Esta história é real e aconteceu no meu primeiro emprego.
Faltava pouco pra me formar e comecei a trabalhar num escritório na minha cidade, uma cidade não muito grande na província de Santa Fé. A questão é que eu era "o garoto" do escritório, tinha só 23 anos. Era minha melhor fase, só me dedicava a estudar e malhar, então tinha um corpo bonito. Tenho 1,80m, cabelo castanho, corpo magro, sempre tive sorte com as minas, elas me davam bola, mas eu era muito tímido, então fiquei com menos mulheres do que poderia, por ser bobo, tímido e dorminhoco.
No escritório éramos quatro. Três sócios: dois homens e uma mulher, e eu, a nova contratação que servia pra tudo que eles não queriam fazer. Eu trabalhava das nove da manhã até as quatro da tarde, enquanto meus chefes vinham mais cedo, às oito da manhã, ao meio-dia iam almoçar e voltavam lá pelas duas e meia, ficando até o necessário. Eram pessoas muito rígidas e formais, mas educadas.
Além de nós quatro, um dia por semana vinha a Alejandra, uma moça que fazia a limpeza. Era uma garota de baixa renda, uns 35 anos, já tinha quatro filhos, um nascido há poucos meses. Era morena, de traços muito bonitos, mas parecia mais velha pela vida difícil que levava. Mesmo assim, estava sempre de bom humor e era muito agradável. Era robusta e baixinha, o que fazia ela ter uma bunda enorme e uns peitos gigantes! Maiores ainda porque estava amamentando o bebê.
Ela vinha toda terça-feira ao meio-dia, antes de meus chefes irem embora, e saía quando terminava o serviço. Justamente trabalhava nas horas em que eu ficava sozinho, meus chefes iam embora e eu sempre aproveitava pra almoçar alguma coisa. Ela fazia o trabalho dela, eu fazia o meu. Era muito simpática e tagarela, conversávamos de vez em quando, mas sempre papos casuais. Ela tinha me contado que fazia pouco tempo que tinha tido o filho dela, algo que não queria, já que morava com o marido num bairro bem humilde e não tinha muito dinheiro, então precisava trabalhar muito, deixando o bebê com a filha mais velha.
Lembro que era verão, ela vinha trabalhar com camisetas bem largas, muitas vezes dava pra ver o sutiã e até os peitos, além disso vinha de legging onde marcava sempre aquela bunda enorme que ela tinha, e muitas vezes marcava a buceta. Ela tinha uma dessas xoxotas que a legging entrava no meio e marcava tudo. Isso tinha sido assunto de conversa entre meus chefes, lembro da minha chefe reclamando que ela vinha sempre “quase pelada” e que deviam comprar um uniforme pra ela. Meus chefes responderam que ela vinha pra limpar, que precisava ficar confortável, e que não iam pagar um uniforme pra um dia por semana.
Claramente incomodava “o visual”, meus chefes não eram desse tipo de “gente” que repararia numa mina como a Alejandra, pela condição social dela. Eu, por outro lado, era um cara normal, vinha de uma família trabalhadora de classe média, e pra ser sincero, adorava que ela viesse tão solta na roupa. Era uma distração muito gostosa na semana, ver aqueles peitos e aquela bunda enorme. A única coisa que eu via na semana toda era a minha chefe, a sócia dos meus outros chefes, que era uma mulher de uns cinquenta e poucos anos, refinada, muito magra, mas muito… daquelas que só vive trabalhando. Não tinha muito o que oferecer pros olhos. Já a Alejandra era toda carne! Morenaça! Com uns peitos lindos e grandes.
Um dia, eu já tava sozinho no escritório, e tava tomando um iogurte, me apoiei no batente de uma porta vendo a Alejandra como ela limpava com um esfregão os pisos do escritório, curvada fazia os peitos dela caírem, iam e vinham, e os peitos balançavam. Fiquei hipnotizado com aquele movimento. Nessa hora ela percebeu que eu tava com os olhos grudados no decote dela. Ela me olhou e eu morri de Vergonha.
