Sou motorista de ônibus em Buenos Aires, zona norte, tenho 40 anos. Vou contar a experiência que tive com uma passageira. Era umas 22h, chegando no final da linha, uma mulher veio até a porta da frente perguntar onde parava o 53 que levava pra Capital. Eu respondi que ela tinha que andar umas quadras. Ela me agradeceu com um sorriso lindo. Sinal que me deu coragem pra pedir o telefone dela. Com um pé na calçada e o outro no último degrau do busão, ela se surpreendeu com o pedido e falou: "Tá me pedindo sério?" — Claro — respondi — Sou muito mais velho que você — argumentou — Pra mim não é impedimento, idade é só número, o que importa é a atitude. Ela topou me dar o número, entre surpresa e envergonhada. Fui além. — Te levo até o ponto do 53 se quiser, mas primeiro tenho que fazer a pausa de 10 minutos. Ela aceitou, sentou no primeiro banco da frente e ficou em silêncio até eu estacionar, apagar as luzes e o motor, e fui sentar com ela. Enquanto nos apresentávamos, não demorei a pegar na mão dela e com a outra acariciar o cabelo liso. Ela tinha uns olhos verdes lindos. Num momento, beijei ela e ela não resistiu, mas o tempo é tirano e os dez minutos passaram voando. Voltei pro trabalho e cumpri minha palavra, levei ela até o ônibus dela. Mas continuamos conversando pelo WhatsApp. Falei que eu terminava meia-noite e que, se ela quisesse, podia ir vê-la naquela mesma noite. Ela me deu o endereço, eu terminava em San Miguel e ela morava em Floresta 🤦♂️. Falei que umas 1h estaria por lá, e foi o que aconteceu. No meu carro, fui voando pela autoestrada. Fomos a um café, conversamos uma hora. Ela queria um amante, um homem que a levasse pra passear pelo menos uma vez por semana. Fomos pra um motel e não demoramos pra estar os dois pelados na cama. Me senti muito bem com como tudo rolou. Ela confessou que fazia muito tempo que não transava e que, com a amiga, conversaram sobre o assunto e decidiram que iam transar pelo menos por saúde. Naquela mesma noite, ela conseguiu. Faz comigo. Começamos com beijos, muitas carícias e um amasso. Ela gemia de prazer cada vez que meus lábios e língua tocavam o corpo dela. Ela se empolgou e me fez um boquete, me olhava e dizia: "Não faço por você, faço pela minha saúde". Naquele momento, não ligava pra motivação dela, ela fazia muito bem. Subiu em cima de mim e ela mesma enfiou a pica na buceta molhada dela. Demos as mãos e ela começou a cavalgar com uma habilidade incrível. Gozei igual um louco dentro dela. Me levantei, nos limpamos um pouco e voltamos pra cama. Dessa vez, coloquei ela de quatro. Ela não se animou por causa da bunda, mas mesmo assim aproveitei a buceta dela de novo. Meti forte enquanto dava umas palmadas e puxava o cabelo dela, nem muito suave nem muito forte. Com a pica dentro, fiz ela deitar e fiquei mordiscando o pescoço e a orelha dela. Gozei dentro dela de novo e fiquei parado, curtindo aquele momento em que aperta e sai sozinha. Tomamos banho juntos como se nos conhecêssemos há uma vida inteira. Foi a última vez que a vi. Não podia dar o que ela pedia. Um amante tipo namorado não é pra mim. O meu negócio é "passageiro".
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