Chantagem... Alondra.

Uns dias depois de eu ter gozado na porta da casa da Alondra, combinamos de nos ver pra continuar o que a gente tinha deixado pendente. No meio da semana, resolvi ir lá vê-la e, claro, ver se a gente conseguia foder à vontade. Nesse dia, cheguei na casa dela cedo, faltava menos de duas semanas pra ela ter a casa só pra ela, mas minha vontade de foder com ela era tão grande que eu não conseguia esperar; pra minha surpresa, o carro não estava, e isso significava casa vazia, pelo menos até umas 10 da noite (eu tinha chegado às 6 da tarde). Bati no portão pra ver se ela tava e se ia me abrir, em segundos ela saiu com o cabelo solto, um moletom meio grande pra ela e uma camisa que cobria todo o decote, parecia que não ia rolar nada naquele dia, ela disse que tava se sentindo meio mal, mas me convidou pra entrar e a gente ficou na sala. Ela parecia meio desconfortável e cansada, nunca tinha visto ela assim, digamos que a gente só se conhecia há uns 2 meses e fazia um mês que a gente tava se beijando e sendo parceiros sexuais; logo a gente começou a conversar e, aos poucos, o ânimo dela foi melhorando. +"Tudo bem, Alondra?" -"Claro, tô com um pouco de dor no corpo, mas tudo bem." +"E se eu te der uma massagem?" -"Sério!? Sim, que delícia." Eu já tinha me conformado que não ia rolar nada, ela tava cansada e com a massagem ia relaxar demais e talvez até dormir. Quando me dei conta, percebi que ela tava deitada no sofá sem camisa e sem sutiã. -"Agora só tô com dor nas costas, então o moletom fica, ok!?" Só consegui concordar com a cabeça e coloquei a mão na massa. Comecei pelo pescoço dela e fui descendo pros ombros, ela tinha uns ombros muito macios de segurar. Fui descendo devagar pelas costas dela e notei aquela curva linda que levava até a bunda dela, eu tava ficando duro, tinha visto tantos vídeos pornô que começavam com uma massagem e ia ver se dessa vez era a minha vez, fiz o clássico dos vídeos, passei na frente do rosto dela pra ela notar minha ereção. Ela só olhou pra mim, tocou com as mãos e me deixou assim. -"Continua a massagem, tá uma delícia." (Ela deixou as mãos esticadas) (frente e eu voltei para suas costas) Peguei suas costas de novo e me deixei levar, fiquei massageando e estralando suas costas. Tudo confortável e minha ereção continuava crescendo. Até que percebi que pelos lados os peitos dela escapavam um pouco e deixavam ver o mamilo, amava os peitos dela, eram grandes, redondos e com uns mamilos deliciosos, não aguentei mais e rocei o mamilo dela com meu dedo. Só ouvi um gemido e vi como ela se contorcia de prazer. —"Para... Ahhh estão muito sensíveis." Peguei a calça dela e abaixei devagar, deixando ver uma calcinha que cobria uma bunda gostosa, enquanto fazia isso eu não parava de estimular os mamilos dela. —"Filho da puta!! Se continuar assim vou te fazer gozar e vou cagar pra isso." +"Que bela ameaça, puta." Sentei no sofá e coloquei ela sentada de costas nas minhas pernas, de um jeito que eu podia ver a bunda dela na minha pélvis e minhas mãos podiam estimular os peitos dela. Enquanto eu fazia isso, ela continuava rebolando em cima da minha calça e não parava de gemer. —"Mmmmm puta mãe, que delícia! Vou te comer!" +"Só fala mas eu ainda tô vestido." Ela levantou num pulo e tirou a calça de vez, ajoelhou na minha frente e tirou minha calça junto com a cueca. —"Seu pelo tá meio grande mas agora tô nem aí." Adorava ver ela como uma viciada em pica e eu sabia que ela só queria que eu gozasse, não ia rolar mais sem proteção então só levantei os olhos pro teto e me deixei levar pela língua dela. A primeira coisa que senti foi a mão dela, pegando meu pau com firmeza e começando a me masturbar, a segunda coisa que senti foram os peitos dela e como ela balançava meu pau pra bater nos peitões dela.Chantagem... Alondra.
vadiaDepois disso, senti ela cuspir na cabeça da minha pica e depois lamber a própria saliva, aí fez o mesmo nas minhas bolas e na sequência enfiou tudo na boca. Não tava chupando, tava engolindo, ficou assim por uns 15 minutos sem parar, eu tava prestes a gozar a qualquer momento. +"Vou gozar se você não parar." Quando terminei de falar, só senti ela tirar meu pau da boca de uma vez e cuspir nas minhas bolas, eu fechei os olhos e apertei pra não gozar, tava explodindo e com o coração a mil. De olhos fechados, eu ouvia e sentia tudo, sentia a saliva dela escorrendo pelas minhas bolas, meu pau pulsando e duro, e minha respiração ofegante, também senti o peso dela nas laterais das minhas pernas e os lábios dela me beijando enquanto sentia algo molhado, quente, se aproximando do meu pau, sem quase sentir, senti ela entrar devagar, abri os olhos arregalados e segurei ela pela cintura. Tava com uma mistura de pensamentos (Uns diziam: Vai, vagabunda, cavalga como a puta que você é, e outros diziam: Não! Sem camisinha não.) —"Você tá tão duro." —Ela dizia enquanto cavalgava de frente. +"Espera, a gente não tem camisinha." —Falei assustado. —"Não se preocupa, não dá nada. Então continua me fodendo e agora sim, goza quando e quanto quiser." —Ela falou enquanto eu sentia meu pau entrando e saindo dela, e ela se segurava nos meus ombros, beijando meu pescoço. +"Toma pílula ou o quê!? Ou vai tomar do dia seguinte?" —Falei enquanto segurava a bunda dela pra ela não parar de cavalgar (E que bunda gostosa!!) —"Não vou tomar nada, o que tá feito tá feito." —Ela disse enquanto trocava de posição, agora de costas pra mim, deixando eu ver a calcinha dela puxada pro lado e uma bunda maravilhosa engolindo meu pau. Tava mais excitado do que preocupado, peguei a bunda dela e comecei a meter sem piedade enquanto perguntava. +"Que bunda deliciosa você tem, mas me explica o que você quer dizer, não tem medo de engravidar?" Ela continuou cavalgando e até pegou minha mão e colocou no peito dela enquanto dava Sentões cada vez mais rápidos e ela gemia cada vez mais alto. Eu fiz o que qualquer homem sensato e assustado teria feito: segurei o outro peito dela e comecei a meter mais forte e mais rápido, até que gritei pra ela me responder. Aí ela parou, eu saí dela e um fio longo dos nossos fluidos nos ligava da buceta dela até meu pau. Ela se afastou um pouco, me deixando com aquela costa linda e aquele rabo maravilhoso. — "Tô falando que, uma vez que você mete sem proteção, já tem risco de gravidez, e você disse que quase gozou, então com mais razão ainda. E não vou tomar pílula, não, quero ter um bebê." — "Não fode!!! Cê tá doida ou o quê!? Eu não quero ser pai com 18 anos, não tenho nada, aliás, quem disse que eu queria casar com você ou formar uma família?" Ela subiu no sofá da frente e abriu as pernas, me mostrando aquela buceta deliciosa.peitos—"Foda-se, eu tô pouco me lixando, nós dois trabalhamos e podemos nos sustentar, eu só quero sair de casa, e sobre o casamento, nem esquenta, a gente não casa, mas o bebê vai nascer."
+"Não fode!!! Não faz isso, vou embora, vou buscar a pílula e a gente esquece essa merda."
—"Já era, a pílula não adianta e eu não vou tomar, além disso, com penetração já tem risco, cê vai deixar essa oportunidade passar? Termina o que a gente começou, tipo, de qualquer jeito já tá feito, e é melhor dizer que gozou dentro como um touro do que falar que foi só por uns roçados que cê cagou tudo. Pensa bem: 9 meses dessa foda sem camisinha. (Ela rebolou a bunda ao falar isso e jogou a calcinha pra mim) O que cê diz, meu amor? Tá com medo, mas eu ainda tô vendo esse pau bem duro."