- Você não tem que trabalhar?
- Desculpa, Ale, tava dando uma pausa pra comer, não quis te incomodar.
Ela ajeitou a blusa na hora, como se tivesse puta, virou as costas e foi pra outro canto. Visivelmente irritada.
Voltei pro meu posto na mesma hora, morto de vergonha e medo, com receio que ela contasse pros meus chefes que eu tava olhando. Me imaginei como um tarado, com os olhos cravados naquelas tetonas enormes e ela brava. Foi nesse momento que a Alejandra apareceu na frente do meu posto. Pronto, tô fudido, pensei. Certeza que agora ela vai me encher o saco.
- Te incomoda se eu passar no banheiro?
- Não, não, pode ir.
Safei!! Pensei que ia me esculachar ou falar pra não repetir, já tinha feito todo o filme na minha cabeça. Ela só queria ir no banheiro, e pra isso tinha que passar, querendo ou não, pelo meu lugar de trabalho. Sim, já sei o que cês tão pensando, eu trabalhava do lado do banheiro. Uma merda. Mas era o que tinha.
Naquela hora, veio uma ideia totalmente pervertida na minha cabeça: queria espiar ela pelo buraco da fechadura. Já tinha reparado no detalhe de como aquele banheiro foi mal feito. O vaso tava bem de frente pra porta e pelo trinco dava pra ver tudo. Talvez esses detalhes só passem pela cabeça de um tarado como eu, pensei.
O homem é filho do rigor, tinha escapado de levar uma bronca há pouco e já ia me meter em outra enrascada que podia me dar problema. Mas ver as tetas dela me deixou muito tesudo e não conseguia pensar direito, e não liguei pra mais nada. Surgiu uma voz na minha cabeça que disse: “foda-se, que se dane tudo”.
Me aproximei bem devagar e coloquei meu olho no buraco da fechadura. Vi a Alejandra sentada mijando, ficou um tempinho até pegar o papel pra se limpar. Nessa hora, ela se levanta pra subir a legging e fica com a buceta bem de frente pro buraco. Que pedaço de buceta! Um papo enorme! Não é à toa que a legging entrava no meio. Ela estava bem peluda, mas dava pra ver tudo direitinho a buceta dela. Juro que naquela hora eu queria ter puxado meu pau e batido uma na mesma hora, já tava durasso. Mas ela tava se arrumando pra sair.
Fui pro meu posto de trabalho o mais rápido possível antes que ela saísse e percebesse, mas ela saiu tão rápido que não deu tempo de sentar — se eu sentasse, ia ficar na cara, ia ter que dar um pulo na cadeira. Então fingi demência, fiquei parado fazendo que arrumava uns papéis.
Ela sai e, obviamente, eu não conseguia esconder minha ereção. Tava na cara. Eu ia trabalhar com visual de escritório: camisa e calça social. No verão, usava uma cinza clarinha de linho, um tecido bem leve e fresco. Essa calça me fodeu de mãos e pés atados, com o pau duro não consegui esconder.
— Cuidado que com isso você vai derrubar tudo, haha... — ela disse, fazendo um sinal com os olhos apontando direto pro meu volume.
Eu, que já tava morrendo de vergonha, tive uma reação instintiva de defesa que só piorou a situação:
— Eu: Ah, então você também é olheira, tá me olhando o volume.
— Ale: Eu também? Então você tava me olhando ali quando eu limpava.
Não soube o que dizer, me entreguei de vez... Fez-se um silêncio, e ela começou a rir. Eu ri. A situação descomprimiu. Naquela hora, deu pra ouvir o barulho do gelo quebrando, e a partir dali rolou uma confiança entre nós dois, tipo um sinal de que "tava rolando química".
Eu — Quer que eu prepare um mate? Pra gente descansar um pouco, ainda falta até os chefes chegarem.
Ale — Fecha, uns mates eu aceito. Depois continuo limpando.
Daí começamos a conversar.
