Histórias reais: aluna + fotos

Olá, tudo bem? Como começar a fazer isso? Sou Prospek, argentino, 25 anos, professor de economia política no ensino médio em escola pública, zona sul da província de Buenos Aires. Ao longo da minha vida, juntei muitas histórias sexuais. Faz um tempo que venho lendo os relatos e sempre quis contar as minhas, mas nunca tive coragem, até agora, claramente. Todas são histórias reais, e vou começar pela mais proibida e excitante que já vivi. Como disse, tudo é real, não vou dar detalhes precisos das pessoas envolvidas porque elas sairiam prejudicadas se o material que tenho fosse publicado. Essa história se passa em 2018, eu era professor do 6º ano (o último ano do ensino médio na Argentina; depois disso, vem a universidade). Sempre fui um cara correto, pois, pela minha idade na época, ficava de olho na direção e nos outros, já que não tinha mais de 5 anos de diferença dos meus alunos e já tinham rolado casos de professores com alunos. Como falei, sempre valorizei meu trabalho e nunca tinha nem olhado para uma aluna (ex-alunas é outra história, mas alunas, não), até o ano passado. Já tinha essa turma desde 2016, então conhecia todo mundo e o clima era bom, aquele grupo típico de 30 alunos, com os ousados, os atletas, as meninas estudiosas e as mais soltinhas. Entre as estudiosas, tinha uma garota muito gostosa, cinturinha fina e um rabo bonito, adoro esse tipo de corpo. Ela sempre me olhava quando eu corrigia ou passava dados no diário, eu não ligava muito porque não era a única que fazia isso, mas, como disse, sempre atento e firme. Certo dia de agosto, vejo uma notificação no meu Facebook, era dela. Não acreditei, nunca aceito alunos nas minhas redes, mas dei uma olhada e percebi que era uma mina que me atraía muito pelo rostinho, pelo corpo e pelas notas boas. Aceitei. Os dias passam, e ela curte algumas fotos minhas. Máquina, mas eu falei (não, tem que focar). O negócio é que passaram dois meses e tudo ficou em nada, só que agora ela me cumprimentava na entrada toda vez que eu chegava na sala (coisa que não fazia antes). Chega uma sexta, saio com uns amigos pra um bar tomar algo tranquilo e vejo ela com um vestidinho colado no corpo, jaqueta de couro e salto alto, tava junto com uma moça de uns 28 anos. Percebo ela e ela também me vê, mas não nos cumprimentamos nem nada, estávamos a duas mesas de distância. Depois de alguns minutos, fui ao banheiro (os banheiros feminino e masculino eram um do lado do outro). Quando saio, ela tá na entrada, igual quando chego na sala, e me cumprimenta.

— Oi, profe, como cê tá?
— Oi, xxx, bem e você? Que estranho te ver por aqui, não parece ser de beber — falei zoando.
— Ayy, profe, desde o mês passado comecei a sair com minha tia, tranquilo, não bebo muito...
— Bom, vou te deixar, menina, a gente se vê! — já indo embora, viro pra frente.
— Não vai me cumprimentar, profe?
— Mil desculpas, xx! — quando viro a bochecha, ela me dá um beijo, sem explicação, eu correspondi.

Vocês não imaginam o erótico e satisfatório que foi. Não sei se contribuiu o proibido, mas foi uma sensação orgásmica. Eu segurava ela pela cintura enquanto devorava a boca dela, não tive coragem de pegar na bunda como faço sempre com as gostosas que pego, mas nem pensei, o beijo foi avassalador. Quando nos soltamos, ela me olha e entra rápido no banheiro. Eu, impactado pelo jeito dela agir, fui me encontrar com meus amigos, ela voltou pra tia e foram embora.

