Minha mãe e o cafajeste continuação (1)

Continuação do relato, era muito longo e não me deixa colocar em um só.

Sim, mas…
- Shh – começou a mordiscar o lóbulo da orelha dela – Vejo que você gosta que eu esteja aqui. Você gosta de ter um homem em casa, você mesma disse. Muitas mulheres gostam de ter um homem forte que lhes dê segurança. E vejo que você se sente muito à vontade comigo. Ou senão, por que deixou que nessas três semanas eu ficasse aqui o dia todo?

Pude ver que ela começava a ceder. As negações dela eram cada vez mais fracas enquanto o cafajeste começava a acariciá-la de forma suave. Quase desci, não sabia o que faria, mas tinha que fazer alguma coisa. Não podia acreditar que minha mãe estava prestes a cometer adultério com um moleque um ano mais velho que eu, por mais gostoso e forte que ele fosse. Mas minhas pernas não respondiam. Nunca tinha lidado com uma sensação assim; você pode se preparar para uma prova, mas não para ver sua mãe sendo seduzida por outro. Além disso, Francisco parecia um muro intransponível, tanto moral quanto fisicamente.

- Francisco, não podemos…
- Calma. Você vai gostar. Não sabe há quanto tempo espero por isso.
- Não, por favor… – sussurrou ela como última resistência
- Shh, shh. Cala a boca, Vero. Se deixa levar.

Ele começou a beijá-la de leve, com carinho. Dava beijinhos nas bochechas, pescoço e ombros, aproveitando a pele macia da minha mãe. Subiu para dar outro selinho. Mamãe não protestou, parecia que estava começando a gostar da situação. O moleque interpretou o silêncio dela como um sinal positivo. Enfiou uma mão por baixo da roupa, na altura da barriga, que começou a rastejar devagar em direção aos peitos dela. Eu podia ver como deslizava sobre a pele dela, por baixo da camisa esportiva. Mamãe soltou um gemido leve quando ele começou a apalpar os seios dela. As mãos vorazes dele agora estavam sobre o corpo dela, mas ela continuava passando a mão no volume dele por cima da calça jeans sem que ele precisasse guiá-la.