Ale — Eu tinha mais ranço de você, sempre sério trabalhando. Achava que, por ser o mais novo, ia ser mais descontraído.
Eu — Não sou ranzinza, sou tímido... meio bocó, haha.
Ale — Quantos anos você tem?
Eu — 23.
Ale — Aiii, você é um bebê!
Eu — Haha, não pensa isso, já faço minhas coisas (me fazendo de machão, mas era um otário danado). Ale – Ah, é? Certeza que tem um monte de mina atrás de você. Você é bonito.
Eu – Não, tô sozinho. Faz pouco tempo que tive uma namorada, mas a gente brigou.
Ale – Quem era sua namorada? Talvez eu conheça.
Eu – “Falei o nome da minha ex”
Ale – Conheço sim, na verdade conheço a mãe dela. É uma mina loira, girl, girl girl?
Eu – Sim, deve ser a mesma, uma girl, não tem umas daquelas iguais às suas, fazendo o mesmo sinal com os olhos que ela tinha feito pra mim, mas eu apontando pros peitos dela.
Ale – Ela não tem isso?
Nesse momento, ela pegou a camiseta dela por baixo e levantou até em cima. Quando passou na altura dos peitos, enganchou no sutiã e levantou tudo de uma vez só.
Caíram uns peitos ENORRRRMES! Até fez um barulhinho tipo “bluuuuup”. Dois peitos muito grandes, com as auréolas bem pretas e os bicos meio saltados, de tanto serem chupados por causa da amamentação do bebê dela.
Eu fiquei pasmo. Juro que não esperava por isso. Fiquei olhando pros peitos dela sem saber bem o que fazer. Ela começou a rir e arrumou a roupa de novo.
Eu: – Uau, que peitos! – falei com uma risada meio nervosa.
Ale: – Toca neles.
Ela pegou na minha mão e fez eu tocar nos peitos dela, mesmo que por cima da roupa. Eram uns peitos muito grandes e estavam duros. Minha mão não conseguia cobrir nem a metade.
Foi nesse momento que percebi que ela tinha notado que, enquanto limpava, eu tava olhando pros peitos dela, e que achou que quando saiu do banheiro e eu ainda tava de pau duro era por ter visto ela assim. Percebi que ela tava me provocando, que ela tava tomando a iniciativa. Não sabia até onde ela queria ir. Eu tava no meu trabalho, numa situação que não esperava, muito nervoso. Mas ao mesmo tempo, isso me excitava. E de novo aquela voz na minha cabeça: “foda-se, que se dane tudo”.
Eu – Nunca tinha tocado nuns peitos tão grandes.
Ale – E eu nunca tive na boca um pau de um playboyzinho de grana.
Eu não Ele não era nenhum playboy cheio da grana, era um cara normal, comum, que se vestia de office boy por causa do trampo. Mas se ela queria acreditar naquilo, se essa era a fantasia dela, ia fazer ela pensar que era riquinho, milionário, magnata, dono do escritório, o que fosse preciso.
Enquanto ainda tava apalpando os peitos dela, peguei a mão dela e fiz ela tocar no meu pau. Ela sorriu, toda animada, com cara de "vamos, bora fazer uma loucura". Na hora ela se ajoelhou, me abaixou a calça e puxou meu pau pra fora. Fiquei olhando ela, meio que estudando, enquanto ela massageava bem devagar. Depois de um instante, levou ele pra boca. Senti a língua dela chupando enquanto ele tava na boca dela, e ela ia acompanhando o movimento enquanto tirava. Fazia tudo bem lento e fundo, até o talo.
Eu tava muito nervoso, não sabia o que fazer. Talvez entrasse alguém. Até comecei a ficar paranóico se tinha câmera no escritório. Tava apavorado. Mas a Alejandra era foda. Sabia claramente o que tava fazendo. Sabia chupar um pau. Me deixou doido e começou a chupar mais forte e mais rápido. Ficou chupando meu pau por um bom tempo, só parava pra respirar fundo, pegar ar e continuar. Só usava a boca e apoiava as mãos nas minhas pernas como se fosse pegar impulso. Senti a boca quente dela, bem molhada, e aquela língua que não parava de se mexer. Ela me deu o que tinha que dar, guardar e arquivar. E de novo aquela voz na minha cabeça: "já foi, que se dane tudo".
