Noches inesperadas

Bom dia, gente linda! Essa é minha primeira história, espero que vocês gostem. Tudo começou com uma colega de trabalho. Eu passava pra buscá-la de carro e íamos juntos pro trabalho. Já rolava uma química entre a gente, embora os dois tivéssemos nossos parceiros. A gente já tinha trocado uns beijos safados e, de vez em quando, alguma mão boba acabava roçando em alguma parte do corpo.

Naquele dia, ela subiu no carro como sempre, toda gostosa. Era uma mina estilo "girl", uns 27 anos, com uma cor de olhos linda, uns lábios grandes que pediam beijo, peitos bem pequenos, mas uma raba maravilhosa. Eu, com 26 anos, 1,80m, cabelo loiro escuro, magro, costas largas, mas sem ser muito musculoso. A gente se cumprimentou com um selinho e, em cada semáforo, eu roubava um beijo. O tesão no ar era absurdo. Já chegando perto do trabalho, eu não aguentava mais. Precisava tocar aquela buceta, queria sentir aqueles lábios. Pedi pra ela, e com um sorriso safado, ela disse que sim. Sabendo que ia ser difícil, pedi pra ela desafivelar a calça e afrouxar o cinto de segurança. Aí sim, pude colocar a mão.

Assim que comecei a tocar aqueles lábios, meu corpo inteiro entrou em êxtase. Tava tudo depiladinho e muito molhado. Devagar, passei meus dedos, abri aqueles lábios e comecei a enfiar os dedos. Ela respondeu com um gemido. Sentir o calor, a umidade e o fluxo grosso do tesão daquela buceta era incrível. Só consegui masturbar ela um pouquinho porque a gente tinha que ir pro trabalho. Tirei meus dedos todos encharcados, brancos, cheios dos fluidos dela, e dei pra ela chupar. Isso me deixa louco, ver uma mulher curtindo os próprios fluidos. Depois, chupei eu também. Sentir o gosto dos fluidos dela me fez pirar. Eu sentia o líquido descendo da ponta da minha língua até o fundo da garganta.

Seguimos por mais umas quadras, e ela baixou a mão. Eu desafivelei a calça, ela enfiou a mão e agarrou minha pica, que já tava dura e bem molhada, e começou a me punhetar. Ela puxou pra cima, colocando a cabecinha pra fora, e começou a acariciar toda a minha cabecinha molhada com os dedos. Mas a gente tinha que seguir, ir trabalhar, e fomos embora assim, os dois loucos de tesão, molhados e muito excitados. Trabalhamos a noite toda, e na saída de madrugada, enquanto voltávamos e depois de andar só umas quadras, pergunto se ela queria se perder um tempo comigo no carro, e claro que ela disse que sim. Estacionei o carro num lugar escuro, ali mesmo, mal deu tempo de tirar o cinto de segurança, ela já se jogou em cima de mim, começou a me beijar e desabotoou minha calça, puxou meu pau pra fora e começou a me masturbar com muita vontade. Eu na hora desabotoei a calça dela e comecei a enfiar os dedos, tirava eles cheios de lubrificação e chupava, às vezes eu, às vezes ela. Aí perguntei se ela não ia me chupar, e na mesma hora ela desceu pra chupar meu pau, os lábios dela envolviam a cabeça do meu pau de um jeito incrível. Ela se ajoelhou de quatro no banco e meus dedos entravam e saíam daquela buceta toda molhada enquanto ela chupava meu pau inteiro. Meus dedos deslizaram até o cu dela, brinquei um pouco, mas quando tentei entrar naquele cuzinho apertado, ela tirou meu pau da boca pra dizer que não. Depois de um bom tempo nos matando de tesão, eu com o pau todo veiudo e explodindo de porra, não aguentava mais. Aí pedi se podia encher a boquinha dela de porra e ela disse que sim, mas que não sabia o que fazer com a porra. Falei pra ela engolir, mas ela disse que não gostava. Então falei pra ela abrir a porta e cuspir. Ela me olhou, sorriu e falou "vai lá", desceu pra chupar de novo e ali mesmo explodi de porra. Senti meu pau não parando de bombear porra na boquinha dela, que recebia sugando e acariciando a cabecinha com a língua. Quando os espasmos do meu pau acabaram, ela deu umas últimas chupadas e se levantou com a boquinha cheia de porra, sorriu de novo, abriu a porta e cuspiu toda a porra. Guardei meu pau, ela arrumou a roupa, acendemos um cigarro e fomos cada um pra sua casa. Espero que vocês tenham gostado do relato. Em breve vou postar mais encontros, onde aconteceram mais coisas. Saudações e obrigado por lerem.

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