No outro dia, recebo uma mensagem privada no Facebook. Abri o chat e era ela, pedindo desculpas, dizendo que não sabia por que fez aquilo, que não era assim, que não queria que eu pensasse que era uma puta ou algo do tipo. Falei pra ela me desculpar também, que eu não me segurei, que sei que foi errado da parte dos dois e que, por favor, não contasse nada, senão eu perdia o emprego pra sempre. Ela disse que não ia contar, mas que eu também não dissesse nada, por favor, que não queria ficar mal na frente de ninguém. ninguém. Ela se mostrou uma garota com quem dava pra conversar bem e confiar, porque a gente viveu o mês na escola como se nada tivesse acontecido, mas no Facebook a gente começou a falar muito mais, toda noite. Quem é de conversar com mulher assim sabe que uma hora o papo esquenta e começa a provocação. Eu tava pensando em terminar o ano pra ela deixar de ser minha aluna e fazer de tudo com ela (coisa que já fiz com ex-alunas), porque essa mina me atraía pra caralho. Uma noite, trocando ideia no WhatsApp com ela, ela me pergunta se a roupinha de dormir tava boa nela, e manda uma fotinho com um shortinho rosa super pequeno e uma regata, deixando a barriguinha de fora, os biquinhos do peito pequenos (do jeito que eu gosto) marcados no tecido, e um sorriso que me apaixona. Essa foto me deixou muito excitado, falei pra ela não ser má.. ela respondeu "não sou má, profe, por que tá dizendo isso?".. como me acaba quando essas gostosas se fazem de desentendidas, falei que ela ia conhecer um lado que não ia gostar de conhecer.. e ela responde "não tenho medo de você, continuo me comportando mal?" Vocês não têm ideia de como isso me deixou.. a gente começou a jogar verdade ou desafio, e ela confessou nas verdades que já transou com o namoradinho dela e que gosta de se masturbar, que dá muito prazer fazer isso e que quando goza sai um "jatinho". Vocês não têm ideia de como eu amei isso, minha excitação era enorme, eu não parava de pensar em como era comer aquela menina, quem diria que uma garota aplicada e que parecia tímida tinha tanta coisa dentro dela? Ela confessou que só ficou com o ex-namorado, e que queria aprender mais sobre sexo. Comer aquela bonequinha devia ser uma loucura, bundinha empinada, magrinha com carinha de anjo. Eu não parava de pensar em pegar o cabelo pintado que ela tinha e meter de quatro.. falei pra ela me avisar quando pudesse.. não aguentei, ela continuou mandando fotos cada vez com menos roupa, e eu mandava do meu pau, ela dizia que eu ia partir ela no meio se metesse, que adorava que fosse cabeçudo, e que queria sentir ele na buceta dela. boca. Perguntei se ela engolia e ela disse que não. Os dias passaram e as conversas eram um detalhe a mais nessa história. Num sábado às 14h ela me mandou mensagem dizendo que estava com a tarde livre, peguei meu carro e fui buscá-la, fomos para um hotel de renome na região. No carro, a conversa foi tranquila, até entrarmos no quarto. Sozinha, ela tirou a roupinha e ficou só com um conjunto sexy preto que disse ter comprado pra mim. Sem hesitar, comi ela, passei a mão na bunda, coloquei ela de quatro e chupei a buceta dela. Era um luxo, bem rosadinha e carnuda, a bunda bem fechadinha, sem cheiro estranho nem nada. Eu não era de chupar cu, mas esse era impossível de resistir, meti a língua e ela gemia — vocês não têm ideia do que era ouvir aquilo, uma coisa inexplicável. Enquanto eu fazia isso, ela se masturbava, a garota. Virei ela e chupei por um bom tempo até ela gozar na minha boca. Vocês não sabem como era o clitóris inchadinho dela enquanto ela dizia que eu a excitava como ninguém no mundo. Depois, ela retribuiu o favor me chupando. Dava pra ver que não tinha muita experiência, mas colocava vontade. Eu a controlava segurando pelo pescoço e fazia ela enfiar tudo na boca. "Você é minha putinha?", perguntava enquanto ela fazia, e quando tirava da boca, ela respondia: "Sim, meu amor, sua putinha, faz de mim o que quiser." Sabem como eu comi ela? 40 minutos na primeira transa, eu tava possesso, forte e sem parar: de papai e mamãe, de quatro e com as perninhas no ombro. Eu não gozava, tava louco pra foder ela com todas as letras. Ela gemia como uma louca, incrível, e aquela vozinha de menina que ela fazia de propósito me matava. Quando eu quis gozar, tirei a camisinha e falei: "Chupa, putinha", e ela fez sem hesitar. Incrível a porra que entrou na boca dela. Pedi pra ela mostrar, e ela abriu a boquinha obediente. "Engole, se você é minha putinha", falei. O que vocês acham que ela fez? Até a última gota. "Só por você que eu faço isso", disse. Vai saber se era verdade, mas foi uma loucura. Coloquei ela de quatro e, enquanto enfiava os dedos, chupava a buceta e o cu dela. Como eu aproveitei, meti um dedinho. Aos poucos Pouco a pouco, aquele bum ia ser meu. Gostaram do relato? E olha que vocês não viram as fotos. Espero que tenham curtido, e se quiserem saber mais histórias que tenho, me avisem dando apoio a essa história!Histórias reais: aluna + fotos


Argentina


aluna


traga gozo


paus de peATUALIZAÇÃO: A Poringa não deixa eu carregar as imagens :c

17 comentários - Histórias reais: aluna + fotos

Espectacular, yo soy profesional y también cada tanto doy clases
Los ratones que me metiste
Gracias por compartir
Gus
Prospek +1
Gus! Muchas gracias, como dije plantee mucho esto de contarlo pero el morbo es fenomenal je
De un docente a otro.... 10 puntos!!!!! 👏👏👏
Ojito, que no siempre sale bien! Yo ya no juego mas con fuego jaja pero ya tuve una aventurita con una egresada un año después de que terminó el colegio je
Exelente, yo no estudié de maestro pero soy profesor en esa materia por los años felicitaciones y van 10 puntos posdata un caramelito la pendeja
espectacular, dentro de poco me recibo de profesor de Educación Física, siempre me autoprometo que si me toca un grado así me voy a portar bien peeero
Prospek +1
Jeje como dije, yo también siempre excelente pero bueno, no lo haría de vuelta,si la chica decía fotos en su momento me quedo sin trabajo de por vida, no se puede confiar siempre. Agradezco que todo salió bien y me quedé con esa experiencia bestial.
Hola. Soy un alumno de sexto año escolar y mí Señora es mi Maestra y tengo mí túnica blanca y la moña azul puesta. Somos dé Uruguay . Si yo hablo con ése léxico en la escuela , voy en penitencia rigurosa seguro. Yo me exito con mi Maestra y mi túnica .
Yo me cogía a una profe de Buenos Aires y le hacía hacer de todo en la cama. Las docentes son las mejores putas