Eu — Vem aqui que quero te comer, não aguento mais.
Ale — Comer não. Só quero chupar ele.
Tempo depois ela me disse por que não queria transar, mas na hora meio que cortou minha inspiração… mas ela continuou chupando e aí tive uma "contraproposta".
Eu — Se não posso te comer, quero gozar na sua boca.
Ale — Beleza, melhor assim. Assim não preciso limpar aqui, que já limpei essa parte do escritório, haha.
Haha, me deu muita risada ela falar aquilo enquanto chupava meu pau. Na hora relaxei de vez… já foi, que se dane tudo, pensei. Fechei os olhos e só esperei o momento de gozar.
Ela ia e vinha com a cabeça contra meu pau. Chupava forte, mas com uma vontade do caralho… comecei a fazer força pra concentrar e jorrar tudo.
Eu: — Ale, vou gozar
Ale: — Vai, sim.
Ela continuou chupando e naquele momento não aguentei mais e tive que soltar tudo… soltei um jato que senti fortíssimo, grosso e muito longo. Foi tudo direto na boca dela, depois um segundo jato que entrou cheio na boca dela… aí ela teve que engolir. O que ela não sabia é que tinha mais. Saiu um terceiro jato e um quarto mais curto. Esses ela teve que cuspir no chão. Gozei pra caralho. Ela cuspiu e deu uma tossidinha.
Ale: — Você sempre goza tanto assim?
Eu: — Haha, sei lá, desculpa…
Ale: — Haha, de boa, seu leite é uma delícia.
Ela se levantou, foi no banheiro se limpar e foi pegar algo pra limpar o chão.
Eu terminei de preparar o mate, mas ela disse que tinha que continuar limpando. Essa foi a primeira de muitas terças-feiras de sexo no escritório.
Faltava pouco pra me formar e comecei a trabalhar num escritório na minha cidade, uma cidade não muito grande na província de Santa Fé. A questão é que eu era "o garoto" do escritório, tinha só 23 anos. Era minha melhor fase, só me dedicava a estudar e malhar, então tinha um corpo bonito. Tenho 1,80m, cabelo castanho, corpo magro, sempre tive sorte com as minas, elas me davam bola, mas eu era muito tímido, então fiquei com menos mulheres do que poderia, por ser bobo, tímido e dorminhoco.
No escritório éramos quatro. Três sócios: dois homens e uma mulher, e eu, a nova contratação que servia pra tudo que eles não queriam fazer. Eu trabalhava das nove da manhã até as quatro da tarde, enquanto meus chefes vinham mais cedo, às oito da manhã, ao meio-dia iam almoçar e voltavam lá pelas duas e meia, ficando até o necessário. Eram pessoas muito rígidas e formais, mas educadas.
Além de nós quatro, um dia por semana vinha a Alejandra, uma moça que fazia a limpeza. Era uma garota de baixa renda, uns 35 anos, já tinha quatro filhos, um nascido há poucos meses. Era morena, de traços muito bonitos, mas parecia mais velha pela vida difícil que levava. Mesmo assim, estava sempre de bom humor e era muito agradável. Era robusta e baixinha, o que fazia ela ter uma bunda enorme e uns peitos gigantes! Maiores ainda porque estava amamentando o bebê.
Ela vinha toda terça-feira ao meio-dia, antes de meus chefes irem embora, e saía quando terminava o serviço. Justamente trabalhava nas horas em que eu ficava sozinho, meus chefes iam embora e eu sempre aproveitava pra almoçar alguma coisa. Ela fazia o trabalho dela, eu fazia o meu. Era muito simpática e tagarela, conversávamos de vez em quando, mas sempre papos casuais. Ela tinha me contado que fazia pouco tempo que tinha tido o filho dela, algo que não queria, já que morava com o marido num bairro bem humilde e não tinha muito dinheiro, então precisava trabalhar muito, deixando o bebê com a filha mais velha.
