo com cada centímetro, me deliciando agora com aquele sabor que turva meus sentidos.
Pena que ele não me deixa aproveitar muito, porque logo tira da minha boca, se levanta e ajoelhando-se atrás de mim, me enfia e começa a me foder com um ritmo desenfreado e avassalador, bem diferente daquele que havia demonstrado mais cedo naquela noite.
Se antes tudo tinha sido romântico e até conjugal, agora ele me fode pelo que sou, uma puta, me dando aquilo que tanto anseio e gosto, pirocada atrás de pirocada.
Ele manda ver, sacudindo minhas nádegas no ritmo das suas investidas, me submetendo a um verdadeiro terremoto de prazer.
Meu clitóris está do tamanho de um polegar, duro, inchado, dormente, eu o toco e todo meu corpo estremece, como se recebesse um choque elétrico.
Meus peitos também estão endurecidos, como se o prazer que ele me dispensa por trás fosse se solidificando conforme avança pelo meu corpo.
Dessa vez ele não goza dentro e eu agradeço, já que depois de uma manhã tão apaixonada, tenho que ir trabalhar e seria muito incômodo ficar trocando o protetor íntimo toda hora.
Entre suspiros ofegantes, ele tira da minha buceta, se bate com força e me mantendo de quatro, com os quadris bem levantados, pinta minhas costas e a bunda de porra. Eu fico arrepiada toda quando sinto o sêmen grosso e quentinho escorrendo pela curvatura da minha coluna vertebral.
– Mate ou café com porra? – pergunto, me referindo ao café da manhã, depois de uma breve e necessária pausa.
– Mate está bom – ele responde.
Me levanto e, assim como da última vez, visto a camisa dele, me envolvendo no aroma da sua pele. Preparo o mate, sirvo uns biscoitinhos num prato e checo meu celular. Minha sogra tinha me enviado fotos do aniversário e mensagens de voz do meu filho. Por sorte eu tinha dito a ela que ia aproveitar a noite para um longo banho de imersão e depois faria um tratamento. com sono, então era bem provável que ele não respondesse.
Lucho aparece na cozinha de cueca, exibindo um volume que tira o fôlego. Não resisto a beijá-lo.
Tomamos mate e conversamos. Conversamos muito, sobre nós, nossos trabalhos, nossos filhos e, claro, sobre nossos parceiros também.
Depois tomamos banho juntos e cada um seguiu sua vida. A fantasia, aquele universo paralelo que havíamos criado, precisava dar espaço à realidade. Ele de volta ao táxi e à esposa grávida, e eu ao escritório, ao meu marido e ao meu filho.
Não achei que fosse me apaixonar de novo, mas é o risco que se corre quando se transa com alguém que não é seu parceiro. No começo é pelo sexo, mas depois outros sentimentos entram em cena.
Tenho um grande carinho por todos os meus amantes, por todos e cada um deles, mas me apaixonar, só me apaixonei uma vez, por Damián, que ainda sinto falta. Nem mesmo por Bruno, o pai do meu filho, cheguei a sentir algo parecido com o que sinto agora por Lucho.
Sei que é desanimador, não só porque sou uma mulher casada, mas também porque não consigo me manter fiel a uma única pessoa, e sei que mesmo que o ame, cedo ou tarde, vou acabar traindo ele, está na minha natureza.
Tenho tanta certeza disso quanto tenho de que meu nome é Mariela...
Eu escrevia para ele de manhã cedo, desejando bom dia. Escrevia para ele tarde da noite, desejando boa noite. Não havia um momento do dia em que minha cabeça não estivesse ocupada com aquele homem que, aos 35 anos, estava prestes a ter seu quinto filho.
Vocês sabem como é quando se quer ficar com alguém, nada mais importa, e como acontece comigo toda vez que me "apaixono", eu tinha começado a negligenciar meu trabalho e até minha família.
Lucho era a única coisa que importava, eu até tinha chegado a ignorar os convites do Ignacio (pai) que, quanto mais me comia, mais me queria.
Eu estava louca para ficar com ele de novo, mas não me interessava um encontro de duas horas num hotel. O que sentíamos, fosse o que fosse, merecia o ambiente caseiro, o calor da minha cama, a cumplicidade dos meus lençóis.
Eu tinha ficado matutando no assunto, sem encontrar um jeito que me permitisse realizar de novo esse desejo, até que os planetas se alinharam e tudo foi se encaixando de um jeito que já parecia predestinado.