- Acho o que você está achando, meu amigo...
- Mmm… aham
- Tem um tamanho bom, não acha?
- É… enorme, sim – respondeu com a surpresa ainda no rosto
- Imagina essa coisa enorme dentro de você?
Ele esboçou outro de seus sorrisos safados enquanto via minha mãe aproveitando as carícias dele. A outra mão do malandro apertava a bunda dela. Ele estava brincando com a presa antes de ir direto ao objetivo. Dava pra ver que ele curtia estar esquentando a mulher. Embora mamãe parecesse ser quem mais estava gostando. Ela estava de olhos fechados, gemendo de prazer enquanto Francisco enchia as mãos de peito e chupava o pescoço dela. Deitei no chão, olhando pelo vão da escada. Não podia acreditar que minha mãe deixava aquele cara, recém-saído da prisão, ter tanto acesso ao corpo dela. Percebi que a expressão de Francisco mudava, ficando mais séria conforme ele esquentava minha mãe.
- Vem cá, gostosa. Quero provar essa boquinha.
Francisco começou a beijar minha mãe com paixão, com pura lascívia. Agora ela respondia aos beijos dele. Se beijavam com força, parecia que ele estava devorando a boca dela. Os lábios dos dois se confundiam, só destacando o moreno da pele de Francisco. Até me pareceu ver as línguas se chocando enquanto exploravam a boca um do outro. Ele a segurou firme, uma mão na curva do quadril e a outra direto na bunda, no meio das nádegas. Assim começou a empurrá-la, lenta mas decididamente, em direção ao sofá maior da sala, que ele tinha feito seu território nessas semanas. Caminhavam sincronizados, como se fossem um só. Depois de se cansar de trocar saliva com ela, Francisco deslizou uma alça da camiseta da minha mãe e começou a beijar a pele macia do ombro e pescoço dela.
- Como você é gostosa… mmm… vamos nos divertir pra caralho, sua e minha, mãe. Você tem a pele mais macia que já senti.
Minha mãe, que estava andando de costas, bateu no sofá, mas não caiu por causa do aperto dele. que ele tinha nas calças. Francisco se afastou dela e, sem parar de beijá-la na boca por mais que um instante, tirou a regata dela. Os peitos da minha mãe estavam redondos e firmes, presos no sutiã, mas um deles estava escapando por causa do movimento e dava pra ver o bico por cima da taça. Sem dar um tempo pra ela pensar, ele a envolveu de novo com os braços fortes enquanto beijava o rosto dela. Da minha posição, dava pra ver que ele mexia as mãos com ansiedade nas costas dela, tirando o sutiã em alguns segundos. Eles se separaram de novo, e dessa vez a peça ficou na mão do Francisco. Ele jogou na mesinha de centro da sala e ficou uns instantes olhando pra mulher que tinha na frente.
- Hummm, mas que mulher. Uma mulher muito gostosa e safada. Não sabe quantas vezes sonhei em ter uma mulher assim enquanto tava no reformatório.
Ele tirou a camiseta, mostrando o torso jovem, moreno e musculoso, resultado de horas na academia do centro pra menores. Na calça dele dava pra ver um volume enorme, que pendia pro lado direito. Depois, olhando pra minha mãe com desejo, se aproximou dela. Colocou as mãos grandes nos ombros dela e fez ela sentar no sofá. Em seguida, se curvou sobre ela e começou a chupar os peitos da minha mãe, fazendo ela tremer.
- Porra, que peitão. Não me importava de ficar preso pra sempre se essa fosse a comida.
- Ah… ah, sim… cê gosta?
- Gostar? São os melhores peitos que já vi! Naturais e firmes, isso sim é peito, tia... hahaha, mas olha como você tá! Se você adora que eu chupe eles!
- Não para, vai!
- Hummm… são incríveis… redondos e firmes… nhum… são os melhores peitos que já vi, são melhores que os das minhas amigas da minha idade.
- Já chega… puxa-saco… oh, oh
Pra minha surpresa, ela pegou os peitos volumosos dela, um com cada mão, e aproximou eles do Francisco. O vagabundo não recusou a Oferta, se agarrando como bezerro na teta enquanto apalpava a outra.
- Ahh, Francisco, onde você aprendeu a fazer issooo! Porra, como você come meus peitos, filho da puta! – exclamou ela, me surpreendendo – Uff, lambe eles bem!
- Que peitões que você tem, Vero, tava doido pra botar eles na boca desde que te vi. Eles ficam muito gostosos dentro desse sutiã esportivo. Mmm, valeu a pena esperar… mas vou cobrar esse tempo.
- Continua, não para.
- Nem precisa me falar. Porra, eu poderia chupar esses peitões o dia inteiro!
Francisco comia os peitos dela de um jeito selvagem, era óbvio que tava desesperado pra ficar com uma mulher. Atacava direto os bicos e passava a língua grossa garantindo que não deixasse um centímetro de pele sem lamber. Conforme os minutos passavam, os peitos iam ficando brilhando de tão molhados e apareciam marcas de mordida que o jovem dava. Mas a grosseria com que maltratavam os seios dela só deixava a mamãe mais excitada. Eu tava tão impressionado vendo aquela cena grotesca que demorei um pouco pra perceber que Francisco só usava a boca pra mimar aqueles peitões. Segui os braços dele com o olhar, ele tava desabotoando a calça. Depois de conseguir, levou as mãos pra calça jeans da minha mãe, acariciando a fenda por cima. Ela se remexeu de resposta, interrompendo os gemidos por um instante. Francisco desabotoou a calça jeans e tentou tirar.
- Vai, levanta essa bunda, porra.
- Calma, Francisco – respondeu minha mãe, com uma risadinha enquanto se apoiava no sofá pra se levantar.
Meu antigo amigo deu vários puxões na calça, que prendeu um pouco nos pés. Com um puxão bruto, a calça jeans saiu levando junto os sapatos. Uns movimentos rápidos e ele também tirou as meias. Todas as roupas foram parar junto com o top da minha mãe e a camisa de Francisco em cima da mesinha de centro. Depois pegou uma perna e começou a acariciar. percorrendo todo o comprimento dela com as mãos enquanto levava o pé à boca. Ela metia os dedos na boca e lambia a sola do pé. A vontade dela por sexo era evidente, dava pra ver que não conseguia decidir que parte do corpo cobrir. Ela estava quase nua, só tinha uma calcinha azul pequena cobrindo a intimidade dela.

O ex-presidiário continuou explorando as pernas, agora lambendo a pele sensível com a língua. Ele segurava uma perna com o braço esquerdo e lambia as coxas, até parar perto da calcinha. Ali ele parou, aspirando o cheiro da mulher. Com a outra mão, fazia movimentos impacientes pra se despir também. Sem tirar o rosto da entreperna da minha mãe, fazendo uns movimentos quase acrobáticos, tirou as botas, as meias e as calças. Agora os dois estavam só de roupa íntima. Ele ergueu o rosto, beijou a barriga lisa e deu uma lambida no umbigo que fez minha mãe tremer.

- Que delícia, Verônica. A gente vai se acabar de putaria, mãe e filho. Olha como você me deixou, gostosa.

Francisco se levantou um pouco, deixando a entreperna à mostra. Minha mãe não respondeu, mas tanto ela quanto eu podíamos ver como ele tava. Dentro da cueca cinza de Francisco dava pra ver um volume impressionante, parecido com um rolo de cozinha, que se torcia sobre a perna direita, marcando obscenamente. Tinha uma mancha escura de líquido pré-seminal. Mas não era o único molhado. Eu percebi que a calcinha da minha mãe tinha mudado do azul celeste original pra um azul escuro, por causa dos fluidos vaginais e da saliva do cara.

- Agora, vamos pro que interessa. Vamos ver o que você esconde debaixo dessa calcinha.