Lembro que era verão, ela vinha trabalhar com camisetas bem largas, muitas vezes dava pra ver o sutiã e até os peitos, além disso vinha de legging onde marcava sempre aquela bunda enorme que ela tinha, e muitas vezes marcava a buceta. Ela tinha uma dessas xoxotas que a legging entrava no meio e marcava tudo. Isso tinha sido assunto de conversa entre meus chefes, lembro da minha chefe reclamando que ela vinha sempre “quase pelada” e que deviam comprar um uniforme pra ela. Meus chefes responderam que ela vinha pra limpar, que precisava ficar confortável, e que não iam pagar um uniforme pra um dia por semana.
Claramente incomodava “o visual”, meus chefes não eram desse tipo de “gente” que repararia numa mina como a Alejandra, pela condição social dela. Eu, por outro lado, era um cara normal, vinha de uma família trabalhadora de classe média, e pra ser sincero, adorava que ela viesse tão solta na roupa. Era uma distração muito gostosa na semana, ver aqueles peitos e aquela bunda enorme. A única coisa que eu via na semana toda era a minha chefe, a sócia dos meus outros chefes, que era uma mulher de uns cinquenta e poucos anos, refinada, muito magra, mas muito… daquelas que só vive trabalhando. Não tinha muito o que oferecer pros olhos. Já a Alejandra era toda carne! Morenaça! Com uns peitos lindos e grandes.
Um dia, eu já tava sozinho no escritório, e tava tomando um iogurte, me apoiei no batente de uma porta vendo a Alejandra como ela limpava com um esfregão os pisos do escritório, curvada fazia os peitos dela caírem, iam e vinham, e os peitos balançavam. Fiquei hipnotizado com aquele movimento. Nessa hora ela percebeu que eu tava com os olhos grudados no decote dela. Ela me olhou e eu morri de Vergonha.
- Você não tem que trabalhar?
- Desculpa, Ale, tava dando uma pausa pra comer, não quis te incomodar.
Ela ajeitou a blusa na hora, como se tivesse puta, virou as costas e foi pra outro canto. Visivelmente irritada.
Voltei pro meu posto na mesma hora, morto de vergonha e medo, com receio que ela contasse pros meus chefes que eu tava olhando. Me imaginei como um tarado, com os olhos cravados naquelas tetonas enormes e ela brava. Foi nesse momento que a Alejandra apareceu na frente do meu posto. Pronto, tô fudido, pensei. Certeza que agora ela vai me encher o saco.
- Te incomoda se eu passar no banheiro?
- Não, não, pode ir.
Safei!! Pensei que ia me esculachar ou falar pra não repetir, já tinha feito todo o filme na minha cabeça. Ela só queria ir no banheiro, e pra isso tinha que passar, querendo ou não, pelo meu lugar de trabalho. Sim, já sei o que cês tão pensando, eu trabalhava do lado do banheiro. Uma merda. Mas era o que tinha.
Naquela hora, veio uma ideia totalmente pervertida na minha cabeça: queria espiar ela pelo buraco da fechadura. Já tinha reparado no detalhe de como aquele banheiro foi mal feito. O vaso tava bem de frente pra porta e pelo trinco dava pra ver tudo. Talvez esses detalhes só passem pela cabeça de um tarado como eu, pensei.
O homem é filho do rigor, tinha escapado de levar uma bronca há pouco e já ia me meter em outra enrascada que podia me dar problema. Mas ver as tetas dela me deixou muito tesudo e não conseguia pensar direito, e não liguei pra mais nada. Surgiu uma voz na minha cabeça que disse: “foda-se, que se dane tudo”.