Meu marido teve que fazer uma viagem de última hora que o manteria alguns dias fora de Buenos Aires, e meu filho tinha o aniversário de um dos primos, que seria comemorado com uma pijamada, o que significava que ele dormiria fora de casa. A primeira coisa que pensei quando juntei os dois eventos, foi que finalmente poderia passar uma noite inteira com Lucho. Dormir com ele, fazer amor até cair no sono e acordar com uma transa matinal apaixonada.
Eu mesma comprei as passagens do meu marido e fiz a reserva no hotel, então sabia muito bem quais seriam os horários dele. Quanto ao Ro, minha sogra, participante involuntária de muitas das minhas infidelidades, o levaria um dia e só o traria de volta na tarde seguinte, depois da escola. O que me permitia dispor de várias horas para dedicar àquele homem que tinha capturado meu coração.
Dessa vez não mandei mensagem, liguei direto. - Quer passar a noite comigo, na minha casa? - perguntei sem rodeios.
Expliquei como seria tudo e ele concordou. Por sua parte, ele diria à esposa que precisava fazer o turno da noite, algo comum, então ela não desconfiaria de nada.
Na terça, saio mais cedo do trabalho e preparo tudo para um jantar romântico à luz de velas. Num restaurante, compro duas porções de ravioli ao creme, seu prato preferido, e da adega pessoal do meu marido seleciono um vinho de marca exclusiva. Também arrumo o quarto, colocando lençóis de seda, comprados especialmente para essa noite, programo o iPod com uma música adequada para o momento e coloco alguns tecidos leves sobre os dois abajures para suavizar a intensidade da luz.
Tomo um banho demorado, passando creme naquelas partes do meu corpo que, tenho certeza, estarão sob o assédio de uma intensa fricção.
Visto um vestido leve, solto, sem roupa íntima por baixo, fazendo com que meus atributos transpareçam de forma provocante através do tecido suave.
Lucho chega na hora combinada, sem atraso. Ao ouvir a campainha e saber que é ele, meu coração começa a bater apressado, com ânsia, com tesão.
Me olho no espelho, arrumo o cabelo e corro para abrir a porta. Nos devoramos com beijos antes mesmo de trocarmos qualquer palavra.
Jantamos, conversando como se realmente tivéssemos uma vida em comum. Terminamos uma garrafa de vinho e logo abrimos outra, nos sentindo cada vez mais alegres e eufóricos. De sobremesa, compartilhamos um pudim que minha sogra preparou no dia anterior.
Depois, arrumamos a mesa e, enquanto eu lavo a louça, ele a seca. Parecemos um casal de recém-casados, ainda apaixonados, que não conseguem se separar e fazem tudo juntos.
Em certo momento, ele larga o pano de prato e vem atrás de mim, me pressionando com toda a sua paixão. Meus mamilos ficam duros só de sentir sua respiração na minha nuca.
Ele leva as mãos aos meus seios e os aperta. Em resposta, empino a bunda para trás. e esfrego ela por todo o pacote, me deliciando com aquela dureza exquisita que me deixa com os hormônios à flor da pele e dispara minhas endorfinas.
Suspiro. Me agito. Me estremeço.
Ele levanta a saia do meu vestido e acaricia minha bunda. Depois se abaixa, me mantendo na mesma posição, em pé contra a bancada, e passa a língua, bem carregada de saliva, por todo o meu vale. Fico na ponta dos pés para sentir ainda mais nitidamente.
Com as mãos, ele abre minhas nádegas e percorre toda a fenda, de cima a baixo, delineando com a pontinha da língua o contorno dos meus lábios vaginais.
O calor que sinto, a ardência, se intensifica, a umidade também.
A vida finalmente faz sentido quando ele começa a chupar, sorvendo com avidez os fluidos que brotam do meu interior. Poderia ficar o dia inteiro ali, com o rosto dele entre minhas coxas, saboreando minha intimidade. Mas ele se levanta, me vira e, me sentando sobre a bancada, abre minhas pernas.
Essa é a sobremesa que ele quer, a que eu adoro dar.
Com movimentos rápidos, ele abaixa a calça, pega no pau, sacode algumas vezes — embora nem precise, porque já está bem duro — e me enfia. Assim, no pelo, sem camisinha, como já virou costume entre a gente.