Francisco se ajoelhou na frente da minha mãe e passou as mãos por cima das pernas dela, devagar. Os dois curtiam o toque, ela mordia os lábios esperando o momento ápice. As mãos invasoras chegaram até o quadril, onde pegaram a calcinha pelas laterais e começaram o caminho. inverso. Ele tirou a roupa dela pelos pés com delicadeza, bem diferente da grosseria anterior. Parecia impressionado com o que tava rolando. Ficou admirando a mulher na frente dele com devoção. Minha mãe tava pelada e de pernas abertas, sem se preocupar em esconder a nudez. Tava excitada e se oferecia pro jovem enquanto se olhavam fixamente nos olhos. Suspirava ofegante, fazendo os peitos redondos balançarem pra frente e pra trás. Tinha bastante pelo na buceta, não totalmente bagunçado, mas dava pra ver que não cuidava muito da aparência daquela área. Mesmo assim, os lábios da vulva se destacavam, inchados, e a região brilhava de fluidos, fruto da excitação. Da minha posição, consegui ver que o pau do Francisco reagia ao estímulo visual, engrossando ainda mais e se mexendo como se tivesse vida própria.

- Mmm, Verônica, tô morrendo de vontade de enfiar em você – disse Francisco acariciando o volume dele por cima do pano – Mas antes quero provar você.
- Tô meio desleixada, querido. Isso não te incomoda?
- Me incomodar? – ele respondeu com um sorriso malicioso – É assim que fica mais gostoso.

Ele enfiou a cara na buceta da minha mãe, num movimento que pegou nós dois de surpresa. Mamãe ficou olhando pasma por uns instantes, mas depois fechou os olhos pra se entregar de vez aos espasmos e gemidos. Jogou a cabeça pra trás, até bater no encosto do sofá. Não sabia o que fazer com as mãos, até colocá-las no Francisco pra guiar os movimentos dele e acariciar as costas largas.

- Meu Deus, Francisco! Mmn gmm Quem foi que te ensinou a fazer isssooooo?
- Que delícia, Verônica!... Slurp glup… Acho que não sou o único que tava precisando… você tá bem molhadinha. Falo pra você relaxar e aproveitar.

Dava pra ouvir claramente os barulhos do oral, mesmo com os gemidos aumentando de volume. Meu amigo tava se esbaldando e parecia não ligar pros pelos pubianos. Ele chupava. Com verdadeira devoção, tudo que minha mãe expelia e eu introduzia a língua na buceta em busca de mais. Às vezes ficava parado, respirando fundo, curtindo o cheiro. Obviamente, os dois estavam no melhor oral de suas vidas.
- Aqui embaixo cheira a glória. Acho que vamos aproveitar muito ser vizinhos.
- Ohh… continua, por favor, Fran.
- Vou continuar, hoje e amanhã. Vou vir todos os dias comer essa bucetinha!

Depois de quase dez minutos de oral, onde Francisco lambeu, cuspiu, acariciou com a língua e até enfiou dois dedos, minha mãe já tinha gozado uma vez e estava perto da outra. O safado se encheu de orgulho, vendo que era capaz de satisfazer uma mulher feita e direita só com a boca. Enquanto a segunda gozada da minha mãe chegava, ele começou a se masturbar por dentro da cueca. Parou, curtindo os espasmos femininos com o rosto enterrado, mas olhando nos olhos dela. Ela terminou de se contorcer e baixou o olhar, como perguntando por que ele parou. Francisco sorriu de novo e, separando o rosto, deu uma lambida longa e lenta com a língua toda pra fora na racha da minha mãe. Até percebi que a língua dele ficou com um pouco de pelo pubiano. Senti uma ânsia forte ao ver aquilo e quase vomitei na escada, o que teria revelado minha posição de testemunha naquela cena. Felizmente me controlei e voltei a focar na sala, sem pensar em como me afetaria o que ia acontecer.
- Deita, gata, vai – disse Francisco, dando tapas na bunda dela.

Minha mãe se deitou no sofá, se espreguiçando toda como uma gata, se acomodando pra sessão de sexo que vinha. Acariciou o volume de Francisco com os pés por cima da cueca, enquanto mandava sorrisos safados. Ele subiu no sofá, ficando de joelhos em cima das pernas da minha mãe. Depois tirou a cueca. Tinha uma ferramenta impressionante e nojenta ao mesmo tempo. Devia ter uns Dos vinte centímetros, quase da grossura do antebraço da minha mãe. Não era circuncidado, mas o tamanho do pau ereto fazia a pele do prepúcio retrair, deixando à mostra a glande arroxeada. As veias se marcavam claramente naquele membro poderoso que parecia ter vida própria, já que pulsava levemente. Escorria, expelindo líquido pré-seminal que caía sobre o corpo da mulher que estava embaixo. Francisco sorriu orgulhoso, ao ver que tinha impressionado a coroa com sua ferramenta.

- Parece que os ratos comeram sua língua. O quê, nunca viu uma coisa dessas? – disse ele, pegando o tronco pela base para balançá-lo de leve.