Eu acenei com a mão chamando ela pra perto, e como a putinha que é, ela veio de quatro até ficar de frente pro meu pau e começou a chupar.
+"Porra, se a gente vai foder tudo, que seja direito."
—"Assim que se fala, meu amor." Ela enfiou dois dos meus dedos na boca e começou a lamber, depois deixou eles todos babados, virou de costas e mostrou aquela bunda enorme.
—"Enfia um dedo no meu cu e me come como uma puta." Diante de ordens assim, a gente não pode negar. Então enfiei um dedo e depois fui colocando devagar no cu dela. Entrava como se fosse nada na buceta dela, e o cu apertava meu dedo a cada movimento. Eu já não conseguia mais ser carinhoso, tirei o dedo do cu dela e saiu limpo, com o cheiro dela, claro, mas totalmente limpo. Peguei ela pela cintura e comecei a meter.
—"Assim, filho da puta!!! Não para!!"
—"Que gostoso!!! Goza logo, já é tarde e eu quero tudo!!"

Eu continuei no meu ritmo, com toda velocidade e força. Minha única vontade e impulso era gozar, e com aquele jeito de foder, não aguentei muito até me esvaziar dentro dela. Senti que enchi ela de tanta porra, e não parava de sair, assim como ela não parava de gemer. Eu tinha cumprido, tratei ela como minha puta. Ela ficou estendida no chão, exausta, com a bunda vermelha e a buceta cuspindo porra de tanta que levou. tava. Fiquei na frente dela e encostei a pica na boca dela, ela começou a me limpar sem falar nada. Quando terminou, disse:
— "Imagina todo dia assim. De agora em diante, você pode gozar em qualquer lugar de mim."

Fomos pro banheiro, a gente tinha tempo antes dos pais dela chegarem. Eu entrei no banho enquanto ela limpava a porra que derramou no chão, e em segundos já tava comigo de novo com a pica dentro, e tudo uma delícia até que ela resolveu falar:
— "Outra dose de porra vai cair bem, só que daqui uns meses você não vai poder me foder tão forte, ou pode machucar nosso bebê."

O pânico bateu de novo, e a gente só terminou de tomar banho. Naquela noite fui pra casa sem dor nas bolas, mas com dor de cabeça — era uma confusão pensar no que ia acontecer... Aqui umas fotos pra vocês imaginarem um pouco.peitao
gostosa
rabaoAqui termina esse relato, espero que vocês gostem. Demorei um pouco, mas vou continuar postando minha vida. Espero que curtam. Até mais. Tchau.

4 comentários - Chantagem... Alondra.

Le partes la madre al relato si escribes con tantas faltas de ortografía. Perdón pero a mi hasta me cortó la inspiración. Cada quien sabrá.
RSTJPG +1
Que bueno que lo dices, podrías decirme en dónde ?
JHVG
No cargan las fotos, krnal
no se ven las fotos ese, subelas otra vez
RSTJPG +1
Checaré eso, gracias.
@RSTJPG Simón, de nada...
Hermano no se ven las fotos, muy buena historia