Me aproximei bem devagar e coloquei meu olho no buraco da fechadura. Vi a Alejandra sentada mijando, ficou um tempinho até pegar o papel pra se limpar. Nessa hora, ela se levanta pra subir a legging e fica com a buceta bem de frente pro buraco. Que pedaço de buceta! Um papo enorme! Não é à toa que a legging entrava no meio. Ela estava bem peluda, mas dava pra ver tudo direitinho a buceta dela. Juro que naquela hora eu queria ter puxado meu pau e batido uma na mesma hora, já tava durasso. Mas ela tava se arrumando pra sair.
Fui pro meu posto de trabalho o mais rápido possível antes que ela saísse e percebesse, mas ela saiu tão rápido que não deu tempo de sentar — se eu sentasse, ia ficar na cara, ia ter que dar um pulo na cadeira. Então fingi demência, fiquei parado fazendo que arrumava uns papéis.
Ela sai e, obviamente, eu não conseguia esconder minha ereção. Tava na cara. Eu ia trabalhar com visual de escritório: camisa e calça social. No verão, usava uma cinza clarinha de linho, um tecido bem leve e fresco. Essa calça me fodeu de mãos e pés atados, com o pau duro não consegui esconder.
— Cuidado que com isso você vai derrubar tudo, haha... — ela disse, fazendo um sinal com os olhos apontando direto pro meu volume.
Eu, que já tava morrendo de vergonha, tive uma reação instintiva de defesa que só piorou a situação:
— Eu: Ah, então você também é olheira, tá me olhando o volume.
— Ale: Eu também? Então você tava me olhando ali quando eu limpava.
Não soube o que dizer, me entreguei de vez... Fez-se um silêncio, e ela começou a rir. Eu ri. A situação descomprimiu. Naquela hora, deu pra ouvir o barulho do gelo quebrando, e a partir dali rolou uma confiança entre nós dois, tipo um sinal de que "tava rolando química".
Eu — Quer que eu prepare um mate? Pra gente descansar um pouco, ainda falta até os chefes chegarem.
Ale — Fecha, uns mates eu aceito. Depois continuo limpando.
Daí começamos a conversar.
Ale — Eu tinha mais ranço de você, sempre sério trabalhando. Achava que, por ser o mais novo, ia ser mais descontraído.
Eu — Não sou ranzinza, sou tímido... meio bocó, haha.
Ale — Quantos anos você tem?
Eu — 23.
Ale — Aiii, você é um bebê!
Eu — Haha, não pensa isso, já faço minhas coisas (me fazendo de machão, mas era um otário danado). Ale – Ah, é? Certeza que tem um monte de mina atrás de você. Você é bonito.
Eu – Não, tô sozinho. Faz pouco tempo que tive uma namorada, mas a gente brigou.
Ale – Quem era sua namorada? Talvez eu conheça.
Eu – “Falei o nome da minha ex”
Ale – Conheço sim, na verdade conheço a mãe dela. É uma mina loira, girl, girl girl?
Eu – Sim, deve ser a mesma, uma girl, não tem umas daquelas iguais às suas, fazendo o mesmo sinal com os olhos que ela tinha feito pra mim, mas eu apontando pros peitos dela.
Ale – Ela não tem isso?
Nesse momento, ela pegou a camiseta dela por baixo e levantou até em cima. Quando passou na altura dos peitos, enganchou no sutiã e levantou tudo de uma vez só.
Caíram uns peitos ENORRRRMES! Até fez um barulhinho tipo “bluuuuup”. Dois peitos muito grandes, com as auréolas bem pretas e os bicos meio saltados, de tanto serem chupados por causa da amamentação do bebê dela.
Eu fiquei pasmo. Juro que não esperava por isso. Fiquei olhando pros peitos dela sem saber bem o que fazer. Ela começou a rir e arrumou a roupa de novo.
Eu: – Uau, que peitos! – falei com uma risada meio nervosa.
Ale: – Toca neles.
Ela pegou na minha mão e fez eu tocar nos peitos dela, mesmo que por cima da roupa. Eram uns peitos muito grandes e estavam duros. Minha mão não conseguia cobrir nem a metade.