- Não… não… nunca – dizia minha mãe enquanto seguia com o olhar o falo repugnante.

- É um pinto normal… O que, seu marido não carrega um desses? Kkkkk.

Parecia que ela nem ouviu a piada sobre o marido de tão excitada que estava. A cena era nojenta. Minha mãe estava nua, deitada no sofá, entre retratos de família, com um invasor superdotado em cima dela. Ela contemplava com devoção aquela ferramenta, pensando se seria capaz de abrigá-la na buceta. Ele devorava com os olhos o corpo feminino, pensando por onde queria começar. Decidiu pelo clássico. Abriu as pernas, deitando-se sobre a mulher na posição de missionário, encaixando o pedaço de carne musculosa na entrada da cavidade feminina macia. Mamãe não reparou num detalhe até sentir a ponta daquela enormidade acariciando-a.

- Espera – hesitou, colocando a mão no peito largo dele – coloca uma camisinha, por favor.

- Não vem com merda não – respondeu áspero, começando a esfregar a virilha – é o primeiro coelhinho que vou arrebentar em dois anos. Não vou estragar com peitinho.

- Pe… mas no meu quarto tem camisinhas do Juan.

- Tá – respondeu, um pouco mais paciente – mas eu uso um tamanho especial de camisinha. O Juan tem XXL?

- Não. Normais. - Então não me servem. E para de encher o saco com essas frescuras.
- Só não goza dentrrooooo
O pedido da minha mãe terminou num grito. Francisco tinha começado a se introduzir devagar, mas sem parar. Parecia que ele enfrentava alguma resistência da buceta, já que eu vi ele tensionar os glúteos e empurrar com força enquanto a penetrava. Ele conseguiu meter até a metade, e a xereca não quis mais ceder. Ele recuou um pouco, pra empurrar de novo, dessa vez entrando mais uns centímetros. Repetiu esse movimento, dilatando cada vez mais a buceta da minha mãe com a ferramenta poderosa dele, que ia entrando devagar. Minha mãe apertava os lábios, gemendo baixinho enquanto o vagabundo lutava pra entrar nela. Francisco cuspiu na própria ferramenta pra ajudar na lubrificação, embora ela já estivesse brilhando e os fluidos vaginais escorrendo até o sofá.
- Mmm… parece que a xereca quer guerra, hein? Relaxa, relaxa e abre as pernas…
- Ooohhhh, mmmhhh… tô bem aberta, Francisco, ohh… mas é que você é muito grande.
- Calma que já vai entrando… puta merda, como você é apertada… já tive namoradas que não eram assim…
- Uff… é que faz muito tempo que não transoooo
Fiquei pasmo ao ouvir esse detalhe íntimo, mas que minha mãe deixou escapar enquanto começava a foder com o amante. Finalmente, ele conseguiu enfiar toda a enormidade dele, até que os testículos grossos descansaram sobre os lábios vaginais. Ele ficou parado, curtindo a primeira penetração em dois anos. Começou a beijar e lamber o rosto da mamãe, com certa delicadeza, até quase carinhosamente. Ela estava em choque com o que o jovem acabara de enfiar nela, com os olhos arregalados e a boca tentando pegar ar.
- Porra, Francisco – disse num tom entre surpresa e bronca – calma aí um pouco. Nunca tinha tido nada do seu tamanho dentro de mim.
- Mmm, que delícia, Vero. – respondeu enquanto mordia a orelha dela – Fazia tanto que não tava dentro de uma mulher. Adoro como você é apertadinha. Vamos arrasar nessa putaria.
- Por favor… vai devagar…
- É inacreditável que você aguentou a Verônica inteira. Com as da minha idade só consigo colocar metade. Bem enfiadinha, até o fundo. Você gosta? Gosta desse tamanho?
- Mmhhh, sim, gosto sim, papai.
- Não se preocupa, agora moro a uma quadra daqui. Vou fazer você se acostumar. Mesmo que já tenha aguentado tudo. Por isso que gosto das coroas, no fim são as mais safadas. Relaxa, gostosa, que o melhor vem agora.

Francisco começou a se mover com uma ansiedade animal em cima dela. Saía quase completamente, para entrar de uma vez. Em cada estocada, minha mãe era empurrada para trás. Até batia a cabeça de vez em quando na parede. Começou a gritar, metade prazer, metade sofrimento por ter aquela enormidade rasgando ela. Vendo que não conseguia se controlar, resolveu morder uma almofada pra evitar que os gritos alertassem os vizinhos. Francisco empurrava com força, soltando uns grunhidos animais que me deixaram cagado de medo.
- Mmm… argghhh… para… devagar… - ela implorava por trás da almofada – você… tá… me partindo ao meio!
- Porra, como você tava precisando de uma boa foda! Aqui na sua casa o negócio é pequeno, né? Fica tranquila que eu cuido disso.
- Kyaaaaa!... mmm! argh calma, por favor!
- Parece que a bucetinha ainda tá apertada, hein… vou deixar você bem aberta. A pica do seu maridinho vai nadar aqui quando eu acabar com você!
- Porra, você vai me quebrar!
- Vou meter até o saco, vagabunda!