Abraço ele e me abrigo naquela suave cavidade que o pescoço e a clavícula formam, mordendo como forma de extravasar, sem me importar com as marcas que posso deixar. Aliás, quero deixar as marcas da minha paixão, para que a esposa dele veja e saiba que ele é tão meu quanto dela.
Ele me penetra várias vezes e depois me leva, ainda com o pau dentro, para a ilha da cozinha, que é mais ampla e está livre.
Me deita lá e, entre minhas pernas, com a calça caída em torno dos tornozelos, me sacode no puro bombadaço, me proporcionando a felicidade absoluta, a razão que guia minha vida.
Ele está com o pau tão duro que, toda vez que sai, escorregando pelo fluxo da minha buceta, dispara para cima com uma puxada forte. Claro que quando ela escapa, eu seguro e volto a enfiar, ansiosa para senti-la sempre ali, naquele lugar que a legging cai como uma luva.
Da cozinha vamos para o quarto, sem escalas, caminando lado a lado, ele já sem calça nem cueca, e eu segurando no pau dele, como se fosse a tábua de salvação que vai me resgatar do naufrágio.
Quando entramos no quarto, está tocando uma música cujo título parece definir os códigos da nossa relação. "Que lo nuestro se quede nuestro".
Enquanto a melodia nos envolve com suaves arpejos, nos beijamos e acariciamos, deixando nossas mãos vagarem livres e sem restrições pelo corpo um do outro.
Tiro o vestido por cima da cabeça, sento na beirada da cama, puxo ele para mim e, segurando o pau dele, enfio na boca e chupo.
"Estoy hecha de pedacitos de tí", musicaliza o boquete, e minha boca enche de água saboreando um manjar tão excelso.
"Un love de verdad" também nos acompanha enquanto meus lábios não querem se desgrudar dessa carne quente e pegajosa, e seu primeiro verso, (te siento conmigo en cada latido), não poderia estar mais certo.
Quando ele tira da minha boca, apesar dos meus protestos, está tão duro, tão empinado, que parece que vai explodir a qualquer momento.
Deito, abro as pernas e o recebo entre elas, moldando meu corpo ao dele.
Agora toca "Sin principio, ni final", do Abel Pintos, e juro que, de agora em diante, toda vez que ouvir essa música, vou pensar no Lucho me comendo.
Nos fundimos um no outro, amando mais do que fodendo, enfatizando com beijos e carícias algo que já transcende o meramente sexual.
Não sei se é apenas atração física, é algo muito mais intenso, uma paixão incontrolável que nenhum de nós consegue mais conter.
O estouro final, essa explosão de prazer que com a pessoa certa é ainda mais gostosa, chega para nós dois igualmente. Eu, estremecida e ofegante, ele gozando dentro de mim. Uma porra tão grande que parece entupir todos os meus canais, e quando ele tira o pau, começa a jorrar, como se não coubesse mais uma gota sequer.
Ficamos os dois deitados de costas, exaustos, ofegantes, sabendo muito bem que, apesar de termos transado de primeira qualidade, para nós, a noite só está começando.
E mesmo tendo gozado como se tivesse bolas de elefante, Lucho continua com o pau duro, todo lubrificado com uma mistura de lubrificação e sêmen. Será que eu ia perder uma delícia dessas?
Dou uma chupada gostosa, saboreando toda aquela meleca, e depois de deixá-lo limpo, subo em cima dele e enfio de novo na minha buceta, cavalgando de um jeito épico. Meus peitos balançam loucamente, dançando na cara do Lucho, que se esforça para chupá-los.
Estou transando na minha própria cama de casada com um homem que não é meu marido, mas não me sinto uma puta infiel, e sim uma mulher que ama e é amada.
Transamos quase a noite toda, dormindo só de madrugada, quando a porra escorre de novo dentro de mim, quente e grossa, uma torrente de prazer inesgotável que guardo nas minhas entranhas como o bem mais precioso.
Quando acordo, estamos abraçados, de conchinha, ele atrás de mim, respirando juntos. Como qualquer homem saudável e cheio de vida, mesmo dormindo profundamente, ele está de pau duro. E que pau duro!
Toquei nele e não resisti ser dele mais uma vez. Viro de frente e começo a acariciar, mas como ele ainda está dormindo, decido acordá-lo com um boquete.