Foi nesse momento que percebi que ela tinha notado que, enquanto limpava, eu tava olhando pros peitos dela, e que achou que quando saiu do banheiro e eu ainda tava de pau duro era por ter visto ela assim. Percebi que ela tava me provocando, que ela tava tomando a iniciativa. Não sabia até onde ela queria ir. Eu tava no meu trabalho, numa situação que não esperava, muito nervoso. Mas ao mesmo tempo, isso me excitava. E de novo aquela voz na minha cabeça: “foda-se, que se dane tudo”.
Eu – Nunca tinha tocado nuns peitos tão grandes.
Ale – E eu nunca tive na boca um pau de um playboyzinho de grana.
Eu não Ele não era nenhum playboy cheio da grana, era um cara normal, comum, que se vestia de office boy por causa do trampo. Mas se ela queria acreditar naquilo, se essa era a fantasia dela, ia fazer ela pensar que era riquinho, milionário, magnata, dono do escritório, o que fosse preciso.
Enquanto ainda tava apalpando os peitos dela, peguei a mão dela e fiz ela tocar no meu pau. Ela sorriu, toda animada, com cara de "vamos, bora fazer uma loucura". Na hora ela se ajoelhou, me abaixou a calça e puxou meu pau pra fora. Fiquei olhando ela, meio que estudando, enquanto ela massageava bem devagar. Depois de um instante, levou ele pra boca. Senti a língua dela chupando enquanto ele tava na boca dela, e ela ia acompanhando o movimento enquanto tirava. Fazia tudo bem lento e fundo, até o talo.
Eu tava muito nervoso, não sabia o que fazer. Talvez entrasse alguém. Até comecei a ficar paranóico se tinha câmera no escritório. Tava apavorado. Mas a Alejandra era foda. Sabia claramente o que tava fazendo. Sabia chupar um pau. Me deixou doido e começou a chupar mais forte e mais rápido. Ficou chupando meu pau por um bom tempo, só parava pra respirar fundo, pegar ar e continuar. Só usava a boca e apoiava as mãos nas minhas pernas como se fosse pegar impulso. Senti a boca quente dela, bem molhada, e aquela língua que não parava de se mexer. Ela me deu o que tinha que dar, guardar e arquivar. E de novo aquela voz na minha cabeça: "já foi, que se dane tudo".
Eu — Vem aqui que quero te comer, não aguento mais.
Ale — Comer não. Só quero chupar ele.
Tempo depois ela me disse por que não queria transar, mas na hora meio que cortou minha inspiração… mas ela continuou chupando e aí tive uma "contraproposta".
Eu — Se não posso te comer, quero gozar na sua boca.
Ale — Beleza, melhor assim. Assim não preciso limpar aqui, que já limpei essa parte do escritório, haha.
Haha, me deu muita risada ela falar aquilo enquanto chupava meu pau. Na hora relaxei de vez… já foi, que se dane tudo, pensei. Fechei os olhos e só esperei o momento de gozar.
Ela ia e vinha com a cabeça contra meu pau. Chupava forte, mas com uma vontade do caralho… comecei a fazer força pra concentrar e jorrar tudo.
Eu: — Ale, vou gozar
Ale: — Vai, sim.
Ela continuou chupando e naquele momento não aguentei mais e tive que soltar tudo… soltei um jato que senti fortíssimo, grosso e muito longo. Foi tudo direto na boca dela, depois um segundo jato que entrou cheio na boca dela… aí ela teve que engolir. O que ela não sabia é que tinha mais. Saiu um terceiro jato e um quarto mais curto. Esses ela teve que cuspir no chão. Gozei pra caralho. Ela cuspiu e deu uma tossidinha.
Ale: — Você sempre goza tanto assim?
Eu: — Haha, sei lá, desculpa…
Ale: — Haha, de boa, seu leite é uma delícia.
Ela se levantou, foi no banheiro se limpar e foi pegar algo pra limpar o chão.
Eu terminei de preparar o mate, mas ela disse que tinha que continuar limpando. Essa foi a primeira de muitas terças-feiras de sexo no escritório.
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