Depois de vários minutos de penetrações profundas, minha mãe conseguiu largar a almofada. Os gritos que eram metade prazer agora eram só prazer. A cavidade dela tava se adaptando devagar ao tamanho do parceiro e ela agora gemia no ritmo das estocadas do ex-presidiário. Ele continuava beijando o rosto dela de um jeito que parecia que queria devorá-la. passava as mãos pelas costas macias da minha mãe, aproveitando com todos os sentidos sua primeira mulher depois do tempo de reclusão. Percebeu que ela também estava gostando e que tinha controle total da situação.

- Adoro como você sabe fazer, Verônica.

Francisco mudou bruscamente de atitude. Pegou minha mãe pelo queixo com uma mão, forçando-a a olhar nos olhos dele e a manter a boca entreaberta. Acelerou ainda mais o ritmo das estocadas. O sofá tremia sob o peso combinado dos dois.

- A partir de agora, você vai ser minha putinha. Gosta, vagabunda? Gosta de como eu te como?

- Ah, amhnhng – tentou articular minha mãe. Mas seus gemidos, que aumentavam cada vez mais de volume, já eram resposta suficiente.

- Me responde! Gosta ou não?

- Mmm… arghhh… Fran!

- Responde, porra!

- Ohh… Fran… adoro…. me come… assim… todos… os dias!

- Assim tá melhor. Seja boazinha e me obedece, senão eu paro.

- Não, não para. Continua me fodendo!

O jovem se deu por satisfeito e parou de interrogá-la. Entre gemidos, mamãe lambia dois dedos que Francisco tinha enfiado na boca dela. Os dois pareciam ter enlouquecido de prazer com a entrada e saída daquele pauzão. As almofadas do sofá estavam espalhadas pela sala, minha mãe tinha jogado tudo longe no meio do êxtase.

Ela começou a se contorcer e gritou apesar da mão de Francisco. O corpo inteiro se esforçou para se levantar por causa dos espasmos. Francisco parou por um momento, saboreando o orgasmo que tinha dado na mulher. Empurrou-se para cima, colando o peito contra o torso do meu antigo amigo. As pernas brancas se esticaram, como se tentassem alcançar o teto. No meio do êxtase, ela quase derrubou Francisco de cima, mas o safado a dominou com o peso e continuou penetrando devagar.

- Tô gozando, tô gozandooooo! Mmmm… porra, devo estar louca, mas adoro isso

- Olha pra mulherzinha casada… nossa, como te deixaram abandonada… mas não se preocupa, já tô aqui pra tirar essas teias de aranha – disse Francisco enquanto via minha mãe se contorcendo
- Porra Francisco… nunca tinha gozado assim… porra… porra – repetia, tentando recuperar o fôlego com o rosto vermelho
- Mmm, já sabia que precisava de um homem nessa casa. E ainda tenho lenha pra te dar muito cacete. É inacreditável como você é apertada. O Juan não te dá cacete, né?
- Muito pouco. Além disso, você tem outro tamanho. – respondeu ela, totalmente sem vergonha. Depois corou, percebendo que tinha acabado de renegar o marido.
- O que você precisa é ser bem comida. Vou vir todo dia até deixar você bem abertona.
Quê? Por que ele tava revelando detalhes da vida íntima dela pro jovem? Não consegui pensar em outra resposta além da excitação do momento. Enquanto tentava digerir as últimas palavras da minha mãe, a cena continuou. Depois de provocar o orgasmo, o terceiro desde que começaram a foder, Francisco saiu de dentro da minha mãe e sentou no sofá. Começou a bater uma lentamente e a dar batidas com a pica no próprio umbigo, provocando uns estalos que ecoavam pela casa toda. A ferramenta dele estava dura como aço e brilhava com os fluidos dos dois. Fez um sinal pra minha mãe se aproximar.
- Vem cá, que tenho uma coisa pra você. Mereço um boquete daqueles depois de dois anos de jejum.
- Como você mandar, papai.
Ele riu ao ouvir isso. Mamãe se virou na poltrona pra começar o oral, mas Francisco tinha outro plano.
- De joelhos, Verônica. – disse firme
Ela desceu do sofá pra se ajeitar de joelhos na frente do amante. Apoiou os cotovelos nas coxas grossas de Francisco e começou a pesar a pica com as mãos.
- Porra, papai. Que pauzão. Pesa.
- Vai, mete na boca.
Mamãe começou a dar beijinhos na pica, deixando ali o batom que as amassos não tinham conseguiu arrancar. Depois começou a lamber. Ele estava tenso, olhando para baixo, esperando o momento culminante. Enroscou as mãos no cabelo da minha mãe para controlar os movimentos dela. Enfiou a ferramenta devagar na boca. Chegou até a metade do pedaço de carne, e depois recuou, deixando bem babado, adicionando outro fluido corporal aos que já cobriam a ferramenta do cafajeste.