Afasto o lençol, vou para baixo das cobertas e ponho mãos à obra, ou melhor, a boca. Quando ele acorda, ainda sonolento, a primeira imagem do dia sou eu chupando o pau dele.
— Eu gostaria de acordar assim todos os dias — ele diz.
— Se eu fosse sua esposa, seria a primeira coisa que faria todo dia, chupar você… — garanto, deleitando-o novamente com a maciez dos meus lábios.
Se antes ele já estava duro, agora ele está duríssimo. Puro vigor e masculinidade, então eu me engasgo com cada centímetro, me deliciando agora com aquele sabor que turva meus sentidos.
Pena que ele não me deixa aproveitar muito, porque logo tira da minha boca, se levanta e ajoelhando-se atrás de mim, me enfia e começa a me foder com um ritmo desenfreado e avassalador, bem diferente daquele que havia demonstrado mais cedo naquela noite.
Se antes tudo tinha sido romântico e até conjugal, agora ele me fode pelo que sou, uma puta, me dando aquilo que tanto anseio e gosto, pirocada atrás de pirocada.
Ele manda ver, sacudindo minhas nádegas no ritmo das suas investidas, me submetendo a um verdadeiro terremoto de prazer.
Meu clitóris está do tamanho de um polegar, duro, inchado, dormente, eu o toco e todo meu corpo estremece, como se recebesse um choque elétrico.
Meus peitos também estão endurecidos, como se o prazer que ele me dispensa por trás fosse se solidificando conforme avança pelo meu corpo.
Dessa vez ele não goza dentro e eu agradeço, já que depois de uma manhã tão apaixonada, tenho que ir trabalhar e seria muito incômodo ficar trocando o protetor íntimo toda hora.
Entre suspiros ofegantes, ele tira da minha buceta, se bate com força e me mantendo de quatro, com os quadris bem levantados, pinta minhas costas e a bunda de porra. Eu fico arrepiada toda quando sinto o sêmen grosso e quentinho escorrendo pela curvatura da minha coluna vertebral.
– Mate ou café com porra? – pergunto, me referindo ao café da manhã, depois de uma breve e necessária pausa.
– Mate está bom – ele responde.
Me levanto e, assim como da última vez, visto a camisa dele, me envolvendo no aroma da sua pele. Preparo o mate, sirvo uns biscoitinhos num prato e checo meu celular. Minha sogra tinha me enviado fotos do aniversário e mensagens de voz do meu filho. Por sorte eu tinha dito a ela que ia aproveitar a noite para um longo banho de imersão e depois faria um tratamento. com sono, então era bem provável que ele não respondesse.
Lucho aparece na cozinha de cueca, exibindo um volume que tira o fôlego. Não resisto a beijá-lo.
Tomamos mate e conversamos. Conversamos muito, sobre nós, nossos trabalhos, nossos filhos e, claro, sobre nossos parceiros também.
Depois tomamos banho juntos e cada um seguiu sua vida. A fantasia, aquele universo paralelo que havíamos criado, precisava dar espaço à realidade. Ele de volta ao táxi e à esposa grávida, e eu ao escritório, ao meu marido e ao meu filho.
Não achei que fosse me apaixonar de novo, mas é o risco que se corre quando se transa com alguém que não é seu parceiro. No começo é pelo sexo, mas depois outros sentimentos entram em cena.
Tenho um grande carinho por todos os meus amantes, por todos e cada um deles, mas me apaixonar, só me apaixonei uma vez, por Damián, que ainda sinto falta. Nem mesmo por Bruno, o pai do meu filho, cheguei a sentir algo parecido com o que sinto agora por Lucho.
Sei que é desanimador, não só porque sou uma mulher casada, mas também porque não consigo me manter fiel a uma única pessoa, e sei que mesmo que o ame, cedo ou tarde, vou acabar traindo ele, está na minha natureza.
Tenho tanta certeza disso quanto tenho de que meu nome é Mariela...
22 comentários - Que lo nuestro se quede nuestro...
te sigo hace años y siempre me encantaron tus relatos
besos Misko
Consejo no dejes tu flia por una calentura , como decis al final vas a a serle infiel como que te llamas mariela , me encanto la historia , como todas , tmb te sigo hace años , 10 pts para vos
Por supuesto mereces mis +10 de hoy
..👍
FELICIDADES POR SER AUTENTICA....! VIVE...!
😊😊😊
Amé esa oración.... Admiro esa habilidad para poder transportarnos a lo que sentís.