- A partir de agora vai me chamar de papai. Entendeu?
- Sim, papai – respondeu ela com voz submissa - Tá gostando?
- Bastante. Continua, vai, não para.
- Tem paciência... quase nunca faço isso e sua ferramenta pois...
- Sim, sim, já sei. – interrompeu ela de mau humor - Abre a boca.

Francisco deu uma porrada de pau na cara dela. Ela não se sentiu agredida e continuou com os movimentos na ferramenta do ex-assaltante. Dava pra ver pela timidez dos movimentos que não era algo que fazia com frequência.

Ele também percebeu que minha mãe não era muito boa em sexo oral. Embora os esforços atrapalhados dela pra enfiar o pau na boca o excitassem, ele ia ficando entediado. Numa das viagens até a metade da rola, a cabeça da mamãe foi empurrada pra baixo. Os gemidos não importaram pro jovem e ele não parou até o narizinho delicado ficar enterrado nos pelos pubianos dele. Ali segurou por um momento, ouvindo os esforços desesperados dela pra respirar. De novo senti nojo de pensar que o único ar que ela podia aspirar cheirava à virilidade do Francisco.

- Ha! Viu como conseguiu com meu tamanho? Agora fica aí quietinha, que você tem muito o que engolir.

Tosses e sons inarticulados saíam da boca dela, totalmente cheia por aquela coisa que devia estar tocando a garganta. Via como as narinas do narizinho da minha mãe se dilatavam num esforço pra respirar enquanto ela lutava contra o Francisco. Claro que a briga dela era inútil; o cafajeste era mais forte que ela e a segurava firme.

- Bem fundo, como eu gosto... Você tem muito Boa boca!
- Mmm... glurph... gag
- Shh, calma. Se você relaxar a garganta, ela alarga. Eu cuidei pra meu colega de cela aprender bem isso. Quando não tem mulher, a gente tem que pegar o que tá à mão, não acha?
- Uff... gaghh... ufff
- Isso aí, boa garota, já tá aprendendo.

Finalmente ele soltou ela, e minha mãe jogou a cabeça pra trás na hora. Tossiu um pouco. Tinha umas lágrimas nos olhos.
- Porra, Francisco! – disse entre tossidas – Tô te falando que é a primeira vez que eu tô com alguém do seu tamanho.
- Mmm, que boquinha gostosa você tem. – ele parecia não ter ouvido a reclamação dela – Igualzinho sua bucetinha. Vou me divertir com você. E eu te falei pra me chamar de papai.

Sem dizer mais nada, pegou ela pelo cabelo de novo e deu um puxão brusco pra ela engolir tudo. Minha mãe começou a engasgar de novo, mas Francisco não deu chance pra ela reclamar. Assim que a boca chegava na glande, ele repetia a operação de puxar a cabeça. Parecia que queria afogar ela com a ferramenta dele. O prepúcio se esticava sobre a glande ao sair da boca e se retraía de novo pela pressão dos lábios da mamãe.

Depois de um tempo manejando a cabeça da minha mãe do jeito que queria, ele se cansou de ficar no sofá. O jovem se levantou, segurando bem a mulher dele pra evitar que o pau escapasse da boca. Reforçou o aperto no cabelo e começou a meter nela como se tivesse fodendo, só que em vez da buceta, tava penetrando os lábios da mamãe. Mamãe reclamou desse jeito enquanto ele metia com força, mas era óbvio que o cafajeste não tava nem aí e continuava batendo a pélvis no rosto da minha progenitora.

A cena continuou, com Francisco zoando como ela engolia bem e eu vendo aquilo feito um idiota. Minha mente dizia que eu tinha que fazer alguma coisa, alguma coisa, alguma coisa; a maldita palavra ecoava no meu crânio vazio. Depois de um tempo, os gemidos da minha mãe... desapareceram. Ela já não reclamava enquanto Francisco enterrava a ferramenta até a garganta. Em vez disso, se deixava fazer, submissa. Até soltava pequenos sons de prazer ao receber as investidas do macho. Vendo o sucesso obtido, ele deixou ela descansar. Tirou a piroca congestionada, deixando minha mãe respirar e o rosto dela voltar ao normal. O pau arroxeado pulsava, claramente mais à vontade num lugar quentinho e molhado. Como algum buraco da minha mãe.
- Mmm, sabia que você ia gostar da minha ferramenta. As da minha idade se intimidam, mas dava pra ver que você tava esperando um homem de verdade. Sim ou não?
- Sim, papai, você é um macho de verdade… glurp!
- Continua trabalhando nela – repetiu empurrando de novo – continua que ainda não acabei. Não sei onde gozar, Vero. Na sua boquinha de puta ou dentro da sua bucetinha? Ou talvez no seu cu? É minha primeira foda em dois anos e na cadeia quase não dava pra bater punheta. Tenho montes de porra guardada pra você. Quer?
- Sim, papai. Tô esperando sua gozada…
- Me fala!
- Quero… quero sua porra, papai!
As investidas continuaram, mas de um jeito mais calmo. Minha mãe já engolia sem esforço, soltando pequenos gemidos de gosto quando podia. As mãos dela já não lutavam contra as coxas de Francisco, agora se apoiavam no chão pra ter mais firmeza, fazendo os peitos dela se destacarem generosamente pra frente. O corpo todo da mamãe balançava no ritmo que ele queria. O cafajeste se sentiu satisfeito depois de um tempo, vendo que tinha dominado a parceira. Tirou o falo, que aparecia brilhante e pegajoso pela saliva que o cobria. Um pouco de baba escorreu da boca da minha mãe pros peitos dela depois da retirada brusca do membro, e ela soltou um longo “guaaaaggh” ao se ver privada do doce. Ela ficou esperando, com a boca entreaberta.
- Gostou, papai? – perguntou submissa
- Porra, amei sua boquinha. Vem, vamos continuar com a outra coisa. Sobe no sofá.
Ele se inclinou pra dar outro beijo nela, sem se importar que o pau dele tinha estado naqueles lábios um minuto atrás. Minha mãe recebeu ele ainda com a boca aberta e o filho da puta enfiou a língua nojenta inteira, explorando toda a cavidade. Senti ânsia de novo ao pensar no gosto que a boca da minha mãe devia ter. A sala cheirava terrivelmente a sexo. Francisco parou de beijar ela e, puxando pelo cabelo, fez ela subir no sofá todo fudido.
- De quatro – ordenou ele
Mamãe obedeceu, se ajeitando sobre os joelhos e braços com as pernas bem abertas pra receber o pau de Francisco. Ficou de frente pra parede, o que fez ela ver o relógio.
- Papi, meu marido já tá quase chegando.
- Deixa chegar, pra ele aprender como se satisfaz uma mulher – respondeu ele seco enquanto se preparava pra montar ela de novo
- Por favor, papi. Não quero que ele nos descubra.
- Tá bom, Vero. Vou te dar isso porque você foi uma boa menina. Anda, que já tô quase acabando.
Antes de penetrar ela, Francisco usou um dos braços poderosos dele pra empurrar a cabeça da minha mãe pra baixo, de modo que a bunda e a buceta ficassem totalmente à disposição dele. Parecia que o primeiro buraquinho agradava ele. Apoiou o pauzão nele e começou a esfregar. Ela ficou tensa ao sentir aquilo.
- Espera, papi. Por aí não. Sou virgem. – implorou ela
- Sério que nunca te deram no cu?
- Não, papi. Nunca. Por favor, por aí não. Você tem ele muito grande e me dá medo.
- Mmm. Vou adorar quando arrebentar você. Mas por hoje não. Quero fazer devagar, pra você curtir. Depois não vai parar de me pedir pra te comer por trás – disse ele enquanto passava a mão no clitóris da mamãe.
- Obrigada, papiiiihh.
A última sílaba de “papi” se alongou até terminar num gemido sonoro. Francisco tinha penetrado ela de novo abruptamente. Com uma mão segurava a cabeça da mamãe, enterrando ela no sofá, de modo que os gemidos Soavam abafados. Usou a outra mão para juntar os braços dela nas costas, imobilizando-a. Agora tinha total controle da situação, do jeito que ele gostava.
Mamãe gemia e gritava submissa, totalmente rendida a Francisco. Ele a guiava no ritmo da cintura, montando-a do jeito dele. A grosseria do amante e a submissão física excitavam ainda mais minha mãe enquanto o jovem a empurrava selvagemente. Parecia impossível que já estivesse há quase uma hora fazendo o que queria com ela sem gozar, depois de ter passado dois anos sem transar.

- Como você aguenta, papai, você é um machão de verdade.
- Nem todo mundo é precoce como o corno… Uff, Vero, que delícia. Tava doido pra te meter desde que te vi de novo, mas não pensei que você estivesse tão carente.
- Me dá mais, papai. Assim, assim. – ela dizia, tentando empurrar pra trás pra não ficar sem o pau que tanto gostava – Nunca estive com alguém como você.
- Vou vir todo dia te foder. Você vai ser minha Promiscuous particular. Fala, vai.
- Sim, papai. Vou ser sua Promiscuous particulaaar. Me fode sempre que quiser! Porra, você vai fazer eu gozar de novo!
- Oooh, eu também vou gozar. Tô quase. Se prepara que tô cheio de leite quentinho, só pra você… já vai, já vai.
- Dentro não, papai, por favor.
- Dentro sim. Na prisão sempre sonhava com isso… Tomara que eu te engravide e você tenha um filho de um homem de verdade…
- Não seja bruto! Tira, tiraaaa
- Abre bem que você vai gostar…
- Não, papai… por favor

Mas Francisco não tinha a menor intenção de gozar fora. Usou as forças que restavam pra manter minha mãe bem presa, enquanto bufava de prazer anunciando o início do orgasmo. Cravou o pau até os colhões baterem nos lábios da buceta e começou a despejar dentro dela todo o sêmen que tinha acumulado durante a abstinência forçada.

- Já vai… tô gozando…
- Não… dentro não não!
- Pff, é muito tarde. Pega teu prêmio por ser uma garota tão boazinha! Uff… pega… pega…
- Porra, a porra que você tá gozando…
- Verônica, Verônica – só repetia o nome enquanto curtia o orgasmo
- Porra, Francisco, sinto você me enchendo. Tão quentinha… devo estar louca porque eu amo issooo…. Não dá, vou gozar, vou gozar!
- Isso, sente toda minha gozada. Tomara que te faça uma barriguinha pra você ter uma lembrança disso pra sempre.

Mamãe teve outro orgasmo enquanto Francisco terminava de gozar dentro dela. Perdi a conta dos gemidos que ela soltou enquanto ele enchia minha mãe com a semente dele, mas pelos gritos dos dois, devia ser uma quantidade enorme. Ele soltou ela e usou as mãos pra estimular e espremer o pau, fazendo sair até a última gota. A cena era só gemidos e gritos, melhor que qualquer pornô que eu já tinha visto.

Finalmente, os dois pararam de ofegar e se contorcer. Francisco recuou um pouco. Ao se ver livre do aperto dele, mamãe virou de costas, ficando de barriga pra cima na frente dele. O delinquente juvenil parou um momento pra apreciar a obra. Dava pra ver que a gozada tinha sido violenta. A buceta da minha mãe expelia um pouco da porra dele, e os últimos jatos de algum jeito tinham ido parar nos pelos pubianos da vagina durante os orgasmos simultâneos. O sêmen era amarelado, super grosso e tinha grumos. Pela textura e quantidade, parecia que era verdade o tempo que Francisco tava sem sexo.

O jovem pegou a roupa e começou a se vestir, com o pau ainda duro. Ainda dava pra continuar, mas ele tava satisfeito com o que tinha feito e disposto a parar por hoje como prêmio pra minha mãe “por ser uma boa garota”. Mamãe contemplou o amante com devoção, relembrando a trepada. Ela se acariciava os peitos, devagar e sem tesão, só por fazer alguma coisa.
- Uff, Verônica, que prazer. Não pensei que você fosse tão apaixonada. Que Que corpo, meu Deus.
- Obrigada, papai. Espero que tenha se divertido tanto quanto eu.
- Pode crer. Amanhã é sábado. Você vai ter um tempinho sozinha?
- Meu marido trabalha meio período. E o Miguel vai jogar futebol às dez.
- Então a gente se vê amanhã. Vou chegar às dez e meia. Quero que você se vista sexy pra mim. Tá claro?
- Como você mandar, papai.

Eu tava alucinado com o que tava ouvindo. Achava que essa palhaçada de "papai" e de fazer tudo que ele mandava era só no sexo. Mas ali estava minha mãe, marcando um encontro com ele. Como isso era possível? Uma mulher de quarenta e três anos, obedecendo a um moleque de dezenove. Que tinha acabado de sair da cadeia, aliás.

- Veste a calcinha, vai. Sem se limpar.
Mamãe obedeceu. Vestiu a calcinha por cima da buceta cheia da porra do Francisco.
- Você não vai se limpar até a noite. Quero que você carregue minha gozada dentro de você o dia inteiro.
- Tá bom, papai.
- E também vai se depilar toda. Gosto de ver as bucetinhas que eu arrebento.
- Sim, papai.
- Boa menina. Vem cá, gostosa.

Ele segurou o rosto dela com uma mão, olhando nos olhos dela por uns segundos. Depois, Francisco se despediu dela dando uns beijos carinhosos, bem diferentes do jeito dele no sexo. Ela retribuiu os beijos do amante, agradecida pelo prazer que ele tinha feito ela sentir e totalmente submissa. Assim que ele se certificou de que não tinha deixado nenhum cantinho da boca da mamãe sem explorar, ele saiu de casa. Ela colocou o sutiã e levou as mãos até a calcinha. Pensei que ela fosse tirar pra se lavar.

Mas ela só ajeitou a calcinha, sem se limpar, obedecendo a ordem do macho dela. Terminou de se vestir e abriu a janela pra sala ventilar, porque tava fedendo muito uma mistura de sexo e suor. Depois, começou a fazer a comida enquanto via televisão, cantarolando alegremente. Um sorriso dançava nos lábios dela. Que... Caralho, o que tava rolando ali?
Tive que ficar lá em cima um tempinho a mais até meu pai chegar. Ela cumprimentou ele do mesmo jeito de sempre. Ninguém diria que fazia menos de uma hora que ela tava se esfregando no moleque que contrataram pra fazer os reparos. Aproveitei um momento em que os dois foram pro banheiro admirar o trabalho do Francisco pra dar o fora de casa. Minha cabeça tava girando. Peguei o celular e mandei uma mensagem pra um dos meus amigos que eu via todo fim de semana, pedindo pra ele me esperar antes de sair pra balada. Agora sim que eu precisava de uma boa dose de álcool.

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